Meia Maratona

Etapa mais concorrida do ano, XTerra chega a Tiradentes, nos dias 24 e 25

O mês de setembro será de muita aventura para o povo mineiro. A histórica cidade de Tiradentes, no interior de Minas Gerais, se prepara para receber mais uma edição do XTerra Brasil. No rol das etapas mais aguardadas do calendário anual, o XTerra Estrada Real já é sucesso de inscrições e tem a expectativa de receber aproximadamente cinco mil participantes, em dois dias de evento.

Marcado para acontecer entre os 24 e 25 deste mês, o festival vai reunir oito modalidades em sua programação. Destaque para as provas de mountain bike, que terão suas atenções divididas entre o XTerra MTB Enduro, o XTerra MTB CUP PRO 42,4k e o XTerra MTB Sport 34,3k.

Participe da Corrida 4h Revezamento Manaus! Inscreva-se no Ticket Agora

Outras duas provas de trail run presentes no planejamento da etapa, a XTerra Short Night Run 8k e a XTerra Half Night Run 21,7k  Foto: Divulgação Outras duas provas de trail run presentes no planejamento da etapa, a XTerra Short Night Run 8k e a XTerra Half Night Run 21,7k Foto: Divulgação

Os endureiros já arrumam suas malas para enfrentar os complicados desafios de Tiradentes. Não menos empolgados, aparecem os participantes do XTerra MTB Cup Pro 42,4k e o XTerra MTB Sport 34,3k. Ansiosos por mais uma oportunidade de disputar o festival, os mountain bikers tiveram quase três meses de preparação desde a última competição, disputada no mês de junho, em Paraty.

Tradicionais no circuito do XTerra Brazil, as corridas também terão muito espaço em Minas Gerais. Encarada como uma das provas mais difíceis do circuito brasileiro, o XTerra Endurance 50k vai abrir as competições, no dia 24. Apesar do alto nível de dificuldade, os corredores terão tempo de sobra para conferir algumas das mais belas paisagens da região.

Outras duas provas de trail run presentes no planejamento da etapa, a XTerra Short Night Run 8k e a XTerra Half Night Run 21,7k são conhecidas por reunir participantes dos mais variados estilos e trajetórias de superação. O fato de acontecerem à noite também traz um fator novo e gera um visual deslumbrante para o público presente ao XTerra Village.

Os endureiros já arrumam suas malas para enfrentar os complicados desafios de Tiradentes Foto: Divulgação Os endureiros já arrumam suas malas para enfrentar os complicados desafios de Tiradentes Foto: Divulgação

Por fim e não menos importantes, estão o XTerra Duathlon e o XTerra Kids Mini Corrida. Com um trajeto que consiste em 3,2k de trail run + 32,7k de mountain bike + 9,3k de trail run, o XTerra Duathlon também será um dos carros-chefes do evento. Dando sequência ao processo de incentivo ao esporte para crianças, o XTerra Kids Mini Corrida traz para dentro do evento jovens, de 1 a 13 anos, dispostos a competir de maneira lúdica e saudável.

XTerra Estrada Real

Local: Tiradentes (MG)

Data: 24 e 25 de setembro de 2016


Etapa mais concorrida do ano, XTerra chega a Tiradentes, nos dias 24 e 25

Corrida de Montanha · 09 set, 2016

O mês de setembro será de muita aventura para o povo mineiro. A histórica cidade de Tiradentes, no interior de Minas Gerais, se prepara para receber mais uma edição do XTerra Brasil. No rol das etapas mais aguardadas do calendário anual, o XTerra Estrada Real já é sucesso de inscrições e tem a expectativa de receber aproximadamente cinco mil participantes, em dois dias de evento.

Marcado para acontecer entre os 24 e 25 deste mês, o festival vai reunir oito modalidades em sua programação. Destaque para as provas de mountain bike, que terão suas atenções divididas entre o XTerra MTB Enduro, o XTerra MTB CUP PRO 42,4k e o XTerra MTB Sport 34,3k.

Participe da Corrida 4h Revezamento Manaus! Inscreva-se no Ticket Agora

Outras duas provas de trail run presentes no planejamento da etapa, a XTerra Short Night Run 8k e a XTerra Half Night Run 21,7k  Foto: Divulgação Outras duas provas de trail run presentes no planejamento da etapa, a XTerra Short Night Run 8k e a XTerra Half Night Run 21,7k Foto: Divulgação

Os endureiros já arrumam suas malas para enfrentar os complicados desafios de Tiradentes. Não menos empolgados, aparecem os participantes do XTerra MTB Cup Pro 42,4k e o XTerra MTB Sport 34,3k. Ansiosos por mais uma oportunidade de disputar o festival, os mountain bikers tiveram quase três meses de preparação desde a última competição, disputada no mês de junho, em Paraty.

Tradicionais no circuito do XTerra Brazil, as corridas também terão muito espaço em Minas Gerais. Encarada como uma das provas mais difíceis do circuito brasileiro, o XTerra Endurance 50k vai abrir as competições, no dia 24. Apesar do alto nível de dificuldade, os corredores terão tempo de sobra para conferir algumas das mais belas paisagens da região.

Outras duas provas de trail run presentes no planejamento da etapa, a XTerra Short Night Run 8k e a XTerra Half Night Run 21,7k são conhecidas por reunir participantes dos mais variados estilos e trajetórias de superação. O fato de acontecerem à noite também traz um fator novo e gera um visual deslumbrante para o público presente ao XTerra Village.

Os endureiros já arrumam suas malas para enfrentar os complicados desafios de Tiradentes Foto: Divulgação Os endureiros já arrumam suas malas para enfrentar os complicados desafios de Tiradentes Foto: Divulgação

Por fim e não menos importantes, estão o XTerra Duathlon e o XTerra Kids Mini Corrida. Com um trajeto que consiste em 3,2k de trail run + 32,7k de mountain bike + 9,3k de trail run, o XTerra Duathlon também será um dos carros-chefes do evento. Dando sequência ao processo de incentivo ao esporte para crianças, o XTerra Kids Mini Corrida traz para dentro do evento jovens, de 1 a 13 anos, dispostos a competir de maneira lúdica e saudável.

XTerra Estrada Real

Local: Tiradentes (MG)

Data: 24 e 25 de setembro de 2016

Quando a corrida te conquista aos poucos

Monique tinha preguiça de sair de casa para treinar Foto: Arquivo pessoal Monique tinha preguiça de sair de casa para treinar Foto: Arquivo pessoal

“Não corria de jeito nenhum, tinha preguiça só de pensar em sair de casa para treinar. Achava um absurdo”, essas palavras podem soar bem normais para algumas pessoas, principalmente para as que passaram a amar a corrida só após um tempo. Essa fala é da bióloga e bloqueira Monique Verdot, que
começou a correr há dois anos, por incentivo do marido.

“Ele me inscreveu em uma corrida e começou a me incentivar a treinar. A ideia era que eu me empolgasse e me mexesse. No fim participei sem preparo físico nenhum, mas como sou bem competitiva dei meu melhor. Apesar de terminar a prova quase morrendo fiquei encantada com a energia das pessoas, isso me fez enxergar que eu também era capaz, só precisava de força de vontade”, diz.

Os melhores eventos de corrida do Brasil estão no Ticket Agora. Escolha sua prova!

Denise perdeu quinze quilos com a corrida Foto: Arquivo pessoal Denise perdeu quinze quilos com a corrida Foto: Arquivo pessoal

No caso da executiva Denise Ribeiro o caso foi um pouco diferente. Por trabalhar com eventos esportivos ela já conhecia há tempos a energia do mundo das corridas, mas achava que nunca conseguiria correr pelo seu histórico de sedentarismo e sobrepeso. “Quando tomei a decisão de correr minha vida mudou completamente, consegui melhorar a saúde, deixei de ser hipertensa e eliminei 15 quilos”, conta.

