Triathlon

Como devo prevenir lesões?

Quem corre tem grandes chances de desenvolver algumas das lesões mais comuns do esporte, como tendinite patelar, fasciíte plantar e esporão de calcâneo. Para prevenir esse tipo de incômodo, que pode afastar o atleta dos treinos por um longo período, são necessários alguns cuidados básicos.

“Uma das causas mais comuns das lesões na corrida é o excesso de treino”, explica o fisioterapeuta David Homsi. Ele ainda alerta para o over training (excesso de treino sem ganho de condicionamento físico ou melhora da performance) e o over use (utilização exagerada de certa estrutura ou articulação do corpo), que podem causar lesões mais graves do que as que já são mais comuns no esporte.

Outro fator importante na prevenção de lesões é o uso de um tênis adequado ao seu tipo de pisada. “Os diferentes tipos de pisada dos atletas devem ser respeitados e deve-se dar um descanso ao tênis entre 24 e 48 horas pós-treino”, revela Homsi. Respeitar a vida útil de um tênis, que é de cerca de 500 milhas (804,670 km), também é importante.

Todos esses cuidados somados, por exemplo, à natação só trarão benefícios ao atleta. “Tenho tido uma redução bastante significativa nas lesões em atletas de corrida que acompanho”, diz o fisioterapeuta. “Os únicos cuidados que o atleta tem que tomar é não causar o over training, sempre seguir um protocolo de treinamento, passar por exames físicos regularmente e qualquer alteração que ocorra procurar um profissional especializado em Medicina Esportiva”, completa.

Para evitar lesões durante os treinos, Homsi indica seguir a seguinte tabela (com base em um treino de duas horas diárias):

  • 5% de alongamento
  • 10% de aquecimento
  • 70% de treino propriamente dito
  • 10% de desaquecimento
  • 5% de alongamento

  • Tendinite patelar: também é conhecida como joelho de corredor. É uma inflamação no tendão patelar que, na maioria das vezes, ocorre no pólo inferior da patela. Suas causas são: fraqueza da musculatura quadricipital, excesso de treinamento, aclives e declives na corrida, treinos em superfícies irregulares.

  • Fasciíte plantar: inflamação na fáscia (região da planta do pé). Se dá devido ao encurtamento da musculatura sural, aumento de treinos, dentre outros.

  • Esporão calcâneo: crescimento ósseo que se dá no calcâneo (calcanhar).


  • Como devo prevenir lesões?

    Atletismo · 21 fev, 2007

    Quem corre tem grandes chances de desenvolver algumas das lesões mais comuns do esporte, como tendinite patelar, fasciíte plantar e esporão de calcâneo. Para prevenir esse tipo de incômodo, que pode afastar o atleta dos treinos por um longo período, são necessários alguns cuidados básicos.

    “Uma das causas mais comuns das lesões na corrida é o excesso de treino”, explica o fisioterapeuta David Homsi. Ele ainda alerta para o over training (excesso de treino sem ganho de condicionamento físico ou melhora da performance) e o over use (utilização exagerada de certa estrutura ou articulação do corpo), que podem causar lesões mais graves do que as que já são mais comuns no esporte.

    Outro fator importante na prevenção de lesões é o uso de um tênis adequado ao seu tipo de pisada. “Os diferentes tipos de pisada dos atletas devem ser respeitados e deve-se dar um descanso ao tênis entre 24 e 48 horas pós-treino”, revela Homsi. Respeitar a vida útil de um tênis, que é de cerca de 500 milhas (804,670 km), também é importante.

    Todos esses cuidados somados, por exemplo, à natação só trarão benefícios ao atleta. “Tenho tido uma redução bastante significativa nas lesões em atletas de corrida que acompanho”, diz o fisioterapeuta. “Os únicos cuidados que o atleta tem que tomar é não causar o over training, sempre seguir um protocolo de treinamento, passar por exames físicos regularmente e qualquer alteração que ocorra procurar um profissional especializado em Medicina Esportiva”, completa.

    Para evitar lesões durante os treinos, Homsi indica seguir a seguinte tabela (com base em um treino de duas horas diárias):

  • 5% de alongamento
  • 10% de aquecimento
  • 70% de treino propriamente dito
  • 10% de desaquecimento
  • 5% de alongamento

  • Tendinite patelar: também é conhecida como joelho de corredor. É uma inflamação no tendão patelar que, na maioria das vezes, ocorre no pólo inferior da patela. Suas causas são: fraqueza da musculatura quadricipital, excesso de treinamento, aclives e declives na corrida, treinos em superfícies irregulares.

  • Fasciíte plantar: inflamação na fáscia (região da planta do pé). Se dá devido ao encurtamento da musculatura sural, aumento de treinos, dentre outros.

  • Esporão calcâneo: crescimento ósseo que se dá no calcâneo (calcanhar).

  • Nutrição deve estar aliada à corrida

    Uma alimentação saudável é um dos principais fatores para um bom desempenho atlético. Uma dieta balanceada aumenta a performance nas atividades físicas e ainda ajuda a reduzir o cansaço pós-treino ou prova. Para falar um pouco mais sobre esse assunto, conversamos com a nutricionista especialista em nutrição esportiva e graduada pela Universidade Federal de Goiás, Patrícia Bertolucci. Confira!

    Webrun - Quais os benefícios que uma alimentação balanceada traz para os atletas?
    Patrícia Bertolucci - A nutrição bem equilibrada reduz a fadiga e conseqüentemente ajuda na performance do atleta. Além de melhorar a recuperação pós-treino. O cansaço persistente após uma sessão de treinamento é sinal de que o esportista não esta se alimentando corretamente.

    Webrun - E como deve ser a dieta de quem corre?
    Patrícia Bertolucci - Deve ser balanceada em todas as refeições, ou seja, devem ser ingeridos alimentos dos diferentes grupos alimentares como carboidratos (pães, cereais integrais, arroz, massa, etc); proteínas (ovos, carnes, peixe, leite e derivados); vitaminas e sais minerais (hortaliças e frutas). É ideal que seja realizada uma média de cinco refeições por dia para a manutenção constante de nutrientes na corrente sanguínea e estímulo do metabolismo energético.

