Meia Maratona

Correr e lutar: pode ou não pode?

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Para quem é atleta é muito difícil escolher um só esporte. Muitos corredores ficam na dúvida se podem ou não treinar para corrida paralelamente a prática de artes marciais, por exemplo. Será que atrapalha o desempenho? Ajuda na resistência? Afinal, pode ou não pode?

O Webrun conversou com o preparador de corrida da 4any1, Eduardo Barbosa, para esclarecer essas dúvidas e saber se é possível conciliar mais de uma modalidade.

Ou um ou outro?

A pergunta a fazer é qual modalidade esportiva seria mais importante para você, corrida ou luta? Gosto dos dois! Então, vá em frente!

Passei por esta experiência há alguns meses atrás, mas tinha consciência que a corrida era o esporte mais importante e o Jiu Jitsu uma vivência, portanto estava mais interessado em aprender as técnicas desta arte do que propriamente ter um rendimento de performance, como busco em provas de corrida de rua.

Quais os benefícios do treinamento de corrida?

No treinamento de corridas de rua, atividade predominantemente aeróbia de ciclo contínuo de movimento, o sistema cardiorrespiratório é o primeiro a se beneficiar dos treinos, depois é possível aumentar o metabolismo e grande gasto calórico, isso se bem orientado.

E das artes marciais?

No treinamento de artes marciais o individuo além do desenvolver a força e o aumento do gasto calórico também melhora especificamente a resistência anaeróbia principalmente em combates curtos e intensos.

Qual a relação entre as modalidades?

Apesar de ambos serem individuais no aspecto biomecânico, a corrida é considerada um esporte cíclico por seus movimentos contínuos e as artes marciais acíclico, por sua inesperada variação de movimentos. A diferença de ambos está na mudança de direção.

Podemos enumerar também a diferença na preparação músculo esquelética e no trabalho de força hora de resistência de força para corrida e outro de força pura para as lutas.

Foto: Focus/Fotolia Foto: Focus/Fotolia

Inscreva-se para o desafio Braves Mud Race!

É possível conciliar lutas e corrida?

Em geral, pela as artes marciais não serem modalidades de alto rendimento, você pode sim praticar os dois. Desde que com dias bem definidos para cada um e respeitando os intervalos de descanso. Ainda é importante priorizar qual deles você participará de competições.

Então posso praticar qualquer tipo de arte marcial?

Não há restrição de modalidades, mas devemos ter em mente que são treinamentos concorrentes e que estudos científicos apontam maior índice de lesões em praticantes de artes marciais, até mesmo por ser um esporte de contato. Ao contrário da corrida, onde as lesões são decorrentes do próprio treinamento ou da falta dele.

Praticar os dois pode me fazer correr melhor?

No aspecto fisiológico ambos são concorrentes e por especificidade de treinamento não haverá benefício direto.

Se você quer ser muito bom em corrida, treine corrida. Se você quer ser muito bom em lutas, treine lutas. Mas, se quiser somente qualidade de vida, treine ambos, o que precisa é determinar qual sua prioridade para não comprometer o desempenho nem de um nem outro.


Correr e lutar: pode ou não pode?

Corrida de Montanha · 30 nov, 2016

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Para quem é atleta é muito difícil escolher um só esporte. Muitos corredores ficam na dúvida se podem ou não treinar para corrida paralelamente a prática de artes marciais, por exemplo. Será que atrapalha o desempenho? Ajuda na resistência? Afinal, pode ou não pode?

O Webrun conversou com o preparador de corrida da 4any1, Eduardo Barbosa, para esclarecer essas dúvidas e saber se é possível conciliar mais de uma modalidade.

Ou um ou outro?

A pergunta a fazer é qual modalidade esportiva seria mais importante para você, corrida ou luta? Gosto dos dois! Então, vá em frente!

Passei por esta experiência há alguns meses atrás, mas tinha consciência que a corrida era o esporte mais importante e o Jiu Jitsu uma vivência, portanto estava mais interessado em aprender as técnicas desta arte do que propriamente ter um rendimento de performance, como busco em provas de corrida de rua.

Quais os benefícios do treinamento de corrida?

No treinamento de corridas de rua, atividade predominantemente aeróbia de ciclo contínuo de movimento, o sistema cardiorrespiratório é o primeiro a se beneficiar dos treinos, depois é possível aumentar o metabolismo e grande gasto calórico, isso se bem orientado.

E das artes marciais?

No treinamento de artes marciais o individuo além do desenvolver a força e o aumento do gasto calórico também melhora especificamente a resistência anaeróbia principalmente em combates curtos e intensos.

Qual a relação entre as modalidades?

Apesar de ambos serem individuais no aspecto biomecânico, a corrida é considerada um esporte cíclico por seus movimentos contínuos e as artes marciais acíclico, por sua inesperada variação de movimentos. A diferença de ambos está na mudança de direção.

Podemos enumerar também a diferença na preparação músculo esquelética e no trabalho de força hora de resistência de força para corrida e outro de força pura para as lutas.

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É possível conciliar lutas e corrida?

Em geral, pela as artes marciais não serem modalidades de alto rendimento, você pode sim praticar os dois. Desde que com dias bem definidos para cada um e respeitando os intervalos de descanso. Ainda é importante priorizar qual deles você participará de competições.

Então posso praticar qualquer tipo de arte marcial?

