Triathlon

Long Distance abre inscrições para 2º etapa

Triathlon · 10 fev, 2007

A segunda etapa do Triathlon Long Distance acontece no dia 29 de abril e as inscrições já estão abertas. A competição será realizada na praia do Cruzeiro, Ubatuba, litoral norte de São Paulo.

De acordo com os organizadores, o percurso será um dos mais difíceis percursos da modalidade no país e contará com 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 10 km de corrida. Além do Long Distance, haverá uma prova mais curta com 750m/20km/5km.

Mas antes de Ubatuba, o Circuito começa no dia 18 de março no Parque do Flamengo, Rio de Janeiro. As inscrições para a segunda prova do Long Distance já estão abertas e deverão ser feitas no site oficial (www.ciadeeventos.com.br).

Os valores para esta fase inicial são os seguintes: Long Distance - R$380 (Elite), R$300 (amador) e R$350 (revezamento); Short Distance R$120 (limitado a 300 vagas). Estes preços valerão somente até o dia primeiro de março, quando sofrerão reajuste.

Saiba como começaram os Jogos Pan-americanos

Atletismo · 09 fev, 2007

O Pan é uma versão continental da Olimpíada e engloba esportes do programa olímpico, além de outras modalidades que são sugeridas pelas cidades sede e federações. O objetivo da criação dos jogos era agregar em uma competição todos os países das Américas, com o intuito de fortalecer o esporte na região.

A realização é sempre um ano antes dos Jogos Olímpicos, a cada quatro anos e a primeira edição foi em 1951, em Buenos Aires, Argentina. A edição inaugural foi aberta em 25 de fevereiro, com 2.513 atletas de 21 países e 18 esportes em disputa.

Atividade física na medida certa

O Dr. Paulo Barone é o mais novo colunista do Webrun da seção Medicina Esportiva. Mensalmente você irá conferir seus artigos com dicas para um esporte com mais rendimento. Para começar, ele dá dicas gerais para aqueles que pretendem aproveitar ao máximo os resultados dos treinos. Confira!

São Paulo - Poucos são os atletas ou praticantes de atividade física que nunca ouviram falar de uma das principais regras da boa forma e saúde. Mas caso você seja um desses, que nunca tenha ouvido esta informação, aqui está ela:

Só exercício, não basta.

Parece estranho, mas para atingir os melhores resultados, sejam eles referentes à perda de peso, melhora do sistema cardiovascular ou até mesmo virar um atleta profissional, além de praticar sua atividade física é necessário também estar atento a alguns princípios básicos do treinamento esportivo e da fisiologia do exercício.

Em primeiro lugar, indiferente de qual será o tipo de atividade física que você irá praticar, é extremamente necessário que busque através da medicina do esporte, avaliações físicas específicas para obter parâmetros reais de qual é seu nível de aptidão física.

Dentre as avaliações indicadas, a mais importante e usual para a prática de atividade física é conhecida como teste Ergoespirométrico ou Avaliação Cardiorrespiratória. Este teste traz, na realidade, informações a respeito da integridade de todos os sistemas envolvidos com o transporte de gases em nosso organismo, ou seja, não envolve apenas os ajustes cardiovasculares e respiratórios, mas, também, ajustes neurológicos, humorais e hematológicos.

Na prática, a grande utilidade do teste cardiorrespiratório reside na determinação da capacidade funcional ou da capacidade aeróbia do indivíduo, obtendo valores como o Consumo Máximo de Oxigênio (VO2max) e os Limiares Ventilatórios de Treinamento (Aeróbio e Anaeróbio) dados esses importantes para uma prescrição de treinamento com qualidade. Mas lembre-se, o teste cardiopulmonar só tem validade quando feito por cardiologista, que analisa também o eletrocardiograma.

Após ser avaliado por um médico do esporte, o próximo passo a ser dado é procurar um profissional qualificado (Educador Físico) que trabalhando em conjunto com uma equipe multidisciplinar (Médico do esporte, nutricionista e fisioterapeuta) irão o auxiliar em seus treinamentos. Outro tópico que não deve ser esquecido é a aquisição de materiais adequados para a prática de sua atividade física, onde um bom tênis, com sistema de amortecimento, roupas leves, que facilitem a transpiração, monitor de freqüência cardíaca, são assessórios indispensáveis para podermos começar.

Ao começar sua atividade física, certifique-se que a mesma esteja seguindo os princípios básicos do treinamento esportivo. Que são:

  • Princípio da individualidade biológica, que se refere à prescrição do treinamento respeitando as características fisiológicas individuais do esportista como, por exemplo, freqüência cardíaca, VO2máx, limiares de treinamento. Esses parâmetros são obtidos mediante a realização de uma avaliação física, mais especificamente, através do teste Ergoespirométrico.

  • Princípio do aumento progressivo de cargas, este princípio mostra que um aumento gradativo de cargas tem grande influência no resultado final de um treinamento. Essas cargas podem ser interpretadas como sendo o volume (Número de repetições ou distância a ser percorrida em um treinamento) e intensidade (velocidade em que será executado um determinado movimento).

  • Princípio da super compensação, aqui, a principal mensagem, é que para todo treinamento, existe um período de descanso (recuperação) adequada, que serve tanto para a restauração dos substratos energéticos (glicogênio) e líquidos corporais como também para a recuperação das fibras musculares desgastadas durante a prática de atividade física.

    Lembre-se que, respeitar a recuperação é tão importante quanto realizar o próprio treinamento, e lembre-se também que independente de qual seja o nível em que você se encontre, o importante é que não ultrapasse etapas do seu treinamento, pois ter pressa, não é o mais indicado quando estamos nos referindo a melhora da performance e qualidade de vida.