    WR - Quais os alimentos indicados para serem consumidos antes dos treinos e competições?
    PB - Nesse momento, as refeições devem conter alimentos de fácil digestão e que levem em conta as preferências e hábitos dos atletas. Se a refeição anterior for o almoço, ela deve ser feita 3 a 4 horas antes do exercício e deve ser constituída de carboidratos complexos (arroz, batata e massas) e proteínas magras (carne vermelha magra, frango, peixe ou peito de peru).

    No caso do café da manhã ou lanches intermediários, eles podem ser feitos de 30 minutos a 1h30 antes do treino e também se deve priorizar o consumo de carboidratos (pães, frutas e cereais) e proteínas magras (peito de peru e laticínios magros).

    WR - Isso se aplica também para provas de grandes distâncias ou de um grau de dificuldade maior?
    PB - Não. No caso de exercícios de moderada a alta intensidade que durem mais de uma hora, há necessidade da reposição de carboidratos durante o treino ou competição, que pode ser realizada através de bebidas energéticas ou géis de carboidratos. Entretanto, durante qualquer atividade física a hidratação com água mineral é essencial, independente da intensidade do exercício.

    WR - Qual a importância das refeições anteriores aos exercícios?
    PB - As refeições pré-exercício têm o objetivo de evitar a hipoglicemia (queda da taxa de açúcar no sangue) e fornecer energia para o trabalho muscular durante o início da atividade.

    WR - Então quais alimentos devem ser evitados?
    PB - Alimentos gordurosos, preparações muito elaboradas e alimentos com digestão dificultada podem atrapalhar o desempenho do atleta. Antes de competições também é recomendável evitar alimentos e suplementos nunca consumidos antes, além do excesso de fibras para não ter desconfortos gastrointestinais.

    WR - Muitas vezes o atleta pode achar que tem uma alimentação adequada, mas pode de sentir cansado ou infeliz com seu desempenho. O que fazer nesses casos?
    PB - Todo atleta necessita de uma alimentação balanceada, acompanhada por um nutricionista que deverá basear a dieta nas necessidades energéticas individuais e na exigência do exercício, já que a nutrição é um dos principais fatores que pode ajudar no desempenho atlético.

    WR - E no caso de quem quer começar a correr, há algum cuidado especial a ser tomado?
    PB - Quando, além das atividades rotineiras são acrescentadas algumas atividades físicas como a corrida, fica mais evidente a necessidade de se ter uma alimentação mais balanceada e adequada para suprir as necessidades energéticas e proporcionar disposição para se realização destas. Por isso, é muito importante o acompanhamento nutricional individual, principalmente para quem está iniciando alguma atividade física, para que não falte os nutrientes necessários para o bom rendimento e para potencializar outros objetivos do treino, como perda de peso e aumento de massa muscular.


    Nutrição deve estar aliada à corrida

    Atletismo · 19 fev, 2007

    Uma alimentação saudável é um dos principais fatores para um bom desempenho atlético. Uma dieta balanceada aumenta a performance nas atividades físicas e ainda ajuda a reduzir o cansaço pós-treino ou prova. Para falar um pouco mais sobre esse assunto, conversamos com a nutricionista especialista em nutrição esportiva e graduada pela Universidade Federal de Goiás, Patrícia Bertolucci. Confira!

    Webrun - Quais os benefícios que uma alimentação balanceada traz para os atletas?
    Patrícia Bertolucci - A nutrição bem equilibrada reduz a fadiga e conseqüentemente ajuda na performance do atleta. Além de melhorar a recuperação pós-treino. O cansaço persistente após uma sessão de treinamento é sinal de que o esportista não esta se alimentando corretamente.

    Webrun - E como deve ser a dieta de quem corre?
    Patrícia Bertolucci - Deve ser balanceada em todas as refeições, ou seja, devem ser ingeridos alimentos dos diferentes grupos alimentares como carboidratos (pães, cereais integrais, arroz, massa, etc); proteínas (ovos, carnes, peixe, leite e derivados); vitaminas e sais minerais (hortaliças e frutas). É ideal que seja realizada uma média de cinco refeições por dia para a manutenção constante de nutrientes na corrente sanguínea e estímulo do metabolismo energético.

    WR - Quais os alimentos indicados para serem consumidos antes dos treinos e competições?
    PB - Nesse momento, as refeições devem conter alimentos de fácil digestão e que levem em conta as preferências e hábitos dos atletas. Se a refeição anterior for o almoço, ela deve ser feita 3 a 4 horas antes do exercício e deve ser constituída de carboidratos complexos (arroz, batata e massas) e proteínas magras (carne vermelha magra, frango, peixe ou peito de peru).

    No caso do café da manhã ou lanches intermediários, eles podem ser feitos de 30 minutos a 1h30 antes do treino e também se deve priorizar o consumo de carboidratos (pães, frutas e cereais) e proteínas magras (peito de peru e laticínios magros).

    WR - Isso se aplica também para provas de grandes distâncias ou de um grau de dificuldade maior?
    PB - Não. No caso de exercícios de moderada a alta intensidade que durem mais de uma hora, há necessidade da reposição de carboidratos durante o treino ou competição, que pode ser realizada através de bebidas energéticas ou géis de carboidratos. Entretanto, durante qualquer atividade física a hidratação com água mineral é essencial, independente da intensidade do exercício.

    WR - Qual a importância das refeições anteriores aos exercícios?
    PB - As refeições pré-exercício têm o objetivo de evitar a hipoglicemia (queda da taxa de açúcar no sangue) e fornecer energia para o trabalho muscular durante o início da atividade.

    WR - Então quais alimentos devem ser evitados?
    PB - Alimentos gordurosos, preparações muito elaboradas e alimentos com digestão dificultada podem atrapalhar o desempenho do atleta. Antes de competições também é recomendável evitar alimentos e suplementos nunca consumidos antes, além do excesso de fibras para não ter desconfortos gastrointestinais.

    WR - Muitas vezes o atleta pode achar que tem uma alimentação adequada, mas pode de sentir cansado ou infeliz com seu desempenho. O que fazer nesses casos?
    PB - Todo atleta necessita de uma alimentação balanceada, acompanhada por um nutricionista que deverá basear a dieta nas necessidades energéticas individuais e na exigência do exercício, já que a nutrição é um dos principais fatores que pode ajudar no desempenho atlético.

