Triathlon

Colucci compete na Tailândia de olho em ranking

Triathlon · 23 mar, 2007

O triathleta Reinaldo Colucci competirá esse final de semana na edição 2007 do ITU Triathlon da cidade de Mekong River, na Tailândia, com o objetivo de somar pontos para o ranking mundial de triathlon. A prova terá largada às 8h30 (22h30 em Brasília) do domingo e terá distância olímpica: 1,5 quilômetro de natação; 40 de ciclismo e 10 de corrida.

Reinaldo será o único representante brasileiro na disputa e pretende fazer bonito. “Nas últimas três semanas eu tenho intensificado os treinos de distâncias olímpicas”, comenta o triathleta, que também participa de provas de longa distância e de ironmans. “Para isso trabalho mais a velocidade e potência das séries”, completa.

Ele também explica que está treinando há um mês e meio na Ásia com o técnico australiano Brett Sutton, com o objetivo de se aperfeiçoar. “Acrescentar pontos no ranking me trará tranqüilidade para conseguir largar nas Copas do Mundo da Europa e também será uma boa maneira de verificar a minha forma física. Utilizarei as três semanas após a disputa para corrigir os detalhes necessários para então estar pronto para a Copa do Mundo do Japão (Ishigaki, 15 de abril)”.

Documentário mostra carreira de Lance Armstrong

O americano Lance Armstrong agora tem sua carreia retratada em filme. Nessa última quarta-feira (21), cerca de 200 pessoas assistiram, em São Paulo, à pré-estréia do documentário Lance Armstrong. As Grandes Lendas do Tour de France. Essas 200 pessoas tiveram o privilégio de assitir em primeira mão a edição brasileira, que será lançada em DVD para venda.

Logo no início da sessão, os responsáveis pela edição, a Esfera, levantaram uma questão interessante sobre Armstrong: será que o público conhece a "lenda viva" de uma das mais tradicionais provas de ciclismo do mundo, o Tour de France?

Atualmente Lance Armstrong é ex-ciclista, mas no seu currículo de atleta consta o heptacampeonato da Volta da França. Além disso, em 1996, ele foi diagnosticado com câncer e após a doença, ao contrário de muitas pessoas, se recuperou e venceu a prova mais tradicional do mundo. E não foi só uma vez. Ao todo foram sete vitórias consecutivas: 1999; 2000; 2001; 2002; 2003; 2004; e 2005.

Por causa do seu brilho, Armstrong sofreu algumas acusaçõs de doping durante a carreira, fato que ele sempre contestou. “Nunca acharam nada e não vão achar. Infelizmente a camisa do tour sempre terá que passar por provações de drogas”, comenta.

O filme - No início da sessão foi apresentado um comercial do patrocinador, com depoimentos de pessoas que tiveram câncer e deram a volta por cima, assim como ele. “Os médicos diziam que ele tinha de 20 a 50% de chances de sobreviver, mas na verdade acreditavam que ele não tinha nenhuma”, diz um trecho do filme. Em outro trecho, que mostra o ciclista em uma coletiva de imprensa, ele declara abertamente que pode ser considerado um milagre vivo. “Sinto muito que vocês não acreditem em milagres. Viva o Tour para sempre”.

Ao longo do filme o espectador conhece a garra e força de vontade de Armstrong, que às vezes parece passear sobre seus adversários. Ele costumava atacar os oponentes nas subidas das montanhas e se sobressaia até cruzar a linha de chegada.

A narrativa passa por todos os sete títulos do ciclista americano, às vezes com o som original da transmissão de uma televisão americana e outras com um locutor externo. A explicação de todas as etapas de seus sete títulos poderia se tornar monótona e repetitiva, caso não houvesse uma ótima edição de som.

A trilha sonora agitada parece acompanhar o ritmo das pedaladas e dos batimentos cardíacos de Armstrong. Somado a isso, as tomadas em câmera lenta e os closes no rosto do atleta compõem um quadro completo do esforço e sacrifício que ele enfrentou durante os sete anos de pura competição e desafio.

Certamente umas das frases ditas durante o documentário pelo próprio Armstrong serve de reflexo para muitas pesssoas: “dor é temporária. Pode levar um minuto, uma hora, um dia, um ano, mas alguma hora será substituída por algo melhor. Se eu desistir, talvez dure para sempre”.

Depois de assistir a todas as vitórias, algumas com boa vantagem para os adversários, outras por frações de segundo, de acompanhar o esforço e a luta para dar a volta por cima e de acompanhar seu espírito de liderança para comandar a equipe nas competições, a pergunta inicial dos editores brasileiros pode ser respondida.

Quem não tinha idéia de quem era Armstrong e não conhecia a competição, certamente saiu daquela sala de cinema boquiaberto e impressionado; enquanto os que já conheciam apenas aumentaram a admiração pela lenda viva do esporte.