Não há restrição de modalidades, mas devemos ter em mente que são treinamentos concorrentes e que estudos científicos apontam maior índice de lesões em praticantes de artes marciais, até mesmo por ser um esporte de contato. Ao contrário da corrida, onde as lesões são decorrentes do próprio treinamento ou da falta dele.

Praticar os dois pode me fazer correr melhor?

No aspecto fisiológico ambos são concorrentes e por especificidade de treinamento não haverá benefício direto.

Se você quer ser muito bom em corrida, treine corrida. Se você quer ser muito bom em lutas, treine lutas. Mas, se quiser somente qualidade de vida, treine ambos, o que precisa é determinar qual sua prioridade para não comprometer o desempenho nem de um nem outro.

Chega de fiu fiu: as mulheres querem treinar em paz!

Foto: grafikwerk21/Fotolia Foto: grafikwerk21/Fotolia

Inscreva-se para a Meia Maratona de Gramado!

Entre as diversas situações que os corredores de rua passam, um em particular, atinge as mulheres apaixonadas pelo esporte. Correr sozinha pode ser uma verdadeira chateação se elas não estiverem concentradas ou até mesmo com um bom fone de ouvido, já que o tal do “fiu fiu” e das cantadas feitas pelo público são constantes e sem pudor.

A triatleta profissional Beatriz Neres conta que sempre acelera quando que vê alguma “besteira” pela frente. “Se já falaram não deu tempo de escutar, mas percebo que existem motoristas que mexem com a gente quando estamos correndo. Acho que se eles estivessem parados na nossa frente não falariam, mas como estão dentro do carro fazem isso”.

A percepção que a maioria das mulheres tem é que existem sim diferenças quando correm com homens e em grupo. “Eles respeitam mais por achar que algum deles é nosso companheiro”, diz Bia.

A jornalista Giselli Souza fica incomodada quando não pode treinar de top em alguns locais devido aos comentários machistas. “Já tive que empurrar um cara que insistia em correr do meu lado em uma meia maratona para ser meu pacer, também já fugi de outro na bike que disse que eu era bonita e queria saber porque estava treinando sozinha. Tentei de formas pacíficas sair de perto deles, mas muitas vezes os cara não entendem”, conta. “Nunca arrisco correr de madrugada sozinha em locais de pouca movimentação”, completa.

“Gostaria que respeitassem mais as mulheres, pois ali pode estar a mãe, a filha ou a irmã de um deles. E que nós temos a mesma liberdade que eles de treinarmos onde quisermos e da forma que quisermos. O direito de ir e vir está na Constituição e cabe a todos respeitar. Para as mulheres, que elas sejam livres para usarem as roupas que quiserem, da forma que se sentirem mais confortáveis e bonitas.No verão, se sentirem calor, corram de top porque ninguém paga a conta de vocês”, diz Giselli.

Bia também deixa sua mensagem: “eles podem não saber, mas todas as mulheres que recebem essas cantadas acham bem de baixo nível e têm vergonha alheia de homens que fazem isso. Para as meninas a dica é acelerar ou atravessar a rua, afinal não vale a pena desfocar do treino por uma coisa dessas”.


Chega de fiu fiu: as mulheres querem treinar em paz!

Caminhada · 29 nov, 2016

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Entre as diversas situações que os corredores de rua passam, um em particular, atinge as mulheres apaixonadas pelo esporte. Correr sozinha pode ser uma verdadeira chateação se elas não estiverem concentradas ou até mesmo com um bom fone de ouvido, já que o tal do “fiu fiu” e das cantadas feitas pelo público são constantes e sem pudor.

A triatleta profissional Beatriz Neres conta que sempre acelera quando que vê alguma “besteira” pela frente. “Se já falaram não deu tempo de escutar, mas percebo que existem motoristas que mexem com a gente quando estamos correndo. Acho que se eles estivessem parados na nossa frente não falariam, mas como estão dentro do carro fazem isso”.

A percepção que a maioria das mulheres tem é que existem sim diferenças quando correm com homens e em grupo. “Eles respeitam mais por achar que algum deles é nosso companheiro”, diz Bia.

A jornalista Giselli Souza fica incomodada quando não pode treinar de top em alguns locais devido aos comentários machistas. “Já tive que empurrar um cara que insistia em correr do meu lado em uma meia maratona para ser meu pacer, também já fugi de outro na bike que disse que eu era bonita e queria saber porque estava treinando sozinha. Tentei de formas pacíficas sair de perto deles, mas muitas vezes os cara não entendem”, conta. “Nunca arrisco correr de madrugada sozinha em locais de pouca movimentação”, completa.

“Gostaria que respeitassem mais as mulheres, pois ali pode estar a mãe, a filha ou a irmã de um deles. E que nós temos a mesma liberdade que eles de treinarmos onde quisermos e da forma que quisermos. O direito de ir e vir está na Constituição e cabe a todos respeitar. Para as mulheres, que elas sejam livres para usarem as roupas que quiserem, da forma que se sentirem mais confortáveis e bonitas.No verão, se sentirem calor, corram de top porque ninguém paga a conta de vocês”, diz Giselli.

Bia também deixa sua mensagem: “eles podem não saber, mas todas as mulheres que recebem essas cantadas acham bem de baixo nível e têm vergonha alheia de homens que fazem isso. Para as meninas a dica é acelerar ou atravessar a rua, afinal não vale a pena desfocar do treino por uma coisa dessas”.

