Triathlon

Conheça os esportes que fazem parte do Pan

Atletismo · 07 mar, 2007

A primeira edição dos Jogos Pan-americanos, em 1951 na cidade de Buenos Aires (Argentina) contou com 19 esportes, enquanto em 2003, em Santo Domingo (República Dominicana), 35 modalidades estiveram envolvidas.

A escolha dos esportes tem como base os Jogos Olímpicos posteriores. Assim, no Rio de Janeiro estarão presentes os 28 esportes selecionados para a Olimpíada de Pequim (China), em 2008. Porém, uma modalidade que não estará na China é o futsal masculino. Este foi incluído no programa a pedido do Comitê Organizador do Rio 2007.

A Organização Desportiva Pan-americana (Odepa) aprovou a inclusão da modalidade e também incluiu no programa esqui aquático, karatê, patinação (artística e velocidade) e squash.

Assim, os esportes que estarão nos Jogos desse ano são:

  • Atletismo
  • Beisebol
  • Badminton
  • Basquete
  • Boxe
  • Canoagem
  • Ciclismo
  • Esgrima
  • Esportes Aquáticos (maratonas aquáticas, natação, nado sincronizado, pólo aquático e saltos ornamentais)
  • Futebol (Futsal)
  • Ginástica (artística, rítmica e trampolim acrobático)
  • Handebol
  • Hipismo
  • Hóquei sobre Grama
  • Judô
  • Karatê
  • Levantamento de Peso
  • Lutas
  • Patinação
  • Pentatlo Moderno
  • Remo
  • Softbol
  • Squash
  • Taekwondo
  • Tênis
  • Tênis de Mesa
  • Tiro com Arco
  • Tiro Esportivo
  • Triathlon
  • Vela
  • Vôlei (praia e quadra)

  • Ironman Brasil já está com inscrições abertas

    Já estão abertas as inscrições para a edição desse ano do Ironman Brasil, que acontece no dia 27 de maio na Praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC). Os interessados devem pagar uma taxa de US$ 350, pode ser dividida em três parcelas se for paga até dia 13 de março; em duas se for paga do dia 14 de março ao dia 13 de abril e em parcela única do dia 14 de abril ao dia primeiro de maio.

    Mais uma vez a prova será a única seletiva da América latina para a final do circuito Ironman, que acontece em outubro, no Havaí. Serão 50 vagas em disputa, o que atrai competidores de todo o mundo, que aproveitam para fazer turismo na região e contribuir com a renda local.

    Os triatletas vão enfrentar o desafio de 3,8 km de natação; 180 km de ciclismo e 41,2 km de corrida, na disputa por uma premiação de oito mil dólares para os campeões e 50 mil no total. “A cada edição a prova fica mais forte e competitiva e, além disso, conseguimos atingir o limite técnico de participantes. Foram 1220 atletas no ano passado e esperamos repetir essa marca neste ano”, comenta Carlos Galvão, diretor-geral do evento.

    Ano passado a vitória ficou o argentino radicado no Brasil Oscar Galindez e a dinamarquesa Lisbeth Kristensen, enquanto que os melhores brasileiros foram Fábio Carvalho, em sexto, e Fernanda Keller, em quinto.

    Para obter mais informações, ou para efetuar a inscrição para a competição, basta acessar o site www.ironmanbrasil.com.br.


    Ironman Brasil já está com inscrições abertas

    Triathlon · 06 mar, 2007

    Já estão abertas as inscrições para a edição desse ano do Ironman Brasil, que acontece no dia 27 de maio na Praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC). Os interessados devem pagar uma taxa de US$ 350, pode ser dividida em três parcelas se for paga até dia 13 de março; em duas se for paga do dia 14 de março ao dia 13 de abril e em parcela única do dia 14 de abril ao dia primeiro de maio.

    Mais uma vez a prova será a única seletiva da América latina para a final do circuito Ironman, que acontece em outubro, no Havaí. Serão 50 vagas em disputa, o que atrai competidores de todo o mundo, que aproveitam para fazer turismo na região e contribuir com a renda local.

    Os triatletas vão enfrentar o desafio de 3,8 km de natação; 180 km de ciclismo e 41,2 km de corrida, na disputa por uma premiação de oito mil dólares para os campeões e 50 mil no total. “A cada edição a prova fica mais forte e competitiva e, além disso, conseguimos atingir o limite técnico de participantes. Foram 1220 atletas no ano passado e esperamos repetir essa marca neste ano”, comenta Carlos Galvão, diretor-geral do evento.

    Ano passado a vitória ficou o argentino radicado no Brasil Oscar Galindez e a dinamarquesa Lisbeth Kristensen, enquanto que os melhores brasileiros foram Fábio Carvalho, em sexto, e Fernanda Keller, em quinto.

    Para obter mais informações, ou para efetuar a inscrição para a competição, basta acessar o site www.ironmanbrasil.com.br.

    SP Open de Biathlon começa no dia 31/03

    Triathlon · 06 mar, 2007

    No próximo dia 31 acontece em Santos a primeira etapa da 15ª edição do SP Open de Biathlon. A competição será realizada na Ponta da Praia e deve reunir atletas de todo país.

    De acordo com os organizadores, o SP Open foi criado com o objetivo de revelar novos talentos e incentivar a prática esportiva. Entre os grandes exemplos que iniciaram nesta disputa, está o olímpico Paulo Henrique Miyashiro.

    As inscrições para a prova já estão abertas e podem ser feitas no site oficial do evento (www.spopen.com.br). A segunda prova está marcada para o dia 12 de maio. Depois, os biathletas voltam a se enfrentar no dia 23 de junho e primeiro de setembro. A etapa decisiva será no dia 10 de novembro. Estarão em disputas as categorias individual, infantil (oito aos 11 anos) e superbi. Na individual, os competidores nadam 500 metros e correm três quilômetros.

    Divulgados os preços de ingressos para o Pan

    O Comitê organizador dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro divulgou que os preços dos ingressos vão variar entre R$ 10 e R$ 120, mas algumas competições como esqui aquático, maratona aquática, vela e provas de rua serão gratuitas. Ao todo, mais de 1,9 bilhões de ingressos estarão disponíveis para venda.

    Segundo os organizadores, “o objetivo é garantir a maior acessibilidade possível aos Jogos, oferecendo preços populares em todos os esportes e, inclusive, nas cerimônias de abertura e encerramento". Para assistir à cerimônia de abertura no melhor lugar, o setor A, será necessário desembolsar R$ 250, enquanto que o setor D será vendido ao preço de R$ 20.

    Para as finais de competições populares, como vôlei, vôlei de praia, futsal, basquete e ginástica, será cobrado R$ 120 no setor A e R$ 30 no setor C. Já as finais de handebol, hipismo e tênis terão ingressos a R$ 100 no melhor setor (A) e R$ 20 no de pior visualização (C).

    Já para a natação; judô e atletismo terão ingressos a R$ 50 no setor A; enquanto que o jogo final do futebol custará R$ 80 no melhor setor. Segundo o CO-Rio, os estudantes terão o desconto de meia entrada de acordo com as “políticas de descontos e gratuidade previstas pela legislação que estiver em vigor, mediante a devida comprovação”.

    Ainda segundo a entidade, para chegar a esses valores foi realizada uma pesquisa de mercado no Rio de Janeiro; São Paulo (capital e interior); Curitiba e Brasília. Os locais de venda ainda não foram divulgados.

