Esporte Adaptado

Portal Webrun lança oficialmente seu Guia de Tênis 2011

Atletismo · 19 jul, 2011

O mês de julho marca oficialmente o lançamento do Guia do Tênis 2011 do Portal Webrun, ferramenta que propiciará aos leitores comparar diversas marcas e modelos de calçados. “A ideia foi ‘traduzir’ a maior parte dos termos técnicos encontrados numa descrição de tênis, para facilitar o entendimento tanto do corredor experiente, quanto de quem busca um primeiro contato com o esporte”, afirma Alexandre Koda, Editor do Portal.

Com o objetivo de aumentar a interatividade, é possível fazer comentários e avaliações sobre os calçados, atribuindo pontos positivos e negativos. Os leitores também poderão dizer se determinada avaliação foi ou não útil.

Nesta primeira fase do Guia estão relacionadas diversas marcas que investem no mercado de running, mas o objetivo é aumentar a lista conforme novos produtos sejam lançados ou novas empresas apareçam. “Em breve também vamos expandir para outros equipamentos, como meias, camisetas, frequencímetros, entre outros”.

O Guia está disponível de forma direto por um botão na Homepage do Portal, ou diretamente por este link.

Água: beber ou não beber, eis a questão

Segundo texto publicado esta semana no "British Medical Journal", escrito pela médica Margaret McCartney, de Glasgow, na Escócia, o conselho de beber cerca de dois litros de água por dia é "nonsense". Eu, particularmente, discordo do texto que ela publicou. Desde que estudo nutrição (há 11 anos), a água sempre foi ponto chave para uma vida saudável.

A água é o maior componente singular do corpo, sendo seu principal constituinte (entre 70% a 75%) e sua quantidade depende de vários fatores estabelecidos durante a vida do indivíduo, entre eles a idade, o sexo, a massa muscular, o aumento ou perda de peso, o tecido adiposo, e até mesmo a gravidez ou lactação. Como porcentagem de peso corpóreo, a água varia entre os indivíduos, dependendo da proporção de músculo e tecido adiposo. A água total é maior em atletas do que em não atletas, e diminui significativamente com a idade devido a diminuição da massa muscular.

A água tem diversas funções essenciais em nosso corpo, algumas delas são:

  • atuar como solvente para funções celulares;

  • atuar como componente estrutural que dá forma as células;

  • essencial para processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção;

  • meio de transporte para os nutrientes e todas as substâncias corpóreas;

  • papel importante na manutenção da temperatura corpórea.
  • E como saber se a quantidade de água que estamos bebendo está adequada ou não? Inicialmente é importante saber como o corpo controla esta necessidade. A sensação de sede é o principal sinal de que o corpo necessita da ingestão de fluídos (mas, vale ressaltar que é necessária mais atenção em crianças, idosos, doentes e atletas que podem ter este reflexo de sede diminuído). E este controle dá água que precisa ser ingerida versus a água que foi excretada é feito através de um hormônio conhecido como ADH (hormônio antidiurético). Caso a quantidade de água ingerida não seja o suficiente para o organismo, os rins compensam esta falta conservando água e excretando uma urina mais concentrada. Por isso, a urina de quem bebe água adequadamente está sempre clara.

    O corpo não possui condição de armazenamento de água; portanto a quantidade de água perdida a cada 24hs deve ser reposta para manter a saúde e a eficiência das funções que ela intermedia. E em caso de esta necessidade não ser reposta, pode ser que a pessoa entre em um quadro de desidratação que pode resultar em dificuldade de concentração, tontura, espasmos musculares, coma e até mesmo a morte em casos graves.

    Sob circunstâncias de perdas normais (sem excesso de transpiração por calor excessivo, febre ou prática de atividade física) a perda de líquidos para uma pessoa pode chegar a 2,3 litros/dia. Em tempo quente, esta perda pode chegar a 3,3 litros/dia. A recomendação de ingestão hídrica é de 35ml/kg de peso corpóreo/dia Isso resultaria em aproximadamente 2 litros/dia para uma pessoa de 55kg, ou aproximadamente 2,5 litros/dia para uma pessoa de 70kgs.

    Se a pessoa ingerir por dia 300 ml de água proveniente dos alimentos, ainda restam quase dois litros por dia para serem ingeridos através da água ou de outras bebidas. Por todos os motivos que eu expliquei acima, eu continuo a prescrever para os meus pacientes no mínimo dois litros de água por dia. Tenho certeza que mal não fará, pois para que a água cause uma diluição de sódio na corrente sanguínea, a quantidade tem que ser absurdamente alta, ou o sódio estar abaixo por algum outro motivo.