    WR - E no caso de quem quer começar a correr, há algum cuidado especial a ser tomado?
    PB - Quando, além das atividades rotineiras são acrescentadas algumas atividades físicas como a corrida, fica mais evidente a necessidade de se ter uma alimentação mais balanceada e adequada para suprir as necessidades energéticas e proporcionar disposição para se realização destas. Por isso, é muito importante o acompanhamento nutricional individual, principalmente para quem está iniciando alguma atividade física, para que não falte os nutrientes necessários para o bom rendimento e para potencializar outros objetivos do treino, como perda de peso e aumento de massa muscular.

    Conheça a Organização Desportiva Pan-americana

    Atletismo · 18 fev, 2007

    A Organização Desportiva Pan-americana (Odepa), sediada no México, reúne os Comitês Olímpicos Nacionais dos países do continente americano e é a responsável por realizar os Jogos Pan-americanos.

    Ela é reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e foi fundada em oito de agosto de 1948. É uma entidade civil, sem fins lucrativos, apolítica e não religiosa, com a missão de fortalecer os vínculos de união e amizade entre os povos americanos e impulsionar o desenvolvimento do esporte no continente.

    Atualmente possui 42 países membros e, para fazer parte da entidade, o país americano deve possuir um Comitê Olímpico Nacional reconhecido pelo COI. Cada Comitê Nacional é representado por dois delegados (um titular e um suplente) nas Assembléias Gerais da Odepa.

    Saiba quem são os “Abre-Alas” das corridas

    Ó Abre Alas/Que eu quero passar /Eu sou da Lira,/Não posso negar/ Ó Abre Alas/Que eu quero passar (...).

    Essa marchinha de carnaval composta por Chiquinha Gonzaga, por volta de 1899, para homenagear a escola de samba Rosas de Ouro, serve perfeitamente para ilustrar o papel dos batedores em uma corrida de rua. Policiais militares guiando motocicletas de gala, ou mesmo motos comuns; guardas civis metropolitanos; agentes de trânsito, enfim, qualquer que seja a viatura e o condutor do “Abre-Alas”, a responsabilidade é grande.

    Cristiano Barbosa, responsável pela divisão de Corridas de Rua da Federação Paulista de Atletismo, afirma que a importância do batedor é zelar pela integridade física do atleta. “O batedor com as motos tem que deixar o atleta numa condição que ele se preocupe apenas com a prova, para que não aconteça o que aconteceu na olimpíada”, comenta ao se referir ao irlandês que se jogou em cima de Vanderlei Cordeiro, em Atenas.

    E qual seria o padrão adotado pelos batedores, na hora de acompanhar os atletas? Seguir os primeiros colocados, seguir o pelotão todo? Cristiano explica: “do primeiro até o último atleta deveria ter acompanhamento, mas é inviável, se não daqui a pouco teremos um desfile de motos”, brinca. Segundo ele, a recomendação é que, após um determinado momento, cada dupla de motoqueiros acompanhe os líderes da prova, com o intuito de evitar invasões.

    Curiosidades - Com a quantidade de provas que são realizadas nas ruas, é inevitável que aconteçam fatos curiosos com os “Abre-Alas”; uma delas lembra muito uma cena de filme, no melhor estilo James Bond. Durante a disputa de uma maratona, em São Paulo, os batedores escoltavam os atletas pela Avenida 23 de Maio, sentido centro, quando ouviram sirenes e avistaram uma luz brilhante à frente.

    “Era um fusca que estava sendo perseguido pela polícia e entrou no percurso”, conta Cristiano. “O motorista trocou tiros com a polícia e foi induzido a pegar um desvio, bem no meio da prova. Na volta, encontramos o carro batido no poste e cheio de furos de bala”, completa. Por sorte não houve nenhum prejuízo para os corredores e nem para a prova.

    Outros fatos curiosos que já aconteceram englobam desde a necessidade de se retirar bois e vacas do percurso, até um problema com o caminho correto a ser seguido, que deixou os “Abre-Alas” perdidos. Para informar o traçado, sempre há um fiscal na garupa de uma moto, que sinaliza para os atletas o trajeto correto.

    Ivan Gomes Júnior é o motoqueiro responsável por levar o fiscal que orienta os corredores nas principais provas de São Paulo, como a São Silvestre. Há mais de 20 anos nessa área, ele comenta algumas peculiaridades sobre o assunto. “Em uma das edições da São Silvestre teve um corredor que errou o caminho. O fiscal indicou um lado e ele foi para o outro”.

    Um fato que acontece com freqüência, principalmente em provas grandes, é o público querer ajudar o atleta. “As pessoas jogam água, querem entregar um copo na mão do corredor, mas nada muito agressivo. Às vezes querem ajudar, mas acabam atrapalhando”. Algumas vezes também animais entram na pista e os “Abre-Alas” precisam impedir que eles cheguem perto dos corredores.

    “Na São Silvestre de 2005, um cachorro entrou no percurso e foi correndo até o primeiro quilômetro com os líderes. Ele não tinha como sair, devido às grades e seguiu até a Consolação, aí abriram uma grade e ele foi embora”, lembra Ivan.

    O cabo Antônio Delfin, da 3ª Companhia Rocam/ Escolta, já trabalhou em diversas provas, principalmente na São Silvestre e comenta como os policiais são orientados a agir em caso de invasão. “A gente acelera um pouco a moto e a coloca entre a pessoa que está tentando obstruir e o atleta”. Ele explica também, que em geral seguem do primeiro ao quarto colocado, sempre em duplas, conforme o número de motos disponíveis.

    Concentração - Além de muita concentração, é preciso estar preparado para qualquer eventualidade durante o percurso, pois fatos inusitados podem acontecer em cima de uma moto durante a corrida. “O atleta dá um gole na água e joga o copinho no chão e a moto acaba escorregando. Outra coisa que acontece são com os chuveiros, colocados no trajeto. Às vezes somos obrigados a passar embaixo, mas geralmente está calor e é até bom”.

    Mas, segundo Cristiano Barbosa, além de curiosidades, já houve um caso trágico há alguns anos atrás, ocasião em que um motoqueiro perdeu a vida durante uma corrida. “Ele foi tentar impedir que um veículo invadisse o percurso, mas acabou sendo atropelado e morreu”.

