Triathlon

Colucci participa de triathlon na Tailândia

Triathlon · 01 dez, 2006

O triatleta Reinaldo Colucci encerra a temporada 2006 no próximo domingo (3) na Tailândia, onde disputará o Laguna Phuket Triathlon, nas distâncias de 1,8 quilômetro de natação, 55 de ciclismo e 12 de corrida. A largada está marcada para as 8h local.

Essa é a 13ª edição da prova e ele foi convidado pelos organizadores para competir pela primeira vez. “É uma novidade para o Colucci, ele nunca participou. Então a prova ainda é um mistério”, avaliou Antônio Carlos do Amaral, técnico do triatleta. No páreo estarão 1.400 atletas, de 40 países.

A prova tem uma peculiaridade na disputa da natação. Os competidores vão nadar 1,2 quilômetros no mar, atravessar uma parte de terra e completar os outros 600 metros em uma lagoa. Greg Bennett e Craig Alexander, da Austrália; além de Bella Comerford, da Escócia, são outros estrangeiros que já confirmaram presença.

Última etapa do Troféu Brasil terá triathletas de peso

Triathlon · 28 nov, 2006

A sétima e última etapa do Troféu Brasil de Triathlon acontece no próximo domingo em Santos e a alemã Nina Kraft será um dos grandes destaques da competição. Aos 38 anos, ela venceu o Ironman do Havaí em 2004, mas teve o título caçado por causa de doping.

Esse ano ele retornou para as competições e no início do ano participou do Triathlon Internacional de Santos. “Foi uma grande experiência ter participado, pela primeira vez, de uma prova olímpica. O treinamento é diferente e algumas características, principalmente a transição, que é muito rápida. Perdi. Se tivesse mais vivência, poderia ser melhor”, comentou Nina sobre o Triathlon Internacional, prova que lhe garantiu o segundo lugar.

Mas o campeonato do Troféu deve ficar com a brasileira Carla Moreno. Vencedora de quatro etapas do circuito Carla Moreno quer comemorar o pentacampeonato em Santos, cidade onde mora há mais de dois anos. A vantagem na pontuação é cômoda, mas a atual bicampeã do Troféu Brasil, a carioca Ana Boccanera, segue “viva” na competição e pode virar o jogo, caso vença a etapa e Carla não tenha uma boa atuação.

A etapa final do Troféu Brasil terá largada e chegada na Praia do Gonzaga. Os competidores profissionais largam às 9h20 para completar 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Os amadores começam a competir mais cedo, às 8h, e farão metade do percurso.

Prova de Pirassununga encerra Circuito Long Distance

Depois de três etapas, a vitória do Circuito Reebok Triathlon Long Distance desse ano ficaram para o paulista Fred Monteiro e a paranaense Yana Glaser. Eles garantiram o campeonato nesse domingo na última prova do circuito que aconteceu em Pirassununga, São Paulo. Apesar de não terem vencido a terceira prova, ambos somaram pontos que garantiram a liderança do Long Distance.

A etapa final da prova foi disputada com tempo fechado em Pirassununga, o que amenizou um pouco para os mais de 500 triathletas que disputaram a prova que contou com 1,9km de natação, 90km de ciclismo e 21km de corrida.

No masculino, Juraci Moreira, que vai representar o país no Pan de 2007, e o vice-líder Fred Monteiro, foram os primeiros a completarem a natação. Após os 90 km de ciclismo, Mauro Conceição encostou nos líderes e iniciou na frente os 21km da corrida. Com um ritmo forte, ele manteve a ponta e levou junto Guilherme Manocchio, que ficou com o vice. Fred Monteiro também conseguiu segurar a terceira colocação e garantir o título de 2006.

“Foi um ano muito bom e não poderia terminar da melhor forma. Forcei demais no ciclismo e sofri bastante na corrida. Mas, felizmente, pude manter o terceiro lugar e sair daqui com o título”, explicou o santista Fred Monteiro. “Agora é descansar e mais tarde pensar na próxima temporada, quando quero tentar o bi no Reebok Triathlon Long Distance e o Ironman Brasil”, finalizou.