Saiba o que não comer no seu pós-treino

Ter uma vida saudável é essencial aos corredores, principalmente, por causa dos treinamentos intensos, onde gastam muita energia, mas entre uma atividade e outra é preciso recuperar a hidratação e os nutrientes, é aí que entra a importância da alimentação pós-treino.

Comer os alimentos errados pode te causar uma sensação de estar pesado, queda do sistema imunológico, cansaço e até dificuldades de se concentrar ao longo do dia. Por isso, o Webrun consultou a nutricionista Amanda Rodrigues para entender o que não consumir depois dos treinos.

“Os alimentos consumidos após o treino podem potencializar os efeitos do treinamento. Se a pessoa se alimenta bem os resultados serão melhores. Alimentos industrializados, embutidos, gorduras e falta de nutrientes adequados afetam a saúde aumentando o risco de desidratação e até o risco de lesão. Então se for constante, o atleta não ter uma alimentação balanceada, o seu desempenho ficará comprometido”.

O Webrun listou alguns dos alimentos que você deve evitar após os treinos.

Alimentos muito salgados: eles podem contribuir para o esgotamento dos níveis de potássio; além disso, contém muito sódio, que é um dos últimos elementos que deve ser resposto após o treino.

Foto: Scerpica/Fotolia Foto: Scerpica/Fotolia

Verduras sozinhas: por mais que pareçam uma ótima opção, as verduras por si só não possuem as calorias suficientes para manter os níveis de energia e recuperar os músculos.

Foto: Alain Wacquier/Fotolia Foto: Alain Wacquier/Fotolia

Chocolate ao leite: ele tem níveis de açúcar muito altos. Pode até dar energia, mas não as necessárias ao corpo após um treino.

Foto: Sarininka/Fotolia Foto: Sarininka/Fotolia

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Saiba o que não comer no seu pós-treino

Maratona · 28 nov, 2016

Ter uma vida saudável é essencial aos corredores, principalmente, por causa dos treinamentos intensos, onde gastam muita energia, mas entre uma atividade e outra é preciso recuperar a hidratação e os nutrientes, é aí que entra a importância da alimentação pós-treino.

Comer os alimentos errados pode te causar uma sensação de estar pesado, queda do sistema imunológico, cansaço e até dificuldades de se concentrar ao longo do dia. Por isso, o Webrun consultou a nutricionista Amanda Rodrigues para entender o que não consumir depois dos treinos.

“Os alimentos consumidos após o treino podem potencializar os efeitos do treinamento. Se a pessoa se alimenta bem os resultados serão melhores. Alimentos industrializados, embutidos, gorduras e falta de nutrientes adequados afetam a saúde aumentando o risco de desidratação e até o risco de lesão. Então se for constante, o atleta não ter uma alimentação balanceada, o seu desempenho ficará comprometido”.

O Webrun listou alguns dos alimentos que você deve evitar após os treinos.

Alimentos muito salgados: eles podem contribuir para o esgotamento dos níveis de potássio; além disso, contém muito sódio, que é um dos últimos elementos que deve ser resposto após o treino.

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Verduras sozinhas: por mais que pareçam uma ótima opção, as verduras por si só não possuem as calorias suficientes para manter os níveis de energia e recuperar os músculos.

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Chocolate ao leite: ele tem níveis de açúcar muito altos. Pode até dar energia, mas não as necessárias ao corpo após um treino.

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Tire todas suas dúvidas sobre VO2

Já ouviu seus amigos corredores falando de VO2, mas não sabe muito bem o que é? O Webrun conversou com o Dr. Bruno Hernandes, que é especializado em medicina esportiva pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e do Exercício, para te explicar tudo sobre o tema.

O que é?

O VO2 máximo indica o consumo máximo de oxigênio que o corpo utiliza durante o esforço físico. É um excelente parâmetro para determinar o grau de aptidão física do corredor.

Para que serve?

É uma avaliação do comportamento fisiológico do coração, pulmões, vasos sanguíneos e músculos em determinada intensidade de esforço. Detectando quais as frequências cardíacas que o corredor deve manter ou atingir durante um programa de treinamento individualizado.

Para quem é indicado?

Para todas as pessoas, não só para atletas de alto rendimento. Como é, antes de tudo, um teste para o diagnóstico de patologias cardiopulmonares é indicado para todas as pessoas que desejam iniciar uma atividade física e têm o objetivo de excluir o risco de eventos isquêmicos durante o exercício.

Também é utilizado na prescrição de atividade física em portadores de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, doenças obstrutivas pulmonares e na reabilitação cardíaca após um evento isquêmico. Além disso, o exame determina o potencial aeróbio da pessoa.

Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg

Inscreva-se para o desafio Braves Mud Race!

Qual a frequência deve ser feito?

É importante realizá-lo no início do programa de treinamentos e, dependendo de cada objetivo, a cada seis meses ou anualmente.

Qual profissional pode realizar o teste?

O teste só deve ser conduzido na presença de um médico com experiência em cardiologia e nas possíveis alterações cardíacas durante o esforço. Procure sempre um médico do esporte ou cardiologista esportivo.

Existem diferenças no teste entre homens e mulheres?

