Corrida de Montanha · 03 ago, 2016
Nem todos os treinos e corridas saem perfeitos, principalmente quando se fala em dores e fadiga pós-exercício. A rotina faz com que tanto mulheres quanto homens percam a atenção nos cuidados corporais, lembrando que os praticantes de atividades físicas devem ficar ainda mais atento. Para isso, fomos buscar produtos para melhorar a sensação pós-treino.
Apesar da marca ter uma pegada mais feminina, as corredoras que utilizam a Pink Cheeks, sem dúvida, já viram muitos namorados e maridos corredores pegarem emprestados seus produtos.
O Like a Princess dá uma sensação de alívio para pernas e pés. O creme e possui ultra hidratante, microesferas douradas de Vitamina E, extrato de camomila, manteiga de karité e D-pantenol. Proporciona alívio e refresca com a ajuda do mentol, podendo ser usado também fora do esporte, para pessoas que trabalham o dia todo com sapato de salto ou ficam muito tempo em pé, ajudando a recuperar a musculatura das pernas.
O valor é de R$ 34,90.
O Keep Feet é outro produto da marca que nutri e afina a pele espessa dos pés. Para quem precisa de uma hidratação mais profunda e duradoura ele é uma ótima opção, reduzindo visivelmente a aparência dos pés ressecados. Contém ureia, ácido salicílico e 10% de manteiga de karité.
O valor é de R$ 29,90
O Dorlflex Icyhot ainda não é muito conhecido, mas ótimo para recuperação pós-treino. O produto está disponível tanto na versão bandagem como roll-on e não tem cheiro forte.
A versão com 73ml custa R$ 17,35.
Para quem gosta de marcas tradicionais a Granado possui o Gel Pés e Pernas Cansadas, no valor de R$ 27,50.
A Bula Verdde também possui um produto especialmente desenvolvido para o descanso dos pés e calcanhares. Ele é composto de uréia, ácido salicílico e tintura de Benjoim que hidratam profundamente, prevenindo e recuperando a pele dos pés contra rachaduras. O produto custa R$ 35,90.
Finalizamos com o Dotourzinho Arnica, ele ajuda na fadiga corporal, sendo uma ótima opção pós-longão. Pode ser usado junto com seu hidratante de preferência e tem o valor de R$ 15.
Corrida de Montanha · 27 jul, 2016
A dobradinha XTerra Brazil e Ilhabela ganhará mais um capítulo em agosto. Após abrir suas portas para a etapa mundial do evento, no mês de maio, a cidade, situada no litoral norte de São Paulo, realiza, entre os dias 27 e 28 de agosto, a segunda edição em terras paulistas nesta temporada. Para não perder o hábito, o XTerra Ilhabela chega recheado de novidades. O Enduro e o Night Swim Challange 2 quilômetros encabeçam a lista de novas atrações. Além disso, o Short XTerra Triathlon, Half Trail Run, Short Trail Run e a Kids Mini Corrida fecham o cronograma de competições.
Primeira sede do festival de eventos off road, no ano de 2005, Ilhabela sempre foi referência no que há de melhor em relação aos esportes ligados à natureza em território nacional. Além do belíssimo visual proporcionado por sua vasta vegetação e lindas praias, o município possui uma íntima ligação com os atletas que visam suplantação de limites, adrenalina e muito ar puro.
Primeira sede do festival de eventos off road, no ano de 2005, Ilhabela sempre foi referência no que há de melhor em relação aos esportes ligados à natureza Foto: Divulgação XTerraDesignado para ser o coordenador técnico do XTerra Enduro, Thiago Velardi promete muitas novidades para os amantes da modalidade, que teve sua primeira aparição na edição de Paraty, no mês de junho. Apostando na credibilidade do evento, ele enxerga a competição tornando-se referência no país em um curto espaço de tempo.
Os endureiros podem esperar boas trilhas, visuais alucinantes e muita diversão dentro da competição. Estamos planejando e trabalhando diversos detalhes, sempre visando a satisfação dos atletas. O XTerra Brazil tem sua própria personalidade. Garanto que no Enduro não será diferente, afirmou o Feio, como é conhecido no meio esportivo.