Já o vencedor Mauro Conceição comemorou seu melhor resultado da carreira e o excelente tempo obtido, abaixo de 4 horas. “O clima ameno acabou ajudando um pouco. Este foi meu principal resultado nestes dois anos de carreira e, certamente, vai me ajudar muito. Afinal, hoje fiz minha segunda prova com estas distâncias”, explicou o triathleta de 22 anos e que há duas temporadas compete como profissional.

No feminino, a triathleta alemã Nina Kraft mostrou porque é uma das melhores do mundo neste tipo de prova. Ela ficou atrás de Carla Moreno na natação, mas chegou tirar a diferença no ciclismo. No começo da primeira volta da corrida, alcançou e superou a brasileira, abrindo boa vantagem para garantir o título. “Foi um grande evento e a Carla valorizou minha vitória. Estou super contente por ter vindo aqui e conseguido fazer uma boa apresentação”, disse a vencedora, que em 2004 ganhou o Ironman do Havaí, mas perdeu o título após a confirmação de doping.

Carla, por sua vez, ressaltou a qualidade da alemã. “Ela é muito forte e mostrou porque tem tantas conquistas. Fiz o meu máximo e tentei vencer em todos os momentos, mas não consegui superá-la. O que me deixa contente é ver que andei bem mais próximo dela, especialmente na bike”, afirmou a campeã de 2005 e vice deste ano. Carla representará o país no Pan 2007.

O título do circuito ficou com Yana Glaser, de 26 anos, uma das revelações do esporte. Com a boa vantagem em relação à Carla Moreno na briga pelo título, ela fez uma prova mais cautelosa, sem forçar demais, terminando na sétima colocação. “A temporada foi muito boa e obter este título disputando com triathletas tão fortes me deixa muito contente”, explicou a paranaense.


Prova de Pirassununga encerra Circuito Long Distance

Triathlon · 27 nov, 2006

Depois de três etapas, a vitória do Circuito Reebok Triathlon Long Distance desse ano ficaram para o paulista Fred Monteiro e a paranaense Yana Glaser. Eles garantiram o campeonato nesse domingo na última prova do circuito que aconteceu em Pirassununga, São Paulo. Apesar de não terem vencido a terceira prova, ambos somaram pontos que garantiram a liderança do Long Distance.

A etapa final da prova foi disputada com tempo fechado em Pirassununga, o que amenizou um pouco para os mais de 500 triathletas que disputaram a prova que contou com 1,9km de natação, 90km de ciclismo e 21km de corrida.

No masculino, Juraci Moreira, que vai representar o país no Pan de 2007, e o vice-líder Fred Monteiro, foram os primeiros a completarem a natação. Após os 90 km de ciclismo, Mauro Conceição encostou nos líderes e iniciou na frente os 21km da corrida. Com um ritmo forte, ele manteve a ponta e levou junto Guilherme Manocchio, que ficou com o vice. Fred Monteiro também conseguiu segurar a terceira colocação e garantir o título de 2006.

“Foi um ano muito bom e não poderia terminar da melhor forma. Forcei demais no ciclismo e sofri bastante na corrida. Mas, felizmente, pude manter o terceiro lugar e sair daqui com o título”, explicou o santista Fred Monteiro. “Agora é descansar e mais tarde pensar na próxima temporada, quando quero tentar o bi no Reebok Triathlon Long Distance e o Ironman Brasil”, finalizou.

Já o vencedor Mauro Conceição comemorou seu melhor resultado da carreira e o excelente tempo obtido, abaixo de 4 horas. “O clima ameno acabou ajudando um pouco. Este foi meu principal resultado nestes dois anos de carreira e, certamente, vai me ajudar muito. Afinal, hoje fiz minha segunda prova com estas distâncias”, explicou o triathleta de 22 anos e que há duas temporadas compete como profissional.

