Triathlon

Favorita a prova, Gwen Jorgensen conquista ouro no triathlon

Triathlon · 20 ago, 2016

O sábado começou fresco, mas agitado na zona Sul do Rio de Janeiro. As mulheres do triathlon competiram neste penúltimo dia de Olimpíadas e a grande campeã foi a americana Gwen Jorgensen, com o tempo de 1h56min16.

A segunda colocação ficou com Nicola Spirig, da Suíça, que finalizou a prova em 1h56min56. Completando o pódio tivemos Vicky Holland, da Grã-Bretanha, com o tempo de 1h57min01.

A representante brasileira Pâmella Oliveira, terminou na 40ª colocação, com 2h04min03.

Pâmella Oliveira quer mar agitado e com ondas no triathlon olímpico

O triathlon feminino da Rio 2016 será representado por Pâmella Oliveira no próximo sábado (20) e a expectativa dela é que o mar esteja agitado e com ondas. “Se o mar estiver daquele jeito que ninguém gosta eu vou gostar muito”, conta a capixaba que é ex-atleta de natação. “Também me dou bem do calor”, completa.

Essa é a segunda participação dela em Olimpíadas e, após o 30º lugar em Londres 2012, ela chega confiante e pronta para atingir o ápice. “Em Londres não tive muita sorte porque caí no ciclismo e essa minha última temporada não foi muito boa também. Mas, agora acho que já gastei todo o meu azar e vou chegar só com sorte para a prova”.

Pâmella começou no esporte praticando natação, chegou à categoria profissional, mas preferiu trocar de modalidade ao perceber que não teria chances de participar de grandes eventos pela delegação brasileira. “Todos me diziam que no triathlon a natação seria muito importante, então costumo sair na frente”. Por conta da especialização na primeira perna da competição, ela precisa se doar ainda mais para fazer um bom ciclismo e uma boa corrida. “Passei um tempo em Portugal para chegar ao nível das competidoras mundiais. Era importante ter mais experiência com subidas, partes técnicas, além de um treinador com bastante rodagem no circito mundial”.

E essa experiência a fez conquistar sua primeira vitória em uma etapa da Copa do Mundo da União Internacional de Triathlon (ITU), em 2013. “Foi um momento mágico. Todo mundo entra esperando fazer o melhor e até uma vitória, mas quando acontece você se pergunta o que deu certo para sair o resultado”, lembra a triatleta que conta o segredo. “Tem uma série de fatores, como um treino bom, a prova encaixada e até a característica de percurso que favorece um ou outro atleta”.

Ela sempre sai forte na primeira parte da prova. Foto: Washington Alves/Exemplus/COB Ela sempre sai forte na primeira parte da prova. Foto: Washington Alves/Exemplus/COB

Para a disputa no Rio ela analisa o percurso desenhado pelos organizadores como técnico e completo para agradar os atletas. “Gostei de largarmos no mar, porque tem muitas condições que influenciam no resultado como onda, vento, correnteza. No ciclismo teremos subidas duras, uma descida técnica no meio e vai ser a chave para definir”. Já na corrida ela acredita que vai se destacar quem estiver mais inteiro por conta do calor. “Será uma luta pela sobrevivência”.

O startlist do 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e dez de corrida conta com quatro medalhistas olímpicas, entre elas três que subiram ao pódio em Londres 2012: Nicola Spirig (SUI), Lisa Norden (SUE) e Erin Densham (AUS). Também estará no páreo a medalhista de bronze em Pequim 2008 Emma Moffatt (AUS).

Diante de tantas feras, Pâmella estabeleceu como meta melhorar a 11ª colocação do país em Olimpíadas, marca registrada por Sandra Soldan em Sidney 2000, edição de estreia da modalidade no programa olímpico. “Quero um top 10, mas dependendo de como a prova acontecer posso até chegar ao final brigando por uma medalha”.


Pâmella Oliveira quer mar agitado e com ondas no triathlon olímpico

Triathlon · 19 ago, 2016

O triathlon feminino da Rio 2016 será representado por Pâmella Oliveira no próximo sábado (20) e a expectativa dela é que o mar esteja agitado e com ondas. “Se o mar estiver daquele jeito que ninguém gosta eu vou gostar muito”, conta a capixaba que é ex-atleta de natação. “Também me dou bem do calor”, completa.

Essa é a segunda participação dela em Olimpíadas e, após o 30º lugar em Londres 2012, ela chega confiante e pronta para atingir o ápice. “Em Londres não tive muita sorte porque caí no ciclismo e essa minha última temporada não foi muito boa também. Mas, agora acho que já gastei todo o meu azar e vou chegar só com sorte para a prova”.

Pâmella começou no esporte praticando natação, chegou à categoria profissional, mas preferiu trocar de modalidade ao perceber que não teria chances de participar de grandes eventos pela delegação brasileira. “Todos me diziam que no triathlon a natação seria muito importante, então costumo sair na frente”. Por conta da especialização na primeira perna da competição, ela precisa se doar ainda mais para fazer um bom ciclismo e uma boa corrida. “Passei um tempo em Portugal para chegar ao nível das competidoras mundiais. Era importante ter mais experiência com subidas, partes técnicas, além de um treinador com bastante rodagem no circito mundial”.

E essa experiência a fez conquistar sua primeira vitória em uma etapa da Copa do Mundo da União Internacional de Triathlon (ITU), em 2013. “Foi um momento mágico. Todo mundo entra esperando fazer o melhor e até uma vitória, mas quando acontece você se pergunta o que deu certo para sair o resultado”, lembra a triatleta que conta o segredo. “Tem uma série de fatores, como um treino bom, a prova encaixada e até a característica de percurso que favorece um ou outro atleta”.

Ela sempre sai forte na primeira parte da prova. Foto: Washington Alves/Exemplus/COB Ela sempre sai forte na primeira parte da prova. Foto: Washington Alves/Exemplus/COB

Para a disputa no Rio ela analisa o percurso desenhado pelos organizadores como técnico e completo para agradar os atletas. “Gostei de largarmos no mar, porque tem muitas condições que influenciam no resultado como onda, vento, correnteza. No ciclismo teremos subidas duras, uma descida técnica no meio e vai ser a chave para definir”. Já na corrida ela acredita que vai se destacar quem estiver mais inteiro por conta do calor. “Será uma luta pela sobrevivência”.

O startlist do 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e dez de corrida conta com quatro medalhistas olímpicas, entre elas três que subiram ao pódio em Londres 2012: Nicola Spirig (SUI), Lisa Norden (SUE) e Erin Densham (AUS). Também estará no páreo a medalhista de bronze em Pequim 2008 Emma Moffatt (AUS).

Diante de tantas feras, Pâmella estabeleceu como meta melhorar a 11ª colocação do país em Olimpíadas, marca registrada por Sandra Soldan em Sidney 2000, edição de estreia da modalidade no programa olímpico. “Quero um top 10, mas dependendo de como a prova acontecer posso até chegar ao final brigando por uma medalha”.