Essa constatação pôde ser ratificada pela calorosa e barulhenta salva de palmas ao final da sessão, pelos comentários na saída do evento e pela quantidade de pessoas que passaram pelo pequeno estande que estrategicamente vendia o DVD. Dessa forma, não será estranho se houver um aumento nas vendas da pulseira amarela (Wristbands) que representa a Fundação de combate ao câncer que ele representa.

Serviço - Esse documentário faz parte da coleção "As Grandes lendas do Tour", lançada pela editora Esfera, que incluí também a trajetória de Eddie Merckx; e um filme sobre a edição 2006 da competição, com resumo de todas as etapas.

Os DVDs são vendidos no site www.prologo.com.br/dvd e custam R$ 55, com frete incluso.


Documentário mostra carreira de Lance Armstrong

Triathlon · 22 mar, 2007

O americano Lance Armstrong agora tem sua carreia retratada em filme. Nessa última quarta-feira (21), cerca de 200 pessoas assistiram, em São Paulo, à pré-estréia do documentário Lance Armstrong. As Grandes Lendas do Tour de France. Essas 200 pessoas tiveram o privilégio de assitir em primeira mão a edição brasileira, que será lançada em DVD para venda.

Logo no início da sessão, os responsáveis pela edição, a Esfera, levantaram uma questão interessante sobre Armstrong: será que o público conhece a "lenda viva" de uma das mais tradicionais provas de ciclismo do mundo, o Tour de France?

Atualmente Lance Armstrong é ex-ciclista, mas no seu currículo de atleta consta o heptacampeonato da Volta da França. Além disso, em 1996, ele foi diagnosticado com câncer e após a doença, ao contrário de muitas pessoas, se recuperou e venceu a prova mais tradicional do mundo. E não foi só uma vez. Ao todo foram sete vitórias consecutivas: 1999; 2000; 2001; 2002; 2003; 2004; e 2005.

Por causa do seu brilho, Armstrong sofreu algumas acusaçõs de doping durante a carreira, fato que ele sempre contestou. “Nunca acharam nada e não vão achar. Infelizmente a camisa do tour sempre terá que passar por provações de drogas”, comenta.

O filme - No início da sessão foi apresentado um comercial do patrocinador, com depoimentos de pessoas que tiveram câncer e deram a volta por cima, assim como ele. “Os médicos diziam que ele tinha de 20 a 50% de chances de sobreviver, mas na verdade acreditavam que ele não tinha nenhuma”, diz um trecho do filme. Em outro trecho, que mostra o ciclista em uma coletiva de imprensa, ele declara abertamente que pode ser considerado um milagre vivo. “Sinto muito que vocês não acreditem em milagres. Viva o Tour para sempre”.

Ao longo do filme o espectador conhece a garra e força de vontade de Armstrong, que às vezes parece passear sobre seus adversários. Ele costumava atacar os oponentes nas subidas das montanhas e se sobressaia até cruzar a linha de chegada.

A narrativa passa por todos os sete títulos do ciclista americano, às vezes com o som original da transmissão de uma televisão americana e outras com um locutor externo. A explicação de todas as etapas de seus sete títulos poderia se tornar monótona e repetitiva, caso não houvesse uma ótima edição de som.

A trilha sonora agitada parece acompanhar o ritmo das pedaladas e dos batimentos cardíacos de Armstrong. Somado a isso, as tomadas em câmera lenta e os closes no rosto do atleta compõem um quadro completo do esforço e sacrifício que ele enfrentou durante os sete anos de pura competição e desafio.

Certamente umas das frases ditas durante o documentário pelo próprio Armstrong serve de reflexo para muitas pesssoas: “dor é temporária. Pode levar um minuto, uma hora, um dia, um ano, mas alguma hora será substituída por algo melhor. Se eu desistir, talvez dure para sempre”.

Depois de assistir a todas as vitórias, algumas com boa vantagem para os adversários, outras por frações de segundo, de acompanhar o esforço e a luta para dar a volta por cima e de acompanhar seu espírito de liderança para comandar a equipe nas competições, a pergunta inicial dos editores brasileiros pode ser respondida.

Quem não tinha idéia de quem era Armstrong e não conhecia a competição, certamente saiu daquela sala de cinema boquiaberto e impressionado; enquanto os que já conheciam apenas aumentaram a admiração pela lenda viva do esporte.

Essa constatação pôde ser ratificada pela calorosa e barulhenta salva de palmas ao final da sessão, pelos comentários na saída do evento e pela quantidade de pessoas que passaram pelo pequeno estande que estrategicamente vendia o DVD. Dessa forma, não será estranho se houver um aumento nas vendas da pulseira amarela (Wristbands) que representa a Fundação de combate ao câncer que ele representa.