No feminino, a triathleta alemã Nina Kraft mostrou porque é uma das melhores do mundo neste tipo de prova. Ela ficou atrás de Carla Moreno na natação, mas chegou tirar a diferença no ciclismo. No começo da primeira volta da corrida, alcançou e superou a brasileira, abrindo boa vantagem para garantir o título. “Foi um grande evento e a Carla valorizou minha vitória. Estou super contente por ter vindo aqui e conseguido fazer uma boa apresentação”, disse a vencedora, que em 2004 ganhou o Ironman do Havaí, mas perdeu o título após a confirmação de doping.

Carla, por sua vez, ressaltou a qualidade da alemã. “Ela é muito forte e mostrou porque tem tantas conquistas. Fiz o meu máximo e tentei vencer em todos os momentos, mas não consegui superá-la. O que me deixa contente é ver que andei bem mais próximo dela, especialmente na bike”, afirmou a campeã de 2005 e vice deste ano. Carla representará o país no Pan 2007.

O título do circuito ficou com Yana Glaser, de 26 anos, uma das revelações do esporte. Com a boa vantagem em relação à Carla Moreno na briga pelo título, ela fez uma prova mais cautelosa, sem forçar demais, terminando na sétima colocação. “A temporada foi muito boa e obter este título disputando com triathletas tão fortes me deixa muito contente”, explicou a paranaense.

Brasileiro é o 9º colocado do Deca Iron Triathlon

Triathlon · 24 nov, 2006

O brasileiro Sérgio Cordeiro ficou entre os top dez do Deca Iron Triathlon Challenge 2006, uma das provas mais difíceis do mundo, que aconteceu na cidade de Monterey, México. A competição durou dez dias e nesse período todo o dia os participantes enfrentavam um ironman, ou seja, 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida.

Cordeiro conquistou o nono lugar da prova. Atual campeão mundial de ultra triathlon, ele foi o único brasileiro da competição, que contou com atletas de diversas nacionalidades. “A prova acredito ser um dos desafios mais exaustivos no qual já participei. Não só pela distância, mas por sua grandiosa estrutura, que ainda nós brasileiros tanto buscamos. Os dez dias de prova, apesar de seus intervalos diários, parecem não existir, pois a cada dia parecia que as noites eram tão curtas a ponto de termos a sensação de não existir”, revela Cordeiro.

Segundo o brasileiro, a competição foi um pouco diferente das quais ele participa. “Eu tive que fazer um ironman por dia e o ritmo da prova era muito forte. Parecia que eu estava fazendo simplesmente um iron e assim era o pensamento a cada dia”.

Além da participação, o atleta conquistou uma vaga no time composto por nove selecionados pela Federação Internacional de Ultra Triathlon (IUTA). Esta vaga lhe garante um patrocínio internacional para a temporada do Circuito Mundial em 2007, que pretende buscar o bicampeonato.

Nike Plus chega às lojas brasileiras

Atletismo · 24 nov, 2006

O último lançamento da Nike, que causou furor entre os americanos, chega às lojas brasileiras. O modelo de tênis Nike Plus, uma parceria da marca com a Apple, interage com os aparelhos de MP3 Ipod nano.

Um chip localizado na sola do tênis irá armazenar dados da corrida e passa-los para o Ipod. Dessa forma o corredor terá informações de tempo, distância, queima de calorias e ritmo do exercício que podem ser acessadas no aparelho. Segundo a marca, o retorno do desempenho em tempo real também é proporcionado nos fones de ouvido.

O kit esportivo, chip e adaptador do nano, custa em média R$159,90. Já a braçadeira da Nike para o Ipod tem o preço sugerido de R$149,90. Mas vale lembrar que não é todo tênis que aceita o chip. Por enquanto no Brasil, o único tênis que integra esta nova tecnologia é o modelo Nike Air Max Moto IV. Este pode ser encontrado nas principais lojas esportivas do país e custa em média R$379,90.

