Triathlon

Tri Camp Brasil lança treinamento especializado de triathlon

A Praia do Saco, a 70 quilômetros de Aracaju se prepara para receber o Tri Camp, um treinamento especializado para atletas e amadores de triathlon entre os dias 28 e 31 de julho. A Praia do Saco que foi eleita pela revista francesa “GrandsVoyageurs” como uma das cem mais belas praias do mundo, será o cenário perfeito para o evento. Durante os dias os atletas ficarão concentrados, treinando (muito) e participando de forma ativa de palestras e discussões técnicas com um dos melhores treinadores do país: Santiago Ascenço.

“Neste período serão realizados treinos de natação no mar, ciclismo na estrada e corrida, sempre sob a orientação técnica de Santiago, além das palestras com fisioterapeutas e nutricionistas”, destaca Bruno França, um dos sócios da Tri Camp Brasil e Ironman World Championship Finesher, 2015. De acordo com o empresário, o programa é voltado para triatletas amadores e profissionais que buscam aperfeiçoamento no esporte, sendo uma oportunidade perfeita para quem busca melhorar a performance e até mesmo aquela tão sonhada vaga no Ironman Fortaleza 2016.

Santiago será o treinador dos dias de evento Foto: Paulo Gomes/Webrun Santiago será o treinador dos dias de evento Foto: Paulo Gomes/Webrun

O evento inclui o translado terrestre entre aeroporto de Aracaju e a Praia do Saco, hospedagem, alimentação, mecânico de bike e treinamento técnico. Serão apenas 20 vagas. Para garantir a inscrição o triatleta deve se inscrever através do site do Clube Guará (http://www.clubeguara.com.br/), um dos apoiadores e parceiros da Tri Camp Brasil.

Mais informações podem ser encontradas ainda na pagina do Tri Camp Brasil no Facebook (www.facebook.com/tricampbrazil).


Tri Camp Brasil lança treinamento especializado de triathlon

Triathlon · 28 abr, 2016

A Praia do Saco, a 70 quilômetros de Aracaju se prepara para receber o Tri Camp, um treinamento especializado para atletas e amadores de triathlon entre os dias 28 e 31 de julho. A Praia do Saco que foi eleita pela revista francesa “GrandsVoyageurs” como uma das cem mais belas praias do mundo, será o cenário perfeito para o evento. Durante os dias os atletas ficarão concentrados, treinando (muito) e participando de forma ativa de palestras e discussões técnicas com um dos melhores treinadores do país: Santiago Ascenço.

“Neste período serão realizados treinos de natação no mar, ciclismo na estrada e corrida, sempre sob a orientação técnica de Santiago, além das palestras com fisioterapeutas e nutricionistas”, destaca Bruno França, um dos sócios da Tri Camp Brasil e Ironman World Championship Finesher, 2015. De acordo com o empresário, o programa é voltado para triatletas amadores e profissionais que buscam aperfeiçoamento no esporte, sendo uma oportunidade perfeita para quem busca melhorar a performance e até mesmo aquela tão sonhada vaga no Ironman Fortaleza 2016.

Santiago será o treinador dos dias de evento Foto: Paulo Gomes/Webrun Santiago será o treinador dos dias de evento Foto: Paulo Gomes/Webrun

O evento inclui o translado terrestre entre aeroporto de Aracaju e a Praia do Saco, hospedagem, alimentação, mecânico de bike e treinamento técnico. Serão apenas 20 vagas. Para garantir a inscrição o triatleta deve se inscrever através do site do Clube Guará (http://www.clubeguara.com.br/), um dos apoiadores e parceiros da Tri Camp Brasil.

Mais informações podem ser encontradas ainda na pagina do Tri Camp Brasil no Facebook (www.facebook.com/tricampbrazil).

Frei colombiano marca presença no Xterra Ilha Comprida

A prova de mountain bike do Xterra Ilha Comprida teve a ilustre presença de um frei franciscano da Colômbia entre os competidores no último domingo (10/04). Vivendo no Brasil há alguns anos na cidade de Juquiá (SP) para uma missão religiosa, Dehiby Constantino Lopez obteve uma permissão especial dos seus superiores para disputar a competição.

Antes de se dedicar à religião, frei Melquisedeque como é conhecido no meio religioso, costumava praticar mountain bike na Colômbia, hobby que ele compartilhou com um amigo que frequenta o templo de Juquiá (SP) onde ele vive. “Falei para ele que desde criança pedalava e com o tempo tive que deixar o esporte para me dedicar ao mundo religioso. Mas sempre que tinha uma folga no convento pegava uma bicicleta velha e saía para pedalar”, conta.

Dehiby teve que fazer bastante força para vencer o vento na praia. Foto: Luis Blanco/ Fotop/ Webrun Dehiby teve que fazer bastante força para vencer o vento na praia. Foto: Luis Blanco/ Fotop/ Webrun

Esse amigo contou a história para um grupo de ciclistas da equipe Bike Saúde, da cidade de Registro (SP), que se interessou pela história e doou uma bike para o Frei treinar durante as folgas semanais. “Fui treinando e me sentindo fisicamente bem, até que me deram uma cortesia para correr no Xterra e fiquei muito honrado em retribuir todo o carinho”, relata Dehiby que sofreu com o percurso plano da prova. “Estava acostumado a correr nas montanhas da Colômbia, mas aqui tinha que pedalar o tempo todo num ritmo constante e isso cansa mais. Mas aos poucos fui pegando o jeito e graças a Deus consegui fazer uma boa prova”.

A rotina no convento é bem rígida quanto a horários e compromissos religiosos, então o frei aproveitava seu dia livre às segundas-feiras para treinar. “Acordamos às 4h30 para a eucaristia e seguimos todo o dia com orações. Então combinei com os meus superiores de usar uma hora por dia para treinar uma pouco mais”.

