Corrida de Montanha

Indomit Pedra do Baú prevê recorde de participantes

O calendário do trail running nacional vai se moldando e os atletas já começam a eleger as suas provas-alvo para 2017. Entre elas, a Indomit Pedra do Baú se consolida como um dos principais eventos de montanha no Brasil e promete recorde de público em sua quarta edição, será realizado na cidade de São Bento do Sapucaí, localizada no coração da Serra da Mantiqueira no Estado de São Paulo.

“Se compararmos a mesma data no ano passado, aumentamos o número de inscritos em 70% e acreditamos em um aumento considerável até a data do evento”, comenta Juan Carlos Asef, idealizador do evento. Para Asef, o fortalecimento da marca INDOMIT e o sucesso das edições anteriores da etapa de São Paulo são os grandes responsáveis por esse crescimento na procura pela prova.

Inscreva-se aqui e não perca essa aventura!

Foto: Alexandre Koda/Webrun Foto: Alexandre Koda/Webrun

O que comprova a grande procura pelo evento é a quantidade de atletas elite que escolheram a Indomit Pedra do Baú Ultra Trail como o primeiro desafio do ano. José Virgínio de Morais, Rosália Camargo, Célio Augusto, Camila Feijó, Cleverson Del Secchi, Vivian Pavão, Robson Vigilato, Cristiano Marcelino e Cissa Ramos são alguns nomes já confirmados para a etapa que promete grandes disputas pelas primeiras colocações.

Além da prova de 50k, o evento ainda conta com os já tradicionais percursos de 21k e 12k, tendo como grande novidade a modalidade 35k. "Achamos que o salto de 21k para 50k era muito grande e os atletas começaram a pedir um percurso intermediário. Então, atendendo a pedidos, resolvemos levantar um percurso de 35k que fosse tão bonito e desafiador como os outros", explica Gustavo Nogueira, Diretor Geral do evento.

Para atletas que buscam pontos para a UTMB – Ultra Trail du Mont Blanc, a Indomit Pedra do Baú Ultra Trail dá 3 pontos para os finishers da prova de 50k. Além disso, com elevação acumulada de 5.300 metros, o percurso é considerado o mais semelhante e o melhor treino para aqueles que buscam uma boa performance na OCC, percurso de 53k da UTMB.

Serviço
Data: 01 de abril de 2017
Local: São Bento do Sapucaí – SP
Distâncias: 50k, 35k, 21k e 12k
Inscrições:
Ticket Agora


Indomit Pedra do Baú prevê recorde de participantes

Corrida de Montanha · 20 dez, 2016

O calendário do trail running nacional vai se moldando e os atletas já começam a eleger as suas provas-alvo para 2017. Entre elas, a Indomit Pedra do Baú se consolida como um dos principais eventos de montanha no Brasil e promete recorde de público em sua quarta edição, será realizado na cidade de São Bento do Sapucaí, localizada no coração da Serra da Mantiqueira no Estado de São Paulo.

“Se compararmos a mesma data no ano passado, aumentamos o número de inscritos em 70% e acreditamos em um aumento considerável até a data do evento”, comenta Juan Carlos Asef, idealizador do evento. Para Asef, o fortalecimento da marca INDOMIT e o sucesso das edições anteriores da etapa de São Paulo são os grandes responsáveis por esse crescimento na procura pela prova.

Inscreva-se aqui e não perca essa aventura!

Foto: Alexandre Koda/Webrun Foto: Alexandre Koda/Webrun

O que comprova a grande procura pelo evento é a quantidade de atletas elite que escolheram a Indomit Pedra do Baú Ultra Trail como o primeiro desafio do ano. José Virgínio de Morais, Rosália Camargo, Célio Augusto, Camila Feijó, Cleverson Del Secchi, Vivian Pavão, Robson Vigilato, Cristiano Marcelino e Cissa Ramos são alguns nomes já confirmados para a etapa que promete grandes disputas pelas primeiras colocações.

Além da prova de 50k, o evento ainda conta com os já tradicionais percursos de 21k e 12k, tendo como grande novidade a modalidade 35k. "Achamos que o salto de 21k para 50k era muito grande e os atletas começaram a pedir um percurso intermediário. Então, atendendo a pedidos, resolvemos levantar um percurso de 35k que fosse tão bonito e desafiador como os outros", explica Gustavo Nogueira, Diretor Geral do evento.

Para atletas que buscam pontos para a UTMB – Ultra Trail du Mont Blanc, a Indomit Pedra do Baú Ultra Trail dá 3 pontos para os finishers da prova de 50k. Além disso, com elevação acumulada de 5.300 metros, o percurso é considerado o mais semelhante e o melhor treino para aqueles que buscam uma boa performance na OCC, percurso de 53k da UTMB.

Serviço
Data: 01 de abril de 2017
Local: São Bento do Sapucaí – SP
Distâncias: 50k, 35k, 21k e 12k
Inscrições: Ticket Agora

Ultramaratona dos Perdidos está com as inscrições abertas

Corrida de Montanha · 16 dez, 2016

Com seis anos de evento e tendo a TRC como organizadora, a Ultramaratona dos Perdidos é sem dúvida um grande desafio para os atletas que ousam desafiar o poder de um percurso planejado, para o melhor aproveitamento das montanhas da região da Serra do Mar paranaense.

Em 2016, devido a fatores climáticos severos, a organização primando pela integridade física de todos os envolvidos no evento, procedeu com algumas ações de contingência quanto a continuidade e alteração de percursos. Mas 2017 será um grande ano e uma das novidades é a inclusão de um novo percurso e as distâncias de 13K, 23K, 45K e 105K.

Inscreva-se aqui e garanta sua vaga no Ticket Agora!

Foto: Raphael Ciciliano/Divulgação Foto: Raphael Ciciliano/Divulgação

A prova acontecerá nos dias 14 e 15 de julho e o percurso de 45 quilômetros oferece preciosos três ponto para o UTMB 2018 e o de 105, 5 pontos. As inscrições inscrições já estão abertas e encerram em 16/06.

Se você procura desafios, superação, um visual deslumbrante uma incrível corrida de montanha este é o seu lugar!

Clique aqui e inscreva-se!

Existe uma maneira ideal de correr?

Muita gente pensa que todo mundo já nasce sabendo correr e que não é preciso técnica para isso. Mas quem pratica a corrida como um esporte sabe que não é bem assim que as coisas funcionam.