Atletas da Grã-Bretanha fazem dobradinha no triathlon

Triathlon · 18 ago, 2016

Finalmente chegou o dia da prova de triathlon masculina. A zona Sul do Rio de Janeiro parou para os 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e dez corrida. O triatleta da Grã-Bretanha, Alistar Brownlee, tornou-se o primeiro a vencer duas vezes a prova olímpica, que acontece desde os Jogos de 2000. Ele finalizou a prova em 1h45seg01.

Fazendo dobradinha com seu irmão Jonathan Bronwlee o atleta contou que aproveitou a vantagem na prova para se divertir. “Eu e Jonathan treinamos até nosso limite para esta prova, então quando vi que podia ir com mais calma pude aproveitar”, diz. Jonathan terminou em 1h45seg07.

A terceira colocação ficou com Henri Schoeman, da África do Sul, que finalizou a prova em 1h45min43seg.

Brasileiro

O único representante do país foi Diogo Sclebin, que terminou na 41ª colocação. O atleta terminou a prova emocionado com o incentivo do público. “Tenho mais de 400 provas no currículo, sendo 103 internacionais e raríssimas foram as vezes que tivemos a presença da torcida. Terminei muito feliz e isso com certeza fez a diferença, mesmo com uma classificação não tão boa. Eles gritaram e incentivaram independente da colocação”, conta. O tempo de Diogo foi de 1h52min32.

Conheça 30 alimentos termogênicos que você nem imaginava

Para um empurrãozinho na dieta vale quase tudo, inclusive buscar alimentos que ajudem a potencializar a queima de gordura. Buscamos diferentes alimentos para você incluir na sua dieta e não ter desculpas de que não está dando certo!

Confira!

1. Acelga

2. Água Gelada

Não sabia? Isso mesmo, para igualar a água à temperatura do corpo (cerca de 36°), o organismo precisa fazer mais esforço e assim, gasta mais energia. Um copo de água gelada gasta cerca de dez calorias para fazer o líquido ficar com a mesma temperatura corporal. Calcula-se que oito copos de água por dia conseguem eliminar cerca de 100 calorias. Essa quantia equivale a dois litros de água, ou seja, o mínimo recomendado para hidratar o corpo.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

3. Aipo

4. Aspargos

O alimento é pouco calórico, rico em vitaminas, fibras e ajuda a matar a fome. Também possui ação diurética, combatendo o inchaço e os radicais livres, que causam danos ao corpo.

Foto: nata_vkusidey/Fotolia Foto: nata_vkusidey/Fotolia

5. Atum
6. Aveia
7. Bacalhau
8. Brócolis
9. Café

10. Canela

Como já falamos aqui no Webrun, além da especiaria ajudar no tratamento da má digestão e controle do diabetes. Ela é muito conhecida como termogênica, pois acelera o metabolismo e pode ser acrescentada junto a diversos alimentos.

Foto: LSantili/Fotolia Foto: LSantili/Fotolia

11. Cavalinha
12. Cereja

13. Curry

É uma especiaria de origem indiana composta por diversos ingredientes, por isso mesmo traz inúmeros benefícios. Entre os temperos estão gengibre, pimenta e canela tornando assim o curry
um antioxidante incrível. Invista!
Procurando um desafio? Encontre sua próxima corrida no site do Ticket Agora!

Foto: Mgp/Fotolia Foto: Mgp/Fotolia

14. Chá Verde
15. Sardinha
16. Couve Flor
17. Chá de Hibisco

18. Damascos

Fonte de potássio, a frutinha que é mais consumida na versão desidratada é rica também em magnésio, fósforo, ferro, Vitaminas A, C, K, fibras entre muitos outros. Possui apenas 17 calorias e nenhuma gordura por unidade desidratada.

Foto: W10/Fotolia Foto: W10/Fotolia

19. Espinafre
20. Gengibre
21. Guaraná em Pó
22. Kiwi
23. Laranja

24. Limão
Com mil e um benefícios o limão é muito utilizado em dietas também. Indicado principalmente misturado em água quente no período da manhã, quando estamos de jejum, ele funciona como alimento termogênico que aumenta o gasto de energia para ser absorvida. E o limão, assim como outras frutas cítricas, embora seja ácido, é um alimento com poder de auxiliar na manutenção da alcalinidade do pH sanguíneo e eliminação de toxinas, ação que também melhora o metabolismo dos nutrientes e reduz o acúmulo de líquidos.
Circuito Rios e Ruas o encontro perfeito da natureza com o homem da cidade!

Foto: Sommai/Fotolia Foto: Sommai/Fotolia

25. Maçã
26. Mamão
27. Melancia
28. Mostarda
29. Óleo de coco

30. Pimenta Caiena

A tão falada Pimenta Caiena acelera o metabolismo em até 20% fazendo com que as calorias sejam eliminadas com mais facilidade, aumentando a temperatura do corpo e promovendo o emagrecimento.

Foto: 5ph/Fotolia Foto: 5ph/Fotolia

Bora apimentar sua dieta?


Conheça 30 alimentos termogênicos que você nem imaginava

Caminhada · 15 ago, 2016

Para um empurrãozinho na dieta vale quase tudo, inclusive buscar alimentos que ajudem a potencializar a queima de gordura. Buscamos diferentes alimentos para você incluir na sua dieta e não ter desculpas de que não está dando certo!

Confira!

1. Acelga

2. Água Gelada

Não sabia? Isso mesmo, para igualar a água à temperatura do corpo (cerca de 36°), o organismo precisa fazer mais esforço e assim, gasta mais energia. Um copo de água gelada gasta cerca de dez calorias para fazer o líquido ficar com a mesma temperatura corporal. Calcula-se que oito copos de água por dia conseguem eliminar cerca de 100 calorias. Essa quantia equivale a dois litros de água, ou seja, o mínimo recomendado para hidratar o corpo.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

3. Aipo

4. Aspargos

O alimento é pouco calórico, rico em vitaminas, fibras e ajuda a matar a fome. Também possui ação diurética, combatendo o inchaço e os radicais livres, que causam danos ao corpo.

Foto: nata_vkusidey/Fotolia Foto: nata_vkusidey/Fotolia

5. Atum
6. Aveia
7. Bacalhau
8. Brócolis
9. Café

10. Canela

Como já falamos aqui no Webrun, além da especiaria ajudar no tratamento da má digestão e controle do diabetes. Ela é muito conhecida como termogênica, pois acelera o metabolismo e pode ser acrescentada junto a diversos alimentos.

Foto: LSantili/Fotolia Foto: LSantili/Fotolia

11. Cavalinha
12. Cereja

13. Curry

É uma especiaria de origem indiana composta por diversos ingredientes, por isso mesmo traz inúmeros benefícios. Entre os temperos estão gengibre, pimenta e canela tornando assim o curry
um antioxidante incrível. Invista!
Procurando um desafio? Encontre sua próxima corrida no site do Ticket Agora!

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14. Chá Verde
15. Sardinha
16. Couve Flor
17. Chá de Hibisco

18. Damascos

Fonte de potássio, a frutinha que é mais consumida na versão desidratada é rica também em magnésio, fósforo, ferro, Vitaminas A, C, K, fibras entre muitos outros. Possui apenas 17 calorias e nenhuma gordura por unidade desidratada.