Antes da competição, três ciclistas foram sorteados para concorrer a um rolo de treinamento oferecido pela importadora Intac, uma das apoiadoras do evento, e ganharia o prêmio quem fizesse o menor tempo ao final da competição. Além de ter sido sorteado, o frei foi o mais rápido e levou o acessório que vai lhe permitir manter seu condicionamento físico. “Não sei ainda se vou poder participar de outras competições, porque minha prioridade é com as obrigações religiosas. Vim aqui porque meus superiores conversaram com os religiosos da Colômbia e acredito que é mais uma forma de dar o testemunho de Deus”, finaliza Dehiby que pedalou 32,2 quilômetros em 1h24min30.

O frei agora poderá manter o físico sem sair do convento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O frei agora poderá manter o físico sem sair do convento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


Frei colombiano marca presença no Xterra Ilha Comprida

Triathlon · 12 abr, 2016

A prova de mountain bike do Xterra Ilha Comprida teve a ilustre presença de um frei franciscano da Colômbia entre os competidores no último domingo (10/04). Vivendo no Brasil há alguns anos na cidade de Juquiá (SP) para uma missão religiosa, Dehiby Constantino Lopez obteve uma permissão especial dos seus superiores para disputar a competição.

Antes de se dedicar à religião, frei Melquisedeque como é conhecido no meio religioso, costumava praticar mountain bike na Colômbia, hobby que ele compartilhou com um amigo que frequenta o templo de Juquiá (SP) onde ele vive. “Falei para ele que desde criança pedalava e com o tempo tive que deixar o esporte para me dedicar ao mundo religioso. Mas sempre que tinha uma folga no convento pegava uma bicicleta velha e saía para pedalar”, conta.

Dehiby teve que fazer bastante força para vencer o vento na praia. Foto: Luis Blanco/ Fotop/ Webrun Dehiby teve que fazer bastante força para vencer o vento na praia. Foto: Luis Blanco/ Fotop/ Webrun

Esse amigo contou a história para um grupo de ciclistas da equipe Bike Saúde, da cidade de Registro (SP), que se interessou pela história e doou uma bike para o Frei treinar durante as folgas semanais. “Fui treinando e me sentindo fisicamente bem, até que me deram uma cortesia para correr no Xterra e fiquei muito honrado em retribuir todo o carinho”, relata Dehiby que sofreu com o percurso plano da prova. “Estava acostumado a correr nas montanhas da Colômbia, mas aqui tinha que pedalar o tempo todo num ritmo constante e isso cansa mais. Mas aos poucos fui pegando o jeito e graças a Deus consegui fazer uma boa prova”.

A rotina no convento é bem rígida quanto a horários e compromissos religiosos, então o frei aproveitava seu dia livre às segundas-feiras para treinar. “Acordamos às 4h30 para a eucaristia e seguimos todo o dia com orações. Então combinei com os meus superiores de usar uma hora por dia para treinar uma pouco mais”.

Antes da competição, três ciclistas foram sorteados para concorrer a um rolo de treinamento oferecido pela importadora Intac, uma das apoiadoras do evento, e ganharia o prêmio quem fizesse o menor tempo ao final da competição. Além de ter sido sorteado, o frei foi o mais rápido e levou o acessório que vai lhe permitir manter seu condicionamento físico. “Não sei ainda se vou poder participar de outras competições, porque minha prioridade é com as obrigações religiosas. Vim aqui porque meus superiores conversaram com os religiosos da Colômbia e acredito que é mais uma forma de dar o testemunho de Deus”, finaliza Dehiby que pedalou 32,2 quilômetros em 1h24min30.

O frei agora poderá manter o físico sem sair do convento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O frei agora poderá manter o físico sem sair do convento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Atletas do asfalto correm Xterra Ilha Comprida e acirram disputas

A primeira etapa regular do Circuito Xterra Brasil 2016 teve um nível elevado de competição, já que alguns atletas de asfalto resolveram se aventurar na competição. Sob forte calor e num percurso praticamente plano, os competidores tiveram que mesclar força física e estratégias para alcançarem o degrau mais alto do pódio.

O sol estava forte desde as primeiras horas da manhã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O sol estava forte desde as primeiras horas da manhã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Entre as mulheres, Laura Mira Dias e Sabrina Gobbo travaram uma disputa acirrada com a veterana Vanessa Cabrini e a estreante na competição, Flavia Fernandes. O tiro de partida foi dado pontualmente às 8h na Praia do Boqueirão para o primeiro trecho, de 1,5 quilômetro de natação entre duas boias. A primeira a sair da água foi Vanessa, inclusive à frente dos homens da elite, seguida por Flávia e Sabrina.

Vanessa pretende participar de todas as etapas esse ano. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Vanessa pretende participar de todas as etapas esse ano. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

No trecho de 32,2 quilômetros de Mountain Bike Flavia continuou acelerando pelo percurso de estrada de terra e areia da praia, seguida de perto por Vanessa e Sabrina, enquanto Laura ficava um pouco mais atrás. Já nos 8,5 quilômetros de corrida Sabrina conseguiu se manter à frente de Vanessa, mas já era tarde demais para pleitear a primeira colocação, pois Flávia não deu chances às adversárias e completou em primeiro com 2h22min01.

Flávia trocou o asfalto pelas trilhas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Flávia trocou o asfalto pelas trilhas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

“Estava muito quente, mas me hidratei e me alimentei bem para conseguir chegar inteira no final”, relata Flávia que costuma participar de provas de asfalto. “Nadei forte, sabia que a Sabrina pedalava bem, então aumentei o ritmo na corrida para garantir o primeiro lugar. Resolvi vir para a natureza para desestressar um pouco e acho que farei mais etapas”, completa.

Sabrina chegou sorridente após 2h27min27 e disse que seu treinador ficaria orgulhoso dela. “Ultimamente eu vinha perdendo uma colocação por conta da corrida e achei que eu não fosse conseguir de novo. Mas fui encostando, o pessoal foi me incentivando e deu certo”, conta. “Essa é uma prova para atleta de asfalto, não é o tipo que eu gosto, porque prefiro subidas, downhill, cascalho e aqui é só força. Mas foi legal as mulheres de asfalto começarem a migrar para o esporte crescer”, completa.