Para não perder o hábito, o XTerra Ilhabela chega recheado de novidades Foto: DivulgaçãoCom a finalidade de ajustar os últimos detalhes e transformar a etapa de Ilhabela (SP) mais uma vez inesquecível, a equipe de produtores do Xerra Brazil esteve na cidade paulista na última semana finalizando os percursos. Um dos grandes destaques do triathlon off-road brasileiro, Isabella Ribeiro,também participou da visita à convite da Specialized Brasil, uma das apoiadoras oficiais do festival. Os interessados em participar do evento devem correr para se inscrever. Nesta quarta (27), o 2º lote, com preços reduzidos, tem seu encerramento programado. Selecione a sua modalidade, tipo de kit e efetue seu registro pelo site www.xterrabrasil.com.br
Triathlon · 25 jul, 2016
Ariane pós prova em uma ambulância por causa do pé quebrado Foto: Divulgação InstagramEm busca de pontos importantes para sua participação no Mundial de Ironman, em Kona a triatleta Ariane Monticeli, atual recordista Sul Americana de Ironman e campeã da edição de 2015 em Florianópolis, esteve neste fim de semana na Suíça para competir.
Ela finalizou a prova na quinta posição e, pasmem com um pé quebrado. Ariane contou em seu Instagram que quebrou o pé na largada e mesmo assim competiu os 226 quilômetros de natação, corrida e bike. Se eu achava que não era forte, hoje descobri que sou muito mais do que imaginava! Senhoras e Senhores, eu quebrei meu pé na largada da prova. Isso mesmo, quebrei o pé no primeiro passo que dei ao bater em uma pedra. Senti dor em cada passo que dei na maratona! Espero que tudo que isso tenha me classificado para Kona.
A atleta finalizou a prova em 9h40min07 e agora deve se recuperar para a edição do mundial, que acontece no próximo dia oito de outubro
Atletismo · 20 jul, 2016
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou nesta terça-feira (19), a convocação de 278 atletas para os Jogos Paralímpicos Rio 2016. É a maior delegação que já representou o país em uma Paralimpíada. O evento que revelou os nomes dos escolhidos aconteceu no recém-inaugurado Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP) e contou com a presença dos novos Embaixadores Paralímpicos, os atores Cleo Pires e Paulo Vilhena e o empresário José Victor Oliva.
Pela primeira vez na história, o país terá representantes em todas as 22 modalidades que compõem o programa dos Jogos Paralímpicos. Ao todo, serão 181 homens e 97 mulheres com a tarefa de atingir a meta de ficar entre os cinco melhores no quadro geral de medalhas. O objetivo foi estabelecido após a sétima posição nos Jogos de Londres-2012 (21 medalhas de ouro, 14 de prata e oito de bronze - 43 no total).
Pela primeira vez na história, o país terá representantes em todas as 22 modalidades que compõem o programa dos Jogos Paralímpicos Foto: Daniel Zappe/MPIX/CPB"Materializar a delegação dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 é um momento muito importante para o Comitê Paralímpico Brasileiro. Será a maior e melhor delegação paralímpica brasileira de todos os tempos", disse o presidente do CPB e vice-presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês), Andrew Parsons.
Os 278 atletas paralímpicos contarão com o melhor elenco de apoio possível e estarão acompanhados de 16 atletas-guia (atletismo), três calheiros (bocha) e mais dois goleiros (futebol de cinco). Serão ainda auxiliados por 195 oficiais técnicos, que completam as 494 pessoas que compõem a delegação do Brasil na Vila dos Atletas, no Rio.
O estado com o maior número de representantes é São Paulo. Escolhido para ser o local do CT Paralímpico Brasileiro, o maior legado material dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, São Paulo contará com 75 atletas na Paralimpíada. É seguido pelo Rio de Janeiro, com 33, e pelo Paraná, que enviará 20 representantes à Cidade Maravilhosa.
O grupo selecionado pela direção técnica do CPB tem diversas conquistas no currículo. Grandes medalhistas paralímpicos, como Daniel Dias, Clodoaldo Silva, Andre Brasil (natação), Terezinha Guilhermina e Yohansson do Nascimento (atletismo) estão na lista. Ao todo, são 44 atletas de 11 modalidades distintas que já subiram ao pódio em Paralimpíadas e tentarão repetir a conquista no Rio de Janeiro.
Os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão disputados entre os dias sete e 18 de setembro, no Rio de Janeiro. Mais de quatro mil atletas de 176 países são esperados para a disputa de 528 medalhas.
Os ingressos para os Jogos Paralímpicos estão à venda. É possível obter entradas para a maior competição do paradesporto mundial a partir de R$ 10. Para mais informações, acesse http://www.rio2016.com/ingressos.