Serviço - Esse documentário faz parte da coleção "As Grandes lendas do Tour", lançada pela editora Esfera, que incluí também a trajetória de Eddie Merckx; e um filme sobre a edição 2006 da competição, com resumo de todas as etapas.

Os DVDs são vendidos no site www.prologo.com.br/dvd e custam R$ 55, com frete incluso.

Mizuno lança Wave Nivarna 3

Caminhada · 22 mar, 2007

A Mizuno lançou a terceira geração do tênis Wave Nivarna. De acordo com a marca, o calçado é ideal para aqueles com pronação leve e que buscam equilíbrio, amortecimento e estabilidade nos treinos. O Nivarna 3 possui solado mais largo com EVA de dupla densidade.

Além disso, ele também tem a tecnologia “VS-1”, que absorve o impacto, prolonga a duração do amortecimento do calçado e realça suas propriedades através da resistência de um conjunto de compressões. O lançamento pode ser encontrado nas versões masculinas e femininas.

Segundo a marca, o Mizuno Wave Nivarna 3 será vendido nas principais lojas esportivas do país e deve custar em média R$499.

Corra para aliviar a depressão

A depressão é uma doença que tem se tornado comum entre os brasileiros. Seus sintomas vão de crises de choro a dores no estômago. O quadro dessa doença é muito variável, o que dificulta seu diagnóstico. Mas podemos afirmar uma coisa: independente do caso, correr é um dos melhores remédios.

Todo mundo já se sentiu triste alguma vez. Seja por ter perdido o emprego, ter brigado com o (a) namorado (a) ou porque o time do coração perdeu aquele título tão esperado. Até aí, normal. Só que tem gente que sente isso quase que diariamente. É então que deixa de ser um simples estado depressivo e passa a ser uma patologia.

“A depressão é um transtorno do humor. A pessoa em depressão reage de forma inadequada a questões afetivas, por exemplo. Na vida, uma hora ganhamos, na outra, perdemos. O depressivo acha que só perde”, explica o médico do esporte, Dr. Renato Romani.

É aí que entra em cena a prática de exercício físico. Segundo o Dr. Romani, a corrida é um coadjuvante importante no tratamento dessa doença. “O papel da corrida é auxiliar no tratamento da depressão. Com o auxílio dela, posso diminuir a dose de um remédio, mas não tirá-lo totalmente”.

Esse é um dos objetivos do antidepressivo, aumentar a produção desse hormônio. Quando corremos, nosso corpo libera um nível maior da serotonina, que é mais conhecido como o hormônio do humor, aquele que nos dá uma sensação de prazer, como quando comemos chocolate. Mas além do lado físico, tem também a contribuição do exercício para o lado psicológico. A corrida aumenta a auto-estima, mostra para o atleta que ele é capaz, ou seja, isso lhe estimulará a correr cada vez mais.

A eficácia da corrida é tão grande, que a Associação Médica Americana receita, como um remédio, a prática da mesma. “Como quem corre segue uma planilha, quanto mais cansativa a carga, melhor para a depressão”, afirma o médico.

Um dos fatores que mais desencadeiam a depressão é o estresse, principalmente nas cidades grandes. Por isso, aí vai uma dica do doutor: “temos que conviver com o estresse de viver”, que tal fazer isso com mais prazer?


Corra para aliviar a depressão

Atletismo · 20 mar, 2007

A depressão é uma doença que tem se tornado comum entre os brasileiros. Seus sintomas vão de crises de choro a dores no estômago. O quadro dessa doença é muito variável, o que dificulta seu diagnóstico. Mas podemos afirmar uma coisa: independente do caso, correr é um dos melhores remédios.

Todo mundo já se sentiu triste alguma vez. Seja por ter perdido o emprego, ter brigado com o (a) namorado (a) ou porque o time do coração perdeu aquele título tão esperado. Até aí, normal. Só que tem gente que sente isso quase que diariamente. É então que deixa de ser um simples estado depressivo e passa a ser uma patologia.

“A depressão é um transtorno do humor. A pessoa em depressão reage de forma inadequada a questões afetivas, por exemplo. Na vida, uma hora ganhamos, na outra, perdemos. O depressivo acha que só perde”, explica o médico do esporte, Dr. Renato Romani.

É aí que entra em cena a prática de exercício físico. Segundo o Dr. Romani, a corrida é um coadjuvante importante no tratamento dessa doença. “O papel da corrida é auxiliar no tratamento da depressão. Com o auxílio dela, posso diminuir a dose de um remédio, mas não tirá-lo totalmente”.