Sabrina quase alcançou a campeã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Sabrina quase alcançou a campeã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Vanessa Cabrini, depois de alguns anos afastada do XTerra, voltou e de quebra faturou a terceira colocação. “Participei em 2006 e 2007, voltei para o asfalto, tive filho, fiquei quatro ano parada e aceitei o convite para correr novamente. Vou tentar fazer mais etapas do ano”. Ótima nadadora, ela saiu na frente na natação, mas sentiu o forte calor. “No pedal sabia que a Sabrina me alcançaria, mas isso aconteceu só no final. Saímos para correr e senti o calor (e a idade também). Fizemos a corrida praticamente juntas, mas não deu para mim”, completa.

Laura ficou em quarto lugar (2h33min40) e diz que está passando por uma fase complicada da vida. “Recentemente peguei zika em Ribeirão preto, mas a temporada está só começando e dá para recuperar até o final do ano”.

Entre os homens, o mais rápido após a natação foi Raul Furtado, triatleta de asfalto que aos poucos está migrando para as trilhas do Xterra. Ele, porém, não conseguiu manter a liderança até o final e perdeu para Diogo Malagon que completou a prova em 2h05min29.

“A prova parece fácil, porque é plana e com areia dura da praia, mas é difícil por conta do vento, que segura demais o ritmo”, conta Diogo, que saiu bem após a natação, mas errou um trecho do ciclismo, perdeu posições e sofreu para alcançar os líderes. “Na corrida eu me senti bem, saí acelerando e na praia parecia que não ia chegar. Mas no fim deu tudo certo”, completa.

Raul Furtado estava acostumado a disputar provas no asfalto e diz que um triathlon off road é praticamente uma modalidade diferente. “É bem dura, mas com um clima fantástico entre as pessoas. Pretendo correr quase todas as etapas”, relata o competidor que marcou 2h06min35. A terceira colocação ficou com Felipe Moleta, que ainda se recupera dos vários meses parado após uma lesão ano passado. “Desde o começo da natação sofri, na bike ainda mais e na corrida o calor prejudicou o rendimento. Tem dias que não dá mesmo e todo mundo que entra para brigar e ganhar”, comenta o paranaense. “Agora vamos recuperar para a etapa do Mundial, em Ilhabela”.

Raul e Moleta fizeram jogo de equipe na tentativa de alcançar Raul. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Raul e Moleta fizeram jogo de equipe na tentativa de alcançar Raul. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


Atletas do asfalto correm Xterra Ilha Comprida e acirram disputas

Triathlon · 11 abr, 2016

A primeira etapa regular do Circuito Xterra Brasil 2016 teve um nível elevado de competição, já que alguns atletas de asfalto resolveram se aventurar na competição. Sob forte calor e num percurso praticamente plano, os competidores tiveram que mesclar força física e estratégias para alcançarem o degrau mais alto do pódio.

O sol estava forte desde as primeiras horas da manhã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O sol estava forte desde as primeiras horas da manhã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Entre as mulheres, Laura Mira Dias e Sabrina Gobbo travaram uma disputa acirrada com a veterana Vanessa Cabrini e a estreante na competição, Flavia Fernandes. O tiro de partida foi dado pontualmente às 8h na Praia do Boqueirão para o primeiro trecho, de 1,5 quilômetro de natação entre duas boias. A primeira a sair da água foi Vanessa, inclusive à frente dos homens da elite, seguida por Flávia e Sabrina.

Vanessa pretende participar de todas as etapas esse ano. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Vanessa pretende participar de todas as etapas esse ano. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

No trecho de 32,2 quilômetros de Mountain Bike Flavia continuou acelerando pelo percurso de estrada de terra e areia da praia, seguida de perto por Vanessa e Sabrina, enquanto Laura ficava um pouco mais atrás. Já nos 8,5 quilômetros de corrida Sabrina conseguiu se manter à frente de Vanessa, mas já era tarde demais para pleitear a primeira colocação, pois Flávia não deu chances às adversárias e completou em primeiro com 2h22min01.

Flávia trocou o asfalto pelas trilhas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Flávia trocou o asfalto pelas trilhas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

“Estava muito quente, mas me hidratei e me alimentei bem para conseguir chegar inteira no final”, relata Flávia que costuma participar de provas de asfalto. “Nadei forte, sabia que a Sabrina pedalava bem, então aumentei o ritmo na corrida para garantir o primeiro lugar. Resolvi vir para a natureza para desestressar um pouco e acho que farei mais etapas”, completa.

Sabrina chegou sorridente após 2h27min27 e disse que seu treinador ficaria orgulhoso dela. “Ultimamente eu vinha perdendo uma colocação por conta da corrida e achei que eu não fosse conseguir de novo. Mas fui encostando, o pessoal foi me incentivando e deu certo”, conta. “Essa é uma prova para atleta de asfalto, não é o tipo que eu gosto, porque prefiro subidas, downhill, cascalho e aqui é só força. Mas foi legal as mulheres de asfalto começarem a migrar para o esporte crescer”, completa.

Sabrina quase alcançou a campeã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Sabrina quase alcançou a campeã. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Vanessa Cabrini, depois de alguns anos afastada do XTerra, voltou e de quebra faturou a terceira colocação. “Participei em 2006 e 2007, voltei para o asfalto, tive filho, fiquei quatro ano parada e aceitei o convite para correr novamente. Vou tentar fazer mais etapas do ano”. Ótima nadadora, ela saiu na frente na natação, mas sentiu o forte calor. “No pedal sabia que a Sabrina me alcançaria, mas isso aconteceu só no final. Saímos para correr e senti o calor (e a idade também). Fizemos a corrida praticamente juntas, mas não deu para mim”, completa.