    Sendo, assim, beba bastante água e seja feliz!

    O texto do jornal britânico pode ser lido no seguinte endereço http://www.bmj.com/content/343/bmj.d4280.


  • Água: beber ou não beber, eis a questão

    Atletismo · 15 jul, 2011

    Segundo texto publicado esta semana no "British Medical Journal", escrito pela médica Margaret McCartney, de Glasgow, na Escócia, o conselho de beber cerca de dois litros de água por dia é "nonsense". Eu, particularmente, discordo do texto que ela publicou. Desde que estudo nutrição (há 11 anos), a água sempre foi ponto chave para uma vida saudável.

    A água é o maior componente singular do corpo, sendo seu principal constituinte (entre 70% a 75%) e sua quantidade depende de vários fatores estabelecidos durante a vida do indivíduo, entre eles a idade, o sexo, a massa muscular, o aumento ou perda de peso, o tecido adiposo, e até mesmo a gravidez ou lactação. Como porcentagem de peso corpóreo, a água varia entre os indivíduos, dependendo da proporção de músculo e tecido adiposo. A água total é maior em atletas do que em não atletas, e diminui significativamente com a idade devido a diminuição da massa muscular.

    A água tem diversas funções essenciais em nosso corpo, algumas delas são:

  • atuar como solvente para funções celulares;

  • atuar como componente estrutural que dá forma as células;

  • essencial para processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção;

  • meio de transporte para os nutrientes e todas as substâncias corpóreas;

  • papel importante na manutenção da temperatura corpórea.
  • E como saber se a quantidade de água que estamos bebendo está adequada ou não? Inicialmente é importante saber como o corpo controla esta necessidade. A sensação de sede é o principal sinal de que o corpo necessita da ingestão de fluídos (mas, vale ressaltar que é necessária mais atenção em crianças, idosos, doentes e atletas que podem ter este reflexo de sede diminuído). E este controle dá água que precisa ser ingerida versus a água que foi excretada é feito através de um hormônio conhecido como ADH (hormônio antidiurético). Caso a quantidade de água ingerida não seja o suficiente para o organismo, os rins compensam esta falta conservando água e excretando uma urina mais concentrada. Por isso, a urina de quem bebe água adequadamente está sempre clara.

    O corpo não possui condição de armazenamento de água; portanto a quantidade de água perdida a cada 24hs deve ser reposta para manter a saúde e a eficiência das funções que ela intermedia. E em caso de esta necessidade não ser reposta, pode ser que a pessoa entre em um quadro de desidratação que pode resultar em dificuldade de concentração, tontura, espasmos musculares, coma e até mesmo a morte em casos graves.

    Sob circunstâncias de perdas normais (sem excesso de transpiração por calor excessivo, febre ou prática de atividade física) a perda de líquidos para uma pessoa pode chegar a 2,3 litros/dia. Em tempo quente, esta perda pode chegar a 3,3 litros/dia. A recomendação de ingestão hídrica é de 35ml/kg de peso corpóreo/dia Isso resultaria em aproximadamente 2 litros/dia para uma pessoa de 55kg, ou aproximadamente 2,5 litros/dia para uma pessoa de 70kgs.

    Se a pessoa ingerir por dia 300 ml de água proveniente dos alimentos, ainda restam quase dois litros por dia para serem ingeridos através da água ou de outras bebidas. Por todos os motivos que eu expliquei acima, eu continuo a prescrever para os meus pacientes no mínimo dois litros de água por dia. Tenho certeza que mal não fará, pois para que a água cause uma diluição de sódio na corrente sanguínea, a quantidade tem que ser absurdamente alta, ou o sódio estar abaixo por algum outro motivo.

    Sendo, assim, beba bastante água e seja feliz!

    O texto do jornal britânico pode ser lido no seguinte endereço http://www.bmj.com/content/343/bmj.d4280.

  • Esporte e doping …Isso está chato

    Estamos às vésperas dos Jogos Pan Americanos, dos Jogos Militares Mundiais e em plena Copa América de futebol, como também o Mundial feminino de futebol, todos em 2011 e da esperada Copa do Mundo de futebol e dos Jogos Olímpicos! Nos últimos dois anos mais de 37 atletas de elite brasileiros foram pegos no exame antidoping, fora de competições. Doping no esporte é usar de meios ilícitos físicos ou farmacológicos para melhorar o desempenho, ou então causar no adversário e queda da performance.

