Corrida de Montanha

Chega de fiu fiu: as mulheres querem treinar em paz!

Foto: grafikwerk21/Fotolia Foto: grafikwerk21/Fotolia

Inscreva-se para a Meia Maratona de Gramado!

Entre as diversas situações que os corredores de rua passam, um em particular, atinge as mulheres apaixonadas pelo esporte. Correr sozinha pode ser uma verdadeira chateação se elas não estiverem concentradas ou até mesmo com um bom fone de ouvido, já que o tal do “fiu fiu” e das cantadas feitas pelo público são constantes e sem pudor.

A triatleta profissional Beatriz Neres conta que sempre acelera quando que vê alguma “besteira” pela frente. “Se já falaram não deu tempo de escutar, mas percebo que existem motoristas que mexem com a gente quando estamos correndo. Acho que se eles estivessem parados na nossa frente não falariam, mas como estão dentro do carro fazem isso”.

A percepção que a maioria das mulheres tem é que existem sim diferenças quando correm com homens e em grupo. “Eles respeitam mais por achar que algum deles é nosso companheiro”, diz Bia.

A jornalista Giselli Souza fica incomodada quando não pode treinar de top em alguns locais devido aos comentários machistas. “Já tive que empurrar um cara que insistia em correr do meu lado em uma meia maratona para ser meu pacer, também já fugi de outro na bike que disse que eu era bonita e queria saber porque estava treinando sozinha. Tentei de formas pacíficas sair de perto deles, mas muitas vezes os cara não entendem”, conta. “Nunca arrisco correr de madrugada sozinha em locais de pouca movimentação”, completa.

“Gostaria que respeitassem mais as mulheres, pois ali pode estar a mãe, a filha ou a irmã de um deles. E que nós temos a mesma liberdade que eles de treinarmos onde quisermos e da forma que quisermos. O direito de ir e vir está na Constituição e cabe a todos respeitar. Para as mulheres, que elas sejam livres para usarem as roupas que quiserem, da forma que se sentirem mais confortáveis e bonitas.No verão, se sentirem calor, corram de top porque ninguém paga a conta de vocês”, diz Giselli.

Bia também deixa sua mensagem: “eles podem não saber, mas todas as mulheres que recebem essas cantadas acham bem de baixo nível e têm vergonha alheia de homens que fazem isso. Para as meninas a dica é acelerar ou atravessar a rua, afinal não vale a pena desfocar do treino por uma coisa dessas”.


Chega de fiu fiu: as mulheres querem treinar em paz!

Caminhada · 29 nov, 2016

Foto: grafikwerk21/Fotolia Foto: grafikwerk21/Fotolia

Inscreva-se para a Meia Maratona de Gramado!

Entre as diversas situações que os corredores de rua passam, um em particular, atinge as mulheres apaixonadas pelo esporte. Correr sozinha pode ser uma verdadeira chateação se elas não estiverem concentradas ou até mesmo com um bom fone de ouvido, já que o tal do “fiu fiu” e das cantadas feitas pelo público são constantes e sem pudor.

A triatleta profissional Beatriz Neres conta que sempre acelera quando que vê alguma “besteira” pela frente. “Se já falaram não deu tempo de escutar, mas percebo que existem motoristas que mexem com a gente quando estamos correndo. Acho que se eles estivessem parados na nossa frente não falariam, mas como estão dentro do carro fazem isso”.

A percepção que a maioria das mulheres tem é que existem sim diferenças quando correm com homens e em grupo. “Eles respeitam mais por achar que algum deles é nosso companheiro”, diz Bia.

A jornalista Giselli Souza fica incomodada quando não pode treinar de top em alguns locais devido aos comentários machistas. “Já tive que empurrar um cara que insistia em correr do meu lado em uma meia maratona para ser meu pacer, também já fugi de outro na bike que disse que eu era bonita e queria saber porque estava treinando sozinha. Tentei de formas pacíficas sair de perto deles, mas muitas vezes os cara não entendem”, conta. “Nunca arrisco correr de madrugada sozinha em locais de pouca movimentação”, completa.

“Gostaria que respeitassem mais as mulheres, pois ali pode estar a mãe, a filha ou a irmã de um deles. E que nós temos a mesma liberdade que eles de treinarmos onde quisermos e da forma que quisermos. O direito de ir e vir está na Constituição e cabe a todos respeitar. Para as mulheres, que elas sejam livres para usarem as roupas que quiserem, da forma que se sentirem mais confortáveis e bonitas.No verão, se sentirem calor, corram de top porque ninguém paga a conta de vocês”, diz Giselli.

Bia também deixa sua mensagem: “eles podem não saber, mas todas as mulheres que recebem essas cantadas acham bem de baixo nível e têm vergonha alheia de homens que fazem isso. Para as meninas a dica é acelerar ou atravessar a rua, afinal não vale a pena desfocar do treino por uma coisa dessas”.

Entenda como a pisada pode interferir na sua corrida

A pisada pode ser mais importante para o corredor do que parece. Quem nunca reparou que o tênis estava mais desgastado em uma região específica? Este simples fato pode ser a resposta para suas dores no joelho e na coluna.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

O modo como cada atleta pisa é determinado pelas características genéticas do corpo. Entre eles, o tipo do pé, hoje eles são divididos em três categorias. O pé normal, é o mais comum, ele consegue equilibrar o peso do corpo da forma correta. Corredores com o pé cavo têm um arco acentuado e curvado, fazendo com quem a planta do pé quase não toque o chão. Por fim, o pé plano, o popular “pé chato”, que toca o chão por inteiro por ter um formato reto.

Não são só os pés capazes de influenciar a pisada. Diversas partes do corpo resultam nestes simples ato de tocar os pés no chão. Os joelhos se dividem em dois grupos: o joelho varo, que promove a projeção das articulações para fora e o joelho valgo, que são as conhecidas pernas pra dentro.

O quadril também é agente direto neste fator. O ângulo formado por ele, junto à flexibilidade destas articulações são responsáveis para que cada pessoa tenha um tipo de pisada.

Hoje, os tipos de pisada são divididos em: pronada, supinada e normal. Porém, a ortopedista Ana Paula Simões alerta: “existem vários tipos de pisada. Embora muita gente alegue que só existam três tipos, todos eles possuem variações. Assim como um óculos possui vários graus, as pisadas também, isso ocasiona diversos problemas, pois os tênis muitas vezes não corrigem as pisadas como deveriam”.

Entenda as pisadas

Pronada – Se caracteriza por uma rotação interna excessiva do pé e tornozelo, fazendo com que a tensão seja posta na estrutura do pé, desalinhando tornozelo, joelhos e quadris. Além disso, a pronação é responsável pelo desperdício de energia.

Supinada – É o oposto da pronação, o pé rola para o lado de fora. Deixando assim o peso do corpo na parte de “fora” do pé, o que pode causar lesões nos joelhos, pés e costas.

Neutra – Este tipo de pisada é o mais próximo do ideal, pois equilibra a pronação e a supinação.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Algum tipo de pisada é mais propenso a lesões?

O médico do esporte José Marques Neto responde: “não, nenhum tipo é mais propenso que o outro. O que acontece é quando os casos são muitos extremos, seja a pisada muito supinada ou muito pronada, o corredor deve ficar atento, pois estará sujeito a sofrer mais lesões”.

Como saber meu tipo de pisada?

“Não é uma tarefa fácil fazer esta avaliação. Na internet é possível achar alguns testes como pisar no jornal marcando o contorno, porém os resultados vão divergir muito. A melhor forma de descobrir seria fazer uma avaliação biomecânica em um laboratório especializado”, explica o médico.


Entenda como a pisada pode interferir na sua corrida

Atletismo · 28 nov, 2016

A pisada pode ser mais importante para o corredor do que parece. Quem nunca reparou que o tênis estava mais desgastado em uma região específica? Este simples fato pode ser a resposta para suas dores no joelho e na coluna.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

O modo como cada atleta pisa é determinado pelas características genéticas do corpo. Entre eles, o tipo do pé, hoje eles são divididos em três categorias. O pé normal, é o mais comum, ele consegue equilibrar o peso do corpo da forma correta. Corredores com o pé cavo têm um arco acentuado e curvado, fazendo com quem a planta do pé quase não toque o chão. Por fim, o pé plano, o popular “pé chato”, que toca o chão por inteiro por ter um formato reto.

Não são só os pés capazes de influenciar a pisada. Diversas partes do corpo resultam nestes simples ato de tocar os pés no chão. Os joelhos se dividem em dois grupos: o joelho varo, que promove a projeção das articulações para fora e o joelho valgo, que são as conhecidas pernas pra dentro.

O quadril também é agente direto neste fator. O ângulo formado por ele, junto à flexibilidade destas articulações são responsáveis para que cada pessoa tenha um tipo de pisada.

Hoje, os tipos de pisada são divididos em: pronada, supinada e normal. Porém, a ortopedista Ana Paula Simões alerta: “existem vários tipos de pisada. Embora muita gente alegue que só existam três tipos, todos eles possuem variações. Assim como um óculos possui vários graus, as pisadas também, isso ocasiona diversos problemas, pois os tênis muitas vezes não corrigem as pisadas como deveriam”.

Entenda as pisadas

Pronada – Se caracteriza por uma rotação interna excessiva do pé e tornozelo, fazendo com que a tensão seja posta na estrutura do pé, desalinhando tornozelo, joelhos e quadris. Além disso, a pronação é responsável pelo desperdício de energia.

Supinada – É o oposto da pronação, o pé rola para o lado de fora. Deixando assim o peso do corpo na parte de “fora” do pé, o que pode causar lesões nos joelhos, pés e costas.

Neutra – Este tipo de pisada é o mais próximo do ideal, pois equilibra a pronação e a supinação.

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Algum tipo de pisada é mais propenso a lesões?

O médico do esporte José Marques Neto responde: “não, nenhum tipo é mais propenso que o outro. O que acontece é quando os casos são muitos extremos, seja a pisada muito supinada ou muito pronada, o corredor deve ficar atento, pois estará sujeito a sofrer mais lesões”.

Como saber meu tipo de pisada?

“Não é uma tarefa fácil fazer esta avaliação. Na internet é possível achar alguns testes como pisar no jornal marcando o contorno, porém os resultados vão divergir muito. A melhor forma de descobrir seria fazer uma avaliação biomecânica em um laboratório especializado”, explica o médico.

Tire todas suas dúvidas sobre VO2

Já ouviu seus amigos corredores falando de VO2, mas não sabe muito bem o que é? O Webrun conversou com o Dr. Bruno Hernandes, que é especializado em medicina esportiva pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e do Exercício, para te explicar tudo sobre o tema.

O que é?

O VO2 máximo indica o consumo máximo de oxigênio que o corpo utiliza durante o esforço físico. É um excelente parâmetro para determinar o grau de aptidão física do corredor.

Para que serve?

É uma avaliação do comportamento fisiológico do coração, pulmões, vasos sanguíneos e músculos em determinada intensidade de esforço. Detectando quais as frequências cardíacas que o corredor deve manter ou atingir durante um programa de treinamento individualizado.

Para quem é indicado?

Para todas as pessoas, não só para atletas de alto rendimento. Como é, antes de tudo, um teste para o diagnóstico de patologias cardiopulmonares é indicado para todas as pessoas que desejam iniciar uma atividade física e têm o objetivo de excluir o risco de eventos isquêmicos durante o exercício.

Também é utilizado na prescrição de atividade física em portadores de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, doenças obstrutivas pulmonares e na reabilitação cardíaca após um evento isquêmico. Além disso, o exame determina o potencial aeróbio da pessoa.

Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg

Inscreva-se para o desafio Braves Mud Race!

Qual a frequência deve ser feito?

É importante realizá-lo no início do programa de treinamentos e, dependendo de cada objetivo, a cada seis meses ou anualmente.

Qual profissional pode realizar o teste?

O teste só deve ser conduzido na presença de um médico com experiência em cardiologia e nas possíveis alterações cardíacas durante o esforço. Procure sempre um médico do esporte ou cardiologista esportivo.

Existem diferenças no teste entre homens e mulheres?

O teste é o mesmo para homens e mulheres. A diferença que pode existir está na elaboração do protocolo de execução, isto é, quais velocidades ou angulações da rampa devem ser aplicadas a cada etapa do teste. A estatura e a mecânica da corrida diferentes entre homens e mulheres podem gerar a necessidade de ajuste.