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19. Espinafre
20. Gengibre
21. Guaraná em Pó
22. Kiwi
23. Laranja

24. Limão
Com mil e um benefícios o limão é muito utilizado em dietas também. Indicado principalmente misturado em água quente no período da manhã, quando estamos de jejum, ele funciona como alimento termogênico que aumenta o gasto de energia para ser absorvida. E o limão, assim como outras frutas cítricas, embora seja ácido, é um alimento com poder de auxiliar na manutenção da alcalinidade do pH sanguíneo e eliminação de toxinas, ação que também melhora o metabolismo dos nutrientes e reduz o acúmulo de líquidos.
Circuito Rios e Ruas o encontro perfeito da natureza com o homem da cidade!

Foto: Sommai/Fotolia Foto: Sommai/Fotolia

25. Maçã
26. Mamão
27. Melancia
28. Mostarda
29. Óleo de coco

30. Pimenta Caiena

A tão falada Pimenta Caiena acelera o metabolismo em até 20% fazendo com que as calorias sejam eliminadas com mais facilidade, aumentando a temperatura do corpo e promovendo o emagrecimento.

Foto: 5ph/Fotolia Foto: 5ph/Fotolia

Bora apimentar sua dieta?

Que tal ajudar seu pai a escolher um esporte e sair do sofá?

Mais um dia dos pais vem aí e para muitos de nós eles são os verdadeiros heróis da nossa infância. Quando crescemos a situação muda um pouco e muitas vezes, nós passamos a ensinar coisas a eles. E porque não também um esporte? Você pode usar o dia dos pais para levar seu parceiro para as pistas. Tem corrida, triathlon, surf, escalda... Enfim, o que não faltam são opções!

Dia dos pais é dia de se mexer! Foto: siSSen/Fotolia Dia dos pais é dia de se mexer! Foto: siSSen/Fotolia

Para os pais mais ligados a natureza a opção é o surf. O esporte praticado em praias une o amor pelo outdoor com exercícios intensos para braços, abdômen e até mesmo pernas. Pai e filho podem ficar juntos por horas dentro do mar e a diversão é garantida. Quem vai ensinar quem a manter o equilíbrio em cima da prancha?

Surf é opção para quem gosta de ficar bem perto da natureza Foto: txakel/Fotolia Surf é opção para quem gosta de ficar bem perto da natureza Foto: txakel/Fotolia

Os que não têm medo de sujeira vão adorar o Mountain Bike. Pedalando e fazendo força por trilhas e paisagens incríveis, a diversão é garantida junto com lama e percursos que podem passar até por rios. O esporte vem se popularizando cada vez mais entre quem está cansado do asfalto e busca mais contato com a natureza.

Em busca de desafios? Pedale na Brasil Ride!

MTB é cheio de percusos desafiados e incríveis paisagens Foto: uzkiland/Fotolia MTB é cheio de percusos desafiados e incríveis paisagens Foto: uzkiland/Fotolia

O rally pode ser uma boa opção para os pais conectados. O esporte acontece em trilhas e locais de difícil acesso e o motorista e principalmente o copiloto, mais conhecido como navegador, estão sempre cheios de adrenalina. O navegador deve ficar ligado no mapa orientando o piloto sobre as condições do terreno e as curvas que vão aparecer. É como se fosse um segundo par de olhos, ou até mesmo um cérebro completo de quem está dirigindo. O que você acha dessa opção?

Rally é opção mais cara, mas tem diversão e emoção garantida Foto: Arquivo Webrun Rally é opção mais cara, mas tem diversão e emoção garantida Foto: Arquivo Webrun

Para os que se entendiam fácil com um esporte só o triathlon é opção certa! A mistura de natação, ciclismo e corrida pode parecer demais para alguns, mas para os pais mais elétricos esta é A opção. Os diferentes movimentos de cada um dos esportes tiram a monotonia de qualquer vida. A natação alivia o impacto das outras duas modalidades. O ciclismo faz com que o atleta sinta todo o poder da liberdade e em seguida vem a a corrida, com muita força e endorfina para terminar com chave de ouro esse esporte. Será essa uma boa sugestão para seu pai?

O triathlon tem ficado cada vez mais poupar Foto: Geronimo/Fotolia O triathlon tem ficado cada vez mais poupar Foto: Geronimo/Fotolia

O desafio é certo na escalada! O primeiro impacto pode assustar, mas o vício pelo movimento perfeito é o que motiva os esportistas. A altura e a precisão pedem um pai com bastante atenção e principalmente, sem medo de altura.

O pai que escolher este esporte não pode ter medo de altura! Foto: Fotolia O pai que escolher este esporte não pode ter medo de altura! Foto: Fotolia

Achou que deixaríamos a corrida de fora? Nada disso. Primeiro passo para muitos atletas amadores, a corrida é bem simples de começar, só é preciso um tênis, roupa para treinamento e força de vontade. Comece levando seu pai para uma caminhada mais forte e quando ele se desenvolver mais, parta para corrida. Sem dúvida os resultados virão e serão surpreendentes, tanto para você quanto para seu pai.

Em busca de uma prova para estrear com seu pai? As melhores do Brasil estão aqui!

Nada mais clássico que a corrida para tirar seu parceiro do sofá! Foto: Mikael Damkier/Fotolia Nada mais clássico que a corrida para tirar seu parceiro do sofá! Foto: Mikael Damkier/Fotolia

Não curtem asfalto? Estão em busca de uma pegada mais natural no mundo das corridas? Então vá direto para o Trail Run. A modalidade tem lindas paisagens e muitas opções de estreia para quem busca uma competição. Tanto o treinamento quanto as provas em si, tem visuais de tirar o fôlego e muitos desafios.

Fuja do asfalto e corra para a trilha junto com seu pai Foto: Fotolia Fuja do asfalto e corra para a trilha junto com seu pai Foto: Fotolia


Que tal ajudar seu pai a escolher um esporte e sair do sofá?

Corrida de Montanha · 11 ago, 2016

Mais um dia dos pais vem aí e para muitos de nós eles são os verdadeiros heróis da nossa infância. Quando crescemos a situação muda um pouco e muitas vezes, nós passamos a ensinar coisas a eles. E porque não também um esporte? Você pode usar o dia dos pais para levar seu parceiro para as pistas. Tem corrida, triathlon, surf, escalda... Enfim, o que não faltam são opções!

Dia dos pais é dia de se mexer! Foto: siSSen/Fotolia Dia dos pais é dia de se mexer! Foto: siSSen/Fotolia

Para os pais mais ligados a natureza a opção é o surf. O esporte praticado em praias une o amor pelo outdoor com exercícios intensos para braços, abdômen e até mesmo pernas. Pai e filho podem ficar juntos por horas dentro do mar e a diversão é garantida. Quem vai ensinar quem a manter o equilíbrio em cima da prancha?