Sua força de vontade incentiva muitas pessoas. “Comecei a evoluir nas distancias e automaticamente incentivar amigos, familiares e pessoas do trabalho. Hoje corro pelo menos três vezes por semana e já participei de diversas provas. Agora me preparo para fazer minha primeira meia maratona após dois anos de treinamento”, conta com entusiasmo Denise.

Roberta Lopes Lucia, coordenadora esportiva começou seus treinamentos como muitos outros corredores, com o aquecimento para os treinos de musculação. “Sempre dizia a meu treinador que não gostava ou não estava afim de correr, tentando me incentivar ele passava algum treino mais dinâmico. Com o tempo fui acostumando com a sensação da corrida”, conta. Hoje ela perdeu a conta de quantas provas já participou. “Me apaixonei pela corrida de rua, cheguei aos 21k e agora também participo de provas de montanha. Uma verdadeira mudança de terreno que adoro”, conta.

Participe da 13ª Corrida Santos Dumont e divirta-se como nunca. Inscreva-se aqui!

Roberta começou a treinar como aquecimento da musculação, se apaixonou e não parou mais de aumentar as distâncias Foto: Arquivo pessoal Roberta começou a treinar como aquecimento da musculação, se apaixonou e não parou mais de aumentar as distâncias Foto: Arquivo pessoal

“Acredito que hoje sou uma pessoa mais focada e que a corrida ajuda a me conectar, é um momento muito íntimo. Mesmo quando você corre em grupo temos que estar focados e ouvindo os sinais do corpo”, diz Roberta.

Indicações para começar no esporte não faltam: “a corrida hoje é meu esporte preferido. Continuo não gostando de treinar sozinha, mas vi que não é um esporte individualista, pois sempre terão corredores para te acompanhar, incentivar e fazer companhia”, diz Monique.

“A corrida para mim é um momento de realização, superação e pura felicidade! Adoro ir nos eventos, encontrar amigos e superar meus limites”, finaliza Denise.


Quando a corrida te conquista aos poucos

Corrida de Montanha · 08 set, 2016

Monique tinha preguiça de sair de casa para treinar Foto: Arquivo pessoal Monique tinha preguiça de sair de casa para treinar Foto: Arquivo pessoal

“Não corria de jeito nenhum, tinha preguiça só de pensar em sair de casa para treinar. Achava um absurdo”, essas palavras podem soar bem normais para algumas pessoas, principalmente para as que passaram a amar a corrida só após um tempo. Essa fala é da bióloga e bloqueira Monique Verdot, que
começou a correr há dois anos, por incentivo do marido.

“Ele me inscreveu em uma corrida e começou a me incentivar a treinar. A ideia era que eu me empolgasse e me mexesse. No fim participei sem preparo físico nenhum, mas como sou bem competitiva dei meu melhor. Apesar de terminar a prova quase morrendo fiquei encantada com a energia das pessoas, isso me fez enxergar que eu também era capaz, só precisava de força de vontade”, diz.

Os melhores eventos de corrida do Brasil estão no Ticket Agora. Escolha sua prova!

Denise perdeu quinze quilos com a corrida Foto: Arquivo pessoal Denise perdeu quinze quilos com a corrida Foto: Arquivo pessoal

No caso da executiva Denise Ribeiro o caso foi um pouco diferente. Por trabalhar com eventos esportivos ela já conhecia há tempos a energia do mundo das corridas, mas achava que nunca conseguiria correr pelo seu histórico de sedentarismo e sobrepeso. “Quando tomei a decisão de correr minha vida mudou completamente, consegui melhorar a saúde, deixei de ser hipertensa e eliminei 15 quilos”, conta.

Sua força de vontade incentiva muitas pessoas. “Comecei a evoluir nas distancias e automaticamente incentivar amigos, familiares e pessoas do trabalho. Hoje corro pelo menos três vezes por semana e já participei de diversas provas. Agora me preparo para fazer minha primeira meia maratona após dois anos de treinamento”, conta com entusiasmo Denise.

Roberta Lopes Lucia, coordenadora esportiva começou seus treinamentos como muitos outros corredores, com o aquecimento para os treinos de musculação. “Sempre dizia a meu treinador que não gostava ou não estava afim de correr, tentando me incentivar ele passava algum treino mais dinâmico. Com o tempo fui acostumando com a sensação da corrida”, conta. Hoje ela perdeu a conta de quantas provas já participou. “Me apaixonei pela corrida de rua, cheguei aos 21k e agora também participo de provas de montanha. Uma verdadeira mudança de terreno que adoro”, conta.

Participe da 13ª Corrida Santos Dumont e divirta-se como nunca. Inscreva-se aqui!

Roberta começou a treinar como aquecimento da musculação, se apaixonou e não parou mais de aumentar as distâncias Foto: Arquivo pessoal Roberta começou a treinar como aquecimento da musculação, se apaixonou e não parou mais de aumentar as distâncias Foto: Arquivo pessoal

“Acredito que hoje sou uma pessoa mais focada e que a corrida ajuda a me conectar, é um momento muito íntimo. Mesmo quando você corre em grupo temos que estar focados e ouvindo os sinais do corpo”, diz Roberta.

Indicações para começar no esporte não faltam: “a corrida hoje é meu esporte preferido. Continuo não gostando de treinar sozinha, mas vi que não é um esporte individualista, pois sempre terão corredores para te acompanhar, incentivar e fazer companhia”, diz Monique.

“A corrida para mim é um momento de realização, superação e pura felicidade! Adoro ir nos eventos, encontrar amigos e superar meus limites”, finaliza Denise.

Que tal movimentar-se com seu filho?

Rosalia e seu marido Andre correndo com a pequena Maria pela orla carioca Foto: Arquivo pessoal Rosalia e seu marido Andre correndo com a pequena Maria pela orla carioca Foto: Arquivo pessoal

Após o nascimento de uma criança a rotina da família inteira muda, principalmente a da mãe. Os acostumados a treinar e correr sentem muita falta da rotina esportiva, mas hoje em dia já existem opções para levar o pequeno aos treinos e não furar a planilha.

A ultramaratonista Rosalia Camargo é uma porta voz da corrida-mãe-e-filho. Ela que tem Maria há 1 ano e dois meses sonhava em treinar desde que a pequena nasceu. “Sempre quando saia eu acabava ficando preocupada e pensava em acabar logo o exercício. Então decidi fazer melhor, comecei a levá-la comigo a partir dos seis meses”, conta.

Segundo a pediatra e professora da Faculdade Santa Marcelina, Maria Beatriz Souza esta é a idade ideal para iniciar os passeios com um carinho próprio para corrida. “Antes disso, oscilações de chão são prejudiciais, pois o bebê não tem sustentação para manter-se no carrinho em posição correta”, explica.

Participe da 13ª edição da Corrida Santos Dumont! Inscreva-se no site do Ticket Agora.

A pequena já demonstra que quer sair para correr com a mãe Foto: Arquivo pessoal A pequena já demonstra que quer sair para correr com a mãe Foto: Arquivo pessoal

“Incluir o bebê nas atividades físicas, com segurança, faz com que pais e filhos se divirtam juntos. Essa interação aumenta o vínculo e pode ser encarado como uma brincadeira”, diz a pediatra. Rosalia, que possui um carrinho específico para corrida o modelo Urban Glide, da Thule, conta que quando não sai para correr a pequena fica apontando para o carrinho, querendo subir.

“Correr com a Maria é muito divertido. No início ela era muito pequenina, e a levávamos bonecas para deixá-la mais confortável. Na ciclovia a toda hora alguém vinha correndo atrás com uma boneca que a Maria tinha arremessado para fora. Acabamos amarrando tudo e hoje é mais tranquilo”, conta a ultramaratonista.