Laura ficou em quarto lugar (2h33min40) e diz que está passando por uma fase complicada da vida. “Recentemente peguei zika em Ribeirão preto, mas a temporada está só começando e dá para recuperar até o final do ano”.

Entre os homens, o mais rápido após a natação foi Raul Furtado, triatleta de asfalto que aos poucos está migrando para as trilhas do Xterra. Ele, porém, não conseguiu manter a liderança até o final e perdeu para Diogo Malagon que completou a prova em 2h05min29.

“A prova parece fácil, porque é plana e com areia dura da praia, mas é difícil por conta do vento, que segura demais o ritmo”, conta Diogo, que saiu bem após a natação, mas errou um trecho do ciclismo, perdeu posições e sofreu para alcançar os líderes. “Na corrida eu me senti bem, saí acelerando e na praia parecia que não ia chegar. Mas no fim deu tudo certo”, completa.

Raul Furtado estava acostumado a disputar provas no asfalto e diz que um triathlon off road é praticamente uma modalidade diferente. “É bem dura, mas com um clima fantástico entre as pessoas. Pretendo correr quase todas as etapas”, relata o competidor que marcou 2h06min35. A terceira colocação ficou com Felipe Moleta, que ainda se recupera dos vários meses parado após uma lesão ano passado. “Desde o começo da natação sofri, na bike ainda mais e na corrida o calor prejudicou o rendimento. Tem dias que não dá mesmo e todo mundo que entra para brigar e ganhar”, comenta o paranaense. “Agora vamos recuperar para a etapa do Mundial, em Ilhabela”.

Raul e Moleta fizeram jogo de equipe na tentativa de alcançar Raul. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Raul e Moleta fizeram jogo de equipe na tentativa de alcançar Raul. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ironman Florianópolis 2016 abre novas vagas

Triathlon · 18 mar, 2016

Prova será no dia 29 de maio, em Jurerê Foto: Divulgação Prova será no dia 29 de maio, em Jurerê Foto: Divulgação

O Ironman Florianópolis 2016, programado para o dia 29 de maio, em Jurerê Internacional, tem novidades. A mais tradicional e concorrida prova do Circuito Ironman no Brasil abriu mais 200 vagas para a disputa. Essa possibilidade surgiu após a determinação da WTC, responsável pelo circuito, de largada em ondas, o que garantiu a abertura de novas vagas para aqueles que tinham ficado de fora do desafio. Com os atletas, mas bem distribuídos ao longo do percurso, a inclusão de mais participantes não afeta a qualidade técnica do evento.

As inscrições, abertas às 16h desta quinta(17), terão valor de R$ 3.200,00 mais taxas e poderão ser pagas em até dez vezes no cartão de crédito. Para o pacote com a FinisherPix, o valor será de R$ 3.600,00 mais taxas. Esse benefício acontece em razão da recente parceria entre a Unlimited Sports e a Sympla - plataforma de eventos.

XTerra Ilha Comprida: opção ideal para quem quer começar no Trail Run

O maior circuito off-road do Brasil, com provas em diversas modalidades, chega ao litoral sul de São Paulo, mais precisamente em Ilha Comprida, no Vale do Ribeira, nos próximos dias nove e dez de abril.

A expectativa é de receber famílias, atletas amadores e profissionais, para provas de XTerra Triathlon, Night Run de 8,5 e 23,7 quilômetros, MTB Cup de 71,2 e 32,3 quilômetros, MTB Time Trial (contrarrelógio) e Kids mini corrida.

Para quem está iniciando nas trilhas, oportunidade ideal para experimentar uma prova de aventura. Ilha Comprida possui altimetria baixa, com retas planas e estradões. Os atletas que já têm vivência nos dez quilômetros em asfalto vão tirar de letra a prova noturna de 8,5 quilômetros. Para quem corre distâncias maiores, os 23,7 quilômetros são uma experiência à parte. Chance de aprimorar a técnica em areiões, praias e retas, entre atletas amadores e de alto rendimento.

“Ilha Comprida é ideal para quem está começando em Trail Run, baixa altimetria e terrenos mais regulares ajudam na adaptação do atleta. Se você já tem mais experiência, venha para correr forte nas duas distâncias e quem sabe, fazer o seu melhor tempo em uma paisagem incrível!” conta Vera Saporito, embaixadora XTerra e que esteve em Ilha Comprida no começo de março para fazer os últimos testes do percurso.

O XTerra possui provas de curta e média distância em todas as suas etapas, sempre com a adrenalina lá em cima, por vezes com lanterna na cabeça, enfrentando a escuridão de florestas e matas, em outras, correndo por praias e montanhas em dias ensolarados.
Como você planeja seu calendário de provas Trail?

A Kids Mini Corrida é uma opção para agregar toda a família Foto: Alexandre Koda/Webrun A Kids Mini Corrida é uma opção para agregar toda a família Foto: Alexandre Koda/Webrun

Com etapas em cidades como Ilhabela, Tiradentes e Paraty,o XTerra reúne famílias e atletas apaixonados pela natureza, esporte e turismo, que buscam experiências únicas de lazer e saúde.

Mais informações e inscrições: www.xterrabrasil.com.br


XTerra Ilha Comprida: opção ideal para quem quer começar no Trail Run

Corrida de Montanha · 15 mar, 2016

O maior circuito off-road do Brasil, com provas em diversas modalidades, chega ao litoral sul de São Paulo, mais precisamente em Ilha Comprida, no Vale do Ribeira, nos próximos dias nove e dez de abril.

A expectativa é de receber famílias, atletas amadores e profissionais, para provas de XTerra Triathlon, Night Run de 8,5 e 23,7 quilômetros, MTB Cup de 71,2 e 32,3 quilômetros, MTB Time Trial (contrarrelógio) e Kids mini corrida.