    Outro ponto que merece uma atenção especial é quanto à sua alimentação e sua hidratação, antes, durante e após sua prática de atividade física.

    Em uma alimentação balanceada, devemos ter em nossa ingestão diária cerca de 60 a 70% de carboidratos, 25 a 30% de lipídeos e 10 a 15% de proteínas. O consumo de carboidratos deve ser constante para se impedir o esgotamento gradual das reservas de glicogênio, que pode ser causado por dias consecutivos de treinamento intensivo.

    Logo após o término de sua atividade física (até 4 horas) é interessante fazer uma dieta rica em carboidratos, objetivando auxiliar a síntese de glicogênio dos músculos e do fígado.

    Quanto à hidratação sabe-se que não há uma regra definitiva para saber a quantidade de líquido necessária para repor a perda de água tida durante a prática de atividade física, mas é consenso entre especialistas que deve se ingerir líquidos antes de ter sede. Assim, ingerir de 250ml a 600ml de líquidos, em etapas, duas horas antes do exercício garante um nível adequado de hidratação e tempo suficiente para eliminar o excesso.

    Durante a atividade física, a quantidade de água a ser tomada deve tentar repor a quantia perdida através do suor. Além de água, é interessante que o atleta tome outros tipos de líquidos durante a prova, como os isotônicos, visando reposição de outras substâncias como, por exemplo, os sais minerais.

    Siga as essas dicas e orientações e faça de sua atividade física uma rotina segura e agradável.


  • Atividade física na medida certa

    Atletismo · 09 fev, 2007

    O Dr. Paulo Barone é o mais novo colunista do Webrun da seção Medicina Esportiva. Mensalmente você irá conferir seus artigos com dicas para um esporte com mais rendimento. Para começar, ele dá dicas gerais para aqueles que pretendem aproveitar ao máximo os resultados dos treinos. Confira!

    São Paulo - Poucos são os atletas ou praticantes de atividade física que nunca ouviram falar de uma das principais regras da boa forma e saúde. Mas caso você seja um desses, que nunca tenha ouvido esta informação, aqui está ela:

    Só exercício, não basta.

    Parece estranho, mas para atingir os melhores resultados, sejam eles referentes à perda de peso, melhora do sistema cardiovascular ou até mesmo virar um atleta profissional, além de praticar sua atividade física é necessário também estar atento a alguns princípios básicos do treinamento esportivo e da fisiologia do exercício.

    Em primeiro lugar, indiferente de qual será o tipo de atividade física que você irá praticar, é extremamente necessário que busque através da medicina do esporte, avaliações físicas específicas para obter parâmetros reais de qual é seu nível de aptidão física.

    Dentre as avaliações indicadas, a mais importante e usual para a prática de atividade física é conhecida como teste Ergoespirométrico ou Avaliação Cardiorrespiratória. Este teste traz, na realidade, informações a respeito da integridade de todos os sistemas envolvidos com o transporte de gases em nosso organismo, ou seja, não envolve apenas os ajustes cardiovasculares e respiratórios, mas, também, ajustes neurológicos, humorais e hematológicos.

    Na prática, a grande utilidade do teste cardiorrespiratório reside na determinação da capacidade funcional ou da capacidade aeróbia do indivíduo, obtendo valores como o Consumo Máximo de Oxigênio (VO2max) e os Limiares Ventilatórios de Treinamento (Aeróbio e Anaeróbio) dados esses importantes para uma prescrição de treinamento com qualidade. Mas lembre-se, o teste cardiopulmonar só tem validade quando feito por cardiologista, que analisa também o eletrocardiograma.

    Após ser avaliado por um médico do esporte, o próximo passo a ser dado é procurar um profissional qualificado (Educador Físico) que trabalhando em conjunto com uma equipe multidisciplinar (Médico do esporte, nutricionista e fisioterapeuta) irão o auxiliar em seus treinamentos. Outro tópico que não deve ser esquecido é a aquisição de materiais adequados para a prática de sua atividade física, onde um bom tênis, com sistema de amortecimento, roupas leves, que facilitem a transpiração, monitor de freqüência cardíaca, são assessórios indispensáveis para podermos começar.

    Ao começar sua atividade física, certifique-se que a mesma esteja seguindo os princípios básicos do treinamento esportivo. Que são:

  • Princípio da individualidade biológica, que se refere à prescrição do treinamento respeitando as características fisiológicas individuais do esportista como, por exemplo, freqüência cardíaca, VO2máx, limiares de treinamento. Esses parâmetros são obtidos mediante a realização de uma avaliação física, mais especificamente, através do teste Ergoespirométrico.

  • Princípio do aumento progressivo de cargas, este princípio mostra que um aumento gradativo de cargas tem grande influência no resultado final de um treinamento. Essas cargas podem ser interpretadas como sendo o volume (Número de repetições ou distância a ser percorrida em um treinamento) e intensidade (velocidade em que será executado um determinado movimento).

  • Princípio da super compensação, aqui, a principal mensagem, é que para todo treinamento, existe um período de descanso (recuperação) adequada, que serve tanto para a restauração dos substratos energéticos (glicogênio) e líquidos corporais como também para a recuperação das fibras musculares desgastadas durante a prática de atividade física.

    Lembre-se que, respeitar a recuperação é tão importante quanto realizar o próprio treinamento, e lembre-se também que independente de qual seja o nível em que você se encontre, o importante é que não ultrapasse etapas do seu treinamento, pois ter pressa, não é o mais indicado quando estamos nos referindo a melhora da performance e qualidade de vida.

    Outro ponto que merece uma atenção especial é quanto à sua alimentação e sua hidratação, antes, durante e após sua prática de atividade física.