O teste é o mesmo para homens e mulheres. A diferença que pode existir está na elaboração do protocolo de execução, isto é, quais velocidades ou angulações da rampa devem ser aplicadas a cada etapa do teste. A estatura e a mecânica da corrida diferentes entre homens e mulheres podem gerar a necessidade de ajuste.

Outra observação é que o VO2 máximo dos homens é maior que das mulheres por diferenças morfológicas. Como o homem normalmente tem mais músculos e menor quantidade de gordura, isto acarreta em um consumo de oxigênio maior.

Quais os benefícios?

Com o conhecimento do seu VO2 máximo por meio do teste ergoespirométrico, o corredor deixa de guiar-se somente pela percepção do esforço e começa a utilizar seus marcadores fisiológicos individuais, conhecendo melhor seu corpo e como ele responde a diferentes cargas. O resultado é uma evolução nos treinamentos e nos tempos nas provas.


Tire todas suas dúvidas sobre VO2

Corrida de Montanha · 25 nov, 2016

Já ouviu seus amigos corredores falando de VO2, mas não sabe muito bem o que é? O Webrun conversou com o Dr. Bruno Hernandes, que é especializado em medicina esportiva pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e do Exercício, para te explicar tudo sobre o tema.

O que é?

O VO2 máximo indica o consumo máximo de oxigênio que o corpo utiliza durante o esforço físico. É um excelente parâmetro para determinar o grau de aptidão física do corredor.

Para que serve?

É uma avaliação do comportamento fisiológico do coração, pulmões, vasos sanguíneos e músculos em determinada intensidade de esforço. Detectando quais as frequências cardíacas que o corredor deve manter ou atingir durante um programa de treinamento individualizado.

Para quem é indicado?

Para todas as pessoas, não só para atletas de alto rendimento. Como é, antes de tudo, um teste para o diagnóstico de patologias cardiopulmonares é indicado para todas as pessoas que desejam iniciar uma atividade física e têm o objetivo de excluir o risco de eventos isquêmicos durante o exercício.

Também é utilizado na prescrição de atividade física em portadores de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, doenças obstrutivas pulmonares e na reabilitação cardíaca após um evento isquêmico. Além disso, o exame determina o potencial aeróbio da pessoa.

Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg

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Qual a frequência deve ser feito?

É importante realizá-lo no início do programa de treinamentos e, dependendo de cada objetivo, a cada seis meses ou anualmente.

Qual profissional pode realizar o teste?

O teste só deve ser conduzido na presença de um médico com experiência em cardiologia e nas possíveis alterações cardíacas durante o esforço. Procure sempre um médico do esporte ou cardiologista esportivo.

Existem diferenças no teste entre homens e mulheres?

O teste é o mesmo para homens e mulheres. A diferença que pode existir está na elaboração do protocolo de execução, isto é, quais velocidades ou angulações da rampa devem ser aplicadas a cada etapa do teste. A estatura e a mecânica da corrida diferentes entre homens e mulheres podem gerar a necessidade de ajuste.

Outra observação é que o VO2 máximo dos homens é maior que das mulheres por diferenças morfológicas. Como o homem normalmente tem mais músculos e menor quantidade de gordura, isto acarreta em um consumo de oxigênio maior.

Quais os benefícios?

Com o conhecimento do seu VO2 máximo por meio do teste ergoespirométrico, o corredor deixa de guiar-se somente pela percepção do esforço e começa a utilizar seus marcadores fisiológicos individuais, conhecendo melhor seu corpo e como ele responde a diferentes cargas. O resultado é uma evolução nos treinamentos e nos tempos nas provas.

6 agachamentos para você incrementar sua série

Já falamos sobre os benefícios do agachamento aqui, agora mostramos seis exercícios diferentes para você incrementar o treino. Confira os exercícios que a equipe da academia FIT360 preparou para o Webrun.

1. Agachamento com barra

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: posicione a barra na parte posterior dos ombros. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Vá até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta (Iniciantes devem fazer apenas com peso do corpo).

Músculos: anteriores da coxa (Quadríceps: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), glúteo médio e glúteo máximo.

2. Levantamento terra

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: segure a barra com os braços estendidos para baixo e as mãos afastadas um pouco mais que a largura do corpo. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira, com a barra sempre à frente do corpo.

Cuidados: durante todo movimento, calcanhar apoiados no chão, joelhos alinhados com calcanhar e quadril, coluna sempre ereta e ombros para trás. (Iniciantes devem fazer apenas com o peso da barra, até o movimento ser bem assimilado pelo corpo, por esse movimento ser de difícil execução).

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femural, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna.

3. Afundo com halteres

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: com as pernas afastadas frente e trás, eleve o calcanhar traseiro. Segure um peso em cada mão. Flexione os dois joelhos até o joelho traseiro quase encostar no chão. Fazer com as duas pernas.

Cuidados mantenha o calcanhar da perna da frente no chão durante todo o movimento. O joelho da perna da frente não deve ultrapassar a linha da ponta do pé. Coluna sempre ereta e ombros para trás.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

4. Agachamento com halteres

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexionar o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Agachar até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

5. Stiff com halteres

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: Inicie com corpo ereto. Joelhos levemente flexionados para aliviar a pressão dos joelhos. Flexione o tronco para baixo até o limite da sua flexibilidade. Volte a posição inicial.