Atualmente já existem carrinhos próprios para a corrida, já que dependendo da roda eles podem causar acidentes. Um dos mais conhecidos é o Urban Glide, da marca Thule. A ultramaratonista conta que pesquisou bastante e encontrou esta opção. “É essencial investir em um equipamento bom. A criança precisa estar confortável, se não é impossível correr em paz”.

Rosalia leva Maria correndo para a creche Foto: Arquivo pessoal Rosalia leva Maria correndo para a creche Foto: Arquivo pessoal

O modelo segundo a marca foi projeto principalmente para mobilidade urbana. Tem dobragem compacta, roda frontal giratória que facilita manobras feitas durante a corrida, guidão ergonômico com várias alturas, janela superior para ver o pequeno, entre outros adicionais. “O modelo cabe dentro do carro e tenho facilidade para desmontar, além de poder utilizá-lo no dia a dia pra coisas básicas como ir ao mercado”, explica.

A pediatra alerta que os pais fiquem sempre atentos ao percurso e evitem se distrair. “O bebê pode se deslocar com facilidade dentro do carrinho, então os pais tem que ficar atentos aos movimentos bruscos que podem prejudicar a musculatura da criança”.

“Diariamente corremos uns 15k e já percorremos mais de 2.000k juntas pela orla do Rio. Minha pediatra disse que não conhecia nenhuma criança que era levada correndo para a creche”, conta Rosalia. “Maria costuma tirar as meias que colocamos nela e jogar na ciclovia, por muitas vezes corremos no sentindo contrário procurando meia perdida. Ela gosta da brincadeira e nos ajuda a procurar, nos divertimos muito”.


Que tal movimentar-se com seu filho?

Corrida de Montanha · 07 set, 2016

Rosalia e seu marido Andre correndo com a pequena Maria pela orla carioca Foto: Arquivo pessoal Rosalia e seu marido Andre correndo com a pequena Maria pela orla carioca Foto: Arquivo pessoal

Após o nascimento de uma criança a rotina da família inteira muda, principalmente a da mãe. Os acostumados a treinar e correr sentem muita falta da rotina esportiva, mas hoje em dia já existem opções para levar o pequeno aos treinos e não furar a planilha.

A ultramaratonista Rosalia Camargo é uma porta voz da corrida-mãe-e-filho. Ela que tem Maria há 1 ano e dois meses sonhava em treinar desde que a pequena nasceu. “Sempre quando saia eu acabava ficando preocupada e pensava em acabar logo o exercício. Então decidi fazer melhor, comecei a levá-la comigo a partir dos seis meses”, conta.

Segundo a pediatra e professora da Faculdade Santa Marcelina, Maria Beatriz Souza esta é a idade ideal para iniciar os passeios com um carinho próprio para corrida. “Antes disso, oscilações de chão são prejudiciais, pois o bebê não tem sustentação para manter-se no carrinho em posição correta”, explica.

Participe da 13ª edição da Corrida Santos Dumont! Inscreva-se no site do Ticket Agora.

A pequena já demonstra que quer sair para correr com a mãe Foto: Arquivo pessoal A pequena já demonstra que quer sair para correr com a mãe Foto: Arquivo pessoal

“Incluir o bebê nas atividades físicas, com segurança, faz com que pais e filhos se divirtam juntos. Essa interação aumenta o vínculo e pode ser encarado como uma brincadeira”, diz a pediatra. Rosalia, que possui um carrinho específico para corrida o modelo Urban Glide, da Thule, conta que quando não sai para correr a pequena fica apontando para o carrinho, querendo subir.

“Correr com a Maria é muito divertido. No início ela era muito pequenina, e a levávamos bonecas para deixá-la mais confortável. Na ciclovia a toda hora alguém vinha correndo atrás com uma boneca que a Maria tinha arremessado para fora. Acabamos amarrando tudo e hoje é mais tranquilo”, conta a ultramaratonista.

Atualmente já existem carrinhos próprios para a corrida, já que dependendo da roda eles podem causar acidentes. Um dos mais conhecidos é o Urban Glide, da marca Thule. A ultramaratonista conta que pesquisou bastante e encontrou esta opção. “É essencial investir em um equipamento bom. A criança precisa estar confortável, se não é impossível correr em paz”.

Rosalia leva Maria correndo para a creche Foto: Arquivo pessoal Rosalia leva Maria correndo para a creche Foto: Arquivo pessoal

O modelo segundo a marca foi projeto principalmente para mobilidade urbana. Tem dobragem compacta, roda frontal giratória que facilita manobras feitas durante a corrida, guidão ergonômico com várias alturas, janela superior para ver o pequeno, entre outros adicionais. “O modelo cabe dentro do carro e tenho facilidade para desmontar, além de poder utilizá-lo no dia a dia pra coisas básicas como ir ao mercado”, explica.

A pediatra alerta que os pais fiquem sempre atentos ao percurso e evitem se distrair. “O bebê pode se deslocar com facilidade dentro do carrinho, então os pais tem que ficar atentos aos movimentos bruscos que podem prejudicar a musculatura da criança”.

“Diariamente corremos uns 15k e já percorremos mais de 2.000k juntas pela orla do Rio. Minha pediatra disse que não conhecia nenhuma criança que era levada correndo para a creche”, conta Rosalia. “Maria costuma tirar as meias que colocamos nela e jogar na ciclovia, por muitas vezes corremos no sentindo contrário procurando meia perdida. Ela gosta da brincadeira e nos ajuda a procurar, nos divertimos muito”.

Está com gripe? Nada de treino!

O mal estar vem, a boca fica seca, espirros começam a surgir... A pessoa já sabe que resfriado vem aí. A chateação começa quando o repouso atrapalha nas tarefas do dia a dia. “Matar o treino por causa de uma gripezinha? Sem chances”, é o pensamento de muitos. Mas segundo o professor de educação física da FIT360 e especialista em corrida, Cláudio Wallace, isso pode não ser uma boa opção.

“O resfriado é uma infecção viral que compromete as vias aéreas superiores, quando isto acontece não recomenda-se treinar”, diz. Os sintomas causados pelo vírus costumam ser coriza, leve cansaço, espirros, tosse, dor ou coceira na garganta e febre baixa de curta duração. “Isto pode afetar consideravelmente o desempenho nos treinos, complicando a manutenção do pace o percurso desejado” diz.

Global Energy será no próximo dia 25/09! Inscreva-se no site do Ticket Agora

Colocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação Foto: Photographee.eu/Fotolia Colocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação Foto: Photographee.eu/Fotolia

Colocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação. “Os sintomas dos resfriados normalmente duram de três a sete dias e normalmente há uma gradual piora do segundo para o terceiro dia, onde é a maior manifestação do vírus no corpo humano”, explica. “Para boa recuperação deve-se repousar, evitar o treinamento e manter o corpo muitíssimo bem hidratado”.

“Antes de realizarmos o treino resfriado é interessante pensar de forma macro, então deixo uma pergunta: vale a pena comprometer o planejamento de seis meses, um ano, por causa de um dia ou dois?”, alerta Cláuido.

Recupere-se e volte depois ao treino, sem comprometer seus planejamentos.


Está com gripe? Nada de treino!

Corrida de Montanha · 01 set, 2016

O mal estar vem, a boca fica seca, espirros começam a surgir... A pessoa já sabe que resfriado vem aí. A chateação começa quando o repouso atrapalha nas tarefas do dia a dia. “Matar o treino por causa de uma gripezinha? Sem chances”, é o pensamento de muitos. Mas segundo o professor de educação física da FIT360 e especialista em corrida, Cláudio Wallace, isso pode não ser uma boa opção.