    Origens - Mas de onde vem os “Abre-Alas”? Em São Paulo, eles são o Pelotão de Escolta da Polícia Militar, filiado à Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicleta), criado em 1947. O objetivo inicial do grupamento era realizar a escolta do Governador do Estado, na época Ademar de Barros, motivo pelo qual ficaram conhecidos como escolta do governador. As motos utilizadas são da marca Harley Davidson, modelo Road King Police 1340cc, de cor vermelha.

    Com o passar do tempo diversas celebridades e autoridades de relevância para o Governo utilizaram a escolta, que se tornou reconhecida internacionalmente como uma das mais eficientes do mundo. O sargento Carlos Eduardo Magalhães é autor do livro Rocam - Emoções e Aventuras Policiais Sobre 2 Rodas, no qual estão descritas diversas atividades e a história da Rocam. Segundo escreve o sargento, o grupamento é responsável por diversos eventos na cidade, desde desfiles e festas, até a escolta de provas como a São Silvestre e a Sargento Gonzaguinha.

    Os Abre-Alas podem ser vistos nas principais provas de rua de São Paulo e do Brasil, sempre atentos com o trânsito de atletas e zelando pela integridade física dos mesmos. Muitas vezes são anônimos que fazem um serviço de grande importância, sem eles não há garantia de segurança.

    Por volta do ano de 1899 Chiquinha Gonzaga se mudou para o bairro do Andaraí, no Rio de Janeiro, local onde cordões carnavalescos faziam grande sucesso. Certa vez, ao ouvir despreocupadamente os ensaios do cordão Rosa de Ouro, se sentou em seu piano e compôs uma marcha em homenagem ao grupo. Dessa forma foi criada a primeira música de carnaval.

    Até então, nenhum compositor havia elaborado uma composição para um cordão carnavalesco, o que existia eram apenas refrões populares, sem melodia. A marcha "Ó Abre Alas" tornou-se o seu maior sucesso e é tocada até hoje em todos os bailes carnavalescos.

    Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a Chiquinha Gonzaga, nasceu em 17 de outubro de 1847 no Rio de Janeiro e morreu no dia 28 de fevereiro de 1935. Durante toda sua vida ela lutou contra o preconceito sempre em nome de sua grande paixão, a música.

    Letra de "Ó Abre Alas"

    Ó abre alas que eu quero passar
    Ó abre alas que eu quero passar
    Eu sou da lira não posso negar
    Eu sou da lira não posso negar

    Ó abre alas que eu quero passar
    Ó abre alas que eu quero passar
    Rosa de ouro é que vai ganhar
    Rosa de ouro é que vai ganhar

    Para saber mais sobre a vida e obra de Chiquinha Gonzaga: www.chiquinhagonzaga.com.


    Saiba quem são os “Abre-Alas” das corridas

    Caminhada · 16 fev, 2007

    Ó Abre Alas/Que eu quero passar /Eu sou da Lira,/Não posso negar/ Ó Abre Alas/Que eu quero passar (...).

    Essa marchinha de carnaval composta por Chiquinha Gonzaga, por volta de 1899, para homenagear a escola de samba Rosas de Ouro, serve perfeitamente para ilustrar o papel dos batedores em uma corrida de rua. Policiais militares guiando motocicletas de gala, ou mesmo motos comuns; guardas civis metropolitanos; agentes de trânsito, enfim, qualquer que seja a viatura e o condutor do “Abre-Alas”, a responsabilidade é grande.

    Cristiano Barbosa, responsável pela divisão de Corridas de Rua da Federação Paulista de Atletismo, afirma que a importância do batedor é zelar pela integridade física do atleta. “O batedor com as motos tem que deixar o atleta numa condição que ele se preocupe apenas com a prova, para que não aconteça o que aconteceu na olimpíada”, comenta ao se referir ao irlandês que se jogou em cima de Vanderlei Cordeiro, em Atenas.

    E qual seria o padrão adotado pelos batedores, na hora de acompanhar os atletas? Seguir os primeiros colocados, seguir o pelotão todo? Cristiano explica: “do primeiro até o último atleta deveria ter acompanhamento, mas é inviável, se não daqui a pouco teremos um desfile de motos”, brinca. Segundo ele, a recomendação é que, após um determinado momento, cada dupla de motoqueiros acompanhe os líderes da prova, com o intuito de evitar invasões.

    Curiosidades - Com a quantidade de provas que são realizadas nas ruas, é inevitável que aconteçam fatos curiosos com os “Abre-Alas”; uma delas lembra muito uma cena de filme, no melhor estilo James Bond. Durante a disputa de uma maratona, em São Paulo, os batedores escoltavam os atletas pela Avenida 23 de Maio, sentido centro, quando ouviram sirenes e avistaram uma luz brilhante à frente.

    “Era um fusca que estava sendo perseguido pela polícia e entrou no percurso”, conta Cristiano. “O motorista trocou tiros com a polícia e foi induzido a pegar um desvio, bem no meio da prova. Na volta, encontramos o carro batido no poste e cheio de furos de bala”, completa. Por sorte não houve nenhum prejuízo para os corredores e nem para a prova.

    Outros fatos curiosos que já aconteceram englobam desde a necessidade de se retirar bois e vacas do percurso, até um problema com o caminho correto a ser seguido, que deixou os “Abre-Alas” perdidos. Para informar o traçado, sempre há um fiscal na garupa de uma moto, que sinaliza para os atletas o trajeto correto.

    Ivan Gomes Júnior é o motoqueiro responsável por levar o fiscal que orienta os corredores nas principais provas de São Paulo, como a São Silvestre. Há mais de 20 anos nessa área, ele comenta algumas peculiaridades sobre o assunto. “Em uma das edições da São Silvestre teve um corredor que errou o caminho. O fiscal indicou um lado e ele foi para o outro”.

    Um fato que acontece com freqüência, principalmente em provas grandes, é o público querer ajudar o atleta. “As pessoas jogam água, querem entregar um copo na mão do corredor, mas nada muito agressivo. Às vezes querem ajudar, mas acabam atrapalhando”. Algumas vezes também animais entram na pista e os “Abre-Alas” precisam impedir que eles cheguem perto dos corredores.

    “Na São Silvestre de 2005, um cachorro entrou no percurso e foi correndo até o primeiro quilômetro com os líderes. Ele não tinha como sair, devido às grades e seguiu até a Consolação, aí abriram uma grade e ele foi embora”, lembra Ivan.

    O cabo Antônio Delfin, da 3ª Companhia Rocam/ Escolta, já trabalhou em diversas provas, principalmente na São Silvestre e comenta como os policiais são orientados a agir em caso de invasão. “A gente acelera um pouco a moto e a coloca entre a pessoa que está tentando obstruir e o atleta”. Ele explica também, que em geral seguem do primeiro ao quarto colocado, sempre em duplas, conforme o número de motos disponíveis.

    Concentração - Além de muita concentração, é preciso estar preparado para qualquer eventualidade durante o percurso, pois fatos inusitados podem acontecer em cima de uma moto durante a corrida. “O atleta dá um gole na água e joga o copinho no chão e a moto acaba escorregando. Outra coisa que acontece são com os chuveiros, colocados no trajeto. Às vezes somos obrigados a passar embaixo, mas geralmente está calor e é até bom”.

    Mas, segundo Cristiano Barbosa, além de curiosidades, já houve um caso trágico há alguns anos atrás, ocasião em que um motoqueiro perdeu a vida durante uma corrida. “Ele foi tentar impedir que um veículo invadisse o percurso, mas acabou sendo atropelado e morreu”.

    Origens - Mas de onde vem os “Abre-Alas”? Em São Paulo, eles são o Pelotão de Escolta da Polícia Militar, filiado à Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicleta), criado em 1947. O objetivo inicial do grupamento era realizar a escolta do Governador do Estado, na época Ademar de Barros, motivo pelo qual ficaram conhecidos como escolta do governador. As motos utilizadas são da marca Harley Davidson, modelo Road King Police 1340cc, de cor vermelha.

    Com o passar do tempo diversas celebridades e autoridades de relevância para o Governo utilizaram a escolta, que se tornou reconhecida internacionalmente como uma das mais eficientes do mundo. O sargento Carlos Eduardo Magalhães é autor do livro Rocam - Emoções e Aventuras Policiais Sobre 2 Rodas, no qual estão descritas diversas atividades e a história da Rocam. Segundo escreve o sargento, o grupamento é responsável por diversos eventos na cidade, desde desfiles e festas, até a escolta de provas como a São Silvestre e a Sargento Gonzaguinha.

    Os Abre-Alas podem ser vistos nas principais provas de rua de São Paulo e do Brasil, sempre atentos com o trânsito de atletas e zelando pela integridade física dos mesmos. Muitas vezes são anônimos que fazem um serviço de grande importância, sem eles não há garantia de segurança.

    Por volta do ano de 1899 Chiquinha Gonzaga se mudou para o bairro do Andaraí, no Rio de Janeiro, local onde cordões carnavalescos faziam grande sucesso. Certa vez, ao ouvir despreocupadamente os ensaios do cordão Rosa de Ouro, se sentou em seu piano e compôs uma marcha em homenagem ao grupo. Dessa forma foi criada a primeira música de carnaval.

    Até então, nenhum compositor havia elaborado uma composição para um cordão carnavalesco, o que existia eram apenas refrões populares, sem melodia. A marcha "Ó Abre Alas" tornou-se o seu maior sucesso e é tocada até hoje em todos os bailes carnavalescos.

    Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a Chiquinha Gonzaga, nasceu em 17 de outubro de 1847 no Rio de Janeiro e morreu no dia 28 de fevereiro de 1935. Durante toda sua vida ela lutou contra o preconceito sempre em nome de sua grande paixão, a música.

    Letra de "Ó Abre Alas"

    Ó abre alas que eu quero passar
    Ó abre alas que eu quero passar
    Eu sou da lira não posso negar
    Eu sou da lira não posso negar

    Ó abre alas que eu quero passar
    Ó abre alas que eu quero passar
    Rosa de ouro é que vai ganhar
    Rosa de ouro é que vai ganhar

    Para saber mais sobre a vida e obra de Chiquinha Gonzaga: www.chiquinhagonzaga.com.

    Galindez participa de triathlon na Argentina durante carnaval

    Triathlon · 16 fev, 2007

    O argentino Oscar Galindez passa o primeiro dia do carnaval em competição. O triathleta participa nessa sábado da primeira etapa do Circuito XTerra Global Tour, que acontece em Córdoba, Argentina.

    Essa será a primeira vez que Galindez participa da prova, uma espécie de triathlon cross-country. O circuito, de distâncias olímpicas, terá os 1.500 metros de natação realizados no Lago San Roque, 30 quilômetros de mountain bike entre as cidades de Carlos Paz e Córdoba, mesmo trajeto dos 10 quilômetros de corrida.

    De acordo com os competidores, o percurso da prova é considerado complicado. “O XTerra sempre oferece o risco de se machucar, de cair na bike”, comenta Galindez. “Eu espero fazer uma boa prova, que dê tudo certo”, complementa. A largada está marcada para 9h (horário local).

    Conheça um pouco mais do Troféu BR de Triathlon

    O Troféu Brasil de Triathlon completa 17 anos. Mas a competição nem sempre teve esse nome. Em 1991 o circuito era chamado de Troféu Brasil Puma de Short Triathlon; de 1992 a 1996 de Troféu Brasil Adidas/ Gatorade de Triathlon; em 1997 Troféu Brasil Gatorade/ Rainha de Triathlon. Foi só em 1998 que a competição passou a ser exclusivamente o Troféu Brasil de Triathlon.

    Durante todos esses anos também ocorreram mudanças nas regras, como em 1997, que passou para a distância olímpica para os profissionais e short para os amadores. Já em 2003 foi incluída a categoria Elite Amador. Nessa o atleta compete em distância olímpica com as mesmas regras da Profissional.

    A disputa esse ano começa dia 18 de março, em Santos, e são esperados mais de 800 competidores de todo o país, entre eles os campeões do ano passado, o goiano Santiago Ascenço, que levou o bicampeonato e Carla Moreno, que conquistou o pentacampeonato. Ao todo serão sete etapas, quatro na cidade de Santos, incluindo a grande final.

    “É um orgulho manter um circuito por 17 anos com alto nível técnico e uma média de 800 triathletas por etapa. A expectativa é a melhor possível para este ano, sempre pensando no incentivo à modalidade”, comenta Núbio de Almeida, organizador do evento.

