Atletismo · 26 mar, 2007
Quando falamos em yôga, logo pensamos em algo relaxante. Mas esta arte milenar vai muito além. Ela melhora a respiração, a concentração e auxilia na busca do auto-conhecimento. Mas o que isso tem haver com a corrida? A resposta é simples: tudo! A prática do yôga aliada à da corrida, traz muitos benefícios para os atletas, tanto físicos, como psicológicos.
O SwáSthya Yôga (lê-se suástia yôga) é o tipo mais completo do yôga, pois alia técnicas corporais, respiratórias e de meditação. As técnicas corporais trabalham a flexibilidade, a força muscular e o alongamento. O alongamento feito no yôga, é um alongamento frio, diferente daquele feito antes ou depois das atividades físicas. O resultado é uma flexibilidade maior e, com isso, menor risco de lesões, explica a instrutora de yôga, e também corredora, Ana Letícia Matos. Mas, mesmo quem pratica yôga não deve deixar de se alongar antes e depois de correr.
Já a técnica de respiração consiste em fazer com que a pessoa passe a respirar utilizando toda capacidade dos pulmões, ou seja, a região abdominal, intercostal e tóraxica, partes baixa, média e alta, respectivamente. Dessa forma, o corpo recebe mais oxigênio, o que aumenta a vitalidade. Para quem não pratica o yôga, o ato de respirar é involuntário. Nas aulas, o que fazemos é tornar esse ato voluntário, consciente, diz Letícia. Segundo a instrutora, isso faz com que o atleta aprenda a controlar sua respiração durante os diferentes níveis de dificuldade da prova, fazendo com que o mesmo se canse menos.
Um atleta que está ofegante já começa a se preocupar se vai conseguir completar a prova, se desespera ao ver os outros passando e aí o psicológico já começa a prejudicar o rendimento dele, explica Letícia. São nesses casos que a técnica de meditação entra em cena. O corredor que tem uma melhor concentração irá dominar isso e conseguir manter seu objetivo.
Letícia sempre correu e há três anos, começou a competir. Ela afirma que a diferença de quando corria sem praticar o yôga, e agora, é bastante significativa. Antes eu fica cansada e ofegante muito rápido. Hoje consigo correr pelo menos meia hora antes de me sentir cansada.
Caminhada · 22 mar, 2007
A Mizuno lançou a terceira geração do tênis Wave Nivarna. De acordo com a marca, o calçado é ideal para aqueles com pronação leve e que buscam equilíbrio, amortecimento e estabilidade nos treinos. O Nivarna 3 possui solado mais largo com EVA de dupla densidade.
Além disso, ele também tem a tecnologia VS-1, que absorve o impacto, prolonga a duração do amortecimento do calçado e realça suas propriedades através da resistência de um conjunto de compressões. O lançamento pode ser encontrado nas versões masculinas e femininas.
Segundo a marca, o Mizuno Wave Nivarna 3 será vendido nas principais lojas esportivas do país e deve custar em média R$499.
Caminhada · 21 mar, 2007
Muhamed Eduardo da Silva, campeão ano passado da Corrida do Trabalhador, esse ano vem mais bem preparado e mais confiante, rumo ao bicampeonato e pretende terminar os oito quilômetros abaixo de 25 minutos. O meu objetivo é ganhar de novo a corrida, estou treinando duas vezes por semana na academia e correndo todos os dias, sendo manhã e tarde.
Muhamed corre há 10 anos, sendo cinco como filiado à Federação Paulista de Atletismo e elogiou os organizadores pela iniciativa. Acho muito importante e gratificante o Sindeepres incentivar o esporte, trata-se de uma ótima prova e quero que muitas pessoas participem. A expectativa é que duas mil pessoas se reúnam no Parque do Carmo do dia primeiro de maio, para celebrar o dia do trabalho e para ganharem saúde correndo.
Além da corrida, haverá também uma caminhada de quatro quilômetros, em um circuito misto de asfalto e grama pelo interior do parque, e ambos os eventos terão largada às 9h, próximo ao lago, em frente ao prédio da administração. As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas diretamente na sede do Sindeepres, sito à Praça Padre Manoel da Nóbrega, 21 - primeiro andar.
Atletismo · 20 mar, 2007
A depressão é uma doença que tem se tornado comum entre os brasileiros. Seus sintomas vão de crises de choro a dores no estômago. O quadro dessa doença é muito variável, o que dificulta seu diagnóstico. Mas podemos afirmar uma coisa: independente do caso, correr é um dos melhores remédios.
Todo mundo já se sentiu triste alguma vez. Seja por ter perdido o emprego, ter brigado com o (a) namorado (a) ou porque o time do coração perdeu aquele título tão esperado. Até aí, normal. Só que tem gente que sente isso quase que diariamente. É então que deixa de ser um simples estado depressivo e passa a ser uma patologia.
A depressão é um transtorno do humor. A pessoa em depressão reage de forma inadequada a questões afetivas, por exemplo. Na vida, uma hora ganhamos, na outra, perdemos. O depressivo acha que só perde, explica o médico do esporte, Dr. Renato Romani.
É aí que entra em cena a prática de exercício físico. Segundo o Dr. Romani, a corrida é um coadjuvante importante no tratamento dessa doença. O papel da corrida é auxiliar no tratamento da depressão. Com o auxílio dela, posso diminuir a dose de um remédio, mas não tirá-lo totalmente.
Esse é um dos objetivos do antidepressivo, aumentar a produção desse hormônio. Quando corremos, nosso corpo libera um nível maior da serotonina, que é mais conhecido como o hormônio do humor, aquele que nos dá uma sensação de prazer, como quando comemos chocolate. Mas além do lado físico, tem também a contribuição do exercício para o lado psicológico. A corrida aumenta a auto-estima, mostra para o atleta que ele é capaz, ou seja, isso lhe estimulará a correr cada vez mais.
A eficácia da corrida é tão grande, que a Associação Médica Americana receita, como um remédio, a prática da mesma. Como quem corre segue uma planilha, quanto mais cansativa a carga, melhor para a depressão, afirma o médico.
Um dos fatores que mais desencadeiam a depressão é o estresse, principalmente nas cidades grandes. Por isso, aí vai uma dica do doutor: temos que conviver com o estresse de viver, que tal fazer isso com mais prazer?
No próximo domingo (18) acontece a edição 2007 da Corrida Cidade de Porto Alegre, prova que contará com uma corrida de 10 quilômetros; uma caminhada de cinco e uma corrida de três quilômetros para crianças. Essa é a segunda competição do ano do Circuito JJS de Corridas de Rua e faz parte das comemorações do 235º aniversário da cidade.
A prova contará também com uma categoria para portadores de necessidades especiais, incluindo cadeirantes; deficientes visuais; deficientes de membros inferiores e de membros superiores. Haverá premiação para a categoria geral; para as modalidades e para a elite.
O primeiro a cruzar a linha, tanto entre os homens quanto entre as mulheres, recebem R$ 500; os segundos R$ 300; os terceiros R$ 250; os quartos R$ 200 e os quintos R$ 150. Já os três melhores colocados por faixa etária recebem medalhas; assim como os dois melhores na categoria necessidades especiais.
Cadeirantes - A prefeitura de Porto Alegre vai oferecer aos cadeirantes tanto masculino quanto feminino R$ 500 para o primeiro lugar e R$ 300 para o segundo. Caso haja crianças portadoras de necessidades especiais entre os inscritos, haverá uma categoria à parte para elas, com medalhas para os dois primeiros colocados.
O percurso tem largada e chegada no Gasômetro e o tiro inicial está previsto para às 7h45 para a corrida infantil; 8h55 para a corrida especial e 9h para a corrida geral e caminhada. Os participantes da caminhada devem se posicionar na largada atrás dos participantes da Corrida Geral
As inscrições pela internet estão abertas até a próxima quinta-feira (15) e podem ser feitas através do site da JJS eventos, o www.jjseventos.com.br/inscricoes.htm , ou diretamente pelo Webrun.
Caminhada · 13 mar, 2007
No próximo domingo (18) acontece a edição 2007 da Corrida Cidade de Porto Alegre, prova que contará com uma corrida de 10 quilômetros; uma caminhada de cinco e uma corrida de três quilômetros para crianças. Essa é a segunda competição do ano do Circuito JJS de Corridas de Rua e faz parte das comemorações do 235º aniversário da cidade.
A prova contará também com uma categoria para portadores de necessidades especiais, incluindo cadeirantes; deficientes visuais; deficientes de membros inferiores e de membros superiores. Haverá premiação para a categoria geral; para as modalidades e para a elite.
O primeiro a cruzar a linha, tanto entre os homens quanto entre as mulheres, recebem R$ 500; os segundos R$ 300; os terceiros R$ 250; os quartos R$ 200 e os quintos R$ 150. Já os três melhores colocados por faixa etária recebem medalhas; assim como os dois melhores na categoria necessidades especiais.
Cadeirantes - A prefeitura de Porto Alegre vai oferecer aos cadeirantes tanto masculino quanto feminino R$ 500 para o primeiro lugar e R$ 300 para o segundo. Caso haja crianças portadoras de necessidades especiais entre os inscritos, haverá uma categoria à parte para elas, com medalhas para os dois primeiros colocados.
O percurso tem largada e chegada no Gasômetro e o tiro inicial está previsto para às 7h45 para a corrida infantil; 8h55 para a corrida especial e 9h para a corrida geral e caminhada. Os participantes da caminhada devem se posicionar na largada atrás dos participantes da Corrida Geral
As inscrições pela internet estão abertas até a próxima quinta-feira (15) e podem ser feitas através do site da JJS eventos, o www.jjseventos.com.br/inscricoes.htm , ou diretamente pelo Webrun.
Atletismo · 13 mar, 2007
O jornalista Marcelo André Carone, 27 anos, sofria de obesidade mórbida. Ele chegou a pesar mais de 160 kg e no início de 2005 se submeteu à cirurgia de redução do estômago. Normalmente quem passa por essa cirurgia tem um ano e meio para reduzir 40% do peso. Ou seja, Marcelo teria até meados deste ano para perder 65,2 Kg. Mas três meses após a cirurgia, o jornalista conseguiu perder 40 kg.
Um ano após a operação, ele já eliminou 75kg. Como isso aconteceu? Segundo Marcelo, a chave do sucesso está na determinação, disciplina e na corrida. Mas o desafio não foi tão fácil.
Nos três primeiros meses do pós-operatório, os novos magros (chamados pelos médicos), só podem caminhar. Passado esse período, estão liberados para qualquer atividade física. Marcelo, incentivado pelo irmão que também passou pela cirurgia, começou a treinar corrida. Sua primeira prova foi os 10km Unicsul em São Paulo, no ano passado. Ele correu cinco quilômetros em 32 minutos. De lá para cá, não larguei mais. Hoje corro, em média, uma ou duas provas por mês, diz.
O jovem costuma intercalar os treinos de corrida e musculação para evitar lesões e fadigas musculares. Ele corre de segunda-feira e quarta. Nos outros dias faz musculação, incluindo o sábado. Sem contar o futebol uma vez por semana e, até o mês passado, os ensaios na escola de samba, outra paixão dele. Comecei a fazer musculação este ano porque tenho um pouco de flacidez na região da barriga. Como morro de medo de cirurgia, capricho nas abdominais, afirma. Quem não sabe do passado dele, não diz que já foi obeso.
Segundo Marcelo, quando começou a correr, seu objetivo era somente terminar bem as provas. Hoje, mais experiente, ele vai além. Este ano vou correr uma meia maratona e também quero participar da Maratona de São Paulo.
A cirurgia do Marcelo foi, sem dúvida, um caso bem sucedido. Mas, segundo o Dr. Sizenando Ernesto de Lima Jr., que fez a operação, o sucesso se deve muito mais ao fator psicológico do que ao físico.
A cirurgia não muda a genética nem a cabeça do obeso. O sucesso está em a pessoa começar a pensar com a cabeça de um magro, afirma. O médico ainda explica que o obeso sofre da compulsão por comer. E, após a operação, essa compulsão deve-se transformar em algo benéfico para ele. Tudo em excesso faz mal. Mas precisamos transformar essa compulsão em algo que não seja a comida, nem drogas e álcool. Por isso, a atividade física é uma das melhores saídas, diz.
O cirurgião enfatiza que o primeiro e o segundo ano são os mais fáceis de manter a disciplina. Depois, complica. Aí a vantagem de ser ativo. A prática de exercícios, como a corrida, auxilia muito na manutenção, afirma.
Como funciona a cirurgia A cirurgia de redução de estômago consiste em diminuir o aparelho digestivo em 70%. Nos 30% que restam, é colocado um anel para lembrar o paciente da importância de uma boa mastigação. Caso isso não ocorra ou ele abuse da comida, os resultados são vômitos e até pedaços de alimentos entalados, que são retirados no hospital.
Uma pessoa que sofreu a intervenção cirúrgica deve tomar muito cuidado com doenças, como a anemia, já que todos os nutrientes devem ser consumidos, mas num número menor de refeições. Diferente de uma pessoa com 100% do aparelho digestivo, o ex-obeso consegue fazer, no máximo, quatro refeições diárias, sendo que uma delas deve ser algo bem leve, como uma fruta.
O objetivo da operação é aumentar o tempo e a qualidade de vida de quem sofre de obesidade. Hoje a expectativa de vida de quem está bem acima do peso é de 20% a menos do que quem está no seu peso normal.
As indicações cirúrgicas para o tratamento da obesidade mórbida são: peso corporal 45 kg acima do peso ideal, ou seja, Índice de Massa Corpórea (IMC) superior a 40, mantido por período mínimo de dois anos. Também são candidatos à cirurgia pessoas com IMC entre 35 e 40, caso apresentem manifestações graves de doenças associadas, porém reversíveis ou mais facilmente controláveis com a perda de peso, tais como: diabetes, hipertensão arterial e osteoartroses.
Já as contra-indicações da cirurgia, são quando o paciente tem dúvidas sobre as modificações que a redução do peso trará em sua vida, já que nesse sentido o indivíduo é soberano em sua decisão. Do ponto de vista médico está contra indicada nos portadores de alcoolismo, especialmente se já desenvolveram cirrose hepática, no usuário de drogas e em alguns distúrbios psiquiátricos.
Atletismo · 08 mar, 2007
Algumas mulheres, quando engravidam, acham que não podem fazer mais exercício físico. Mas se enganam. Elas não só podem como devem se exercitar. E acreditem, correr durante a gestão só traz benefícios para a saúde da gestante e do bebê.
Gravidez não é doença, enfatiza o personal trainer pós-graduado em fisiologia do exercício, Renato Augusto Francisco. Segundo Renato, a mulher pode treinar até o último mês de gestação, mas tem que tomar alguns cuidados. O principal cuidado a ser tomado é com quedas, afirma. Por isso, ele diz que caminhar ou correr na água é o mais recomendado, porque reduz o impacto, aumenta a queima calórica e a resistência e auxilia a respiração.
Nos três primeiros meses, época em que o feto está em formação, recomenda-se exercícios de intensidade leve. A intensidade não pode ser muito alta nesses meses de gestação para que não eleve a pressão arterial da atleta, explica o personal. Após esse período, a intensidade pode ser aumentada, gradativamente. É importante lembrar que a mulher deve ter um acompanhamento maior e mais específico durante a gravidez, afinal, o treinador deve levar em conta que serão duas pessoas correndo.
Além da corrida ou caminhada, as gestantes devem fazer muito alongamento, e fortalecimento, principalmente da lombar. O ideal é que a mulher engorde um quilo ou pouco mais por mês. Ou seja, no final da gravidez o correto é estar de 9 a 12 kg a mais que seu peso normal, explica Renato.
Os benefícios da corrida para as gestantes são os mesmos que para as não gestantes, que também verão resultado na hora do parto. Como a resistência física dessas mulheres é maior, o parto tende a ser mais tranqüilo do que para as sedentárias, afirma Renato.
Outro fator beneficiado pela corrida é a depressão pós-parto. Não há estudos científicos que comprovem a diminuição ou até mesmo a não manifestação da depressão pós-parto em mulheres que praticam exercícios. Mas os exercícios liberam a endorfina, antidepressivo natural, explica Renato. Com isso, pode-se concluir que a probabilidade de uma atleta ter uma depressão é bem menor.
E não são só as mamães que ganham com a prática de atividades físicas. O bebê está em comunicação direta com a mulher, ou seja, quanto melhor a saúde da mãe, mais saudável será o filho.
Caminhada · 08 mar, 2007
Confira a história da corredora de elite Marily dos Santos, que nasceu, como ela mesmo diz, no meio do mato, começou a correr por ser muito ativa e hoje desponta como um dos principais nomes do esporte brasileiro.
Ao conversar com essa simpática figura, o sotaque logo mostra que Marily vem da região nordeste do Brasil. Natural de Joaquim Gomes, cidade a 71 km de Maceió, ela trabalhou na roça com os pais durante a infância e adolescência e, mesmo sem perceber, a corrida já fazia parte de sua vida. Quando eu tinha uns três ou quatro anos, eu já corria em vez de andar. Eu ia comprar um sabão, por exemplo, e não conseguia ir caminhando, ia correndo, comenta.
Ao perceber que ela tinha essa inquietação, seus familiares sem querer acabaram incentivando a jovem a correr ainda mais. Tudo quanto era recado o pessoal me mandava entregar, lembra. E durante toda a infância Marily correu pelas lavouras até que foi convidada por seu primo, José Carlos Santana, para correr uma prova em Maceió.
José Carlos é atleta profissional, conquistou três vezes a Maratona do Rio de Janeiro, uma medalha de prata no Pan de Cuba, em 1981 e colocou a prima para correr 10 quilômetros com várias atletas de renome na região. Tinha mais ou menos 300 atletas, entre homens e mulheres e eu obtive o quarto lugar na geral, lembra com satisfação.
Correndo em definitivo - Depois desse dia ela começou a pegar gosto pelo esporte e, mais uma vez por incentivo do primo, participou de uma prova de 17 quilômetros. Depois dessa prova eu fiquei toda dolorida e pensei comigo mesma que não ia correr mais. Mas, meu coração ficava dizendo para eu correr e comecei a participar de corridas em várias cidades. A partir daí ela resolveu definitivamente que trocaria a roça pelas pistas.
Aos 19 anos, Marily se mudou com José Carlos para Juazeiro, com o intuito de treinarem juntos. Na minha família todos gostaram da idéia, menos meu pai. Como o único corredor que ele conhecia era meu primo, achou que corrida não era coisa para mulher. Mas depois ele entendeu, lembra. Diferentemente do pai, os homens com quem ela encontrava nas provas sempre a aplaudiam e alguns até se animavam em incentivar as irmãs para entrar no meio e seguir o exemplo de Marily.
Quando ela começou a treinar com o primo, ele logo percebeu que não seria a pessoa mais indicada para orientá-la, pois não era professor de educação física, então resolveu apresentá-la para um treinador em Salvador (BA). A partir daí eu comecei a treinar todos os dias e fui evoluindo até chegar entre as primeiras, lembra com orgulho.
Hoje, aos 30 anos de idade, sendo 10 como profissional, ela diz que encontrou mais vitórias do que derrotas na carreira, mas que as derrotas serviram para que ela levantasse a cabeça e seguisse em frente. Ela também se diz contente por não ter tido lesões nesse período, que a afastasse das competições. Já senti uns cansaços, pois ninguém é de ferro, mas lesão graças a Deus nunca tive e só tenho a agradecer, comenta.
Marily ostenta no currículo o título da Meia Maratona de João Pessoa, o campeonato Ibero-americano no Uruguai, a medalha de prata nos cinco mil metros do Troféu Brasil de Atletismo 2006; o campeonato da Corrida de São Sebastião de 2005, entre outras marcas. Para chegar até esses títulos ela contou com o apoio de várias pessoas e entidades, que a patrocinaram.
Quem não tem patrocínio gasta a maior parte dos prêmios em dinheiro conquistados em si mesmo, com inscrição, tênis e roupa. O meu primeiro patrocínio foi a Belgo, empresa de ferro, há quatro anos atrás e logo depois veio a Mizuno, que é um bom patrocínio e sempre paga o salário direitinho, afirma.
Sonho - Atualmente ela mora na Bahia com seu marido e treinador Gilmário Mendes e sempre que pode ajuda os pais que moram em Alagoas. A cada seis meses eu vou para lá e já consegui comprar uma casa para minha mãe. Especialista nos cinco e 10 quilômetros, ela diz que atualmente o grande sonho é o mesmo da maioria dos corredores de elite: disputar o Pan do Rio. Vou tentar fazer o tempo mais baixo que puder. O tempo dos cinco mil metros atual é 16min30, então quero fazer 15min50 para garantir, explica.
E, para tentar a vaga, ela usará o calor como benefício, isso porque enquanto algumas pessoas reclamam das altas temperaturas, ela diz que prefere correr nessas condições. Estou acostumada com o calor, então pode botar sol para mim, igual na lavoura, brinca.
Atletismo · 05 mar, 2007
Acredito ser unânime a opinião de que toda e qualquer lesão é algo negativo, pois impede o atleta de continuar correndo e participando de provas, além de ser um estado doloroso e desagradável. Todavia, muitos companheiros da corrida treinam sem considerar aspectos importantes para reduzir o risco de que alguma lesão apareça.
Quando falamos sobre lesões, o termo mais correto para utilizarmos é exatamente esse: risco de aparecimento, isto é, por mais cuidadosos ou negligentes que sejamos, não podemos garantir que nenhuma lesão ocorrerá nem tampouco que a mesma se instalará. O máximo que podemos fazer é aumentar ou diminuir a probabilidade de nos machucarmos. De qualquer modo, vamos abordar alguns fatores que estão comprovadamente associados à REDUÇÃO no aparecimento de lesões, sendo eles:
Em resumo, se você quer manter-se em forma e sem lesões, pode começar a alongar mais e investir em aperfeiçoar sua técnica de corrida. Mãos à obra!
A corrida é uma das modalidades mais baratas para se praticar. Um bom par de tênis, além da vontade, é a chave para se iniciar no esporte. Mas nem sempre os calçados de corrida são baratos.
Atualmente existem no mercado tênis que custam cerca de R$500. Muitos se perguntam se é necessário investir uma quantia dessa para rodar pelas ruas das cidades. A resposta correta seria: não necessariamente.
O tênis é uma ferramenta importante porque pode prevenir lesões. Mas o modelo mais caro, que pode ser ideal para alguns, não é tão bom para outros. Isso porque, cada corredor tem um tipo de pisada e uma característica diferente dos pés e pernas. Essas características devem ser levadas em conta na hora de comprar o calçado.
Além disso, o quesito estética também é levado em conta. Ao entrar numa loja, o esportista deve colocar todos esses tópicos na balança. Por isso, o Webrun preparou o Guia do Tênis 2007.
Antes de ver os novos modelos, descubra o seu tipo de pisada, só assim você poderá escolher o tênis ideal para seus pés:
Pisada neutra: onde se inicia o contato com o solo do lado externo do calcanhar e então ocorre uma rotação moderada para dentro, terminando a passada no centro da planta do pé.
Pisada pronadora: onde a pisada também se inicia do lado externo do calcanhar, ou algumas vezes um pouco mais para a parte interna, para então ocorrer uma rotação acentuada do pé para dentro, terminando a passada perto do dedão.
Pisada supinadora: onde a pisada inicia no calcanhar do lado externo e se mantêm o contato do pé com o solo do lado externo, terminando a pisada na base do dedinho.
Como identifico o tipo de pisada? Se o corredor não sabe qual tipo de pisada possui, existem algumas formas para descobrir a passada. A mais simples pode ser feita em casa. Basta pegar um calçado usado e analisar a sola. Segundo a fisiologista Eliana Beretta, o corredor deve olhar o desgaste na planta do pé. Se este desgaste ocorrer no centro da planta do pé a pessoa apresenta tendência a pisada neutra; se este desgaste ocorrer do lado interno na planta do pé a pessoa tem tendência a pronação; se este desgaste ocorrer do lado de fora na planta do pé a pessoa apresenta tendência a supinação, conta.
Para um resultado mais preciso aconselha-se fazer o exame baropodométrico. O teste é feito através de uma palmilha composta de filetes computadorizados que identificam os pontos de maior tensão da pisada e transmitem os dados para um computador.
O teste com a palmilha minimiza a margem de erro porque avalia a pisada da pessoa com o tênis, ao contrário de alguns testes que são feitos com pé descalço. Isso porque, a palmilha analisa a característica do pé dentro do calçado em momentos distintos, ou seja, quando a pessoa está parada, quando está caminhado e por fim correndo, conta Felipe Machado, fisioterapeuta do Instituto do Esporte.
- Adidas Supernova CTL 9: modelo usa a tecnologia NoSeam, que elimina a necessidade de costuras e conseqüentemente o torna mais leve e mais confortável, prevenindo o aparecimento de bolhas e irritações.
Cores:
Masculino: branco/prata/verde; branco/prata/azul; cinza/prata/azul
Preço médio: R$349,90
- Adidas adiStar CTL 4: indicado para pronação excessiva. Sua entressola se adapta a todos os tipos de solo. Além disso, o modelo usa palmilha antimicrobial Ortholite.
Cores:
Masculino: branco/verde/preto
Feminino: branco/vermelho/preto
Preço médio: R$449,90
- Adidas adizero Kaha: sua principal característica é a leveza, 180 gramas. Por isso é indicado para quem busca velocidade. Traz ainda tecnologia QuickStrike e design ClimaCool (ventilação 360º através de todo o seu pé).
Cores:
Masculino: branco/vermelho/preto; preto/amarelo
Preço médio: R$299,90
- Asics Gel Kayano 13: o modelo oferece equilíbrio entre amortecimento e estabilidade. De acordo com a marca, a entressola em Solyte é mais leve que o modelo antecessor, além de possuir a tecnologia IGS, responsável por uma pisada mais natural.
Cores:
Masculino - branco / prata / royal; cinza / preto / vermelho, branco / preto, branco / prata / verde, cinza / chumbo / laranja.
Feminino - branco / bege / marrom; branco / prata / dourado; branco / prata / azul celeste; branco / prata / limão.
Preço médio: R$499,90
- Asics Gel DS Trainer 12: é indicado para treinamento de alta performance. Segundo a empresa, muitos triathletas buscam esse calçado. O sistema de amortecimento é feito por gel que garante absorção de impacto na fase de contato e propulsão.
Cores:
Masculino: branco / verde limão / preto; branco / preto / vermelho.
Feminino: branco / prata / maça verde.
Preço médio: R$399,90
- Asics GT 2120: escolhido entre 2005 e 2006, pela Runner´s World, como o melhor tênis de corrida. O novo modelo é 10% mais leve que o anterior e continua com sua principal característica: a estabilidade.
Cores:
Masculino: branco / marinho / dourado; branco / prata / Royal; preto / prata; prata / preto / dourado.
Feminino: branco / prata / azul gelo; branco / prata / marinho; preto / preto / prata; prata / branco / rosa.
Preço médio: R$399,90
- Mizuno Wave Nirvana 3: indicado para pronação leve. De acordo com a empresa, o lançamento ganhou fôrma e solado mais largos, proporcionando maior estabilidade, conforto e encaixe ideal do pé no calçado.
Cores:
Masculino: branco/amarelo/marinho e branco/preto/vermelho.
Feminino: branco/azul-esmalte/marinho e branco/rosa/marinho.
Preço médio: R$499
- Nike Air Structure Triax X: usa a tecnologias Crash Pad no calcanhar. Esta reduz o efeito de pronação bem como a carga originada pelo peso durante a passada. Além disso, também possui o sistema Rideliner para maior conforto e absorção de impacto.
Cores:
Masculino: vermelho/ preto/ branco/ prata.
Feminino: azul-claro/ azul-escuro/ branco/ prata.
Preço médio: R$429,90
- Adidas adiStar CSH5: sua sola e entressola usam a tecnologia adiPRENE que oferece proteção contra impactos. Além disso, também usa adiPRENE+ para impulsão e eficiência da parte da frente do calçado.
Cores:
Masculino: cinza/verde/preto.
Feminino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.
Preço médio: R$449,90
- Adidas Supernova CSH6: seu cabedal permite 360º de refletividade para segurança em condições de baixa luminosidade. Também possui sola de borracha expandida para leveza, aderência e amortecimento.
Cores:
Masculino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.
Feminino: cinza/azul/prata; cinza/rosa/prata.
Preço médio: R$349,90
- Adidas adizero LT+: modelo unissex, leve e indicado para competições. Pesa 180 gramas.
Cores:
Masculino: preto/ vermelho.
Preço médio: R$399,90
- Fila Flow Asylum: calçado indicado para treinamento e competição. Conta com as tecnologias Flow e Supewraction, que ajudam na transpiração e amortecimento de impactos.
Cores:
Masculino: dourado/ branco e laranja/ prata branco
Feminino: prata/ verde-limão/ branco
Preço médio: R$269,90
- Fila Illusione: de acordo com a marca, o modelo é leve e possui reforço na lateral e na biqueira, o que o torna mais resistente. O solado possui barra antitorção e sua entressola possui tecnologia 3 Action, maior absorção de impacto.
Cores:
Masculino: branco/preto/vermelho; branco/marinho; grafite/laranja; preto/vermelho e preto/dourado.
Preço médio: R$169,90
- Fila Mistero: seu cabedal é confeccionado em material sintético de alta durabilidade, com "furinhos" na lateral que auxiliam na transpiração permitindo bem estar e maior desempenho do atleta.
Cores:
Masculino: prata/grafite; branco/fume; branco/prata/preto.
Preço médio: R$329,90
- Kappa Foster: com solado de borracha natural e entressola interna de EVA, o Foster é indicado para corridas e caminhadas. Possui design italiano e amortecimento com estabilidade e máxima resposta aos impactos da corrida.
Cores:
Masculino: prata/vermelho/preto; grafite/preto e prata/branco/azul/grafite.
Feminino: prata/branco/rosa e branco/verde/prata.
Preço médio: R$249,90
- Kappa Spinta: o modelo unissex é indicado para treinamentos, corridas e uso diário. O Spinta é confeccionado em malha dupla frontura, proporcionando maior transpirabilidade.
Cores:
Masculino: preto/prata; cinza/prata/vermelho; grafite/prata/azul e branco/prata/marinho.
Feminino: branco/prata/rosa e cinza/prata/celeste.
Preço médio: R$229,90
- Kappa Akyron: cabedal composto por malha transpirável e material sintético proporcionando maior estabilidade e leveza. Entressola em EVA moldado por compressão e solado bicolor de borracha natural.
Cores:
Masculino: branco/azul e preto/prata.
Feminino: cinza/prata.
Preço médio: R$149,90
- Nike Air Zoom Vomero: possui sistema de amortecimento Air Zoom em toda sola. Essa tecnologia permite uma resposta rápida de movimentos durante a passada. Além disso, tem placa de rigidez que evita torções.
Cores:
Masculino: azul-escuro/ prata
Preço médio: R$499,90
- Nike Air Pegasus: modelo permite boa ventilação nos pés e também possui sistema de amortecimento air encapsulado em toda extensão do calçado.
Cores:
Masculino: branco/ vermelho/ prata.
Feminino: branco/ azul/ prata.
Preço médio: R$499,90
- Try On Atlanta: marca especializada em calçados de trekking, agora possui uma linha running. Segundo a empresa, o Atlanta usa tecnologia EY3, confeccionada em material de alta qualidade, que oferece excelente memória e durabilidade ao calçado.
Cores:
Masculino: cinza/marinho; preto/grafite e branco/vermelho.
Preço médio: R$154,90
Triathlon - O Adidas Climacool Kona é indicado para performance de triathletas. O calçado não tem cadarço para um calce anatômico e mais rápido. Além disso, traz a tecnologia ClimaCool para maior leveza e ventilação. O tênis custa em média R$299,90.
Feito sob medida - A Sprint Tênis fabrica modelos de acordo com a necessidade do atleta. O corredor pode escolher cor, tipo de pisada, entre outros. Além disso, o calçado é indicado para ultramaratonistas, ou melhor, pessoas que percorrem longas distâncias. De acordo com o fabricante, cada tênis pesa em média 200 gramas e evita bolhas.
Onde encontrar - Todos os modelos de tênis apresentados nesse Guia podem ser encontrados nas melhores lojas esportivas do país. Já os tênis da Sprint Tênis devem ser encomendados pelo site: www.asprinttenis.com.br. Mais informações na seção Serviços do Webrun.
Atletismo · 01 mar, 2007
A corrida é uma das modalidades mais baratas para se praticar. Um bom par de tênis, além da vontade, é a chave para se iniciar no esporte. Mas nem sempre os calçados de corrida são baratos.
Atualmente existem no mercado tênis que custam cerca de R$500. Muitos se perguntam se é necessário investir uma quantia dessa para rodar pelas ruas das cidades. A resposta correta seria: não necessariamente.
O tênis é uma ferramenta importante porque pode prevenir lesões. Mas o modelo mais caro, que pode ser ideal para alguns, não é tão bom para outros. Isso porque, cada corredor tem um tipo de pisada e uma característica diferente dos pés e pernas. Essas características devem ser levadas em conta na hora de comprar o calçado.
Além disso, o quesito estética também é levado em conta. Ao entrar numa loja, o esportista deve colocar todos esses tópicos na balança. Por isso, o Webrun preparou o Guia do Tênis 2007.
Antes de ver os novos modelos, descubra o seu tipo de pisada, só assim você poderá escolher o tênis ideal para seus pés:
Pisada neutra: onde se inicia o contato com o solo do lado externo do calcanhar e então ocorre uma rotação moderada para dentro, terminando a passada no centro da planta do pé.
Pisada pronadora: onde a pisada também se inicia do lado externo do calcanhar, ou algumas vezes um pouco mais para a parte interna, para então ocorrer uma rotação acentuada do pé para dentro, terminando a passada perto do dedão.
Pisada supinadora: onde a pisada inicia no calcanhar do lado externo e se mantêm o contato do pé com o solo do lado externo, terminando a pisada na base do dedinho.
Como identifico o tipo de pisada? Se o corredor não sabe qual tipo de pisada possui, existem algumas formas para descobrir a passada. A mais simples pode ser feita em casa. Basta pegar um calçado usado e analisar a sola. Segundo a fisiologista Eliana Beretta, o corredor deve olhar o desgaste na planta do pé. Se este desgaste ocorrer no centro da planta do pé a pessoa apresenta tendência a pisada neutra; se este desgaste ocorrer do lado interno na planta do pé a pessoa tem tendência a pronação; se este desgaste ocorrer do lado de fora na planta do pé a pessoa apresenta tendência a supinação, conta.
Para um resultado mais preciso aconselha-se fazer o exame baropodométrico. O teste é feito através de uma palmilha composta de filetes computadorizados que identificam os pontos de maior tensão da pisada e transmitem os dados para um computador.
O teste com a palmilha minimiza a margem de erro porque avalia a pisada da pessoa com o tênis, ao contrário de alguns testes que são feitos com pé descalço. Isso porque, a palmilha analisa a característica do pé dentro do calçado em momentos distintos, ou seja, quando a pessoa está parada, quando está caminhado e por fim correndo, conta Felipe Machado, fisioterapeuta do Instituto do Esporte.
- Adidas Supernova CTL 9: modelo usa a tecnologia NoSeam, que elimina a necessidade de costuras e conseqüentemente o torna mais leve e mais confortável, prevenindo o aparecimento de bolhas e irritações.
Cores:
Masculino: branco/prata/verde; branco/prata/azul; cinza/prata/azul
Preço médio: R$349,90
- Adidas adiStar CTL 4: indicado para pronação excessiva. Sua entressola se adapta a todos os tipos de solo. Além disso, o modelo usa palmilha antimicrobial Ortholite.
Cores:
Masculino: branco/verde/preto
Feminino: branco/vermelho/preto
Preço médio: R$449,90
- Adidas adizero Kaha: sua principal característica é a leveza, 180 gramas. Por isso é indicado para quem busca velocidade. Traz ainda tecnologia QuickStrike e design ClimaCool (ventilação 360º através de todo o seu pé).
Cores:
Masculino: branco/vermelho/preto; preto/amarelo
Preço médio: R$299,90
- Asics Gel Kayano 13: o modelo oferece equilíbrio entre amortecimento e estabilidade. De acordo com a marca, a entressola em Solyte é mais leve que o modelo antecessor, além de possuir a tecnologia IGS, responsável por uma pisada mais natural.
Cores:
Masculino - branco / prata / royal; cinza / preto / vermelho, branco / preto, branco / prata / verde, cinza / chumbo / laranja.
Feminino - branco / bege / marrom; branco / prata / dourado; branco / prata / azul celeste; branco / prata / limão.
Preço médio: R$499,90
- Asics Gel DS Trainer 12: é indicado para treinamento de alta performance. Segundo a empresa, muitos triathletas buscam esse calçado. O sistema de amortecimento é feito por gel que garante absorção de impacto na fase de contato e propulsão.
Cores:
Masculino: branco / verde limão / preto; branco / preto / vermelho.
Feminino: branco / prata / maça verde.
Preço médio: R$399,90
- Asics GT 2120: escolhido entre 2005 e 2006, pela Runner´s World, como o melhor tênis de corrida. O novo modelo é 10% mais leve que o anterior e continua com sua principal característica: a estabilidade.
Cores:
Masculino: branco / marinho / dourado; branco / prata / Royal; preto / prata; prata / preto / dourado.
Feminino: branco / prata / azul gelo; branco / prata / marinho; preto / preto / prata; prata / branco / rosa.
Preço médio: R$399,90
- Mizuno Wave Nirvana 3: indicado para pronação leve. De acordo com a empresa, o lançamento ganhou fôrma e solado mais largos, proporcionando maior estabilidade, conforto e encaixe ideal do pé no calçado.
Cores:
Masculino: branco/amarelo/marinho e branco/preto/vermelho.
