A sede dos Jogos Pan-americanos 2007 é a famosa cidade do Rio de Janeiro. Conhecida mundialmente pelas belas praias, pelo carnaval e alegria do povo carioca, a capital teve que se adaptar para receber os jogos.
Para isso, foram ampliados o sistema de transporte e a capacidade hoteleira da cidade. De acordo com a Secretaria de Turismo do Rio, a expectativa é de que a capital carioca receba cerca de 500 mil visitantes durante os 17 dias de competições, entre turistas e delegações.
O bairro da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, irá abrigar a vila olímpica. No local foram construídos apartamentos com uma e até quatro suítes para receber oito mil atletas. Serão 420 mil metros quadrados de vila que contará com transporte interno.
Locais dos jogos:
Temperatura média em julho: 23ºC
Telefones Úteis:
Ingressos para os jogos: estes poderão ser adquiridos no site oficial da prova: www.rio2007.org.br
Passeios: para saber mais sobre o Rio de Janeiro e conhecer os principais pontos turísticos da cidade clique aqui.
Atletismo · 06 jan, 2007
A sede dos Jogos Pan-americanos 2007 é a famosa cidade do Rio de Janeiro. Conhecida mundialmente pelas belas praias, pelo carnaval e alegria do povo carioca, a capital teve que se adaptar para receber os jogos.
Para isso, foram ampliados o sistema de transporte e a capacidade hoteleira da cidade. De acordo com a Secretaria de Turismo do Rio, a expectativa é de que a capital carioca receba cerca de 500 mil visitantes durante os 17 dias de competições, entre turistas e delegações.
O bairro da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, irá abrigar a vila olímpica. No local foram construídos apartamentos com uma e até quatro suítes para receber oito mil atletas. Serão 420 mil metros quadrados de vila que contará com transporte interno.
Locais dos jogos:
Temperatura média em julho: 23ºC
Telefones Úteis:
Ingressos para os jogos: estes poderão ser adquiridos no site oficial da prova: www.rio2007.org.br
Passeios: para saber mais sobre o Rio de Janeiro e conhecer os principais pontos turísticos da cidade clique aqui.
Triathlon · 06 jan, 2007
História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.
Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso, acreditavam os treinadores, que seus atletas descansariam do atletismo. Mas para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.
Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.
Surgiu então o Triathlon, que passou por várias modificações até a forma olímpica atual (1,5km da natação, 40km de bike e 10km de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Mas isso só aconteceu depois de 16 anos.
Brasil - O triathlon só integrou os Jogos Pan-Americanos no ano de 1995 em Mar del Plata, Argentina. De lá para cá o Brasil conquistou três medalhas na modalidade. A primeira foi o ouro com Leandro Macedo no ano de estréia do triathlon. Depois foi a vez de Carla Moreno conquistar a prata em 1999, nos Jogos de Winnipeg, no Canadá. Em 2003 Virgílio de Castilho também foi prata, em Santo Domingo, na República Dominicana.
Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5km de natação, 40km de bike e 10km de corrida.
Na natação os participantes podem nadar do jeito que bem entender, desde que não use objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºc.
Na etapa de bicicleta, há diversas especificações desse equipamento como, por exemplo, os dois pneus devem ser do mesmo tamanho, entre outras regras. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.
A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.
Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br
Triathlon · 28 dez, 2006
Já estão abertas as inscrições para um dos principais eventos de triathlon na América do Sul, a 16ª edição do Triathlon Internacional de Santos. Serão cerca de 1000 competidores, de 25 estados e de outros países.
A expectativa mais uma vez fica por conta de uma dobradinha verde e amarela no feminino e no masculino. Os brasileiros que venceram até hoje são Leandro Macedo, em 1996, Sandra Soldan, Gisele Bertucci e Carla Moreno.
Para efetuar a inscrição basta preencher um formulário no site do evento, o www.internacionaldesantos.com.br, comparecer a um dos postos oficiais relacionados na página oficial, ou se dirigir à na Loja Fit (R. Fernão Dias, 42).
A competição é o primeiro grande teste da temporada para todos os triatletas, que vão disputar 1,5 km de natação; 40 km de ciclismo e 10 km de corrida, com largada e chegada na Praia do Boqueirão. O percurso será plano e no trecho de bike eles vão chegar até a Rodovia dos Imigrantes.