Algumas formas de melhorar a técnica de corrida são: padronizar o comprimento das passadas, não aterrissar com o calcanhar, relaxar braços, pescoço e ombros, tudo isso sem deixar de ser rápido, claro. Quando esses “movimentos corretos” tornam-se automáticos os resultados aparecem na sua corrida.

A técnica é essencial para quem busca um bom desempenho e as vantagens em melhorá-las são inúmeras. O Webrun listou algumas delas.

Venha correr no XX Troféu Cidade de São Paulo!

Foto: Microgen/Fotolia Foto: Microgen/Fotolia

1. Poupar suas articulações
Quando começa a correr da forma certa, você diminui a pressão nas articulações, produzidas pelo impacto de cada passada.

2. Diminuir os movimentos oscilatórios do corpo
Quanto menos movimentos de rotação e lateralização melhor, isso evitará principalmente riscos de lesão dos joelhos e tornozelos, que são tão exigidos durantes a corrida.

3. Reduz a pronação na passada.
E assim evita as temidas dores nos pés.

4. Diminui o risco de lesões
Claro que todo mundo que pratica uma atividade física está propenso a lesões, mas quem tem o cuidado de preparar bem o corpo e adquirir técnica, corre muito menos risco de sofrê-las.

5. Se cansar menos rápido
Os músculos irão exigir menos oxigênio para funcionar, dessa forma o corpo aproveita melhor a energia e demora mais a se cansar.


Existe uma maneira ideal de correr?

Corrida de Montanha · 14 dez, 2016

Muita gente pensa que todo mundo já nasce sabendo correr e que não é preciso técnica para isso. Mas quem pratica a corrida como um esporte sabe que não é bem assim que as coisas funcionam.

Algumas formas de melhorar a técnica de corrida são: padronizar o comprimento das passadas, não aterrissar com o calcanhar, relaxar braços, pescoço e ombros, tudo isso sem deixar de ser rápido, claro. Quando esses “movimentos corretos” tornam-se automáticos os resultados aparecem na sua corrida.

A técnica é essencial para quem busca um bom desempenho e as vantagens em melhorá-las são inúmeras. O Webrun listou algumas delas.

Venha correr no XX Troféu Cidade de São Paulo!

Foto: Microgen/Fotolia Foto: Microgen/Fotolia

1. Poupar suas articulações
Quando começa a correr da forma certa, você diminui a pressão nas articulações, produzidas pelo impacto de cada passada.

2. Diminuir os movimentos oscilatórios do corpo
Quanto menos movimentos de rotação e lateralização melhor, isso evitará principalmente riscos de lesão dos joelhos e tornozelos, que são tão exigidos durantes a corrida.

3. Reduz a pronação na passada.
E assim evita as temidas dores nos pés.

4. Diminui o risco de lesões
Claro que todo mundo que pratica uma atividade física está propenso a lesões, mas quem tem o cuidado de preparar bem o corpo e adquirir técnica, corre muito menos risco de sofrê-las.

5. Se cansar menos rápido
Os músculos irão exigir menos oxigênio para funcionar, dessa forma o corpo aproveita melhor a energia e demora mais a se cansar.

Listinha: 14 erros que mais atrapalham sua corrida

Foto: Antonioguillem/ Fotolia Foto: Antonioguillem/ Fotolia

É comum tanto os iniciantes quanto os corredores experientes terem seus vícios na hora das provas e dos treinos, só que alguns deles podem interferir no seu desempenho. O Webrun selecionou aqueles que você nem imagina, mas que estão te atrapalhando na corrida.

1. Não descansar
O objetivo de todo atleta é melhorar o desempenho e isso só se consegue com muito treinamento, só que treinar em excesso também não é bom. Pode causar lesões e até overtraining.

2. Não variar os treinos
Se não mudar não evolui! Tanto a intensidade, o volume quanto a velocidade da sua corrida só vão melhorar se os treinos variarem e te desafiarem. Fazer tudo igual sempre não traz resultados.

3. Não fortalecer a musculatura
A corrida é um esporte que trabalha diversas partes do corpo por isso é importante fortalecê-las, quando você não faz isso o risco de lesões é bem maior e a resistência menor.

4. Ignorar o aquecimento
Começar a atividade física sem aquecer pode causar lesões graves, pois o corpo não está acostumado com o esforço e sai direto do estado de descanso para o estado de movimento constante.

5. Correr com dores
É lógico que isso não pode dar muito certo. Qualquer incômodo deve ser observado, se há algo atrapalhando, melhor não correr para não piorar.

6. Usar o tênis inadequado
Na corrida, o tênis não é um mero acessório, quanto melhor ele for menos problemas na pisada, de dores e bolhas você terá. Tenha um bom e apropriado para a modalidade, isso faz muita diferença.

7. Não se hidratar durante a prova
A desidratação diminuiu o volume do sangue e aumenta a frequência cardíaca, assim o corpo precisa se esforçar mais para fazer o organismo funcionar corretamente, não superaquecer e impedir a fadiga precoce.

8. Estrear roupas e tênis durante uma prova
Não tem problema querer usar um tênis novo, mas não em dia de prova. Quanto mais confortável melhor, então use tênis que já estão adaptados aos seus pés e evite bolhas, joanetes e apertos.

9. Não dosar o ritmo
Começar em uma intensidade muito forte pode te atrapalhar no final da prova, todo corredor precisa ter estratégia.

10. Não variar o local de treinamento
Assim como variar no tipo de treinamento, também é necessário mudar o solo onde se treina, isso por que alguns geram mais impacto e desgaste do que outros, variar fará com que sua musculatura adapte-se a vários tipos de percurso.

11. Postura errada
Pode causar não só aquela dorzinha nas costas como também causar mais impacto sobre os joelhos. Os movimentos e a postura na hora da corrida são essenciais.

12. Não se alimentar corretamente
Comer os alimentos certos é o que te dará energia e até mesmo resistência. Evite comidas muito pesadas e gordurosas.

13. Não ter acompanhamento de especialistas
Ser bem orientado nunca é demais, por isso se possível procure uma boa nutricionista, preparador físico, além de ficar sempre com os exames médicos em dia.

14. Definir metas improváveis
Não corra por resultados e não imponha objetivos maiores do que pode alcançar de acordo com seu preparo. Correr sob pressão não ajudará em nada.

Foto: Olgavolodina/Fotolia Foto: Olgavolodina/Fotolia

Inscreva-se para o XX Troféu Cidade de São Paulo!


Listinha: 14 erros que mais atrapalham sua corrida

Corrida de Montanha · 09 dez, 2016

Foto: Antonioguillem/ Fotolia Foto: Antonioguillem/ Fotolia

É comum tanto os iniciantes quanto os corredores experientes terem seus vícios na hora das provas e dos treinos, só que alguns deles podem interferir no seu desempenho. O Webrun selecionou aqueles que você nem imagina, mas que estão te atrapalhando na corrida.