    Em uma alimentação balanceada, devemos ter em nossa ingestão diária cerca de 60 a 70% de carboidratos, 25 a 30% de lipídeos e 10 a 15% de proteínas. O consumo de carboidratos deve ser constante para se impedir o esgotamento gradual das reservas de glicogênio, que pode ser causado por dias consecutivos de treinamento intensivo.

    Logo após o término de sua atividade física (até 4 horas) é interessante fazer uma dieta rica em carboidratos, objetivando auxiliar a síntese de glicogênio dos músculos e do fígado.

    Quanto à hidratação sabe-se que não há uma regra definitiva para saber a quantidade de líquido necessária para repor a perda de água tida durante a prática de atividade física, mas é consenso entre especialistas que deve se ingerir líquidos antes de ter sede. Assim, ingerir de 250ml a 600ml de líquidos, em etapas, duas horas antes do exercício garante um nível adequado de hidratação e tempo suficiente para eliminar o excesso.

    Durante a atividade física, a quantidade de água a ser tomada deve tentar repor a quantia perdida através do suor. Além de água, é interessante que o atleta tome outros tipos de líquidos durante a prova, como os isotônicos, visando reposição de outras substâncias como, por exemplo, os sais minerais.

    Siga as essas dicas e orientações e faça de sua atividade física uma rotina segura e agradável.

  • Mizuno lança camiseta com tecido de garrafa PET

    Atletismo · 07 fev, 2007

    A tendência do momento é a sustentabilidade. Diversas marcas esportivas começaram a investir em produtos que poluem menos e são ecologicamente corretos. A Mizuno é uma dessas marcas. Seu mais novo produto é uma coleção composta por camisetas feitas de algodão e garrafas PET.

    O tecido dessas camisetas é uma mistura das duas matérias primas. A fibra feita a partir da garrafa PET chama Alya Eco e segundo a Mizuno, sua espessura é mais fina que a fibra de algodão.

    De acordo com a marca, para a confecção de cada camiseta são utilizadas duas garrafas PET. A linha Mizuno Run Cycle pode ser encontrada nas principais lojas esportivas e uma camiseta custa em média R$49 o modelo feminino e R$59 o masculino.

    Além disso, a linha apresenta também tênis ecologicamente correto. Esse usa alguns produtos recicláveis, como no forro do calçado, por exemplo.

    Long Distance segue com inscrições abertas

    Triathlon · 06 fev, 2007

    A primeira etapa do Triathlon Long Distance acontece no dia 18 de março, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro, e as inscrições continuam abertas. Quem desejar participar deve pagar até o dia 25 de fevereiro a taxa de R$ 400 (Elite), R$ 360 (Amador) e R$ 400 (Revezamento) e preencher a ficha no site da organização, o www.ciadeeventos.com.br.

    A competição distribuirá um total de R$ 14,4 mil aos mais bem colocados na categoria Elite, masculino e feminino, cabendo aos vencedores da prova a quantia de R$ 2,6 mil. Além da etapa no Rio de Janeiro, vão acontecer também competições do Long Distance no dia 29 de abril, em Ubatuba (SP); cinco de agosto em Caiobá (PR) e 25 de novembro em Pirassununga (SP).

    Já as provas do Short Distance estão programadas para 28 de abril, em Ubatuba e 24 de novembro em Pirassununga, ambas válidas pelo Campeonato Paulista.

    A prova terá largada às 8 horas, em frente ao Monumento dos Pracinhas, local também da chegada dos competidores, que vão disputar 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida, num percurso praticamente plano e que promete ser bem rápido.

    Carboidratos – Posso comê-lo após treinar e emagrecer?

    É inevitável que haja piadinhas sobre a real utilidade de um nutricionista, afinal desde pequenos somos ensinados sobre o que devemos comer. O problema é que as pessoas não sabem que somos mal, muitas vezes muito mal educados sobre regras básicas da nutrição. Isso é normal.

    A coisa ainda piora muito quando as pessoas tentam traçar paralelos sobre fisiologia humana com outros modelos que são inadequados para efeito de comparação. Muitas vezes para efeito didático, dizemos que o duelo com a balança é uma questão puramente matemática. Dizemos também que quando a pessoa come mais do que o necessário acaba engordando, e do contrário, emagrecendo. É quase uma regra, pois há exceções.

    A maioria das exceções está justamente na pergunta que sempre fazem: posso comer após o treino quando meu objetivo é justamente perder peso?

    Pode, não. Deve! É uma resposta simplória, pois nela caberia qualquer alimento, qualquer quantidade sem estabelecimento de tempo. Mas obviamente não pode ser assim!

    Sem entrar muito nos aspectos fisiológicos e bioquímicos é até mais fácil explicar o porquê de NÃO podermos ficar sem comer após nosso treino. Isso acontece porque após a atividade tudo o que o nosso organismo precisa é recompor suas reservas de carboidrato (CHO) justamente porque é essa reserva que possibilita a queima de gordura.

    Ou seja, após treinar, seu corpo bioquimicamente restringe ao máximo maior queima de gordura porque ele não prevê quando haverá nova ingestão de CHO. É um modo, ancestral diga-se, de se proteger contra más temporadas na busca por alimentos.

    E se ficarmos sem comer o que ele usa como energia? Músculos! Dói tanto em mim, quanto em você essa resposta, pois sei das dificuldades de ganho de massa muscular. Mas a conseqüência é essa mesmo! Você acaba fazendo uma dieta de gordura e músculos!

    Como nosso organismo em fases de restrição calórica pode reduzir seu gasto calórico de repouso em inacreditáveis 20% é justamente esse recado que você está dando ao jejuar quando ele mais quer e precisa de energia. Como conseqüência você queima menos gordura, menos energia e mais músculos. Duvido que seja esse o objetivo de qualquer um que faça exercícios.