Esse é um dos objetivos do antidepressivo, aumentar a produção desse hormônio. Quando corremos, nosso corpo libera um nível maior da serotonina, que é mais conhecido como o hormônio do humor, aquele que nos dá uma sensação de prazer, como quando comemos chocolate. Mas além do lado físico, tem também a contribuição do exercício para o lado psicológico. A corrida aumenta a auto-estima, mostra para o atleta que ele é capaz, ou seja, isso lhe estimulará a correr cada vez mais.

A eficácia da corrida é tão grande, que a Associação Médica Americana receita, como um remédio, a prática da mesma. “Como quem corre segue uma planilha, quanto mais cansativa a carga, melhor para a depressão”, afirma o médico.

Um dos fatores que mais desencadeiam a depressão é o estresse, principalmente nas cidades grandes. Por isso, aí vai uma dica do doutor: “temos que conviver com o estresse de viver”, que tal fazer isso com mais prazer?

Ohata e Miyashiro vencem triathlon no Equador

Triathlon · 19 mar, 2007

Os triathletas brasileiros Paulo Miyashiro e Mariana Ohata se tornaram os Reis Sul-americanos de Triathlon após vitória na competição na praia de Salinas, na Penísula de Santa Elena, no Equador. Ao todo participaram 51 triathletas de elite, sendo 17 mulheres e 34 homens da Argentina; Brasil; Canadá; Chile; Equador; Espanha; Estados Unidos; Hungria; México; Porto Rico e Uruguai.

Às 11 h (local) os homens largaram e quase houve um pódio 100% verde amarelo, mas no trecho final da corrida o espanhol Francesc Godoy obteve a medalha de bronze. Miyashiro, que tem dois títulos continentais consecutivos (já que venceu na Colômbia suas semanas atrás) marcou 1h54min31 e Antônio Da Silva faturou a prata com 1h55min31.

Entre as mulheres Mariana Ohata fechou com 2h05min49, após se sobresair sobre a equatoriana Andrea Bonilla (2h08min19) e a chilena Bárbara Riveros (2h09min10).

Long Distance começa temporada no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro - Realizado pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro o RBK Premier Long Distance contou com a participação de cerca de 300 competidores no Parque do Flamengo. Os atletas percorreram 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida.

O triathleta Leandro Macedo, que hoje comemorou seus 39 anos foi o ganhador da categoria elite masculina, com um tempo de 3h57min44. “Foi um presente suado este, tive que correr atrás”, brinca. A prova de hoje marcou o retorno do atleta às competições, sua última prova oficial tinha sido em 2004 nos jogos de Atenas.

Leandro elogiou a realização da prova na cidade carioca. “Achei bem legal o triathlon ter sido no Rio, a cidade não deve deixar de ter grandes provas, ainda mais com esta vista linda” comenta o atleta. Ele diz estar em dúvida quanto a participar do Ironman em Florianópolis, pois afirma ter deixado de ser atleta profissional “agora eu estou com uma empresa esportiva, a “Top Esporte’” e trouxe 20 atletas hoje”, revela.

A primeira mulher a cruzar a linha de chegada foi Rita Correia que chegou com 4h43min32 chorando de alegria. “Há quinze anos atrás comecei a fazer triathlon aqui e estou muito feliz de vencer no mesmo lugar onde comecei”, diz a atleta que é natural de Niterói.

De acordo com Rita, ela sentiu um pouco de dificuldade porque competiu semana passada. “Esta prova é sempre dura e eu fiz uma prova de recuperação por que saí um pouco atrás”, afirma.

Punição - Sete atletas da elite foram punidos com o acréscimo de oito minutos nos seus tempos por terem andado no vácuo. Um foi eliminado da competição por ter sido flagrado três vezes fazendo isto.

Os atletas reclamaram com a organização do evento e argumentaram que quase todos os atletas utilizaram o vácuo e por isso, todos deveriam ser punidos. Já Célio Balieiro, diretor da Cia de Eventos, que organizou a competição, disse que a punição foi justa, pois as regras teriam sido explicadas anteriormente.

Indignados os atletas punidos e alguns solidários tentaram convencer os vencedores à não subir no pódio para receber seus troféus, afirmando que ao fazerem isto estariam concordando com a organização do evento. Mas isso não ocorreu. Quando os primeiros colocados subiram ao pódio foram recebidos com vaias, porém, o público presente aplaudiu os campeões. Após a premiação de Leandro Macedo, o público cantou parabéns, em homenagem ao seu aniversário.


Long Distance começa temporada no Rio de Janeiro

Triathlon · 18 mar, 2007

Rio de Janeiro - Realizado pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro o RBK Premier Long Distance contou com a participação de cerca de 300 competidores no Parque do Flamengo. Os atletas percorreram 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida.

O triathleta Leandro Macedo, que hoje comemorou seus 39 anos foi o ganhador da categoria elite masculina, com um tempo de 3h57min44. “Foi um presente suado este, tive que correr atrás”, brinca. A prova de hoje marcou o retorno do atleta às competições, sua última prova oficial tinha sido em 2004 nos jogos de Atenas.