“O resfriado é uma infecção viral que compromete as vias aéreas superiores, quando isto acontece não recomenda-se treinar”, diz. Os sintomas causados pelo vírus costumam ser coriza, leve cansaço, espirros, tosse, dor ou coceira na garganta e febre baixa de curta duração. “Isto pode afetar consideravelmente o desempenho nos treinos, complicando a manutenção do pace o percurso desejado” diz.

Global Energy será no próximo dia 25/09! Inscreva-se no site do Ticket Agora

Colocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação Foto: Photographee.eu/Fotolia Colocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação Foto: Photographee.eu/Fotolia

Colocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação. “Os sintomas dos resfriados normalmente duram de três a sete dias e normalmente há uma gradual piora do segundo para o terceiro dia, onde é a maior manifestação do vírus no corpo humano”, explica. “Para boa recuperação deve-se repousar, evitar o treinamento e manter o corpo muitíssimo bem hidratado”.

“Antes de realizarmos o treino resfriado é interessante pensar de forma macro, então deixo uma pergunta: vale a pena comprometer o planejamento de seis meses, um ano, por causa de um dia ou dois?”, alerta Cláuido.

Recupere-se e volte depois ao treino, sem comprometer seus planejamentos.

Garmin lança relógio Forerunner 35

A Garmin está lançando o Forerunner 35, seu mais novo relógio de corrida com GPS com tecnologia de frequência cardíaca no pulso Garmin Elevate, que permite aos corredores monitorar a sua frequência cardíaca 24h por dia, sete dias por semana - sem uma cinta peitoral.

O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais, graças ao GPS embutido, para os corredores poderem ver quão longe, rápido e onde eles correram sem precisar se preocupar em carregar também um celular.

Participe da tradicional Corrida Santos Dumont! Será dia 12 de outubro. Inscreva-se!

O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco Foto: Divulgação O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco Foto: Divulgação

O modelo também inclui funcionalidades de smartwatch, incluindo notificações inteligentes e controle de música diretamente do dispositivo. “Com frequência cardíaca no pulso basta colocar o relógio e correr. Ele possui uma série de recursos internos incluindo tecnologia Elevate e conectividade inteligente”, afirma a gerente de marketing da Garmin do Brasil, Ilham Harati Dias.

Possui design fino e elegante e um visor de alta resolução. Além dos recursos de corrida, o Forerunner 35 possui vários perfis de esportes incluindo caminhada, ciclismo e atividades cardio para ajudar usuários a atingir suas metas de fitness dentro e fora do asfalto. A bateria tem duração de até nove dias no modo relógio/monitor de atividades e até 13 horas no modo de treino.

Com alertas vibratórios para comandos de áudio de corrida, recordes pessoais de monitoramento de atividades e progresso de ritmo virtual, ele ajuda os corredores a se manterem motivados e facilmente monitorar o seu progresso. Alertas vibratórios também podem ser configurados para chamadas recebidas, mensagens de texto, e-mails e eventos de calendário.

Durante todo o dia, o Forerunner 35 sincroniza automaticamente com o aplicativo Garmin Connect Mobile salvando as estatísticas dos usuários para sua conta gratuita na comunidade fitness GarminConnect. Os corredores podem também utilizar o Garmin Connect para compartilhar os seus treinos com amigos e familiares em tempo real com o Rastreamento ao Vivo2, participar de desafios fitness online, analisar progresso de treino, definir e monitorar metas, compartilhar atividades com outros usuáriosGarmin connect etc.

Inscreva-se nos melhor eventos do país no Ticket Agora!

O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais Foto: Divulgação O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais Foto: Divulgação

O Forerunner 35 tem previsão de chegada ao Brasil a partir de outubro de 2016 com o preço sugerido de venda de R$ 1.699,00.

O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco.


Garmin lança relógio Forerunner 35

Caminhada · 01 set, 2016

A Garmin está lançando o Forerunner 35, seu mais novo relógio de corrida com GPS com tecnologia de frequência cardíaca no pulso Garmin Elevate, que permite aos corredores monitorar a sua frequência cardíaca 24h por dia, sete dias por semana - sem uma cinta peitoral.

O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais, graças ao GPS embutido, para os corredores poderem ver quão longe, rápido e onde eles correram sem precisar se preocupar em carregar também um celular.

Participe da tradicional Corrida Santos Dumont! Será dia 12 de outubro. Inscreva-se!

O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco Foto: Divulgação O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco Foto: Divulgação

O modelo também inclui funcionalidades de smartwatch, incluindo notificações inteligentes e controle de música diretamente do dispositivo. “Com frequência cardíaca no pulso basta colocar o relógio e correr. Ele possui uma série de recursos internos incluindo tecnologia Elevate e conectividade inteligente”, afirma a gerente de marketing da Garmin do Brasil, Ilham Harati Dias.

Possui design fino e elegante e um visor de alta resolução. Além dos recursos de corrida, o Forerunner 35 possui vários perfis de esportes incluindo caminhada, ciclismo e atividades cardio para ajudar usuários a atingir suas metas de fitness dentro e fora do asfalto. A bateria tem duração de até nove dias no modo relógio/monitor de atividades e até 13 horas no modo de treino.

Com alertas vibratórios para comandos de áudio de corrida, recordes pessoais de monitoramento de atividades e progresso de ritmo virtual, ele ajuda os corredores a se manterem motivados e facilmente monitorar o seu progresso. Alertas vibratórios também podem ser configurados para chamadas recebidas, mensagens de texto, e-mails e eventos de calendário.

Durante todo o dia, o Forerunner 35 sincroniza automaticamente com o aplicativo Garmin Connect Mobile salvando as estatísticas dos usuários para sua conta gratuita na comunidade fitness GarminConnect. Os corredores podem também utilizar o Garmin Connect para compartilhar os seus treinos com amigos e familiares em tempo real com o Rastreamento ao Vivo2, participar de desafios fitness online, analisar progresso de treino, definir e monitorar metas, compartilhar atividades com outros usuáriosGarmin connect etc.

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O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais Foto: Divulgação O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais Foto: Divulgação

O Forerunner 35 tem previsão de chegada ao Brasil a partir de outubro de 2016 com o preço sugerido de venda de R$ 1.699,00.

O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco.

4 exercícios para não deixar a fascite plantar prejudicar sua corrida

O fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter separou alguns exercícios para que sua fascite plantar não seja motivo de problemas durante treinos e corrida.

Confira as dicas

“É importante alongar a panturrilha quando estiver com fascite plantar, por estas duas estruturas fazerem parte da mesma cadeia muscular”, explica o fisioterapeuta.

“Não faça somente como na figura acima que tem como foco os músculos gastrocnemios medial e lateral (músculo que fica na região posterior da perna abaixo dos joelhos), mas também o músculo sóleo, que faz parte da panturrilha e tem uma característica mais de músculo postural”, explica.

É importante manter este músculo livre de tensões, pois quando ele fica tenso roda a tíbia e altera a posição do joelho, podendo até mesmo causar dores patelares.

“Massagear a sola do pé toda com uma bolinha de tênis é uma opção muito interessante. Não só no tratamento, como na prevenção ou adaptação a calçados com drop mais baixo, diz.

Será que a fascite plantar tem saída?

“A garrafa de água congelada ajuda também, principalmente nos quadros agudos, nos quais o pé apresenta sensibilidade ao toque e até mesmo inchaço. Neste caso cinco minutos são suficientes”, explica o fisioterapeuta.

O médico frisa que para a avaliação da fascite plantar deve-se sempre ficar atento ao histórico para entender o porquê da evolução, assim é possível observar aspectos posturais mais antigos, ou mesmo de mudanças recentes de cotidiano e atividade física.

Isto é feito para relacionar os sintomas e traçar melhor o tratamento. “Se isto não acontecer podemos ter um quadro de dores que reaparecem sempre e que existe alguma mudança no treino do corredor ou mesmo na rotina diária”, finaliza.


4 exercícios para não deixar a fascite plantar prejudicar sua corrida

Atletismo · 31 ago, 2016

O fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter separou alguns exercícios para que sua fascite plantar não seja motivo de problemas durante treinos e corrida.

Confira as dicas

“É importante alongar a panturrilha quando estiver com fascite plantar, por estas duas estruturas fazerem parte da mesma cadeia muscular”, explica o fisioterapeuta.

“Não faça somente como na figura acima que tem como foco os músculos gastrocnemios medial e lateral (músculo que fica na região posterior da perna abaixo dos joelhos), mas também o músculo sóleo, que faz parte da panturrilha e tem uma característica mais de músculo postural”, explica.

É importante manter este músculo livre de tensões, pois quando ele fica tenso roda a tíbia e altera a posição do joelho, podendo até mesmo causar dores patelares.

“Massagear a sola do pé toda com uma bolinha de tênis é uma opção muito interessante. Não só no tratamento, como na prevenção ou adaptação a calçados com drop mais baixo, diz.

Será que a fascite plantar tem saída?

“A garrafa de água congelada ajuda também, principalmente nos quadros agudos, nos quais o pé apresenta sensibilidade ao toque e até mesmo inchaço. Neste caso cinco minutos são suficientes”, explica o fisioterapeuta.

O médico frisa que para a avaliação da fascite plantar deve-se sempre ficar atento ao histórico para entender o porquê da evolução, assim é possível observar aspectos posturais mais antigos, ou mesmo de mudanças recentes de cotidiano e atividade física.

Isto é feito para relacionar os sintomas e traçar melhor o tratamento. “Se isto não acontecer podemos ter um quadro de dores que reaparecem sempre e que existe alguma mudança no treino do corredor ou mesmo na rotina diária”, finaliza.

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Mizuno

Mizuno DL Comfort

Proporciona encaixe e sustentação para o arco do pé, através da construção mizuno 90º dynamotion. Com Drylite, ela proporcionam rápida evaporação do suor evitando um super aquecimento do pé durante a corrida. Com costura flat e encaixe anatômico.
Preço: R$49,99.

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Meia de Breath Thermo, com formato anatômico e suporte no arco para maior conforto aos pés e costuras flat antiabrasivas.
Preço: R$54,99.

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Meia de Cano longo de compressão graduada, com controle de umidade, respirabilidade e linha dos dedos sem costura, unissex.
Composição: 66% Poliamida, 34% Elastano
Preço: R$ 79,90


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Meia cano curto, mesh na parte superior, calcanhar duplo e ponta verdadeiros – 3pack e unissex.
Composição: 79% Poliamida, 18% Poliéster, 3% Elastano.
Preço: R$ 29,90

Nike

Corrida Elite Alta Compressão

O Meião de Corrida Nike Elite Compression proporciona suporte e cobre toda a panturrilha com uma tecnologia avançada de compressão. Tecido que absorve o suor e painéis em mesh proporcionam mais ventilação e conforto.
Preço: R$ 149,90


Meia Nike Running Lightweight Compressão

A Meia de Corrida Nike Elite Lightweight No-Show Tab é projetada com tecido Dri-FIT ventilado e compressão no arco para conforto respirável e suporte firme. Possui construção do tecido se movimenta suavemente em contato com a pele e alça no calcanhar para fácil colocação e retirada.
Preço: R$ 49,90

Adidas

Meia Fina Corrida

Fique confortável durante os treinos com esta meia feminina de corrida, desenvolvida com climacool® para ventilação aprimorada. Ela possui design anatômico específico para os pés direito e esquerdo, suporte ao arco e ao tornozelo e ajuste por compressão.

Preço: 99,99

Meia TC Liner Running

Estas meias de corrida são confeccionadas em climacool para manter seus pés frescos e secos. O design de ventilação em mesh permite melhor fluxo de ar circulante através da meia. Do frio ao aquecimento, dedos acolchoados e calcanhar estendido fornecem conforto máximo.

Combina tecidos leves com a malha furadinha (mesh), formando canais de ventilação que afastam o calor e a umidade do seu corpo, possui dedos acolchoados para conforto máximo e proteção e lã antibolhas nos dedos.
70% poliéster/28% nylon/2% elastano.
Preço: 39,99


Encontre a meia certa para você e melhore seu desempenho

Atletismo · 25 ago, 2016

Mizuno

Mizuno DL Comfort

Proporciona encaixe e sustentação para o arco do pé, através da construção mizuno 90º dynamotion. Com Drylite, ela proporcionam rápida evaporação do suor evitando um super aquecimento do pé durante a corrida. Com costura flat e encaixe anatômico.
Preço: R$49,99.

Mizuno BT Crew

Meia de Breath Thermo, com formato anatômico e suporte no arco para maior conforto aos pés e costuras flat antiabrasivas.
Preço: R$54,99.

Asics

Meia de Cano longo de compressão graduada, com controle de umidade, respirabilidade e linha dos dedos sem costura, unissex.
Composição: 66% Poliamida, 34% Elastano
Preço: R$ 79,90


Asics Tech singletab
Meia cano curto, mesh na parte superior, calcanhar duplo e ponta verdadeiros – 3pack e unissex.
Composição: 79% Poliamida, 18% Poliéster, 3% Elastano.
Preço: R$ 29,90

Nike

Corrida Elite Alta Compressão

O Meião de Corrida Nike Elite Compression proporciona suporte e cobre toda a panturrilha com uma tecnologia avançada de compressão. Tecido que absorve o suor e painéis em mesh proporcionam mais ventilação e conforto.
Preço: R$ 149,90


Meia Nike Running Lightweight Compressão

A Meia de Corrida Nike Elite Lightweight No-Show Tab é projetada com tecido Dri-FIT ventilado e compressão no arco para conforto respirável e suporte firme. Possui construção do tecido se movimenta suavemente em contato com a pele e alça no calcanhar para fácil colocação e retirada.
Preço: R$ 49,90

Adidas

Meia Fina Corrida

Fique confortável durante os treinos com esta meia feminina de corrida, desenvolvida com climacool® para ventilação aprimorada. Ela possui design anatômico específico para os pés direito e esquerdo, suporte ao arco e ao tornozelo e ajuste por compressão.

Preço: 99,99

Meia TC Liner Running

Estas meias de corrida são confeccionadas em climacool para manter seus pés frescos e secos. O design de ventilação em mesh permite melhor fluxo de ar circulante através da meia. Do frio ao aquecimento, dedos acolchoados e calcanhar estendido fornecem conforto máximo.

Combina tecidos leves com a malha furadinha (mesh), formando canais de ventilação que afastam o calor e a umidade do seu corpo, possui dedos acolchoados para conforto máximo e proteção e lã antibolhas nos dedos.
70% poliéster/28% nylon/2% elastano.
Preço: 39,99

Será que a fascite plantar tem saída?

Uma sensação de ardência na planta do pé chega aparentemente sem motivos, isso pode ser um sintoma da tão falada fascite plantar. A inflamação é um grande problema na evolução dos treinos de qualquer corredor, até mesmo dos mais experientes.

A fascite plantar se tornou uma lesão muito comum na população brasileira com mais de dois milhões de casos por ano, atingindo com maior incidência pessoas entre 40 e 60 anos, porém jovens e idosos relatam com certa frequência o problema. O fisiologista do exercício Diego Leite explica que na maioria dos casos a lesão está associada a um encurtamento das estruturas que conectam o osso calcâneo aos dedos do pé.