    Os exames antidoping não têm dia nem hora para serem realizados nos principais atletas. Todos são exaustivamente informados com palestras e cartilhas, que não devem ingerir deglutir ou usar nada, sequer pomadas, suplementos “inocentes” etc., sem antes perguntar ao médico especialista responsável pela equipe. Caso usem fármacos para tratamentos médicos, devem manter uma ficha médica atualizada e informada nas competições, não sendo considerado doping.

    O pior: alguns profissionais da saúde não médicos foram os agentes que induziram os atletas ao uso de substâncias proibidas, como os anabolizantes (melhoram e aumentam a força muscular) e eritropoetina, diuréticos (furosemide), que por alterar a densidade urinária tornando-a mais diluída, dificultam a detecção quantitativa das substâncias proibidas.

    O mundo mudou... O Comitê Olímpico Brasileiro, seguindo recomendações da Agencia Mundial Anti Doping (WADA) formou um grupo de médicos especialistas com todas as condições a partir de agora para controlar o doping entre os atletas brasileiros, visando os Jogos Olímpicos de 2016. Quanto mais exames forem feitos, mais detecções teremos. Já não era sem tempo, pois curiosos, terapeutas ortomoleculares e alguns comerciantes de medicamentos atuam livremente pela internet, algo inaceitável

    Atletas e esportistas preferem perguntar ao amigo se aquele suplemento faz mal ou não. As pessoas estão utilizando suplementos, hormônios de crescimento, eritropoetina e energéticos, sem nenhuma preocupação quanto aos riscos de desenvolver câncer, hipertensão arterial, aterosclerose e infarto. É duro ver destruição de carreiras, intoxicações por estimulantes desconhecidos, raízes de plantas, com graves efeitos colaterais como o tribullus, a Ma Huang e outras. Cuidado, muito cuidado... pesquisa oficial da WADA detectou que 27,5 % dos suplementos famosos vendidos livremente entre nós, usam número falsos do Ministério da Saúde e estão “contaminados” (misturados) com anabolizantes, sibutramina e outras drogas, nenhuma delas constando dos rótulos.

    Afinal esperamos que os atletas cuidem rigorosamente de suas carreiras, não aceitem amostras grátis, nem acreditem em terapeutas não médicos e os culpados sejam excluídos do esporte, afinal a população precisa de ídolos limpos, que estão fazendo falta entre nós.


    Esporte e doping …Isso está chato

    Atletismo · 12 jul, 2011

    Estamos às vésperas dos Jogos Pan Americanos, dos Jogos Militares Mundiais e em plena Copa América de futebol, como também o Mundial feminino de futebol, todos em 2011 e da esperada Copa do Mundo de futebol e dos Jogos Olímpicos! Nos últimos dois anos mais de 37 atletas de elite brasileiros foram pegos no exame antidoping, fora de competições. Doping no esporte é usar de meios ilícitos físicos ou farmacológicos para melhorar o desempenho, ou então causar no adversário e queda da performance.

    Os exames antidoping não têm dia nem hora para serem realizados nos principais atletas. Todos são exaustivamente informados com palestras e cartilhas, que não devem ingerir deglutir ou usar nada, sequer pomadas, suplementos “inocentes” etc., sem antes perguntar ao médico especialista responsável pela equipe. Caso usem fármacos para tratamentos médicos, devem manter uma ficha médica atualizada e informada nas competições, não sendo considerado doping.

    O pior: alguns profissionais da saúde não médicos foram os agentes que induziram os atletas ao uso de substâncias proibidas, como os anabolizantes (melhoram e aumentam a força muscular) e eritropoetina, diuréticos (furosemide), que por alterar a densidade urinária tornando-a mais diluída, dificultam a detecção quantitativa das substâncias proibidas.

    O mundo mudou... O Comitê Olímpico Brasileiro, seguindo recomendações da Agencia Mundial Anti Doping (WADA) formou um grupo de médicos especialistas com todas as condições a partir de agora para controlar o doping entre os atletas brasileiros, visando os Jogos Olímpicos de 2016. Quanto mais exames forem feitos, mais detecções teremos. Já não era sem tempo, pois curiosos, terapeutas ortomoleculares e alguns comerciantes de medicamentos atuam livremente pela internet, algo inaceitável

    Atletas e esportistas preferem perguntar ao amigo se aquele suplemento faz mal ou não. As pessoas estão utilizando suplementos, hormônios de crescimento, eritropoetina e energéticos, sem nenhuma preocupação quanto aos riscos de desenvolver câncer, hipertensão arterial, aterosclerose e infarto. É duro ver destruição de carreiras, intoxicações por estimulantes desconhecidos, raízes de plantas, com graves efeitos colaterais como o tribullus, a Ma Huang e outras. Cuidado, muito cuidado... pesquisa oficial da WADA detectou que 27,5 % dos suplementos famosos vendidos livremente entre nós, usam número falsos do Ministério da Saúde e estão “contaminados” (misturados) com anabolizantes, sibutramina e outras drogas, nenhuma delas constando dos rótulos.

    Afinal esperamos que os atletas cuidem rigorosamente de suas carreiras, não aceitem amostras grátis, nem acreditem em terapeutas não médicos e os culpados sejam excluídos do esporte, afinal a população precisa de ídolos limpos, que estão fazendo falta entre nós.

    Saiba as causas e tratamento das lesões meniscais

    O Dr. José Marques Neto, em seu novo artigo de medicina esportiva, fala sobre as lesões do menisco, bem como a forma de tratamento e recuperação do paciente.

    Os meniscos são análogos aos amortecedores de um veículo, constituindo coxins fibróticos interpostos no interior da articulação dos joelhos, entre os ossos da tíbia e do fêmur, com a função de ajudar a dissipação de forças geradas através dos membros inferiores. Possuem um formato circular e apresentam espessura maior em sua periferia, diminuindo à medida que se dirigem para o interior da articulação dos joelhos.

    O menisco medial tem formato mais oval, enquanto que o lateral se apresenta mais circular. Possuem uma parte central chamada de corpo e duas pontas, os cornos anterior e posterior. A lesão dos meniscos, extremamente comum na prática esportiva, ocorre normalmente nos casos em que o pé do praticante permanece fixo no solo e sua coxa roda externamente, provocando um movimento rotacional abrupto em seu joelho.

    Esta lesão parece com um pequeno rasgo da substância fibrótica do menisco e pode ser tratada por meio de procedimentos cirúrgicos ou apenas conservadoramente (fisioterapia), dependendo da extensão da lesão e de sua localização no menisco. Sua irrigação sanguínea está presente exclusivamente nas regiões periféricas, portanto lesões que envolvem esta região são mais predisponentes à cicatrização, ao contrário de lesões meniscais mais internas.

    As lesões das regiões mais internas são passíveis de tratamento cirúrgico em grande parte dos casos. A recuperação das cirurgias de lesões meniscais é relativamente rápida, contanto que o paciente se dedique às medidas fisioterápicas e enfatize os exercícios de fortalecimento muscular e propriocepção na medida em que forem prescritos pelos médicos e fisioterapeutas.


    Saiba as causas e tratamento das lesões meniscais

    Caminhada · 05 jul, 2011

    O Dr. José Marques Neto, em seu novo artigo de medicina esportiva, fala sobre as lesões do menisco, bem como a forma de tratamento e recuperação do paciente.

    Os meniscos são análogos aos amortecedores de um veículo, constituindo coxins fibróticos interpostos no interior da articulação dos joelhos, entre os ossos da tíbia e do fêmur, com a função de ajudar a dissipação de forças geradas através dos membros inferiores. Possuem um formato circular e apresentam espessura maior em sua periferia, diminuindo à medida que se dirigem para o interior da articulação dos joelhos.

    O menisco medial tem formato mais oval, enquanto que o lateral se apresenta mais circular. Possuem uma parte central chamada de corpo e duas pontas, os cornos anterior e posterior. A lesão dos meniscos, extremamente comum na prática esportiva, ocorre normalmente nos casos em que o pé do praticante permanece fixo no solo e sua coxa roda externamente, provocando um movimento rotacional abrupto em seu joelho.

    Esta lesão parece com um pequeno rasgo da substância fibrótica do menisco e pode ser tratada por meio de procedimentos cirúrgicos ou apenas conservadoramente (fisioterapia), dependendo da extensão da lesão e de sua localização no menisco. Sua irrigação sanguínea está presente exclusivamente nas regiões periféricas, portanto lesões que envolvem esta região são mais predisponentes à cicatrização, ao contrário de lesões meniscais mais internas.

    As lesões das regiões mais internas são passíveis de tratamento cirúrgico em grande parte dos casos. A recuperação das cirurgias de lesões meniscais é relativamente rápida, contanto que o paciente se dedique às medidas fisioterápicas e enfatize os exercícios de fortalecimento muscular e propriocepção na medida em que forem prescritos pelos médicos e fisioterapeutas.

    Cutucar a unha pode trazer sérios problemas

    Atletismo · 01 jul, 2011

    Dores na lateral da unha, incômodo? Cutucar muitas vezes é a primeira atitude que tomamos, muitas vezes de forma automática. O podólogo Anderson Schmidt ressalta em seu novo artigo, alguns problemas que essa prática pode ocasionar.

    Ao sentirmos algum incomodo no canto dos dedões, é comum termos o reflexo de cutucar.Porém, nunca se deve fazer este tipo de “limpeza”, pois muita das vezes ao puxar uma pele que está causando desconforto esta poderá inflamar e trazer, além de muita dor, sérios problemas relacionados a infecções e surgimento de patologias perigosíssimas.

    Entre elas podemos citar erisipela, doença causada por uma bactéria que costuma penetrar em ferimentos abertos. A erisipela é uma patologia de tratamento demorado, que requer muita paciência e dedicação por parte do paciente, pois se não tomadas as devidas precauções, esta poderá desenvolver uma trombose e aí a coisa ficará bem mais séria!

    Neste caso, quem corre deve redobrar a atenção, jamais cutuque ou tente limpar a lateral dos dedões antes de uma prova. Procure um especialista, este saberá como proceder neste caso.

    Para mais detalhes, consulte nosso site www.centralfeet.com.br.

    É isso aí, até a próxima.

    Excesso de treino pode ocasionar problemas no pé e na pele

    Atletismo · 30 jun, 2011

    O podólogo André Luiz Vicente da Silva aborda em seu novo artigo alguns problemas ocasionados pela sobrecarga nos pés. Isso pode acontecer tanto por excesso de treinamento, quanto por alguma recomendação específica do treinador.

    A sobrecarga podal, como o próprio nome já diz, é exigir dos pés mais do que eles podem suportar. Em alguns casos, faz parte do treino implementado pelo treinador a fim de se obter melhores resultados do atleta ou ainda quando faz parte de tratamentos de fisioterapia.

    Contudo traz sempre problemas para a estrutura dos pés. No que se refere à pele, normalmente ocorrem calosidades e até calos com núcleo. Este tipo de problema não acontece apenas com os pés dos atletas, mas com qualquer pessoa que use o calçado inadequado.

    Vale lembrar que, com a visita a especialistas, você pode reduzir estes problemas, pois estes profissionais vão indicar terapias, produtos e calçados adequados a seus pés. Utilizar calçados mais confortáveis, independente da finalidade, sempre diminui os riscos de problemas nos pés, seja ele qual for.

    Consulte mais dicas em nosso site www.centralfeet.com.br e viva de bem com seus pés.

    Até a próxima.

    Como se proteger do frio e evitar hipotermia durante o inverno?

    O cardiologista esportivo Dr. Nabil Ghorayeb atualiza seu artigo sobre treinamento durante o inverno. Originalmente publicado em 2009 no Webrun, o texto fala sobre erros e acertos na hora de praticar exercícios físicos sob baixas temperaturas.

    Desde Hipócrates, pai da medicina sabe-se que nas mudanças de estações, principalmente do inverno, as doenças circulatórias e respiratórias são mais frequentes e perigosas para crianças e idosos, pacientes debilitados e os com doenças cardiovasculares (pressão alta, angina do peito/infarto do miocárdio, arritmias, acidente vascular cerebral e deficiente circulação nas pernas). Além disso, nessa época do ano, pode ocorrer a hipotermia, ou seja, a temperatura corporal abaixo dos 36,5 0C.


    Isso significa perda da habilidade em produzir energia suficiente para manter a temperatura interna do corpo. A hipotermia pode ser fatal pelo colapso do coração e seus sintomas são: dificuldades de coordenação motora, reações lentas, calafrios, insônia e confusão mental. As extremas baixas temperaturas nos obrigam a nos agasalharmos bem, principalmente mãos e pés, sendo o rosto e mãos e pés os nossos sensores de temperaturas.


    Atenção em relação ao consumo de bebidas alcoólicas (pinga, whisky, conhaque e outras) para nos aquecer, absolutamente isto não existe ! O álcool dilata os vasos sanguíneos levando o sangue a um maior contato com as áreas expostas ao frio e, ao contrário do que se espera, ocorre maior perda do calor e o sangue mais frio, seguindo para o interior do corpo, dissemina a baixa temperatura.


    Portanto, bebidas alcoólicas não aquecem e a sensação de queimação no estômago é na verdade sintoma de uma leve gastrite aguda. Essa falsa sensação de calor provocada pela bebida no esôfago e estômago induz acreditar que o organismo está aquecido, o que não é verdade. O perigo é ficar alcoolizado e não sentir o frio, o que resulta em enorme risco de hipotermia e suas consequências. Somente a ingestão de líquidos previamente aquecidos (chá, chocolate, leite) é que leva calor ao seu organismo.