    Atletismo – Estádio João Havelange

  • Setor A: R$ 50

  • Setor B: R$ 20

  • Setor C: R$ 10

    Maratona - Aterro do Flamengo

  • Evento gratuito

    Triathlon - Praia de Copacabana

  • Evento Gratuito


  • Divulgados os preços de ingressos para o Pan

    Atletismo · 06 mar, 2007

    O Comitê organizador dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro divulgou que os preços dos ingressos vão variar entre R$ 10 e R$ 120, mas algumas competições como esqui aquático, maratona aquática, vela e provas de rua serão gratuitas. Ao todo, mais de 1,9 bilhões de ingressos estarão disponíveis para venda.

    Segundo os organizadores, “o objetivo é garantir a maior acessibilidade possível aos Jogos, oferecendo preços populares em todos os esportes e, inclusive, nas cerimônias de abertura e encerramento". Para assistir à cerimônia de abertura no melhor lugar, o setor A, será necessário desembolsar R$ 250, enquanto que o setor D será vendido ao preço de R$ 20.

    Para as finais de competições populares, como vôlei, vôlei de praia, futsal, basquete e ginástica, será cobrado R$ 120 no setor A e R$ 30 no setor C. Já as finais de handebol, hipismo e tênis terão ingressos a R$ 100 no melhor setor (A) e R$ 20 no de pior visualização (C).

    Já para a natação; judô e atletismo terão ingressos a R$ 50 no setor A; enquanto que o jogo final do futebol custará R$ 80 no melhor setor. Segundo o CO-Rio, os estudantes terão o desconto de meia entrada de acordo com as “políticas de descontos e gratuidade previstas pela legislação que estiver em vigor, mediante a devida comprovação”.

    Ainda segundo a entidade, para chegar a esses valores foi realizada uma pesquisa de mercado no Rio de Janeiro; São Paulo (capital e interior); Curitiba e Brasília. Os locais de venda ainda não foram divulgados.

    Atletismo – Estádio João Havelange

  • Setor A: R$ 50

  • Setor B: R$ 20

  • Setor C: R$ 10

    Maratona - Aterro do Flamengo

  • Evento gratuito

    Triathlon - Praia de Copacabana

  • Evento Gratuito

  • Como posso reduzir o risco de lesões – parte I

    Acredito ser unânime a opinião de que toda e qualquer lesão é algo negativo, pois impede o atleta de continuar correndo e participando de provas, além de ser um estado doloroso e desagradável. Todavia, muitos companheiros da corrida treinam sem considerar aspectos importantes para reduzir o risco de que alguma lesão apareça.

    Quando falamos sobre lesões, o termo mais correto para utilizarmos é exatamente esse: risco de aparecimento, isto é, por mais cuidadosos ou negligentes que sejamos, não podemos garantir que nenhuma lesão ocorrerá nem tampouco que a mesma se instalará. O máximo que podemos fazer é aumentar ou diminuir a probabilidade de nos machucarmos. De qualquer modo, vamos abordar alguns fatores que estão comprovadamente associados à REDUÇÃO no aparecimento de lesões, sendo eles:

  • Em um estudo feito por Hreljac, Marshall e Hume (Méd. Sci. Sports and Exercise, 32(9):1635-41, 2000 Sep.), um grupo de corredores que apresentou menos risco de desenvolver lesões nas extremidades inferiores foi aquele apresentou uma melhor flexibilidade dos músculos ísquiotibiais (posteriores da coxa). Em outras palavras, sabe aquele alongamento que todos sabemos que devemos realizar com o mesmo capricho que o treino de corrida? Então, vale a pena investir no alongamento. Está comprovado que reduz a chance de você se machucar;

  • Ainda citando o mesmo estudo, ficou evidenciado que, indivíduos que possuem um padrão de corrida com menos impacto vertical, também estão no grupo de corredores menos propensos a desenvolver lesões nos membros inferiores. Isso quer dizer que devemos prestar mais atenção na técnica de corrida e que aquilo que os treinadores vivem falando e nos corrigindo tem uma razão de ser. Aproveito para dar uma dica importante: para atenuar o impacto vertical é importantíssimo aperfeiçoar a técnica dos 180 passos por minuto. Falaremos sobre este tema no próximo artigo.

    Em resumo, se você quer manter-se em forma e sem lesões, pode começar a alongar mais e investir em aperfeiçoar sua técnica de corrida. Mãos à obra!


  • Como posso reduzir o risco de lesões – parte I

    Atletismo · 05 mar, 2007

    Acredito ser unânime a opinião de que toda e qualquer lesão é algo negativo, pois impede o atleta de continuar correndo e participando de provas, além de ser um estado doloroso e desagradável. Todavia, muitos companheiros da corrida treinam sem considerar aspectos importantes para reduzir o risco de que alguma lesão apareça.

    Quando falamos sobre lesões, o termo mais correto para utilizarmos é exatamente esse: risco de aparecimento, isto é, por mais cuidadosos ou negligentes que sejamos, não podemos garantir que nenhuma lesão ocorrerá nem tampouco que a mesma se instalará. O máximo que podemos fazer é aumentar ou diminuir a probabilidade de nos machucarmos. De qualquer modo, vamos abordar alguns fatores que estão comprovadamente associados à REDUÇÃO no aparecimento de lesões, sendo eles:

  • Em um estudo feito por Hreljac, Marshall e Hume (Méd. Sci. Sports and Exercise, 32(9):1635-41, 2000 Sep.), um grupo de corredores que apresentou menos risco de desenvolver lesões nas extremidades inferiores foi aquele apresentou uma melhor flexibilidade dos músculos ísquiotibiais (posteriores da coxa). Em outras palavras, sabe aquele alongamento que todos sabemos que devemos realizar com o mesmo capricho que o treino de corrida? Então, vale a pena investir no alongamento. Está comprovado que reduz a chance de você se machucar;

  • Ainda citando o mesmo estudo, ficou evidenciado que, indivíduos que possuem um padrão de corrida com menos impacto vertical, também estão no grupo de corredores menos propensos a desenvolver lesões nos membros inferiores. Isso quer dizer que devemos prestar mais atenção na técnica de corrida e que aquilo que os treinadores vivem falando e nos corrigindo tem uma razão de ser. Aproveito para dar uma dica importante: para atenuar o impacto vertical é importantíssimo aperfeiçoar a técnica dos 180 passos por minuto. Falaremos sobre este tema no próximo artigo.

    Em resumo, se você quer manter-se em forma e sem lesões, pode começar a alongar mais e investir em aperfeiçoar sua técnica de corrida. Mãos à obra!

  • Sem um integrante, Brasil é terceiro no Fast Triathlon

    O Fast Triathlon masculino aconteceu nesse último domingo (4) na praia do Jurerê, em Florianópolis, Santa catarina. Ao todo os atletas enfrentaram três baterias com 250 metros de natação, quatro quilômetros de ciclismo e 1,5 km de corrida com duração média de 15 minutos cada.

    As equipes que participaram da prova, cada uma com três integrantes, foram Portugal, Venezuela, Argentina, Espanha, México e Brasil. O time canarinho foi composto por Virgílio de Castilho, Antônio Marcos e Bruno Matheus, que integrou a equipe de última hora para substituir Juraci Moreira, lesionado.

    O time mexicano mostrou forte ritmo e venceu a prova. O segundo lugar ficou com a Argentina. Já o bronze foi para o Brasil.