O fisioterapeuta Claudio Cotter alerta que ao contrário do que as pessoas pensam, na maior parte das vezes não existe processo inflamatório, isto ocorre em casos mais agudos, onde há acúmulo de líquido, dor local e às vezes até mesmo a pele fica quente. “O que observamos nos corredores é um processo de espessamento do tecido da fascia plantar, causado pelo acúmulo de colágeno. Isto ocorre pelo excesso de estiramento do tecido, devido a estímulos repetitivos”, explica.

Devemos estar atentos à sobrecarga que colocamos em nossos pés. A grande quantidade de estímulos, pelo treinamento ou mesmo pelo tempo que ficamos em pé Foto: Stasique/Fotolia Devemos estar atentos à sobrecarga que colocamos em nossos pés. A grande quantidade de estímulos, pelo treinamento ou mesmo pelo tempo que ficamos em pé Foto: Stasique/Fotolia


Causas

Este processo pode ocorrer em várias situações como a mudança de calçado diminuindo o drop, mudança para tênis com sola mais dura, treinamento em pisos mais duros do que se está acostumado ou ainda numa situação de adaptação postural imperceptível, gerando estresse nos tecidos. “Todas estas mudanças podem resultar na fascite plantar, mas para este tipo de diagnóstico é necessária uma avaliação postural”, explica o fisioterapeuta.

O fisiologista Diego conta que a lesão também está associada a um encurtamento das estruturas, que conectam o osso calcâneo aos dedos do pé. “Existem diversas maneiras de se tratar cada caso, podemos destacar os alongamentos com liberação da musculatura plantar, confecção de palmilhas com apoios corretos dos pontos de sobrecarga e adequação do calçado”, conta.

É possível identificá-la com antecedência?

Na maior parte dos casos vale a pena manter o hábito de massagear a sola dos pés com bolinha de tênis, ou outros tipos mais duros. Esta é uma forma de prevenir e sentir se existem pontos de maior tensão, não permitindo assim que se acumulem retrações/aderências.

“Devemos estar atentos à sobrecarga que colocamos em nossos pés. A grande quantidade de estímulos, pelo treinamento ou mesmo pelo tempo que ficamos em pé, pode ser um fator determinante para a redução e prevenção desta lesão”, explica Diego. Vale sempre lembrar que o trabalho de fortalecimento e alongamento destas estruturas também são comprovadamente maneiras de prevenção.

Existe dor no tornozelo sem entorse?

Na maior parte dos casos vale a pena manter o hábito de massagear a sola dos pés com bolinha de tênis, ou outros tipos mais duros Foto: Lev/Fotolia Na maior parte dos casos vale a pena manter o hábito de massagear a sola dos pés com bolinha de tênis, ou outros tipos mais duros Foto: Lev/Fotolia

Como tratar?

Para o fisioterapeuta massagear a fascia plantar ajuda bastante. “Em casos agudos, nos quais a sola do pé está quente, pode-se congelar uma garrafa de água e massagear com gelo por cinco minutos. Mas na maior parte das situações, a avaliação postural é importante para determinar a causa primária”, diz.

Mesmo com essas estratégias, quando o quadro inflamatório se encontra avançado, é importante a avaliação de um ortopedista e de um fisioterapeuta para realizar o tratamento indicado.


Será que a fascite plantar tem saída?

Corrida de Montanha · 25 ago, 2016

Uma sensação de ardência na planta do pé chega aparentemente sem motivos, isso pode ser um sintoma da tão falada fascite plantar. A inflamação é um grande problema na evolução dos treinos de qualquer corredor, até mesmo dos mais experientes.

A fascite plantar se tornou uma lesão muito comum na população brasileira com mais de dois milhões de casos por ano, atingindo com maior incidência pessoas entre 40 e 60 anos, porém jovens e idosos relatam com certa frequência o problema. O fisiologista do exercício Diego Leite explica que na maioria dos casos a lesão está associada a um encurtamento das estruturas que conectam o osso calcâneo aos dedos do pé.

O fisioterapeuta Claudio Cotter alerta que ao contrário do que as pessoas pensam, na maior parte das vezes não existe processo inflamatório, isto ocorre em casos mais agudos, onde há acúmulo de líquido, dor local e às vezes até mesmo a pele fica quente. “O que observamos nos corredores é um processo de espessamento do tecido da fascia plantar, causado pelo acúmulo de colágeno. Isto ocorre pelo excesso de estiramento do tecido, devido a estímulos repetitivos”, explica.

Devemos estar atentos à sobrecarga que colocamos em nossos pés. A grande quantidade de estímulos, pelo treinamento ou mesmo pelo tempo que ficamos em pé Foto: Stasique/Fotolia Devemos estar atentos à sobrecarga que colocamos em nossos pés. A grande quantidade de estímulos, pelo treinamento ou mesmo pelo tempo que ficamos em pé Foto: Stasique/Fotolia


Causas

Este processo pode ocorrer em várias situações como a mudança de calçado diminuindo o drop, mudança para tênis com sola mais dura, treinamento em pisos mais duros do que se está acostumado ou ainda numa situação de adaptação postural imperceptível, gerando estresse nos tecidos. “Todas estas mudanças podem resultar na fascite plantar, mas para este tipo de diagnóstico é necessária uma avaliação postural”, explica o fisioterapeuta.

O fisiologista Diego conta que a lesão também está associada a um encurtamento das estruturas, que conectam o osso calcâneo aos dedos do pé. “Existem diversas maneiras de se tratar cada caso, podemos destacar os alongamentos com liberação da musculatura plantar, confecção de palmilhas com apoios corretos dos pontos de sobrecarga e adequação do calçado”, conta.

É possível identificá-la com antecedência?

Na maior parte dos casos vale a pena manter o hábito de massagear a sola dos pés com bolinha de tênis, ou outros tipos mais duros. Esta é uma forma de prevenir e sentir se existem pontos de maior tensão, não permitindo assim que se acumulem retrações/aderências.

“Devemos estar atentos à sobrecarga que colocamos em nossos pés. A grande quantidade de estímulos, pelo treinamento ou mesmo pelo tempo que ficamos em pé, pode ser um fator determinante para a redução e prevenção desta lesão”, explica Diego. Vale sempre lembrar que o trabalho de fortalecimento e alongamento destas estruturas também são comprovadamente maneiras de prevenção.

Existe dor no tornozelo sem entorse?

Na maior parte dos casos vale a pena manter o hábito de massagear a sola dos pés com bolinha de tênis, ou outros tipos mais duros Foto: Lev/Fotolia Na maior parte dos casos vale a pena manter o hábito de massagear a sola dos pés com bolinha de tênis, ou outros tipos mais duros Foto: Lev/Fotolia

Como tratar?

Para o fisioterapeuta massagear a fascia plantar ajuda bastante. “Em casos agudos, nos quais a sola do pé está quente, pode-se congelar uma garrafa de água e massagear com gelo por cinco minutos. Mas na maior parte das situações, a avaliação postural é importante para determinar a causa primária”, diz.

Mesmo com essas estratégias, quando o quadro inflamatório se encontra avançado, é importante a avaliação de um ortopedista e de um fisioterapeuta para realizar o tratamento indicado.

10 opções de meia maratona para estrear na distância

1 - W21K

Uma prova feita especialmente para elas chega a sua terceira edição em 2016. Além da tradicional meia maratona, as mulheres poderão optar por correr também os dez quilômetros.

A superação e o incentivo a superar seus limites é o estímulo para esta prova. Possui uma estrutura completa com postos de hidratação a cada dois quilômetros, isotônico a cada quatro e equipe médica a postos para qualquer eventualidade.
O evento acontece em São Paulo, na USP, no dia 16 de outubro.

Foto: Reprodução Facebook Foto: Reprodução Facebook

2 - Meia de Sampa

A prova faz parte do Circuito 21k Sudamericano e já conquistou seu espaço no calendário de muitos atletas da América do Sul. A prova tem expectativa de receber cinco mil corredores, entre eles, brasileiros e estrangeiros, principalmente atletas da América do Sul.