1. Não descansar
O objetivo de todo atleta é melhorar o desempenho e isso só se consegue com muito treinamento, só que treinar em excesso também não é bom. Pode causar lesões e até overtraining.

2. Não variar os treinos
Se não mudar não evolui! Tanto a intensidade, o volume quanto a velocidade da sua corrida só vão melhorar se os treinos variarem e te desafiarem. Fazer tudo igual sempre não traz resultados.

3. Não fortalecer a musculatura
A corrida é um esporte que trabalha diversas partes do corpo por isso é importante fortalecê-las, quando você não faz isso o risco de lesões é bem maior e a resistência menor.

4. Ignorar o aquecimento
Começar a atividade física sem aquecer pode causar lesões graves, pois o corpo não está acostumado com o esforço e sai direto do estado de descanso para o estado de movimento constante.

5. Correr com dores
É lógico que isso não pode dar muito certo. Qualquer incômodo deve ser observado, se há algo atrapalhando, melhor não correr para não piorar.

6. Usar o tênis inadequado
Na corrida, o tênis não é um mero acessório, quanto melhor ele for menos problemas na pisada, de dores e bolhas você terá. Tenha um bom e apropriado para a modalidade, isso faz muita diferença.

7. Não se hidratar durante a prova
A desidratação diminuiu o volume do sangue e aumenta a frequência cardíaca, assim o corpo precisa se esforçar mais para fazer o organismo funcionar corretamente, não superaquecer e impedir a fadiga precoce.

8. Estrear roupas e tênis durante uma prova
Não tem problema querer usar um tênis novo, mas não em dia de prova. Quanto mais confortável melhor, então use tênis que já estão adaptados aos seus pés e evite bolhas, joanetes e apertos.

9. Não dosar o ritmo
Começar em uma intensidade muito forte pode te atrapalhar no final da prova, todo corredor precisa ter estratégia.

10. Não variar o local de treinamento
Assim como variar no tipo de treinamento, também é necessário mudar o solo onde se treina, isso por que alguns geram mais impacto e desgaste do que outros, variar fará com que sua musculatura adapte-se a vários tipos de percurso.

11. Postura errada
Pode causar não só aquela dorzinha nas costas como também causar mais impacto sobre os joelhos. Os movimentos e a postura na hora da corrida são essenciais.

12. Não se alimentar corretamente
Comer os alimentos certos é o que te dará energia e até mesmo resistência. Evite comidas muito pesadas e gordurosas.

13. Não ter acompanhamento de especialistas
Ser bem orientado nunca é demais, por isso se possível procure uma boa nutricionista, preparador físico, além de ficar sempre com os exames médicos em dia.

14. Definir metas improváveis
Não corra por resultados e não imponha objetivos maiores do que pode alcançar de acordo com seu preparo. Correr sob pressão não ajudará em nada.

Foto: Olgavolodina/Fotolia Foto: Olgavolodina/Fotolia

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Café com óleo de coco: um termogênico para dar energia

O brasileiro não resiste ao cafézinho. É um de manhã, outro na parte da tarde e a rotina se prolonga durante toda semana. Sem excessos o café é um ótimo companheiro para o dia a dia, afinal além de dar um “up” na energia ele tem diversos benefícios como, por exemplo, ser antioxidante e auxiliar na boa imunidade.

A mistura do café com óleo de coco, é até recente, ela foi inventada por um investidor em tecnologia do Vale do Silício, que depois de 15 anos de pesquisa criou o “bulletproof coffe”, uma bebida que também leva um pouco de manteiga. Dave Asprey, o tal investidor, queria descobrir se a mistura melhoraria a vida de uma pessoa, fazendo com que ela fosse boa em tudo.

A Meia Maratona de Gramado está com as inscrições abertas!

Foto: MIMOHE/Fotolia Foto: MIMOHE/Fotolia

De acordo com os resultados, essa seria uma forma de estimular o organismo a usar o óleo e a proteína como forma de saciedade, trazendo assim uma nova forma de perder peso entre outro benefícios. A novidade ganhou força no Brasil quando artistas e adeptos a exercícios começaram a utilizar a bebida e conseguir resultados.

Segundo a coordenadora do programa Bio Nutri da Bio Ritmo, a nutricionista Fúvia Hazarabedia, o café com óleo de coco pode até ser mais calórico, mas não tem carga glicêmica. “Um dos pontos mais importantes é que ele é natural, diferente dos adoçantes. O café e o óleo possuem diversos benefícios nutricionais e quando combinados, podem resultar em um bom substituto para a vontade de doces, além de aumentar os níveis de energia e melhorar a disposição”.

“O café é termogênico e energético natural e o óleo uma ótima fonte de potássio, o que evita câimbras, já que este mineral faz parte da contração muscular”, explica Fúlvia. O ideal é que a bebida seja consumida uma vez por dia, de preferência na parte da manhã e antes do treino. “O excesso deve ser evitado, já que mesmo sendo natural se consumido em grande quantidade o óleo pode engordar. Devemos ficar atentos ao conjunto de sua alimentação ao longo do dia”.

O indicado é misturar uma colher rasa de óleo a uma xícara de café, a bebida ficará com uma aparência um pouco diferente da comum, mas é assim mesmo. Para potencializar os efeitos não coloque açúcar.


Café com óleo de coco: um termogênico para dar energia

Corrida de Montanha · 09 dez, 2016

O brasileiro não resiste ao cafézinho. É um de manhã, outro na parte da tarde e a rotina se prolonga durante toda semana. Sem excessos o café é um ótimo companheiro para o dia a dia, afinal além de dar um “up” na energia ele tem diversos benefícios como, por exemplo, ser antioxidante e auxiliar na boa imunidade.

A mistura do café com óleo de coco, é até recente, ela foi inventada por um investidor em tecnologia do Vale do Silício, que depois de 15 anos de pesquisa criou o “bulletproof coffe”, uma bebida que também leva um pouco de manteiga. Dave Asprey, o tal investidor, queria descobrir se a mistura melhoraria a vida de uma pessoa, fazendo com que ela fosse boa em tudo.

A Meia Maratona de Gramado está com as inscrições abertas!

Foto: MIMOHE/Fotolia Foto: MIMOHE/Fotolia

De acordo com os resultados, essa seria uma forma de estimular o organismo a usar o óleo e a proteína como forma de saciedade, trazendo assim uma nova forma de perder peso entre outro benefícios. A novidade ganhou força no Brasil quando artistas e adeptos a exercícios começaram a utilizar a bebida e conseguir resultados.