Para quem está iniciando nas trilhas, oportunidade ideal para experimentar uma prova de aventura. Ilha Comprida possui altimetria baixa, com retas planas e estradões. Os atletas que já têm vivência nos dez quilômetros em asfalto vão tirar de letra a prova noturna de 8,5 quilômetros. Para quem corre distâncias maiores, os 23,7 quilômetros são uma experiência à parte. Chance de aprimorar a técnica em areiões, praias e retas, entre atletas amadores e de alto rendimento.

“Ilha Comprida é ideal para quem está começando em Trail Run, baixa altimetria e terrenos mais regulares ajudam na adaptação do atleta. Se você já tem mais experiência, venha para correr forte nas duas distâncias e quem sabe, fazer o seu melhor tempo em uma paisagem incrível!” conta Vera Saporito, embaixadora XTerra e que esteve em Ilha Comprida no começo de março para fazer os últimos testes do percurso.

O XTerra possui provas de curta e média distância em todas as suas etapas, sempre com a adrenalina lá em cima, por vezes com lanterna na cabeça, enfrentando a escuridão de florestas e matas, em outras, correndo por praias e montanhas em dias ensolarados.
Como você planeja seu calendário de provas Trail?

A Kids Mini Corrida é uma opção para agregar toda a família Foto: Alexandre Koda/Webrun A Kids Mini Corrida é uma opção para agregar toda a família Foto: Alexandre Koda/Webrun

Com etapas em cidades como Ilhabela, Tiradentes e Paraty,o XTerra reúne famílias e atletas apaixonados pela natureza, esporte e turismo, que buscam experiências únicas de lazer e saúde.

Mais informações e inscrições: www.xterrabrasil.com.br

Triathlon: a modalidade que ganha cada vez mais adeptos

Originalmente publicada em 01/03/2008

História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.

Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso os treinadores acreditavam que seus atletas descansariam do atletismo. Mas, para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.

Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos adoraram o treino e pediram mais. Assim, a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.

Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC Foto: Christina Volpe/Webrun Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC Foto: Christina Volpe/Webrun

Há também uma outra história sobre a modalidade que diz que a primeira vez que esse tipo de esporte foi visto pelo mundo foi no Havaí, na versão Ironman. Um grupo de sócios de um clube havaiano, Waikiki Swin Club, teve que cumprir um desafio proposto pelo comandante John Collis para saber qual homem seria capaz de vencer as três provas: 3,5 quilômetros natação, 180 na bike e 42,195 de corrida. Na época largaram 15 homens e três terminaram a prova.

Surgiu então o triathlon que já passou por várias modificações até chegar à forma olímpica atual (1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e dez de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. O triathlon virou esporte oficial das Olimpíadas em 2000, na Austrália, 16 anos depois de sua demonstração.

Brasil – O triathlon chegou ao Brasil em 1981 e a primeira competição oficial aconteceu somente em 1983 na Cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil ainda não conquistou nenhuma medalha na modalidade durante as Olimpíadas.

Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e dez de corrida.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades Foto: Christina Volpe/Webrun A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades Foto: Christina Volpe/Webrun

No trecho de natação os participantes podem nadar do jeito que preferirem, desde que não usem objetos que favoreçam o desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC.

Na etapa de ciclismo há diversas especificações da bicicleta, como por exemplo, possuírem os dois pneus do mesmo tamanho. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.

Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br


Triathlon: a modalidade que ganha cada vez mais adeptos

Triathlon · 09 mar, 2016

Originalmente publicada em 01/03/2008

História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.

Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso os treinadores acreditavam que seus atletas descansariam do atletismo. Mas, para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.

Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos adoraram o treino e pediram mais. Assim, a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.

Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC Foto: Christina Volpe/Webrun Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC Foto: Christina Volpe/Webrun

Há também uma outra história sobre a modalidade que diz que a primeira vez que esse tipo de esporte foi visto pelo mundo foi no Havaí, na versão Ironman. Um grupo de sócios de um clube havaiano, Waikiki Swin Club, teve que cumprir um desafio proposto pelo comandante John Collis para saber qual homem seria capaz de vencer as três provas: 3,5 quilômetros natação, 180 na bike e 42,195 de corrida. Na época largaram 15 homens e três terminaram a prova.

Surgiu então o triathlon que já passou por várias modificações até chegar à forma olímpica atual (1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e dez de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. O triathlon virou esporte oficial das Olimpíadas em 2000, na Austrália, 16 anos depois de sua demonstração.

Brasil – O triathlon chegou ao Brasil em 1981 e a primeira competição oficial aconteceu somente em 1983 na Cidade do Rio de Janeiro.

O Brasil ainda não conquistou nenhuma medalha na modalidade durante as Olimpíadas.

Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e dez de corrida.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades Foto: Christina Volpe/Webrun A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades Foto: Christina Volpe/Webrun

No trecho de natação os participantes podem nadar do jeito que preferirem, desde que não usem objetos que favoreçam o desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC.

Na etapa de ciclismo há diversas especificações da bicicleta, como por exemplo, possuírem os dois pneus do mesmo tamanho. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.

Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br

Os desafios de ser casada com um triatleta

Eu já disse que sou casada com um triatleta, né?
Pois é. E se tem um esporte que tem tralha, é esse tal de triathlon. Qualquer prova dá a sensação que estamos de mudança: bike, case para a bike, câmara extra, bomba de pé, bomba de mão, sapatilha, capacete, relógio, roupa de borracha, manguito, três pares de squeezes. Isso sem esquecer-se dos pares de tênis, meias, óculos pra bike, óculos para natação, viseira, protetor solar... E a lista não acaba e não cabe em uma mala.

Despachar a bagagem é sempre uma aventura e uma despedida dolorosa. Meu marido dá tanta recomendação para o pessoal do aeroporto, que parece que ele está despachando alguém na mala!

E a minha bagagem sempre tem que caber numa mochila, já que as malas estão ocupadas com as tralhas e nós não queremos pagar excesso de bagagem, né?

E se você pensa que a bagunça acaba ai, está completamente enganado! Tem a alimentação. Pré prova, prova e pós prova.