Leandro elogiou a realização da prova na cidade carioca. “Achei bem legal o triathlon ter sido no Rio, a cidade não deve deixar de ter grandes provas, ainda mais com esta vista linda” comenta o atleta. Ele diz estar em dúvida quanto a participar do Ironman em Florianópolis, pois afirma ter deixado de ser atleta profissional “agora eu estou com uma empresa esportiva, a “Top Esporte’” e trouxe 20 atletas hoje”, revela.

A primeira mulher a cruzar a linha de chegada foi Rita Correia que chegou com 4h43min32 chorando de alegria. “Há quinze anos atrás comecei a fazer triathlon aqui e estou muito feliz de vencer no mesmo lugar onde comecei”, diz a atleta que é natural de Niterói.

De acordo com Rita, ela sentiu um pouco de dificuldade porque competiu semana passada. “Esta prova é sempre dura e eu fiz uma prova de recuperação por que saí um pouco atrás”, afirma.

Punição - Sete atletas da elite foram punidos com o acréscimo de oito minutos nos seus tempos por terem andado no vácuo. Um foi eliminado da competição por ter sido flagrado três vezes fazendo isto.

Os atletas reclamaram com a organização do evento e argumentaram que quase todos os atletas utilizaram o vácuo e por isso, todos deveriam ser punidos. Já Célio Balieiro, diretor da Cia de Eventos, que organizou a competição, disse que a punição foi justa, pois as regras teriam sido explicadas anteriormente.

Indignados os atletas punidos e alguns solidários tentaram convencer os vencedores à não subir no pódio para receber seus troféus, afirmando que ao fazerem isto estariam concordando com a organização do evento. Mas isso não ocorreu. Quando os primeiros colocados subiram ao pódio foram recebidos com vaias, porém, o público presente aplaudiu os campeões. Após a premiação de Leandro Macedo, o público cantou parabéns, em homenagem ao seu aniversário.

Santos abre a 1ª etapa do Troféu Brasil de Triathlon

Santos - A primeira etapa do 17º Troféu Brasil de Triathlon, que aconteceu neste domingo (18) em Santos, litoral de São Paulo, reuniu 937 atletas, entre amadores e profissionais. A chuva esteve presente durante toda a prova, mas não foi empecilho nem para os participantes e nem para a torcida, que acompanhou com entusiasmo os 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Além dessa categoria, a prova contou com a categoria amador com a metade do percurso.

Sem participar do Troféu Brasil há dois anos, o triathleta santista Frederico Monteiro, de 31 anos, foi o vencedor no masculino, seguido por Ezequiel Morales, argentino radicado em Niterói e pelo goiano Santiago Ascenço, campeão do Troféu Brasil de 2006.

Frederico ganhou a prova com uma folga considerável do segundo colocado, o que possibilitou até ganhar um beijo da namorada Roberta Guimarães, mesmo antes de cruzar a linha de chegada.“Minha família está sempre junto comigo e me apoiando bastante. Isso ajuda muito”, conta.

Essa foi a primeira vitória de Monteiro no Troféu Brasil. Seu melhor resultado até então havia sido um segundo lugar numa etapa em Santos e a quarta posição no ranking final de 2004.

Retorno triunfante de Carla Moreno - Após ter sofrido uma cirurgia de urgência para a retirada do apêndice há dois meses, Carla Moreno, de 30 anos, voltou com tudo aos campeonatos e surpreendeu até a ela mesma quando passou pela linha de chegada em primeiro lugar, seguida pela argentina Maria Soledad e pela santista Fernanda Garcia.“Tive um pouco de dificuldade na natação, fui me recuperando no ciclismo e me superei na corrida, que é a minha praia. Estou muito satisfeita com esta vitória”, diz Carla.

Pentacampeã do circuito em 2006, Carla Moreno, que nasceu em São Carlos, mas mora em Santos desde 2004, quer conquistar este ano o hexacampeonato do Troféu Brasil, um dos principais circuitos do país na modalidade e também a vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim. Mas antes Carla também deve participar dos Jogos Pan-americanos do Rio.

Troféu Brasil - A 17ª edição do Circuito terá sete etapas e segue no dia seis de maio em São Paulo. Depois o Troféu vai para Goiânia e retorna a São Paulo e Santos.


Santos abre a 1ª etapa do Troféu Brasil de Triathlon

Triathlon · 18 mar, 2007

Santos - A primeira etapa do 17º Troféu Brasil de Triathlon, que aconteceu neste domingo (18) em Santos, litoral de São Paulo, reuniu 937 atletas, entre amadores e profissionais. A chuva esteve presente durante toda a prova, mas não foi empecilho nem para os participantes e nem para a torcida, que acompanhou com entusiasmo os 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Além dessa categoria, a prova contou com a categoria amador com a metade do percurso.