    Disputa desse ano - A prova de abertura terá peso 1,25 e a final 1,5 para aumentar a briga pelos R$15 mil aos cinco melhores em cada etapa e os R$20 mil para os líderes do ranking. Serão disputadas provas para os profissionais, na distância olímpica, revezamento de dois ou três atletas, executivo, além da categoria elite amadora, que a partir desse ano será aberta a qualquer competidor a partir dos 25 anos de idade.

    Dos 15 aos 24 anos, é preciso ter índice: 1h02 para o masculino e 1h10 para a feminino. “Acima dos 25 anos qualquer atleta pode se inscrever, porém há o tempo máximo na natação de 35 minutos e nos primeiros 20 km de ciclismo, com 38 minutos. O atleta que não completar nessas marcas é obrigado a se retirar da competição”, comenta Núbio.

    O Troféu Brasil de Triathlon é considerado um dos principais circuitos do país na modalidade e tem como destaque o argentino radicado em Santos, Oscar Galindez, com sete títulos consecutivos, de 1997 a 2003. Já entre as mulheres Fernanda Keller segue como a principal vencedora, com seis títulos, de 1991 a 1996, seguida de perto por Carla Moreno, que ostenta o penta.

    “Temos um circuito com calendário definido, organizado, com premiação e regras preestabelecidas. Acredito que esse seja um incentivo para o triathlon brasileiro crescer e competir em condições de igualdade com qualquer país do Mundo”, afirma o idealizador do evento. Mais informações no site www.trofeubrasil.com.


    Conheça um pouco mais do Troféu BR de Triathlon

    Triathlon · 16 fev, 2007

    O Troféu Brasil de Triathlon completa 17 anos. Mas a competição nem sempre teve esse nome. Em 1991 o circuito era chamado de Troféu Brasil Puma de Short Triathlon; de 1992 a 1996 de Troféu Brasil Adidas/ Gatorade de Triathlon; em 1997 Troféu Brasil Gatorade/ Rainha de Triathlon. Foi só em 1998 que a competição passou a ser exclusivamente o Troféu Brasil de Triathlon.

    Durante todos esses anos também ocorreram mudanças nas regras, como em 1997, que passou para a distância olímpica para os profissionais e short para os amadores. Já em 2003 foi incluída a categoria Elite Amador. Nessa o atleta compete em distância olímpica com as mesmas regras da Profissional.

    A disputa esse ano começa dia 18 de março, em Santos, e são esperados mais de 800 competidores de todo o país, entre eles os campeões do ano passado, o goiano Santiago Ascenço, que levou o bicampeonato e Carla Moreno, que conquistou o pentacampeonato. Ao todo serão sete etapas, quatro na cidade de Santos, incluindo a grande final.

    “É um orgulho manter um circuito por 17 anos com alto nível técnico e uma média de 800 triathletas por etapa. A expectativa é a melhor possível para este ano, sempre pensando no incentivo à modalidade”, comenta Núbio de Almeida, organizador do evento.

    Disputa desse ano - A prova de abertura terá peso 1,25 e a final 1,5 para aumentar a briga pelos R$15 mil aos cinco melhores em cada etapa e os R$20 mil para os líderes do ranking. Serão disputadas provas para os profissionais, na distância olímpica, revezamento de dois ou três atletas, executivo, além da categoria elite amadora, que a partir desse ano será aberta a qualquer competidor a partir dos 25 anos de idade.

    Dos 15 aos 24 anos, é preciso ter índice: 1h02 para o masculino e 1h10 para a feminino. “Acima dos 25 anos qualquer atleta pode se inscrever, porém há o tempo máximo na natação de 35 minutos e nos primeiros 20 km de ciclismo, com 38 minutos. O atleta que não completar nessas marcas é obrigado a se retirar da competição”, comenta Núbio.

    O Troféu Brasil de Triathlon é considerado um dos principais circuitos do país na modalidade e tem como destaque o argentino radicado em Santos, Oscar Galindez, com sete títulos consecutivos, de 1997 a 2003. Já entre as mulheres Fernanda Keller segue como a principal vencedora, com seis títulos, de 1991 a 1996, seguida de perto por Carla Moreno, que ostenta o penta.

    “Temos um circuito com calendário definido, organizado, com premiação e regras preestabelecidas. Acredito que esse seja um incentivo para o triathlon brasileiro crescer e competir em condições de igualdade com qualquer país do Mundo”, afirma o idealizador do evento. Mais informações no site www.trofeubrasil.com.

    Como treinar com qualidade no verão?

    Verão é sinônimo de sol e muito calor. E, segundo os ambientalistas, a cada ano que passa o calor aumenta devido ao aquecimento global. Por isso, o cuidado na hora de treinar deve ser redobrado.

    Para que o rendimento do atleta não caia muito, o treinador Caio Augusto Siqueira indica que os treinos sejam feitos em horários onde o calor não é tão forte. “A manhã e o início da noite são os melhores horários para se treinar nessa época, já que o calor não é tão intenso. Além disso, prefira lugares arborizados, que são mais frescos. Avenidas costumam ser mais quentes devido à liberação do gás carbônico pelos carros”. Também prefira roupas leves, que não retém tanto o calor e o suor.

    Hidratação - Outro fator importantíssimo nessa época é a hidratação. O corpo perde água e sais minerais durante a prática do esporte, e com o calor, isso aumenta. “Durante o treino beba líquidos a cada 20 minutos de atividade. Os isotônicos são bons porque, além de repor a água, repõem os sais e o carboidrato, que é a primeira fonte de energia que o corpo perde nas práticas esportivas”, explica Caio.

    Mas uma boa hidratação é aquela feita antes e depois do treino também. “Consuma frutas ricas em água, como melancia, melão, maçã ou sucos naturais, tanto antes como depois das atividades”, completa. A maçã é muito recomendada, pois, além de repor a água e a glicose perdida, é absorvida rapidamente pelo corpo.

    Porém o excesso de hidratação faz mal. Ingerir grande quantidade de isotônico, por exemplo, além de deixar o atleta mais pesado, o que conseqüentemente fará o rendimento do mesmo cair, também pode dar pedra nos rins devido a grande quantidade de sódio.