    Primeira bateria - Na primeira etapa a Espanha saiu na frente e liderou a natação e o ciclismo. Mas na corrida, o brasileiro Antônio Marcos, mais conhecido como Marquinhos, imprimiu um forte ritmo e assumiu a liderança, porém, ele não conseguiu manter a posição. Com isso o Brasil somou 33 pontos e ficou atrás apenas do México, que fez dobradinha (primeiro e segundo lugar), além de garantir 42 pontos.

    Segunda bateria - Após pequeno intervalo os participantes da prova partiram para segunda etapa. Novamente na natação a Espanha foi mais forte. E para o Brasil a competição não foi muito boa. Durante a bike, o atleta mexicano Sergio Aguilar caiu e o brasileiro Marquinhos não conseguiu desviar. Com o acidente o brasileiro saiu da competição. De acordo com os organizadores, ele foi levado ao hospital para fazer alguns exames como raio-x.

    O campeão da segunda etapa foi o mexicano Javier Sierra Rosas. Bruno foi o melhor brasileiro com o quarto lugar. Assim o México manteve a liderança com 76 pontos e o Brasil encerrou a segunda etapa com 55 pontos e apenas dois atletas para a próxima fase.

    Terceira bateria - Sem o Marquinhos, o Brasil saiu com desvantagem na terceira bateria. Mas a dupla brasileira foi a primeira que chegou na transição da natação para a bike, liderou no cisclismo e na corrida Virgilio manteve o primeiro lugar.

    Ele foi o melhor atleta da última etapa. Já Bruno chegou na quarta posição o que rendeu a medalha de bronze para a equipe brasileira. “Essas duas semanas que eu fiquei parado, não sei como consegui fazer isso na última bateria”, conta Virgilio que estava com uma lesão no púbis. “Mesmo com um a menos lutamos até o final”, acrescenta Bruno.


    Sem um integrante, Brasil é terceiro no Fast Triathlon

    Triathlon · 04 mar, 2007

    O Fast Triathlon masculino aconteceu nesse último domingo (4) na praia do Jurerê, em Florianópolis, Santa catarina. Ao todo os atletas enfrentaram três baterias com 250 metros de natação, quatro quilômetros de ciclismo e 1,5 km de corrida com duração média de 15 minutos cada.

    As equipes que participaram da prova, cada uma com três integrantes, foram Portugal, Venezuela, Argentina, Espanha, México e Brasil. O time canarinho foi composto por Virgílio de Castilho, Antônio Marcos e Bruno Matheus, que integrou a equipe de última hora para substituir Juraci Moreira, lesionado.

    O time mexicano mostrou forte ritmo e venceu a prova. O segundo lugar ficou com a Argentina. Já o bronze foi para o Brasil.

    Primeira bateria - Na primeira etapa a Espanha saiu na frente e liderou a natação e o ciclismo. Mas na corrida, o brasileiro Antônio Marcos, mais conhecido como Marquinhos, imprimiu um forte ritmo e assumiu a liderança, porém, ele não conseguiu manter a posição. Com isso o Brasil somou 33 pontos e ficou atrás apenas do México, que fez dobradinha (primeiro e segundo lugar), além de garantir 42 pontos.

    Segunda bateria - Após pequeno intervalo os participantes da prova partiram para segunda etapa. Novamente na natação a Espanha foi mais forte. E para o Brasil a competição não foi muito boa. Durante a bike, o atleta mexicano Sergio Aguilar caiu e o brasileiro Marquinhos não conseguiu desviar. Com o acidente o brasileiro saiu da competição. De acordo com os organizadores, ele foi levado ao hospital para fazer alguns exames como raio-x.

    O campeão da segunda etapa foi o mexicano Javier Sierra Rosas. Bruno foi o melhor brasileiro com o quarto lugar. Assim o México manteve a liderança com 76 pontos e o Brasil encerrou a segunda etapa com 55 pontos e apenas dois atletas para a próxima fase.

    Terceira bateria - Sem o Marquinhos, o Brasil saiu com desvantagem na terceira bateria. Mas a dupla brasileira foi a primeira que chegou na transição da natação para a bike, liderou no cisclismo e na corrida Virgilio manteve o primeiro lugar.

    Ele foi o melhor atleta da última etapa. Já Bruno chegou na quarta posição o que rendeu a medalha de bronze para a equipe brasileira. “Essas duas semanas que eu fiquei parado, não sei como consegui fazer isso na última bateria”, conta Virgilio que estava com uma lesão no púbis. “Mesmo com um a menos lutamos até o final”, acrescenta Bruno.

    USP delimita regras para treino de ciclistas

    A Prefeitura da Universidade de São Paulo criou algumas regras para que os ciclistas treinem no campus da capital. Desde abril do ano passado apenas professores, alunos, funcionários e outras pessoas vinculadas à Universidade podiam treinar de bike, enquanto que o uso por outras pessoas estava restrito aos finais de semana.

    De acordo com as novas regras, que entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (4) ciclistas cadastrados podem fazer seus treinos às terças e quintas-feiras das 5h às 6h30 e aos sábados das 7h às 14h. Porém, alguns locais não são permitidos, como a Rua do Matão (Biologia) e a Praça da Reitoria e, quando houver eventos significativos (como o vestibular da FUVEST, por exemplo), a regulamentação perderá temporariamente a validade.

    Também ficou estipulado que os pelotões serão formados por no máximo seis atletas e que os grupos não poderão usar motocicletas como instrumento de trabalho, para minimizar os riscos de acidente. A Guarda Universitária fará a fiscalização, exigirá a identificação dos atletas sempre que necessário e, quem descumprir as normas estará sujeito às penalidades previstas no Código Brasileiro de Trânsito e no regimento interno da USP.

    Para efetuar o cadastro é necessário procurar um dos postos autorizados e retirar uma identificação numerada individual, que representará o usuário e sua respectiva bicicleta. Segundo documento emitido pela Guarda Universitária, algumas lideranças de ciclistas, como assessorias esportivas, efetivarão o cadastro a partir desse sábado (3), “até que se atinja um número limite de praticantes, compatível com a segurança do trânsito no campus”.


    USP delimita regras para treino de ciclistas

    Triathlon · 02 mar, 2007

    A Prefeitura da Universidade de São Paulo criou algumas regras para que os ciclistas treinem no campus da capital. Desde abril do ano passado apenas professores, alunos, funcionários e outras pessoas vinculadas à Universidade podiam treinar de bike, enquanto que o uso por outras pessoas estava restrito aos finais de semana.

    De acordo com as novas regras, que entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (4) ciclistas cadastrados podem fazer seus treinos às terças e quintas-feiras das 5h às 6h30 e aos sábados das 7h às 14h. Porém, alguns locais não são permitidos, como a Rua do Matão (Biologia) e a Praça da Reitoria e, quando houver eventos significativos (como o vestibular da FUVEST, por exemplo), a regulamentação perderá temporariamente a validade.

    Também ficou estipulado que os pelotões serão formados por no máximo seis atletas e que os grupos não poderão usar motocicletas como instrumento de trabalho, para minimizar os riscos de acidente. A Guarda Universitária fará a fiscalização, exigirá a identificação dos atletas sempre que necessário e, quem descumprir as normas estará sujeito às penalidades previstas no Código Brasileiro de Trânsito e no regimento interno da USP.