Sem participar do Troféu Brasil há dois anos, o triathleta santista Frederico Monteiro, de 31 anos, foi o vencedor no masculino, seguido por Ezequiel Morales, argentino radicado em Niterói e pelo goiano Santiago Ascenço, campeão do Troféu Brasil de 2006.

Frederico ganhou a prova com uma folga considerável do segundo colocado, o que possibilitou até ganhar um beijo da namorada Roberta Guimarães, mesmo antes de cruzar a linha de chegada.“Minha família está sempre junto comigo e me apoiando bastante. Isso ajuda muito”, conta.

Essa foi a primeira vitória de Monteiro no Troféu Brasil. Seu melhor resultado até então havia sido um segundo lugar numa etapa em Santos e a quarta posição no ranking final de 2004.

Retorno triunfante de Carla Moreno - Após ter sofrido uma cirurgia de urgência para a retirada do apêndice há dois meses, Carla Moreno, de 30 anos, voltou com tudo aos campeonatos e surpreendeu até a ela mesma quando passou pela linha de chegada em primeiro lugar, seguida pela argentina Maria Soledad e pela santista Fernanda Garcia.“Tive um pouco de dificuldade na natação, fui me recuperando no ciclismo e me superei na corrida, que é a minha praia. Estou muito satisfeita com esta vitória”, diz Carla.

Pentacampeã do circuito em 2006, Carla Moreno, que nasceu em São Carlos, mas mora em Santos desde 2004, quer conquistar este ano o hexacampeonato do Troféu Brasil, um dos principais circuitos do país na modalidade e também a vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim. Mas antes Carla também deve participar dos Jogos Pan-americanos do Rio.

Troféu Brasil - A 17ª edição do Circuito terá sete etapas e segue no dia seis de maio em São Paulo. Depois o Troféu vai para Goiânia e retorna a São Paulo e Santos.

Veja a programação completa do Troféu BR

A etapa de abertura do Troféu Brasil acontece amanhã, na Praia do Gonzaga, em Santos e contará com a participação de 800 competidores do Brasil e de outros países. Confira a programação do evento:

17 de março, sábado

  • Entrega de kits e novas inscrições, das 13 às 19h no Clube Sírio Libanês, sito à Avenida Ana Costa, 473

  • Expo Troféu Brasil, das 13h às 19h, no Clube Sírio Libanês

  • Simpósio Atletas Pro e Elite Amador, às 15h no Clube Sírio Libanês

  • Simpósio Atletas Amadores, às 17h no Clube Sírio Libanês

    18 de março, domingo

  • Amadores: Numeração e entrega da bicicleta na área de transição, das 6h45 às 7h45, na Praia do Gonzaga

  • Profissionais e Elite amador: Numeração e entrega da bicicleta na área de transição, das 6h45 às 9h, na Praia do Gonzaga

  • Expo Troféu Brasil, das 8h às 13h, na Praia do Gonzaga

  • Largada Amadores: 8h na Praia do Gonzaga

  • Largada Profissionais: 9h20 na Praia do Gonzaga

  • Largada Elite Amador: 9h25 na Praia do Gonzaga

  • Premiação para profissionais: 11h30 na Praia do Gonzaga

  • Premiação para todas as categorias: 12h30 na Praia do Gonzaga

    Ordem completa de largada

  • 1ª Largada 8h: Masculino 20 a 24 anos, Executivo (a), Amputados, Def. Visual e Cadeirante (M e F).

  • 2ª Largada 8h06: masculino 17 a 19 anos e 35 a 39 anos

  • 3ª Largada 8h11: masculino 25 a 29 anos

  • 4ª Largada 8h15: masculino 30 a 34 anos

  • 5ª Largada 8h18: masculino 12 a 16 anos, Revezamento, Militar

  • 6ª Largada 8h22: masculino acima de 40 anos

  • 7ª Largada 8h25: Geral Feminino: Militar, Revezamento

  • 8ª Largada 9h20: Profissional Masculino e Feminino, Elite Amador Masculino e Feminino 15 a 24 anos

  • 9ª Largada 9h25: Elite Amador Masculino e Feminino


  • Veja a programação completa do Troféu BR

    Triathlon · 17 mar, 2007

    A etapa de abertura do Troféu Brasil acontece amanhã, na Praia do Gonzaga, em Santos e contará com a participação de 800 competidores do Brasil e de outros países. Confira a programação do evento:

    17 de março, sábado

  • Entrega de kits e novas inscrições, das 13 às 19h no Clube Sírio Libanês, sito à Avenida Ana Costa, 473