    Você viu que NÃO comendo temos muitas desvantagens, mas ainda temos outras vantagens se alimentando após o treino. Uma delas é que a alimentação pós-treino possibilita que você entre em um grande estado de construção e reparação de músculos que são os maiores gastadores de energia. Ou seja, tudo o que alguém em dieta de perda de peso quer.

    Uma segunda conseqüência muito boa é também que o exercício pode prolongar um maior gasto energético do corpo por até muitas horas depois do encerramento da sessão. Pois esse gasto pode ser feito justamente com gordura caso haja disponibilidade de CHO.

    E qual a recomendação? Obviamente não há receitas cabíveis a todos os gostos e necessidades. A necessidade e recomendação individuais dependem muito do gasto calórico da atividade e também do momento do treino para que não haja aqui confusão de lanche pós-treino com refeição. Mas logicamente que a escolha deve ser saudável (prioritariamente CHO) com baixas quantidades porcentuais de gordura.

    Um cardápio adaptado às suas necessidades trará certamente melhores resultados. Consulte um nutricionista para certificar-se que o suor traga realmente aquilo que você quer.


    Carboidratos – Posso comê-lo após treinar e emagrecer?

    Atletismo · 06 fev, 2007

    É inevitável que haja piadinhas sobre a real utilidade de um nutricionista, afinal desde pequenos somos ensinados sobre o que devemos comer. O problema é que as pessoas não sabem que somos mal, muitas vezes muito mal educados sobre regras básicas da nutrição. Isso é normal.

    A coisa ainda piora muito quando as pessoas tentam traçar paralelos sobre fisiologia humana com outros modelos que são inadequados para efeito de comparação. Muitas vezes para efeito didático, dizemos que o duelo com a balança é uma questão puramente matemática. Dizemos também que quando a pessoa come mais do que o necessário acaba engordando, e do contrário, emagrecendo. É quase uma regra, pois há exceções.

    A maioria das exceções está justamente na pergunta que sempre fazem: posso comer após o treino quando meu objetivo é justamente perder peso?

    Pode, não. Deve! É uma resposta simplória, pois nela caberia qualquer alimento, qualquer quantidade sem estabelecimento de tempo. Mas obviamente não pode ser assim!

    Sem entrar muito nos aspectos fisiológicos e bioquímicos é até mais fácil explicar o porquê de NÃO podermos ficar sem comer após nosso treino. Isso acontece porque após a atividade tudo o que o nosso organismo precisa é recompor suas reservas de carboidrato (CHO) justamente porque é essa reserva que possibilita a queima de gordura.

    Ou seja, após treinar, seu corpo bioquimicamente restringe ao máximo maior queima de gordura porque ele não prevê quando haverá nova ingestão de CHO. É um modo, ancestral diga-se, de se proteger contra más temporadas na busca por alimentos.

    E se ficarmos sem comer o que ele usa como energia? Músculos! Dói tanto em mim, quanto em você essa resposta, pois sei das dificuldades de ganho de massa muscular. Mas a conseqüência é essa mesmo! Você acaba fazendo uma dieta de gordura e músculos!

    Como nosso organismo em fases de restrição calórica pode reduzir seu gasto calórico de repouso em inacreditáveis 20% é justamente esse recado que você está dando ao jejuar quando ele mais quer e precisa de energia. Como conseqüência você queima menos gordura, menos energia e mais músculos. Duvido que seja esse o objetivo de qualquer um que faça exercícios.

    Você viu que NÃO comendo temos muitas desvantagens, mas ainda temos outras vantagens se alimentando após o treino. Uma delas é que a alimentação pós-treino possibilita que você entre em um grande estado de construção e reparação de músculos que são os maiores gastadores de energia. Ou seja, tudo o que alguém em dieta de perda de peso quer.

    Uma segunda conseqüência muito boa é também que o exercício pode prolongar um maior gasto energético do corpo por até muitas horas depois do encerramento da sessão. Pois esse gasto pode ser feito justamente com gordura caso haja disponibilidade de CHO.

    E qual a recomendação? Obviamente não há receitas cabíveis a todos os gostos e necessidades. A necessidade e recomendação individuais dependem muito do gasto calórico da atividade e também do momento do treino para que não haja aqui confusão de lanche pós-treino com refeição. Mas logicamente que a escolha deve ser saudável (prioritariamente CHO) com baixas quantidades porcentuais de gordura.

    Um cardápio adaptado às suas necessidades trará certamente melhores resultados. Consulte um nutricionista para certificar-se que o suor traga realmente aquilo que você quer.

    Superação de limites no Internacional de Santos

    Santos - Mais do que participar de um grande evento esportivo, vencer os obstáculos e superar as dificuldades são itens básicos para os chamados atletas paraolímpicos. A 16ª edição do Triathlon Internacional de Santos, realizado no último domingo no litoral paulista, contou com a presença desses esportistas, que percorreram o mesmo percurso dos demais: 1,5km de natação, 40km de bicicleta e 10km de corrida.

    Cada vez que um deles apontava lá no fundo do percurso, o público se levantava e aplaudia calorosamente. Um incentivo a mais para aqueles que são exemplos de garra e determinação.

    O mais experiente da turma era Rivaldo Martins. Com a perna esquerda amputada depois de um acidente de ônibus, Rivaldo participou de 14 das 15 edições do Internacional, além de colecionar vitórias em outras competições.

    Na prova desse ano, ele foi o primeiro a cruzar a linha de chegada entre os amputados com prótese, no tempo de 2h13min28. “Para um triathleta santista, estar nessa prova é uma questão de honra", conta Rivaldo que também já participou de Ironman.