O tênis é indicado para pisada neutra e segundo a marca, foi desenvolvido especialmente para corredores que procuram ajuste, amortecimento e estabilidade em seus treinos. O cabedal é em tramas abertas para maior respiro e painel em material sintético para maior suporte. O Air Max Moto IV tem versão masculina e feminina. O kit Nike Plus pode ser testado em todas as Nike Store de São Paulo.

Long Distance terá atletas estrangeiros

Triathlon · 23 nov, 2006

O Reebok Triathlon Long Distance, que acontece no próximo domingo (27) em Pirassununga, vai contar com diversos atletas de outros países, que prometem complicar a prova dos brasileiros. Sam Renoulf, da Inglaterra, e Elizabeth Hessing, da Dinamarca estarão presentes para a disputa dos 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida.

Os dois estão no Brasil sob a supervisão técnica do treinador Cali, em São Carlos e pretendem competir como forma de avaliação desses treinamentos. “São dois atletas do exterior, que sempre podem apresentar novidades e surpreender. Não será a primeira vez que veremos isso”, explica Célio Balieiro, organizador do evento.

A largada da competição acontece às 8h na Academia da Força Aérea de Pirassununga e em jogo está uma premiação de 14 mil reais. Para abrir o evento, sábado acontece a disputa do Short Triatlhon, nas distâncias de 900m de natação; 22,5k de ciclismo e 6k de corrida a partir das 15h.

O que é o VO2 máximo?

Uma dúvida que aparece bastante entre meus alunos é sobre o VO2máx. O que é, para que serve e qual a diferença entre homens e mulheres costumam ser as perguntas mais freqüentes. Neste artigo vou tentar responder a essas questões de uma maneira simples.

O VO2máx é o volume máximo de oxigênio que o corpo consegue “pegar” do ar que está dentro dos pulmões, levar até os tecidos através do sistema cardiovascular e usar na produção de energia, numa unidade de tempo. Este valor pode ser obtido indireta (através de diferentes testes, cada qual com seu protocolo e suas fórmulas) ou diretamente (pelo teste ergoespirométrico).

O teste ergoespirométrico, conhecido de muita gente (aquele teste que o corredor faz na esteira com uma máscara no rosto e um monte de eletrodos no corpo), além do VO2máx, encontra também os limiares anaeróbicos L1 e L2, que ajudam muito no treinamento (estes limiares são normalmente fornecidos em velocidade e/ou freqüência cardíaca – FC).

Com esses dados é possível planejar um treino mais estruturado. Veja o exemplo do treino com a FC ou velocidade de corrida:

- abaixo do L1: regenerativo
- entre L1 e L2: aeróbico. O corredor consegue manter o ritmo por bastante tempo
- acima do L2: intenso/anaeróbico. Quanto mais longe do L2, menor o tempo que o corredor consegue manter o ritmo

É claro que com os dados obtidos no teste, seu treinador conseguirá periodizar melhor seu treino de acordo com seus objetivos pessoais.

Mas engana-se quem acha que o VO2máx é uma variável como a freqüência cardíaca, que você pode medir com um frequencímetro. O VO2máx é usado para medir o “condicionamento” e o quão “condicionável” é o indivíduo. Costuma ser o melhor índice fisiológico para classificação e triagem de atletas. E mais, normalmente é genético, não podendo ser melhorado muito acima de 20 ou 30%. Além disso, alguns outros fatores também influem no seu valor, tais como:

- taxa de gordura. Quanto maior a taxa de gordura do indivíduo, menor seu VO2máx;
- idade. Quanto maior a idade, menor o VO2máx;
- musculatura. Quanto maior a musculatura, maior o VO2máx, entre outros.

Outra coisa que vale a pena ressaltar é que se o indivíduo for sedentário, provavelmente, com o treinamento, poderá ter seu VO2máx melhorado em até 30%. Já um atleta muito bem treinado, mesmo dando continuidade ao seu treinamento, dificilmente conseguirá melhorar seu VO2máx. Ou seja, quanto mais treinado for o indivíduo, menos ele pode melhorar seu VO2max, às vezes nem 1%. Porém, vale lembrar que mesmo sem aumentar seu consumo máximo de oxigênio, o desempenho deste indivíduo pode melhorar.