Feminino: branco/azul-esmalte/marinho e branco/rosa/marinho.
Preço médio: R$499
- Nike Air Structure Triax X: usa a tecnologias Crash Pad no calcanhar. Esta reduz o efeito de pronação bem como a carga originada pelo peso durante a passada. Além disso, também possui o sistema Rideliner para maior conforto e absorção de impacto.
Cores:
Masculino: vermelho/ preto/ branco/ prata.
Feminino: azul-claro/ azul-escuro/ branco/ prata.
Preço médio: R$429,90
- Adidas adiStar CSH5: sua sola e entressola usam a tecnologia adiPRENE que oferece proteção contra impactos. Além disso, também usa adiPRENE+ para impulsão e eficiência da parte da frente do calçado.
Cores:
Masculino: cinza/verde/preto.
Feminino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.
Preço médio: R$449,90
- Adidas Supernova CSH6: seu cabedal permite 360º de refletividade para segurança em condições de baixa luminosidade. Também possui sola de borracha expandida para leveza, aderência e amortecimento.
Cores:
Masculino: cinza/prata/laranja; grafite/laranja/prata; grafite/laranja; marinho/amarelo/preto.
Feminino: cinza/azul/prata; cinza/rosa/prata.
Preço médio: R$349,90
- Adidas adizero LT+: modelo unissex, leve e indicado para competições. Pesa 180 gramas.
Cores:
Masculino: preto/ vermelho.
Preço médio: R$399,90
- Fila Flow Asylum: calçado indicado para treinamento e competição. Conta com as tecnologias Flow e Supewraction, que ajudam na transpiração e amortecimento de impactos.
Cores:
Masculino: dourado/ branco e laranja/ prata branco
Feminino: prata/ verde-limão/ branco
Preço médio: R$269,90
- Fila Illusione: de acordo com a marca, o modelo é leve e possui reforço na lateral e na biqueira, o que o torna mais resistente. O solado possui barra antitorção e sua entressola possui tecnologia 3 Action, maior absorção de impacto.
Cores:
Masculino: branco/preto/vermelho; branco/marinho; grafite/laranja; preto/vermelho e preto/dourado.
Preço médio: R$169,90
- Fila Mistero: seu cabedal é confeccionado em material sintético de alta durabilidade, com "furinhos" na lateral que auxiliam na transpiração permitindo bem estar e maior desempenho do atleta.
Cores:
Masculino: prata/grafite; branco/fume; branco/prata/preto.
Preço médio: R$329,90
- Kappa Foster: com solado de borracha natural e entressola interna de EVA, o Foster é indicado para corridas e caminhadas. Possui design italiano e amortecimento com estabilidade e máxima resposta aos impactos da corrida.
Cores:
Masculino: prata/vermelho/preto; grafite/preto e prata/branco/azul/grafite.
Feminino: prata/branco/rosa e branco/verde/prata.
Preço médio: R$249,90
- Kappa Spinta: o modelo unissex é indicado para treinamentos, corridas e uso diário. O Spinta é confeccionado em malha dupla frontura, proporcionando maior transpirabilidade.
Cores:
Masculino: preto/prata; cinza/prata/vermelho; grafite/prata/azul e branco/prata/marinho.
Feminino: branco/prata/rosa e cinza/prata/celeste.
Preço médio: R$229,90
- Kappa Akyron: cabedal composto por malha transpirável e material sintético proporcionando maior estabilidade e leveza. Entressola em EVA moldado por compressão e solado bicolor de borracha natural.
Cores:
Masculino: branco/azul e preto/prata.
Feminino: cinza/prata.
Preço médio: R$149,90
- Nike Air Zoom Vomero: possui sistema de amortecimento Air Zoom em toda sola. Essa tecnologia permite uma resposta rápida de movimentos durante a passada. Além disso, tem placa de rigidez que evita torções.
Cores:
Masculino: azul-escuro/ prata
Preço médio: R$499,90
- Nike Air Pegasus: modelo permite boa ventilação nos pés e também possui sistema de amortecimento air encapsulado em toda extensão do calçado.
Cores:
Masculino: branco/ vermelho/ prata.
Feminino: branco/ azul/ prata.
Preço médio: R$499,90
- Try On Atlanta: marca especializada em calçados de trekking, agora possui uma linha running. Segundo a empresa, o Atlanta usa tecnologia EY3, confeccionada em material de alta qualidade, que oferece excelente memória e durabilidade ao calçado.
Cores:
Masculino: cinza/marinho; preto/grafite e branco/vermelho.
Preço médio: R$154,90
Triathlon - O Adidas Climacool Kona é indicado para performance de triathletas. O calçado não tem cadarço para um calce anatômico e mais rápido. Além disso, traz a tecnologia ClimaCool para maior leveza e ventilação. O tênis custa em média R$299,90.
Feito sob medida - A Sprint Tênis fabrica modelos de acordo com a necessidade do atleta. O corredor pode escolher cor, tipo de pisada, entre outros. Além disso, o calçado é indicado para ultramaratonistas, ou melhor, pessoas que percorrem longas distâncias. De acordo com o fabricante, cada tênis pesa em média 200 gramas e evita bolhas.
Onde encontrar - Todos os modelos de tênis apresentados nesse Guia podem ser encontrados nas melhores lojas esportivas do país. Já os tênis da Sprint Tênis devem ser encomendados pelo site: www.asprinttenis.com.br. Mais informações na seção Serviços do Webrun.
Treinamento · 02 jul, 2026
Maratona · 01 jul, 2026
Tecnologia · 01 jul, 2026