Segundo a coordenadora do programa Bio Nutri da Bio Ritmo, a nutricionista Fúvia Hazarabedia, o café com óleo de coco pode até ser mais calórico, mas não tem carga glicêmica. “Um dos pontos mais importantes é que ele é natural, diferente dos adoçantes. O café e o óleo possuem diversos benefícios nutricionais e quando combinados, podem resultar em um bom substituto para a vontade de doces, além de aumentar os níveis de energia e melhorar a disposição”.

“O café é termogênico e energético natural e o óleo uma ótima fonte de potássio, o que evita câimbras, já que este mineral faz parte da contração muscular”, explica Fúlvia. O ideal é que a bebida seja consumida uma vez por dia, de preferência na parte da manhã e antes do treino. “O excesso deve ser evitado, já que mesmo sendo natural se consumido em grande quantidade o óleo pode engordar. Devemos ficar atentos ao conjunto de sua alimentação ao longo do dia”.

O indicado é misturar uma colher rasa de óleo a uma xícara de café, a bebida ficará com uma aparência um pouco diferente da comum, mas é assim mesmo. Para potencializar os efeitos não coloque açúcar.

17 fatos sobre grandes companheiras: camisetas de corrida

Existe muito amor e respeito pela história que elas contam e também uma bagunça no armário cheia de significado. Sim, estamos falando das nossas queridas companheiras, camisetas de corrida, cada qual com sua aventura para contar.

Além dessa relação muito próxima afinal, elas são essenciais em cada ida aos parques, ruas e academias, corredores também possuem manias curiosas de como tratar cada peça.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Encontramos 17 fatos – e você vai se identificar com alguns deles – sobre a relação dos corredores com suas camisetas.

1. A gente sempre gosta da mais velha

Tem muito sentimento envolvido. Se alguém quiser jogar fora, corre o risco de escutar poucas e boas.

2. Temos amor até pelas mais feinhas

Os seus primeiros 10Km foram naquela corrida com uma camiseta marrom e detalhes em rosa. A camiseta é feia, mas para você é linda. E ai de quem discordar.

3. Você nunca usou, mas se o seu irmão usar…

“Não mexe nas minhas coisas de corrida!”

4. Estão desfiando de tanto uso

Mas vão longe, até se desintegrar, derreter ou sofrer combustão espontânea.

5. Já têm seu cheiro

Concentrado mil vezes, especialmente nas axilas. É para marcar território.

6. Alfinetes para prender o número de peito são torturantes

Os mais aficionados têm porta número de peito que evita estragos.

7. O sovaco está amarelinho

Cândida, esfregão e plutônio não resolveram, mas ninguém olha pro seu sovaco mesmo, oras!

8. Tem uma ou outra que são usadas por puro status

E daí que você nunca correu os 180Km que a camiseta diz? Ninguém mais sabe.

A 2ª Meia Maratona de Gramado está com as inscrições abertas!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

9. Você tem 58 unidades, contadas e catalogadas, mas só usa 3

“Sou um colecionador”.

10. Você já percebeu que a modelagem em geral não tem nenhum padrão, mas tudo bem né

Cada corrida tem um “M” diferente e é assim que vai ser. Escolher o tamanho da camiseta é quase um exercício de sorte.

11. Você faz tudo com elas.

E pensou seriamente em casar-se vestindo uma.

12. Estão em seu armário separadas por cores, distâncias, localização e corretamente catalogadas

“Quem pegou a verde limão da XXI maratona de São João 2003 que estava do lado da verde musgo da Corrida Rústica de Natal 2007?”

13. Sempre encontra alguém na rua com uma igual. Vocês são irmãos de corrida

Troca de olhares e um pensamento: “essa menina(o) tem bom gosto”.

14. Todo mundo olha para você na rua e pensa: que camiseta legal

Já você, não consegue olhar pro lado, pois está no meio de um treino de tiro.

15. Nunca haverá um consenso sobre o melhor tecido. Diversidade faz bem!

Tem gente que prefere creponado, outras mais encorpado e até gente quem não gosta de poliamida, vai de poliéster ou alguma mistura tecnológica.

16. Tem uma camiseta (ou mais) que mora no seu carro

Só esperamos que não seja uma usada.

17. Vocês podem até um dia se separar, mas nunca esquecerão dos momentos que viveram juntos

#amigosparasempre


17 fatos sobre grandes companheiras: camisetas de corrida

Corrida de Montanha · 07 dez, 2016

Existe muito amor e respeito pela história que elas contam e também uma bagunça no armário cheia de significado. Sim, estamos falando das nossas queridas companheiras, camisetas de corrida, cada qual com sua aventura para contar.

Além dessa relação muito próxima afinal, elas são essenciais em cada ida aos parques, ruas e academias, corredores também possuem manias curiosas de como tratar cada peça.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Encontramos 17 fatos – e você vai se identificar com alguns deles – sobre a relação dos corredores com suas camisetas.

1. A gente sempre gosta da mais velha

Tem muito sentimento envolvido. Se alguém quiser jogar fora, corre o risco de escutar poucas e boas.

2. Temos amor até pelas mais feinhas

Os seus primeiros 10Km foram naquela corrida com uma camiseta marrom e detalhes em rosa. A camiseta é feia, mas para você é linda. E ai de quem discordar.

3. Você nunca usou, mas se o seu irmão usar…

“Não mexe nas minhas coisas de corrida!”

4. Estão desfiando de tanto uso

Mas vão longe, até se desintegrar, derreter ou sofrer combustão espontânea.

5. Já têm seu cheiro

Concentrado mil vezes, especialmente nas axilas. É para marcar território.

6. Alfinetes para prender o número de peito são torturantes

Os mais aficionados têm porta número de peito que evita estragos.

7. O sovaco está amarelinho

Cândida, esfregão e plutônio não resolveram, mas ninguém olha pro seu sovaco mesmo, oras!

8. Tem uma ou outra que são usadas por puro status

E daí que você nunca correu os 180Km que a camiseta diz? Ninguém mais sabe.

A 2ª Meia Maratona de Gramado está com as inscrições abertas!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

9. Você tem 58 unidades, contadas e catalogadas, mas só usa 3

“Sou um colecionador”.

10. Você já percebeu que a modelagem em geral não tem nenhum padrão, mas tudo bem né

Cada corrida tem um “M” diferente e é assim que vai ser. Escolher o tamanho da camiseta é quase um exercício de sorte.

11. Você faz tudo com elas.

E pensou seriamente em casar-se vestindo uma.

12. Estão em seu armário separadas por cores, distâncias, localização e corretamente catalogadas

“Quem pegou a verde limão da XXI maratona de São João 2003 que estava do lado da verde musgo da Corrida Rústica de Natal 2007?”

13. Sempre encontra alguém na rua com uma igual. Vocês são irmãos de corrida

Troca de olhares e um pensamento: “essa menina(o) tem bom gosto”.

14. Todo mundo olha para você na rua e pensa: que camiseta legal

Já você, não consegue olhar pro lado, pois está no meio de um treino de tiro.

15. Nunca haverá um consenso sobre o melhor tecido. Diversidade faz bem!

Tem gente que prefere creponado, outras mais encorpado e até gente quem não gosta de poliamida, vai de poliéster ou alguma mistura tecnológica.

16. Tem uma camiseta (ou mais) que mora no seu carro

Só esperamos que não seja uma usada.

17. Vocês podem até um dia se separar, mas nunca esquecerão dos momentos que viveram juntos

#amigosparasempre

8 dicas para se tornar um trail runner

Foto: Fotolia/Giorgio Pulcini Foto: Fotolia/Giorgio Pulcini

Trail run é uma modalidade escolhida por cada vez mais corredores, ou por se sentirem “cansados do asfalto” ou para buscar motivações maiores. Além de envolver corrida, o trail é mais desafiador e cheio de imprevistos, já que é feito em serras, estradas, montanhas e locais isolados. Iniciar nessa modalidade pode ser muito difícil se não tiver os cuidados necessários em relação aos treinos e competições.

O Webrun listou algumas dicas para você que é iniciante nesse universo.

1. Todo preparo é importante

Quem já corre na rua deve ficar ciente de que nas trilhas o esforço que o corpo faz é diferente, mesmo quem já está acostumado terá que reaprender a ser um iniciante. Ter paciência e o preparo físico adequado é essencial.

2. Estar bem equipado faz a diferença

Na rua quanto menos coisa melhor, mas na trilha não é bem assim. Você deve levar sua mochila com tudo o que for precisar, incluindo kit de primeiros socorros e casaco térmico. Protetor solar e repelente também podem ser ótimos aliados, nunca se sabe quando serão úteis, então leve.

3. Alimentação e hidratação

É fundamental repor as energias ainda durante o trail. Leve sempre água, pelo menos um litro, e alimentos, isso vai ajudar no seu desempenho e te manter preparado em caso de acidentes, como se perder ou se lesionar.

4. Conheça o local

Para quem está começando, não é recomendado fazer trilhas sozinho e nem em lugares desconhecidos. Prefira treinar em grupo ou em um lugar que já conhece. Preze pela sua segurança.

5. Faça treinos mais intensos nos finais de semana

Para quem mora em cidades grandes é bem difícil treinar em trilhas durante a semana, mas esse contato mais próximo à natureza faz toda a diferença, por isso sempre que possível vá para as trilhas aos finais de semana. É bom começar com desníveis pouco acentuados para o corpo e a musculatura irem se habituando ao piso e às suas exigências.

Foto: Fotolia/Blas Foto: Fotolia/Blas

Participe da Indomit Caribe!

6. Pense bem antes de escolher a primeira prova

Tudo depende da sua resistência. Antes de se inscrever em alguma prova, você deve estar treinando pelo menos três dias por semana para ter o ritmo necessário para aguentar firme. Você não vai querer parar na metade, certo? Então, escolha uma corrida de trilha para iniciantes, que te dará chance de completá-la até o final.

7. Defina seus objetivos

O mais importante é ser sempre sincero e realista com os seus objetivos. Eles devem ser acessíveis e alcançáveis para que você não desanime na sua primeira trail run.

8. Divirta-se!

Você não se tornará o melhor trail runner de uma hora para outra, então vá no seu ritmo. Aproxime-se da natureza e aproveite a paisagem. Antes de pensar em resultados, corra por prazer!


8 dicas para se tornar um trail runner

Corrida de Montanha · 06 dez, 2016

Foto: Fotolia/Giorgio Pulcini Foto: Fotolia/Giorgio Pulcini

Trail run é uma modalidade escolhida por cada vez mais corredores, ou por se sentirem “cansados do asfalto” ou para buscar motivações maiores. Além de envolver corrida, o trail é mais desafiador e cheio de imprevistos, já que é feito em serras, estradas, montanhas e locais isolados. Iniciar nessa modalidade pode ser muito difícil se não tiver os cuidados necessários em relação aos treinos e competições.

O Webrun listou algumas dicas para você que é iniciante nesse universo.

1. Todo preparo é importante

Quem já corre na rua deve ficar ciente de que nas trilhas o esforço que o corpo faz é diferente, mesmo quem já está acostumado terá que reaprender a ser um iniciante. Ter paciência e o preparo físico adequado é essencial.

2. Estar bem equipado faz a diferença

Na rua quanto menos coisa melhor, mas na trilha não é bem assim. Você deve levar sua mochila com tudo o que for precisar, incluindo kit de primeiros socorros e casaco térmico. Protetor solar e repelente também podem ser ótimos aliados, nunca se sabe quando serão úteis, então leve.

3. Alimentação e hidratação

É fundamental repor as energias ainda durante o trail. Leve sempre água, pelo menos um litro, e alimentos, isso vai ajudar no seu desempenho e te manter preparado em caso de acidentes, como se perder ou se lesionar.

4. Conheça o local

Para quem está começando, não é recomendado fazer trilhas sozinho e nem em lugares desconhecidos. Prefira treinar em grupo ou em um lugar que já conhece. Preze pela sua segurança.

5. Faça treinos mais intensos nos finais de semana

Para quem mora em cidades grandes é bem difícil treinar em trilhas durante a semana, mas esse contato mais próximo à natureza faz toda a diferença, por isso sempre que possível vá para as trilhas aos finais de semana. É bom começar com desníveis pouco acentuados para o corpo e a musculatura irem se habituando ao piso e às suas exigências.

Foto: Fotolia/Blas Foto: Fotolia/Blas

Participe da Indomit Caribe!

6. Pense bem antes de escolher a primeira prova

Tudo depende da sua resistência. Antes de se inscrever em alguma prova, você deve estar treinando pelo menos três dias por semana para ter o ritmo necessário para aguentar firme. Você não vai querer parar na metade, certo? Então, escolha uma corrida de trilha para iniciantes, que te dará chance de completá-la até o final.

7. Defina seus objetivos

O mais importante é ser sempre sincero e realista com os seus objetivos. Eles devem ser acessíveis e alcançáveis para que você não desanime na sua primeira trail run.

8. Divirta-se!

Você não se tornará o melhor trail runner de uma hora para outra, então vá no seu ritmo. Aproxime-se da natureza e aproveite a paisagem. Antes de pensar em resultados, corra por prazer!

Conheça 6 atletas vegetarianos que são campeões

O IBOPE afirma que hoje no Brasil mais de 15 milhões de pessoas são vegetarianas, o número crescente, faz com que diversas pesquisas e serviços sejam realizados voltados a pessoas que não comem carne. Porém, mesmo assim, muitas perguntas ainda rodeiam a prática.

Muitos atletas quando cogitam se tornar vegetarianos acreditam que isso possa prejudicar sua performance. Porém, esse mito já foi por água abaixo, hoje é consenso entre organizações internacionais de saúde, entre elas a American Dietetic Association (ADA), que sim é possível manter uma dieta vegetariana sem prejudicar o desempenho esportivo.

O mundo do esporte cada vez conta com mais veganos e vegetarianos subindo aos pódios, contrariando as expectativas de muitos. Listamos seis atletas notáveis que não consomem carne.

1. Carl Lewis

Participe de Segunda Meia Maratona de Gramado

Foto: Internet Foto: Internet

Um dos maiores corredores da história, não poderia faltar nesta lista. Carl Lewis conquistou dez medalhas olímpicas, sendo nove delas de ouro. Tornou-se vegetariano em 1990, ano que segundo ele foi o melhor de sua carreira. Jamais teve problemas para manter seu peso sob controle até se aposentar.

2. Serena Williams

Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0 Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0

A tenista Serena Williams, segunda maior campeã da história dos Grand Slams, tornou-se vegetariana por influencia de sua irmã, a também tenista Venus Williams. Uma das maiores características de Serena foi o vigor físico, que continuou impecável após a decisão de seguir uma dieta sem carne.

3. Fiona Oakes

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Multicampeã de maratonas internacionais, Fiona Oakes parou de comer alimentos de origem animal aos seis anos de idade e na adolescência se tornou vegana. Desde então esteve no ranking de maratonas como as de Amsterdâ, Moscou, Londres e Berlim. Além disso sagrou-se campeã da Northe Pole Marathon 2013, disputada a -28 graus.

4. Dave Scott

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Detentor do recorde histórico de vitórias no Ironman, uma das maiores competições de triathlon do mundo, Dave Scott é a prova viva que a dieta vegetariana consegue suprir as necessidades de todo tipo de atleta, seja força, resistência ou explosão.

5. Patrik Baboumian

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Patrik contraria quem acredita que uma dieta sem carne pode deixar o atleta mais fraco. O atleta é vegetariano desde de 2005 e tornou-se vegano em 2011, mesmo assim seguiu ganhando títulos de fisiculturismo. Aparentemente, sua força não foi afetada após parar de comer carne

6. Nate Diaz

Foto:Divulgação/Facebook Foto:Divulgação/Facebook

Ex-campeão da categoria meio-médio do UFC, Nate Diaz se envolveu em uma polêmica com o treinador de seu adversário, Conor McGregor, nas vésperas da luta valendo o cinturão. O técnico Ido Portal afirmou que não conseguia ver dietas vegetarianas como algo saudável e que era impossível ter os mesmos desempenhos de um atletas carnívoro. Diaz venceu a luta de forma incontestável, provando que o treinador estava errado.


Conheça 6 atletas vegetarianos que são campeões

Atletismo · 02 dez, 2016

O IBOPE afirma que hoje no Brasil mais de 15 milhões de pessoas são vegetarianas, o número crescente, faz com que diversas pesquisas e serviços sejam realizados voltados a pessoas que não comem carne. Porém, mesmo assim, muitas perguntas ainda rodeiam a prática.

Muitos atletas quando cogitam se tornar vegetarianos acreditam que isso possa prejudicar sua performance. Porém, esse mito já foi por água abaixo, hoje é consenso entre organizações internacionais de saúde, entre elas a American Dietetic Association (ADA), que sim é possível manter uma dieta vegetariana sem prejudicar o desempenho esportivo.

O mundo do esporte cada vez conta com mais veganos e vegetarianos subindo aos pódios, contrariando as expectativas de muitos. Listamos seis atletas notáveis que não consomem carne.

1. Carl Lewis

Participe de Segunda Meia Maratona de Gramado

Foto: Internet Foto: Internet

Um dos maiores corredores da história, não poderia faltar nesta lista. Carl Lewis conquistou dez medalhas olímpicas, sendo nove delas de ouro. Tornou-se vegetariano em 1990, ano que segundo ele foi o melhor de sua carreira. Jamais teve problemas para manter seu peso sob controle até se aposentar.

2. Serena Williams

Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0 Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0

A tenista Serena Williams, segunda maior campeã da história dos Grand Slams, tornou-se vegetariana por influencia de sua irmã, a também tenista Venus Williams. Uma das maiores características de Serena foi o vigor físico, que continuou impecável após a decisão de seguir uma dieta sem carne.

3. Fiona Oakes

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Multicampeã de maratonas internacionais, Fiona Oakes parou de comer alimentos de origem animal aos seis anos de idade e na adolescência se tornou vegana. Desde então esteve no ranking de maratonas como as de Amsterdâ, Moscou, Londres e Berlim. Além disso sagrou-se campeã da Northe Pole Marathon 2013, disputada a -28 graus.

4. Dave Scott

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Detentor do recorde histórico de vitórias no Ironman, uma das maiores competições de triathlon do mundo, Dave Scott é a prova viva que a dieta vegetariana consegue suprir as necessidades de todo tipo de atleta, seja força, resistência ou explosão.

5. Patrik Baboumian

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Patrik contraria quem acredita que uma dieta sem carne pode deixar o atleta mais fraco. O atleta é vegetariano desde de 2005 e tornou-se vegano em 2011, mesmo assim seguiu ganhando títulos de fisiculturismo. Aparentemente, sua força não foi afetada após parar de comer carne

6. Nate Diaz

Foto:Divulgação/Facebook Foto:Divulgação/Facebook

Ex-campeão da categoria meio-médio do UFC, Nate Diaz se envolveu em uma polêmica com o treinador de seu adversário, Conor McGregor, nas vésperas da luta valendo o cinturão. O técnico Ido Portal afirmou que não conseguia ver dietas vegetarianas como algo saudável e que era impossível ter os mesmos desempenhos de um atletas carnívoro. Diaz venceu a luta de forma incontestável, provando que o treinador estava errado.

Corrigir a visão pode melhorar a performance nos esportes

Foto: LukasX/Fotolia Foto: LukasX/Fotolia

Velocidade, força, agilidade, flexibilidade, prática e talento são elementos geralmente associados ao desempenho de atletas de alta performance. O que poucos sabem é que a visão é um dos componentes mais importantes na atuação dos esportistas, incluindo os de final de semana. Ela é responsável por até 85% dos estímulos que resultam nos movimentos do corpo.

Algumas habilidades visuais são especialmente importantes para a prática esportiva, como a estereopsia, percepção de profundidade formada pela fusão das imagens dos dois olhos formando uma imagem única e tridimensional; e a visão periférica, que consiste na capacidade de perceber o que está fora do foco principal da visão. É ela que permite aos jogadores de futebol, por exemplo, ver a movimentação do adversário à sua volta sem perder a atenção da bola e da jogada.

No Brasil, 33 milhões de pessoas precisam de algum tipo de correção visual, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Desse número, 12 milhões não procuram o tratamento adequado. Para a oftalmologista Laura Cardoso, consultora médica da Johnson & Johnson Vision Care: “o exame oftalmológico completo é a melhor maneira de se buscar saúde ocular e boa visão. O oftalmologista é o único apto a fazer essa avaliação e determinar a melhor correção que fornecerá o desempenho visual ideal para cada indivíduo”.

A melhor opção de correção visual para a prática esportiva

Os óculos geralmente não são recomendados para uso em atividades esportivas: “a principal preocupação é que os óculos podem se quebrar e ferir os olhos do paciente em situações de risco durante muitas dessas atividades”, declara a oftalmologista. “E, mesmo nos casos em que os óculos permitem a proteção adequada, muitas vezes não proporcionam a correção visual ideal para a prática esportiva, já que limitam o campo visual, molham, embaçam e não oferecem proteção completa aos olhos contra os raios UV, necessária para os esportes ao ar livre”, completa.

As lentes de contato gelatinosas são a primeira escolha de correção visual para a grande maioria dos esportes. “Quando comparadas aos óculos, elas ampliam o campo de visão o que já proporciona um melhor desempenho aos atletas”.

Que tal uma aventura nova? Inscreva-se na Indomit Caribe!

Foto: rh2010/Fotolia Foto: rh2010/Fotolia

Confira os principais benefícios das lentes de contato para a prática esportiva

- Ampliam o campo visual: importante nos esportes em equipe, o atleta pode acompanhar a bola ou o adversário sem que a armação dos óculos restrinja a visão.
- Não escorregam do nariz com o suor ou com movimentos rápidos.
- Não apresentam reflexos que podem distorcer a visão.
- Podem ser usadas por baixo de óculos protetores, caso o esporte exija.
- Não sobem e descem enquanto o atleta caminha, corre ou faz uma aula de aeróbica.
- Não quebram se algo ou alguém atingir o rosto acidentalmente.
- Não embaçam ou molham pela chuva, sendo assim o atleta pode ver mais claramente.

Por fim, são práticas de usar e confortáveis: “As lentes de descarte diário são as mais práticas, seguras e saudáveis para os olhos, pois dispensam os cuidados diários de limpeza e manutenção das lentes, a necessidade de estojo e de solução desinfetante, diminuindo a incidência de complicações associadas ao mau uso e privilegiando a saúde ocular”, garante Laura.


Corrigir a visão pode melhorar a performance nos esportes

Corrida de Montanha · 01 dez, 2016

Foto: LukasX/Fotolia Foto: LukasX/Fotolia

Velocidade, força, agilidade, flexibilidade, prática e talento são elementos geralmente associados ao desempenho de atletas de alta performance. O que poucos sabem é que a visão é um dos componentes mais importantes na atuação dos esportistas, incluindo os de final de semana. Ela é responsável por até 85% dos estímulos que resultam nos movimentos do corpo.

Algumas habilidades visuais são especialmente importantes para a prática esportiva, como a estereopsia, percepção de profundidade formada pela fusão das imagens dos dois olhos formando uma imagem única e tridimensional; e a visão periférica, que consiste na capacidade de perceber o que está fora do foco principal da visão. É ela que permite aos jogadores de futebol, por exemplo, ver a movimentação do adversário à sua volta sem perder a atenção da bola e da jogada.

No Brasil, 33 milhões de pessoas precisam de algum tipo de correção visual, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Desse número, 12 milhões não procuram o tratamento adequado. Para a oftalmologista Laura Cardoso, consultora médica da Johnson & Johnson Vision Care: “o exame oftalmológico completo é a melhor maneira de se buscar saúde ocular e boa visão. O oftalmologista é o único apto a fazer essa avaliação e determinar a melhor correção que fornecerá o desempenho visual ideal para cada indivíduo”.

A melhor opção de correção visual para a prática esportiva

Os óculos geralmente não são recomendados para uso em atividades esportivas: “a principal preocupação é que os óculos podem se quebrar e ferir os olhos do paciente em situações de risco durante muitas dessas atividades”, declara a oftalmologista. “E, mesmo nos casos em que os óculos permitem a proteção adequada, muitas vezes não proporcionam a correção visual ideal para a prática esportiva, já que limitam o campo visual, molham, embaçam e não oferecem proteção completa aos olhos contra os raios UV, necessária para os esportes ao ar livre”, completa.

As lentes de contato gelatinosas são a primeira escolha de correção visual para a grande maioria dos esportes. “Quando comparadas aos óculos, elas ampliam o campo de visão o que já proporciona um melhor desempenho aos atletas”.

Que tal uma aventura nova? Inscreva-se na Indomit Caribe!

Foto: rh2010/Fotolia Foto: rh2010/Fotolia

Confira os principais benefícios das lentes de contato para a prática esportiva

- Ampliam o campo visual: importante nos esportes em equipe, o atleta pode acompanhar a bola ou o adversário sem que a armação dos óculos restrinja a visão.
- Não escorregam do nariz com o suor ou com movimentos rápidos.
- Não apresentam reflexos que podem distorcer a visão.
- Podem ser usadas por baixo de óculos protetores, caso o esporte exija.
- Não sobem e descem enquanto o atleta caminha, corre ou faz uma aula de aeróbica.
- Não quebram se algo ou alguém atingir o rosto acidentalmente.
- Não embaçam ou molham pela chuva, sendo assim o atleta pode ver mais claramente.