Surf é opção para quem gosta de ficar bem perto da natureza Foto: txakel/Fotolia Surf é opção para quem gosta de ficar bem perto da natureza Foto: txakel/Fotolia

Os que não têm medo de sujeira vão adorar o Mountain Bike. Pedalando e fazendo força por trilhas e paisagens incríveis, a diversão é garantida junto com lama e percursos que podem passar até por rios. O esporte vem se popularizando cada vez mais entre quem está cansado do asfalto e busca mais contato com a natureza.

Em busca de desafios? Pedale na Brasil Ride!

MTB é cheio de percusos desafiados e incríveis paisagens Foto: uzkiland/Fotolia MTB é cheio de percusos desafiados e incríveis paisagens Foto: uzkiland/Fotolia

O rally pode ser uma boa opção para os pais conectados. O esporte acontece em trilhas e locais de difícil acesso e o motorista e principalmente o copiloto, mais conhecido como navegador, estão sempre cheios de adrenalina. O navegador deve ficar ligado no mapa orientando o piloto sobre as condições do terreno e as curvas que vão aparecer. É como se fosse um segundo par de olhos, ou até mesmo um cérebro completo de quem está dirigindo. O que você acha dessa opção?

Rally é opção mais cara, mas tem diversão e emoção garantida Foto: Arquivo Webrun Rally é opção mais cara, mas tem diversão e emoção garantida Foto: Arquivo Webrun

Para os que se entendiam fácil com um esporte só o triathlon é opção certa! A mistura de natação, ciclismo e corrida pode parecer demais para alguns, mas para os pais mais elétricos esta é A opção. Os diferentes movimentos de cada um dos esportes tiram a monotonia de qualquer vida. A natação alivia o impacto das outras duas modalidades. O ciclismo faz com que o atleta sinta todo o poder da liberdade e em seguida vem a a corrida, com muita força e endorfina para terminar com chave de ouro esse esporte. Será essa uma boa sugestão para seu pai?

O triathlon tem ficado cada vez mais poupar Foto: Geronimo/Fotolia O triathlon tem ficado cada vez mais poupar Foto: Geronimo/Fotolia

O desafio é certo na escalada! O primeiro impacto pode assustar, mas o vício pelo movimento perfeito é o que motiva os esportistas. A altura e a precisão pedem um pai com bastante atenção e principalmente, sem medo de altura.

O pai que escolher este esporte não pode ter medo de altura! Foto: Fotolia O pai que escolher este esporte não pode ter medo de altura! Foto: Fotolia

Achou que deixaríamos a corrida de fora? Nada disso. Primeiro passo para muitos atletas amadores, a corrida é bem simples de começar, só é preciso um tênis, roupa para treinamento e força de vontade. Comece levando seu pai para uma caminhada mais forte e quando ele se desenvolver mais, parta para corrida. Sem dúvida os resultados virão e serão surpreendentes, tanto para você quanto para seu pai.

Em busca de uma prova para estrear com seu pai? As melhores do Brasil estão aqui!

Nada mais clássico que a corrida para tirar seu parceiro do sofá! Foto: Mikael Damkier/Fotolia Nada mais clássico que a corrida para tirar seu parceiro do sofá! Foto: Mikael Damkier/Fotolia

Não curtem asfalto? Estão em busca de uma pegada mais natural no mundo das corridas? Então vá direto para o Trail Run. A modalidade tem lindas paisagens e muitas opções de estreia para quem busca uma competição. Tanto o treinamento quanto as provas em si, tem visuais de tirar o fôlego e muitos desafios.

Fuja do asfalto e corra para a trilha junto com seu pai Foto: Fotolia Fuja do asfalto e corra para a trilha junto com seu pai Foto: Fotolia

Confira cinco exercícios para chapar a barriga

Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em ter uma barriga no estilo “tanquinho” ou, pelo menos, desejou perder aquela parte mais saliente que acaba com o look. Segundo Ana Grechi, professora da academia Bio Ritmo, alcançar esse objetivo não é impossível, basta investir nas atividades certas, alimentação equilibrada e seguir corretamente a rotina definida.

“Quando a finalidade é secar a barriga, é necessário fazer uma força-tarefa. Por isso, além dos exercícios abdominais, também é importante ativar o corpo de uma forma global com treinos funcionais e musculação aliados a trabalhos de cardio, para elevar o gasto calórico”, explica Ana Grechi.

De acordo com a especialista, na hora do treino, é preciso optar por exercícios que intensifiquem o trabalho nesta região corporal. Neste caso, a sugestão é focar em cinco movimentos potentes que podem, e muito, ajudar na hora de conquistar o abdômen desejado.

Confira os exercícios indicados pela professora, que podem ser feitos de duas a quatro séries seguidas, de 10 a 15 repetições, de acordo com o nível de aptidão física do praticante.

Procurando novos desafios? Confira aqui no site do Ticket Agora!

De acordo com a especialista, na hora do treino, é preciso optar por exercícios que intensifiquem o trabalho nesta região corporal Foto: oneinchpunch/Fotolia De acordo com a especialista, na hora do treino, é preciso optar por exercícios que intensifiquem o trabalho nesta região corporal Foto: oneinchpunch/Fotolia

Abdominal canivete

Sentada(o) e, com o tronco inclinado para trás, as pernas semiflexionadas e elevadas, os braços flexionados sem encostar o cotovelo no chão e as mãos apoiadas, flexione os joelhos ao mesmo tempo em que eleva o tronco, sem tirar as mãos do lugar.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Abdominal infra solo/prancha declinada

Deitada(o) de costas na prancha de abdominal e com as mãos apoiadas nas manoplas, estenda as pernas unidas e eleve-as para cima, na altura da cintura. Contraia o abdômen e desça as pernas bem devagar (sem retirar a região lombar na prancha) até formar um ângulo de 45° graus. A prancha pode estar declinada para os avançados ou reta para iniciantes.

Foto: studioloco/fotolia Foto: studioloco/fotolia

Abdominal oblíquo lateral

O exercício é realizado no chão, deitando-se de barriga para cima, com os joelhos flexionados e posicionados ambos para um dos lados. Então realize a flexão de coluna e retorne à posição inicial. “Ao terminar a série de um lado repita a mesma para o outro”, explica Ana.

Foto: studioloco/fotolia Foto: studioloco/fotolia

Abdominal suspenso

Para trabalhar a musculatura total do abdômen, segure firme na barra, flexione o quadril e faça a extensão para voltar a posição inicial. A dica neste exercício é evitar que o corpo balance para ter melhor resultado.

Foto: Jacob Lund/Fotolia Foto: Jacob Lund/Fotolia

Abdominal rolinho

Posicione os joelhos no solo, segurando no aparador lateral do aparelho. Em seguida, deslize o aparelho para frente e em linha reta, fazendo a extensão dos joelhos e do quadril. No retorno para a posição inicial, os joelhos e o quadril fazem a flexão, e os ombros ficam em extensão.

Foto: petunyia/Fotolia Foto: petunyia/Fotolia


Confira cinco exercícios para chapar a barriga

Atletismo · 10 ago, 2016

Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em ter uma barriga no estilo “tanquinho” ou, pelo menos, desejou perder aquela parte mais saliente que acaba com o look. Segundo Ana Grechi, professora da academia Bio Ritmo, alcançar esse objetivo não é impossível, basta investir nas atividades certas, alimentação equilibrada e seguir corretamente a rotina definida.