Atletismo · 19 jul, 2016
Agora é oficial: o Time Brasil terá no Rio 2016 o recorde de atletas em uma edição dos Jogos Olímpicos. Nesta segunda-feira (18), o Comitê Olímpico do Brasil (COB) inscreveu os 462 atletas que integrarão a delegação brasileira nos Jogos Olímpicos Rio 2016. A inscrição foi feita na Vila Olímpica Rio 2016 pelo chefe da Missão Brasileira, Bernard Rajzman, e os subchefes Marcus Vinicius Freire e Gustavo Harada.
Entre os atletas serão 209 mulheres e 253 homens. O recorde anterior foi alcançado em Pequim 2008, quando o Brasil competiu com 277 atletas (132 mulheres e 145 homens). No total a delegação terá 806 integrantes, entre atletas e oficiais (técnicos, preparadores, médicos...). Alem dos credenciados, cerca de 200 outros profissionais atenderão os atletas brasileiros nas bases exclusivas do Time Brasil.
A modalidade com maior número de atletas no Rio 2016 será a do atletismo com 67 pessoas Foto: Valterci Santos/AGIF/COBEncerramos uma fase importante da preparação da delegação brasileira. Foi uma longa reunião, onde não deixamos passar nenhum detalhe, afirmou Bernard Rajzman. O Time Brasil teve a melhor preparação da história, coroada com o recorde absoluto de integrantes de uma delegação nacional em qualquer edição dos Jogos, completou o chefe da missão.
As modalidades com maior número de atletas no Rio 2016 serão: atletismo (67), futebol (36), natação (33), handebol (28) e polo aquático (26).
O Brasil fará sua estreia em cinco modalidades nos Jogos Olímpicos Rio 2016: badminton, ginástica de trampolim, golfe, hóquei sobre grama e rugby. Além disso, o Time Brasil também disputará pela primeira vez as seguintes competições: canoagem velocidade feminino, polo aquático feminino, ginástica artística masculina por equipes, conjunto de nado sincronizado e saltos ornamentais sincronizado.
Parte da missão brasileira já está alojada na Vila Olímpica Rio 2016, antes mesmo da abertura oficial, marcada para domingo, dia 24. Estamos montando toda a estrutura que será utilizada. Quando os atletas começarem a chegar, vai estar tudo pronto, afirmou Bernard.
As primeiras equipes brasileiras que entrarão na Vila Olímpica, no próximo domingo, 24: canoagem Slalom, Ciclismo Pista, Futebol feminino, Ginástica Artística masculina, Hóquei Sobre Grama, Saltos Ornamentais, Tiro com Arco, Tiro Esportivo - Carabina, Pistola e Prato.
Corrida de Montanha · 13 jul, 2016
O leite deixou de ser o queridinho das dietas e cada vez mais produtos sem lactose estão no mercado, mas será que toda essa mudança faz realmente alguma diferença? Será que para quem corre há alguma substância prejudicial ao desempenho durante treinos e provas?
Segundo a nutricionista Patrícia Cruz existem explicações para o surgimento de cada vez mais indivíduos intolerantes. Algumas pessoas vem diminuindo o consumo de leite fazendo com que a enzima lactase, que é responsável pela digestão da lactose, diminua sua capacidade de produção e ação, impossibilitando uma digestão eficiente, diz. Outro fator importante é o estilo de vida da população em geral. A dieta irregular, pobre em fibra, rica em gordura entre outros fatores ocasiona alterações microbiotas intestinais e assim, as intolerâncias alimentares surgem, diz.
Os carboidratos de rápida digestão e em menor volume são a principal sugestão de Patrícia para o consumo pré-treino. Não costumo prescrever leite por ser líquido e causar certo desconforto no início de uma corrida. Porém, ele só deve ser cortado completamente para pessoas que apresentarem diagnóstico positivo de intolerância ou alergia, explica.
A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio, é importante além de muitas vezes existir a necessidade de suplementação oral. Pode ser também que a pessoa não se sinta bem ao ingerir suplementos, porque muitos são a base de proteína do soro do leite, o que pode causar desconforto, diz.
A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio é importante Foto: Luigi Giordano/FotoliaCorrida X Leite
A nutricionista indica que os atletas optem por versões isentas ou com baixo teor de gordura. O mais correto é que o alimento faça parte do desjejum ou café da manhã. Ele também pode ser consumido em uma refeição pós-treino para quem não se sente mal.