    Já o número “76” estreou a competição com muita vontade. Damião Anderson da Silva, 27 anos, teve um dos braços amputados quando criança e ao assistir uma disputa pela televisão, decidiu se dedicar ao triathlon.

    Damião treinou durante dois anos com foco no Internacional de 2007 e no domingo realizou seu sonho. O triathleta completou a prova em 3h04min33. "A gente sempre acha que não tem capacidade, até participar pela primeira vez e decidir que não vai mais parar".

    São exemplos de determinação como esses que mostram que todos nós somos capazes de superar nossos limites. Basta dar o primeiro passo.


    Superação de limites no Internacional de Santos

    Triathlon · 05 fev, 2007

    Santos - Mais do que participar de um grande evento esportivo, vencer os obstáculos e superar as dificuldades são itens básicos para os chamados atletas paraolímpicos. A 16ª edição do Triathlon Internacional de Santos, realizado no último domingo no litoral paulista, contou com a presença desses esportistas, que percorreram o mesmo percurso dos demais: 1,5km de natação, 40km de bicicleta e 10km de corrida.

    Cada vez que um deles apontava lá no fundo do percurso, o público se levantava e aplaudia calorosamente. Um incentivo a mais para aqueles que são exemplos de garra e determinação.

    O mais experiente da turma era Rivaldo Martins. Com a perna esquerda amputada depois de um acidente de ônibus, Rivaldo participou de 14 das 15 edições do Internacional, além de colecionar vitórias em outras competições.

    Na prova desse ano, ele foi o primeiro a cruzar a linha de chegada entre os amputados com prótese, no tempo de 2h13min28. “Para um triathleta santista, estar nessa prova é uma questão de honra", conta Rivaldo que também já participou de Ironman.

    Já o número “76” estreou a competição com muita vontade. Damião Anderson da Silva, 27 anos, teve um dos braços amputados quando criança e ao assistir uma disputa pela televisão, decidiu se dedicar ao triathlon.

    Damião treinou durante dois anos com foco no Internacional de 2007 e no domingo realizou seu sonho. O triathleta completou a prova em 3h04min33. "A gente sempre acha que não tem capacidade, até participar pela primeira vez e decidir que não vai mais parar".

    São exemplos de determinação como esses que mostram que todos nós somos capazes de superar nossos limites. Basta dar o primeiro passo.

    Confira os resultados do Internacional de Santos

    Santos - O sol parecia anunciar que domingo (4) seria um grande dia para o esporte. Nem mesmo o calor de mais de 35 graus desanimou os atletas e o público que logo cedo lotou as avenidas próximas à praia do Boqueirão em Santos, litoral paulista.

    A 16ª edição do Triathlon Internacional de Santos contou com a participação de cerca de mil triathletas, divididos em sete categorias. 39 disputaram o profissional, 26 no masculino e 13 no feminino.

    Dessa vez a triathleta Carla Moreno não participou da competição, por causa de uma cirurgia no apêndice, mas a brasileira conferiu tudo de perto. Dentro da prova, nomes de peso atraíram as atenções do público, como o do argentino radicado no Brasil e heptacampeão da prova, Oscar Galindez.

    Mas logo nos primeiros minutos da competição, a torcida conferiu que o dia era mesmo dos atletas da casa. Paulo Henrique Miyashiro, o "Shiro", foi destaque, sobretudo nas provas de natação e ciclismo e venceu a competição com 1h47min40s.

    Com esse resultado "Shiro", que começou competindo no Internacional e ficou afastado em 2006 devido a contusões, quebrou o jejum de 11 anos sem vitória masculina no Internacional, a única havia sido em 1996 com o brasiliense Leandro Macedo. As outras seis primeiras colocações do masculino também ficaram com o Brasil.

    No feminino, a alemã Nina Kraft venceu com folga e com direito a paradinha para cumprimentar o público antes da linha da chegada. Segunda colocada no ano passado, Nina já está de olho no bicampeonato em 2008. As outras nove colocações do feminino ficaram com as brasileiras.

    Confira os resultados do 16º Triathlon Internacional de Santos:

    Masculino -

    1. Paulo Henrique Miyasiro (Pão de Açúcar/Unimonte/Nike) – Santos/Brasil – 1h47min40

    2. Reinaldo Colucci (Damha/Pão de Açúcar/Reebok/TeamTBB) – Descalvado/Brasil – 1h8min30

    3. Fábio Carvalho (Herbalife/Mizuno/Unimonte/Merida) – Santos/Brasil – 1h48min49

    4. Frederico Monteiro (Performance Assessoria) – Santos/Brasil -1h50min57

    5. Bruno Matheus (Semes/Fupes) – Santos/Brasil – 1h51min06

    6. Santiago Ascenço – Goiânia/Brasil – 1h51min20

    7. Oscar Galindez – Rio Tercero/Argentina (Santos/SP) – 1h51min40

    8. Benjamin Sanson – Bourdeaux/França – 1h52min20

    9. Marcus Ornellas – Niterói/Brasil – 1h52min28

    10. Henrique Siqueira de Oliveira – Brasília/Brasil – 1h53min27

    Feminino -

    1. Nina Kraft (Bol.de/Heiderberger/Augath/Cadion) – Braunschweig/Alemanha – 2h03min17

    2. Fernanda Garcia (Stolthaven/Unimonte) – Santos/Brasil – 2h14min16s

    3. Vanessa Gianinni (Mizuno/Isma/São Leopoldo Mandic) – Campinas/Brasil – 2h14min42

    4. Rita Correia (Nike/Mosconi) – Niterói/Brasil – 2h15min31

    5. Carolina de Lima Furriela Pereira (Semes/Fupes) – 2h16min02

    6. Fernanda Montanhini Baú – Curitiba/Brasil – 2h17min16

    7. Veronica Mello – Santos/Brasil – 2h18min43

    8. Tuanny Viegas de Oliveira – Campinas/Brasil – 2h18min43

    9. Letícia Vorcaro – Rio de Janeiro/Brasil – 2h19min17

    10. Paula Montanhini Baú – Curitiba/Brasil – 2h21min52

    Geral -
    Clique aqui e veja a listagem geral dos resultados de Santos!