Além de promover um nível técnico excelente, o Triathlon Internacional de Santos é uma grande festa da modalidade. Estimamos a presença de mais de seis mil pessoas de fora, incluindo os acompanhantes dos triatletas, comenta Núbio de Almeida, organizador do evento.
Destaques - Nomes de destaque na modalidade já deixaram sua marca no evento, como os norte-americanos Scott Molina, vencedor da disputa inicial, em 1992, e Ken Glah, que faturou em 95, mas o grande nome é Oscar Galindez. O argentino radicado em Santos foi pódio nas 13 vezes que competiu e obteve sete vitórias (93, 94, 98, 2000, 2001, 2003 e 2006) e cinco vice-campeonatos.
Entre as mulheres, o destaque é a australiana Michelle Jones, pentacampeã em 96, 97, 98, 99 e 2001. Outra estrela é a canadense Carol Montgomery, tricampeã em 94, 95 e 2002, vice em 2005 e 3ª colocada em 2006.
Atletismo · 23 dez, 2006
O ano está no fim. Para o atletismo, 2006 foi bom. O número de corridas de rua cresceu no Brasil. Não é preciso fazer uma pesquisa apurada para verificar esse crescimento. Basta observar. Todos os domingos as cidades brasileiras, principalmente a capital paulista, reúnem centenas de pessoas, todas em busca de um único objetivo: qualidade de vida.
E para seguir esse mercado, que cresce progressivamente, São Paulo realizou no mês de agosto a primeira feira voltada ao pedestrianismo. A Running Show aconteceu na Bienal do Ibirapuera e reuniu diversos expositores da área com stands de acessórios, calçados, vestuários, assessorias esportivas, nutrição, suprimentos, organização de provas, publicações, sites, medicina esportiva, tecnologia, academias e marketing institucional.
Foi também em 2006 que o Brasil se destacou no exterior. O brasiliense Marílson Gomes dos Santos conquistou o primeiro lugar da Maratona de Nova York, uma das mais importantes do mundo.
Além disso, ele desbancou naquela prova, realizada no começo de novembro, o queniano Paul Tergat, recordista da modalidade. Depois da vitória em Nova York, Marílson virou celebridade nos Estados Unidos e ganhou mais reconhecimento no Brasil.
Mas não foi só de alegrias que o ano se consolidou. Durante o Troféu Brasil de Atletismo, em São Paulo, a árbitra Lia Mara Lourenço foi atingida no pé por um dardo. O acidente causou correria no Estádio Constâncio Vaz Guimarães, mas depois do susto ela ficou bem.
2006 também ficou marcado pela morte da triathleta Fernanda Schiliró. Ao treinar de bike na rodovia Castello Branco (SP), a brasileira se desequilibrou e foi atropelada. O acidente serviu como alerta aos esportistas que treinam nas estradas.
Muita coisa aconteceu em 2006. Mas o ano que está por vir promete mais. No mês de julho acontece os Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro. A competição reunirá os melhores atletas do país que vão lutar por medalhas douradas. Com certeza a torcida verde e amarela será grande para os atletas canarinhos. Vamos aguardar.
Triathlon · 21 dez, 2006
Conforto, produção de energia e aerodinâmica. Essas são as três considerações básicas do ciclista. Uma bicicleta não é barata. Então, já que você vai gastar uns milhares de reais com esse equipamento, faça com que seu investimento valha a pena. Sua bike tem que vestir como uma luva.
Para achar o melhor ajuste, você terá que colocar na balança estes elementos e considerar suas características individuais, incluindo seu tipo físico, tipo de ciclismo que você pratica (MTB, contra-relógio, com vácuo ou sem, longa distância ou curta), seu nível competitivo, experiência, e ainda sua biomecânica e estilo de pedalada. Vale considerar alguma lesão ou desequilíbrio prévio que você possua.
Um bom ajuste da sua bike pode maximizar seu conforto e conseqüentemente sua potência. O conforto para um ciclista é fundamental até porque a falta de conforto limita a sua potência, isso é fato.
Tem-se observado ciclistas com uma posição aerodinâmica muito agressiva, mas com baixa produção de potência, demonstrando ser apenas desconfortável. Em muitos casos, se colocarmos o ciclista menos aero e mais confortável, ele será mais rápido.