A batata doce é uma ótima opção de carbo saudável. Foto: Brent Hofacker/ Fotolia A batata doce é uma ótima opção de carbo saudável. Foto: Brent Hofacker/ Fotolia

Então, além de toda a tralha de coisas e equipamentos, ainda tem isso! Temos encarado o desafio de tentar manter a alimentação do marido atleta o mais natural possível (com o acompanhamento e aval da nutri, claro). Isotônico e carbo em diversas formas, quantidades e tipos, só pra começar a conversa. Marido usa algumas coisinhas prontas e industrializadas, como pão, gel e suplementos, mas é possível adicionar coisinhas simples como rapadura e azeitonas!

Entre as coisas mais simples para fazer estão as batatas, que ele usa durante a prova como um carbo de rápida absorção. Segue uma receitinha abaixo.

  • Duas batatas grandes cortadas em rodelas (pode ser batata doce, inglesa, rosa, etc, etc, etc)
  • Azeite
  • Sal
  • Alecrim
  • Modo de preparo - Lave e corte as batatas em rodelas. Com casca mesmo. Coloque para assar com azeite, sal e alecrim. Pronto! Alguns minutinhos bastam para elas ficarem prontas para o consumo. Embalo em saquinhos pequenos para que ele coma durante a prova.

    As batatas também podem ser amassadas como um purê. Mas não coloque leite! Tanto porque pode fazer com que a batata azede mais rápido, quando porque a proteína dá uma “demorada” na digestão durante o treino/prova.

    Ah, e a casca? Bom, marido aceita super bem a casca e não se incomoda com o pouco mais de fibra que fica. Mas claro, veja o que sua nutricionista diz sobre isso...

    Sim. Isso implica que o local onde a gente fica quando viaja para alguma prova, tenha uma cozinha para que eu cozinhe batata, embale e convença as pessoas que eu não estou maluca de colocar batata com sal em saquinhos.

    Antes eu até ficava incomodada e tentava explicar para as pessoas que sim, meu marido sabe que tem um buffet enoooorme de frios no hotel, mas ele quer apenas oito fatias de pão com azeite e sal e dá licença que eu vou ali empilhar as fatias.

    Quem vê os equipamentos organizados na véspera e uma prova não tem ideia do trabalho que dá organizá-los. Foto: Cassio Roosevelt Quem vê os equipamentos organizados na véspera e uma prova não tem ideia do trabalho que dá organizá-los. Foto: Cassio Roosevelt


    Os desafios de ser casada com um triatleta

    Triathlon · 25 fev, 2016

    Eu já disse que sou casada com um triatleta, né?
    Pois é. E se tem um esporte que tem tralha, é esse tal de triathlon. Qualquer prova dá a sensação que estamos de mudança: bike, case para a bike, câmara extra, bomba de pé, bomba de mão, sapatilha, capacete, relógio, roupa de borracha, manguito, três pares de squeezes. Isso sem esquecer-se dos pares de tênis, meias, óculos pra bike, óculos para natação, viseira, protetor solar... E a lista não acaba e não cabe em uma mala.

    Despachar a bagagem é sempre uma aventura e uma despedida dolorosa. Meu marido dá tanta recomendação para o pessoal do aeroporto, que parece que ele está despachando alguém na mala!

    E a minha bagagem sempre tem que caber numa mochila, já que as malas estão ocupadas com as tralhas e nós não queremos pagar excesso de bagagem, né?

    E se você pensa que a bagunça acaba ai, está completamente enganado! Tem a alimentação. Pré prova, prova e pós prova.

    A batata doce é uma ótima opção de carbo saudável. Foto: Brent Hofacker/ Fotolia A batata doce é uma ótima opção de carbo saudável. Foto: Brent Hofacker/ Fotolia

    Então, além de toda a tralha de coisas e equipamentos, ainda tem isso! Temos encarado o desafio de tentar manter a alimentação do marido atleta o mais natural possível (com o acompanhamento e aval da nutri, claro). Isotônico e carbo em diversas formas, quantidades e tipos, só pra começar a conversa. Marido usa algumas coisinhas prontas e industrializadas, como pão, gel e suplementos, mas é possível adicionar coisinhas simples como rapadura e azeitonas!

    Entre as coisas mais simples para fazer estão as batatas, que ele usa durante a prova como um carbo de rápida absorção. Segue uma receitinha abaixo.

  • Duas batatas grandes cortadas em rodelas (pode ser batata doce, inglesa, rosa, etc, etc, etc)
  • Azeite
  • Sal
  • Alecrim
  • Modo de preparo - Lave e corte as batatas em rodelas. Com casca mesmo. Coloque para assar com azeite, sal e alecrim. Pronto! Alguns minutinhos bastam para elas ficarem prontas para o consumo. Embalo em saquinhos pequenos para que ele coma durante a prova.

    As batatas também podem ser amassadas como um purê. Mas não coloque leite! Tanto porque pode fazer com que a batata azede mais rápido, quando porque a proteína dá uma “demorada” na digestão durante o treino/prova.

    Ah, e a casca? Bom, marido aceita super bem a casca e não se incomoda com o pouco mais de fibra que fica. Mas claro, veja o que sua nutricionista diz sobre isso...

    Sim. Isso implica que o local onde a gente fica quando viaja para alguma prova, tenha uma cozinha para que eu cozinhe batata, embale e convença as pessoas que eu não estou maluca de colocar batata com sal em saquinhos.

    Antes eu até ficava incomodada e tentava explicar para as pessoas que sim, meu marido sabe que tem um buffet enoooorme de frios no hotel, mas ele quer apenas oito fatias de pão com azeite e sal e dá licença que eu vou ali empilhar as fatias.