    Nos casos de emergências por grave hipotermia, além de se agasalhar imediatamente com materiais térmicos, devemos administrar líquidos aquecidos pela boca. Infelizmente pessoas morrem por hipotermia, sem perceber a intensidade do frio devido à intoxicação alcoólica por elevada ingestão alcoólica. Em relação aos problemas respiratórios, eles se elevam pela baixa imunidade do organismo, consequente ao frio intenso. Por isso a vacinação antigripal anual para os indivíduos mais sensíveis, como as crianças e idosos.


    Atividade física no frio intenso – Exercícios físicos são saudáveis acima dos 200C. No inverno o esportista deve evitar baixas temperaturas e o vento frio. Recomendamos aquecimento muscular, respiração nasal de preferência, vestimentas adequadas para se proteger da perda rápida de calor, principalmente das mãos, pés e rosto, ingestão de líquidos aquecidos, principalmente no pós-exercício.


    Como se proteger do frio e evitar hipotermia durante o inverno?

    Atletismo · 27 jun, 2011

    O cardiologista esportivo Dr. Nabil Ghorayeb atualiza seu artigo sobre treinamento durante o inverno. Originalmente publicado em 2009 no Webrun, o texto fala sobre erros e acertos na hora de praticar exercícios físicos sob baixas temperaturas.

    Desde Hipócrates, pai da medicina sabe-se que nas mudanças de estações, principalmente do inverno, as doenças circulatórias e respiratórias são mais frequentes e perigosas para crianças e idosos, pacientes debilitados e os com doenças cardiovasculares (pressão alta, angina do peito/infarto do miocárdio, arritmias, acidente vascular cerebral e deficiente circulação nas pernas). Além disso, nessa época do ano, pode ocorrer a hipotermia, ou seja, a temperatura corporal abaixo dos 36,5 0C.


    Isso significa perda da habilidade em produzir energia suficiente para manter a temperatura interna do corpo. A hipotermia pode ser fatal pelo colapso do coração e seus sintomas são: dificuldades de coordenação motora, reações lentas, calafrios, insônia e confusão mental. As extremas baixas temperaturas nos obrigam a nos agasalharmos bem, principalmente mãos e pés, sendo o rosto e mãos e pés os nossos sensores de temperaturas.


    Atenção em relação ao consumo de bebidas alcoólicas (pinga, whisky, conhaque e outras) para nos aquecer, absolutamente isto não existe ! O álcool dilata os vasos sanguíneos levando o sangue a um maior contato com as áreas expostas ao frio e, ao contrário do que se espera, ocorre maior perda do calor e o sangue mais frio, seguindo para o interior do corpo, dissemina a baixa temperatura.


    Portanto, bebidas alcoólicas não aquecem e a sensação de queimação no estômago é na verdade sintoma de uma leve gastrite aguda. Essa falsa sensação de calor provocada pela bebida no esôfago e estômago induz acreditar que o organismo está aquecido, o que não é verdade. O perigo é ficar alcoolizado e não sentir o frio, o que resulta em enorme risco de hipotermia e suas consequências. Somente a ingestão de líquidos previamente aquecidos (chá, chocolate, leite) é que leva calor ao seu organismo.


    Nos casos de emergências por grave hipotermia, além de se agasalhar imediatamente com materiais térmicos, devemos administrar líquidos aquecidos pela boca. Infelizmente pessoas morrem por hipotermia, sem perceber a intensidade do frio devido à intoxicação alcoólica por elevada ingestão alcoólica. Em relação aos problemas respiratórios, eles se elevam pela baixa imunidade do organismo, consequente ao frio intenso. Por isso a vacinação antigripal anual para os indivíduos mais sensíveis, como as crianças e idosos.


    Atividade física no frio intenso – Exercícios físicos são saudáveis acima dos 200C. No inverno o esportista deve evitar baixas temperaturas e o vento frio. Recomendamos aquecimento muscular, respiração nasal de preferência, vestimentas adequadas para se proteger da perda rápida de calor, principalmente das mãos, pés e rosto, ingestão de líquidos aquecidos, principalmente no pós-exercício.

    Edson Dantas entra para Triatlhon e sonha com a Paraolimpíada de 2012

    Há cerca de um ano o atleta Edson Dantas, amputado de membro inferior, começou a treinar para o triatlhon em busca de uma vaga na Paraolimpíada de 2012. O maratonista sempre gostou de provas longas, mas sua categoria T44 até hoje não é considerada uma modalidade olímpica. Por este motivo, ele decidiu se tornar um triatleta.