A meia maratona promete colaborar para que os participantes superem seus recordes de tempo e coloquem à prova seu preparo físico nas ruas de São Paulo. Ela acontece desde 2012 na cidade.

Há também as possibilidades de correr dez e cinco quilômetros.

A prova será dia 9 de outubro.

3 - Meia Maratona de Ponta Grossa Subway

O evento Meia Maratona de Ponta Grossa Subway 2016 faz parte do Projeto do Circuito Paranaense de Meias Maratonas.
A prova pode ser realizada individualmente, como revezamento em duplas (10,5 quilômetros por atleta) ou Revezamento em trios (sete quilômetros por atleta), além da caminhada de aproximadamente três quilômetros e a Corrida Kids.

A prova já tem data marcada, dia 4 de setembro. E as inscrições podem ser feitas por aqui!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

4 - Meia Maratona A Tribuna Praia Grande

A Meia Maratona A Tribuna Praia Grande é bem conhecida entre os corredores paulistas. Com percurso plano e passando por diferentes pontos da cidade, costuma ser escolhida pelos iniciantes ou para quem deseja melhorar seu tempo.

Também tem boa parte do percurso com vista para o mar.

A prova é dia 20 de novembro.

5 - Ayrton Senna Racing Day

A 13ª Maratona de revezamento Ayrton Senna Racing Day, faz uma homenagem aos 25 anos do tricampeonato de Ayrton Senna na Fórmula 1. A prova celebra o auge da carreira do piloto, em 1991, quando defendia as cores vermelha e branca da McLaren, e tinha como maior adversário da temporada Nigel Mansell, da Williams.

Parte das inscrições são revertidas para o Instituto Ayrton Senna, organização que anualmente beneficia 1,8 milhão de crianças e jovens em todas as regiões do País, com educação pública de qualidade.

Será no Autódromo de Interlagos e tem percurso total é de 42,2 quilômetros, mas pode ser feita em revezamento de até oito atletas.

A prova será no próximo dia 4 de setembro.

6 - Golden Run de Brasília

Ao longo dos 21 quilômetros pela Capital Federal, o corredor observa obras arquitetônicas únicas, como o Congresso Nacional, a Esplanada dos Ministérios e o Supremo Tribunal Federal. O percurso rápido e plano, com hidratação de água e isotônico a cada três quilômetros, visual incrível e estrutura completa para superar seus desafios.

O evento será dia 13 de novembro

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

7 - Meia Maratona das Cataratas

A corrida acontece no interior do Parque Nacional do Iguaçu, área de preservação ambiental, e tem percurso caracterizado por uma paisagem de floresta e natureza exuberante.

Ao chegar ao quilômetro oito e nove, os corredores se deparam a grandiosidade das Cataratas do Iguaçu, eleita uma das Sete Maravilhas da Natureza. O nível de dificuldade da prova é considerado médio, com subidas e descidas leves.

A prova aconteceu em junho de 2016, sendo assim uma boa opção para o próximo ano.

8 - Bonito 21k

Só de imaginar a paisagem de Bonito a vontade de sair correndo vem. Se é para estrear na prova, que tal começar em um visual diferenciado? O local paradisíaco recebe as distâncias de 21, dez e cinco quilômetros.

O evento acontece em dezembro, no dia 4.

9 - Meia Maratona de Porto Alegre

A edição de 2015 já passou, mas está é uma ótima oportunidade para se preparar mais e correr pelas ruas da bela e multicultural capital do Rio Grande do Sul em 2016. A prova oferece as modalidades de 21 quilômetros, revezamento em dupla e quarteto e cinco quilômetros.

A prova acontece sempre na época de junho e ainda não tem inscrições abertas para 2017.

10 - Meia Maratona Internacional do Rio

O percurso que liga São Conrado ao Aterro do Flamengo é considerado um dos mais bonitos do país, mas também um dos mais concorridos.
Uma prova técnica e rápida, mas compensa com a beleza da orla carioca pelo percurso. Além disso, a prova fica mais competitiva devido a participação de atletas de elite brasileiros e estrangeiros. Para quem ainda não se sente preparado para os 21 quilômetros existe a opção dos cinco quilômetros.

O evento será dia 16 de outubro.

A Track & Field também tem 21k, vai perder? Clique aqui!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação


10 opções de meia maratona para estrear na distância

Corridas de Rua · 23 ago, 2016

1 - W21K

Uma prova feita especialmente para elas chega a sua terceira edição em 2016. Além da tradicional meia maratona, as mulheres poderão optar por correr também os dez quilômetros.

A superação e o incentivo a superar seus limites é o estímulo para esta prova. Possui uma estrutura completa com postos de hidratação a cada dois quilômetros, isotônico a cada quatro e equipe médica a postos para qualquer eventualidade.
O evento acontece em São Paulo, na USP, no dia 16 de outubro.

Foto: Reprodução Facebook Foto: Reprodução Facebook

2 - Meia de Sampa

A prova faz parte do Circuito 21k Sudamericano e já conquistou seu espaço no calendário de muitos atletas da América do Sul. A prova tem expectativa de receber cinco mil corredores, entre eles, brasileiros e estrangeiros, principalmente atletas da América do Sul.

A meia maratona promete colaborar para que os participantes superem seus recordes de tempo e coloquem à prova seu preparo físico nas ruas de São Paulo. Ela acontece desde 2012 na cidade.

Há também as possibilidades de correr dez e cinco quilômetros.

A prova será dia 9 de outubro.

3 - Meia Maratona de Ponta Grossa Subway

O evento Meia Maratona de Ponta Grossa Subway 2016 faz parte do Projeto do Circuito Paranaense de Meias Maratonas.
A prova pode ser realizada individualmente, como revezamento em duplas (10,5 quilômetros por atleta) ou Revezamento em trios (sete quilômetros por atleta), além da caminhada de aproximadamente três quilômetros e a Corrida Kids.

A prova já tem data marcada, dia 4 de setembro. E as inscrições podem ser feitas por aqui!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

4 - Meia Maratona A Tribuna Praia Grande

A Meia Maratona A Tribuna Praia Grande é bem conhecida entre os corredores paulistas. Com percurso plano e passando por diferentes pontos da cidade, costuma ser escolhida pelos iniciantes ou para quem deseja melhorar seu tempo.

Também tem boa parte do percurso com vista para o mar.

A prova é dia 20 de novembro.

5 - Ayrton Senna Racing Day

A 13ª Maratona de revezamento Ayrton Senna Racing Day, faz uma homenagem aos 25 anos do tricampeonato de Ayrton Senna na Fórmula 1. A prova celebra o auge da carreira do piloto, em 1991, quando defendia as cores vermelha e branca da McLaren, e tinha como maior adversário da temporada Nigel Mansell, da Williams.

Parte das inscrições são revertidas para o Instituto Ayrton Senna, organização que anualmente beneficia 1,8 milhão de crianças e jovens em todas as regiões do País, com educação pública de qualidade.

Será no Autódromo de Interlagos e tem percurso total é de 42,2 quilômetros, mas pode ser feita em revezamento de até oito atletas.

A prova será no próximo dia 4 de setembro.

6 - Golden Run de Brasília

Ao longo dos 21 quilômetros pela Capital Federal, o corredor observa obras arquitetônicas únicas, como o Congresso Nacional, a Esplanada dos Ministérios e o Supremo Tribunal Federal. O percurso rápido e plano, com hidratação de água e isotônico a cada três quilômetros, visual incrível e estrutura completa para superar seus desafios.

O evento será dia 13 de novembro

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

7 - Meia Maratona das Cataratas

A corrida acontece no interior do Parque Nacional do Iguaçu, área de preservação ambiental, e tem percurso caracterizado por uma paisagem de floresta e natureza exuberante.