    Para efetuar o cadastro é necessário procurar um dos postos autorizados e retirar uma identificação numerada individual, que representará o usuário e sua respectiva bicicleta. Segundo documento emitido pela Guarda Universitária, algumas lideranças de ciclistas, como assessorias esportivas, efetivarão o cadastro a partir desse sábado (3), “até que se atinja um número limite de praticantes, compatível com a segurança do trânsito no campus”.

    Guia do Tênis 2007

    A corrida é uma das modalidades mais baratas para se praticar. Um bom par de tênis, além da vontade, é a chave para se iniciar no esporte. Mas nem sempre os calçados de corrida são baratos.

    Atualmente existem no mercado tênis que custam cerca de R$500. Muitos se perguntam se é necessário investir uma quantia dessa para rodar pelas ruas das cidades. A resposta correta seria: não necessariamente.

    O tênis é uma ferramenta importante porque pode prevenir lesões. Mas o modelo mais caro, que pode ser ideal para alguns, não é tão bom para outros. Isso porque, cada corredor tem um tipo de pisada e uma característica diferente dos pés e pernas. Essas características devem ser levadas em conta na hora de comprar o calçado.

    Além disso, o quesito “estética” também é levado em conta. Ao entrar numa loja, o esportista deve colocar todos esses tópicos na balança. Por isso, o Webrun preparou o Guia do Tênis 2007.

    Antes de ver os novos modelos, descubra o seu tipo de pisada, só assim você poderá escolher o tênis ideal para seus pés:

    Pisada neutra: onde se inicia o contato com o solo do lado externo do calcanhar e então ocorre uma rotação moderada para dentro, terminando a passada no centro da planta do pé.

    Pisada pronadora: onde a pisada também se inicia do lado externo do calcanhar, ou algumas vezes um pouco mais para a parte interna, para então ocorrer uma rotação acentuada do pé para dentro, terminando a passada perto do dedão.

    Pisada supinadora: onde a pisada inicia no calcanhar do lado externo e se mantêm o contato do pé com o solo do lado externo, terminando a pisada na base do dedinho.

    Como identifico o tipo de pisada? Se o corredor não sabe qual tipo de pisada possui, existem algumas formas para descobrir a passada. A mais simples pode ser feita em casa. Basta pegar um calçado usado e analisar a sola. Segundo a fisiologista Eliana Beretta, o corredor deve olhar o desgaste na planta do pé. “Se este desgaste ocorrer no centro da planta do pé a pessoa apresenta tendência a pisada neutra; se este desgaste ocorrer do lado interno na planta do pé a pessoa tem tendência a pronação; se este desgaste ocorrer do lado de fora na planta do pé a pessoa apresenta tendência a supinação”, conta.

    Para um resultado mais preciso aconselha-se fazer o exame baropodométrico. O teste é feito através de uma palmilha composta de filetes computadorizados que identificam os pontos de maior tensão da pisada e transmitem os dados para um computador.

    “O teste com a palmilha minimiza a margem de erro porque avalia a pisada da pessoa com o tênis, ao contrário de alguns testes que são feitos com pé descalço. Isso porque, a palmilha analisa a característica do pé dentro do calçado em momentos distintos, ou seja, quando a pessoa está parada, quando está caminhado e por fim correndo”, conta Felipe Machado, fisioterapeuta do Instituto do Esporte.

    - Adidas Supernova CTL 9: modelo usa a tecnologia “NoSeam”, que elimina a necessidade de costuras e conseqüentemente o torna mais leve e mais confortável, prevenindo o aparecimento de bolhas e irritações.

    Cores:
    Masculino: branco/prata/verde; branco/prata/azul; cinza/prata/azul

    Preço médio: R$349,90

    - Adidas adiStar CTL 4: indicado para pronação excessiva. Sua entressola se adapta a todos os tipos de solo. Além disso, o modelo usa palmilha antimicrobial Ortholite.

    Cores:
    Masculino: branco/verde/preto
    Feminino: branco/vermelho/preto

    Preço médio: R$449,90

    - Adidas adizero Kaha: sua principal característica é a leveza, 180 gramas. Por isso é indicado para quem busca velocidade. Traz ainda tecnologia QuickStrike e design ClimaCool (ventilação 360º através de todo o seu pé).

    Cores:
    Masculino: branco/vermelho/preto; preto/amarelo

    Preço médio: R$299,90

    - Asics Gel Kayano 13: o modelo oferece equilíbrio entre amortecimento e estabilidade. De acordo com a marca, a entressola em “Solyte” é mais leve que o modelo antecessor, além de possuir a tecnologia IGS, responsável por uma pisada mais natural.

    Cores:
    Masculino - branco / prata / royal; cinza / preto / vermelho, branco / preto, branco / prata / verde, cinza / chumbo / laranja.
    Feminino - branco / bege / marrom; branco / prata / dourado; branco / prata / azul celeste; branco / prata / limão.

    Preço médio: R$499,90

    - Asics Gel DS Trainer 12: é indicado para treinamento de alta performance. Segundo a empresa, muitos triathletas buscam esse calçado. O sistema de amortecimento é feito por gel que garante absorção de impacto na fase de contato e propulsão.

    Cores:
    Masculino: branco / verde limão / preto; branco / preto / vermelho.
    Feminino: branco / prata / maça verde.

    Preço médio: R$399,90

    - Asics GT 2120: escolhido entre 2005 e 2006, pela Runner´s World, como o melhor tênis de corrida. O novo modelo é 10% mais leve que o anterior e continua com sua principal característica: a estabilidade.

    Cores:
    Masculino: branco / marinho / dourado; branco / prata / Royal; preto / prata; prata / preto / dourado.
    Feminino: branco / prata / azul gelo; branco / prata / marinho; preto / preto / prata; prata / branco / rosa.

    Preço médio: R$399,90

    - Mizuno Wave Nirvana 3: indicado para pronação leve. De acordo com a empresa, o lançamento ganhou fôrma e solado mais largos, proporcionando maior estabilidade, conforto e encaixe ideal do pé no calçado.

    Cores:
    Masculino: branco/amarelo/marinho e branco/preto/vermelho.
    Feminino: branco/azul-esmalte/marinho e branco/rosa/marinho.

    Preço médio: R$499

    - Nike Air Structure Triax X: usa a tecnologias “Crash Pad” no calcanhar. Esta reduz o efeito de pronação bem como a carga originada pelo peso durante a passada. Além disso, também possui o sistema “Rideliner” para maior conforto e absorção de impacto.

    Cores:
    Masculino: vermelho/ preto/ branco/ prata.
    Feminino: azul-claro/ azul-escuro/ branco/ prata.

    Preço médio: R$429,90

    - Adidas adiStar CSH5: sua sola e entressola usam a tecnologia adiPRENE que oferece proteção contra impactos. Além disso, também usa adiPRENE+ para impulsão e eficiência da parte da frente do calçado.

    Cores:
    Masculino: cinza/verde/preto.
    Feminino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.

    Preço médio: R$449,90

    - Adidas Supernova CSH6: seu cabedal permite 360º de refletividade para segurança em condições de baixa luminosidade. Também possui sola de borracha expandida para leveza, aderência e amortecimento.

    Cores:
    Masculino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.
    Feminino: cinza/azul/prata; cinza/rosa/prata.

    Preço médio: R$349,90

    - Adidas adizero LT+: modelo unissex, leve e indicado para competições. Pesa 180 gramas.

    Cores:
    Masculino: preto/ vermelho.

