Meia Maratona

Como manter o pace durante a corrida?

O pace durante a corrida é super importante, é através dele que conseguimos mensurar e planejar treinos, preparar estratégias e dosar o ritmo em determinadas situações, como no início da prova, em possíveis subidas, descidas e na chegada. Você pode “quebrar” em uma prova por pura displicência, simplesmente por se empolgar e ir mais rápido do que o normal. Fique tranquilo, isso acontece com a maioria dos corredores, afinal a adrenalina sobe durante a corrida e fica difícil controlar.

O treinador da Fit360, Cláudio Wallace de Souza, explica que quando o corredor é iniciante deve ficar mais atento às reações do corpo. “Uma vez que está em adaptação, o ritmo não é o primordial e sim as reações do corpo. Já em estágios intermediários ou avançados, o pace é importantíssimo e aprender a controlá-lo é primordial para evolução”.

Luciana Dias, da assessoria LuDias conta que gosta de trabalhar com variáveis. “Não somos máquinas e estamos cada dia de um jeito, saber se conhecer e respeitar é essencial. Você não precisa ter medo de seguir em frente. Uma opção é determinar, em um caminho já conhecido, qual pace fazer”.

A principal dica é utilizar relógio ou GPS para acompanhar a velocidade. No entanto, atletas avançados costumam trabalhar com percepção de esforço, assim ele ficará mais atento sem o relógio, afinal se a bateria acabar em uma prova é preciso saber como se sente em determinado ritmo.

Comece 2017 se desafiando. Inscreva-se na Meia Maratona de Gramado!

Foto: Andrey Popov/Fotolia Foto: Andrey Popov/Fotolia


“A principal dificuldade para controle é a ansiedade de terminar logo a prova, mas existem outras como a super avaliação do atleta, não respeitando a planilha ou orientação do técnico. Situações como o corredor ser ultrapassado por alguém mais velho também são comuns, ele perde a concentração e esquece do pace”, diz Cláudio.

Se respeite, não se super avalie, siga as orientações do técnico e tenha disciplina. Persista e bons treinos!


Como manter o pace durante a corrida?

Caminhada · 08 nov, 2016

O pace durante a corrida é super importante, é através dele que conseguimos mensurar e planejar treinos, preparar estratégias e dosar o ritmo em determinadas situações, como no início da prova, em possíveis subidas, descidas e na chegada. Você pode “quebrar” em uma prova por pura displicência, simplesmente por se empolgar e ir mais rápido do que o normal. Fique tranquilo, isso acontece com a maioria dos corredores, afinal a adrenalina sobe durante a corrida e fica difícil controlar.

O treinador da Fit360, Cláudio Wallace de Souza, explica que quando o corredor é iniciante deve ficar mais atento às reações do corpo. “Uma vez que está em adaptação, o ritmo não é o primordial e sim as reações do corpo. Já em estágios intermediários ou avançados, o pace é importantíssimo e aprender a controlá-lo é primordial para evolução”.

Luciana Dias, da assessoria LuDias conta que gosta de trabalhar com variáveis. “Não somos máquinas e estamos cada dia de um jeito, saber se conhecer e respeitar é essencial. Você não precisa ter medo de seguir em frente. Uma opção é determinar, em um caminho já conhecido, qual pace fazer”.

A principal dica é utilizar relógio ou GPS para acompanhar a velocidade. No entanto, atletas avançados costumam trabalhar com percepção de esforço, assim ele ficará mais atento sem o relógio, afinal se a bateria acabar em uma prova é preciso saber como se sente em determinado ritmo.

Comece 2017 se desafiando. Inscreva-se na Meia Maratona de Gramado!

Foto: Andrey Popov/Fotolia Foto: Andrey Popov/Fotolia


“A principal dificuldade para controle é a ansiedade de terminar logo a prova, mas existem outras como a super avaliação do atleta, não respeitando a planilha ou orientação do técnico. Situações como o corredor ser ultrapassado por alguém mais velho também são comuns, ele perde a concentração e esquece do pace”, diz Cláudio.

Se respeite, não se super avalie, siga as orientações do técnico e tenha disciplina. Persista e bons treinos!

Tecnologia usada em atletas de ponta do mundo inteiro chega ao Brasil

Em outubro de 2016 a clínica Vivere Sanus apresentou o Estúdio Motriz, especializado em movimento e promete mudar a abordagem da prática de esportes, condicionamento físico e reabilitação. O estúdio une o conhecimento de diversas áreas da saúde e tecnologia, para apresentar um tratamento com maior praticidade e qualidade nos pacientes.

Participe do desafio 12 Horas Rebook

Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun

A principal tecnologia usada no processo é o Miha Bodytec, um sistema alemão que funciona a base da eletroestimulação muscular em todo o corpo. Assim, diferentes áreas do corpo são trabalhadas com o uso do equipamento. O treino consiste na execução de exercícios funcionais como agachamento, afundo e abdominal. Os eletrodos fazem com que o corpo sinta a presença de cargas, mesmo sem estarem lá fisicamente, exercitando-se de forma livre. O sistema também é capaz de tencionar os músculos após os exercícios, o que diminui diretamente aquela “dorzinha pós-treino”.

O médico ortopedista Tomas Mosaner explica as pretensões do projeto: “Nosso objetivo é promover a saúde por meio do exercício físico e dentro dessa missão, nos preparamos para ter à disposição tudo que há de mais avançado no mundo da medicina esportiva. Queremos tornar a prática de atividades físicas na vida das pessoas algo constante”.

Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun

O equipamento é sucesso mundial, presente em mais de 40 países e atletas de ponta já usam a tecnologia há algum tempo. Entre os mais famosos adeptos ao sistema estão Rafael Nadal, Usain Bolt e a equipe de futebol do Bayern de Munique. O treinamento deve ser feito por apenas 20 minutos, duas vezes por semana. A clínica garante que após seis semanas é possível observar resultados consistentes.

Além das tecnologias para melhorar o desempenho, o Estúdio Mortiz também conta com outra novidade: a Termografia. A técnica consiste no mapeamento do corpo por meio de diferentes temperaturas de pele, assim identificando e prevenindo lesões.


Tecnologia usada em atletas de ponta do mundo inteiro chega ao Brasil

Corridas de Rua · 07 nov, 2016

Em outubro de 2016 a clínica Vivere Sanus apresentou o Estúdio Motriz, especializado em movimento e promete mudar a abordagem da prática de esportes, condicionamento físico e reabilitação. O estúdio une o conhecimento de diversas áreas da saúde e tecnologia, para apresentar um tratamento com maior praticidade e qualidade nos pacientes.

Participe do desafio 12 Horas Rebook

Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun

A principal tecnologia usada no processo é o Miha Bodytec, um sistema alemão que funciona a base da eletroestimulação muscular em todo o corpo. Assim, diferentes áreas do corpo são trabalhadas com o uso do equipamento. O treino consiste na execução de exercícios funcionais como agachamento, afundo e abdominal. Os eletrodos fazem com que o corpo sinta a presença de cargas, mesmo sem estarem lá fisicamente, exercitando-se de forma livre. O sistema também é capaz de tencionar os músculos após os exercícios, o que diminui diretamente aquela “dorzinha pós-treino”.

O médico ortopedista Tomas Mosaner explica as pretensões do projeto: “Nosso objetivo é promover a saúde por meio do exercício físico e dentro dessa missão, nos preparamos para ter à disposição tudo que há de mais avançado no mundo da medicina esportiva. Queremos tornar a prática de atividades físicas na vida das pessoas algo constante”.

Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun Foto: Gustavo Mazzucchelli/Webrun

O equipamento é sucesso mundial, presente em mais de 40 países e atletas de ponta já usam a tecnologia há algum tempo. Entre os mais famosos adeptos ao sistema estão Rafael Nadal, Usain Bolt e a equipe de futebol do Bayern de Munique. O treinamento deve ser feito por apenas 20 minutos, duas vezes por semana. A clínica garante que após seis semanas é possível observar resultados consistentes.

Além das tecnologias para melhorar o desempenho, o Estúdio Mortiz também conta com outra novidade: a Termografia. A técnica consiste no mapeamento do corpo por meio de diferentes temperaturas de pele, assim identificando e prevenindo lesões.

14 coisas que minha mãe pensa porque sou um corredor de rua

Mamães que interagem com filhos corredores sempre têm pensamentos intrigantes sobre os hábitos dos seus filhos.

Sempre com um viés de preocupação e muito amor, a imaginação das matriarcas é rica em componentes dramáticos sobre este seu estilo de vida, mesmo ele sendo muito saudável. Fato é que, dividir mais esta paixão com sua prole não estava nos planos.

Mas, em geral, as mães são muito orgulhosas das suas conquistas e hábitos super saudáveis e, mesmo que em alguns casos um pouquinho atrapalhadas, são grandes incentivadoras da evolução dos filhos.

Que tal um desafio de 12h em esteira? Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

É hora de entender um pouco mais o comportamento de nossas protetoras-mór. Para isso, desvendamos aqui 14 coisas que sua mãe pensa, e a respectiva manifestação a respeito de cada um destes pensamentos.

Divirta-se identificando a sua!

Ela acha que...

1. Que eu faço a maratona São Silvestre

“Minha filha é máximo. Todo ano ela faz aquela maratona do São Silvestre, que desce a brigadeiro, sabe?”

2. Que eu faço cooper

“Alô? Oi filho, tentei falar com você mais cedo mas acho que estava no Cooper”

3. Que eu estou muito magro

“Mandei uma lasanha pra você com seu pai. Tem só um pouco que sobrou do almoço, umas duas travessas. Você precisa se alimentar melhor menino!”

4. Que eu faço isso só pra arranjar namorada(o)

“Vai pra rua assim, tão bonita? Tem pretendente na jogada!”

5. Que eu não arrumo namorada/o por causa disso

“De novo tá saindo assim, acabado? Por isso que não arruma namorada”

6. Que eu fico me machucando toda hora

“De novo com essa faixa no braço, parece uma múmia! Você tem que parar com isso”

7. Que agora que eu não tenho tempo para ela

“Já sei porque não vem hoje, nem precisa falar...“

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

8. Que eu guardo muita tranqueira

“Filho, olha, lhe fiz um favor e doei aquelas medalhas velhas pro exército da salvação, viu? Não precisa agradecer”

9. Que eu só tenho roupa feia

“Você só usa essas blusas falando de corrida agora, não aguento mais!”

10. Que eu sou um bazar humano

“Empresta aquele relógio pro seu irmão! Ah, peguei um tênis pro seu pai, você nem usava mais”

11. Que eu tenho uma empresa de comida delivery

“Filha, já que você vem cedo depois da corrida, passa na padaria, traz pão,presunto e leite pro café”

12. Que eu estou com o pé horrível

“Vem cá que eu vou passar uma lixa nessa bolha”

13. Que eu sou um herói

“Olha minha filha que linda! É aquela ali no meio daqueles quenianos”

14. Que eu sou uma inspiração

“Filhão! Comecei a caminhar por sua causa. Daqui a pouco te alcanço por aí...”

É ou não muito amor envolvido? Viva as mamães”


14 coisas que minha mãe pensa porque sou um corredor de rua

Corrida de Montanha · 03 nov, 2016

Mamães que interagem com filhos corredores sempre têm pensamentos intrigantes sobre os hábitos dos seus filhos.

Sempre com um viés de preocupação e muito amor, a imaginação das matriarcas é rica em componentes dramáticos sobre este seu estilo de vida, mesmo ele sendo muito saudável. Fato é que, dividir mais esta paixão com sua prole não estava nos planos.

Mas, em geral, as mães são muito orgulhosas das suas conquistas e hábitos super saudáveis e, mesmo que em alguns casos um pouquinho atrapalhadas, são grandes incentivadoras da evolução dos filhos.

Que tal um desafio de 12h em esteira? Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

É hora de entender um pouco mais o comportamento de nossas protetoras-mór. Para isso, desvendamos aqui 14 coisas que sua mãe pensa, e a respectiva manifestação a respeito de cada um destes pensamentos.

Divirta-se identificando a sua!

Ela acha que...

1. Que eu faço a maratona São Silvestre

“Minha filha é máximo. Todo ano ela faz aquela maratona do São Silvestre, que desce a brigadeiro, sabe?”

2. Que eu faço cooper

“Alô? Oi filho, tentei falar com você mais cedo mas acho que estava no Cooper”

3. Que eu estou muito magro

“Mandei uma lasanha pra você com seu pai. Tem só um pouco que sobrou do almoço, umas duas travessas. Você precisa se alimentar melhor menino!”

4. Que eu faço isso só pra arranjar namorada(o)

“Vai pra rua assim, tão bonita? Tem pretendente na jogada!”

5. Que eu não arrumo namorada/o por causa disso

“De novo tá saindo assim, acabado? Por isso que não arruma namorada”

6. Que eu fico me machucando toda hora

“De novo com essa faixa no braço, parece uma múmia! Você tem que parar com isso”

7. Que agora que eu não tenho tempo para ela

“Já sei porque não vem hoje, nem precisa falar...“

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

8. Que eu guardo muita tranqueira

“Filho, olha, lhe fiz um favor e doei aquelas medalhas velhas pro exército da salvação, viu? Não precisa agradecer”

9. Que eu só tenho roupa feia

“Você só usa essas blusas falando de corrida agora, não aguento mais!”

10. Que eu sou um bazar humano

“Empresta aquele relógio pro seu irmão! Ah, peguei um tênis pro seu pai, você nem usava mais”

11. Que eu tenho uma empresa de comida delivery

“Filha, já que você vem cedo depois da corrida, passa na padaria, traz pão,presunto e leite pro café”

12. Que eu estou com o pé horrível

“Vem cá que eu vou passar uma lixa nessa bolha”

13. Que eu sou um herói

“Olha minha filha que linda! É aquela ali no meio daqueles quenianos”

14. Que eu sou uma inspiração

“Filhão! Comecei a caminhar por sua causa. Daqui a pouco te alcanço por aí...”

É ou não muito amor envolvido? Viva as mamães”

Aqueça antes do treino e proteja sua coxa

Foto: Sunnysky69/Fotolia Foto: Sunnysky69/Fotolia

O estiramento na coxa é uma lesão que ocorre quando as fibras do músculo são esticadas além de seu limite, ou quando a amplitude do movimento na corrida é mais curta que o necessário.

A diretora do Departamento de Educação Física da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), Camila Paixão Jordão, explica que a frequência dessa lesão em atletas ocorre devido à falta de preparo para uma prova ou treino mais intenso ou longo.

“As pessoas pensam que só porque conseguem correr 10 quilômetros já podem correr 20 e até uma maratona, mas estão enganadas. O fato é que podem até completar uma prova longa, mas às custas de uma lesão muscular grave, que acarretará em interrupção do treinamento e até mesmo das próprias competições”.

Causa

Os principais fatores que causam o estiramento na coxa são: técnica de treino incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, falta de flexibilidade e principalmente a falta de aquecimento.

Sobretudo, em períodos do ano em que a temperaturas são mais baixas, é imprescindível aquecer o músculo e fazer com que ele “acorde” antes da prática de qualquer atividade física. “O aquecimento pode reduzir a suscetibilidade de lesões, pois proporciona maior amplitude de movimento durante o exercício”. Além disso, outro fator que pode ocasionar o estiramento muscular é o impacto forte na região, como uma pancada, por exemplo, que não é algo muito característico na corrida.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Corra a distância de uma meia maratona na Action Paraty!

Sintomas

Quem sofre um estiramento na coxa, geralmente sente na mesma hora. A dor e a perda de mobilidade local são os indícios da lesão. Mas, não é qualquer tipo de dor, de acordo com a diretora do SOCESP, existem vários graus de distensão, que variam entre lesão parcial ou completa da musculatura. O estiramento com lesão parcial também poderá ter sintomas menos intensos ou nem ser sintomático. Em alguns casos, a dor, por exemplo, só ocorre na realização de algum exercício onde há contração do músculo da coxa, por isso para ter um diagnóstico preciso deve-se consultar um médico.

Prevenção

Nem mesmo estar bem preparado é o suficiente para ficar longe do estiramento na coxa, certos fatores não são controlados por nós, mas a fisioterapeuta Fernanda Lemucchi recomenda algumas medidas. “Uma maneira de evitar esse tipo de lesão, é o atleta fazer uma avaliação da sua biomecânica durante a corrida, por um profissional especializado, para assim identificar qualquer falha adotada no gesto esportivo, como uma aterrissagem muito longe do tronco ou uma corrida ‘muito barulhenta’ que causa muito impacto”.

Além disso, o fortalecimento da musculatura é primeiro passo para prevenir qualquer tipo de lesão e respeitar sua individualidade biológica também. Cada treino deve ser adotado de acordo com seus limites.

Foto: Adam Gregor/Fotolia Foto: Adam Gregor/Fotolia

Tratamento

Lembre-se antes de tudo que cada caso é um caso. “Mas na maioria das vezes o estiramento cicatriza com tratamento conservador. Quando ocorre a lesão, o atleta deve suspender a prática esportiva e procurar um médico para realizar um diagnóstico correto e se necessário, fazer o uso de medicamentos”, afirma Fernanda.

Segundo a fisioterapeuta, se não for bem tratada, a lesão pode evoluir para uma fibrose se as fibras da musculatura não cicatrizarem direito tornará o local ainda mais vulnerável e suscetível a outras lesões.

A cura pode ser acelerada por meio de fisioterapia com o uso de equipamentos de ultrassom e a laser, que aceleram o processo de cicatrização. Após essa etapa, e se não houver dor, o atleta pode iniciar o fortalecimento com resistência leve e de baixa intensidade, aumentando conforme a progressão do tratamento. “O corredor estará apto a voltar à prática esportiva, quando estiver realizando todas as atividades, dentro da fisioterapia, com o membro lesionado igual ao outro não lesionado e sem dor”, explica Fernanda.


Aqueça antes do treino e proteja sua coxa

Maratona · 02 nov, 2016

Foto: Sunnysky69/Fotolia Foto: Sunnysky69/Fotolia

O estiramento na coxa é uma lesão que ocorre quando as fibras do músculo são esticadas além de seu limite, ou quando a amplitude do movimento na corrida é mais curta que o necessário.

A diretora do Departamento de Educação Física da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), Camila Paixão Jordão, explica que a frequência dessa lesão em atletas ocorre devido à falta de preparo para uma prova ou treino mais intenso ou longo.

“As pessoas pensam que só porque conseguem correr 10 quilômetros já podem correr 20 e até uma maratona, mas estão enganadas. O fato é que podem até completar uma prova longa, mas às custas de uma lesão muscular grave, que acarretará em interrupção do treinamento e até mesmo das próprias competições”.

Causa

Os principais fatores que causam o estiramento na coxa são: técnica de treino incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, falta de flexibilidade e principalmente a falta de aquecimento.

Sobretudo, em períodos do ano em que a temperaturas são mais baixas, é imprescindível aquecer o músculo e fazer com que ele “acorde” antes da prática de qualquer atividade física. “O aquecimento pode reduzir a suscetibilidade de lesões, pois proporciona maior amplitude de movimento durante o exercício”. Além disso, outro fator que pode ocasionar o estiramento muscular é o impacto forte na região, como uma pancada, por exemplo, que não é algo muito característico na corrida.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Corra a distância de uma meia maratona na Action Paraty!

Sintomas

Quem sofre um estiramento na coxa, geralmente sente na mesma hora. A dor e a perda de mobilidade local são os indícios da lesão. Mas, não é qualquer tipo de dor, de acordo com a diretora do SOCESP, existem vários graus de distensão, que variam entre lesão parcial ou completa da musculatura. O estiramento com lesão parcial também poderá ter sintomas menos intensos ou nem ser sintomático. Em alguns casos, a dor, por exemplo, só ocorre na realização de algum exercício onde há contração do músculo da coxa, por isso para ter um diagnóstico preciso deve-se consultar um médico.

Prevenção

Nem mesmo estar bem preparado é o suficiente para ficar longe do estiramento na coxa, certos fatores não são controlados por nós, mas a fisioterapeuta Fernanda Lemucchi recomenda algumas medidas. “Uma maneira de evitar esse tipo de lesão, é o atleta fazer uma avaliação da sua biomecânica durante a corrida, por um profissional especializado, para assim identificar qualquer falha adotada no gesto esportivo, como uma aterrissagem muito longe do tronco ou uma corrida ‘muito barulhenta’ que causa muito impacto”.

Além disso, o fortalecimento da musculatura é primeiro passo para prevenir qualquer tipo de lesão e respeitar sua individualidade biológica também. Cada treino deve ser adotado de acordo com seus limites.

Foto: Adam Gregor/Fotolia Foto: Adam Gregor/Fotolia

Tratamento

Lembre-se antes de tudo que cada caso é um caso. “Mas na maioria das vezes o estiramento cicatriza com tratamento conservador. Quando ocorre a lesão, o atleta deve suspender a prática esportiva e procurar um médico para realizar um diagnóstico correto e se necessário, fazer o uso de medicamentos”, afirma Fernanda.

Segundo a fisioterapeuta, se não for bem tratada, a lesão pode evoluir para uma fibrose se as fibras da musculatura não cicatrizarem direito tornará o local ainda mais vulnerável e suscetível a outras lesões.

A cura pode ser acelerada por meio de fisioterapia com o uso de equipamentos de ultrassom e a laser, que aceleram o processo de cicatrização. Após essa etapa, e se não houver dor, o atleta pode iniciar o fortalecimento com resistência leve e de baixa intensidade, aumentando conforme a progressão do tratamento. “O corredor estará apto a voltar à prática esportiva, quando estiver realizando todas as atividades, dentro da fisioterapia, com o membro lesionado igual ao outro não lesionado e sem dor”, explica Fernanda.

União e companheirismo: corrida de rua pode ser essencial para unir ainda mais casais com filhos

Que a corrida é uma ótima forma de desestressar não há dúvidas, tantos os treinos longos quanto os mais curtos trazem uma sensação incrível de bem estar para os praticantes. Sendo assim, essa é uma ótima oportunidade para os pais darem uma relaxada, tornando o treino um compromisso a dois.

Sergio e Christina Hilgert, são casados há 31 anos e tem seu filho João Lucas, de 24 anos. O marido foi quem fez a esposa se interessar pelas pistas e desde então já foram sete maratonas a dois. “Comecei a correr distâncias curtas e com o tempo, passamos a correr juntos. Treinamos juntos mais frequentemente aos fins de semana, tornamos esse momento uma hora de diversão e relaxamento”, diz Christina.

O casal Sergio e Christina já correu mais de sete maratonas juntos Foto: divulgação O casal Sergio e Christina já correu mais de sete maratonas juntos Foto: divulgação

Para a esposa existem diversos benefícios para o casal, entre eles a criação de um vínculo de amizade maior, a cumplicidade, parceria e a preocupação pelo bem estar do outro. “Já aconteceu de cair em uma prova e me machucar enquanto ele esperava na chegada, depois de participar também. Quando me viu chegando tomou um susto, mas mesmo assim não cansava de dizer que conseguiria ir bem em outras provas”, diz.

Luciana e José Carlos Dias é outra dupla de casal corredor, juntos há 20 anos eles acabaram de renovar seus votos logo após participarem do Revezamento Maresias-Bertioga, dividindo assim duas paixões no mesmo dia.

Enquanto Luciana trabalhava em uma academia, José colocou na cabeça que não queria “ficar para trás” no físico e resolveu investir na corrida para ficar em forma. Ao ver os treinamentos do marido a educadora física não queria nem tentar correr, mal sabia ela que ia se apaixonar.

Hoje além dos dois filhos, Rafael de 19 anos e Guilherme de 14, o casal tem também uma assessoria esportiva. “Comentei outro dia que uma ótima maneira de unir um casal ou família sem ser comendo, bebendo ou assistindo TV é praticar exercícios. Nossos filhos ficam orgulhosos de nós e corremos todos juntos, fora a admiração que sentimos um pelo outro”.

Participe da Amazing Runs Santa Marta. Inscreva-se no site to Ticket Agora!

O casal Luciana e José Carlos Dias com os dois filhos Foto: arquivo pessoal O casal Luciana e José Carlos Dias com os dois filhos Foto: arquivo pessoal

O casal já foi junto até para o Desafio do Dunga na Disney, onde os atletas correm 5, 10, 21 e 42k em dias seguidos e provou a questão do companheirismo. “Acordei com virose no dia da maratona e pensei em desistir, mas meu marido disse que estaria ao meu lado e que chegaríamos até o objetivo. Foi a coisa mais difícil que fiz na minha vida, sorte que estava bem treinada, mas foi graças à ele, me incentivando ao longo de todo percurso, que consegui completar a prova. Foi sensacional”, diz.

Luciana diz que o mais é gratificante é ver o resultado da atividade física atingir até mesmo seus filhos. “Ver que a molecada está encaminhada é incrível, a corrida contagiou e eles também se apaixonaram pela corrida”. Christina incentiva outros pais a começarem. “O esporte é tudo de bom, melhor ainda quando é praticado a dois, assim um acompanha o outro e vão mais longe”, conta.


União e companheirismo: corrida de rua pode ser essencial para unir ainda mais casais com filhos

Corrida de Montanha · 01 nov, 2016

Que a corrida é uma ótima forma de desestressar não há dúvidas, tantos os treinos longos quanto os mais curtos trazem uma sensação incrível de bem estar para os praticantes. Sendo assim, essa é uma ótima oportunidade para os pais darem uma relaxada, tornando o treino um compromisso a dois.

Sergio e Christina Hilgert, são casados há 31 anos e tem seu filho João Lucas, de 24 anos. O marido foi quem fez a esposa se interessar pelas pistas e desde então já foram sete maratonas a dois. “Comecei a correr distâncias curtas e com o tempo, passamos a correr juntos. Treinamos juntos mais frequentemente aos fins de semana, tornamos esse momento uma hora de diversão e relaxamento”, diz Christina.

O casal Sergio e Christina já correu mais de sete maratonas juntos Foto: divulgação O casal Sergio e Christina já correu mais de sete maratonas juntos Foto: divulgação

Para a esposa existem diversos benefícios para o casal, entre eles a criação de um vínculo de amizade maior, a cumplicidade, parceria e a preocupação pelo bem estar do outro. “Já aconteceu de cair em uma prova e me machucar enquanto ele esperava na chegada, depois de participar também. Quando me viu chegando tomou um susto, mas mesmo assim não cansava de dizer que conseguiria ir bem em outras provas”, diz.

Luciana e José Carlos Dias é outra dupla de casal corredor, juntos há 20 anos eles acabaram de renovar seus votos logo após participarem do Revezamento Maresias-Bertioga, dividindo assim duas paixões no mesmo dia.

Enquanto Luciana trabalhava em uma academia, José colocou na cabeça que não queria “ficar para trás” no físico e resolveu investir na corrida para ficar em forma. Ao ver os treinamentos do marido a educadora física não queria nem tentar correr, mal sabia ela que ia se apaixonar.

Hoje além dos dois filhos, Rafael de 19 anos e Guilherme de 14, o casal tem também uma assessoria esportiva. “Comentei outro dia que uma ótima maneira de unir um casal ou família sem ser comendo, bebendo ou assistindo TV é praticar exercícios. Nossos filhos ficam orgulhosos de nós e corremos todos juntos, fora a admiração que sentimos um pelo outro”.

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O casal Luciana e José Carlos Dias com os dois filhos Foto: arquivo pessoal O casal Luciana e José Carlos Dias com os dois filhos Foto: arquivo pessoal

O casal já foi junto até para o Desafio do Dunga na Disney, onde os atletas correm 5, 10, 21 e 42k em dias seguidos e provou a questão do companheirismo. “Acordei com virose no dia da maratona e pensei em desistir, mas meu marido disse que estaria ao meu lado e que chegaríamos até o objetivo. Foi a coisa mais difícil que fiz na minha vida, sorte que estava bem treinada, mas foi graças à ele, me incentivando ao longo de todo percurso, que consegui completar a prova. Foi sensacional”, diz.

Luciana diz que o mais é gratificante é ver o resultado da atividade física atingir até mesmo seus filhos. “Ver que a molecada está encaminhada é incrível, a corrida contagiou e eles também se apaixonaram pela corrida”. Christina incentiva outros pais a começarem. “O esporte é tudo de bom, melhor ainda quando é praticado a dois, assim um acompanha o outro e vão mais longe”, conta.

Você sabe a diferença entre macro e micronutrientes?

Você já se sentiu melhor após comer um prato bem feito e colorido? Isso acontece devido as necessidades do nosso organismo, que busca através de nutrientes presentes em alimentos, o auxílio para o funcionamento normal do metabolismo. Essa boa nutrição faz com que o corpo esteja em perfeito estado para realizar suas funções básicas.

Uma alimentação bem equilibrada é capaz de conciliar e balancear os micronutrientes e os macronutrientes perfeitamente. Saiba suas funções e onde encontrá-los!

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Foto: poplasen/fotolia Foto: poplasen/fotolia

Macronutrientes

Estes nutrientes são fundamentais para o funcionamento do organismo. Devem ser consumidos em grandes quantidades, porém o excesso dos mesmos traz malefícios ao corpo e gera sobrepeso, por isso é sempre essencial procurar um nutricionista.

Eles se dividem em:

Carboidratos

Fornecem energia para as células do corpo e exercerem suas funções. Podem ser encontrados em alimentos como: pães, frutas, massas, batatas entre outros.

Proteínas

Responsáveis pela construção dos tecidos, as proteínas são fundamentais para uma recuperação muscular após longos treinos. São encontradas em carnes, ovos, leite e soja.

Lipídios

Também chamados de gorduras, os lipídios fornecem energia para as células, mas como segunda opção, pois a primeira segue sendo o carboidrato (glicídio). Eles são capazes de facilitar determinadas reações químicas do corpo. Estão presentes em alimentos como: aveia, trigo, azeite e margarina.

Micronutrientes

Nestes nutrientes estão as vitaminais e minerais que o corpo necessita. Diferente dos macros, os micronutrientes devem ser consumidos em pequenas quantidades.

Existe uma enorme variedade de vitaminas, entre elas A, C, D, E, K e as conhecidas vitaminas do complexo B. Entre os minerais, se destacam: cálcio, cobre, ferro, fósforo, magnésio e zinco.

Não é difícil ingerir estes nutrientes em seu dia a dia, pois estão presentes em muitos alimentos, como: feijão, ervilha, carnes vermelhas, frutos do mar, mandioca, cereais, frutas, leites e seus derivados.


Você sabe a diferença entre macro e micronutrientes?

Corridas de Rua · 31 out, 2016

Você já se sentiu melhor após comer um prato bem feito e colorido? Isso acontece devido as necessidades do nosso organismo, que busca através de nutrientes presentes em alimentos, o auxílio para o funcionamento normal do metabolismo. Essa boa nutrição faz com que o corpo esteja em perfeito estado para realizar suas funções básicas.

Uma alimentação bem equilibrada é capaz de conciliar e balancear os micronutrientes e os macronutrientes perfeitamente. Saiba suas funções e onde encontrá-los!

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Macronutrientes

Estes nutrientes são fundamentais para o funcionamento do organismo. Devem ser consumidos em grandes quantidades, porém o excesso dos mesmos traz malefícios ao corpo e gera sobrepeso, por isso é sempre essencial procurar um nutricionista.

Eles se dividem em:

Carboidratos

Fornecem energia para as células do corpo e exercerem suas funções. Podem ser encontrados em alimentos como: pães, frutas, massas, batatas entre outros.

Proteínas

Responsáveis pela construção dos tecidos, as proteínas são fundamentais para uma recuperação muscular após longos treinos. São encontradas em carnes, ovos, leite e soja.

Lipídios

Também chamados de gorduras, os lipídios fornecem energia para as células, mas como segunda opção, pois a primeira segue sendo o carboidrato (glicídio). Eles são capazes de facilitar determinadas reações químicas do corpo. Estão presentes em alimentos como: aveia, trigo, azeite e margarina.

Micronutrientes

Nestes nutrientes estão as vitaminais e minerais que o corpo necessita. Diferente dos macros, os micronutrientes devem ser consumidos em pequenas quantidades.

Existe uma enorme variedade de vitaminas, entre elas A, C, D, E, K e as conhecidas vitaminas do complexo B. Entre os minerais, se destacam: cálcio, cobre, ferro, fósforo, magnésio e zinco.

Não é difícil ingerir estes nutrientes em seu dia a dia, pois estão presentes em muitos alimentos, como: feijão, ervilha, carnes vermelhas, frutos do mar, mandioca, cereais, frutas, leites e seus derivados.

Relógio Garmin Forerunner 35 chega ao Brasil

A Garmin acaba de anunciar a chegada do novo relógio Forerunner 35 ao Brasil. O mais novo smartwatch de corrida da Garmin vem com GPS e tecnologia de frequência cardíaca no pulso Garmin Elevate, que permite aos corredores monitorar a sua frequência cardíaca 24 horas por dia, sete dias por semana, sem cinta peitoral.

O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais, graças ao GPS embutido, para os corredores poderem ver quão longe, rápido e onde eles correram sem precisar se preocupar em carregar também um celular.

Entre as corridas, o modelo possui dupla funcionalidade como um monitor de atividades durante todo o dia, uma vez que conta os passos, calorias e intensidade de minutos, assim os usuários ainda podem registrar o progresso e as atividades quando eles não estão correndo. Ele também possui funcionalidades de um smartwatch, incluindo notificações inteligentes e controle de música diretamente do dispositivo.

Que tal uma aventura diferente na Indomit Caribe? Inscreva-se aqui!

Foto: divulgação Foto: divulgação

“É fácil levar a sua corrida a um nível mais elevado, graças ao Forerunner 35 com frequência cardíaca no pulso, basta colocar o relógio e correr. Com uma série de recursos internos incluindo tecnologia Elevate e conectividade inteligente”, afirma a gerente de marketing da Garmin do Brasil, Ilham Harati Dias.

O Forerunner 35 possui um design fino e elegante e um visor de alta resolução com contraste incrível, perfeito para visualização tanto em ambientes internos quanto externos. Além dos recursos de corrida, o Forerunner 35 possui vários perfis de esportes incluindo caminhada, ciclismo e atividades cardio para ajudar usuários a atingir suas metas de fitness dentro e fora do asfalto.

A bateria possui duração de até nove dias no modo relógio/monitor de atividades e até 13 horas no modo de treino. TEm o preço sugerido de venda de R$ 1.699,00. O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco. Para mais informações acesse www.garmin.com.br ou www.garminstore.com.br


Relógio Garmin Forerunner 35 chega ao Brasil

Corridas de Rua · 31 out, 2016

A Garmin acaba de anunciar a chegada do novo relógio Forerunner 35 ao Brasil. O mais novo smartwatch de corrida da Garmin vem com GPS e tecnologia de frequência cardíaca no pulso Garmin Elevate, que permite aos corredores monitorar a sua frequência cardíaca 24 horas por dia, sete dias por semana, sem cinta peitoral.

O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais, graças ao GPS embutido, para os corredores poderem ver quão longe, rápido e onde eles correram sem precisar se preocupar em carregar também um celular.

Entre as corridas, o modelo possui dupla funcionalidade como um monitor de atividades durante todo o dia, uma vez que conta os passos, calorias e intensidade de minutos, assim os usuários ainda podem registrar o progresso e as atividades quando eles não estão correndo. Ele também possui funcionalidades de um smartwatch, incluindo notificações inteligentes e controle de música diretamente do dispositivo.

Que tal uma aventura diferente na Indomit Caribe? Inscreva-se aqui!

Foto: divulgação Foto: divulgação

“É fácil levar a sua corrida a um nível mais elevado, graças ao Forerunner 35 com frequência cardíaca no pulso, basta colocar o relógio e correr. Com uma série de recursos internos incluindo tecnologia Elevate e conectividade inteligente”, afirma a gerente de marketing da Garmin do Brasil, Ilham Harati Dias.

O Forerunner 35 possui um design fino e elegante e um visor de alta resolução com contraste incrível, perfeito para visualização tanto em ambientes internos quanto externos. Além dos recursos de corrida, o Forerunner 35 possui vários perfis de esportes incluindo caminhada, ciclismo e atividades cardio para ajudar usuários a atingir suas metas de fitness dentro e fora do asfalto.

A bateria possui duração de até nove dias no modo relógio/monitor de atividades e até 13 horas no modo de treino. TEm o preço sugerido de venda de R$ 1.699,00. O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco. Para mais informações acesse www.garmin.com.br ou www.garminstore.com.br

Inscrições para a Meia de Curitiba, uma das mais desafiadoras do país, já estão abertas

Amantes de corrida de rua de todo o Brasil não podem ficar de fora da Meia Maratona de Curitiba, a prova que chega a sua 6ª edição será realizada dia 7 de agosto, domingo, com largada às 7h em frente ao cartão-postal de Curitiba, Museu Oscar Niemayer. A organizadora do evento, Nosso Time, espera contar com cerca de três mil atletas.

Corredores poderão escolher entre duas opções de kit Foto: Esporte pra viver/Divulgação Corredores poderão escolher entre duas opções de kit Foto: Esporte pra viver/Divulgação

Como participar
As inscrições estão abertas no site
Ticket Agora. O atleta pode escolher tanto a opção para correr individualmente, ou em revezamento de duplas, ou trios.

Os kits também estão disponíveis em mais de uma edição: kit 1 (número de peito, viseira, uma lata Skol Ultra e medalha de participação) e Kit 2 (número de peito, camiseta manga longa, uma lata Skol Ultra, viseira e medalha de participação;). Só serão permitidas as vendas dos kits para maiores de 18 anos. Confira as opções de inscrições, abaixo:

Individual 1 (R$79,90) – kit completo sem camiseta manga longa;
Individual 2 (R$99,90) – kit completo com camiseta manga longa;
Revezamento Duplas 1 (R$159,80) - kit para dois atletas completo sem camiseta manga longa;
Revezamento Duplas 2 (R$199,80) - kit para dois atletas completo com camiseta manga longa;
Revezamento Trios 1 (R$239,70) - kit para três atletas completo sem camiseta manga longa;
Revezamento Trios 2 (R$299,70) – kit para três atletas completo com camiseta manga longa;

Para corredores acima dos 60 anos, conforme lei nacional, a inscrição possui 50% de desconto. Além disso, a prova conta com uma categoria para atletas com necessidades especiais. O valor é gratuito e para se inscrever basta apenas entrar em contato pelo [email protected] e enviar o documento que comprova a especificidade como corredor.

Corrida kids
As crianças também têm vez na Meia Maratona de Curitiba! Após o término da premiação da prova, às 11h, no Museu Oscar Niemayer, os pequenos de quatro a 12 anos irão correr em um pequeno percurso montado na arena do evento.

O valor da inscrição da Corrida Kids é de R$50 e possui kit com camiseta, squeeze e medalha de participação.

Sexta edição do evento pretende reunir cerca de três mil atletas Foto: Esporte pra viver/Divulgação Sexta edição do evento pretende reunir cerca de três mil atletas Foto: Esporte pra viver/Divulgação

Percurso
Tanto a largada quanto a chegada serão realizadas na R. Mal. Hermes, em frente ao Museu Oscar Niemayer. Os 21 quilômetros distribuídos pela cidade passarão pelos bairros do Centro, Centro Cívico, Água Verde, Rebouças, Jardim Botânico e Alto da XV. Fica em destaque as passagens em frente à Prefeitura de Curitiba, Palácio do Governador, Arena da Baixada e Vila Capanema.

Em 2015, a 5ª edição do evento teve mais de 2,5 mil inscritos e mais de mil atletas que acompanharam o percurso. O atleta campeão do masculino foi o queniano Elijah Kipkemei Kemboi, com um tempo de 1h6min41seg. O queniano destacou o nível do percurso com um nível de dificuldade alto pela altimetria que possui subidas íngremes.

A Meia Maratona de Curitiba faz parte do Paranaense de Meias Maratonas Subway. O circuito estreou dez de abril de 2016, em Cascavel.

Confira o calendário e programa-se para disputar as outras etapas
2ª Etapa - 10/07: Meia Maratona de Maringá Subway 2016 (Inscrições abertas)
3ª Etapa - 07/08: Meia Maratona de Curitiba Subway 2016 (Inscrições abertas)
4ª Etapa – 04/09: Meia Maratona de Ponta Grossa Subway 2016 (Em breve)
5ª Etapa – 22/10: Meia Maratona de Pinhais Subway 2016 (Em breve)
6ª Etapa – 13/11: Meia Maratona de Londrina Subway 2016 (Em breve)
7ª Etapa – 06/12: Meia Maratona de Guarapuava Subway 2016 (Em breve)
8ª Etapa – 22/01/2017: Meia Maratona de Foz do Iguaçu Subway 2017 (Em breve)

Serviço

Evento: Meia Maratona de Curitiba Subway 2016
Data: 07/08/2016
Horário: largada às 7h
Site de inscrições: Ticket Agora
Site oficial: : http://meiasmaratonas.esportepraviver.com.br/
Facebook: : https://www.facebook.com/paranaense.meiasmaratonas/
Contato: [email protected]


Inscrições para a Meia de Curitiba, uma das mais desafiadoras do país, já estão abertas

Meia Maratona · 28 out, 2016

Amantes de corrida de rua de todo o Brasil não podem ficar de fora da Meia Maratona de Curitiba, a prova que chega a sua 6ª edição será realizada dia 7 de agosto, domingo, com largada às 7h em frente ao cartão-postal de Curitiba, Museu Oscar Niemayer. A organizadora do evento, Nosso Time, espera contar com cerca de três mil atletas.

Corredores poderão escolher entre duas opções de kit Foto: Esporte pra viver/Divulgação Corredores poderão escolher entre duas opções de kit Foto: Esporte pra viver/Divulgação

Como participar
As inscrições estão abertas no site Ticket Agora. O atleta pode escolher tanto a opção para correr individualmente, ou em revezamento de duplas, ou trios.

Os kits também estão disponíveis em mais de uma edição: kit 1 (número de peito, viseira, uma lata Skol Ultra e medalha de participação) e Kit 2 (número de peito, camiseta manga longa, uma lata Skol Ultra, viseira e medalha de participação;). Só serão permitidas as vendas dos kits para maiores de 18 anos. Confira as opções de inscrições, abaixo:

Individual 1 (R$79,90) – kit completo sem camiseta manga longa;
Individual 2 (R$99,90) – kit completo com camiseta manga longa;
Revezamento Duplas 1 (R$159,80) - kit para dois atletas completo sem camiseta manga longa;
Revezamento Duplas 2 (R$199,80) - kit para dois atletas completo com camiseta manga longa;
Revezamento Trios 1 (R$239,70) - kit para três atletas completo sem camiseta manga longa;
Revezamento Trios 2 (R$299,70) – kit para três atletas completo com camiseta manga longa;

Para corredores acima dos 60 anos, conforme lei nacional, a inscrição possui 50% de desconto. Além disso, a prova conta com uma categoria para atletas com necessidades especiais. O valor é gratuito e para se inscrever basta apenas entrar em contato pelo [email protected] e enviar o documento que comprova a especificidade como corredor.

Corrida kids
As crianças também têm vez na Meia Maratona de Curitiba! Após o término da premiação da prova, às 11h, no Museu Oscar Niemayer, os pequenos de quatro a 12 anos irão correr em um pequeno percurso montado na arena do evento.

O valor da inscrição da Corrida Kids é de R$50 e possui kit com camiseta, squeeze e medalha de participação.

Sexta edição do evento pretende reunir cerca de três mil atletas Foto: Esporte pra viver/Divulgação Sexta edição do evento pretende reunir cerca de três mil atletas Foto: Esporte pra viver/Divulgação

Percurso
Tanto a largada quanto a chegada serão realizadas na R. Mal. Hermes, em frente ao Museu Oscar Niemayer. Os 21 quilômetros distribuídos pela cidade passarão pelos bairros do Centro, Centro Cívico, Água Verde, Rebouças, Jardim Botânico e Alto da XV. Fica em destaque as passagens em frente à Prefeitura de Curitiba, Palácio do Governador, Arena da Baixada e Vila Capanema.

Em 2015, a 5ª edição do evento teve mais de 2,5 mil inscritos e mais de mil atletas que acompanharam o percurso. O atleta campeão do masculino foi o queniano Elijah Kipkemei Kemboi, com um tempo de 1h6min41seg. O queniano destacou o nível do percurso com um nível de dificuldade alto pela altimetria que possui subidas íngremes.

A Meia Maratona de Curitiba faz parte do Paranaense de Meias Maratonas Subway. O circuito estreou dez de abril de 2016, em Cascavel.

Confira o calendário e programa-se para disputar as outras etapas
2ª Etapa - 10/07: Meia Maratona de Maringá Subway 2016 (Inscrições abertas)
3ª Etapa - 07/08: Meia Maratona de Curitiba Subway 2016 (Inscrições abertas)
4ª Etapa – 04/09: Meia Maratona de Ponta Grossa Subway 2016 (Em breve)
5ª Etapa – 22/10: Meia Maratona de Pinhais Subway 2016 (Em breve)
6ª Etapa – 13/11: Meia Maratona de Londrina Subway 2016 (Em breve)
7ª Etapa – 06/12: Meia Maratona de Guarapuava Subway 2016 (Em breve)
8ª Etapa – 22/01/2017: Meia Maratona de Foz do Iguaçu Subway 2017 (Em breve)

Serviço

Evento: Meia Maratona de Curitiba Subway 2016
Data: 07/08/2016
Horário: largada às 7h
Site de inscrições: Ticket Agora
Site oficial: : http://meiasmaratonas.esportepraviver.com.br/
Facebook: : https://www.facebook.com/paranaense.meiasmaratonas/
Contato: [email protected]

Posso tomar cerveja após uma corrida de rua?

O álcool é consumido por grande parte da população mundial, isso é inegável e a cerveja é uma das principais opções durante diversos momentos de descontração, principalmente em celebrações pós-eventos esportivos.

Diversos corredores comemoram as marcas alcançadas em restaurantes e bares, sem dispensar a bebida gelada após uma longa prova. Ela simboliza a recompensa de um longo trabalho até chegar no momento final.

Participe da Maratona de Curitiba!

Foto: Lazyllama/Fotolia Foto: Lazyllama/Fotolia

Esse hábito pode atrapalhar o desempenho esportivo?

É importante lembrar, que quando falamos do corpo humano, não existe regra exata já que cada um pode reagir de uma forma, independente da substância ingerida.

O especialista em Medicina do Esporte e Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, Dr. Marcos Henrique Laraya, cita alguns problemas gerados pelo excesso de álcool. “Quem pratica atividade física e consome o álcool tem uma deterioração da qualidade física. A bebida diminui a força, velocidade, capacidade respiratória e muscular, o equilíbrio e prejudica a respiração. A desidratação é uma das consequências mais comuns da combinação. O álcool tem efeito negativo sobre a função renal, fazendo com que haja uma perda de água pela inibição do ADH e, consequentemente, uma perda também de eletrólitos através do suor e da urina”.

O valor nutricional

Olhando friamente os números, um litro de cerveja possui cerca de 200 calorias, enquanto isso, um corredor com peso em média de 70 kg, gasta aproximadamente 125 calorias por quilômetro percorrido. Sendo assim, podemos concluir que o consumo moderado não é capaz de ocasionar ganho de peso excessivo ao atleta.

Efeitos do álcool na recuperação

Consumir álcool muito cedo depois de uma prova ou treinamento pode atrapalhar sua recuperação. Ele aumenta a desidratação, interfere na síntese de glicogênio e prejudica a cicatrização.

Por ser um diurético, o corpo perde mais fluídos do que recebe e isso resulta em quadros de cansaço excessivo e dores recorrentes no dia seguinte.

Existe então algum momento menos prejudicial para beber?

Segundo o Dr Marcos Henrique, o efeito da ingestão de bebidas alcoólicas depende de diversos fatores. O ideal é que o consumo de álcool aconteça até 72 horas antes da prática de atividades físicas e com moderação. Encontre o momento certo para beber a tão desejada cerveja e saiba medir a quantidade evitando os excessos.

Lembre-se: aprecie com moderação!


Posso tomar cerveja após uma corrida de rua?

Corridas de Rua · 28 out, 2016

O álcool é consumido por grande parte da população mundial, isso é inegável e a cerveja é uma das principais opções durante diversos momentos de descontração, principalmente em celebrações pós-eventos esportivos.

Diversos corredores comemoram as marcas alcançadas em restaurantes e bares, sem dispensar a bebida gelada após uma longa prova. Ela simboliza a recompensa de um longo trabalho até chegar no momento final.

Participe da Maratona de Curitiba!

Foto: Lazyllama/Fotolia Foto: Lazyllama/Fotolia

Esse hábito pode atrapalhar o desempenho esportivo?

É importante lembrar, que quando falamos do corpo humano, não existe regra exata já que cada um pode reagir de uma forma, independente da substância ingerida.

O especialista em Medicina do Esporte e Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, Dr. Marcos Henrique Laraya, cita alguns problemas gerados pelo excesso de álcool. “Quem pratica atividade física e consome o álcool tem uma deterioração da qualidade física. A bebida diminui a força, velocidade, capacidade respiratória e muscular, o equilíbrio e prejudica a respiração. A desidratação é uma das consequências mais comuns da combinação. O álcool tem efeito negativo sobre a função renal, fazendo com que haja uma perda de água pela inibição do ADH e, consequentemente, uma perda também de eletrólitos através do suor e da urina”.

O valor nutricional

Olhando friamente os números, um litro de cerveja possui cerca de 200 calorias, enquanto isso, um corredor com peso em média de 70 kg, gasta aproximadamente 125 calorias por quilômetro percorrido. Sendo assim, podemos concluir que o consumo moderado não é capaz de ocasionar ganho de peso excessivo ao atleta.

Efeitos do álcool na recuperação

Consumir álcool muito cedo depois de uma prova ou treinamento pode atrapalhar sua recuperação. Ele aumenta a desidratação, interfere na síntese de glicogênio e prejudica a cicatrização.

Por ser um diurético, o corpo perde mais fluídos do que recebe e isso resulta em quadros de cansaço excessivo e dores recorrentes no dia seguinte.

Existe então algum momento menos prejudicial para beber?

Segundo o Dr Marcos Henrique, o efeito da ingestão de bebidas alcoólicas depende de diversos fatores. O ideal é que o consumo de álcool aconteça até 72 horas antes da prática de atividades físicas e com moderação. Encontre o momento certo para beber a tão desejada cerveja e saiba medir a quantidade evitando os excessos.

Lembre-se: aprecie com moderação!

Você sabe ler um rótulo?

O que você verifica em um rótulo ao comprar um produto no supermercado? Calorias? Sódio? Aliás, você verifica rótulos? Se a sua resposta for negativa, saiba que você não está sozinho: 26% dos brasileiros não leem os rótulos dos produtos que consomem, de acordo com o levantamento realizado pelo QualiBest, instituto de pesquisa online, que entrevistou 2.358 pessoas para saber se a população verifica as informações nutricionais dos alimentos que compram.

Soma-se a isso o fato de que os brasileiros têm também dificuldade de compreender as informações que constam em rótulos: em consulta conduzida pela organização Consumers International e realizada no país por meio do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor (Idec), apenas 28% dos 786 participantes conseguiram indicar corretamente a quantidade de gorduras, açúcares e sal em um pacote de biscoitos.

Participe da Corrida de Obstáculos The Strongs. Inscreva-se aqui!

Foto: Eisenhans/Fotolia Foto: Eisenhans/Fotolia

Patrícia Amarante, engenheira de alimentos do Sincabima (Sindicato das Indústrias de Cacau e Balas, Massas Alimentícias e Biscoitos, de Doces e Conservas Alimentícias do Estado do Paraná) ensina que antes mesmo de fazer a leitura do rótulo, é essencial verificar a integridade da embalagem. Furos, aberturas, lacres e vazamentos devem ser inspecionados cautelosamente. Latas não devem estar estufadas ou amassadas – caso contrário, não devem ser adquiridas.

Em seguida, a primeira informação a ser olhada é a validade do produto. “Caso o consumidor seja portador de alergia ou intolerância a algum tipo específico de alimento, verificar a lista de ingredientes e alertas de alergênicos é o próximo passo”, adverte a engenheira, que explica que glúten e alergênicos, por lei, devem sempre estar indicados nas embalagens. A tabela nutricional vem na sequência, permitindo ao consumidor averiguar a quantidade de cada nutriente e porcentagens diárias que aquela porção de produto agregará à sua dieta.

Ah, e vale lembrar que a ordem em que os nutrientes aparecem na tabela diz muito sobre o que você está consumindo – aqueles que estão presentes em maior quantidade ficam no topo da lista. E se você acha que consumir alimentos com prazo de validade vencido não fará mal algum, saiba que esta pode ser uma atitude arriscada: “Para determinar o prazo de validade dos produtos, as indústrias realizam testes em laboratório e fazem análises durante a chamada ‘vida de prateleira’, que garantem que até aquela data, descrita no rótulo como validade, será seguro consumir o produto e que o mesmo manterá suas características sensoriais de sabor, odor, textura e cor”, ensina Patrícia Amarante. Ou seja: a data colocada ali foi estudada cautelosamente para garantir a sua segurança, portanto, o ideal é sempre respeitá-la.

Obrigatoriedade

Mas quais são as informações que precisam obrigatoriamente constar nos rótulos de alimentos? Segundo a RDC 360 de 2003 da Anvisa, que regulamenta a Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados, é obrigatório declarar a quantidade do valor energético e dos seguintes nutrientes: carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.

Foto: Korta/Fotolia Foto: Korta/Fotolia

Também é necessário declarar na tabela nutricional a porção, ou seja, a quantidade média do alimento que deveria ser consumida por pessoas sadias, maiores de 36 meses de idade em cada ocasião de ingestão.

A medida caseira também deve estar indicada tendo como referência algum utensílio comumente utilizado pelo consumidor para medir alimentos, como copo, colher de sopa ou xícara. Além disso, Patrícia salienta que outras leis, portarias, resoluções e instruções normativas obrigam também a declaração de existência de glúten e alergênicos, como forma de garantir a segurança alimentar do consumidor.


Você sabe ler um rótulo?

Corrida de Montanha · 26 out, 2016

O que você verifica em um rótulo ao comprar um produto no supermercado? Calorias? Sódio? Aliás, você verifica rótulos? Se a sua resposta for negativa, saiba que você não está sozinho: 26% dos brasileiros não leem os rótulos dos produtos que consomem, de acordo com o levantamento realizado pelo QualiBest, instituto de pesquisa online, que entrevistou 2.358 pessoas para saber se a população verifica as informações nutricionais dos alimentos que compram.

Soma-se a isso o fato de que os brasileiros têm também dificuldade de compreender as informações que constam em rótulos: em consulta conduzida pela organização Consumers International e realizada no país por meio do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor (Idec), apenas 28% dos 786 participantes conseguiram indicar corretamente a quantidade de gorduras, açúcares e sal em um pacote de biscoitos.

Participe da Corrida de Obstáculos The Strongs. Inscreva-se aqui!

Foto: Eisenhans/Fotolia Foto: Eisenhans/Fotolia

Patrícia Amarante, engenheira de alimentos do Sincabima (Sindicato das Indústrias de Cacau e Balas, Massas Alimentícias e Biscoitos, de Doces e Conservas Alimentícias do Estado do Paraná) ensina que antes mesmo de fazer a leitura do rótulo, é essencial verificar a integridade da embalagem. Furos, aberturas, lacres e vazamentos devem ser inspecionados cautelosamente. Latas não devem estar estufadas ou amassadas – caso contrário, não devem ser adquiridas.

Em seguida, a primeira informação a ser olhada é a validade do produto. “Caso o consumidor seja portador de alergia ou intolerância a algum tipo específico de alimento, verificar a lista de ingredientes e alertas de alergênicos é o próximo passo”, adverte a engenheira, que explica que glúten e alergênicos, por lei, devem sempre estar indicados nas embalagens. A tabela nutricional vem na sequência, permitindo ao consumidor averiguar a quantidade de cada nutriente e porcentagens diárias que aquela porção de produto agregará à sua dieta.

Ah, e vale lembrar que a ordem em que os nutrientes aparecem na tabela diz muito sobre o que você está consumindo – aqueles que estão presentes em maior quantidade ficam no topo da lista. E se você acha que consumir alimentos com prazo de validade vencido não fará mal algum, saiba que esta pode ser uma atitude arriscada: “Para determinar o prazo de validade dos produtos, as indústrias realizam testes em laboratório e fazem análises durante a chamada ‘vida de prateleira’, que garantem que até aquela data, descrita no rótulo como validade, será seguro consumir o produto e que o mesmo manterá suas características sensoriais de sabor, odor, textura e cor”, ensina Patrícia Amarante. Ou seja: a data colocada ali foi estudada cautelosamente para garantir a sua segurança, portanto, o ideal é sempre respeitá-la.

Obrigatoriedade

Mas quais são as informações que precisam obrigatoriamente constar nos rótulos de alimentos? Segundo a RDC 360 de 2003 da Anvisa, que regulamenta a Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados, é obrigatório declarar a quantidade do valor energético e dos seguintes nutrientes: carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.

Foto: Korta/Fotolia Foto: Korta/Fotolia

Também é necessário declarar na tabela nutricional a porção, ou seja, a quantidade média do alimento que deveria ser consumida por pessoas sadias, maiores de 36 meses de idade em cada ocasião de ingestão.

A medida caseira também deve estar indicada tendo como referência algum utensílio comumente utilizado pelo consumidor para medir alimentos, como copo, colher de sopa ou xícara. Além disso, Patrícia salienta que outras leis, portarias, resoluções e instruções normativas obrigam também a declaração de existência de glúten e alergênicos, como forma de garantir a segurança alimentar do consumidor.