“Quando a finalidade é secar a barriga, é necessário fazer uma força-tarefa. Por isso, além dos exercícios abdominais, também é importante ativar o corpo de uma forma global com treinos funcionais e musculação aliados a trabalhos de cardio, para elevar o gasto calórico”, explica Ana Grechi.

De acordo com a especialista, na hora do treino, é preciso optar por exercícios que intensifiquem o trabalho nesta região corporal. Neste caso, a sugestão é focar em cinco movimentos potentes que podem, e muito, ajudar na hora de conquistar o abdômen desejado.

Confira os exercícios indicados pela professora, que podem ser feitos de duas a quatro séries seguidas, de 10 a 15 repetições, de acordo com o nível de aptidão física do praticante.

Procurando novos desafios? Confira aqui no site do Ticket Agora!

De acordo com a especialista, na hora do treino, é preciso optar por exercícios que intensifiquem o trabalho nesta região corporal Foto: oneinchpunch/Fotolia De acordo com a especialista, na hora do treino, é preciso optar por exercícios que intensifiquem o trabalho nesta região corporal Foto: oneinchpunch/Fotolia

Abdominal canivete

Sentada(o) e, com o tronco inclinado para trás, as pernas semiflexionadas e elevadas, os braços flexionados sem encostar o cotovelo no chão e as mãos apoiadas, flexione os joelhos ao mesmo tempo em que eleva o tronco, sem tirar as mãos do lugar.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Abdominal infra solo/prancha declinada

Deitada(o) de costas na prancha de abdominal e com as mãos apoiadas nas manoplas, estenda as pernas unidas e eleve-as para cima, na altura da cintura. Contraia o abdômen e desça as pernas bem devagar (sem retirar a região lombar na prancha) até formar um ângulo de 45° graus. A prancha pode estar declinada para os avançados ou reta para iniciantes.

Foto: studioloco/fotolia Foto: studioloco/fotolia

Abdominal oblíquo lateral

O exercício é realizado no chão, deitando-se de barriga para cima, com os joelhos flexionados e posicionados ambos para um dos lados. Então realize a flexão de coluna e retorne à posição inicial. “Ao terminar a série de um lado repita a mesma para o outro”, explica Ana.

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Abdominal suspenso

Para trabalhar a musculatura total do abdômen, segure firme na barra, flexione o quadril e faça a extensão para voltar a posição inicial. A dica neste exercício é evitar que o corpo balance para ter melhor resultado.

Foto: Jacob Lund/Fotolia Foto: Jacob Lund/Fotolia

Abdominal rolinho

Posicione os joelhos no solo, segurando no aparador lateral do aparelho. Em seguida, deslize o aparelho para frente e em linha reta, fazendo a extensão dos joelhos e do quadril. No retorno para a posição inicial, os joelhos e o quadril fazem a flexão, e os ombros ficam em extensão.

Foto: petunyia/Fotolia Foto: petunyia/Fotolia

O alongamento antes do exercício é importante?

A questão de alongamento antes dos treinos é uma polêmica, enquanto muitos treinadores de corrida afirmam que isto é muito necessário, outros dizem que a movimentação pode até atrapalhar no desempenho do atleta.

No time dos que indicam o alongamento está Franklin Bisneto, educador físico da academia Bio Ritmo. Segundo ele o alongamento pode trazer uma série de benefícios, entre eles, relaxamento e prevenção de lesões. “Deste modo, alongar-se é extremamente importante antes e depois de qualquer atividade física, trazendo inúmeros benefícios à saúde e até mesmo ao desempenho nos exercícios, evitando entorse de tornozelo, distensão muscular e lesões ligamentares”, comenta.

Já o fisioterapeuta e colunista do Webrun Claudio Cotter pensa de outra forma. “Devemos avaliar o alongamento muito mais como um compensador pelo tempo que você ficou sentado em posições rígidas, do que como esporte em si. Devemos praticá-lo em horários fora do treino, uma boa hora é antes de dormir para relaxar”, explica. “Hoje sabemos que é muito mais importante aquecer, para preparar o corpo para o exercício e desaquecer, para favorecer a limpeza do lactato e outros catabólitos circulantes, que são os restos de reações que acontecem dentro da célula durante trabalho muscular”.

Conhece o Circuito Unimed? Ele terá 15 etapas no Sul do Brasil, saiba mais!

O alongamento que tem como principal função desprogramar, ou seja, diminuir seus inputs neurais, fazendo com que os músculos fiquem mais ativos Foto: glisic_albina/Fotolia O alongamento que tem como principal função desprogramar, ou seja, diminuir seus inputs neurais, fazendo com que os músculos fiquem mais ativos Foto: glisic_albina/Fotolia

O também colunista do Webrun e presidente da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida), Nelson Evencio lembra que os benefícios do alongamento antes do exercício não são comprovados. “Dizem até que atrapalha alongar o músculo e depois fazer forças, pois são informações contrárias, mas acredito no alongamento pós-treino. É o momento para descontrair as fibras musculares, mas devemos tomar cuidado para não romper nenhum ligamento”, explica.

Segundo o fisioterapeuta preparar o corpo para o exercício e desaquecê-lo favorece a limpeza do lactato. “Não deixei de recomendar alongamentos para meus pacientes, já que isso é uma ótima ferramenta para desprogramar vícios posturais e auxiliar na liberação miofascial, quando usados na hora certa. Mas, ainda não existe resposta exata para quem não faz alongamento, pois muitas pessoas nunca o fazem e não tem lesões enquanto outras se não alongarem nem conseguem sair da cama. De qualquer forma um bom alongamento para relaxar os músculos deve focar nos músculos posturais e estabilizadores como glúteos e piriformes”, comenta.

O alongamento que tem como principal função desprogramar, ou seja, diminuir seus inputs neurais, fazendo com que os músculos fiquem mais ativos. O que não é recomendado antes de atividades físicas. “Se feito com muita intensidade pode até aumentar o risco de lesão do músculo durante uma atividade intensa”, finaliza Cláudio.

E para você corredor, prefere alongar ou não?


O alongamento antes do exercício é importante?

Atletismo · 09 ago, 2016

A questão de alongamento antes dos treinos é uma polêmica, enquanto muitos treinadores de corrida afirmam que isto é muito necessário, outros dizem que a movimentação pode até atrapalhar no desempenho do atleta.

No time dos que indicam o alongamento está Franklin Bisneto, educador físico da academia Bio Ritmo. Segundo ele o alongamento pode trazer uma série de benefícios, entre eles, relaxamento e prevenção de lesões. “Deste modo, alongar-se é extremamente importante antes e depois de qualquer atividade física, trazendo inúmeros benefícios à saúde e até mesmo ao desempenho nos exercícios, evitando entorse de tornozelo, distensão muscular e lesões ligamentares”, comenta.