    Proteção - O protetor solar também não deve ser esquecido. Mesmo quando o sol não está forte ou quando ele não aparece, não deve dispensar o uso de protetores, já que o mormaço contém grande parte dos raios ultra-violetas. “Além de proteger dos raios ultra-violetas, o protetor ajuda a manter a pele hidratada. Use, de preferência, um em gel e livre de óleo, assim previne a acne também”, explica Caio.

    Em dias muito quentes, diminua a intensidade e o tempo do aquecimento e aumente o tempo de alongamentos. E não se esqueça: alongar antes e depois dos treinos ou competições evita lesões.


    Como treinar com qualidade no verão?

    Atletismo · 16 fev, 2007

    Verão é sinônimo de sol e muito calor. E, segundo os ambientalistas, a cada ano que passa o calor aumenta devido ao aquecimento global. Por isso, o cuidado na hora de treinar deve ser redobrado.

    Para que o rendimento do atleta não caia muito, o treinador Caio Augusto Siqueira indica que os treinos sejam feitos em horários onde o calor não é tão forte. “A manhã e o início da noite são os melhores horários para se treinar nessa época, já que o calor não é tão intenso. Além disso, prefira lugares arborizados, que são mais frescos. Avenidas costumam ser mais quentes devido à liberação do gás carbônico pelos carros”. Também prefira roupas leves, que não retém tanto o calor e o suor.

    Hidratação - Outro fator importantíssimo nessa época é a hidratação. O corpo perde água e sais minerais durante a prática do esporte, e com o calor, isso aumenta. “Durante o treino beba líquidos a cada 20 minutos de atividade. Os isotônicos são bons porque, além de repor a água, repõem os sais e o carboidrato, que é a primeira fonte de energia que o corpo perde nas práticas esportivas”, explica Caio.

    Mas uma boa hidratação é aquela feita antes e depois do treino também. “Consuma frutas ricas em água, como melancia, melão, maçã ou sucos naturais, tanto antes como depois das atividades”, completa. A maçã é muito recomendada, pois, além de repor a água e a glicose perdida, é absorvida rapidamente pelo corpo.

    Porém o excesso de hidratação faz mal. Ingerir grande quantidade de isotônico, por exemplo, além de deixar o atleta mais pesado, o que conseqüentemente fará o rendimento do mesmo cair, também pode dar pedra nos rins devido a grande quantidade de sódio.

    Proteção - O protetor solar também não deve ser esquecido. Mesmo quando o sol não está forte ou quando ele não aparece, não deve dispensar o uso de protetores, já que o mormaço contém grande parte dos raios ultra-violetas. “Além de proteger dos raios ultra-violetas, o protetor ajuda a manter a pele hidratada. Use, de preferência, um em gel e livre de óleo, assim previne a acne também”, explica Caio.

    Em dias muito quentes, diminua a intensidade e o tempo do aquecimento e aumente o tempo de alongamentos. E não se esqueça: alongar antes e depois dos treinos ou competições evita lesões.

    Um alerta: quem são os especialistas?

    Só pode divulgar ser especialista quem prestou concurso para essa finalidade (regra da maioria das sociedades médicas, pois somente estágios não conferem esse título de especialista). O nome constará no registro da Sociedade Médica a que pertence (exemplo Sociedade Brasileira de Cardiologia e Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte) e no CREMESP.

    Dizer que pratica, por exemplo, Medicina Esportiva não significa que prestou concurso e conquistou o título de especialista, portanto ATENÇÃO, confira. Caso o médico divulgar uma falsa informação de ser especialista, ele responderá ao CREMESP, pois não se pode enganar o público.

    Pela oportunidade do assunto convém informar que a Sociedade Brasileira de Cardiologia, para conferir credibilidade e qualidade, utiliza prova teórico-prática especializada em ergometria. Aos aprovados confere o título de Habilitação em Ergometria (teste de esforço e teste cardiopulmonar ou ergoespirométrico) com o pré-requisito de ter o título de especialista em cardiologia. Lembro que o laudo deve conter o eletrocardiograma contínuo por todo o período do exame, avaliar aspectos clínicos do coração e pulmões por isso deve ser cardiologista e nunca um não médico.

    O exame de avaliação física em ciclo ou esteira tem outro objetivo. Hoje médicos do esporte com formação em fisiologia fazem perfeitamente essa avaliação física, mas com a recomendação que ele SÓ deve ser feito após conhecer a condição cardiológica durante o esforço físico (no teste ergométrico clássico).

    Enfim, devemos saber quem nos examina e quem dá orientações, não compre gato por lebre e defenda seus direitos de consumidor. A grande procura de esportes ou da prática da atividade física passa hoje por conhecer quem lhe dá conselhos esportivos, fique longe dos falsos profetas. De repente apareceram muitos "especialistas" que como especialistas têm o objetivo de arrecadar o máximo de alunos ou esportistas ou atletas, até serem desmascarados pelas autoridades constituídas. Esse nosso alerta surgiu depois de atendermos profissionalmente, pessoas que acreditaram estarem fazendo o melhor para si, quando, no entanto, sofreram complicações médicas advindas de supostos especialistas incompetentes.


    Um alerta: quem são os especialistas?

    Atletismo · 14 fev, 2007

    Só pode divulgar ser especialista quem prestou concurso para essa finalidade (regra da maioria das sociedades médicas, pois somente estágios não conferem esse título de especialista). O nome constará no registro da Sociedade Médica a que pertence (exemplo Sociedade Brasileira de Cardiologia e Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte) e no CREMESP.

    Dizer que pratica, por exemplo, Medicina Esportiva não significa que prestou concurso e conquistou o título de especialista, portanto ATENÇÃO, confira. Caso o médico divulgar uma falsa informação de ser especialista, ele responderá ao CREMESP, pois não se pode enganar o público.

    Pela oportunidade do assunto convém informar que a Sociedade Brasileira de Cardiologia, para conferir credibilidade e qualidade, utiliza prova teórico-prática especializada em ergometria. Aos aprovados confere o título de Habilitação em Ergometria (teste de esforço e teste cardiopulmonar ou ergoespirométrico) com o pré-requisito de ter o título de especialista em cardiologia. Lembro que o laudo deve conter o eletrocardiograma contínuo por todo o período do exame, avaliar aspectos clínicos do coração e pulmões por isso deve ser cardiologista e nunca um não médico.