Cuidados: mantenha a coluna ereta durante todo o movimento, principalmente quando tronco está flexionado. Para ajudar a manter esse alinhamento da coluna, é importante manter os ombros sempre para trás.

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna

6. Agachamento livre

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Corra os 42k do Rei da Montanha. Inscreva-se no Ticket Agora!

Descrição: pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Agache até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), e glúteo máximo.

7. Agachamento Sumô

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: pernas bem afastadas. Ponta dos pés e joelhos abertos a 45 graus. Flexione joelhos e quadril, como se fosse sentar em uma cadeira.

Cuidados: mantenha a coluna sempre ereta e ombros para trás. Tome cuidado para os joelhos não fazerem a rotação para dentro (se isso acontecer, deve-se diminuir o afastamento das pernas).

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), adutores, pectíneo e glúteo máximo.


6 agachamentos para você incrementar sua série

Corrida de Montanha · 25 nov, 2016

Já falamos sobre os benefícios do agachamento aqui, agora mostramos seis exercícios diferentes para você incrementar o treino. Confira os exercícios que a equipe da academia FIT360 preparou para o Webrun.

1. Agachamento com barra

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Descrição: posicione a barra na parte posterior dos ombros. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Vá até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta (Iniciantes devem fazer apenas com peso do corpo).

Músculos: anteriores da coxa (Quadríceps: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), glúteo médio e glúteo máximo.

2. Levantamento terra

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Descrição: segure a barra com os braços estendidos para baixo e as mãos afastadas um pouco mais que a largura do corpo. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira, com a barra sempre à frente do corpo.

Cuidados: durante todo movimento, calcanhar apoiados no chão, joelhos alinhados com calcanhar e quadril, coluna sempre ereta e ombros para trás. (Iniciantes devem fazer apenas com o peso da barra, até o movimento ser bem assimilado pelo corpo, por esse movimento ser de difícil execução).

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femural, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna.

3. Afundo com halteres

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Descrição: com as pernas afastadas frente e trás, eleve o calcanhar traseiro. Segure um peso em cada mão. Flexione os dois joelhos até o joelho traseiro quase encostar no chão. Fazer com as duas pernas.

Cuidados mantenha o calcanhar da perna da frente no chão durante todo o movimento. O joelho da perna da frente não deve ultrapassar a linha da ponta do pé. Coluna sempre ereta e ombros para trás.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

4. Agachamento com halteres

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Descrição: pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexionar o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Agachar até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

5. Stiff com halteres

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Descrição: Inicie com corpo ereto. Joelhos levemente flexionados para aliviar a pressão dos joelhos. Flexione o tronco para baixo até o limite da sua flexibilidade. Volte a posição inicial.

Cuidados: mantenha a coluna ereta durante todo o movimento, principalmente quando tronco está flexionado. Para ajudar a manter esse alinhamento da coluna, é importante manter os ombros sempre para trás.

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna

6. Agachamento livre

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Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), e glúteo máximo.

7. Agachamento Sumô

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Descrição: pernas bem afastadas. Ponta dos pés e joelhos abertos a 45 graus. Flexione joelhos e quadril, como se fosse sentar em uma cadeira.

Cuidados: mantenha a coluna sempre ereta e ombros para trás. Tome cuidado para os joelhos não fazerem a rotação para dentro (se isso acontecer, deve-se diminuir o afastamento das pernas).

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), adutores, pectíneo e glúteo máximo.

Correr faz com que você envelheça mais rápido?

Que a cada dia que passa envelhecemos um pouco, isso todo mundo sabe, mas não é tão fácil assim perceber. Afinal, é tanta correria que quando percebemos dias, meses e até anos passaram e as ruguinhas chegaram sem avisar. Nada de anormal até aí, porém muitas vezes escutamos que a prática de exercício físico, principalmente a corrida, faz com que isso aconteça mais rápido.

O especialista em cardiologia do esporte e membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Ricardo Contesini, explica que não é bem assim. “Isso só acontece ao relacionar o envelhecimento e atividade física intensa e prolongada. O corpo até pode sentir alguma diferença, afinal existe um aumento de radicais livres e isso sim pode gerar um envelhecimento precoce, mas somente da pele”, diz.

Os radicais livres são átomos, que sob estresse oxidativo, agridem as células do corpo colaborando com o envelhecimento. Como a produção deles decorre do metabolismo do oxigênio, atividades que levam à uma maior circulação de oxigênio tendem a aumentar seu nível.

Que tal unir sua paixão por corrida com música? Inscreva-se na Live Music Night Run!

Foto: Ugrum1/Fotolia Foto: Ugrum1/Fotolia

“Pessoas que correm esporadicamente e distâncias confortáveis não tem o que se preocupar, porque que o estresse ocorre esporadicamente. Já pessoas que buscam performance devem apenas ficar atentos à exposição do sol e desidratação, que pode favorecer esse tal envelhecimento”, explica Ricardo.

É importante que atletas de alto rendimento sempre tenham acompanhamento médico, já que um dos fatores importantes para evitar a produção excessiva de radicais livres, é praticar atividades na intensidade que o corpo está acostumado.

Fora isso, o cardiologista explica que só existem benefícios. “O rejuvenescimento por dentro do coração, órgãos e músculos acontece constantemente com pessoas que praticam exercícios físicos ao longo da vida. Sendo assim, manter-se ativo e praticando atividades só te fará mais saudável”.