    Confira os resultados do Internacional de Santos

    Triathlon · 05 fev, 2007

    Santos - O sol parecia anunciar que domingo (4) seria um grande dia para o esporte. Nem mesmo o calor de mais de 35 graus desanimou os atletas e o público que logo cedo lotou as avenidas próximas à praia do Boqueirão em Santos, litoral paulista.

    A 16ª edição do Triathlon Internacional de Santos contou com a participação de cerca de mil triathletas, divididos em sete categorias. 39 disputaram o profissional, 26 no masculino e 13 no feminino.

    Dessa vez a triathleta Carla Moreno não participou da competição, por causa de uma cirurgia no apêndice, mas a brasileira conferiu tudo de perto. Dentro da prova, nomes de peso atraíram as atenções do público, como o do argentino radicado no Brasil e heptacampeão da prova, Oscar Galindez.

    Mas logo nos primeiros minutos da competição, a torcida conferiu que o dia era mesmo dos atletas da casa. Paulo Henrique Miyashiro, o "Shiro", foi destaque, sobretudo nas provas de natação e ciclismo e venceu a competição com 1h47min40s.

    Com esse resultado "Shiro", que começou competindo no Internacional e ficou afastado em 2006 devido a contusões, quebrou o jejum de 11 anos sem vitória masculina no Internacional, a única havia sido em 1996 com o brasiliense Leandro Macedo. As outras seis primeiras colocações do masculino também ficaram com o Brasil.

    No feminino, a alemã Nina Kraft venceu com folga e com direito a paradinha para cumprimentar o público antes da linha da chegada. Segunda colocada no ano passado, Nina já está de olho no bicampeonato em 2008. As outras nove colocações do feminino ficaram com as brasileiras.

    Confira os resultados do 16º Triathlon Internacional de Santos:

    Masculino -

    1. Paulo Henrique Miyasiro (Pão de Açúcar/Unimonte/Nike) – Santos/Brasil – 1h47min40

    2. Reinaldo Colucci (Damha/Pão de Açúcar/Reebok/TeamTBB) – Descalvado/Brasil – 1h8min30

    3. Fábio Carvalho (Herbalife/Mizuno/Unimonte/Merida) – Santos/Brasil – 1h48min49

    4. Frederico Monteiro (Performance Assessoria) – Santos/Brasil -1h50min57

    5. Bruno Matheus (Semes/Fupes) – Santos/Brasil – 1h51min06

    6. Santiago Ascenço – Goiânia/Brasil – 1h51min20

    7. Oscar Galindez – Rio Tercero/Argentina (Santos/SP) – 1h51min40

    8. Benjamin Sanson – Bourdeaux/França – 1h52min20

    9. Marcus Ornellas – Niterói/Brasil – 1h52min28

    10. Henrique Siqueira de Oliveira – Brasília/Brasil – 1h53min27

    Feminino -

    1. Nina Kraft (Bol.de/Heiderberger/Augath/Cadion) – Braunschweig/Alemanha – 2h03min17

    2. Fernanda Garcia (Stolthaven/Unimonte) – Santos/Brasil – 2h14min16s

    3. Vanessa Gianinni (Mizuno/Isma/São Leopoldo Mandic) – Campinas/Brasil – 2h14min42

    4. Rita Correia (Nike/Mosconi) – Niterói/Brasil – 2h15min31

    5. Carolina de Lima Furriela Pereira (Semes/Fupes) – 2h16min02

    6. Fernanda Montanhini Baú – Curitiba/Brasil – 2h17min16

    7. Veronica Mello – Santos/Brasil – 2h18min43

    8. Tuanny Viegas de Oliveira – Campinas/Brasil – 2h18min43

    9. Letícia Vorcaro – Rio de Janeiro/Brasil – 2h19min17

    10. Paula Montanhini Baú – Curitiba/Brasil – 2h21min52

    Geral -
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    Verde-amarelo é maioria no Internacional de Santos

    Santos - Nunca o pódio do Triathlon Internacional de Santos foi ocupado por tantos brasileiros. A 16ª edição da prova aconteceu nesse domingo (4) na praia do Boqueirão, em Santos, litoral paulista, e foi marcada pela superação de marcas históricas.

    Na categoria profissional masculino, a grande surpresa foi a vitória de Paulo Henrique Miyashiro. O triathleta santista completou a prova com 1h47min40 e quebrou o gelo de 10 anos sem brasileiros ocupando o lugar mais alto do pódio.

    Miyashiro foi o segundo a sair da água após nadar 1,5 km, ficando atrás apenas um segundo do francês Benjamin Sanson. Mas o atraso no mar foi compensado na transição para a bike. E aí não teve pra ninguém. Com o apoio da torcida santista e da família sempre presente, Miyashiro liderou as etapas de ciclismo e corrida até o final da prova.

    A vitória marcou o retorno do triathleta à competição. Afastado em 2006 devido a algumas contusões decorrentes do treino para o Internacional, no ano passado Miyashiro participou de cinco provas e obteve apenas um terceiro lugar. “Quero esquecer 2006. Depois de três meses parado, chegar em primeiro lugar na primeira prova do ano, foi um sonho realizado”, declara Miyashiro que entra em 2007 com o pé direito.

    A vitória do brasileiro foi uma surpresa maior para quem esperava uma dobradinha de Oscar Galindez. O heptacampeão argentino, radicado no Brasil, começou mal saindo do mar na vigésima colocação.