    Preço médio: R$399,90

    - Fila Flow Asylum: calçado indicado para treinamento e competição. Conta com as tecnologias “Flow“ e “Supewraction”, que ajudam na transpiração e amortecimento de impactos.

    Cores:
    Masculino: dourado/ branco e laranja/ prata branco
    Feminino: prata/ verde-limão/ branco

    Preço médio: R$269,90

    - Fila Illusione: de acordo com a marca, o modelo é leve e possui reforço na lateral e na biqueira, o que o torna mais resistente. O solado possui barra antitorção e sua entressola possui tecnologia “3 Action”, maior absorção de impacto.

    Cores:
    Masculino: branco/preto/vermelho; branco/marinho; grafite/laranja; preto/vermelho e preto/dourado.

    Preço médio: R$169,90

    - Fila Mistero: seu cabedal é confeccionado em material sintético de alta durabilidade, com "furinhos" na lateral que auxiliam na transpiração permitindo bem estar e maior desempenho do atleta.

    Cores:
    Masculino: prata/grafite; branco/fume; branco/prata/preto.

    Preço médio: R$329,90

    - Kappa Foster: com solado de borracha natural e entressola interna de EVA, o Foster é indicado para corridas e caminhadas. Possui design italiano e amortecimento com estabilidade e máxima resposta aos impactos da corrida.

    Cores:
    Masculino: prata/vermelho/preto; grafite/preto e prata/branco/azul/grafite.
    Feminino: prata/branco/rosa e branco/verde/prata.

    Preço médio: R$249,90

    - Kappa Spinta: o modelo unissex é indicado para treinamentos, corridas e uso diário. O Spinta é confeccionado em malha dupla frontura, proporcionando maior “transpirabilidade”.

    Cores:
    Masculino: preto/prata; cinza/prata/vermelho; grafite/prata/azul e branco/prata/marinho.
    Feminino: branco/prata/rosa e cinza/prata/celeste.

    Preço médio: R$229,90

    - Kappa Akyron: cabedal composto por malha transpirável e material sintético proporcionando maior estabilidade e leveza. Entressola em EVA moldado por compressão e solado bicolor de borracha natural.

    Cores:
    Masculino: branco/azul e preto/prata.
    Feminino: cinza/prata.

    Preço médio: R$149,90

    - Nike Air Zoom Vomero: possui sistema de amortecimento “Air Zoom” em toda sola. Essa tecnologia permite uma resposta rápida de movimentos durante a passada. Além disso, tem placa de rigidez que evita torções.

    Cores:
    Masculino: azul-escuro/ prata

    Preço médio: R$499,90

    - Nike Air Pegasus: modelo permite boa ventilação nos pés e também possui sistema de amortecimento “air” encapsulado em toda extensão do calçado.

    Cores:
    Masculino: branco/ vermelho/ prata.
    Feminino: branco/ azul/ prata.

    Preço médio: R$499,90

    - Try On Atlanta: marca especializada em calçados de trekking, agora possui uma linha running. Segundo a empresa, o Atlanta usa tecnologia “EY3”, confeccionada em material de alta qualidade, que oferece excelente memória e durabilidade ao calçado.

    Cores:
    Masculino: cinza/marinho; preto/grafite e branco/vermelho.

    Preço médio: R$154,90

    Triathlon - O Adidas Climacool Kona é indicado para performance de triathletas. O calçado não tem cadarço para um calce anatômico e mais rápido. Além disso, traz a tecnologia ClimaCool para maior leveza e ventilação. O tênis custa em média R$299,90.

    Feito sob medida - A Sprint Tênis fabrica modelos de acordo com a necessidade do atleta. O corredor pode escolher cor, tipo de pisada, entre outros. Além disso, o calçado é indicado para ultramaratonistas, ou melhor, pessoas que percorrem longas distâncias. De acordo com o fabricante, cada tênis pesa em média 200 gramas e evita bolhas.

    Onde encontrar - Todos os modelos de tênis apresentados nesse Guia podem ser encontrados nas melhores lojas esportivas do país. Já os tênis da Sprint Tênis devem ser encomendados pelo site: www.asprinttenis.com.br. Mais informações na seção Serviços do Webrun.


    Guia do Tênis 2007

    Atletismo · 01 mar, 2007

    A corrida é uma das modalidades mais baratas para se praticar. Um bom par de tênis, além da vontade, é a chave para se iniciar no esporte. Mas nem sempre os calçados de corrida são baratos.

    Atualmente existem no mercado tênis que custam cerca de R$500. Muitos se perguntam se é necessário investir uma quantia dessa para rodar pelas ruas das cidades. A resposta correta seria: não necessariamente.

    O tênis é uma ferramenta importante porque pode prevenir lesões. Mas o modelo mais caro, que pode ser ideal para alguns, não é tão bom para outros. Isso porque, cada corredor tem um tipo de pisada e uma característica diferente dos pés e pernas. Essas características devem ser levadas em conta na hora de comprar o calçado.

    Além disso, o quesito “estética” também é levado em conta. Ao entrar numa loja, o esportista deve colocar todos esses tópicos na balança. Por isso, o Webrun preparou o Guia do Tênis 2007.

    Antes de ver os novos modelos, descubra o seu tipo de pisada, só assim você poderá escolher o tênis ideal para seus pés:

    Pisada neutra: onde se inicia o contato com o solo do lado externo do calcanhar e então ocorre uma rotação moderada para dentro, terminando a passada no centro da planta do pé.

    Pisada pronadora: onde a pisada também se inicia do lado externo do calcanhar, ou algumas vezes um pouco mais para a parte interna, para então ocorrer uma rotação acentuada do pé para dentro, terminando a passada perto do dedão.

    Pisada supinadora: onde a pisada inicia no calcanhar do lado externo e se mantêm o contato do pé com o solo do lado externo, terminando a pisada na base do dedinho.

    Como identifico o tipo de pisada? Se o corredor não sabe qual tipo de pisada possui, existem algumas formas para descobrir a passada. A mais simples pode ser feita em casa. Basta pegar um calçado usado e analisar a sola. Segundo a fisiologista Eliana Beretta, o corredor deve olhar o desgaste na planta do pé. “Se este desgaste ocorrer no centro da planta do pé a pessoa apresenta tendência a pisada neutra; se este desgaste ocorrer do lado interno na planta do pé a pessoa tem tendência a pronação; se este desgaste ocorrer do lado de fora na planta do pé a pessoa apresenta tendência a supinação”, conta.

    Para um resultado mais preciso aconselha-se fazer o exame baropodométrico. O teste é feito através de uma palmilha composta de filetes computadorizados que identificam os pontos de maior tensão da pisada e transmitem os dados para um computador.

    “O teste com a palmilha minimiza a margem de erro porque avalia a pisada da pessoa com o tênis, ao contrário de alguns testes que são feitos com pé descalço. Isso porque, a palmilha analisa a característica do pé dentro do calçado em momentos distintos, ou seja, quando a pessoa está parada, quando está caminhado e por fim correndo”, conta Felipe Machado, fisioterapeuta do Instituto do Esporte.

    - Adidas Supernova CTL 9: modelo usa a tecnologia “NoSeam”, que elimina a necessidade de costuras e conseqüentemente o torna mais leve e mais confortável, prevenindo o aparecimento de bolhas e irritações.