Correr faz com que você envelheça mais rápido?

Corrida de Montanha · 24 nov, 2016

Que a cada dia que passa envelhecemos um pouco, isso todo mundo sabe, mas não é tão fácil assim perceber. Afinal, é tanta correria que quando percebemos dias, meses e até anos passaram e as ruguinhas chegaram sem avisar. Nada de anormal até aí, porém muitas vezes escutamos que a prática de exercício físico, principalmente a corrida, faz com que isso aconteça mais rápido.

O especialista em cardiologia do esporte e membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Ricardo Contesini, explica que não é bem assim. “Isso só acontece ao relacionar o envelhecimento e atividade física intensa e prolongada. O corpo até pode sentir alguma diferença, afinal existe um aumento de radicais livres e isso sim pode gerar um envelhecimento precoce, mas somente da pele”, diz.

Os radicais livres são átomos, que sob estresse oxidativo, agridem as células do corpo colaborando com o envelhecimento. Como a produção deles decorre do metabolismo do oxigênio, atividades que levam à uma maior circulação de oxigênio tendem a aumentar seu nível.

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“Pessoas que correm esporadicamente e distâncias confortáveis não tem o que se preocupar, porque que o estresse ocorre esporadicamente. Já pessoas que buscam performance devem apenas ficar atentos à exposição do sol e desidratação, que pode favorecer esse tal envelhecimento”, explica Ricardo.

É importante que atletas de alto rendimento sempre tenham acompanhamento médico, já que um dos fatores importantes para evitar a produção excessiva de radicais livres, é praticar atividades na intensidade que o corpo está acostumado.

Fora isso, o cardiologista explica que só existem benefícios. “O rejuvenescimento por dentro do coração, órgãos e músculos acontece constantemente com pessoas que praticam exercícios físicos ao longo da vida. Sendo assim, manter-se ativo e praticando atividades só te fará mais saudável”.

Mormaii lança óculos voltado a atletas que precisam de lentes graduadas

Corrida de Montanha · 22 nov, 2016

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Participe da Action Paraty!

A Mormaii, marca brasileira de acessórios para esportes livres, está lançando nesse mês o Eagle, óculos de performance que possibilita o uso de lentes graduadas.

A novidade está justamente no clip in que acompanha o óculos. Ele permite a adaptação de lentes esféricas numa ampla faixa de graduação podendo variar entre -3 e +5, de acordo com a necessidade de cada atleta.

Além disso a marca ainda pensou em evitar machucados no nariz causados pelo uso de óculos, pois o modelo possui nosepad ajustável e ergonomia ideal. A armação é fabricada em TR90, polímero ultra resistente, e com sistema de pintura soft touch.

O Eagle, que em inglês quer dizer águia, foi desenvolvido para que os atletas que necessitam de óculos de grau possam praticar esportes outdoor com conforto e praticidade, ao mesmo tempo em que têm a proteção das lentes solares.

O modelo pode ser encontrado em oito cores diferentes, o preço sugerido é de R$299,00.

Melhora na postura pode afetar diretamente sua corrida

É bem difícil manter nossa coluna ereta o tempo todo. Frequentemente vemos pessoas sentadas sem o devido, andando com a cabeça baixa olhando para o celular, carregando bolsas e mochilas pesadas com os ombros encurvados ou apoiadas de um lado só, entre muitos outros. Com o tempo esses vícios de postura podem causar alguns danos. E se eles já fazem mal à coluna na hora de sentar e andar, imagine só ao correr, quando vários músculos do corpo são trabalhados?

O Webrun conversou com dois especialistas para entender melhor essa relação entre postura e corrida.

De acordo com o Dr. Bruno César Aprile, ortopedista e diretor clínico da SO.U Ortopedia , a longo prazo, os vícios posturais podem causar problemas musculares como fadiga precoce, distensão, inflamações e rupturas, além de favorecer o desgaste de várias articulações e dos discos vertebrais na coluna.

Ele conta que o problema é algo cotidiano e que, por isso, deve ser observado com a mesma frequência. “Permanecer por um longo período na mesma posição, seja sentado ou em pé, pode levar ao desenvolvimento desses vícios. É preciso saber distribuir a sobrecarga de peso mudando de posições e realizando alongamentos periódicos”.

Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia

Durante a corrida alguns dos hábitos mais comuns que podem prejudicar a saúde são: correr jogando os ombros para frente, não movimentar os braços, jogar o tronco de um lado para o outro e projetar o tronco mais à frente do resto do corpo.

O incômodo mais recorrente, causado por esses maus hábitos posturais, é a dor nas costas. O ortopedista especialista em coluna vertebral e professor da Faculdade Santa Marcelina, Dr. Luiz Claudio Lacerda, explica que até mesmo o lugar onde se treina pode influenciar.

“Quando corremos, existe uma maior sobrecarga na coluna, que pode variar conforme o terreno. Em um local plano, a carga é distribuída de maneira homogênea no disco intervertebral (pequenos amortecedores localizados entre cada uma das vértebras) e nas articulações posteriores da coluna. Em subidas, o disco fica ainda mais sobrecarregado e quando descemos, as articulações posteriores são mais utilizadas. Entretanto, independente do local da corrida, cada vez que o pé toca o solo existe uma força compressiva atuando na coluna que pode em alguns pacientes ocasiona a dor”.