Já o fisioterapeuta e colunista do Webrun Claudio Cotter pensa de outra forma. “Devemos avaliar o alongamento muito mais como um compensador pelo tempo que você ficou sentado em posições rígidas, do que como esporte em si. Devemos praticá-lo em horários fora do treino, uma boa hora é antes de dormir para relaxar”, explica. “Hoje sabemos que é muito mais importante aquecer, para preparar o corpo para o exercício e desaquecer, para favorecer a limpeza do lactato e outros catabólitos circulantes, que são os restos de reações que acontecem dentro da célula durante trabalho muscular”.

Conhece o Circuito Unimed? Ele terá 15 etapas no Sul do Brasil, saiba mais!

O alongamento que tem como principal função desprogramar, ou seja, diminuir seus inputs neurais, fazendo com que os músculos fiquem mais ativos Foto: glisic_albina/Fotolia O alongamento que tem como principal função desprogramar, ou seja, diminuir seus inputs neurais, fazendo com que os músculos fiquem mais ativos Foto: glisic_albina/Fotolia

O também colunista do Webrun e presidente da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida), Nelson Evencio lembra que os benefícios do alongamento antes do exercício não são comprovados. “Dizem até que atrapalha alongar o músculo e depois fazer forças, pois são informações contrárias, mas acredito no alongamento pós-treino. É o momento para descontrair as fibras musculares, mas devemos tomar cuidado para não romper nenhum ligamento”, explica.

Segundo o fisioterapeuta preparar o corpo para o exercício e desaquecê-lo favorece a limpeza do lactato. “Não deixei de recomendar alongamentos para meus pacientes, já que isso é uma ótima ferramenta para desprogramar vícios posturais e auxiliar na liberação miofascial, quando usados na hora certa. Mas, ainda não existe resposta exata para quem não faz alongamento, pois muitas pessoas nunca o fazem e não tem lesões enquanto outras se não alongarem nem conseguem sair da cama. De qualquer forma um bom alongamento para relaxar os músculos deve focar nos músculos posturais e estabilizadores como glúteos e piriformes”, comenta.

O alongamento que tem como principal função desprogramar, ou seja, diminuir seus inputs neurais, fazendo com que os músculos fiquem mais ativos. O que não é recomendado antes de atividades físicas. “Se feito com muita intensidade pode até aumentar o risco de lesão do músculo durante uma atividade intensa”, finaliza Cláudio.

E para você corredor, prefere alongar ou não?

Cuidado com o açúcar, ele pode ser o grande vilão da sua dieta!

O consumo de açúcar pode ser tanto um vício, quanto um hábito já que a introdução do alimento na dieta é feito muitas vezes sem pensar. O efeito viciante do açúcar pode bagunçar o cérebro levando a compulsão alimentar.

O açúcar está presente em diversos alimentos principalmente em refrigerantes Foto: Focus Pocus LTD/Fotolia O açúcar está presente em diversos alimentos principalmente em refrigerantes Foto: Focus Pocus LTD/Fotolia

Segundo o nutricionista Rafael Brasília, existem duas soluções para terminar com o vício: reduzir gradualmente ou cortar radicalmente. “Trocar o açúcar por outros carboidratos vai atenuar o sintoma de abstinência, então a forma mais correta seria trocar por uma fruta, como a banana quando sentisse vontade. O Garcinia Cambogia é um suplemento indicado para reduzir essa vontade de açúcar, mas não é milagroso”, explica.

Uma pesquisa divulgada pela Escola de Medicina Icahn, Monte Sinai estudou cerca de 504 participantes e descobriu que os comportamentos e atitudes em relação a determinados alimentos de alto índice glicêmico, refletiam padrões de dependência química. Quando comemos um doce, ocorre a liberação de dopamina, hormônio responsável pela sensação de prazer, no mesmo local onde o hormônio é acionado nos viciados em cocaína

Rafael indica a seus pacientes que precisam diminuir o consumo do açúcar a troca por adoçantes, como stevia, sucralose e aspartame. “O próprio indivíduo deve perceber como se sente em relação ao consumo. Algumas pessoas tornam-se gulosas com pouco, levando as consumir mais do que o necessário, enquanto outras conseguem controlar melhor a situação. Cada caso é um caso”, diz.

“A excitação que chega ao cérebro com o consumo de açúcar é similar a cocaína. No lado hormonal, o alimento traz liberação de insulina que faz o transporte do mesmo para dentro do músculo e fígado, fazendo que a corrente sanguínea fique proporcionalmente em déficit e daí vem uma nova demanda por açúcar. Um verdadeiro ciclo viciante”, explica Rafael.

Lembrando que o açúcar não está somente presente em alimentos doces, mas também em industrializados como sucos, refrigerantes, pães, cereais e muitos outros. Para diminuir e controlar o consumo uma das dicas é beber mais água. O cérebro confunde desidratação com fome e isso pode reduzir sua propensão a atacar guloseimas. Tente ingerir também mais proteínas, que garantem uma saciedade mais longa e resista ao impulso de beliscar entre as refeições.


Cuidado com o açúcar, ele pode ser o grande vilão da sua dieta!

Atletismo · 09 ago, 2016

O consumo de açúcar pode ser tanto um vício, quanto um hábito já que a introdução do alimento na dieta é feito muitas vezes sem pensar. O efeito viciante do açúcar pode bagunçar o cérebro levando a compulsão alimentar.

O açúcar está presente em diversos alimentos principalmente em refrigerantes Foto: Focus Pocus LTD/Fotolia O açúcar está presente em diversos alimentos principalmente em refrigerantes Foto: Focus Pocus LTD/Fotolia

Segundo o nutricionista Rafael Brasília, existem duas soluções para terminar com o vício: reduzir gradualmente ou cortar radicalmente. “Trocar o açúcar por outros carboidratos vai atenuar o sintoma de abstinência, então a forma mais correta seria trocar por uma fruta, como a banana quando sentisse vontade. O Garcinia Cambogia é um suplemento indicado para reduzir essa vontade de açúcar, mas não é milagroso”, explica.

Uma pesquisa divulgada pela Escola de Medicina Icahn, Monte Sinai estudou cerca de 504 participantes e descobriu que os comportamentos e atitudes em relação a determinados alimentos de alto índice glicêmico, refletiam padrões de dependência química. Quando comemos um doce, ocorre a liberação de dopamina, hormônio responsável pela sensação de prazer, no mesmo local onde o hormônio é acionado nos viciados em cocaína

Rafael indica a seus pacientes que precisam diminuir o consumo do açúcar a troca por adoçantes, como stevia, sucralose e aspartame. “O próprio indivíduo deve perceber como se sente em relação ao consumo. Algumas pessoas tornam-se gulosas com pouco, levando as consumir mais do que o necessário, enquanto outras conseguem controlar melhor a situação. Cada caso é um caso”, diz.

“A excitação que chega ao cérebro com o consumo de açúcar é similar a cocaína. No lado hormonal, o alimento traz liberação de insulina que faz o transporte do mesmo para dentro do músculo e fígado, fazendo que a corrente sanguínea fique proporcionalmente em déficit e daí vem uma nova demanda por açúcar. Um verdadeiro ciclo viciante”, explica Rafael.

Lembrando que o açúcar não está somente presente em alimentos doces, mas também em industrializados como sucos, refrigerantes, pães, cereais e muitos outros. Para diminuir e controlar o consumo uma das dicas é beber mais água. O cérebro confunde desidratação com fome e isso pode reduzir sua propensão a atacar guloseimas. Tente ingerir também mais proteínas, que garantem uma saciedade mais longa e resista ao impulso de beliscar entre as refeições.

Atletas olímpicos terão atendimento gratuito em casos de doping

Atletismo · 09 ago, 2016

O advogado Joaquim de Paiva Muniz, sócio da área de arbitragem do escritório Trench, Rossi e Watanabe no Rio de Janeiro é um dos especialistas que vai coordenar um grupo de 25 jovens advogados, que trabalharão gratuitamente em arbitragens esportivas perante a Corte de Arbitragem do Esporte.

Eles estarão disponíveis para atletas sem assistência de seus países durante os Jogos. Serão dois tribunais especiais provisórios, um para questões gerais desportivas e o outro para doping. A iniciativa conta com o apoio do CBMA - Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem e da OAB/RJ.

Atletas que não tem assistência jurídica de seus país serão beneficiados com ajuda Foto: Arquivo Webrun Atletas que não tem assistência jurídica de seus país serão beneficiados com ajuda Foto: Arquivo Webrun

Na arbitragem, o litígio é resolvido sem a intervenção do Poder Judiciário, salvo se for necessária a adoção de medidas cautelares ou de urgência. A Corte de Arbitragem do Esporte é uma instituição independente, sediada em Lausanne (Suíça), que tem como objetivo a resolução de disputas jurídicas no campo do esporte por meio da arbitragem. A entidade estabelece cortes temporárias nas cidades-sede a cada edição dos Jogos Olímpicos.

Cerimônia de abertura da Olimpíada agrada a brasileiros e estrangeiros

Direto do Rio de Janeiro - Os dias que antecederam a cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro foram cercados de especulações, tanto em relação às apresentações, quanto sobre quem acenderia a pira olímpica. Após as quase quatro horas de evento a sensação que ficou foi de dever cumprido, pelo menos na opinião de alguns brasileiros e estrangeiros que estiveram no Maracanã na noite de sexta-feira (05/08).

“Achei a cerimônia dentro das condições do Brasil: simples, mas bonita”, afirma o carioca Carlos Alexandre Papani. “Só achei que a pira deveria ter sido acesa por algum esportista de mais renome, como o Oscar Schimidt, por exemplo”.

Para Caio Gaio, a cerimônia foi linda e inexplicável. “Eu não tinha pensado inicialmente no Vanderlei para acender o fogo, mas acho que foi merecido por toda a história dele”, relata o carioca. Para Elson Alves, o estilo brasileiro e carioca estiveram bem representados. “Não deixamos a desejar para nenhuma abertura de outros países, fizemos bonito”. Apesar de não ter imaginado Vanderlei como o responsável pela pira, ele concorda com a escolha dos organizadores. “Ele é um representante da garra. Foi prejudicado na prova (maratona olímpica de Atenas 2004), mesmo assim se manteve firme e hoje teve o reconhecimento de todos”.

A cerimônia foi simples e funcional. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A cerimônia foi simples e funcional. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para Raquel Gaio os efeitos especiais surpreenderam, assim como a participação de Vanderlei Cordeiro. “Quando o Guga entrou todos acharam que ele fosse até o final, mas foi surpreendente e gostei bastante da escolha”. Sobre as críticas antecipadas ao evento, Vera Lucia Gaio afirma que foram todas infundadas. “Acho que as pessoas quiseram tumultuar apenas. Os protestos foram na rua e aqui o evento foi maravilhoso e superou as expectativas”.

Eliane Bonfim veio de Maceió (AL) para acompanhar a Olimpíada e se deslumbrou com o que viu no Maracanã. “Nunca pensei que na minha idade fosse acompanhar um evento tão belo quanto esse”, relata a representante da região nordeste do país com seus 67 anos. “Eu achei demais a escolha do Vanderlei, porque eu amo aquele rapaz. Ele foi injustiçado em 2004”.

Momento em que as sementes explodem para formarem o arco olímpico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Momento em que as sementes explodem para formarem o arco olímpico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para a americana Hannah Poschel, o ponto alto da cerimônia foram as diferentes cores e a alegria das pessoas. “Adorei conhecer um pouco da cultura sul-americana e brasileira e também a animação das pessoas na arquibancada dançando e curtindo a festa”. Em sua primeira olimpíada, ela estava ansiosa em viver ao vivo tudo o que sempre viu pela televisão. “Cheguei há dois dias e já estou adorando. Vim com uma amiga que trabalha no Brasil e vamos assistir ao futebol e vôlei de praia que são nossos esportes favoritos”.

O colombiano Juan Pablo Alensi veio ao Brasil pela primeira vez para acompanhar os jogos e relata que a cerimônia foi interessante por ter abordado vários temas. “Foi fantástico terem falado da natureza e ressaltarem os atletas, além do show de fogos de artifício. Só achei os discursos das autoridades um pouco longo”.

As também colombianas, Katarina Gutierrez e Nataly Castro, se emocionaram com o evento. “Foi muito empolgante, principalmente a energia e alegria dos brasileiros para cantar e dançar as músicas”, afirma Katarina. “Estar aqui é a realização de um sonho, porque pude sentir toda a energia das pessoas reunidas pelo esporte. Fui jogadora de basquete, então para mim tem um significado ainda mais especial”.

A americana Vivian Robinson veio caracterizada para a abertura dos Jogos para mostrar seu apoio aos atletas dos Estados Unidos e conta que já esteve em diversas Olimpíadas. “Eu adorei a participação dos atletas, as diferentes cores e danças (mesmo sem saber dançar) e, claro, o acendimento da pira”, relata. “É praticamente minha primeira vez no Rio, já que a primeira faz 25 anos e só fiquei dois dias. Cada dia vou assistir a um esporte diferente, mas meu favorito é o Badminton, pois eu jogava na época da faculdade”

Vivian é uma veterana de Olimpíadas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Vivian é uma veterana de Olimpíadas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ela conta ainda que essa é a sexta vez que visita algum país durante a Olimpíada. “Estive em Los Angeles (1984), Atlanta (1996), Sidney (2000), Atenas (2004), Londres (2012) e agora no Brasil. Mas nunca assisti a uma cerimônia de abertura ao vivo, essa foi a primeira vez”.

Para Cora Bagola a cerimônia brasileira foi melhor do que a de Londres, em 2012. “Gostei muito da forma como os espelhos se transformaram em plantas e também o fato de cada atleta plantar uma muda. Eles estão realmente fazendo algo para salvar o planeta, não é apenas um discurso”, relata a americana que foi ao Maracanã enrolada na bandeira da Romênia. “Minha família é romena, mas sou a primeira a nascer em solo americano. Vim torcer pela Romênia, mesmo sem termos a presença das ginastas que não se classificaram.”