    Segundo Galindez, a vitória no Triathlon Internacional não estava nos planos desse ano e a prova serviria apenas como treino para as próximas competições. Mesmo assim, ele recuperou 14 posições na bicicleta e completou a prova em sétimo lugar.

    O segundo lugar ficou com Reinaldo Colucci e o terceiro com Fábio Carvalho, vice-campeão de 2006.

    A pretensão de Nina Kraft de quebrar a seqüência de vitórias brasileiras na categoria feminina do Triathlon Internacional de Santos foi confirmada nesse domingo. A alemã saiu da água colada com a santista Fernanda Garcia, mas recuperou com folga nas outras etapas e terminou a prova com 2h03min17. 11 minutos à frente de Fernanda que ficou com o segundo lugar, seguida por Vanessa Gianinni, triathleta de Campinas.

    Aos 38 anos, Nina é especialista em provas de longa distância. Em 2006, ela ficou com o segundo lugar do Internacional. A vitória desse ano foi resultado do bom desempenho na bicicleta. “Me surpreendi na prova de ciclismo e usei toda força na corrida, que é minha característica”.

    E finalizou elogiando a cidade: “correr em Santos é sempre muito especial, tem uma espécie de magia no ar. Ano que vem voltarei para tentar o bicampeonato”.

    Já a campeã de 2006, Carla Moreno, este ano fez parte do público. A triathleta não participou da prova porque se recupera de uma cirurgia no apêndice realizada na semana passada.


    Verde-amarelo é maioria no Internacional de Santos

    Triathlon · 04 fev, 2007

    Santos - Nunca o pódio do Triathlon Internacional de Santos foi ocupado por tantos brasileiros. A 16ª edição da prova aconteceu nesse domingo (4) na praia do Boqueirão, em Santos, litoral paulista, e foi marcada pela superação de marcas históricas.

    Na categoria profissional masculino, a grande surpresa foi a vitória de Paulo Henrique Miyashiro. O triathleta santista completou a prova com 1h47min40 e quebrou o gelo de 10 anos sem brasileiros ocupando o lugar mais alto do pódio.

    Miyashiro foi o segundo a sair da água após nadar 1,5 km, ficando atrás apenas um segundo do francês Benjamin Sanson. Mas o atraso no mar foi compensado na transição para a bike. E aí não teve pra ninguém. Com o apoio da torcida santista e da família sempre presente, Miyashiro liderou as etapas de ciclismo e corrida até o final da prova.

    A vitória marcou o retorno do triathleta à competição. Afastado em 2006 devido a algumas contusões decorrentes do treino para o Internacional, no ano passado Miyashiro participou de cinco provas e obteve apenas um terceiro lugar. “Quero esquecer 2006. Depois de três meses parado, chegar em primeiro lugar na primeira prova do ano, foi um sonho realizado”, declara Miyashiro que entra em 2007 com o pé direito.

    A vitória do brasileiro foi uma surpresa maior para quem esperava uma dobradinha de Oscar Galindez. O heptacampeão argentino, radicado no Brasil, começou mal saindo do mar na vigésima colocação.

    Segundo Galindez, a vitória no Triathlon Internacional não estava nos planos desse ano e a prova serviria apenas como treino para as próximas competições. Mesmo assim, ele recuperou 14 posições na bicicleta e completou a prova em sétimo lugar.

    O segundo lugar ficou com Reinaldo Colucci e o terceiro com Fábio Carvalho, vice-campeão de 2006.

    A pretensão de Nina Kraft de quebrar a seqüência de vitórias brasileiras na categoria feminina do Triathlon Internacional de Santos foi confirmada nesse domingo. A alemã saiu da água colada com a santista Fernanda Garcia, mas recuperou com folga nas outras etapas e terminou a prova com 2h03min17. 11 minutos à frente de Fernanda que ficou com o segundo lugar, seguida por Vanessa Gianinni, triathleta de Campinas.

    Aos 38 anos, Nina é especialista em provas de longa distância. Em 2006, ela ficou com o segundo lugar do Internacional. A vitória desse ano foi resultado do bom desempenho na bicicleta. “Me surpreendi na prova de ciclismo e usei toda força na corrida, que é minha característica”.

    E finalizou elogiando a cidade: “correr em Santos é sempre muito especial, tem uma espécie de magia no ar. Ano que vem voltarei para tentar o bicampeonato”.

    Já a campeã de 2006, Carla Moreno, este ano fez parte do público. A triathleta não participou da prova porque se recupera de uma cirurgia no apêndice realizada na semana passada.

    Brasil é pentacampeão do Fast Triathlon Feminino

    Na manhã desse domingo aconteceu no Balneário Camboriú, Santa Catarina, a sétima edição do Fast Triathlon Feminino. Ao todo cinco equipes (Brasil, Espanha, Portugal, Colômbia e Argentina), com três integrantes cada, participaram das três baterias da prova com duração média de 17 minutos.

    O Fast Triathlon, como o próprio nome diz, é uma competição mais rápida. O percurso teve 250m de natação, quatro quilômetros de bike e 1.400m de corrida. Mas este foi feito três vezes com um pequeno intervalo entre cada bateria.

    O Brasil confirmou o favoritismo e venceu a competição. Este foi o quinto título canarinho do Fast Triathlon, que esse ano não contou com a participação de Carla Moreno. A triathleta, integrante oficial do time brasileiro junto com Sandra Soldan e Mariana Ohata, foi operada com urgência por causa de apendicite e, portanto, substituída por Boccanera, reserva oficial da equipe.