    Quem vê os equipamentos organizados na véspera e uma prova não tem ideia do trabalho que dá organizá-los. Foto: Cassio Roosevelt Quem vê os equipamentos organizados na véspera e uma prova não tem ideia do trabalho que dá organizá-los. Foto: Cassio Roosevelt

    Meio Iron Palmas abre Circuito 70.3 no Brasil em 2016

    Triathlon · 19 fev, 2016

    Nova temporada e com novidade. A série de eventos do Circuito Ironman no Brasil em 2016 começa em casa nova, mas sem deixar o Planto Central. Trata-se do Ironman 70.3 Palmas, no Tocantins, marcado para o dia dez de abril, na Praia da Graciosa, e ranqueado como Campeonato Sul Americano, substituindo a etapa de Brasília. O evento oferecerá uma premiação de US$ 75.000,00 e pontos no ranking para os profissionais, além de 35 vagas para os atletas amadores no Campeonato Mundial Ironman 70.3, que acontecerá em Sunshine Coast, em Queensland, Austrália.

    As inscrições estão abertas e devem ser feitas pelo site oficial, com valor US$ 300,00, que deverá ser pago somente via cartão de crédito internacional;

    Integrante de um calendário de mais de 90 provas Ironman 70.3, o Campeonato Sul Americano Ironman 70.3 Palmas 2016 terá percurso de 1,9 quilômetros de natação, 90.1 de ciclismo e 21.1 de corrida na cidade de Palmas. Os competidores largarão na Praia da Graciosa, onde acontecerá a natação com uma volta. Em seguida, um percurso de duas voltas do ciclismo levará os atletas por um cenário incrível, incluindo a ponte do rio Tocantins, com oito quilômetros de extensão, finalizando o triathlon com duas voltas de corrida às margens do rio, retornando então à Praia da Graciosa.

    Palma receberá a primeira de mais de 90 provas Ironman 70.3 Foto: Fábio Falconi/Latin Sports Palma receberá a primeira de mais de 90 provas Ironman 70.3 Foto: Fábio Falconi/Latin Sports

    Marca lança refeições congeladas especiais para atletas

    Que vida de atleta não é fácil todo mundo sabe, mesmo assim pessoas comuns e com a agenda cheia de compromissos se inspiram em seus ídolos e vão atrás de uma rotina esportiva. Com isso novos desafios surgem: são treinos encaixados na hora do almoço ou mesmo antes do sol nascer, além da necessidade de uma alimentação regrada e saudável. Pensando nisso os sócios Cláudio Oliveira e Sidney Martins, que se conheceram em um curso de gastronomia, criaram a empresa Alpha Light.

    Foi da participação de um Ironman que Claudio decidiu criar a linha de alimentos Foto: Divulgação Foi da participação de um Ironman que Claudio decidiu criar a linha de alimentos Foto: Divulgação

    Os sócios começaram a criação da marca em março de 2015, a princípio seria uma linha de alimentação congelada específica para celíacos e intolerantes à lactose. Porém, na mesma época Cláudio participou do Ironman em Florianópolis e sentiu dificuldades de realizar sua periodização alimentar. “Não conseguia cumprir meu plano nutricional, nos restaurantes não acertava as opções e nunca tinha algo balanceado paras as minhas necessidades. Com isso, ao chegar ao quilômetro 25 da corrida percebi o quanto era importante essa alimentação correta, naquela hora sofri demais”, diz.

    Após essa experiência Cláudio sugeriu que eles mudassem o foco da marca e como seu sócio Sidney também é atleta, mais focado no fisiculturismo, topou o projeto na hora. “Sabíamos que existiam empresas voltadas para o público fitness, mas queríamos ir além, produzindo comida de verdade e em porções grandes para um público de endurance”.

    As opções variam de kits com refeições e até opções vegetarianas Foto: Divulgação As opções variam de kits com refeições e até opções vegetarianas Foto: Divulgação

    A empresa foi formada em parceria com a nutricionista do esporte Joyce Rouvier, que auxiliou os dois na elaboração e balanceamento do cardápio para o público alvo de corredores, maratonistas, triatletas, ultramaratonistas, ciclistas entre outros. Claudia Solto, campeã da última edição da BR-135 é uma das apoiadas pela marca e durante a prova não consumiu gel de carboidrato, somente os snacks, sopas frias e comidas da Alpha Light.

    Além de possuírem diversas opções entre elas as vegetarianas e kits como o “Pré Maratona”, com sete almoços ou jantares e o "Pedal 200 quilômetros" com outras sete refeições, em breve vão disponibilizar snacks e sopas frias. “Os valores nutricionais desses alimentos chegam bem próximo ao gel de carboidrato. Os snacks são bolinhos que parecem brigadeiros salgados em diversos sabores, que ciclistas e ultramaratonista levam consigo para consumo durante treinos e provas”, explica.

    Todas a grade de locais e horários para entrega estão disponíveis no site ( http://www.alphalight4u.com/), além das formas de pagamento.

    Claudio adianta que a busca por novas parcerias não para. “Queremos proporcionar a um atleta amador o custo acessível na alimentação, que atualmente só profissionais têm”, diz.


    Marca lança refeições congeladas especiais para atletas

    Corrida de Montanha · 18 fev, 2016

    Que vida de atleta não é fácil todo mundo sabe, mesmo assim pessoas comuns e com a agenda cheia de compromissos se inspiram em seus ídolos e vão atrás de uma rotina esportiva. Com isso novos desafios surgem: são treinos encaixados na hora do almoço ou mesmo antes do sol nascer, além da necessidade de uma alimentação regrada e saudável. Pensando nisso os sócios Cláudio Oliveira e Sidney Martins, que se conheceram em um curso de gastronomia, criaram a empresa Alpha Light.

    Foi da participação de um Ironman que Claudio decidiu criar a linha de alimentos Foto: Divulgação Foi da participação de um Ironman que Claudio decidiu criar a linha de alimentos Foto: Divulgação

    Os sócios começaram a criação da marca em março de 2015, a princípio seria uma linha de alimentação congelada específica para celíacos e intolerantes à lactose. Porém, na mesma época Cláudio participou do Ironman em Florianópolis e sentiu dificuldades de realizar sua periodização alimentar. “Não conseguia cumprir meu plano nutricional, nos restaurantes não acertava as opções e nunca tinha algo balanceado paras as minhas necessidades. Com isso, ao chegar ao quilômetro 25 da corrida percebi o quanto era importante essa alimentação correta, naquela hora sofri demais”, diz.