A americana Cora veio torcer pela Romênia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A americana Cora veio torcer pela Romênia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Também enrolado na bandeira de seu país, o argentino Martin Kleber achou um pouco cansativo o desfile dos atletas. “Foi demorado, mas nada demais também. Gostei da parte tecnológica e criativa”, relata o hermano que já esteve nos jogos de Londres (2012) e Sidney (2000). “Aqui vim torcer pela natação, basquete e hóckey sobre grama. Deixo o futebol apenas para a Copa do Mundo”, finaliza.

Apesar de não ter sido uma cerimônia com grandes cenários e fantasias luxuosas, a abertura no Rio de Janeiro levantou o público em diversos momentos, entre eles quando Jorge Ben Jor interpretou a canção “País Tropical” à capela. Entre as delegações mais aplaudidas estavam a da Alemanha, a dos refugiados e a brasileira, que encerrou o desfile.


Cerimônia de abertura da Olimpíada agrada a brasileiros e estrangeiros

Atletismo · 06 ago, 2016

Direto do Rio de Janeiro - Os dias que antecederam a cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro foram cercados de especulações, tanto em relação às apresentações, quanto sobre quem acenderia a pira olímpica. Após as quase quatro horas de evento a sensação que ficou foi de dever cumprido, pelo menos na opinião de alguns brasileiros e estrangeiros que estiveram no Maracanã na noite de sexta-feira (05/08).

“Achei a cerimônia dentro das condições do Brasil: simples, mas bonita”, afirma o carioca Carlos Alexandre Papani. “Só achei que a pira deveria ter sido acesa por algum esportista de mais renome, como o Oscar Schimidt, por exemplo”.

Para Caio Gaio, a cerimônia foi linda e inexplicável. “Eu não tinha pensado inicialmente no Vanderlei para acender o fogo, mas acho que foi merecido por toda a história dele”, relata o carioca. Para Elson Alves, o estilo brasileiro e carioca estiveram bem representados. “Não deixamos a desejar para nenhuma abertura de outros países, fizemos bonito”. Apesar de não ter imaginado Vanderlei como o responsável pela pira, ele concorda com a escolha dos organizadores. “Ele é um representante da garra. Foi prejudicado na prova (maratona olímpica de Atenas 2004), mesmo assim se manteve firme e hoje teve o reconhecimento de todos”.

A cerimônia foi simples e funcional. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A cerimônia foi simples e funcional. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para Raquel Gaio os efeitos especiais surpreenderam, assim como a participação de Vanderlei Cordeiro. “Quando o Guga entrou todos acharam que ele fosse até o final, mas foi surpreendente e gostei bastante da escolha”. Sobre as críticas antecipadas ao evento, Vera Lucia Gaio afirma que foram todas infundadas. “Acho que as pessoas quiseram tumultuar apenas. Os protestos foram na rua e aqui o evento foi maravilhoso e superou as expectativas”.

Eliane Bonfim veio de Maceió (AL) para acompanhar a Olimpíada e se deslumbrou com o que viu no Maracanã. “Nunca pensei que na minha idade fosse acompanhar um evento tão belo quanto esse”, relata a representante da região nordeste do país com seus 67 anos. “Eu achei demais a escolha do Vanderlei, porque eu amo aquele rapaz. Ele foi injustiçado em 2004”.

Momento em que as sementes explodem para formarem o arco olímpico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Momento em que as sementes explodem para formarem o arco olímpico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para a americana Hannah Poschel, o ponto alto da cerimônia foram as diferentes cores e a alegria das pessoas. “Adorei conhecer um pouco da cultura sul-americana e brasileira e também a animação das pessoas na arquibancada dançando e curtindo a festa”. Em sua primeira olimpíada, ela estava ansiosa em viver ao vivo tudo o que sempre viu pela televisão. “Cheguei há dois dias e já estou adorando. Vim com uma amiga que trabalha no Brasil e vamos assistir ao futebol e vôlei de praia que são nossos esportes favoritos”.

O colombiano Juan Pablo Alensi veio ao Brasil pela primeira vez para acompanhar os jogos e relata que a cerimônia foi interessante por ter abordado vários temas. “Foi fantástico terem falado da natureza e ressaltarem os atletas, além do show de fogos de artifício. Só achei os discursos das autoridades um pouco longo”.

As também colombianas, Katarina Gutierrez e Nataly Castro, se emocionaram com o evento. “Foi muito empolgante, principalmente a energia e alegria dos brasileiros para cantar e dançar as músicas”, afirma Katarina. “Estar aqui é a realização de um sonho, porque pude sentir toda a energia das pessoas reunidas pelo esporte. Fui jogadora de basquete, então para mim tem um significado ainda mais especial”.

A americana Vivian Robinson veio caracterizada para a abertura dos Jogos para mostrar seu apoio aos atletas dos Estados Unidos e conta que já esteve em diversas Olimpíadas. “Eu adorei a participação dos atletas, as diferentes cores e danças (mesmo sem saber dançar) e, claro, o acendimento da pira”, relata. “É praticamente minha primeira vez no Rio, já que a primeira faz 25 anos e só fiquei dois dias. Cada dia vou assistir a um esporte diferente, mas meu favorito é o Badminton, pois eu jogava na época da faculdade”

Vivian é uma veterana de Olimpíadas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Vivian é uma veterana de Olimpíadas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ela conta ainda que essa é a sexta vez que visita algum país durante a Olimpíada. “Estive em Los Angeles (1984), Atlanta (1996), Sidney (2000), Atenas (2004), Londres (2012) e agora no Brasil. Mas nunca assisti a uma cerimônia de abertura ao vivo, essa foi a primeira vez”.

Para Cora Bagola a cerimônia brasileira foi melhor do que a de Londres, em 2012. “Gostei muito da forma como os espelhos se transformaram em plantas e também o fato de cada atleta plantar uma muda. Eles estão realmente fazendo algo para salvar o planeta, não é apenas um discurso”, relata a americana que foi ao Maracanã enrolada na bandeira da Romênia. “Minha família é romena, mas sou a primeira a nascer em solo americano. Vim torcer pela Romênia, mesmo sem termos a presença das ginastas que não se classificaram.”

A americana Cora veio torcer pela Romênia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A americana Cora veio torcer pela Romênia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Também enrolado na bandeira de seu país, o argentino Martin Kleber achou um pouco cansativo o desfile dos atletas. “Foi demorado, mas nada demais também. Gostei da parte tecnológica e criativa”, relata o hermano que já esteve nos jogos de Londres (2012) e Sidney (2000). “Aqui vim torcer pela natação, basquete e hóckey sobre grama. Deixo o futebol apenas para a Copa do Mundo”, finaliza.

Apesar de não ter sido uma cerimônia com grandes cenários e fantasias luxuosas, a abertura no Rio de Janeiro levantou o público em diversos momentos, entre eles quando Jorge Ben Jor interpretou a canção “País Tropical” à capela. Entre as delegações mais aplaudidas estavam a da Alemanha, a dos refugiados e a brasileira, que encerrou o desfile.