    Cores:
    Masculino: branco/prata/verde; branco/prata/azul; cinza/prata/azul

    Preço médio: R$349,90

    - Adidas adiStar CTL 4: indicado para pronação excessiva. Sua entressola se adapta a todos os tipos de solo. Além disso, o modelo usa palmilha antimicrobial Ortholite.

    Cores:
    Masculino: branco/verde/preto
    Feminino: branco/vermelho/preto

    Preço médio: R$449,90

    - Adidas adizero Kaha: sua principal característica é a leveza, 180 gramas. Por isso é indicado para quem busca velocidade. Traz ainda tecnologia QuickStrike e design ClimaCool (ventilação 360º através de todo o seu pé).

    Cores:
    Masculino: branco/vermelho/preto; preto/amarelo

    Preço médio: R$299,90

    - Asics Gel Kayano 13: o modelo oferece equilíbrio entre amortecimento e estabilidade. De acordo com a marca, a entressola em “Solyte” é mais leve que o modelo antecessor, além de possuir a tecnologia IGS, responsável por uma pisada mais natural.

    Cores:
    Masculino - branco / prata / royal; cinza / preto / vermelho, branco / preto, branco / prata / verde, cinza / chumbo / laranja.
    Feminino - branco / bege / marrom; branco / prata / dourado; branco / prata / azul celeste; branco / prata / limão.

    Preço médio: R$499,90

    - Asics Gel DS Trainer 12: é indicado para treinamento de alta performance. Segundo a empresa, muitos triathletas buscam esse calçado. O sistema de amortecimento é feito por gel que garante absorção de impacto na fase de contato e propulsão.

    Cores:
    Masculino: branco / verde limão / preto; branco / preto / vermelho.
    Feminino: branco / prata / maça verde.

    Preço médio: R$399,90

    - Asics GT 2120: escolhido entre 2005 e 2006, pela Runner´s World, como o melhor tênis de corrida. O novo modelo é 10% mais leve que o anterior e continua com sua principal característica: a estabilidade.

    Cores:
    Masculino: branco / marinho / dourado; branco / prata / Royal; preto / prata; prata / preto / dourado.
    Feminino: branco / prata / azul gelo; branco / prata / marinho; preto / preto / prata; prata / branco / rosa.

    Preço médio: R$399,90

    - Mizuno Wave Nirvana 3: indicado para pronação leve. De acordo com a empresa, o lançamento ganhou fôrma e solado mais largos, proporcionando maior estabilidade, conforto e encaixe ideal do pé no calçado.

    Cores:
    Masculino: branco/amarelo/marinho e branco/preto/vermelho.
    Feminino: branco/azul-esmalte/marinho e branco/rosa/marinho.

    Preço médio: R$499

    - Nike Air Structure Triax X: usa a tecnologias “Crash Pad” no calcanhar. Esta reduz o efeito de pronação bem como a carga originada pelo peso durante a passada. Além disso, também possui o sistema “Rideliner” para maior conforto e absorção de impacto.

    Cores:
    Masculino: vermelho/ preto/ branco/ prata.
    Feminino: azul-claro/ azul-escuro/ branco/ prata.

    Preço médio: R$429,90

    - Adidas adiStar CSH5: sua sola e entressola usam a tecnologia adiPRENE que oferece proteção contra impactos. Além disso, também usa adiPRENE+ para impulsão e eficiência da parte da frente do calçado.

    Cores:
    Masculino: cinza/verde/preto.
    Feminino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.

    Preço médio: R$449,90

    - Adidas Supernova CSH6: seu cabedal permite 360º de refletividade para segurança em condições de baixa luminosidade. Também possui sola de borracha expandida para leveza, aderência e amortecimento.

    Cores:
    Masculino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.
    Feminino: cinza/azul/prata; cinza/rosa/prata.

    Preço médio: R$349,90

    - Adidas adizero LT+: modelo unissex, leve e indicado para competições. Pesa 180 gramas.

    Cores:
    Masculino: preto/ vermelho.

    Preço médio: R$399,90

    - Fila Flow Asylum: calçado indicado para treinamento e competição. Conta com as tecnologias “Flow“ e “Supewraction”, que ajudam na transpiração e amortecimento de impactos.

    Cores:
    Masculino: dourado/ branco e laranja/ prata branco
    Feminino: prata/ verde-limão/ branco

    Preço médio: R$269,90

    - Fila Illusione: de acordo com a marca, o modelo é leve e possui reforço na lateral e na biqueira, o que o torna mais resistente. O solado possui barra antitorção e sua entressola possui tecnologia “3 Action”, maior absorção de impacto.

    Cores:
    Masculino: branco/preto/vermelho; branco/marinho; grafite/laranja; preto/vermelho e preto/dourado.

    Preço médio: R$169,90

    - Fila Mistero: seu cabedal é confeccionado em material sintético de alta durabilidade, com "furinhos" na lateral que auxiliam na transpiração permitindo bem estar e maior desempenho do atleta.

    Cores:
    Masculino: prata/grafite; branco/fume; branco/prata/preto.

    Preço médio: R$329,90

    - Kappa Foster: com solado de borracha natural e entressola interna de EVA, o Foster é indicado para corridas e caminhadas. Possui design italiano e amortecimento com estabilidade e máxima resposta aos impactos da corrida.

    Cores:
    Masculino: prata/vermelho/preto; grafite/preto e prata/branco/azul/grafite.
    Feminino: prata/branco/rosa e branco/verde/prata.

    Preço médio: R$249,90

    - Kappa Spinta: o modelo unissex é indicado para treinamentos, corridas e uso diário. O Spinta é confeccionado em malha dupla frontura, proporcionando maior “transpirabilidade”.

    Cores:
    Masculino: preto/prata; cinza/prata/vermelho; grafite/prata/azul e branco/prata/marinho.
    Feminino: branco/prata/rosa e cinza/prata/celeste.

    Preço médio: R$229,90

    - Kappa Akyron: cabedal composto por malha transpirável e material sintético proporcionando maior estabilidade e leveza. Entressola em EVA moldado por compressão e solado bicolor de borracha natural.

    Cores:
    Masculino: branco/azul e preto/prata.
    Feminino: cinza/prata.

    Preço médio: R$149,90

    - Nike Air Zoom Vomero: possui sistema de amortecimento “Air Zoom” em toda sola. Essa tecnologia permite uma resposta rápida de movimentos durante a passada. Além disso, tem placa de rigidez que evita torções.

    Cores:
    Masculino: azul-escuro/ prata

    Preço médio: R$499,90

    - Nike Air Pegasus: modelo permite boa ventilação nos pés e também possui sistema de amortecimento “air” encapsulado em toda extensão do calçado.

    Cores:
    Masculino: branco/ vermelho/ prata.
    Feminino: branco/ azul/ prata.

    Preço médio: R$499,90

    - Try On Atlanta: marca especializada em calçados de trekking, agora possui uma linha running. Segundo a empresa, o Atlanta usa tecnologia “EY3”, confeccionada em material de alta qualidade, que oferece excelente memória e durabilidade ao calçado.

    Cores:
    Masculino: cinza/marinho; preto/grafite e branco/vermelho.

    Preço médio: R$154,90

    Triathlon - O Adidas Climacool Kona é indicado para performance de triathletas. O calçado não tem cadarço para um calce anatômico e mais rápido. Além disso, traz a tecnologia ClimaCool para maior leveza e ventilação. O tênis custa em média R$299,90.