    Primeira bateria - A primeira atleta que saiu da água foi a brasileira Mariana Ohata, seguida por suas companheiras Ana Boccanera e Sandra Soldan. Porém, durante a etapa de bike, Ana Boccanera escorregou numa curva e ficou para trás, enquanto Sandra e Mariana continuaram na liderança.

    Após quatro quilômetros de bike e 1.400m de corrida, Mariana Ohata foi a primeira colocada da etapa com 17min09s. Logo após foi a vez de Sandra Soldan garantir o segundo lugar, seguida pela espanhola Maria Pujol.

    Como não há classificação individual, nessa bateria o Brasil ficou com 39 pontos, Espanha com 37 e Argentina 28.

    Segunda bateria Depois de descansarem por alguns minutos na piscina com gelo, para amenizar o calor, as triathletas partiram para a segunda bateria. Novamente as brasileiras saíram da natação em primeiro e seguraram a liderança na bike.

    Como na etapa inicial, Mariana Ohata foi a primeira no tempo de 17min01s. A segunda posição foi para Sandra Soldan e a espanhola Maria Pujol ficou em terceiro.

    “A torcida ajuda a gente bastante. Não dá para conservar o ritmo. Eu e Sandra estamos em sintonia para fazer bonito e queremos repetir isso no Pan”, avisa Mariana. Na pontuação final o Brasil ficou com 83 pontos, Espanha 70 e Argentina 57.

    Às 11h25 foi dada a largada da terceira e última bateria. Sem uma integrante espanhola, que caiu na etapa de bicicleta da segunda bateria, o time europeu ficou desfalcado e o Brasil teve mais chances para vencer com folga.

    As três brasileiras saíram da água em primeiro como nas duas outras baterias. Com vantagem das demais competidoras, a prova de bike foi mais conservadora e o sprint final ficou na corrida.

    Sem dificuldades, Mariana Ohata foi a primeira colocada da última bateria seguida por Sandra Soldan. Essas posições foram suficientes para garantir pontos para o pentacampeonato brasileiro do Fast Triathlon Feminino.

    “O importante foi o trabalho em equipe. Estávamos sem a Carla (Moreno), nossa companheira de Pan, mas a Ana representou bem o Brasil e conseguimos um bom resultado”, conta Mariana Ohata. Agora as brasileiras continuam os treinos para os Jogos Pan-americanos do Rio que acontecem no mês de julho na capital carioca.


    Brasil é pentacampeão do Fast Triathlon Feminino

    Triathlon · 04 fev, 2007

    Na manhã desse domingo aconteceu no Balneário Camboriú, Santa Catarina, a sétima edição do Fast Triathlon Feminino. Ao todo cinco equipes (Brasil, Espanha, Portugal, Colômbia e Argentina), com três integrantes cada, participaram das três baterias da prova com duração média de 17 minutos.

    O Fast Triathlon, como o próprio nome diz, é uma competição mais rápida. O percurso teve 250m de natação, quatro quilômetros de bike e 1.400m de corrida. Mas este foi feito três vezes com um pequeno intervalo entre cada bateria.

    O Brasil confirmou o favoritismo e venceu a competição. Este foi o quinto título canarinho do Fast Triathlon, que esse ano não contou com a participação de Carla Moreno. A triathleta, integrante oficial do time brasileiro junto com Sandra Soldan e Mariana Ohata, foi operada com urgência por causa de apendicite e, portanto, substituída por Boccanera, reserva oficial da equipe.

    Primeira bateria - A primeira atleta que saiu da água foi a brasileira Mariana Ohata, seguida por suas companheiras Ana Boccanera e Sandra Soldan. Porém, durante a etapa de bike, Ana Boccanera escorregou numa curva e ficou para trás, enquanto Sandra e Mariana continuaram na liderança.

    Após quatro quilômetros de bike e 1.400m de corrida, Mariana Ohata foi a primeira colocada da etapa com 17min09s. Logo após foi a vez de Sandra Soldan garantir o segundo lugar, seguida pela espanhola Maria Pujol.

    Como não há classificação individual, nessa bateria o Brasil ficou com 39 pontos, Espanha com 37 e Argentina 28.

    Segunda bateria Depois de descansarem por alguns minutos na piscina com gelo, para amenizar o calor, as triathletas partiram para a segunda bateria. Novamente as brasileiras saíram da natação em primeiro e seguraram a liderança na bike.

    Como na etapa inicial, Mariana Ohata foi a primeira no tempo de 17min01s. A segunda posição foi para Sandra Soldan e a espanhola Maria Pujol ficou em terceiro.

    “A torcida ajuda a gente bastante. Não dá para conservar o ritmo. Eu e Sandra estamos em sintonia para fazer bonito e queremos repetir isso no Pan”, avisa Mariana. Na pontuação final o Brasil ficou com 83 pontos, Espanha 70 e Argentina 57.

    Às 11h25 foi dada a largada da terceira e última bateria. Sem uma integrante espanhola, que caiu na etapa de bicicleta da segunda bateria, o time europeu ficou desfalcado e o Brasil teve mais chances para vencer com folga.

    As três brasileiras saíram da água em primeiro como nas duas outras baterias. Com vantagem das demais competidoras, a prova de bike foi mais conservadora e o sprint final ficou na corrida.

    Sem dificuldades, Mariana Ohata foi a primeira colocada da última bateria seguida por Sandra Soldan. Essas posições foram suficientes para garantir pontos para o pentacampeonato brasileiro do Fast Triathlon Feminino.

    “O importante foi o trabalho em equipe. Estávamos sem a Carla (Moreno), nossa companheira de Pan, mas a Ana representou bem o Brasil e conseguimos um bom resultado”, conta Mariana Ohata. Agora as brasileiras continuam os treinos para os Jogos Pan-americanos do Rio que acontecem no mês de julho na capital carioca.