Ele ressalta que, por a coluna não ser naturalmente projetada para receber todas essas sobrecargas, o atleta deve preocupar-se primeiro em fortalecer os músculos, que são as partes do corpo mais resistentes e devem estar preparadas para absorver essa carga.

Devo parar de correr? Não mesmo!

“A corrida sem a realização de fortalecimento muscular e condicionamento físico, pode gerar lesões, principalmente em pessoas com má postura. Por outro lado, ela ajuda no fortalecimento muscular, principalmente, dos membros inferiores e obriga o atleta, pela sua dinâmica de equilíbrio, a assumir uma postura mais correta”, explica Dr. Luiz Claudio.

Foto: LoloStock/Fotolia Foto: LoloStock/Fotolia

Participe do desafio Braves Mud Race!

O que posso fazer para amenizar esse problema?

Prestar atenção na sua postura durante o dia a dia, com certeza, também já diminuirá algumas dores nas costas, mas para corrigir os movimentos de corrida, treinar melhor e mais rápido, a pessoa deve ser avaliada por especialistas da área, para começar o processo de reeducação o corpo.

“O ideal é sempre realizar alongamentos, sem que haja dor, mas fazendo certo esforço até o limite de conforto. Fortalecimento muscular também é essencial, nas pessoas com vícios posturas esse deve ser inicialmente feito sob supervisão médica, de fisioterapeuta ou de um profissional de educação física”, recomenda Dr. Bruno César.


Melhora na postura pode afetar diretamente sua corrida

Corrida de Montanha · 22 nov, 2016

É bem difícil manter nossa coluna ereta o tempo todo. Frequentemente vemos pessoas sentadas sem o devido, andando com a cabeça baixa olhando para o celular, carregando bolsas e mochilas pesadas com os ombros encurvados ou apoiadas de um lado só, entre muitos outros. Com o tempo esses vícios de postura podem causar alguns danos. E se eles já fazem mal à coluna na hora de sentar e andar, imagine só ao correr, quando vários músculos do corpo são trabalhados?

O Webrun conversou com dois especialistas para entender melhor essa relação entre postura e corrida.

De acordo com o Dr. Bruno César Aprile, ortopedista e diretor clínico da SO.U Ortopedia , a longo prazo, os vícios posturais podem causar problemas musculares como fadiga precoce, distensão, inflamações e rupturas, além de favorecer o desgaste de várias articulações e dos discos vertebrais na coluna.

Ele conta que o problema é algo cotidiano e que, por isso, deve ser observado com a mesma frequência. “Permanecer por um longo período na mesma posição, seja sentado ou em pé, pode levar ao desenvolvimento desses vícios. É preciso saber distribuir a sobrecarga de peso mudando de posições e realizando alongamentos periódicos”.

Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia

Durante a corrida alguns dos hábitos mais comuns que podem prejudicar a saúde são: correr jogando os ombros para frente, não movimentar os braços, jogar o tronco de um lado para o outro e projetar o tronco mais à frente do resto do corpo.

O incômodo mais recorrente, causado por esses maus hábitos posturais, é a dor nas costas. O ortopedista especialista em coluna vertebral e professor da Faculdade Santa Marcelina, Dr. Luiz Claudio Lacerda, explica que até mesmo o lugar onde se treina pode influenciar.

“Quando corremos, existe uma maior sobrecarga na coluna, que pode variar conforme o terreno. Em um local plano, a carga é distribuída de maneira homogênea no disco intervertebral (pequenos amortecedores localizados entre cada uma das vértebras) e nas articulações posteriores da coluna. Em subidas, o disco fica ainda mais sobrecarregado e quando descemos, as articulações posteriores são mais utilizadas. Entretanto, independente do local da corrida, cada vez que o pé toca o solo existe uma força compressiva atuando na coluna que pode em alguns pacientes ocasiona a dor”.

Ele ressalta que, por a coluna não ser naturalmente projetada para receber todas essas sobrecargas, o atleta deve preocupar-se primeiro em fortalecer os músculos, que são as partes do corpo mais resistentes e devem estar preparadas para absorver essa carga.

Devo parar de correr? Não mesmo!

“A corrida sem a realização de fortalecimento muscular e condicionamento físico, pode gerar lesões, principalmente em pessoas com má postura. Por outro lado, ela ajuda no fortalecimento muscular, principalmente, dos membros inferiores e obriga o atleta, pela sua dinâmica de equilíbrio, a assumir uma postura mais correta”, explica Dr. Luiz Claudio.

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Participe do desafio Braves Mud Race!

O que posso fazer para amenizar esse problema?

Prestar atenção na sua postura durante o dia a dia, com certeza, também já diminuirá algumas dores nas costas, mas para corrigir os movimentos de corrida, treinar melhor e mais rápido, a pessoa deve ser avaliada por especialistas da área, para começar o processo de reeducação o corpo.

“O ideal é sempre realizar alongamentos, sem que haja dor, mas fazendo certo esforço até o limite de conforto. Fortalecimento muscular também é essencial, nas pessoas com vícios posturas esse deve ser inicialmente feito sob supervisão médica, de fisioterapeuta ou de um profissional de educação física”, recomenda Dr. Bruno César.