Contudo, não podemos esquecer que conforto é relativo. Por exemplo, um ciclista de contra-relógio sacrifica mais seu conforto, mas ele fica relativamente menos tempo na bike. Se você é um ciclista novo, você precisará de um período de adaptação para seu corpo se ajustar. Algum desconforto é normal, mas o ciclismo não pode ser doloroso.
Dores nas costas, no pescoço ou nas articulações devem ser motivo de preocupação, talvez até necessitando uma reavaliação da posição ou até da mecânica da pedalada. Já as dores na região do períneo (contato com o selim) podem ser resolvidas com a troca do selim ou com um simples ajuste na sua regulagem.
Considere o tipo de ciclismo que você irá praticar. Para atletas competitivos, o posicionamento para uma maior obtenção de potência e aerodinâmica é de fundamental importância.
Pense quanto tempo você irá gastar em cima de sua bicicleta, o tipo de prova que você irá fazer e a intensidade de seu ciclismo (seja realista). Como exemplo, considere dois triathletas iguais em todos os aspectos, com exceção que um irá competir em provas curtas (sprints e olímpicos) e o outro ira fazer um ironman.
Conforto deve ser a grande consideração para o triathleta de ironman, que gasta horas em cima da sua bike, enquanto a aerodinâmica do atleta de provas curtas dever ser a grande preocupação.
A posição aerodinâmica é a chave para triathletas e ciclistas contra-relógios, pois ate 80% da resistência no ciclismo vem da força aerodinâmica. Vale lembrar que triathletas devem gastar horas na bike e depois ainda devem correr; também por causa disso, sua posição deve ser menos agressiva que a dos ciclistas (contra-relógio), mesmo estes parecendo ser similares. Notem que estamos falando de provas sem vácuo.
Levando-se em conta a individualidade de cada um, os atletas competitivos devem achar sua melhor posição para acentuar sua força. Podemos citar como exemplo um ciclista escalador que geralmente usa seu selim um pouco mais alto com um avanço e o guidão menores. Enquanto um sprintista prefere o guidão maior, com manetes paralelas ao chão, tacos levemente adiantados e um pé de vela menor. Já os atletas de estrada devem achar um meio termo onde se sintam confortáveis para passar horas.
O ajuste de sua bike pode ser feito num processo de tentativa e erro. Mas, não esqueça antes de mover ou trocar algum componente. Meça e marque sua posição para se certificar que será realmente necessário fazer alguma troca. Qualquer mudança deve ser gradual e lenta, pois o corpo precisa de tempo para se ajustar.
O fato de cada pessoa ser única, não torna fácil o ajuste do atleta na bike. Alguns têm o dorso maior, outros a perna ou os braços. Tudo varia de pessoa para pessoa, as vezes existe até diferença entre o lado direito e o lado esquerdo. As costas podem ser mais curvas ou mais planas na posição de força, os pés podem ter um ângulo mais para dentro ou mais para fora. Tudo isso deve ser levado em consideração na hora de ajustar a posição na bike.
Músculos desbalanceados, falta de flexibilidade e lesões podem interferir significativamente no ajuste. Quando você está lesionado, seu corpo compensa usando diferentes músculos para fazer o trabalho que seria da área lesionada. Mesmo depois de sanada a lesão você continua a trabalhar na mesma posição compensatória. Por tudo isso, o melhor e procurar um profissional especializado.
Creio que a melhor forma de determinar a mudança na bike é observar cuidadosamente como o atleta se posiciona na bike. Recomenda-se usar um rolo e uma filmadora. Assim pode-se visualizar o ciclista de vários ângulos e rever em câmera lenta, para junto com o ciclista observar melhor. Se possível usar um medidor de potência, para mensurar se o ajuste foi proveitoso. É importante distinguir quando acontece uma perda de potência ou algum desconforto, se foi pelo ajuste ou por algum mau hábito ou postura errada do atleta.
Atletismo · 20 dez, 2006
É comum que nós, mulheres, em alguma fase da vida, tenhamos uma deficiência de ferro (Fe) no organismo. Isso pode acontecer por diversos motivos, entre eles: um ciclo menstrual bastante intenso, uma dieta pobre em alimentos que contenham ferro (feijão, couve, espinafre, brócolis, beterraba, folhas verde escuras em geral), a não ingestão de carne vermelha.
Aqui vão duas dicas interessantes que envolvem a alimentação e a absorção do ferro pelo organismo:
1- Quando ingerir um alimento que contenha ferro procure comer também algum alimento que contenha vitamina C. É que a vitamina C, ingerida na mesma refeição que o ferro, potencializa a absorção do mesmo pelo organismo. Ex: temperar uma salada de folhas verde escura com algumas gotinhas de limão já é o suficiente.
2- Se for comer algum alimento com ferro evite tomar leite e/ou iogurte na mesma refeição. O cálcio (Ca), presente no leite, ao contrário da vitamina C, inibe a absorção do ferro pelo organismo. Ex: um bebê, que ainda mama e está começando a comer, não deve receber comida e logo na seqüência o peito ou a mamadeira. O organismo dele não vai absorver o ferro do alimento como deveria, além do que, se este for um hábito constante, este bebê pode vir a desenvolver uma anemia.
E qual a importância do Ferro no treinamento? O ferro participa do processo de produção da hemoglobina. E é a hemoglobina quem transporta o oxigênio (O2) pelo nosso corpo através do sangue. Quando treinamos, o corpo precisa de O2 na musculatura, que está sendo requisitada. Se o ferro está baixo, a hemoglobina está baixa, o transporte de O2 fica comprometido e o rendimento cai. Ou seja, se a sua hemoglobina está baixa, provavelmente seu rendimento também vai cair, além do cansaço, queda na disposição, sonolência.
Por isso é sempre bom ter hábitos saudáveis, como treinar com freqüência, ter uma dieta rica em nutrientes, fazer um check-up anual, evitar o tabagismo, etc. E fique de olho, se perceber que seu rendimento está caindo, converse com seu treinador, um dos motivos pode ser o ferro baixo.
Curiosidade - Você sabia que ao se cortar e acidentalmente sujar a camiseta de sangue e não lavá-la depois de alguns dias, ela vai começar a enferrujar. Como já expliquei antes o sangue contém ferro, responsável pelo processo de enferrujar. Até a próxima!
Caminhada · 14 dez, 2006
A lei do Incentivo fiscal para o esporte foi aprovada nessa última quarta-feira pelo Senado Federal. A emenda da lei propõe isenção de impostos para as empresas que tiverem cotas de patrocínio esportivo, além de programas de auxílio-alimentação ao esportista e investimentos tecnológicos.
Agora a lei passará por nova votação na Câmara e o Ministério dos Esportes pretende que isso acontece ainda hoje (14). A proposta já recebeu algums críticas, porque o Ministério da Cultura achou que a lei iria concorrer com a Lei do incentivo à Cultura.
Porém, uma das emendas aprovada sugeriu que a lei não dispute com a cultura a mesma fonte de recursos. Com a nova lei o esporte deve receber cerca de R$ 500 milhões anuais.
Triathlon · 07 dez, 2006
A temporada 2007 da Confederação Brasileira de Triathlon começa no dia quatro de fevereiro. A primeira prova, que acontece nessa data, será o Campeonato Ibero-Americano de Fast Triathlon Feminino, no balneário de Camboriú, em Santa Catarina (SC). A competição também contará com a categoria masculina.
Além disso, 2007 será o ano dos Jogos Pan-Americanos, que serão realizados no Rio de Janeiro. A equipe brasileira para o triathlon está definida e o país será representado por Mariana Ohata, Sandra Soldan, Carla Moreno, Juraci Moreira, Antônio Marcos da Silva e Virgílio de Castilho.
Segundo a Confederação Brasileira de Triathlon, a primeira competição do ano servirá, dentre outras coisas, para os atletas brasileiros começar a obter ritmo de competição visando os Jogos Pan-Americanos.
Apesar de o pessoal estar voltando das férias, temos certeza de que teremos uma excelente representação, pois competiremos com força máxima, destacou o presidente da Cbtri, Carlos Alberto Machado Fróes.
Triathlon · 04 dez, 2006
A paulista Carla Moreno venceu a última etapa do Troféu Brasil de Triathlon no último domingo (3) em Santos e assegurou o pentacampeonato da competição; enquanto que o goiano Santiago Ascenço obteve a segunda colocação e comemorou o bicampeonato. A competição contou com cerca de 987 triatletas de 25 estados e de outros países.
Fábio Carvalho e Santiago disputavam o título e Fabinho fez a parte dele: venceu a prova, porém, a regularidade de Ascenço nas outras etapas fez com que ele obtivesse o título. Ele saiu da água na oitava colocação, forçou no ciclismo e na metade do percurso atingiu a vice-liderança para faturar o título por 1,5 pontos de diferença em relação a seu adversário (698,5 a 697).