    Feito sob medida - A Sprint Tênis fabrica modelos de acordo com a necessidade do atleta. O corredor pode escolher cor, tipo de pisada, entre outros. Além disso, o calçado é indicado para ultramaratonistas, ou melhor, pessoas que percorrem longas distâncias. De acordo com o fabricante, cada tênis pesa em média 200 gramas e evita bolhas.

    Onde encontrar - Todos os modelos de tênis apresentados nesse Guia podem ser encontrados nas melhores lojas esportivas do país. Já os tênis da Sprint Tênis devem ser encomendados pelo site: www.asprinttenis.com.br. Mais informações na seção Serviços do Webrun.

    Exercício e termorregulação

    O corpo se vale de alguns mecanismos para regular sua temperatura central. Esta fica geralmente na casa dos 37ºC, tanto quando esta temperatura estiver mais baixa em virtude do frio, como quando ela for mais alta em função do calor. E como se comporta o nosso corpo para tentar ficar sempre nessa marca? E quando estamos nos exercitando?

    Calor - No calor a nossa circulação sofre uma vasodilatação e o sangue é levado facilmente a todos os tecidos. É devido a essa vasodilatação que normalmente sentimos pés e mãos inchados no verão. Por exemplo, o anel fica mais justinho no dedo.

    Quando nos exercitamos, a temperatura central, que já estava por volta dos 37ºC, tende a subir e o organismo precisa perder calor para manter esta temperatura no nível aceitável. O calor corporal é perdido por irradiação, condução, convecção e evaporação, sendo esta última a principal defesa fisiológica contra o superaquecimento.

    Funciona assim: quando começamos a fazer exercício, o corpo começa a suar. Este suor evapora e esta evaporação faz abaixar a temperatura da pele, que por sua vez diminui a temperatura do sangue que estava ali. Esse sangue com a temperatura resfriada vai sendo levado para o centro do corpo, de onde vem o sangue com a temperatura mais elevada e o ciclo continua.

    Existem, contudo, alguns fatores que podem modificar a tolerância ao calor, como:

  • aclimatação: quem está acostumado a só treinar em ambientes de temperaturas mais amenas, se não fizer uma aclimatação antes de uma prova no calor, com certeza vai sofrer bastante. Por exemplo, quem só treina à noite, é capaz de não conseguir completar uma prova como a Meia Maratona do Rio, onde o calor é bastante grande e a largada por volta das 10h.

    Após 10 dias de exposição ao calor o indivíduo já está aclimatado, mas é bom saber que os principais benefícios da aclimatação são perdidos depois de duas ou três semanas de treinos em temperaturas mais amenas.

  • hidratação: sem uma hidratação adequada, a circulação e a transpiração ficam comprometidas. Ou seja, não adianta só jogar água na cabeça numa prova (apesar de ser bem agradável), mas é importante também ingerir esta água. Bebidas isotônicas também são aconselháveis, pois ajudam a repor os sais que perdemos durante a atividade. Só fique atento para não tomar numa prova algo que nunca tenha experimentado antes. O resultado pode não ser muito agradável.

    Dica: saches de carboidrato devem ser tomados sempre com água. Ao tomá-lo com algum isotônico (a concentração dos dois vai ficar muito alta), você pode ter uma diarréia osmótica, ou seja, se estiver numa academia, até consegue chegar ao banheiro, mas se o ambiente for uma prova, você dificilmente conseguirá ir muito mais longe.

    Além disso, outras características fisiológicas acontecem com nosso corpo no calor como:

  • Normalmente no calor a nossa FC fica mais alta, principalmente para quem não está aclimatado;

  • Se vai competir no calor, precisa treinar nele;

  • Quando a umidade relativa do ar está muito alta, o suor produzido pelo corpo não evapora, ele só escorre pelo corpo e cai no chão. Neste caso, não ocorre o ciclo do esfriamento pela evaporação e é muito mais difícil o organismo perder calor;

  • Depois de treinar é aconselhável continuar suando um pouco mais antes de tomar banho, pois se a temperatura central ainda não tiver abaixado o suficiente, mesmo depois do banho, você vai continuar suando;

  • Treinar com plástico em volta da cintura para emagrecer é balela! Você só perde água e não gordura, não acontece evaporação, o organismo fica desidratado e pode até sofrer uma hipertermia grave;

  • Secar o suor a toda hora prejudica a evaporação do mesmo e só faz você suar mais;

  • Trocar de camisa no meio de um treino prejudica a perda de calor, pois até que a roupa fique úmida novamente, o esfriamento por evaporação é retardado.

    Já no frio, a circulação sofre uma vasoconstrição, ou seja, ela fica mais concentrada nos órgãos vitais (localizados no tronco) e mãos e pés sentem mais frio. Notem que no frio, pés e mão ficam mais “magrinhos” e o anel fica mais solto no dedo.

    O corpo é muito menos capaz de se adaptar fisiologicamente ao frio do que ao calor prolongado. Por outro lado, usando roupas adequadas, podemos suportar climas bastante frios. Notem:

  • No frio, usamos algumas peças de roupa para treinar e, conforme vamos aquecendo, vamos tirando o excesso;

  • Lembre-se sempre de levar uma troca de roupa para voltar seco para casa depois do treino. Assim ficará mais difícil adoecer;

  • Um gorro contribui consideravelmente para a conservação do calor, pois a cabeça pode perder cerca de 30 a 40% do calor corporal, por ser altamente vascularizada;

  • Devido à vasoconstrição proporcionada pelo frio, pés e mãos costumam ficar gelados mesmo durante os treinos. Como, quando corremos, os pés já estão calçados, é interessante cobrir as mãos com luvas;

  • Mesmo no frio precisamos nos hidratar.

    Diferenças entre homens e mulheres - Para homens e mulheres de mesmo nível de condicionamento e aclimatação, elas são tão eficientes quanto eles quando o assunto é termorregulação durante o exercício.

    Entretanto, as mulheres tendem a produzir menos suor que os homens, enquanto mantêm a mesma temperatura central. Ou seja, neste quesito, provavelmente somos mais eficientes do que eles.


  • Exercício e termorregulação

    Atletismo · 01 mar, 2007

    O corpo se vale de alguns mecanismos para regular sua temperatura central. Esta fica geralmente na casa dos 37ºC, tanto quando esta temperatura estiver mais baixa em virtude do frio, como quando ela for mais alta em função do calor. E como se comporta o nosso corpo para tentar ficar sempre nessa marca? E quando estamos nos exercitando?

    Calor - No calor a nossa circulação sofre uma vasodilatação e o sangue é levado facilmente a todos os tecidos. É devido a essa vasodilatação que normalmente sentimos pés e mãos inchados no verão. Por exemplo, o anel fica mais justinho no dedo.

    Quando nos exercitamos, a temperatura central, que já estava por volta dos 37ºC, tende a subir e o organismo precisa perder calor para manter esta temperatura no nível aceitável. O calor corporal é perdido por irradiação, condução, convecção e evaporação, sendo esta última a principal defesa fisiológica contra o superaquecimento.

    Funciona assim: quando começamos a fazer exercício, o corpo começa a suar. Este suor evapora e esta evaporação faz abaixar a temperatura da pele, que por sua vez diminui a temperatura do sangue que estava ali. Esse sangue com a temperatura resfriada vai sendo levado para o centro do corpo, de onde vem o sangue com a temperatura mais elevada e o ciclo continua.

    Existem, contudo, alguns fatores que podem modificar a tolerância ao calor, como:

  • aclimatação: quem está acostumado a só treinar em ambientes de temperaturas mais amenas, se não fizer uma aclimatação antes de uma prova no calor, com certeza vai sofrer bastante. Por exemplo, quem só treina à noite, é capaz de não conseguir completar uma prova como a Meia Maratona do Rio, onde o calor é bastante grande e a largada por volta das 10h.

    Após 10 dias de exposição ao calor o indivíduo já está aclimatado, mas é bom saber que os principais benefícios da aclimatação são perdidos depois de duas ou três semanas de treinos em temperaturas mais amenas.

  • hidratação: sem uma hidratação adequada, a circulação e a transpiração ficam comprometidas. Ou seja, não adianta só jogar água na cabeça numa prova (apesar de ser bem agradável), mas é importante também ingerir esta água. Bebidas isotônicas também são aconselháveis, pois ajudam a repor os sais que perdemos durante a atividade. Só fique atento para não tomar numa prova algo que nunca tenha experimentado antes. O resultado pode não ser muito agradável.

    Dica: saches de carboidrato devem ser tomados sempre com água. Ao tomá-lo com algum isotônico (a concentração dos dois vai ficar muito alta), você pode ter uma diarréia osmótica, ou seja, se estiver numa academia, até consegue chegar ao banheiro, mas se o ambiente for uma prova, você dificilmente conseguirá ir muito mais longe.

    Além disso, outras características fisiológicas acontecem com nosso corpo no calor como:

  • Normalmente no calor a nossa FC fica mais alta, principalmente para quem não está aclimatado;

  • Se vai competir no calor, precisa treinar nele;

  • Quando a umidade relativa do ar está muito alta, o suor produzido pelo corpo não evapora, ele só escorre pelo corpo e cai no chão. Neste caso, não ocorre o ciclo do esfriamento pela evaporação e é muito mais difícil o organismo perder calor;

  • Depois de treinar é aconselhável continuar suando um pouco mais antes de tomar banho, pois se a temperatura central ainda não tiver abaixado o suficiente, mesmo depois do banho, você vai continuar suando;

  • Treinar com plástico em volta da cintura para emagrecer é balela! Você só perde água e não gordura, não acontece evaporação, o organismo fica desidratado e pode até sofrer uma hipertermia grave;

  • Secar o suor a toda hora prejudica a evaporação do mesmo e só faz você suar mais;

  • Trocar de camisa no meio de um treino prejudica a perda de calor, pois até que a roupa fique úmida novamente, o esfriamento por evaporação é retardado.

    Já no frio, a circulação sofre uma vasoconstrição, ou seja, ela fica mais concentrada nos órgãos vitais (localizados no tronco) e mãos e pés sentem mais frio. Notem que no frio, pés e mão ficam mais “magrinhos” e o anel fica mais solto no dedo.

    O corpo é muito menos capaz de se adaptar fisiologicamente ao frio do que ao calor prolongado. Por outro lado, usando roupas adequadas, podemos suportar climas bastante frios. Notem:

  • No frio, usamos algumas peças de roupa para treinar e, conforme vamos aquecendo, vamos tirando o excesso;

  • Lembre-se sempre de levar uma troca de roupa para voltar seco para casa depois do treino. Assim ficará mais difícil adoecer;

  • Um gorro contribui consideravelmente para a conservação do calor, pois a cabeça pode perder cerca de 30 a 40% do calor corporal, por ser altamente vascularizada;

  • Devido à vasoconstrição proporcionada pelo frio, pés e mãos costumam ficar gelados mesmo durante os treinos. Como, quando corremos, os pés já estão calçados, é interessante cobrir as mãos com luvas;

  • Mesmo no frio precisamos nos hidratar.

    Diferenças entre homens e mulheres - Para homens e mulheres de mesmo nível de condicionamento e aclimatação, elas são tão eficientes quanto eles quando o assunto é termorregulação durante o exercício.

    Entretanto, as mulheres tendem a produzir menos suor que os homens, enquanto mantêm a mesma temperatura central. Ou seja, neste quesito, provavelmente somos mais eficientes do que eles.

  • Long Distance tem última fase de inscrições

    Já está aberta a última fase de inscrições para a etapa de abertura do Rebook Long Distance, que acontece no próximo dia 18, no Aterro do Flamengo. Quem quiser efetuar a inscrição deve pagar a taxa de R$ 420 (elite); R$ 400 (amador) e R$ 460 (revezamento) até o dia 10 de março.

    Essa é a primeira vez que o Rio de Janeiro entra no circuito e os organizadores acreditam que a cidade maravilhosa ajudará a aumentar a popularidade do evento. “Essa é uma cidade que atrai pessoas de todo o mundo. No caso do triathlon, a idéia é aliar a competição com o turismo, tornando ainda mais atrativa a participação aqui. Nesta primeira edição isso já deve acontecer”, comenta Célio Balieiro, diretor da Cia. de Eventos, criadora e organizadora do evento.

    A abertura da área de transição será às seis horas, com fechamento às 7h50, às 8 horas será dada a largada e o término está previsto para as 13 horas, pois o percurso é plano e a prova deverá ser rápida. No sábado haverá o Simpósio Técnico, onde serão entregues os kits.

    Os melhores colocados entre os homens e as mulheres, além da elite, receberão um prêmio de R$ 14,4 mil, sendo que os primeiros colocados receberão R$ 2,6 mil. Além da etapa do Rio de Janeiro, o long distance passará por Ubatuba (29/04); Caiobá (05/08) e Pirassununga (25/11), enquanto que o short distance acontecerá em 28/04 em Ubatuba e 24/11 em Pirassununga, ambas válidas pelo Campeonato Paulista. As inscrições devem ser feitas através do site www.ciadeeventos.com.br.


    Long Distance tem última fase de inscrições

    Triathlon · 28 fev, 2007

    Já está aberta a última fase de inscrições para a etapa de abertura do Rebook Long Distance, que acontece no próximo dia 18, no Aterro do Flamengo. Quem quiser efetuar a inscrição deve pagar a taxa de R$ 420 (elite); R$ 400 (amador) e R$ 460 (revezamento) até o dia 10 de março.

    Essa é a primeira vez que o Rio de Janeiro entra no circuito e os organizadores acreditam que a cidade maravilhosa ajudará a aumentar a popularidade do evento. “Essa é uma cidade que atrai pessoas de todo o mundo. No caso do triathlon, a idéia é aliar a competição com o turismo, tornando ainda mais atrativa a participação aqui. Nesta primeira edição isso já deve acontecer”, comenta Célio Balieiro, diretor da Cia. de Eventos, criadora e organizadora do evento.

    A abertura da área de transição será às seis horas, com fechamento às 7h50, às 8 horas será dada a largada e o término está previsto para as 13 horas, pois o percurso é plano e a prova deverá ser rápida. No sábado haverá o Simpósio Técnico, onde serão entregues os kits.

    Os melhores colocados entre os homens e as mulheres, além da elite, receberão um prêmio de R$ 14,4 mil, sendo que os primeiros colocados receberão R$ 2,6 mil. Além da etapa do Rio de Janeiro, o long distance passará por Ubatuba (29/04); Caiobá (05/08) e Pirassununga (25/11), enquanto que o short distance acontecerá em 28/04 em Ubatuba e 24/11 em Pirassununga, ambas válidas pelo Campeonato Paulista. As inscrições devem ser feitas através do site www.ciadeeventos.com.br.