    “Meu sonho sempre foi participar de uma paraolimpíada. Em 2010 houve o anuncio que o triatlhon entraria para os Jogos, foi quando decidi que deveria começar o treinamento”, comenta Dantas, que neste momento sente mais dificuldade na natação. “Eu já participei várias vezes da Maratona de Nova York e sou tetracampeão da São Silvestre, então a corrida para mim é a parte mais fácil”.

    Edson competirá no próximo dia 25 o Circuito Paraolímpico, que acontecerá na cidade de Campinas, prova seletiva para o Campeonato Brasileiro. Já no final de julho o triatleta embarca para Londres, em busca de um bom resultado no Paratriátlon, que está marcado para o dia 7 de agosto e poderá classificá-lo para a tão sonha Paraolimpíadas de 2012.

    “Todas as competições me deixam com mais condição de representar o Brasil. Além disso, nessa fase de preparação é muito importante manter o foco, pois sei que preciso melhorar muito”, afirma o atleta de 45 anos. “Às vezes acho que o meu maior obstáculo é driblar a minha idade, embora saiba que os triatletas podem ter uma boa perfomance, mesmo quando mais velho”, conclui o atleta que participou de seu primeiro triatlhon em São Vicente, em maio.

    O brasileiro que deseja representar bem o Brasil em 2012 sofreu a amputação da perna direita após ser empurrado do trem em que viajava, durante um arrastão. Depois do acidente, Dantas encontrou no esporte o caminho para superação. “Enquanto Deus me der vida e saúde, estarei sempre correndo”, revela o atleta, um dos melhores do país.


    Edson Dantas entra para Triatlhon e sonha com a Paraolimpíada de 2012

    Esporte Adaptado · 20 jun, 2011

    Há cerca de um ano o atleta Edson Dantas, amputado de membro inferior, começou a treinar para o triatlhon em busca de uma vaga na Paraolimpíada de 2012. O maratonista sempre gostou de provas longas, mas sua categoria T44 até hoje não é considerada uma modalidade olímpica. Por este motivo, ele decidiu se tornar um triatleta.

    “Meu sonho sempre foi participar de uma paraolimpíada. Em 2010 houve o anuncio que o triatlhon entraria para os Jogos, foi quando decidi que deveria começar o treinamento”, comenta Dantas, que neste momento sente mais dificuldade na natação. “Eu já participei várias vezes da Maratona de Nova York e sou tetracampeão da São Silvestre, então a corrida para mim é a parte mais fácil”.

    Edson competirá no próximo dia 25 o Circuito Paraolímpico, que acontecerá na cidade de Campinas, prova seletiva para o Campeonato Brasileiro. Já no final de julho o triatleta embarca para Londres, em busca de um bom resultado no Paratriátlon, que está marcado para o dia 7 de agosto e poderá classificá-lo para a tão sonha Paraolimpíadas de 2012.

    “Todas as competições me deixam com mais condição de representar o Brasil. Além disso, nessa fase de preparação é muito importante manter o foco, pois sei que preciso melhorar muito”, afirma o atleta de 45 anos. “Às vezes acho que o meu maior obstáculo é driblar a minha idade, embora saiba que os triatletas podem ter uma boa perfomance, mesmo quando mais velho”, conclui o atleta que participou de seu primeiro triatlhon em São Vicente, em maio.

    O brasileiro que deseja representar bem o Brasil em 2012 sofreu a amputação da perna direita após ser empurrado do trem em que viajava, durante um arrastão. Depois do acidente, Dantas encontrou no esporte o caminho para superação. “Enquanto Deus me der vida e saúde, estarei sempre correndo”, revela o atleta, um dos melhores do país.

    Webrun completa nove anos nesta quarta-feira (15/06)

    Há exatos nove anos nascia o Portal Webrun, originário do Maratona.com em parceria com a equipe do já consolidado Webventure. Nesses nove anos de história estivemos em muitos locais para cobrir corridas de rua, triathlon, ultramaratonas e outros eventos relacionados.

    Para comemorar a data resolvemos publicar as nove melhores fotos registradas em coberturas desde o começo do ano.

    Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
    Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
    Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
    Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
    Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
    Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
    Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


    Webrun completa nove anos nesta quarta-feira (15/06)

    Atletismo · 15 jun, 2011

    Há exatos nove anos nascia o Portal Webrun, originário do Maratona.com em parceria com a equipe do já consolidado Webventure. Nesses nove anos de história estivemos em muitos locais para cobrir corridas de rua, triathlon, ultramaratonas e outros eventos relacionados.