Agora é buscar o tri em 2007 e por aí vai. Esse título encerrou uma temporada muito boa. No Troféu Brasil eu fui o mais constante. Fui o segundo colocado cinco vezes e venci outra etapa. Só o Fabinho venceu duas este ano. Esta etapa foi linda e o público ajudou muito, disse o campeão.
Já Fabinho venceu de ponta a ponta e recebeu uma calorosa recepção da torcida ao cruzar a linha de chegada com o tempo de 1h49min15. Foi um ano muito bom. Comecei com o vice no Internacional de Santos, fui o melhor brasileiro no Ironman Brasil e agora venci muito bem esta etapa, festejou. Nos dois anos anteriores eu fui o 3º colocado no ranking. Agora fui o vice, quem sabe em 2007 venha o título, disse.
Já entre as mulheres, Carla Moreno competiu sem muita pressão, pois até um 15º lugar a deixaria com o título. Porém, isso não desmotivou a triatleta, que liderou a prova toda e obteve a quinta vitória na competição com 2h04min51. Estou feliz de comemorar este resultado na minha casa, perto de todos que gostam de mim. Tive vários problemas este ano, mas passei por cima de tudo e consegui os meus dois objetivos, a vaga para os Jogos Pan-Americanos do Rio e agora o penta do Troféu Brasil.
A alemã Nina Kraft, segunda colocada, ameaçou Carla em alguns momentos, mas ao final foi desclassificada por ter contornado o ciclismo antes da placa de identificação. Assim, Ana Boccanera assumiu o segundo posto, mas não teve chances de tirar o título de Carla. Fiz o Circuito Mundial este ano e cheguei brigando pelo tri no Troféu Brasil. Foi o melhor ano da minha carreira, comentou Ana.
Vanessa Gianinni, de Campinas, foi a terceira colocada na etapa, seguida da prata da casa, Fernanda Garcia e por Taísa Gentina, representantes brasileiras nos Jogos Sul-Americanos de Buenos Aires. Fernandinha assegurou a sua melhor colocação no ranking final como profissional em quarto lugar, atrás da argentina Maria Soledad Omar.
Em 2007, a 17ª edição já está confirmada, com sete etapas. Serão quatro disputas em Santos, uma em São Paulo (na USP), uma em Goiânia e uma em Nova Lima (MG). ). Tivemos um ano sensacional, com uma participação de atletas e público excelente. Só temos de comemorar esse sucesso e trabalhar cada vez mais para sempre colaborar com o triathlon brasileiro, destacou Núbio de Almeida, organizador do Circuito.
Triathlon · 01 dez, 2006
Os triatletas Fábio Carvalho e Santiago Ascenço brigam pelo título do Troféu Brasil de Triathlon, nesse domingo (3) na cidade paulista de Santos. Fabinho, como é chamado pelos amigos, corre por fora na disputa, já que Santiago é o atual líder do ranking.
O Santiago está muito bem, mas vou competir em casa e o público vai torcer por mim, comentou Fábio, que amargurou um quinto lugar na etapa anterior. Para faturar o título ele precisa vencer a prova e torcer para que o adversário chegue no máximo em terceiro lugar. É uma situação que pode acontecer normalmente. Sei que será difícil, mas tenho de acreditar, afirmou.
Mesmo se não levar o título, o atleta de 30 anos se diz feliz com a temporada 2006, com um vice-campeonato no Triathlon Internacional de Santos e o sextolugar no Ironman Brasil. Fiz 8h38, o tempo mais rápido de um brasileiro em um Ironman. Foi o melhor ano pela constância de bons resultados, concluiu.
A competição também vai definir a campeã na disputa feminina, que tem destaque para a santista Carla Moreno, líder do ranking, e Ana Boccanera, que busca o tricampeonato. Moreno venceu quatro etapas esse ano e uma vitória simples garante o título.
A prova terá largada e chegada na Praia do Gonzaga, com a distância de 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida para os profissionais, que largam a partir das 9h20. A programação da sétima e última etapa do Troféu Brasil de Triathlon começa às 8h, com os amadores. Eles terão que nadar 750 metros, pedalar 20 km e correr outros cinco.
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