  • Expo Troféu Brasil, das 13h às 19h, no Clube Sírio Libanês

  • Simpósio Atletas Pro e Elite Amador, às 15h no Clube Sírio Libanês

  • Simpósio Atletas Amadores, às 17h no Clube Sírio Libanês

    18 de março, domingo

  • Amadores: Numeração e entrega da bicicleta na área de transição, das 6h45 às 7h45, na Praia do Gonzaga

  • Profissionais e Elite amador: Numeração e entrega da bicicleta na área de transição, das 6h45 às 9h, na Praia do Gonzaga

  • Expo Troféu Brasil, das 8h às 13h, na Praia do Gonzaga

  • Largada Amadores: 8h na Praia do Gonzaga

  • Largada Profissionais: 9h20 na Praia do Gonzaga

  • Largada Elite Amador: 9h25 na Praia do Gonzaga

  • Premiação para profissionais: 11h30 na Praia do Gonzaga

  • Premiação para todas as categorias: 12h30 na Praia do Gonzaga

    Ordem completa de largada

  • 1ª Largada 8h: Masculino 20 a 24 anos, Executivo (a), Amputados, Def. Visual e Cadeirante (M e F).

  • 2ª Largada 8h06: masculino 17 a 19 anos e 35 a 39 anos

  • 3ª Largada 8h11: masculino 25 a 29 anos

  • 4ª Largada 8h15: masculino 30 a 34 anos

  • 5ª Largada 8h18: masculino 12 a 16 anos, Revezamento, Militar

  • 6ª Largada 8h22: masculino acima de 40 anos

  • 7ª Largada 8h25: Geral Feminino: Militar, Revezamento

  • 8ª Largada 9h20: Profissional Masculino e Feminino, Elite Amador Masculino e Feminino 15 a 24 anos

  • 9ª Largada 9h25: Elite Amador Masculino e Feminino

  • Carla Moreno e Fábio Carvalho competem Troféu BR

    Carla Moreno e Fábio Carvalho estarão em Santos nesse domingo (18) para a disputa da prova de abertura do Troféu Brasil de Triathlon. Enquanto Carla busca treinamento para os Jogos Pan-americanos, Fábio visa o título do Circuito, já que ano passado ficou a 1,5 pontos de receber o caneco de campeão.

    Após sofrer uma operação de urgência para retirar o apêndice, Carla ficou parada quase dois meses e terá que começar a preparação do zero para chegar aos jogos do Rio de Janeiro em plena forma. “Fiquei totalmente parada uns 15 dias, depois disso já comecei a caminhar. Imagina como foi isso para mim? Parecia uma sedentária entrando em forma”, lembra de forma bem humorada. Ela diz ainda que o objetivo é completar a prova e não vai se cobrar por resultados. “O triathlon não é superar limites? Então, quero me superar, completar o que não estou fazendo agora”, reforça.

    Essa disputa será uma forma de avaliação para que seu treinador, Marcos Paulo Reis, possa montar uma estratégia com foco no Pan. “Ainda tem bastante tempo para entrar em forma novamente. No Rio, espero fazer a prova da minha vida, espero me superar ao máximo”, cometa a atleta que já representou o Brasil em duas olimpíadas e foi medalha de prata no Pan de Winnipeg e quarta colocada em Santo Domingo, sendo a melhor brasileira.

    Fabinho - Fabio Carvalho, ou Fabinho como é conhecido entre os amigos, está com uma motivação extra para competir as etapas do Troféu Brasil, já que ano passado o título bateu à porta. Até o final ele lutou com todas as forças, mas pela diferença de 1,5 pontos o goiano Santiago Ascenço faturou a competição. “Foi por pouco mesmo. Mas na última etapa eu não tinha como ficar triste por perder o título, pois fiz uma prova redonda e deu tudo muito certo”, comenta o triathleta de 27 anos.

    No início da temporada passada ele venceu a primeira etapa, mas na seguinte amargou uma sexta colocação, pois competiu doente e acredita que a sexta disputa foi decisiva para definir o campeonato. “Saí dois minutos à frente do Santiago na água e ainda perdi a prova. Aquele não era o meu dia, me deixou bastante magoado. O que nós temos de fazer é esquecer e treinar bastante para que esses momentos negativos não voltem a acontecer”, lamenta.

    Para a prova de domingo ele terá como rivais, além de Santiago, o santista Fred Monteiro, que retornas às competições após um tempo parado e o argentino Ezequiel Morales, que pretende dar ao seu país o oitavo título (Oscar Galindez é heptacampeão). Além do título do Troféu, Fabinho vai mais além, quer chegar entre os três melhores no Ironman de Florianópolis (SC) e aproveitar o calor da torcida brasileira para obter uma vaga para a competição do Havaí.

    A competição terá largada e chegada na praia do Gonzaga, em Santos, e são esperados aproximadamente 800 competidores do Brasil e de outros países, que vão largar às 8h (amadores) e às 9h20 (profissionais).


    Carla Moreno e Fábio Carvalho competem Troféu BR

    Triathlon · 16 mar, 2007

    Carla Moreno e Fábio Carvalho estarão em Santos nesse domingo (18) para a disputa da prova de abertura do Troféu Brasil de Triathlon. Enquanto Carla busca treinamento para os Jogos Pan-americanos, Fábio visa o título do Circuito, já que ano passado ficou a 1,5 pontos de receber o caneco de campeão.

    Após sofrer uma operação de urgência para retirar o apêndice, Carla ficou parada quase dois meses e terá que começar a preparação do zero para chegar aos jogos do Rio de Janeiro em plena forma. “Fiquei totalmente parada uns 15 dias, depois disso já comecei a caminhar. Imagina como foi isso para mim? Parecia uma sedentária entrando em forma”, lembra de forma bem humorada. Ela diz ainda que o objetivo é completar a prova e não vai se cobrar por resultados. “O triathlon não é superar limites? Então, quero me superar, completar o que não estou fazendo agora”, reforça.

    Essa disputa será uma forma de avaliação para que seu treinador, Marcos Paulo Reis, possa montar uma estratégia com foco no Pan. “Ainda tem bastante tempo para entrar em forma novamente. No Rio, espero fazer a prova da minha vida, espero me superar ao máximo”, cometa a atleta que já representou o Brasil em duas olimpíadas e foi medalha de prata no Pan de Winnipeg e quarta colocada em Santo Domingo, sendo a melhor brasileira.

    Fabinho - Fabio Carvalho, ou Fabinho como é conhecido entre os amigos, está com uma motivação extra para competir as etapas do Troféu Brasil, já que ano passado o título bateu à porta. Até o final ele lutou com todas as forças, mas pela diferença de 1,5 pontos o goiano Santiago Ascenço faturou a competição. “Foi por pouco mesmo. Mas na última etapa eu não tinha como ficar triste por perder o título, pois fiz uma prova redonda e deu tudo muito certo”, comenta o triathleta de 27 anos.

    No início da temporada passada ele venceu a primeira etapa, mas na seguinte amargou uma sexta colocação, pois competiu doente e acredita que a sexta disputa foi decisiva para definir o campeonato. “Saí dois minutos à frente do Santiago na água e ainda perdi a prova. Aquele não era o meu dia, me deixou bastante magoado. O que nós temos de fazer é esquecer e treinar bastante para que esses momentos negativos não voltem a acontecer”, lamenta.

    Para a prova de domingo ele terá como rivais, além de Santiago, o santista Fred Monteiro, que retornas às competições após um tempo parado e o argentino Ezequiel Morales, que pretende dar ao seu país o oitavo título (Oscar Galindez é heptacampeão). Além do título do Troféu, Fabinho vai mais além, quer chegar entre os três melhores no Ironman de Florianópolis (SC) e aproveitar o calor da torcida brasileira para obter uma vaga para a competição do Havaí.

    A competição terá largada e chegada na praia do Gonzaga, em Santos, e são esperados aproximadamente 800 competidores do Brasil e de outros países, que vão largar às 8h (amadores) e às 9h20 (profissionais).

    Ornellas reforça abertura do Long Distance

    Triathlon · 16 mar, 2007

    A primeira prova do ano do Circuito Long Distance, que acontece nesse domingo (18) no Aterro do Flamengo (RJ) contará com um reforço de peso, o triathleta Marcus Ornellas. Aos 35 anos de idade ele ostenta diversos títulos importantes na carreira, como o bicampeonato do Troféu Brasil e o meio Ironman de Mergozzo (Itália).

    Marcus é natural de Niterói, mas atualmente mora em Joinville (SC), onde costuma treinar para provas longas e curtas. A experiência e técnica que possui, certamente o colocam como favorito ao título, mas Leandro Macedo, Juraci Moreira, Guilherme Manocchio e Ivan Albano prometem fazer uma forte oposição.

    “Trata-se de um triathleta muito experiente e que possui um currículo muito positivo. Sem dúvida, sua presença vai reforçar ainda mais a prova no Rio de Janeiro”, destaca Célio Balieiro, diretor da Cia. de Eventos, criadora e organizadora do circuito. Ao todo 300 competidores vão disputar 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida na briga por uma premiação de R$ 14,4 mil.

    A largada acontece às 8h no Aterro do Flamengo e, após essa prova, o circuito passará por Ubatuba (SP), em 22 de abril; Caiobá (PR), em cinco de agosto e Pirassununga (SP), em 25 de novembro. Também acontecerão duas provas do short distance, uma em Ubatuba (SP) em 28 de abril e outra em Pirassununga no dia 24 de novembro, que serão válidas para o Campeonato Paulista.