Iogurtes naturais, desnatados, integrais, light e zero são boas opções para substituir o leite em si, enquanto queijos, principalmente os amarelos, oferecem um teor maior de gordura e sal que pode fazer mal a que consumir.
Caminhada · 12 jul, 2016
O produto promete duração de mais de dez horas de reprodução de som Foto: divulgaçãoA marca Harman apresenta o seu mais novo headphone esportivo ao mercado brasileiro: JBL Reflect Response. O fone, que conta com a tecnologia wireless, possui como um dos seus principais diferenciais a possibilidade de controlar volumes e chamadas com apenas o toque de um único botão, presente na face externa de cada concha.
Essa tecnologia oferece comodidade para o corredor que não precisa paralisar os treinos para alterar a playlist, ou ainda realizar e atender chamadas. Com o JBL Reflect Response também é possível aproveitar mais de dez horas de reprodução de som.
Sendo um headphone com bluetooth, o JBL Reflect Response foi projetado para a prática de exercícios com total liberdade. Com a proposta de ser mais leve, do que os demais headphones esportivos, ele possui um colar que repousa no pescoço aliviando assim, o peso do fone nos ouvidos ele conta ainda com ponteiras ergonômicas que proporcionam um encaixe anatômico.
À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho. Os seus cabos reflexivos, são resistentes e aprimoram a visibilidade noturna, o que os torna ideais tanto para atletas profissionais como para corredores de final de semana. O produto tem valor médio de R$ 929.
Detalhes técnicos
- Alto-falantes dinâmicos Premium de 8,6 mm
- Resposta de frequência de 10 Hz a 22 kHz
- Bluetooth
À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho Foto: divulgaçãoAtletismo · 06 jul, 2016
Fonte de fósforo, ácido fólico, ferro, vitamina E, vitamina B1 e mais uma coleção de benefícios, a quinoa foi transformada em sabor em forma de snacks. Já à venda no Brasil, o Q/snack é o primeiro e único feito 100% de quinoa, sem glúten nem lactose, e pode ser consumido por crianças e adultos, com ou sem restrições alimentares.
Além disso, é ideal para lanches rápidos, pois possui todos os nutrientes necessários para uma refeição, conta Sergio Magalhães, um dos idealizadores do Q/snack. A quinoa é um grão tão completo que não precisamos imputar mais nada no produto, a não ser sabor, completa.
Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos (22g com preço sugerido de R$ 9,90 e 44g preço sugerido: R$ 14,90), Q/snack é integral, natural e vegano, não tem aditivos, conservantes, corantes artificiais, açúcar ou colesterol. Assim como a quinoa, é pura proteína com fibras, carboidratos e ácidos graxos essenciais (ômegas 3, 6 e 9), com adição dos temperos naturais de seus quatro diferentes sabores, cebola e salsa, sal marinho, chocolate e tomate com ervas. Mas, diferentemente da quinoa em grão, o Q/snack tem digestibilidade aumentada e não tem sabor amargo.
Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos Foto: DivulgaçãoOnde encontrar?
O Q/snack pode ser encontrado em alguns pontos de vendas específicos em São Paulo Casa Santa Luzia, Empório Santa Maria e St. Marche, também pelo seu e-commerce: www.qsnack.com.br com entrega para todo o Brasil.
A cada produto comprado pelo e-commerce da marca, Q/snack doará R$ 1 para a Special Olympics Brasil, organização criada para apoiar portadores de deficiências intelectuais no treinamento e competições esportivas em diversas modalidades olímpicas, dando oportunidade para que desenvolvam suas aptidões físicas e sociais.
Corrida de Montanha · 28 jun, 2016
Você já pensou em sair para praticar exercícios físicos sem precisar esconder o dinheiro ou o cartão na roupa? E se pudesse pagar a sua água com uma pulseira? Isso já é possível com a ATAR Band, o primeiro wearable (tecnologia vestível) do país, à prova dágua e sem uso de bateria.
Para fazer um pagamento, basta aproximar a ATAR Band da máquina de cartão e digitar a senha, sem precisar da carteira. O wearable funciona por meio da tecnologia de transmissão de dados sem fio por aproximação (NFC). A pulseira vestível é integrada a um aplicativo mobile, que permite ao usuário receber notificações a cada compra e acompanhar o histórico de pagamentos. "Pensamos também nos adeptos de esportes, que muitas vezes deixam de fazer compras porque não têm como carregar a carteira ou o cartão", comenta Orlando Purim Junior, CEO da startup.
Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: DivulgaçãoA ideia de livrar as carteiras surgiu em 2014, entre os amigos Orlando, 25, Mike Allan, 25, e Luiz Fernando Heidrich, 30. Depois de muitos testes e validações, inclusive de diretores do banco Bradesco, o produto já ganhou adeptos. Os primeiros produtos chegam no segundo semestre e prometem mudar o cotidiano dos esportistas brasileiros.
Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira. Esse foi o principal diferencial ressaltado pelo estudante Pedro Kol Emmel, um dos primeiros usuários do wearable. Além de ser uma opção mais rápida, é muito seguro porque não deixa nenhuma informação visível. O acessório não precisa de bateria e o custo é relativamente baixo. Acho que até por questão de segurança todos deveriam usar, explica Emmel.
Outro destaque é o design da ATAR Band. Inicialmente nas cores preta e branca, a pulseira, além de discreta e inovadora, é maleável. O acessório também não precisa ser conectado a nenhum fio, dispensa bateria e é totalmente à prova dágua. Com isso, o wearable contempla qualquer esporte, inclusive os aquáticos, como surf, natação e etc., finaliza Purim.
Como funciona?
A primeira coisa a fazer para usar a ATAR band é inserir carga na pulseira. Para por carga, o usuário acessa o aplicativo da ATAR e gera um boleto com o valor que quer colocar na pulseira, depois é só pagar o boleto no internet banking de seu banco.
Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos. Pagar com wearable é muito fácil: o estabelecimento precisa contar com uma máquina de cartão que aceite a tecnologia contactless (NFC). Após inserir o valor da compra na máquina de cartão, o usuário aproxima o acessório da máquina, coloca a sua senha pessoal e o pagamento está feito. O pagamento leva segundos para ser feito.
Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: DivulgaçãoPor meio do aplicativo o usuário também receberá uma notificação quando realizar um pagamento e poderá acompanhar o histórico de tudo que foi gasto, sem precisar empilhar recibos. Além disso, o app tem a função "segurança", que permite bloquear a pulseira de forma simples, segura e rápida.
O acessório desenvolvido pela startup ATAR, está disponível para compra online no site: www.wearatar.com, no valor de R$ 249.
Atletismo · 21 jun, 2016
O Comitê Organizador e a Casa da Moeda do Brasil (CMB) apresentou os objetos mais desejados pelos atletas, além de detalhes das cerimônias de premiação, com destaque para duas novidades: o design das medalhas, que pela primeira vez têm o centro ligeiramente mais alto que as bordas, e a presença de guizos no interior das Paralímpicas, uma inovação de acessibilidade.
Mais de 100 funcionários da CMB estiveram envolvidos na produção das 2.488 medalhas Olímpicas e 2.642 Paralímpicas Foto: DivulgaçãoMais de 100 funcionários da CMB estiveram envolvidos na produção das 2.488 medalhas Olímpicas e 2.642 Paralímpicas. As peças pesam cerca de 500 gramas. O design das medalhas Olímpicas usa folhas de louro para representar a relação entre as forças da natureza e os heróis Olímpicos. Já os guizos no interior das Paralímpicas criam uma nova possibilidade de interação e permitem diferenciar outro, prata e bronze. "Conquistar essas medalhas é um caminho de emoção única", disse Mário Andrada, diretor executivo de comunicação do Rio 2016.
Meio ambiente
A preocupação com o meio ambiente é uma das marcas das medalhas do Rio 2016. As peças de ouro são 100% livres de mercúrio, e as de prata e bronze contam com 30% de material reciclado em sua composição. Já a fórmula da fita que prende as medalhas nos pescoços dos atletas é produzida com 50% de garrafas PET recicladas. Por fim, o estojo que guarda as preciosidades é feito de madeira produzida em áreas com atividade ambiental sustentável e socialmente responsável.
Medalhas para colecionadores
É sempre bom lembrar que as medalhas Olímpicos e Paralímpicas não estão disponíveis para venda. O Comitê Rio 2016 oferece aos colecionadores a possibilidade de adquirir as medalhas comemorativas. Com preços entre R$ 70 e R$ 9.560, o souvenir dos Jogos conta com versões de ouro, prata, bronze e bronze dourado.
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