    Após essa experiência Cláudio sugeriu que eles mudassem o foco da marca e como seu sócio Sidney também é atleta, mais focado no fisiculturismo, topou o projeto na hora. “Sabíamos que existiam empresas voltadas para o público fitness, mas queríamos ir além, produzindo comida de verdade e em porções grandes para um público de endurance”.

    As opções variam de kits com refeições e até opções vegetarianas Foto: Divulgação As opções variam de kits com refeições e até opções vegetarianas Foto: Divulgação

    A empresa foi formada em parceria com a nutricionista do esporte Joyce Rouvier, que auxiliou os dois na elaboração e balanceamento do cardápio para o público alvo de corredores, maratonistas, triatletas, ultramaratonistas, ciclistas entre outros. Claudia Solto, campeã da última edição da BR-135 é uma das apoiadas pela marca e durante a prova não consumiu gel de carboidrato, somente os snacks, sopas frias e comidas da Alpha Light.

    Além de possuírem diversas opções entre elas as vegetarianas e kits como o “Pré Maratona”, com sete almoços ou jantares e o "Pedal 200 quilômetros" com outras sete refeições, em breve vão disponibilizar snacks e sopas frias. “Os valores nutricionais desses alimentos chegam bem próximo ao gel de carboidrato. Os snacks são bolinhos que parecem brigadeiros salgados em diversos sabores, que ciclistas e ultramaratonista levam consigo para consumo durante treinos e provas”, explica.

    Todas a grade de locais e horários para entrega estão disponíveis no site ( http://www.alphalight4u.com/), além das formas de pagamento.

    Claudio adianta que a busca por novas parcerias não para. “Queremos proporcionar a um atleta amador o custo acessível na alimentação, que atualmente só profissionais têm”, diz.

    Viseira X óculos: qual protege melhor durante a corrida?

    Dia sim, dia não o sol dá o ar da graça no verão do Brasil, as temperaturas esquentam e deixar de passar o protetor solar não é uma opção. Na hora do treino a luminosidade do dia pode atrapalhar e até prejudicar o corredor, para que isso não aconteça toda proteção é essencial. Mas a grande dúvida é: devemos usar óculos ou viseira durante a corrida?

    Segundo a dermatologista Michele Haikal o ideal é usar toda a proteção possível. “Os óculos farão melhor para os olhos e a viseira protegerá a pele, portanto associar os dois é bem mais indicado”, diz.

    Entre os corredores o favorito ainda é a viseira. A estudante Silvia Croce Sebastião escolhe a opção mais frequentemente. “Prefiro porque a minha tem um tecido atoalhado impedindo que o suor vá para os olhos”, diz. O corredor Rogério Melle também tem essa opinião. “Os óculos acabam me incomodando e a viseira protege tanto do sol como também evita que o suor escorra”.
    Acabou o carnaval! Comece a correr cinco e dez quilômetros

    Segundo a dermatologista Michele Haikal o ideal é usar toda a proteção possível Foto: Astrosystem/Fotolia Segundo a dermatologista Michele Haikal o ideal é usar toda a proteção possível Foto: Astrosystem/Fotolia

    Na hora de escolher os óculos a dermatologista alerta para que o corredor busque uma lente de boa qualidade, para a proteção eficaz. “Além disso, há os antioxidantes voltados para a proteção oftalmológica, como a luteína e a L-carnosina, que pode ser usada em cápsula manipulada e ajudam muito”, conta.

    Para melhor uso da viseira o corredor deve ajeitar o modelo na sua cabeça para não ficar frouxo, nem muito apertado. No caso dos óculos a busca por um modelo específico para corrida é sempre melhor, ao associar os dois o corredor deve se sentir confortável e enxergando bem todo o percurso.


    Viseira X óculos: qual protege melhor durante a corrida?

    Corrida de Montanha · 17 fev, 2016

    Dia sim, dia não o sol dá o ar da graça no verão do Brasil, as temperaturas esquentam e deixar de passar o protetor solar não é uma opção. Na hora do treino a luminosidade do dia pode atrapalhar e até prejudicar o corredor, para que isso não aconteça toda proteção é essencial. Mas a grande dúvida é: devemos usar óculos ou viseira durante a corrida?

    Segundo a dermatologista Michele Haikal o ideal é usar toda a proteção possível. “Os óculos farão melhor para os olhos e a viseira protegerá a pele, portanto associar os dois é bem mais indicado”, diz.

    Entre os corredores o favorito ainda é a viseira. A estudante Silvia Croce Sebastião escolhe a opção mais frequentemente. “Prefiro porque a minha tem um tecido atoalhado impedindo que o suor vá para os olhos”, diz. O corredor Rogério Melle também tem essa opinião. “Os óculos acabam me incomodando e a viseira protege tanto do sol como também evita que o suor escorra”.
    Acabou o carnaval! Comece a correr cinco e dez quilômetros

    Segundo a dermatologista Michele Haikal o ideal é usar toda a proteção possível Foto: Astrosystem/Fotolia Segundo a dermatologista Michele Haikal o ideal é usar toda a proteção possível Foto: Astrosystem/Fotolia

    Na hora de escolher os óculos a dermatologista alerta para que o corredor busque uma lente de boa qualidade, para a proteção eficaz. “Além disso, há os antioxidantes voltados para a proteção oftalmológica, como a luteína e a L-carnosina, que pode ser usada em cápsula manipulada e ajudam muito”, conta.

    Para melhor uso da viseira o corredor deve ajeitar o modelo na sua cabeça para não ficar frouxo, nem muito apertado. No caso dos óculos a busca por um modelo específico para corrida é sempre melhor, ao associar os dois o corredor deve se sentir confortável e enxergando bem todo o percurso.