Outra observação é que o VO2 máximo dos homens é maior que das mulheres por diferenças morfológicas. Como o homem normalmente tem mais músculos e menor quantidade de gordura, isto acarreta em um consumo de oxigênio maior.

Quais os benefícios?

Com o conhecimento do seu VO2 máximo por meio do teste ergoespirométrico, o corredor deixa de guiar-se somente pela percepção do esforço e começa a utilizar seus marcadores fisiológicos individuais, conhecendo melhor seu corpo e como ele responde a diferentes cargas. O resultado é uma evolução nos treinamentos e nos tempos nas provas.


Tire todas suas dúvidas sobre VO2

Corrida de Montanha · 25 nov, 2016

Já ouviu seus amigos corredores falando de VO2, mas não sabe muito bem o que é? O Webrun conversou com o Dr. Bruno Hernandes, que é especializado em medicina esportiva pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e do Exercício, para te explicar tudo sobre o tema.

O que é?

O VO2 máximo indica o consumo máximo de oxigênio que o corpo utiliza durante o esforço físico. É um excelente parâmetro para determinar o grau de aptidão física do corredor.

Para que serve?

É uma avaliação do comportamento fisiológico do coração, pulmões, vasos sanguíneos e músculos em determinada intensidade de esforço. Detectando quais as frequências cardíacas que o corredor deve manter ou atingir durante um programa de treinamento individualizado.

Para quem é indicado?

Para todas as pessoas, não só para atletas de alto rendimento. Como é, antes de tudo, um teste para o diagnóstico de patologias cardiopulmonares é indicado para todas as pessoas que desejam iniciar uma atividade física e têm o objetivo de excluir o risco de eventos isquêmicos durante o exercício.

Também é utilizado na prescrição de atividade física em portadores de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, doenças obstrutivas pulmonares e na reabilitação cardíaca após um evento isquêmico. Além disso, o exame determina o potencial aeróbio da pessoa.

Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg Foto: Flickr/Fort Carson CC BY 2.0.jpg

Inscreva-se para o desafio Braves Mud Race!

Qual a frequência deve ser feito?

É importante realizá-lo no início do programa de treinamentos e, dependendo de cada objetivo, a cada seis meses ou anualmente.

Qual profissional pode realizar o teste?

O teste só deve ser conduzido na presença de um médico com experiência em cardiologia e nas possíveis alterações cardíacas durante o esforço. Procure sempre um médico do esporte ou cardiologista esportivo.

Existem diferenças no teste entre homens e mulheres?

O teste é o mesmo para homens e mulheres. A diferença que pode existir está na elaboração do protocolo de execução, isto é, quais velocidades ou angulações da rampa devem ser aplicadas a cada etapa do teste. A estatura e a mecânica da corrida diferentes entre homens e mulheres podem gerar a necessidade de ajuste.

Outra observação é que o VO2 máximo dos homens é maior que das mulheres por diferenças morfológicas. Como o homem normalmente tem mais músculos e menor quantidade de gordura, isto acarreta em um consumo de oxigênio maior.

Quais os benefícios?

Com o conhecimento do seu VO2 máximo por meio do teste ergoespirométrico, o corredor deixa de guiar-se somente pela percepção do esforço e começa a utilizar seus marcadores fisiológicos individuais, conhecendo melhor seu corpo e como ele responde a diferentes cargas. O resultado é uma evolução nos treinamentos e nos tempos nas provas.

6 agachamentos para você incrementar sua série

Já falamos sobre os benefícios do agachamento aqui, agora mostramos seis exercícios diferentes para você incrementar o treino. Confira os exercícios que a equipe da academia FIT360 preparou para o Webrun.

1. Agachamento com barra

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: posicione a barra na parte posterior dos ombros. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Vá até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta (Iniciantes devem fazer apenas com peso do corpo).

Músculos: anteriores da coxa (Quadríceps: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), glúteo médio e glúteo máximo.

2. Levantamento terra

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: segure a barra com os braços estendidos para baixo e as mãos afastadas um pouco mais que a largura do corpo. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira, com a barra sempre à frente do corpo.

Cuidados: durante todo movimento, calcanhar apoiados no chão, joelhos alinhados com calcanhar e quadril, coluna sempre ereta e ombros para trás. (Iniciantes devem fazer apenas com o peso da barra, até o movimento ser bem assimilado pelo corpo, por esse movimento ser de difícil execução).

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femural, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna.

3. Afundo com halteres

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: com as pernas afastadas frente e trás, eleve o calcanhar traseiro. Segure um peso em cada mão. Flexione os dois joelhos até o joelho traseiro quase encostar no chão. Fazer com as duas pernas.

Cuidados mantenha o calcanhar da perna da frente no chão durante todo o movimento. O joelho da perna da frente não deve ultrapassar a linha da ponta do pé. Coluna sempre ereta e ombros para trás.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

4. Agachamento com halteres

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexionar o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Agachar até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

5. Stiff com halteres

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: Inicie com corpo ereto. Joelhos levemente flexionados para aliviar a pressão dos joelhos. Flexione o tronco para baixo até o limite da sua flexibilidade. Volte a posição inicial.

Cuidados: mantenha a coluna ereta durante todo o movimento, principalmente quando tronco está flexionado. Para ajudar a manter esse alinhamento da coluna, é importante manter os ombros sempre para trás.

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna

6. Agachamento livre

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Corra os 42k do Rei da Montanha. Inscreva-se no Ticket Agora!

Descrição: pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Agache até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), e glúteo máximo.

7. Agachamento Sumô

Foto: Academia FIT360 Foto: Academia FIT360

Descrição: pernas bem afastadas. Ponta dos pés e joelhos abertos a 45 graus. Flexione joelhos e quadril, como se fosse sentar em uma cadeira.

Cuidados: mantenha a coluna sempre ereta e ombros para trás. Tome cuidado para os joelhos não fazerem a rotação para dentro (se isso acontecer, deve-se diminuir o afastamento das pernas).

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), adutores, pectíneo e glúteo máximo.


6 agachamentos para você incrementar sua série

Corrida de Montanha · 25 nov, 2016

Já falamos sobre os benefícios do agachamento aqui, agora mostramos seis exercícios diferentes para você incrementar o treino. Confira os exercícios que a equipe da academia FIT360 preparou para o Webrun.

1. Agachamento com barra

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Descrição: posicione a barra na parte posterior dos ombros. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Vá até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta (Iniciantes devem fazer apenas com peso do corpo).

Músculos: anteriores da coxa (Quadríceps: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), glúteo médio e glúteo máximo.

2. Levantamento terra

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Descrição: segure a barra com os braços estendidos para baixo e as mãos afastadas um pouco mais que a largura do corpo. Pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira, com a barra sempre à frente do corpo.

Cuidados: durante todo movimento, calcanhar apoiados no chão, joelhos alinhados com calcanhar e quadril, coluna sempre ereta e ombros para trás. (Iniciantes devem fazer apenas com o peso da barra, até o movimento ser bem assimilado pelo corpo, por esse movimento ser de difícil execução).

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femural, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna.

3. Afundo com halteres

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Descrição: com as pernas afastadas frente e trás, eleve o calcanhar traseiro. Segure um peso em cada mão. Flexione os dois joelhos até o joelho traseiro quase encostar no chão. Fazer com as duas pernas.

Cuidados mantenha o calcanhar da perna da frente no chão durante todo o movimento. O joelho da perna da frente não deve ultrapassar a linha da ponta do pé. Coluna sempre ereta e ombros para trás.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

4. Agachamento com halteres

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Descrição: pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexionar o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Agachar até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio) e glúteo máximo.

5. Stiff com halteres

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Descrição: Inicie com corpo ereto. Joelhos levemente flexionados para aliviar a pressão dos joelhos. Flexione o tronco para baixo até o limite da sua flexibilidade. Volte a posição inicial.

Cuidados: mantenha a coluna ereta durante todo o movimento, principalmente quando tronco está flexionado. Para ajudar a manter esse alinhamento da coluna, é importante manter os ombros sempre para trás.

Músculos: posteriores da coxa (bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo), glúteo máximo e eretores da coluna

6. Agachamento livre

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Descrição: pernas afastadas um pouco mais que a largura do quadril. Flexione o joelho e quadril, agachando como se fosse sentar em uma cadeira. Agache até o limite da sua força e flexibilidade.

Cuidados: calcanhar apoiados no chão durante todo o movimento. Joelhos sempre alinhados com calcanhar e quadril. Coluna sempre ereta.

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), e glúteo máximo.

7. Agachamento Sumô

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Descrição: pernas bem afastadas. Ponta dos pés e joelhos abertos a 45 graus. Flexione joelhos e quadril, como se fosse sentar em uma cadeira.

Cuidados: mantenha a coluna sempre ereta e ombros para trás. Tome cuidado para os joelhos não fazerem a rotação para dentro (se isso acontecer, deve-se diminuir o afastamento das pernas).

Músculos: quadríceps (anterior da coxa: reto femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio), adutores, pectíneo e glúteo máximo.

Correr faz com que você envelheça mais rápido?

Que a cada dia que passa envelhecemos um pouco, isso todo mundo sabe, mas não é tão fácil assim perceber. Afinal, é tanta correria que quando percebemos dias, meses e até anos passaram e as ruguinhas chegaram sem avisar. Nada de anormal até aí, porém muitas vezes escutamos que a prática de exercício físico, principalmente a corrida, faz com que isso aconteça mais rápido.

O especialista em cardiologia do esporte e membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Ricardo Contesini, explica que não é bem assim. “Isso só acontece ao relacionar o envelhecimento e atividade física intensa e prolongada. O corpo até pode sentir alguma diferença, afinal existe um aumento de radicais livres e isso sim pode gerar um envelhecimento precoce, mas somente da pele”, diz.

Os radicais livres são átomos, que sob estresse oxidativo, agridem as células do corpo colaborando com o envelhecimento. Como a produção deles decorre do metabolismo do oxigênio, atividades que levam à uma maior circulação de oxigênio tendem a aumentar seu nível.

Que tal unir sua paixão por corrida com música? Inscreva-se na Live Music Night Run!

Foto: Ugrum1/Fotolia Foto: Ugrum1/Fotolia

“Pessoas que correm esporadicamente e distâncias confortáveis não tem o que se preocupar, porque que o estresse ocorre esporadicamente. Já pessoas que buscam performance devem apenas ficar atentos à exposição do sol e desidratação, que pode favorecer esse tal envelhecimento”, explica Ricardo.

É importante que atletas de alto rendimento sempre tenham acompanhamento médico, já que um dos fatores importantes para evitar a produção excessiva de radicais livres, é praticar atividades na intensidade que o corpo está acostumado.

Fora isso, o cardiologista explica que só existem benefícios. “O rejuvenescimento por dentro do coração, órgãos e músculos acontece constantemente com pessoas que praticam exercícios físicos ao longo da vida. Sendo assim, manter-se ativo e praticando atividades só te fará mais saudável”.


Correr faz com que você envelheça mais rápido?

Corrida de Montanha · 24 nov, 2016

Que a cada dia que passa envelhecemos um pouco, isso todo mundo sabe, mas não é tão fácil assim perceber. Afinal, é tanta correria que quando percebemos dias, meses e até anos passaram e as ruguinhas chegaram sem avisar. Nada de anormal até aí, porém muitas vezes escutamos que a prática de exercício físico, principalmente a corrida, faz com que isso aconteça mais rápido.

O especialista em cardiologia do esporte e membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Ricardo Contesini, explica que não é bem assim. “Isso só acontece ao relacionar o envelhecimento e atividade física intensa e prolongada. O corpo até pode sentir alguma diferença, afinal existe um aumento de radicais livres e isso sim pode gerar um envelhecimento precoce, mas somente da pele”, diz.

Os radicais livres são átomos, que sob estresse oxidativo, agridem as células do corpo colaborando com o envelhecimento. Como a produção deles decorre do metabolismo do oxigênio, atividades que levam à uma maior circulação de oxigênio tendem a aumentar seu nível.

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“Pessoas que correm esporadicamente e distâncias confortáveis não tem o que se preocupar, porque que o estresse ocorre esporadicamente. Já pessoas que buscam performance devem apenas ficar atentos à exposição do sol e desidratação, que pode favorecer esse tal envelhecimento”, explica Ricardo.

É importante que atletas de alto rendimento sempre tenham acompanhamento médico, já que um dos fatores importantes para evitar a produção excessiva de radicais livres, é praticar atividades na intensidade que o corpo está acostumado.

Fora isso, o cardiologista explica que só existem benefícios. “O rejuvenescimento por dentro do coração, órgãos e músculos acontece constantemente com pessoas que praticam exercícios físicos ao longo da vida. Sendo assim, manter-se ativo e praticando atividades só te fará mais saudável”.

Consumo do chá de hibisco traz diversos benefícios para seu dia a dia

O hibisco proporciona vários efeitos no organismo, por conter uma alta concentração de antocianina (pigmento da família dos flavonoides), que favorece uma ação antibacteriana, diurética, hepatoprotetora (protege as células hepáticas). O chá também é antioxidante, anti-hipertensivo, anti-inflamatório (combate a inflamação das células, permitindo que elas voltem a exercer totalmente suas funções) e inibidor da agregação plaquetária (coágulos do sangue). Por causa desses agentes, o organismo deixa de acumular muitas toxinas.

A nutricionista Patrícia Cruz explica que a quantidade recomendada de consumo é de duas colheres de sopa de hibisco seco, por dia. “Em relação a diluição, nessa quantidade recomenda-se pelo menos 1 litro de água, este seria o consumo médio, mas como a concentração varia bastante, não há uma recomendação única”.

A capacidade antioxidante do chá, revelada em alguns estudos, está na concentração de hibisco entre 5 a 150 µg/mL. A nutricionista afirma que um dos principais mitos acerca do chá de hibisco é sua ação emagrecedora. “Não há evidências científicas que apontem seu uso para esse objetivo, porém, sua ação antibacteriana e anti-hipertensiva é bem descritiva”.

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Qual a melhor forma de consumir?
Em infusão e utilizando somente as pétalas secas. Apresenta gosto levemente adocicado, sendo assim não é necessário usar açúcar ou edulcorante para adoçar.

Hibisco e a corrida
O chá de hibisco por suas características diuréticas, não deve ser consumido no momento da corrida. Muito pelo contrário, o que é necessário nesse momento são chás estimulantes e demais líquidos que possam repor a perda hidroeletrolítica.

Fertilidade
Segundo a especialista é preciso ter cautela com relação ao hibisco comprometer a fertilidade. “A maioria dos estudos foram conduzidos em ratos fêmeas, mostrando uma atividade anti fertilidade. No entanto, nenhum estudo foi extrapolado para mulheres. Por isso, não há consenso de quanto é o consumo recomendado”, reforça a Patrícia.

Contra-indicações
Não há contra-indicações claras do hibisco. É importante lembrar: a pessoa que irá consumir não deve apresentar intolerância aos principais componentes da planta. Portanto, ao comprar, é preciso ficar atento à procedência do produto.


Consumo do chá de hibisco traz diversos benefícios para seu dia a dia

Caminhada · 23 nov, 2016

O hibisco proporciona vários efeitos no organismo, por conter uma alta concentração de antocianina (pigmento da família dos flavonoides), que favorece uma ação antibacteriana, diurética, hepatoprotetora (protege as células hepáticas). O chá também é antioxidante, anti-hipertensivo, anti-inflamatório (combate a inflamação das células, permitindo que elas voltem a exercer totalmente suas funções) e inibidor da agregação plaquetária (coágulos do sangue). Por causa desses agentes, o organismo deixa de acumular muitas toxinas.

A nutricionista Patrícia Cruz explica que a quantidade recomendada de consumo é de duas colheres de sopa de hibisco seco, por dia. “Em relação a diluição, nessa quantidade recomenda-se pelo menos 1 litro de água, este seria o consumo médio, mas como a concentração varia bastante, não há uma recomendação única”.

A capacidade antioxidante do chá, revelada em alguns estudos, está na concentração de hibisco entre 5 a 150 µg/mL. A nutricionista afirma que um dos principais mitos acerca do chá de hibisco é sua ação emagrecedora. “Não há evidências científicas que apontem seu uso para esse objetivo, porém, sua ação antibacteriana e anti-hipertensiva é bem descritiva”.

Corrida Não Aceito a Corrupção já está com as inscrições abertas. Confira!

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Qual a melhor forma de consumir?
Em infusão e utilizando somente as pétalas secas. Apresenta gosto levemente adocicado, sendo assim não é necessário usar açúcar ou edulcorante para adoçar.

Hibisco e a corrida
O chá de hibisco por suas características diuréticas, não deve ser consumido no momento da corrida. Muito pelo contrário, o que é necessário nesse momento são chás estimulantes e demais líquidos que possam repor a perda hidroeletrolítica.

Fertilidade
Segundo a especialista é preciso ter cautela com relação ao hibisco comprometer a fertilidade. “A maioria dos estudos foram conduzidos em ratos fêmeas, mostrando uma atividade anti fertilidade. No entanto, nenhum estudo foi extrapolado para mulheres. Por isso, não há consenso de quanto é o consumo recomendado”, reforça a Patrícia.

Contra-indicações
Não há contra-indicações claras do hibisco. É importante lembrar: a pessoa que irá consumir não deve apresentar intolerância aos principais componentes da planta. Portanto, ao comprar, é preciso ficar atento à procedência do produto.

Mormaii lança óculos voltado a atletas que precisam de lentes graduadas

Corrida de Montanha · 22 nov, 2016

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Participe da Action Paraty!

A Mormaii, marca brasileira de acessórios para esportes livres, está lançando nesse mês o Eagle, óculos de performance que possibilita o uso de lentes graduadas.

A novidade está justamente no clip in que acompanha o óculos. Ele permite a adaptação de lentes esféricas numa ampla faixa de graduação podendo variar entre -3 e +5, de acordo com a necessidade de cada atleta.

Além disso a marca ainda pensou em evitar machucados no nariz causados pelo uso de óculos, pois o modelo possui nosepad ajustável e ergonomia ideal. A armação é fabricada em TR90, polímero ultra resistente, e com sistema de pintura soft touch.

O Eagle, que em inglês quer dizer águia, foi desenvolvido para que os atletas que necessitam de óculos de grau possam praticar esportes outdoor com conforto e praticidade, ao mesmo tempo em que têm a proteção das lentes solares.

O modelo pode ser encontrado em oito cores diferentes, o preço sugerido é de R$299,00.

Melhora na postura pode afetar diretamente sua corrida

É bem difícil manter nossa coluna ereta o tempo todo. Frequentemente vemos pessoas sentadas sem o devido, andando com a cabeça baixa olhando para o celular, carregando bolsas e mochilas pesadas com os ombros encurvados ou apoiadas de um lado só, entre muitos outros. Com o tempo esses vícios de postura podem causar alguns danos. E se eles já fazem mal à coluna na hora de sentar e andar, imagine só ao correr, quando vários músculos do corpo são trabalhados?

O Webrun conversou com dois especialistas para entender melhor essa relação entre postura e corrida.

De acordo com o Dr. Bruno César Aprile, ortopedista e diretor clínico da SO.U Ortopedia , a longo prazo, os vícios posturais podem causar problemas musculares como fadiga precoce, distensão, inflamações e rupturas, além de favorecer o desgaste de várias articulações e dos discos vertebrais na coluna.

Ele conta que o problema é algo cotidiano e que, por isso, deve ser observado com a mesma frequência. “Permanecer por um longo período na mesma posição, seja sentado ou em pé, pode levar ao desenvolvimento desses vícios. É preciso saber distribuir a sobrecarga de peso mudando de posições e realizando alongamentos periódicos”.

Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia

Durante a corrida alguns dos hábitos mais comuns que podem prejudicar a saúde são: correr jogando os ombros para frente, não movimentar os braços, jogar o tronco de um lado para o outro e projetar o tronco mais à frente do resto do corpo.

O incômodo mais recorrente, causado por esses maus hábitos posturais, é a dor nas costas. O ortopedista especialista em coluna vertebral e professor da Faculdade Santa Marcelina, Dr. Luiz Claudio Lacerda, explica que até mesmo o lugar onde se treina pode influenciar.

“Quando corremos, existe uma maior sobrecarga na coluna, que pode variar conforme o terreno. Em um local plano, a carga é distribuída de maneira homogênea no disco intervertebral (pequenos amortecedores localizados entre cada uma das vértebras) e nas articulações posteriores da coluna. Em subidas, o disco fica ainda mais sobrecarregado e quando descemos, as articulações posteriores são mais utilizadas. Entretanto, independente do local da corrida, cada vez que o pé toca o solo existe uma força compressiva atuando na coluna que pode em alguns pacientes ocasiona a dor”.

Ele ressalta que, por a coluna não ser naturalmente projetada para receber todas essas sobrecargas, o atleta deve preocupar-se primeiro em fortalecer os músculos, que são as partes do corpo mais resistentes e devem estar preparadas para absorver essa carga.

Devo parar de correr? Não mesmo!

“A corrida sem a realização de fortalecimento muscular e condicionamento físico, pode gerar lesões, principalmente em pessoas com má postura. Por outro lado, ela ajuda no fortalecimento muscular, principalmente, dos membros inferiores e obriga o atleta, pela sua dinâmica de equilíbrio, a assumir uma postura mais correta”, explica Dr. Luiz Claudio.

Foto: LoloStock/Fotolia Foto: LoloStock/Fotolia

Participe do desafio Braves Mud Race!

O que posso fazer para amenizar esse problema?

Prestar atenção na sua postura durante o dia a dia, com certeza, também já diminuirá algumas dores nas costas, mas para corrigir os movimentos de corrida, treinar melhor e mais rápido, a pessoa deve ser avaliada por especialistas da área, para começar o processo de reeducação o corpo.

“O ideal é sempre realizar alongamentos, sem que haja dor, mas fazendo certo esforço até o limite de conforto. Fortalecimento muscular também é essencial, nas pessoas com vícios posturas esse deve ser inicialmente feito sob supervisão médica, de fisioterapeuta ou de um profissional de educação física”, recomenda Dr. Bruno César.


Melhora na postura pode afetar diretamente sua corrida

Corrida de Montanha · 22 nov, 2016

É bem difícil manter nossa coluna ereta o tempo todo. Frequentemente vemos pessoas sentadas sem o devido, andando com a cabeça baixa olhando para o celular, carregando bolsas e mochilas pesadas com os ombros encurvados ou apoiadas de um lado só, entre muitos outros. Com o tempo esses vícios de postura podem causar alguns danos. E se eles já fazem mal à coluna na hora de sentar e andar, imagine só ao correr, quando vários músculos do corpo são trabalhados?

O Webrun conversou com dois especialistas para entender melhor essa relação entre postura e corrida.

De acordo com o Dr. Bruno César Aprile, ortopedista e diretor clínico da SO.U Ortopedia , a longo prazo, os vícios posturais podem causar problemas musculares como fadiga precoce, distensão, inflamações e rupturas, além de favorecer o desgaste de várias articulações e dos discos vertebrais na coluna.

Ele conta que o problema é algo cotidiano e que, por isso, deve ser observado com a mesma frequência. “Permanecer por um longo período na mesma posição, seja sentado ou em pé, pode levar ao desenvolvimento desses vícios. É preciso saber distribuir a sobrecarga de peso mudando de posições e realizando alongamentos periódicos”.

Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia Foto: Wavebreak Media Micro/Fotolia

Durante a corrida alguns dos hábitos mais comuns que podem prejudicar a saúde são: correr jogando os ombros para frente, não movimentar os braços, jogar o tronco de um lado para o outro e projetar o tronco mais à frente do resto do corpo.

O incômodo mais recorrente, causado por esses maus hábitos posturais, é a dor nas costas. O ortopedista especialista em coluna vertebral e professor da Faculdade Santa Marcelina, Dr. Luiz Claudio Lacerda, explica que até mesmo o lugar onde se treina pode influenciar.

“Quando corremos, existe uma maior sobrecarga na coluna, que pode variar conforme o terreno. Em um local plano, a carga é distribuída de maneira homogênea no disco intervertebral (pequenos amortecedores localizados entre cada uma das vértebras) e nas articulações posteriores da coluna. Em subidas, o disco fica ainda mais sobrecarregado e quando descemos, as articulações posteriores são mais utilizadas. Entretanto, independente do local da corrida, cada vez que o pé toca o solo existe uma força compressiva atuando na coluna que pode em alguns pacientes ocasiona a dor”.

Ele ressalta que, por a coluna não ser naturalmente projetada para receber todas essas sobrecargas, o atleta deve preocupar-se primeiro em fortalecer os músculos, que são as partes do corpo mais resistentes e devem estar preparadas para absorver essa carga.

Devo parar de correr? Não mesmo!

“A corrida sem a realização de fortalecimento muscular e condicionamento físico, pode gerar lesões, principalmente em pessoas com má postura. Por outro lado, ela ajuda no fortalecimento muscular, principalmente, dos membros inferiores e obriga o atleta, pela sua dinâmica de equilíbrio, a assumir uma postura mais correta”, explica Dr. Luiz Claudio.

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Participe do desafio Braves Mud Race!

O que posso fazer para amenizar esse problema?

Prestar atenção na sua postura durante o dia a dia, com certeza, também já diminuirá algumas dores nas costas, mas para corrigir os movimentos de corrida, treinar melhor e mais rápido, a pessoa deve ser avaliada por especialistas da área, para começar o processo de reeducação o corpo.

“O ideal é sempre realizar alongamentos, sem que haja dor, mas fazendo certo esforço até o limite de conforto. Fortalecimento muscular também é essencial, nas pessoas com vícios posturas esse deve ser inicialmente feito sob supervisão médica, de fisioterapeuta ou de um profissional de educação física”, recomenda Dr. Bruno César.

Alongamento: herói ou vilão?

Muito se fala da relação entre saúde, exercícios e alongamento. Sem dúvida, este é um dos assuntos mais polêmicos entre corredores e enquanto alguns profissionais da área defendem que o alongamento pode prevenir lesões e melhorar a performance, outros dizem exatamente o contrário, alegando que isso pode até prejudicar o desempenho do atleta.

Estudos realizados nas últimas décadas comprovam que os alongamentos estão diretamente ligados a benefícios como: redução das tensões musculares, relaxamento e maior consciência corporal, além de prepararem o corpo para realizar atividades físicas.

Participe da Meia Maratona de Gramado

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Vale ressaltar que, embora a prevenção seja atribuída ao alongamento, ainda não existem estudos que comprovem o fato. Sendo assim, a afirmação recebe o status de mito.

Primeiro, é necessário saber que os alongamentos são divididos em modalidades, todas elas têm a finalidade de preservar a mobilidade músculo-articular.

O método mais utilizado e mais seguro entre os praticantes de atividade física é o alongamento estático passivo. A modalidade consiste na movimentação lenta do segmento até o limite do arco de movimento, sendo mantido por determinado tempo. Outro tipo é o estático ativo, a principal diferença é que neste caso se usa apenas a força dos músculos antagonistas do movimento.

Existem alguns movimentos mais avançados, entre eles o alongamento balístico que utiliza o movimento do balanço de um segmento do corpo para forçá-lo, além de sua amplitude normal. Outra opção é o alongamento ativo, que consiste em movimentos controlados de braços e pernas para alcançar o limite do arco de movimento e é capaz de melhorar a flexibilidade dinâmica. Essa técnica é bastante utilizada como aquecimento de treinos aeróbicos.

Existe hora certa para se alongar?

Rodrigo Cenzi, diretor técnico da academia Leven, responde: “durante o aquecimento. Os exercícios de alongamento podem ser aplicados no início ou na segunda parte do mesmo. Se forem realizados no início é recomendado que sejam feitos de maneira estática, com duração entre 10 e 20 segundos em uma tensão leve, o que irá favorecer a deformação elástica".

"Depois disso, você pode realizar alongamentos dinâmicos com movimentos semelhantes à modalidade em questão, junto a exercícios como um trote leve para aumentar a temperatura corporal”.

Foto: Drobotdrean/Fotolia Foto: Drobotdrean/Fotolia

Entretanto, Rodrigo explica que o que determina vantagem ou não de se alongar é o conhecimento corporal do atleta e avaliação do personal trainer. "Os fatores tensão e tempo, no alongamento, dependem profundamente da avaliação da flexibilidade atual e da necessária para atingir diferentes grupos musculares. É importante ficar claro que não há um método de flexibilidade que seja indicado à todos os atletas".

Alongar no pós-treino?

Alongar depois da atividade física, pode relaxar ou soltar a musculatura, por esta razão a prática é recomendada por profissionais da educação física. Vale ressaltar que o alongamento deve ser leve e de menor duração e amplitude.


Alongamento: herói ou vilão?

Atletismo · 22 nov, 2016

Muito se fala da relação entre saúde, exercícios e alongamento. Sem dúvida, este é um dos assuntos mais polêmicos entre corredores e enquanto alguns profissionais da área defendem que o alongamento pode prevenir lesões e melhorar a performance, outros dizem exatamente o contrário, alegando que isso pode até prejudicar o desempenho do atleta.

Estudos realizados nas últimas décadas comprovam que os alongamentos estão diretamente ligados a benefícios como: redução das tensões musculares, relaxamento e maior consciência corporal, além de prepararem o corpo para realizar atividades físicas.

Participe da Meia Maratona de Gramado

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Vale ressaltar que, embora a prevenção seja atribuída ao alongamento, ainda não existem estudos que comprovem o fato. Sendo assim, a afirmação recebe o status de mito.

Primeiro, é necessário saber que os alongamentos são divididos em modalidades, todas elas têm a finalidade de preservar a mobilidade músculo-articular.

O método mais utilizado e mais seguro entre os praticantes de atividade física é o alongamento estático passivo. A modalidade consiste na movimentação lenta do segmento até o limite do arco de movimento, sendo mantido por determinado tempo. Outro tipo é o estático ativo, a principal diferença é que neste caso se usa apenas a força dos músculos antagonistas do movimento.

Existem alguns movimentos mais avançados, entre eles o alongamento balístico que utiliza o movimento do balanço de um segmento do corpo para forçá-lo, além de sua amplitude normal. Outra opção é o alongamento ativo, que consiste em movimentos controlados de braços e pernas para alcançar o limite do arco de movimento e é capaz de melhorar a flexibilidade dinâmica. Essa técnica é bastante utilizada como aquecimento de treinos aeróbicos.

Existe hora certa para se alongar?

Rodrigo Cenzi, diretor técnico da academia Leven, responde: “durante o aquecimento. Os exercícios de alongamento podem ser aplicados no início ou na segunda parte do mesmo. Se forem realizados no início é recomendado que sejam feitos de maneira estática, com duração entre 10 e 20 segundos em uma tensão leve, o que irá favorecer a deformação elástica".

"Depois disso, você pode realizar alongamentos dinâmicos com movimentos semelhantes à modalidade em questão, junto a exercícios como um trote leve para aumentar a temperatura corporal”.

Foto: Drobotdrean/Fotolia Foto: Drobotdrean/Fotolia

Entretanto, Rodrigo explica que o que determina vantagem ou não de se alongar é o conhecimento corporal do atleta e avaliação do personal trainer. "Os fatores tensão e tempo, no alongamento, dependem profundamente da avaliação da flexibilidade atual e da necessária para atingir diferentes grupos musculares. É importante ficar claro que não há um método de flexibilidade que seja indicado à todos os atletas".

Alongar no pós-treino?

Alongar depois da atividade física, pode relaxar ou soltar a musculatura, por esta razão a prática é recomendada por profissionais da educação física. Vale ressaltar que o alongamento deve ser leve e de menor duração e amplitude.

Inscrições para Mountain Do 2017 estão abertas

O Mountain Do é um evento de corrida de montanha pioneiro no Brasil. Inspirado na fusão das corridas populares de rua com as tradicionais corridas européias da região dos Alpes suíços, italianos e franceses, na década de 90. No Brasil, é uma corrida entre trilhas e montanhas, integrando natureza, desafios e superação, nas modalidades individual e de revezamento, cujas distâncias variam entre 4 e 42 quilômetros e que acontecem nas principais cidades turísticas brasileiras e no Deserto do Atacama, no Chile.

A primeira edição do Mountain Do foi em 2004, com uma corrida de revezamento ao redor da Lagoa da Conceição, em Santa Catarina. Na segunda edição, em 2005, houve um aumento superior a 50% no número de equipes inscritas. Assim, em alguns anos, com o expressivo crescimento do evento, o número de atletas passou a ser limitado a 1200, garantindo sua qualidade e a segurança dos participantes.

Participante no Mountain Do Costão do Santinho Foto: Christina Volpe/Webrun Participante no Mountain Do Costão do Santinho Foto: Christina Volpe/Webrun


Em 2008 foi criado o Mountain Do Costão do Santinho com a modalidade de revezamento que passou a ser individual em 2013, e em 2010 surgiu o Mountain Do Circuito de Charme, apresentando corridas individuais em Campos de Jordão-SP, em Canela-RS e na Praia do Rosa-SC. O mais recente lançamento Mountain Do foi sua etapa internacional, no Deserto do Atacama, no Chile, trazendo mais sucesso e visibilidade à marca.

O diferencial do Mountain Do é estar alinhado com os princípios da sustentabilidade, se preocupando com a preservação da natureza e a conservação dos locais por onde passam. Além disso, o evento visa integrar a comunidade local, criando oportunidades de renda para a população através do comércio e da prestação de serviços de forma que valorize e proteja o meio ambiente.

Moutain Do Deserto do Atacama Foto: Alexandre Koda/Webrun Moutain Do Deserto do Atacama Foto: Alexandre Koda/Webrun


Praia do Rosa

Com inscrições abertas a edição do Mountain Do na Praia do Rosa acontece no dia 1º de abril de 2017, em Santa Catarina. A prova conta com as distâncias de 5, 11,5 e 22,5 quilômetros.

Inscreva-se aqui!

Costão do Santinho

Já a edição em Florianópolis será do dia 30 de junho até 2 de julho. Na corrida individual, cuja principal distância é 65 km, a trilha é cercada por registros rupestres e Mata Atlântica preservada, permitindo uma sintonia com a natureza e com a história de Florianópolis como em poucos lugares. O atleta também pode escolher 9, 21 ou 42 quilômetros.

Inscreva-se aqui!


Inscrições para Mountain Do 2017 estão abertas

Corrida de Montanha · 21 nov, 2016

O Mountain Do é um evento de corrida de montanha pioneiro no Brasil. Inspirado na fusão das corridas populares de rua com as tradicionais corridas européias da região dos Alpes suíços, italianos e franceses, na década de 90. No Brasil, é uma corrida entre trilhas e montanhas, integrando natureza, desafios e superação, nas modalidades individual e de revezamento, cujas distâncias variam entre 4 e 42 quilômetros e que acontecem nas principais cidades turísticas brasileiras e no Deserto do Atacama, no Chile.

A primeira edição do Mountain Do foi em 2004, com uma corrida de revezamento ao redor da Lagoa da Conceição, em Santa Catarina. Na segunda edição, em 2005, houve um aumento superior a 50% no número de equipes inscritas. Assim, em alguns anos, com o expressivo crescimento do evento, o número de atletas passou a ser limitado a 1200, garantindo sua qualidade e a segurança dos participantes.

Participante no Mountain Do Costão do Santinho Foto: Christina Volpe/Webrun Participante no Mountain Do Costão do Santinho Foto: Christina Volpe/Webrun


Em 2008 foi criado o Mountain Do Costão do Santinho com a modalidade de revezamento que passou a ser individual em 2013, e em 2010 surgiu o Mountain Do Circuito de Charme, apresentando corridas individuais em Campos de Jordão-SP, em Canela-RS e na Praia do Rosa-SC. O mais recente lançamento Mountain Do foi sua etapa internacional, no Deserto do Atacama, no Chile, trazendo mais sucesso e visibilidade à marca.

O diferencial do Mountain Do é estar alinhado com os princípios da sustentabilidade, se preocupando com a preservação da natureza e a conservação dos locais por onde passam. Além disso, o evento visa integrar a comunidade local, criando oportunidades de renda para a população através do comércio e da prestação de serviços de forma que valorize e proteja o meio ambiente.

Moutain Do Deserto do Atacama Foto: Alexandre Koda/Webrun Moutain Do Deserto do Atacama Foto: Alexandre Koda/Webrun


Praia do Rosa

Com inscrições abertas a edição do Mountain Do na Praia do Rosa acontece no dia 1º de abril de 2017, em Santa Catarina. A prova conta com as distâncias de 5, 11,5 e 22,5 quilômetros.

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Costão do Santinho

Já a edição em Florianópolis será do dia 30 de junho até 2 de julho. Na corrida individual, cuja principal distância é 65 km, a trilha é cercada por registros rupestres e Mata Atlântica preservada, permitindo uma sintonia com a natureza e com a história de Florianópolis como em poucos lugares. O atleta também pode escolher 9, 21 ou 42 quilômetros.

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