    Para comemorar a data resolvemos publicar as nove melhores fotos registradas em coberturas desde o começo do ano.

    Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
    Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
    Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
    Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
    Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
    Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
    Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
    XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

    Fazer ou não alongamentos antes das atividades físicas?

    Atualmente cresceu o número de treinadores e praticantes de atividade física regular que questionam a influencia e os benefícios do alongamento sobre o esporte praticado. Para a grande maioria das pessoas, alongar é quase obrigatório, antes de qualquer exercício físico, seja ele de alta ou baixa intensidade, curta ou longa duração, nos mais diversos ambientes, mesmos no mais hostil.

    Segundo uma grande revisão bibliográfica feita recentemente pelo GSSI (Gatorade Sports Science Institute), as tradicionais rotinas de alongamento realizadas durante o aquecimento, antes do exercício, podem aumentar a flexibilidade por um curto período de tempo, porém não promovem benefícios para a performance, tão pouco na prevenção de lesões musculares, tendões e ligamentos.

    A dor muscular de início tardio, conhecida como dor do dia seguinte, também não se beneficia do alongamento pré e pós atividade. Ainda de acordo com este mesmo estudo, o risco de lesão parece ser menor em indivíduos de melhor condição aeróbica. Imagino que alguns devem estar se perguntando: Então o que eu devo fazer para evitar lesões e ganhar flexibilidade?

    A resposta mais aceita atualmente é que flexibilidade pode ser conquistada durante alongamentos em momentos distintos da atividade física propriamente dita. Este alongamento, ou trabalho de flexibilidade, deve preferencialmente ser feito de forma passiva (com auxilio) e com tempo de permanência em cada posição de aproximadamente 30 segundos.

    Em relação à prevenção de lesões, devemos nos preocupar mais com o aquecimento antes da atividade, pois este trabalho tem como função aumentar a temperatura corporal e preparar os ligamentos, tendões e músculos para a atividade a ser realizada. Por mais chocante que pareça, o alongamento antes da atividade física pode promover perda de força muscular, o que prejudicará o desempenho físico.

    Propor um novo hábito na rotina de exercícios da qualquer pessoa não é uma tarefa fácil, ainda mais quando se trata de um conceito tão tradicional. Entretanto, diante de uma nova teoria, o bom senso deve sempre prevalecer, além do bem estar de quem busca no esporte um estilo de vida saudável.


    Fazer ou não alongamentos antes das atividades físicas?

    Caminhada · 16 maio, 2011

    Atualmente cresceu o número de treinadores e praticantes de atividade física regular que questionam a influencia e os benefícios do alongamento sobre o esporte praticado. Para a grande maioria das pessoas, alongar é quase obrigatório, antes de qualquer exercício físico, seja ele de alta ou baixa intensidade, curta ou longa duração, nos mais diversos ambientes, mesmos no mais hostil.

    Segundo uma grande revisão bibliográfica feita recentemente pelo GSSI (Gatorade Sports Science Institute), as tradicionais rotinas de alongamento realizadas durante o aquecimento, antes do exercício, podem aumentar a flexibilidade por um curto período de tempo, porém não promovem benefícios para a performance, tão pouco na prevenção de lesões musculares, tendões e ligamentos.

    A dor muscular de início tardio, conhecida como dor do dia seguinte, também não se beneficia do alongamento pré e pós atividade. Ainda de acordo com este mesmo estudo, o risco de lesão parece ser menor em indivíduos de melhor condição aeróbica. Imagino que alguns devem estar se perguntando: Então o que eu devo fazer para evitar lesões e ganhar flexibilidade?

    A resposta mais aceita atualmente é que flexibilidade pode ser conquistada durante alongamentos em momentos distintos da atividade física propriamente dita. Este alongamento, ou trabalho de flexibilidade, deve preferencialmente ser feito de forma passiva (com auxilio) e com tempo de permanência em cada posição de aproximadamente 30 segundos.

    Em relação à prevenção de lesões, devemos nos preocupar mais com o aquecimento antes da atividade, pois este trabalho tem como função aumentar a temperatura corporal e preparar os ligamentos, tendões e músculos para a atividade a ser realizada. Por mais chocante que pareça, o alongamento antes da atividade física pode promover perda de força muscular, o que prejudicará o desempenho físico.

    Propor um novo hábito na rotina de exercícios da qualquer pessoa não é uma tarefa fácil, ainda mais quando se trata de um conceito tão tradicional. Entretanto, diante de uma nova teoria, o bom senso deve sempre prevalecer, além do bem estar de quem busca no esporte um estilo de vida saudável.