Utilidade do VO2 Máximo Imagine um homem sedentário que decide virar atleta profissional e fazer das corridas o seu ganha-pão? Ele faz um teste ergoespirométrico e seu VO2máx fica em torno de 35mL/kg/min, o que não é uma marca ruim para um sedentário.

Lembre-se que, por ser sedentário, seu VO2máx pode aumentar por volta de 30% com o treinamento, o que daria um valor aproximado de 45mL/kg/min. Este valor de VO2máx é bom se comparado à população em geral, mas muito abaixo do índice dos melhores maratonistas, que gira em torno de 70mL/kg/min. Isso significa que dificilmente ele conseguiria resultados expressivos em provas, ou seja, talvez fosse melhor que ele escolhesse outra carreira.

Mas isso não significa que este indivíduo não possa completar uma maratona. Claro que pode. E mais, se continuar com os treinos, consegue até superar suas próprias marcas.

É pelo fato do VO2max ser genético, que algumas pessoas, com apenas um pouco de treino, conseguem alcançar “tempos” que para nós, meros mortais, só com muito treino e às vezes, nem assim.

Diferença entre homens e mulheres - Vale lembrar que existem várias diferenças fisiológicas entre homens e mulheres. E o Vo2máx é uma delas. Estatisticamente falando, o VO2máx das mulheres costuma ser de 10 a 15% menor que o dos homens.

Vou ficando por aqui. Espero que tenha conseguido esclarecer algumas dúvidas.


O que é o VO2 máximo?

Atletismo · 22 nov, 2006

Uma dúvida que aparece bastante entre meus alunos é sobre o VO2máx. O que é, para que serve e qual a diferença entre homens e mulheres costumam ser as perguntas mais freqüentes. Neste artigo vou tentar responder a essas questões de uma maneira simples.

O VO2máx é o volume máximo de oxigênio que o corpo consegue “pegar” do ar que está dentro dos pulmões, levar até os tecidos através do sistema cardiovascular e usar na produção de energia, numa unidade de tempo. Este valor pode ser obtido indireta (através de diferentes testes, cada qual com seu protocolo e suas fórmulas) ou diretamente (pelo teste ergoespirométrico).

O teste ergoespirométrico, conhecido de muita gente (aquele teste que o corredor faz na esteira com uma máscara no rosto e um monte de eletrodos no corpo), além do VO2máx, encontra também os limiares anaeróbicos L1 e L2, que ajudam muito no treinamento (estes limiares são normalmente fornecidos em velocidade e/ou freqüência cardíaca – FC).

Com esses dados é possível planejar um treino mais estruturado. Veja o exemplo do treino com a FC ou velocidade de corrida:

- abaixo do L1: regenerativo
- entre L1 e L2: aeróbico. O corredor consegue manter o ritmo por bastante tempo
- acima do L2: intenso/anaeróbico. Quanto mais longe do L2, menor o tempo que o corredor consegue manter o ritmo

É claro que com os dados obtidos no teste, seu treinador conseguirá periodizar melhor seu treino de acordo com seus objetivos pessoais.

Mas engana-se quem acha que o VO2máx é uma variável como a freqüência cardíaca, que você pode medir com um frequencímetro. O VO2máx é usado para medir o “condicionamento” e o quão “condicionável” é o indivíduo. Costuma ser o melhor índice fisiológico para classificação e triagem de atletas. E mais, normalmente é genético, não podendo ser melhorado muito acima de 20 ou 30%. Além disso, alguns outros fatores também influem no seu valor, tais como:

- taxa de gordura. Quanto maior a taxa de gordura do indivíduo, menor seu VO2máx;
- idade. Quanto maior a idade, menor o VO2máx;
- musculatura. Quanto maior a musculatura, maior o VO2máx, entre outros.

Outra coisa que vale a pena ressaltar é que se o indivíduo for sedentário, provavelmente, com o treinamento, poderá ter seu VO2máx melhorado em até 30%. Já um atleta muito bem treinado, mesmo dando continuidade ao seu treinamento, dificilmente conseguirá melhorar seu VO2máx. Ou seja, quanto mais treinado for o indivíduo, menos ele pode melhorar seu VO2max, às vezes nem 1%. Porém, vale lembrar que mesmo sem aumentar seu consumo máximo de oxigênio, o desempenho deste indivíduo pode melhorar.

Utilidade do VO2 Máximo Imagine um homem sedentário que decide virar atleta profissional e fazer das corridas o seu ganha-pão? Ele faz um teste ergoespirométrico e seu VO2máx fica em torno de 35mL/kg/min, o que não é uma marca ruim para um sedentário.

Lembre-se que, por ser sedentário, seu VO2máx pode aumentar por volta de 30% com o treinamento, o que daria um valor aproximado de 45mL/kg/min. Este valor de VO2máx é bom se comparado à população em geral, mas muito abaixo do índice dos melhores maratonistas, que gira em torno de 70mL/kg/min. Isso significa que dificilmente ele conseguiria resultados expressivos em provas, ou seja, talvez fosse melhor que ele escolhesse outra carreira.

Mas isso não significa que este indivíduo não possa completar uma maratona. Claro que pode. E mais, se continuar com os treinos, consegue até superar suas próprias marcas.

É pelo fato do VO2max ser genético, que algumas pessoas, com apenas um pouco de treino, conseguem alcançar “tempos” que para nós, meros mortais, só com muito treino e às vezes, nem assim.

Diferença entre homens e mulheres - Vale lembrar que existem várias diferenças fisiológicas entre homens e mulheres. E o Vo2máx é uma delas. Estatisticamente falando, o VO2máx das mulheres costuma ser de 10 a 15% menor que o dos homens.

Vou ficando por aqui. Espero que tenha conseguido esclarecer algumas dúvidas.

Ivan Albano confirmado para o Long Distance

Triathlon · 21 nov, 2006

A terceira etapa do Triathlon Long Distance vai contar com a presença do triatleta paulista Ivan Albano, que vai disputar os 1,9 km de natação; 90 km de ciclismo e 21 km de corrida nesse domingo (26), em Pirassununga. Aos 32 anos, ele é especialista em longas distâncias e em outubro completou o Ironman do Havaí na 88ª colocação geral, 52º na categoria.

Em 2004 ele obteve um 10º lugar no Ironman Brasil, em 2005 foi quinto e resolveu participar do Ironman de Wisconsin, onde obteve a sétima colocação. Em 2006 ele foi o 10º no Meio Ironman Pucon (Chile), oitavo no Ironman Brasil e terceiro no Ironman 70.3 Brasil. No Reebok Triathlon Long Distance ele disputou a primeira etapa da temporada, em Ubatuba (SP) e terminou na quarta colocação.

Célio Balieiro, diretor geral da prova, comenta que a presença de Ivan aumenta o nível da competição. “Sua presença deixará a briga pelo primeiro lugar no masculino bastante interessante, sem falar que seu resultado na primeira etapa o credencia como um dos favoritos ao topo do pódio em Pirassununga”.

A disputa tem previsão de início para as 8h e os atletas vão largar da Academia da Força Aérea de Pirassununga. No sábado acontece a prova do Short Triatlon (900m/22.5k/6k), que abre oficialmente a programação.

Triatlhon brasileiro leva ouro no Sul-Americano

Triathlon · 21 nov, 2006

Os triatletas brasileiros que foram aos Jogos Sul-Americanos na Argentina não decepcionaram e mais uma vez mostraram que o esporte está em alta no país. As disputas aconteceram na cidade de Mal del Plata no último domingo (19) e o Brasil obteve o ouro por equipes no masculino, prata no feminino, ouro no individual feminino; além do ouro e prata no individual masculino.

Juraci Moreira e Bruno Matheus foram os dois melhores brasileiros na disputa individual, com o tempo de 2h00min30 e 2h01min48 respectivamente, seguidos pelo chileno Felipe Veliz. Com isso, além de garantir o ouro e a prata, o Brasil ainda ficou com o ouro por equipes.

Já entre as mulheres, Mariana Ohata foi a melhor colocada, com 2h13min20, seguida pela colombiana María Carmenza Morales, com 2h16min19 e pela chilena Bárbara Diaz. Taisa Gentina foi a nona colocada, com 2h28min10 e Fernanda Garcia foi a décima, com 2h29min11. Com essa combinação de resultados, o Brasil ficou com a medalha de prata por equipes.

Colucci é nono colocado em Mundial de Longa Distância

O brasileiro Reinaldo Colucci participou nesse domingo do Mundial de Longa Distância, que aconteceu na cidade de Canberra, Austrália, e conquistou o nono lugar da prova. O triathleta encerrou o percurso composto por quatro quilômetros de natação, 120 de ciclismo e 30 de corrida em 6h09min35.

Colucci admite não ter acertado na estratégia escolhida. "Meu dia não foi exatamente como eu previa. Fiz uma natação boa e saí da água em um grupo intermediário. Em torno dos 60 quilômetros do ciclismo, confesso que me empolguei por saber que estava em uma forma física muito boa. Abri distância do pelotão e agora vejo que foi uma atitude precipitada demais. Nos últimos quilômetros já sofria com o desgaste do ritmo forte que havia realizado. Entrei na corrida em quarto lugar onde permaneci até a metade da modalidade. Depois comecei a sofrer demais e não consegui manter minhas posições", comentou.

Segundo Colucci, essa prova serviu para ele aprender a analisar os erros e acertos e assim melhorar seu desempenho nos próximos desafios. "Estar entre os 10 melhores é excelente, mas não tenho dúvidas de que estava em condições de realizar uma prova melhor. Mesmo assim, prefiro ter errado por ter sido agressivo e lutado por uma colocação melhor do que ter ficado no pelotão e não ter arriscado como fiz", completou.

O vencedor foi o dinamarquês Torbjorn Sindballe que assumiu a liderança nos primeiros quilômetros do ciclismo e segurou a ponta até o final da disputa. Ele encerrou o circuito com o tempo de 5h59min13.


Colucci é nono colocado em Mundial de Longa Distância

Triathlon · 19 nov, 2006

O brasileiro Reinaldo Colucci participou nesse domingo do Mundial de Longa Distância, que aconteceu na cidade de Canberra, Austrália, e conquistou o nono lugar da prova. O triathleta encerrou o percurso composto por quatro quilômetros de natação, 120 de ciclismo e 30 de corrida em 6h09min35.

Colucci admite não ter acertado na estratégia escolhida. "Meu dia não foi exatamente como eu previa. Fiz uma natação boa e saí da água em um grupo intermediário. Em torno dos 60 quilômetros do ciclismo, confesso que me empolguei por saber que estava em uma forma física muito boa. Abri distância do pelotão e agora vejo que foi uma atitude precipitada demais. Nos últimos quilômetros já sofria com o desgaste do ritmo forte que havia realizado. Entrei na corrida em quarto lugar onde permaneci até a metade da modalidade. Depois comecei a sofrer demais e não consegui manter minhas posições", comentou.

Segundo Colucci, essa prova serviu para ele aprender a analisar os erros e acertos e assim melhorar seu desempenho nos próximos desafios. "Estar entre os 10 melhores é excelente, mas não tenho dúvidas de que estava em condições de realizar uma prova melhor. Mesmo assim, prefiro ter errado por ter sido agressivo e lutado por uma colocação melhor do que ter ficado no pelotão e não ter arriscado como fiz", completou.

O vencedor foi o dinamarquês Torbjorn Sindballe que assumiu a liderança nos primeiros quilômetros do ciclismo e segurou a ponta até o final da disputa. Ele encerrou o circuito com o tempo de 5h59min13.