Ao chegar ao quilômetro oito e nove, os corredores se deparam a grandiosidade das Cataratas do Iguaçu, eleita uma das Sete Maravilhas da Natureza. O nível de dificuldade da prova é considerado médio, com subidas e descidas leves.

A prova aconteceu em junho de 2016, sendo assim uma boa opção para o próximo ano.

8 - Bonito 21k

Só de imaginar a paisagem de Bonito a vontade de sair correndo vem. Se é para estrear na prova, que tal começar em um visual diferenciado? O local paradisíaco recebe as distâncias de 21, dez e cinco quilômetros.

O evento acontece em dezembro, no dia 4.

9 - Meia Maratona de Porto Alegre

A edição de 2015 já passou, mas está é uma ótima oportunidade para se preparar mais e correr pelas ruas da bela e multicultural capital do Rio Grande do Sul em 2016. A prova oferece as modalidades de 21 quilômetros, revezamento em dupla e quarteto e cinco quilômetros.

A prova acontece sempre na época de junho e ainda não tem inscrições abertas para 2017.

10 - Meia Maratona Internacional do Rio

O percurso que liga São Conrado ao Aterro do Flamengo é considerado um dos mais bonitos do país, mas também um dos mais concorridos.
Uma prova técnica e rápida, mas compensa com a beleza da orla carioca pelo percurso. Além disso, a prova fica mais competitiva devido a participação de atletas de elite brasileiros e estrangeiros. Para quem ainda não se sente preparado para os 21 quilômetros existe a opção dos cinco quilômetros.

O evento será dia 16 de outubro.

A Track & Field também tem 21k, vai perder? Clique aqui!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Dos 10k aos 21k: confira as dicas para arrasar na meia maratona

O desafio da meia maratona parece grande para quem entra no mundo da corrida. Mas depois de um tempo desbravando outras distâncias, os 21 km acabam se tornando um objetivo natural. E para quem busca um maior volume de treinos e tem disciplina, a meia é uma ótima opção.

Gustavo Fernandes, professor da academia FIT360 e especialista em treinamento de força, explica que é interessante montar um planejamento mínimo de três meses. “Quanto maior o nível de condicionamento do corredor, menos tempo ele precisará se preparar, e vice-versa. A periodização de treinos deve ser progressiva, com aumentos gradativos da intensidade, podendo dividi-los na semana”, afirma.

Está chegando a hora da corrida mais colorida do país! Inscreva-se na The Color Run aqui

Quanto maior o nível de condicionamento do corredor, menos tempo ele precisará se preparar, e vice versa Foto: Pavel1964/Fotolia Quanto maior o nível de condicionamento do corredor, menos tempo ele precisará se preparar, e vice versa Foto: Pavel1964/Fotolia

Fernandes explica que é essencial que o corredor faça fortalecimento muscular pelo menos duas vezes por semana. “O ideal é fazer em dias alternados, focando em músculos que estarão atuando na corrida, para que se tenha uma musculatura mais forte e resistente. Isso preserva as articulações e minimiza o risco de lesões”, diz. O treinamento em forma de circuito também é uma boa opção.

Segundo Claudio Wallace de Souza, especialista em corrida da academia FIT 360, a periodização deve respeitar a individualidade morfológica de cada corredor. “Isso deve ser feito através do microciclo, mesociclo e macrociclo, que vão definir o tempo de cada tipo de trabalho a ser realizado. O macrociclo, por exemplo, significa que o atleta terá até seis meses para trabalhar determinado objetivo”, explica.

Devemos lembrar que cada planilha deve ser específica de acordo com a realidade e rotina do corredor. “A questão da máxima quilometragem varia conforme o tempo de treinamento. Porém, a maior distância realizada pelo atleta deve ser de 18 a 20 km, no máximo 15 dias antes da prova”, explica Wallace.

Em busca de novos desafios? Escolha sua próxima corrida aqui!

A musculação é essencial durante a preparação e deve ser feita no mínimo duas vezes por semana Foto: Fotolia A musculação é essencial durante a preparação e deve ser feita no mínimo duas vezes por semana Foto: Fotolia

Um exercício recomendado pelos professores é a natação. Além de trabalhar os músculos de forma integrada, pode ser feito também com intuito de relaxamento, auxiliando o condicionamento físico e a cadência da respiração, o que é indispensável quando se pensa em correr.

“É muito importante ressaltar dois aspectos: a alimentação e suplementação, que são essenciais para garantir energia e recuperar a musculatura de forma integral. O psicológico também deve ser levado em consideração, já que se o atleta que não estiver preparado para uma distância longa, pode se autossabotar, levando as estratégias por água abaixo”, alerta Wallace.


Dos 10k aos 21k: confira as dicas para arrasar na meia maratona

Corridas de Rua · 18 ago, 2016

O desafio da meia maratona parece grande para quem entra no mundo da corrida. Mas depois de um tempo desbravando outras distâncias, os 21 km acabam se tornando um objetivo natural. E para quem busca um maior volume de treinos e tem disciplina, a meia é uma ótima opção.

Gustavo Fernandes, professor da academia FIT360 e especialista em treinamento de força, explica que é interessante montar um planejamento mínimo de três meses. “Quanto maior o nível de condicionamento do corredor, menos tempo ele precisará se preparar, e vice-versa. A periodização de treinos deve ser progressiva, com aumentos gradativos da intensidade, podendo dividi-los na semana”, afirma.

Está chegando a hora da corrida mais colorida do país! Inscreva-se na The Color Run aqui

Quanto maior o nível de condicionamento do corredor, menos tempo ele precisará se preparar, e vice versa Foto: Pavel1964/Fotolia Quanto maior o nível de condicionamento do corredor, menos tempo ele precisará se preparar, e vice versa Foto: Pavel1964/Fotolia

Fernandes explica que é essencial que o corredor faça fortalecimento muscular pelo menos duas vezes por semana. “O ideal é fazer em dias alternados, focando em músculos que estarão atuando na corrida, para que se tenha uma musculatura mais forte e resistente. Isso preserva as articulações e minimiza o risco de lesões”, diz. O treinamento em forma de circuito também é uma boa opção.

Segundo Claudio Wallace de Souza, especialista em corrida da academia FIT 360, a periodização deve respeitar a individualidade morfológica de cada corredor. “Isso deve ser feito através do microciclo, mesociclo e macrociclo, que vão definir o tempo de cada tipo de trabalho a ser realizado. O macrociclo, por exemplo, significa que o atleta terá até seis meses para trabalhar determinado objetivo”, explica.

Devemos lembrar que cada planilha deve ser específica de acordo com a realidade e rotina do corredor. “A questão da máxima quilometragem varia conforme o tempo de treinamento. Porém, a maior distância realizada pelo atleta deve ser de 18 a 20 km, no máximo 15 dias antes da prova”, explica Wallace.

Em busca de novos desafios? Escolha sua próxima corrida aqui!

A musculação é essencial durante a preparação e deve ser feita no mínimo duas vezes por semana Foto: Fotolia A musculação é essencial durante a preparação e deve ser feita no mínimo duas vezes por semana Foto: Fotolia

Um exercício recomendado pelos professores é a natação. Além de trabalhar os músculos de forma integrada, pode ser feito também com intuito de relaxamento, auxiliando o condicionamento físico e a cadência da respiração, o que é indispensável quando se pensa em correr.

“É muito importante ressaltar dois aspectos: a alimentação e suplementação, que são essenciais para garantir energia e recuperar a musculatura de forma integral. O psicológico também deve ser levado em consideração, já que se o atleta que não estiver preparado para uma distância longa, pode se autossabotar, levando as estratégias por água abaixo”, alerta Wallace.