    O exame de avaliação física em ciclo ou esteira tem outro objetivo. Hoje médicos do esporte com formação em fisiologia fazem perfeitamente essa avaliação física, mas com a recomendação que ele SÓ deve ser feito após conhecer a condição cardiológica durante o esforço físico (no teste ergométrico clássico).

    Enfim, devemos saber quem nos examina e quem dá orientações, não compre gato por lebre e defenda seus direitos de consumidor. A grande procura de esportes ou da prática da atividade física passa hoje por conhecer quem lhe dá conselhos esportivos, fique longe dos falsos profetas. De repente apareceram muitos "especialistas" que como especialistas têm o objetivo de arrecadar o máximo de alunos ou esportistas ou atletas, até serem desmascarados pelas autoridades constituídas. Esse nosso alerta surgiu depois de atendermos profissionalmente, pessoas que acreditaram estarem fazendo o melhor para si, quando, no entanto, sofreram complicações médicas advindas de supostos especialistas incompetentes.

    Confira todas as sedes dos Jogos Pan-americanos

    Ao longo de mais de 50 anos, os Jogos Pan-americanos jamais deixaram de ser disputados e passaram por cidades de todos os cantos do continente. Confira quais foram as sedes, bem como o número de atletas, países e esportes que participaram do Pan até hoje:

  • 1951 - Buenos Aires (Argentina) - 25 de fevereiro a nove de março. 2.513 atletas, 21 países, 18 esportes;

  • 1955 - Cidade do México (México) - 12 a 26 de março. 2.583 atletas, 22 países, 17 esportes;

  • 1959 - Chicago (Estados Unidos) - 27 de agosto a sete de setembro. 2.263 atletas, 25 países, 18 esportes;

  • 1963 - São Paulo (Brasil) - 20 de abril a cinco de maio. 1.665 atletas, 22 países, 19 esportes;

  • 1967 - Winnipeg (Canadá) - 24 de julho a seis de agosto. 2.361 atletas, 29 países, 18 esportes;

  • 1971 - Cáli (Colômbia) - 25 de julho a oito de agosto. 2.935 atletas, 32 países, 18 esportes

  • 1975 - Cidade do México (México) - 12 a 25 de outubro. 3.146 atletas, 33 países, 18 esportes;

  • 1979 - San Juan (Porto Rico) - 1º a 15 de julho. 3.700 atletas, 34 países, 22 esportes;

  • 1983 - Caracas (Venezuela) - 14 a 29 de agosto. 3.426 atletas, 36 países, 23 esportes;

  • 1987 - Indianápolis (Estados Unidos) - Sete a 23 de agosto. 4.453 atletas, 38 países, 27 esportes;

  • 1991 - Havana (Cuba) - Oito a 18 de agosto. 4.519 atletas, 39 países, 26 esportes;

  • 1995 - Mar del Plata (Argentina) - 11 a 26 de março. 5.144 atletas, 42 países, 34 esportes;

  • 1999 - Winnipeg (Canadá) - 23 de julho a 8 de agosto. 5.000 atletas, 42 países, 34 esportes;

  • 2003 - Santo Domingo (República Dominicana) - 1 a 17 de agosto. 5.500 atletas, 42 países, 35 esportes.


  • Confira todas as sedes dos Jogos Pan-americanos

    Atletismo · 13 fev, 2007

    Ao longo de mais de 50 anos, os Jogos Pan-americanos jamais deixaram de ser disputados e passaram por cidades de todos os cantos do continente. Confira quais foram as sedes, bem como o número de atletas, países e esportes que participaram do Pan até hoje:

  • 1951 - Buenos Aires (Argentina) - 25 de fevereiro a nove de março. 2.513 atletas, 21 países, 18 esportes;

  • 1955 - Cidade do México (México) - 12 a 26 de março. 2.583 atletas, 22 países, 17 esportes;

  • 1959 - Chicago (Estados Unidos) - 27 de agosto a sete de setembro. 2.263 atletas, 25 países, 18 esportes;

  • 1963 - São Paulo (Brasil) - 20 de abril a cinco de maio. 1.665 atletas, 22 países, 19 esportes;

  • 1967 - Winnipeg (Canadá) - 24 de julho a seis de agosto. 2.361 atletas, 29 países, 18 esportes;

  • 1971 - Cáli (Colômbia) - 25 de julho a oito de agosto. 2.935 atletas, 32 países, 18 esportes

  • 1975 - Cidade do México (México) - 12 a 25 de outubro. 3.146 atletas, 33 países, 18 esportes;

  • 1979 - San Juan (Porto Rico) - 1º a 15 de julho. 3.700 atletas, 34 países, 22 esportes;

  • 1983 - Caracas (Venezuela) - 14 a 29 de agosto. 3.426 atletas, 36 países, 23 esportes;

  • 1987 - Indianápolis (Estados Unidos) - Sete a 23 de agosto. 4.453 atletas, 38 países, 27 esportes;

  • 1991 - Havana (Cuba) - Oito a 18 de agosto. 4.519 atletas, 39 países, 26 esportes;

  • 1995 - Mar del Plata (Argentina) - 11 a 26 de março. 5.144 atletas, 42 países, 34 esportes;

  • 1999 - Winnipeg (Canadá) - 23 de julho a 8 de agosto. 5.000 atletas, 42 países, 34 esportes;

  • 2003 - Santo Domingo (República Dominicana) - 1 a 17 de agosto. 5.500 atletas, 42 países, 35 esportes.

  • Mariana Ohata é tricampeã de Caiobá

    Triathlon · 12 fev, 2007

    No último sábado aconteceu no litoral paranaense a 19ª edição do Sesc Triathlon de Caiobá. O evento contou com a presença de 640 atletas de sete estados brasileiros e também do Distrito Federal.

    Os participantes percorreram 1,5km de natação, 40km de bike e mais 10 km de corrida. Além da categoria elite, também foi realizada a categoria amadora com metade das distâncias.

    A grande campeã da competição foi a triathleta Mariana Ohata, que conquistou o tricampeonato da prova em 2h06min53. O segundo lugar ficou com Sandra Soldan seguida por Vanessa Gianinni.

    Entre os homens o vencedor foi Marcos Souza da Silva, que já está classificado para o Pan 2007. Esta foi a sua primeira vitória na prova. Marcos terminou a competição em 1h53min48. O segundo lugar foi para Bruno Matheus. Já a terceira posição ficou com o curitibano Frederico Monteiro.