Por fim, são práticas de usar e confortáveis: “As lentes de descarte diário são as mais práticas, seguras e saudáveis para os olhos, pois dispensam os cuidados diários de limpeza e manutenção das lentes, a necessidade de estojo e de solução desinfetante, diminuindo a incidência de complicações associadas ao mau uso e privilegiando a saúde ocular”, garante Laura.

Correr e lutar: pode ou não pode?

Foto: Photographee/Fotolia Foto: Photographee/Fotolia

Para quem é atleta é muito difícil escolher um só esporte. Muitos corredores ficam na dúvida se podem ou não treinar para corrida paralelamente a prática de artes marciais, por exemplo. Será que atrapalha o desempenho? Ajuda na resistência? Afinal, pode ou não pode?

O Webrun conversou com o preparador de corrida da 4any1, Eduardo Barbosa, para esclarecer essas dúvidas e saber se é possível conciliar mais de uma modalidade.

Ou um ou outro?

A pergunta a fazer é qual modalidade esportiva seria mais importante para você, corrida ou luta? Gosto dos dois! Então, vá em frente!

Passei por esta experiência há alguns meses atrás, mas tinha consciência que a corrida era o esporte mais importante e o Jiu Jitsu uma vivência, portanto estava mais interessado em aprender as técnicas desta arte do que propriamente ter um rendimento de performance, como busco em provas de corrida de rua.

Quais os benefícios do treinamento de corrida?

No treinamento de corridas de rua, atividade predominantemente aeróbia de ciclo contínuo de movimento, o sistema cardiorrespiratório é o primeiro a se beneficiar dos treinos, depois é possível aumentar o metabolismo e grande gasto calórico, isso se bem orientado.

E das artes marciais?

No treinamento de artes marciais o individuo além do desenvolver a força e o aumento do gasto calórico também melhora especificamente a resistência anaeróbia principalmente em combates curtos e intensos.

Qual a relação entre as modalidades?

Apesar de ambos serem individuais no aspecto biomecânico, a corrida é considerada um esporte cíclico por seus movimentos contínuos e as artes marciais acíclico, por sua inesperada variação de movimentos. A diferença de ambos está na mudança de direção.

Podemos enumerar também a diferença na preparação músculo esquelética e no trabalho de força hora de resistência de força para corrida e outro de força pura para as lutas.

Foto: Focus/Fotolia Foto: Focus/Fotolia

Inscreva-se para o desafio Braves Mud Race!

É possível conciliar lutas e corrida?

Em geral, pela as artes marciais não serem modalidades de alto rendimento, você pode sim praticar os dois. Desde que com dias bem definidos para cada um e respeitando os intervalos de descanso. Ainda é importante priorizar qual deles você participará de competições.

Então posso praticar qualquer tipo de arte marcial?

Não há restrição de modalidades, mas devemos ter em mente que são treinamentos concorrentes e que estudos científicos apontam maior índice de lesões em praticantes de artes marciais, até mesmo por ser um esporte de contato. Ao contrário da corrida, onde as lesões são decorrentes do próprio treinamento ou da falta dele.

Praticar os dois pode me fazer correr melhor?

No aspecto fisiológico ambos são concorrentes e por especificidade de treinamento não haverá benefício direto.

Se você quer ser muito bom em corrida, treine corrida. Se você quer ser muito bom em lutas, treine lutas. Mas, se quiser somente qualidade de vida, treine ambos, o que precisa é determinar qual sua prioridade para não comprometer o desempenho nem de um nem outro.


Correr e lutar: pode ou não pode?

Corrida de Montanha · 30 nov, 2016

Foto: Photographee/Fotolia Foto: Photographee/Fotolia

Para quem é atleta é muito difícil escolher um só esporte. Muitos corredores ficam na dúvida se podem ou não treinar para corrida paralelamente a prática de artes marciais, por exemplo. Será que atrapalha o desempenho? Ajuda na resistência? Afinal, pode ou não pode?

O Webrun conversou com o preparador de corrida da 4any1, Eduardo Barbosa, para esclarecer essas dúvidas e saber se é possível conciliar mais de uma modalidade.

Ou um ou outro?

A pergunta a fazer é qual modalidade esportiva seria mais importante para você, corrida ou luta? Gosto dos dois! Então, vá em frente!

Passei por esta experiência há alguns meses atrás, mas tinha consciência que a corrida era o esporte mais importante e o Jiu Jitsu uma vivência, portanto estava mais interessado em aprender as técnicas desta arte do que propriamente ter um rendimento de performance, como busco em provas de corrida de rua.

Quais os benefícios do treinamento de corrida?

No treinamento de corridas de rua, atividade predominantemente aeróbia de ciclo contínuo de movimento, o sistema cardiorrespiratório é o primeiro a se beneficiar dos treinos, depois é possível aumentar o metabolismo e grande gasto calórico, isso se bem orientado.

E das artes marciais?

No treinamento de artes marciais o individuo além do desenvolver a força e o aumento do gasto calórico também melhora especificamente a resistência anaeróbia principalmente em combates curtos e intensos.

Qual a relação entre as modalidades?

Apesar de ambos serem individuais no aspecto biomecânico, a corrida é considerada um esporte cíclico por seus movimentos contínuos e as artes marciais acíclico, por sua inesperada variação de movimentos. A diferença de ambos está na mudança de direção.

Podemos enumerar também a diferença na preparação músculo esquelética e no trabalho de força hora de resistência de força para corrida e outro de força pura para as lutas.

Foto: Focus/Fotolia Foto: Focus/Fotolia

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É possível conciliar lutas e corrida?

Em geral, pela as artes marciais não serem modalidades de alto rendimento, você pode sim praticar os dois. Desde que com dias bem definidos para cada um e respeitando os intervalos de descanso. Ainda é importante priorizar qual deles você participará de competições.

Então posso praticar qualquer tipo de arte marcial?

Não há restrição de modalidades, mas devemos ter em mente que são treinamentos concorrentes e que estudos científicos apontam maior índice de lesões em praticantes de artes marciais, até mesmo por ser um esporte de contato. Ao contrário da corrida, onde as lesões são decorrentes do próprio treinamento ou da falta dele.

Praticar os dois pode me fazer correr melhor?

No aspecto fisiológico ambos são concorrentes e por especificidade de treinamento não haverá benefício direto.

Se você quer ser muito bom em corrida, treine corrida. Se você quer ser muito bom em lutas, treine lutas. Mas, se quiser somente qualidade de vida, treine ambos, o que precisa é determinar qual sua prioridade para não comprometer o desempenho nem de um nem outro.