Ticket agora apresenta o maior Black Friday de inscrições da história

Toda última sexta-feira de novembro acontece a Black Friday, data promocional do varejo que surgiu no Estados Unidos e, há tempos, ficou gigante também no mercado brasileiro.

Este ano, a Black Friday promete agitar também o mercado de eventos esportivos com promoções vantajosas e inéditas.

Pela primeira vez na história o Ticket Agora, maior plataforma de inscrições online do Brasil, realiza sua campanha com dezenas de eventos, modalidades e organizadores.

“Em anos anteriores, a campanha era feita de modo mais tímido, apenas pelos organizadores”, comenta Samir Ferrari, gerente de marketing e vendas do site. “Este ano nos comprometemos em reunir diferentes organizadores e modalidades para trazer ainda mais opções aos clientes”.

A proposta é que o dia de descontos agrade a todos os públicos que participam de eventos esportivos. Estão confirmadas provas de ciclismo, natação, aventura, trail run e claro, corrida de rua.

O desconto mínimo para participação na campanha é de 20% e não tem limite máximo, o que vai garantir preços imperdíveis durante as 24 horas da promoção.

Este ano a Black Friday acontece no dia 25/11 e a promoção Ticket Agora entra no ar exatamente às 00h e vai até às 23h59 do mesmo dia. Mesmo com muitos sites promovendo campanhas mensais ou semanais, não será o caso para as inscrições.

“Queremos respeitar o conceito da Black Friday, com apenas um dia de ação”, afirma Samir. E completa: “é preciso real vantagem para os clientes, não apenas para os que vendem. Por isso as regras de participação são rígidas e planejadas”.

Os estoques de vagas são limitados e cada organizador esteve apto para definir a quantidade disponível. A informação é compartilhada em tempo real com o participante ao acessar o hotsite da campanha, através de contadores em exclusivos para cada evento.

Black Friday de Inscrições Ticket Agora

Data: 25/11/2016, sexta-feira
Horário: das 00h até 23h59
Descontos a partir de 20%
Site oficial


Ticket agora apresenta o maior Black Friday de inscrições da história

Corrida de Montanha · 21 nov, 2016

Toda última sexta-feira de novembro acontece a Black Friday, data promocional do varejo que surgiu no Estados Unidos e, há tempos, ficou gigante também no mercado brasileiro.

Este ano, a Black Friday promete agitar também o mercado de eventos esportivos com promoções vantajosas e inéditas.

Pela primeira vez na história o Ticket Agora, maior plataforma de inscrições online do Brasil, realiza sua campanha com dezenas de eventos, modalidades e organizadores.

“Em anos anteriores, a campanha era feita de modo mais tímido, apenas pelos organizadores”, comenta Samir Ferrari, gerente de marketing e vendas do site. “Este ano nos comprometemos em reunir diferentes organizadores e modalidades para trazer ainda mais opções aos clientes”.

A proposta é que o dia de descontos agrade a todos os públicos que participam de eventos esportivos. Estão confirmadas provas de ciclismo, natação, aventura, trail run e claro, corrida de rua.

O desconto mínimo para participação na campanha é de 20% e não tem limite máximo, o que vai garantir preços imperdíveis durante as 24 horas da promoção.

Este ano a Black Friday acontece no dia 25/11 e a promoção Ticket Agora entra no ar exatamente às 00h e vai até às 23h59 do mesmo dia. Mesmo com muitos sites promovendo campanhas mensais ou semanais, não será o caso para as inscrições.

“Queremos respeitar o conceito da Black Friday, com apenas um dia de ação”, afirma Samir. E completa: “é preciso real vantagem para os clientes, não apenas para os que vendem. Por isso as regras de participação são rígidas e planejadas”.

Os estoques de vagas são limitados e cada organizador esteve apto para definir a quantidade disponível. A informação é compartilhada em tempo real com o participante ao acessar o hotsite da campanha, através de contadores em exclusivos para cada evento.

Black Friday de Inscrições Ticket Agora

Data: 25/11/2016, sexta-feira
Horário: das 00h até 23h59
Descontos a partir de 20%
Site oficial

Inscrições para a Meia Maratona de Gramado já estão abertas

Corridas de Rua · 18 nov, 2016

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

No início deste ano, 400 atletas participaram da primeira edição da Meia Maratona de Gramado, que aconteceu no dia 24 de janeiro em um circuito criado na Avenida das Hortênsias. Agora, as inscrições para a edição 2017 estão abertas.

Além do evento, os participantes poderão apreciar as belezas da charmosa cidade gaúcha, que é conhecida por suas ruas floridas, povo acolhedor e hospitaleiro, pelos detalhes de sua arquitetura europeia e a ampla rede hoteleira e gastronômica.

Foto: Isabela Rios/ Webventure Foto: Isabela Rios/ Webventure

O corredor também se tornará turista ao visitar alguma das paisagens mais famosas dos cartões postais do sul do país. Este ano a Meia Maratona de Gramado reuniu atletas brasileiros e estrangeiros, entre experientes e iniciantes. São duas opções de trajeto: 21 km ou 7 km para os iniciantes.

Se você gosta de correr e quer conhecer um pedacinho do Rio Grande do Sul, participe da segunda edição da Meia Maratona de Gramado, no dia 22 de janeiro de 2017.

Clique aqui e inscreva-se!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação