Caminhada

Malhar para correr melhor

Antigamente, quando se falava em aliar musculação à corrida, muitos profissionais torciam o nariz. Existia o tabu de que a musculação, pelo fato do ganho da massa muscular, atrapalhava no desempenho dos atletas que corriam. Mas isso é passado. Hoje, o que se sabe é que um bom treino de musculação somado à corrida, só traz benefícios aos atletas.

A musculação, além de trabalhar como o próprio nome diz, a musculatura, também fortalece as articulações e os ligamentos, fazendo com que a probabilidade de lesões diminua durante a corrida. “A performance da musculação não se transforma na performance da corrida, mas age indireta e positivamente”, explica o professor de musculação e personal trainner, Tiago Tunes Gomes.

“O fato da musculação dar mais força ao atleta faz com que o mesmo tenha uma economia de energia durante as provas”, conta. Um atleta que pesa 80 quilos, por exemplo, e pratica musculação, consegue carregar esses 80 quilos durante a corrida muito melhor do que um atleta do mesmo peso, mas que não malha.

Quando falamos em correr, uma das primeiras coisas que nos vêem à cabeça é força nas pernas. Sem dúvida, malhar os membros inferiores é importantíssimo nessa modalidade. Porém, só isso não resulta numa boa performance. É preciso trabalhar o corpo todo. As regiões do abdômen e dorsal, por exemplo, são importantes para a estabilização na hora da corrida.

Como as pessoas têm objetivos diferentes, cada musculação deve seguir esse objetivo. E é por isso, que a busca por um profissional qualificado é fundamental. “Uma boa musculação é composta de um grupo de exercícios que varia de acordo com o que cada um busca”, diz Tiago.

Um dos cuidados a ser tomado é ir com calma com o excesso de treino para não fadigar os músculos e causar lesões. “O mais indicado é pegar mais leve nos treinos no dia em que vai correr. E, para quem tem mais tempo, intercalar os treinos de musculação com os de corrida”, explica o personal.

E não se esqueça: faça sempre um bom alongamento antes e depois da prática de qualquer exercício físico.


Malhar para correr melhor

Atletismo · 01 maio, 2007

Antigamente, quando se falava em aliar musculação à corrida, muitos profissionais torciam o nariz. Existia o tabu de que a musculação, pelo fato do ganho da massa muscular, atrapalhava no desempenho dos atletas que corriam. Mas isso é passado. Hoje, o que se sabe é que um bom treino de musculação somado à corrida, só traz benefícios aos atletas.

A musculação, além de trabalhar como o próprio nome diz, a musculatura, também fortalece as articulações e os ligamentos, fazendo com que a probabilidade de lesões diminua durante a corrida. “A performance da musculação não se transforma na performance da corrida, mas age indireta e positivamente”, explica o professor de musculação e personal trainner, Tiago Tunes Gomes.

“O fato da musculação dar mais força ao atleta faz com que o mesmo tenha uma economia de energia durante as provas”, conta. Um atleta que pesa 80 quilos, por exemplo, e pratica musculação, consegue carregar esses 80 quilos durante a corrida muito melhor do que um atleta do mesmo peso, mas que não malha.

Quando falamos em correr, uma das primeiras coisas que nos vêem à cabeça é força nas pernas. Sem dúvida, malhar os membros inferiores é importantíssimo nessa modalidade. Porém, só isso não resulta numa boa performance. É preciso trabalhar o corpo todo. As regiões do abdômen e dorsal, por exemplo, são importantes para a estabilização na hora da corrida.

Como as pessoas têm objetivos diferentes, cada musculação deve seguir esse objetivo. E é por isso, que a busca por um profissional qualificado é fundamental. “Uma boa musculação é composta de um grupo de exercícios que varia de acordo com o que cada um busca”, diz Tiago.

Um dos cuidados a ser tomado é ir com calma com o excesso de treino para não fadigar os músculos e causar lesões. “O mais indicado é pegar mais leve nos treinos no dia em que vai correr. E, para quem tem mais tempo, intercalar os treinos de musculação com os de corrida”, explica o personal.

E não se esqueça: faça sempre um bom alongamento antes e depois da prática de qualquer exercício físico.

Veja as opiniões dos amadores na Corrida Graacc e conheça um pouco sobre a entidade

Entre os cinco mil corredores que estiveram presentes na manhã desse domingo em São Paulo na Corrida e Caminhada Graacc, a grande maioria era composta por atletas amadores, que participaram por lazer e para garantir a qualidade de vida. Confira alguns depoimentos e conheça um pouco mais sobre a entidade que ajuda crianças e adolescentes com câncer.

São Paulo - O domingo amanheceu encoberto, o sol ameaçou aparecer na hora da prova e a baixa temperatura (16ºC), não foi um empecilho para que os atletas acordassem cedo e se dirigissem à Assembléia Legislativa, próximo ao Parque do Ibirapuera. Para espantar a preguiça, a música era agitada e o locutor animava os presentes a todo o momento.

Graziele Grandi diz que adorou a prova, principalmente pelo clima. “Fora algumas subidinhas, o percurso foi ótimo e o clima estava melhor do que a outra prova que corri, a Meia Maratona, onde estava bem calor”. Já Bruna Toscano, que assim como Graziele correu os quatro quilômetros, apenas endossou as palavras da amiga. “Correr com frio é muito mais gostoso do que com calor forte”.

Outra atleta que participou da prova de quatro quilômetros foi Alice Raquel Machado, da equipe AR4 Projeto Brasil. “A prova hoje foi boa e estou em ritmo de treinamento para a Nike 10k. Tinha bastante gente, com um pessoal bem animado e apenas na largada estava um pouco congestionado, mas o resto foi tranqüilo”.

Já Daniela Mucciolo, que participou da prova de 10 quilômetros, estava meio desanimada para correr, mas ao sentir a energia positiva na prova, ficou empolgada. “Eu estava meio cansada, pois fiquei em casa com meus dois filhos ontem e não estava com muita vontade de correr. Mas ao ver esse pessoal todo, não tem como não entrar no clima”.

Essa foi a sétima edição da competição, que teve o objetivo de arrecadar fundos para o Graacc, Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, entidade que tem o intuito de mobilizar e conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce e da necessidade do tratamento adequado para crianças e adolescentes com câncer. No evento diversas crianças atendidas pela entidade fizeram a festa durante a premiação, com as Meninas Super Poderosas, personagens de um desenho animado.

De acordo com o Dr. Sérgio Petrilli, superintendente geral da entidade, durante o ano são realizados diversos eventos para arrecadar fundos e cobrir o déficit mensal de R$ 800 mil, ocasionados pelo fato de 95% dos atendimentos serem de crianças do SUS (Sistema Único de Saúde). “Para equilibrar o orçamento temos diversas atividades durante o ano, além dos sócios que contribuem com doações mensais. Esse dinheiro é revertido em remédios, além de contribuir para que possamos oferecer um centro cirúrgico adequado e tratamentos de qualidade”, comenta.

Ainda de acordo com Sérgio, essa corrida ajuda a conscientizar as pessoas que 70% dos casos de câncer infantil podem ser curados, caso sejam diagnosticados de forma precoce. “Os sintomas iniciais são muito parecidos com as doenças infantis benignas, como a caxumba, por exemplo. Às vezes há uma demora muito grande para levar a criança no hospital e a doença chega muito avançada”. Segundo ele, esses eventos servem também para que as pessoas conheçam melhor o trabalho que eles realizam.

“Da mesma forma como acontece com a campanha do câncer de mama, as pessoas têm que se preocupar com os sintomas. Um caroço no pescoço, uma dor na perna ou uma barriga grande podem ser sinais do câncer e passar no médico pode ajudar na identificação precoce”, ressalta o superintendente e pediatra.

Serviço - Quem quiser saber mais sobre a organização, pode ligar para o telefone (11) 5080-8400, ou acessar o site www.graacc.org.br. Já quem desejar fazer uma doação, pode fazê-la sob qualquer quantia, no Banco Bradesco, agência 0548-7, Conta Corrente: 87087-0, CNPJ: 67 185 694/0001-50.


Veja as opiniões dos amadores na Corrida Graacc e conheça um pouco sobre a entidade

Caminhada · 29 abr, 2007

Entre os cinco mil corredores que estiveram presentes na manhã desse domingo em São Paulo na Corrida e Caminhada Graacc, a grande maioria era composta por atletas amadores, que participaram por lazer e para garantir a qualidade de vida. Confira alguns depoimentos e conheça um pouco mais sobre a entidade que ajuda crianças e adolescentes com câncer.

São Paulo - O domingo amanheceu encoberto, o sol ameaçou aparecer na hora da prova e a baixa temperatura (16ºC), não foi um empecilho para que os atletas acordassem cedo e se dirigissem à Assembléia Legislativa, próximo ao Parque do Ibirapuera. Para espantar a preguiça, a música era agitada e o locutor animava os presentes a todo o momento.

Graziele Grandi diz que adorou a prova, principalmente pelo clima. “Fora algumas subidinhas, o percurso foi ótimo e o clima estava melhor do que a outra prova que corri, a Meia Maratona, onde estava bem calor”. Já Bruna Toscano, que assim como Graziele correu os quatro quilômetros, apenas endossou as palavras da amiga. “Correr com frio é muito mais gostoso do que com calor forte”.

Outra atleta que participou da prova de quatro quilômetros foi Alice Raquel Machado, da equipe AR4 Projeto Brasil. “A prova hoje foi boa e estou em ritmo de treinamento para a Nike 10k. Tinha bastante gente, com um pessoal bem animado e apenas na largada estava um pouco congestionado, mas o resto foi tranqüilo”.

Já Daniela Mucciolo, que participou da prova de 10 quilômetros, estava meio desanimada para correr, mas ao sentir a energia positiva na prova, ficou empolgada. “Eu estava meio cansada, pois fiquei em casa com meus dois filhos ontem e não estava com muita vontade de correr. Mas ao ver esse pessoal todo, não tem como não entrar no clima”.

Essa foi a sétima edição da competição, que teve o objetivo de arrecadar fundos para o Graacc, Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, entidade que tem o intuito de mobilizar e conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce e da necessidade do tratamento adequado para crianças e adolescentes com câncer. No evento diversas crianças atendidas pela entidade fizeram a festa durante a premiação, com as Meninas Super Poderosas, personagens de um desenho animado.

De acordo com o Dr. Sérgio Petrilli, superintendente geral da entidade, durante o ano são realizados diversos eventos para arrecadar fundos e cobrir o déficit mensal de R$ 800 mil, ocasionados pelo fato de 95% dos atendimentos serem de crianças do SUS (Sistema Único de Saúde). “Para equilibrar o orçamento temos diversas atividades durante o ano, além dos sócios que contribuem com doações mensais. Esse dinheiro é revertido em remédios, além de contribuir para que possamos oferecer um centro cirúrgico adequado e tratamentos de qualidade”, comenta.

Ainda de acordo com Sérgio, essa corrida ajuda a conscientizar as pessoas que 70% dos casos de câncer infantil podem ser curados, caso sejam diagnosticados de forma precoce. “Os sintomas iniciais são muito parecidos com as doenças infantis benignas, como a caxumba, por exemplo. Às vezes há uma demora muito grande para levar a criança no hospital e a doença chega muito avançada”. Segundo ele, esses eventos servem também para que as pessoas conheçam melhor o trabalho que eles realizam.

“Da mesma forma como acontece com a campanha do câncer de mama, as pessoas têm que se preocupar com os sintomas. Um caroço no pescoço, uma dor na perna ou uma barriga grande podem ser sinais do câncer e passar no médico pode ajudar na identificação precoce”, ressalta o superintendente e pediatra.

Serviço - Quem quiser saber mais sobre a organização, pode ligar para o telefone (11) 5080-8400, ou acessar o site www.graacc.org.br. Já quem desejar fazer uma doação, pode fazê-la sob qualquer quantia, no Banco Bradesco, agência 0548-7, Conta Corrente: 87087-0, CNPJ: 67 185 694/0001-50.

Clima ajuda e cinco mil vão à corrida Graacc

Na manhã desse domingo cerca de cinco mil pessoas se reuniram na Assembléia Legislativa de São Paulo para a disputa da Corrida e Caminhada Graacc, prova organizada pela Corpore e que teve vitória de Elizabeth de Souza e Célio Falcão. Confira como foi a competição, que contou com distâncias de quatro e 10 quilômetros.

São Paulo - O clima ameno ajudou os corredores que desde as primeiras horas da manhã já se concentravam na área da prova. Após uma semana de muito calor e um sábado com um frio típico de inverno, antes do evento os digitais marcavam 16ºC, temperatura considerada agradável pelos participantes. Mesmo assim, todos capricharam no aquecimento e alongamento, coordenado por professores de educação física e pelo personagem Johnny Bravo.

Antes da largada houve uma homenagem ao piloto Ayrton Senna, que faleceu em primeiro de maio de 1994, um trágico domingo em que seu carro se chocou contra a curva Tamburello do circuito de Ímola, na Itália. Às 7h55 foi autorizada a largada para os portadores de necessidades especiais e às 8h para os demais corredores, ambos sob o som do “Tema da Vitória” ao fundo.

Logo de cara o atleta número 284 tomou a ponta e abriu uma diferença grande para os demais competidores, mas pouco antes de chegar à marca de um quilômetro, na entrada da Avenida República do Líbano, foi alcançado pelo pelotão que vinha atrás. Enquanto isso, entre as mulheres Elizabeth de Souza já começava a desenhar sua vitória, com Simone Alves em segundo e Ana Luiza Garcez, a Animal, em terceiro.

Pelotão na liderança - Na saída da Avenida República do Líbano e entrada da Pedro Alvarez Cabral, Adriano Bastos, Urias Yostaque de Lima, Célio Falcão e mais dois atletas da equipe Acrimet lideravam juntos, mas na passagem do quilômetro cinco, Bastos e Falcão se desvencilharam do grupo e passaram a protagonizar uma disputa particular. A metade da prova foi alcançada com o tempo de 15min27 e os dois correram na mesma passada até o quilômetro nove.

No último quilômetro, Célio usou suas últimas energias para dar um sprint, abrir em relação ao tetracampeão da Maratona da Disney e cruzar a linha de chegada na primeira colocação, seguido por Adriano com 31min06 e Caetano Joaquim dos Santos com 31min30.

Enquanto isso, na disputa feminina, Elisabete continuava a aumentar a distância para a segunda colocada Simone Alves da Silva, mas Animal, que inicialmente aparecia em terceiro, abandonou com dores na perna. Assim, com 36min19, Elisabete fixou sua vitória, seguida por Simone com 37min22 e Flaviana Ferreira Chung, com 39min11.

Após uma semana de treinos fortes, Adriano comenta que se surpreendeu com a resistência que teve. “Eu me senti bem até demais, pois vim de uma semana puxada na preparação para a Maratona de São Paulo. Fiz um longão de 28 quilômetros ontem e mesmo sabendo que estava forte a prova, resolvi ir até onde desse”. A partir do quilômetro oito ele sugeriu ao adversário que os dois chegassem juntos, de mãos dadas, mas a força de Falcão falou mais alto. “No quilômetro nove o Célio sentiu que podia ir mais, apertou e levou com uma diferença pequena. Para mim foi um tempo bom, dentro do que é o meu normal quando estou descansado, então é sinal de que estou numa fase muito boa”, ressalta.

Célio Falcão, por sua vez, reconhece que teve que se esforçar para vencer. “Foi difícil, pois o Adriano é um adversário bem forte, mas no final eu consegui ser mais rápido que ele”. Sobre a proposta de uma chegada diferente, de mãos dadas, ele comenta: “Ele falou isso, mas eu me senti bem e resolvi sair para a vitória”. O atleta correrá a prova em comemoração ao Dia do Trabalho, nessa terça-feira (1), no Parque do Carmo.

Após receber o troféu de campeã, Elisabeth comenta que gostou da prova. “Foi bom de correr, pois o tempo ajudou e o percurso não foi difícil. Saí na liderança e segurei um pouco o ritmo, pois vou para a prova do Sindeepres na terça-feira, hoje foi mais um treino”.

Mais impressões - Já Simone correu machucada, mas se diz contente com o resultado final. “Foi uma prova boa, já saí atrás e fui para garantir um bom resultado. Corri com dor nas costas, até pensei em encostar, mas resolvi seguir e garantir o segundo lugar”.

Quem também gostou da competição foi o cadeirante Fernando Aranha Rocha. “Aproveitei para promover a qualidade de vida entre os deficientes, já que essa prova dá esse suporte para nós e que tenho o apoio da ADD (Associação Desportiva para Deficientes) e do professor Mário Mello. O tempo estava uma delícia e fiz um tempo muito bom, como preparação para o Troféu Brasil, dia seis de maio na USP”.


Clima ajuda e cinco mil vão à corrida Graacc

Caminhada · 29 abr, 2007

Na manhã desse domingo cerca de cinco mil pessoas se reuniram na Assembléia Legislativa de São Paulo para a disputa da Corrida e Caminhada Graacc, prova organizada pela Corpore e que teve vitória de Elizabeth de Souza e Célio Falcão. Confira como foi a competição, que contou com distâncias de quatro e 10 quilômetros.

São Paulo - O clima ameno ajudou os corredores que desde as primeiras horas da manhã já se concentravam na área da prova. Após uma semana de muito calor e um sábado com um frio típico de inverno, antes do evento os digitais marcavam 16ºC, temperatura considerada agradável pelos participantes. Mesmo assim, todos capricharam no aquecimento e alongamento, coordenado por professores de educação física e pelo personagem Johnny Bravo.

Antes da largada houve uma homenagem ao piloto Ayrton Senna, que faleceu em primeiro de maio de 1994, um trágico domingo em que seu carro se chocou contra a curva Tamburello do circuito de Ímola, na Itália. Às 7h55 foi autorizada a largada para os portadores de necessidades especiais e às 8h para os demais corredores, ambos sob o som do “Tema da Vitória” ao fundo.

Logo de cara o atleta número 284 tomou a ponta e abriu uma diferença grande para os demais competidores, mas pouco antes de chegar à marca de um quilômetro, na entrada da Avenida República do Líbano, foi alcançado pelo pelotão que vinha atrás. Enquanto isso, entre as mulheres Elizabeth de Souza já começava a desenhar sua vitória, com Simone Alves em segundo e Ana Luiza Garcez, a Animal, em terceiro.

Pelotão na liderança - Na saída da Avenida República do Líbano e entrada da Pedro Alvarez Cabral, Adriano Bastos, Urias Yostaque de Lima, Célio Falcão e mais dois atletas da equipe Acrimet lideravam juntos, mas na passagem do quilômetro cinco, Bastos e Falcão se desvencilharam do grupo e passaram a protagonizar uma disputa particular. A metade da prova foi alcançada com o tempo de 15min27 e os dois correram na mesma passada até o quilômetro nove.

No último quilômetro, Célio usou suas últimas energias para dar um sprint, abrir em relação ao tetracampeão da Maratona da Disney e cruzar a linha de chegada na primeira colocação, seguido por Adriano com 31min06 e Caetano Joaquim dos Santos com 31min30.

Enquanto isso, na disputa feminina, Elisabete continuava a aumentar a distância para a segunda colocada Simone Alves da Silva, mas Animal, que inicialmente aparecia em terceiro, abandonou com dores na perna. Assim, com 36min19, Elisabete fixou sua vitória, seguida por Simone com 37min22 e Flaviana Ferreira Chung, com 39min11.

Após uma semana de treinos fortes, Adriano comenta que se surpreendeu com a resistência que teve. “Eu me senti bem até demais, pois vim de uma semana puxada na preparação para a Maratona de São Paulo. Fiz um longão de 28 quilômetros ontem e mesmo sabendo que estava forte a prova, resolvi ir até onde desse”. A partir do quilômetro oito ele sugeriu ao adversário que os dois chegassem juntos, de mãos dadas, mas a força de Falcão falou mais alto. “No quilômetro nove o Célio sentiu que podia ir mais, apertou e levou com uma diferença pequena. Para mim foi um tempo bom, dentro do que é o meu normal quando estou descansado, então é sinal de que estou numa fase muito boa”, ressalta.

Célio Falcão, por sua vez, reconhece que teve que se esforçar para vencer. “Foi difícil, pois o Adriano é um adversário bem forte, mas no final eu consegui ser mais rápido que ele”. Sobre a proposta de uma chegada diferente, de mãos dadas, ele comenta: “Ele falou isso, mas eu me senti bem e resolvi sair para a vitória”. O atleta correrá a prova em comemoração ao Dia do Trabalho, nessa terça-feira (1), no Parque do Carmo.

Após receber o troféu de campeã, Elisabeth comenta que gostou da prova. “Foi bom de correr, pois o tempo ajudou e o percurso não foi difícil. Saí na liderança e segurei um pouco o ritmo, pois vou para a prova do Sindeepres na terça-feira, hoje foi mais um treino”.

Mais impressões - Já Simone correu machucada, mas se diz contente com o resultado final. “Foi uma prova boa, já saí atrás e fui para garantir um bom resultado. Corri com dor nas costas, até pensei em encostar, mas resolvi seguir e garantir o segundo lugar”.

Quem também gostou da competição foi o cadeirante Fernando Aranha Rocha. “Aproveitei para promover a qualidade de vida entre os deficientes, já que essa prova dá esse suporte para nós e que tenho o apoio da ADD (Associação Desportiva para Deficientes) e do professor Mário Mello. O tempo estava uma delícia e fiz um tempo muito bom, como preparação para o Troféu Brasil, dia seis de maio na USP”.

Empresas criam produtos para guardar medalhas

Os adoradores das corridas de rua sempre se deparam com um problema: onde guardar todas as recordações que recebem nas provas, tais como medalhas de participação, números de peito, fotos impressas, entre outras coisas. Para resolver esse problema, algumas empresas estão investindo em produtos para arquivar todas as “bugigangas”. É o caso de um quadro de medalhas, confeccionado em acrílico e que pode ser pregado na parede, ou mesmo um pôster em metal, onde podem ser impressas diversas informações, como tempo de prova, nome do atleta, entre outras.

O quadro de medalhas, por exemplo, é feito por uma empresa brasileira. Ele possui largura de 50 centímetros, altura de 40 e profundidade de seis, com fundo em tecido de veludo, prateleiras removíveis e fecho dourado. O quadro também vem com dobradiças em acrílico e dois ganchos traseiros para que o produto seja colocado na parede.

Já o pôster de metal é um artefato de 13 polegadas de altura (33,02 centímetros) por 20 polegadas de largura (50,8 centímetros), produzido por uma empresa dos Estados Unidos. Após preencher os dados com o nome do evento, local, data, nome do atleta, um texto fixo (como por exemplo, “Primeira maratona”; “Melhor Marca”; etc.) e o tempo de prova, o cliente recebe em casa o quadro e pode colocar a medalha, o número de peito e a foto em espaços reservados para os mesmos.

Serviço - O quadro de medalhas pode ser encontrado através do site ube-164.pop.com.br/repositorio/4332/meusite/, pelo telefone (11) 3266-6009, ou através do e-mail [email protected]. O valor é de R$ 180, com frete incluso para toda a Grande São Paulo.

Já o pôster é confeccionado em com cores brilhantes e a armação é feita de madeira preta fosca, para que haja um contraste e melhor aparência. O preço é de US$ 100 (o equivalente a R$ 200), mas existem outras opções por US$ 95 (R$ 190). Os interessados podem adquiri-lo através do site oficial da empresa, o www.ctlproducts.com/myplaque.


Empresas criam produtos para guardar medalhas

Caminhada · 26 abr, 2007

Os adoradores das corridas de rua sempre se deparam com um problema: onde guardar todas as recordações que recebem nas provas, tais como medalhas de participação, números de peito, fotos impressas, entre outras coisas. Para resolver esse problema, algumas empresas estão investindo em produtos para arquivar todas as “bugigangas”. É o caso de um quadro de medalhas, confeccionado em acrílico e que pode ser pregado na parede, ou mesmo um pôster em metal, onde podem ser impressas diversas informações, como tempo de prova, nome do atleta, entre outras.

O quadro de medalhas, por exemplo, é feito por uma empresa brasileira. Ele possui largura de 50 centímetros, altura de 40 e profundidade de seis, com fundo em tecido de veludo, prateleiras removíveis e fecho dourado. O quadro também vem com dobradiças em acrílico e dois ganchos traseiros para que o produto seja colocado na parede.

Já o pôster de metal é um artefato de 13 polegadas de altura (33,02 centímetros) por 20 polegadas de largura (50,8 centímetros), produzido por uma empresa dos Estados Unidos. Após preencher os dados com o nome do evento, local, data, nome do atleta, um texto fixo (como por exemplo, “Primeira maratona”; “Melhor Marca”; etc.) e o tempo de prova, o cliente recebe em casa o quadro e pode colocar a medalha, o número de peito e a foto em espaços reservados para os mesmos.

Serviço - O quadro de medalhas pode ser encontrado através do site ube-164.pop.com.br/repositorio/4332/meusite/, pelo telefone (11) 3266-6009, ou através do e-mail [email protected]. O valor é de R$ 180, com frete incluso para toda a Grande São Paulo.

Já o pôster é confeccionado em com cores brilhantes e a armação é feita de madeira preta fosca, para que haja um contraste e melhor aparência. O preço é de US$ 100 (o equivalente a R$ 200), mas existem outras opções por US$ 95 (R$ 190). Os interessados podem adquiri-lo através do site oficial da empresa, o www.ctlproducts.com/myplaque.

Como posso reduzir o risco de lesões – Parte II

No artigo anterior, havia mencionado a importância de se manter uma freqüência de passadas o mais próximo possível de 180 passos por minuto para reduzir o risco de lesão. Segue agora uma explicação mais detalhada.

Daniels, um fisiologista e treinador de corredores, conduziu um estudo que investigou se a freqüência de passadas teria alguma influência no gasto energético durante a corrida. Para sua surpresa, ele verificou que a “cadência” ideal era de 180 passos por minuto, isto é, seria a freqüência que o corredor apresentava o MENOR consumo de energia para manter seu ritmo. Detalhe: qualquer ritmo! Tanto para velocidades mais baixas como mais altas, o que se descobriu foi que o maior nível de EFICIÊNCIA era obtido quando o atleta se aproximava dos 180 passos por minuto.

Daniels então concluiu que os corredores devem se concentrar nesta cadência para que se tornem mais econômicos. Lembrando que, quanto mais econômico for o corredor, mais rápido ele poderá correr mantendo o mesmo esforço. É somente desta forma que os fantásticos corredores de elite conseguem sustentar uma média de velocidade geralmente superior a 20km/h e ainda por cima dar a impressão que estão “passeando”!

De qualquer modo, essa é uma lição que serve a todo tipo de corredor, pois nos ajuda a melhorar a performance mantendo o mesmo nível de esforço. Quanto mais longa a prova, mais importante se torna manter o grau de esforço para não “quebrar”, certo?

Além disso, o fato mais importante da regra dos 180 passos por minuto é a drástica redução do impacto durante as pisadas. Isso ocorre porque o tempo de contato do pé com o solo diminui, o que conseqüentemente faz com que a pisada gere menos impacto. Em outras palavras, o treino passa a ser menos desgastante e até mesmo menos lesivo, um ganho interessante, não?

Para saber sua freqüência de passadas é bastante simples. Faça um aquecimento de 10 minutos e aí comece a contar o número de vezes com que pisa com o pé direito durante exatamente 1 minuto. Multiplique este número por dois e esta será a sua freqüência de passadas. Em média, os corredores atingem uma freqüência de 165 passos por minuto, isto é, um pouco abaixo do ideal. Isso porque a nossa tendência é exagerar na AMPLITUDE da passada, ou seja, damos passadas mais largas do que o ideal. Ao tentar aumentar a freqüência de passadas a nossa tendência será diminuir justamente a sua amplitude, nos aproximando do padrão ideal.

Se você estiver desconfiado disso tudo, observe e até mesmo conte a freqüência de passadas de corredores de elite. Você se surpreenderá. De qualquer modo, eis uma mudança técnica que lhe oferece resultados concretos e que pode acontecer, desde que se proponha a isso. Bons treinos e boas passadas! Em resumo, se você quer manter-se em forma e sem lesões, pode começar a alongar mais e investir em aperfeiçoar sua técnica de corrida. Mãos à obra!


Como posso reduzir o risco de lesões – Parte II

Atletismo · 26 abr, 2007

No artigo anterior, havia mencionado a importância de se manter uma freqüência de passadas o mais próximo possível de 180 passos por minuto para reduzir o risco de lesão. Segue agora uma explicação mais detalhada.

Daniels, um fisiologista e treinador de corredores, conduziu um estudo que investigou se a freqüência de passadas teria alguma influência no gasto energético durante a corrida. Para sua surpresa, ele verificou que a “cadência” ideal era de 180 passos por minuto, isto é, seria a freqüência que o corredor apresentava o MENOR consumo de energia para manter seu ritmo. Detalhe: qualquer ritmo! Tanto para velocidades mais baixas como mais altas, o que se descobriu foi que o maior nível de EFICIÊNCIA era obtido quando o atleta se aproximava dos 180 passos por minuto.

Daniels então concluiu que os corredores devem se concentrar nesta cadência para que se tornem mais econômicos. Lembrando que, quanto mais econômico for o corredor, mais rápido ele poderá correr mantendo o mesmo esforço. É somente desta forma que os fantásticos corredores de elite conseguem sustentar uma média de velocidade geralmente superior a 20km/h e ainda por cima dar a impressão que estão “passeando”!

De qualquer modo, essa é uma lição que serve a todo tipo de corredor, pois nos ajuda a melhorar a performance mantendo o mesmo nível de esforço. Quanto mais longa a prova, mais importante se torna manter o grau de esforço para não “quebrar”, certo?

Além disso, o fato mais importante da regra dos 180 passos por minuto é a drástica redução do impacto durante as pisadas. Isso ocorre porque o tempo de contato do pé com o solo diminui, o que conseqüentemente faz com que a pisada gere menos impacto. Em outras palavras, o treino passa a ser menos desgastante e até mesmo menos lesivo, um ganho interessante, não?

Para saber sua freqüência de passadas é bastante simples. Faça um aquecimento de 10 minutos e aí comece a contar o número de vezes com que pisa com o pé direito durante exatamente 1 minuto. Multiplique este número por dois e esta será a sua freqüência de passadas. Em média, os corredores atingem uma freqüência de 165 passos por minuto, isto é, um pouco abaixo do ideal. Isso porque a nossa tendência é exagerar na AMPLITUDE da passada, ou seja, damos passadas mais largas do que o ideal. Ao tentar aumentar a freqüência de passadas a nossa tendência será diminuir justamente a sua amplitude, nos aproximando do padrão ideal.

Se você estiver desconfiado disso tudo, observe e até mesmo conte a freqüência de passadas de corredores de elite. Você se surpreenderá. De qualquer modo, eis uma mudança técnica que lhe oferece resultados concretos e que pode acontecer, desde que se proponha a isso. Bons treinos e boas passadas! Em resumo, se você quer manter-se em forma e sem lesões, pode começar a alongar mais e investir em aperfeiçoar sua técnica de corrida. Mãos à obra!

Caminhada e corrida, uma dupla infalível

A caminhada tem sido muito utilizada nos treinos de corrida. Entre os benefícios desse casamento estão o ganho de resistência e velocidade e, conseqüentemente, o aumento do desempenho do mesmo.

Caminhar é uma atividade mais tranqüila e relaxante que a corrida. E é por isso mesmo que ela tem sido inserida nos treinos. Mas onde encontramos a caminhada nos treinos? No intervalado, aqueles treinos feitos com tiro de 400m, por exemplo. Depois do tiro o atleta necessita de um descanso de um a um minuto e meio. E é nesse período que entra a caminhada. “Durante esse intervalo, o atleta aproveita para se recuperar e relaxar. É o que chamamos de descanso ativo”, explica o treinador e técnico da equipe de corrida da BM&F, Wanderlei de Oliveira.

Nesse descanso ativo, o atleta tem uma diminuição na freqüência cardíaca e também elimina o acido lático, uma toxina produzida pelo organismo durante atividades de maior velocidade. “O ácido lático tem a função de impedir que o atleta ultrapasse seus limites. Funciona como se fosse uma trava, evitando assim o estresse e possíveis lesões”, diz Wanderlei.

A caminhada no meio do treino ajuda esse ácido se diluir no sangue e prepara o corredor para o próximo tiro. Assim, o atleta terá um maior aproveitamento do seu corpo em seu próprio beneficio.

Além dos exames de rotina e da procura por um treinador, Wanderlei enfatiza a importância da consulta com um ortopedista antes de começar a correr. “A maioria da população, cerca de 80%, tem diferença de comprimento das pernas. Isso, para um esporte de alto impacto como a corrida, pode trazer graves conseqüências”, diz.

Outra medida importante a ser tomada antes de iniciar a corrida, é consultar um nutricionista e um fisiologista para saber se está no seu peso ideal. “Existe um exame de composição corporal que indica o quanto a pessoa tem de parte magra e de parte gorda”, indica o técnico. Se você está acima do seu peso, inicie com a caminhada. Muita gente prefere começar a correr logo para emagrecer. Mas isso é errado e perigoso. “Quando se corre em uma área plana, cada quilo a mais se multiplica por três e, em subidas, por quatro”, explica Wanderlei.


Caminhada e corrida, uma dupla infalível

Caminhada · 25 abr, 2007

A caminhada tem sido muito utilizada nos treinos de corrida. Entre os benefícios desse casamento estão o ganho de resistência e velocidade e, conseqüentemente, o aumento do desempenho do mesmo.

Caminhar é uma atividade mais tranqüila e relaxante que a corrida. E é por isso mesmo que ela tem sido inserida nos treinos. Mas onde encontramos a caminhada nos treinos? No intervalado, aqueles treinos feitos com tiro de 400m, por exemplo. Depois do tiro o atleta necessita de um descanso de um a um minuto e meio. E é nesse período que entra a caminhada. “Durante esse intervalo, o atleta aproveita para se recuperar e relaxar. É o que chamamos de descanso ativo”, explica o treinador e técnico da equipe de corrida da BM&F, Wanderlei de Oliveira.

Nesse descanso ativo, o atleta tem uma diminuição na freqüência cardíaca e também elimina o acido lático, uma toxina produzida pelo organismo durante atividades de maior velocidade. “O ácido lático tem a função de impedir que o atleta ultrapasse seus limites. Funciona como se fosse uma trava, evitando assim o estresse e possíveis lesões”, diz Wanderlei.

A caminhada no meio do treino ajuda esse ácido se diluir no sangue e prepara o corredor para o próximo tiro. Assim, o atleta terá um maior aproveitamento do seu corpo em seu próprio beneficio.

Além dos exames de rotina e da procura por um treinador, Wanderlei enfatiza a importância da consulta com um ortopedista antes de começar a correr. “A maioria da população, cerca de 80%, tem diferença de comprimento das pernas. Isso, para um esporte de alto impacto como a corrida, pode trazer graves conseqüências”, diz.

Outra medida importante a ser tomada antes de iniciar a corrida, é consultar um nutricionista e um fisiologista para saber se está no seu peso ideal. “Existe um exame de composição corporal que indica o quanto a pessoa tem de parte magra e de parte gorda”, indica o técnico. Se você está acima do seu peso, inicie com a caminhada. Muita gente prefere começar a correr logo para emagrecer. Mas isso é errado e perigoso. “Quando se corre em uma área plana, cada quilo a mais se multiplica por três e, em subidas, por quatro”, explica Wanderlei.

50 países assinam tratado anti-doping da Unesco

Atletismo · 21 abr, 2007

Cinqüenta países já assinaram a Convenção contra Doping no Esporte, um tratado que formaliza o compromisso contra o uso de substâncias proibidas e que entrou em vigor após a chancela da Unesco. Antes dessa convenção, diversos países não podiam se comprometer legalmente com documentos não governamentais, como o Código Mundial Anti-Doping, por exemplo.

Agora, após o acordo entre diversos governos e a Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura é possível aliar as políticas já utilizadas por cada um, com o Código. Dessa forma, as regras e as legislações públicas sobre doping podem ser aplicadas de forma uniforme nas competições.

A Convenção foi unanimemente adotada pelos 191 Estados presentes na Conferência Geral da Unesco, em Paris, França, em outubro de 2005 e entrou em vigor em primeiro de fevereiro de 2007, após a ratificação da Unesco.

Rota dos Parques – Londres

Esse roteiro passa ao redor de alguns dos principais parques de Londres, conhecidos como Parques Reais: o Hyde Park; Kensington Gardens; Green Park e St. James Park. É um trajeto onde o tráfego não é intenso (com exceção da esquina do Hyde Park) e de onde é possível avistar diversos pontos turísticos da cidade, como o Big Bem; Palácio de Buckingham; Albert Hall; St James's Palace; entre outros.

Informações Úteis:

Endereço Speakers' Corner, próximo ao Marble Arch
Telefone +171/181 (079) 5660-5421 (Jeni Vlahovic, responsável pela comunicação do Serpentine Running Club).
Horário de Funcionamento O dia todo, mas o percurso possui variações durante o dia e a noite, pois o Kensington Gardens só funciona até o anoitecer
Entrada GrátisSim
EstacionamentoSim
SanitáriosSim, existem banheiros públicos no Marble Arch e nos parques
BebedourosSim, nos parques
Guarda VolumeNão
Permitido a entrada de ciclistasSim
Espaço para criançasSim, apenas nos parques St. James e Hyde
VestiárioSim, apenas para membros do Serpentine Running Club, ou para aqueles que se juntarem ao grupo de corrida no sábado de manhã
Equipamentos para o auxílio de exercícios físicos Sim, apenas nos parques
Possibilidade para cadeirantes treinaremNão
SegurançaSim

Percursos: O trajeto possui 7,2 milhas (11,5 quilômetros), com começo e término na Speakers' Corner, próximo à Marble Arch.

Trajeto diruno: Comece o trajeto na Speakers Corner, no poste de luz número dois, ao lado do Cumberland Gate, siga rumo ao oeste, no sentido contrário da Marble Arch, pela ciclovia. Siga esse caminho pela direita e cruze a North Carriage Drive.

  • Milha 0,1 (Quilômetro 0,16): Vire à esquerda antes de alcançar a Bayswater Road, através do caminho de pedestres dentro do Hyde Park. Siga o traçado que terá a North Carriage drive à esquerda e a Bayswater Road à direita.

  • Milha 0,5 (Quilômetro 0,8): Atravesse a rua. Durante o dia mantenha-se à esquerda, com o Victoria Lodge à direita e passe o Buckhill Lodge, que também estará à direita. (Durante a noite o roteiro sofre uma pequena modificação*)

  • Milha 0,7 (Quilômetro 1,12): Passe uma Fonte de Água à sua esquerda e continue seguindo pela borda do parque.

  • Milha 1 (Quilômetro 1,6): A primeira milha é alcançada ao passar por um portão à direita, rumo ao Thistle Kensington Gardens Hotel

  • Milha 1,2 (Quilômetro 1,9): Cruze o Broadwalk (um caminho delimitado) e você verá os jardins que são um memorial à Princesa Diana à esquerda e o Black Lion Lodge à direita

  • Milha 1,3 (Quilômetro 2): Ao final do caminho, assim que se chega à parede do coach park, vire à esquerda no Kensington Palace.

  • Milha 1,6: (Quilômetro 2,5): Vá através do portão de pedestres até o fim e passe pela Orangery, que deverá ficar à esquerda. Vire à esquerda, antes dos State Appartments e mais ou menos 30 metros à frente, vire à direita no jardim, à direita novamente e corra ao redor dos três lados do sunken garden. Depois vire à direita novamente na Broad Walk.

  • Milha 1,8 (Quilômetro 2,8): Passe a Estátua da Vitória à direita, vire à direita e passe em frente ao Palácio Kensington e, ao final do caminho, vire à esquerda e siga o trajeto que passa pela brick wall.

  • Milha 2 (Quilômetro 3,2): Essa milha é uma passagem de tijolo na parede à sua direita, visível graças a dois blocos de pedra branca . Siga o caminho pela esquerda, sempre de olho na borda do parque e depois entre a primeira à direita.
  • Milha 2,2 (Quilômetro 3,5): Vire à esquerda, você verá o Albert Memorial no meio do caminho, com banheiros públicos à direita. Na milha 2,4 você verá portões à direita e o caminho de pedestres se transforma em uma pista de asfalto.

  • Milha 2,5 (Quilômetro 4): Passe entre o Albert Memorial (à esquerda) e o Royal Albert Hall (à direita). Na milha 2,6 (quilômetro 4,1) cruze a rua e siga o caminho de pedestres à frente, na parte esquerda da rua, ao lado do caminho de cavalos.

  • Milha 3 (Quilômetro 4,8): Nessa parte do percurso há uma torre do lado direito da rua. Siga o caminho para a direita e depois vire à esquerda no trajeto que segue a rua (South Carriage Drive) e cruze-a quando for seguro.

  • Milha 3,6 (Quilômetro 5,7): Vire à direita para baixo do segundo conjunto de degraus do Hyde Park, em direção à rua. Em seguida vire à esquerda no pavimento e siga para baixo da rampa, na saída um, na esquina da estação subterrânea do Hyde Park. Mantenha-se à esquerda no metrô até atingir uma rampa de subida, a saída dois, no canteiro central do trânsito.

  • Milha 3,7 (Quilômetro 5,9): A Apsley House estará à sua esquerda. Desvie para a direita e passe embaixo do Victory Arch e continue até o farol de pedestres/ ciclistas no topo do Constitution Hill. Aguarde até ele ficar verde e vá para a ilha no meio do Constitution Hill. Mais uma vez aguarde o semáforo ficar verde e siga a ciclovia e o caminho de pedestres. À direita, escondido na parede, está o jardim do Palácio de Buckingham.

  • Milha 4 (Quilômetro 6,4): A marca da milha quarto é um portão em uma barreira de metal à direita. Mantenha-se sempre em frente até o fim da pista de bicicletas. Você verá o Palácio de Buckingham à direita, com o Memorial Canadense da Guerra à esquerda. Ao chegar ao semáforo, fique à esquerda, sempre dentro do Green Park, com a parede de pedras à direita. Siga a parede de pedras curvada à direita.

  • Milha 4,2 (Quilômetro 6,5): Você estará no piso da The Mall (Alameda histórica de Londres). Cruze o semáforo, siga em frente e logo estará em um caminho sinuoso, com o Palácio de Buckingham à direita. Siga aproximadamente seis passos e vire à esquerda no pavimento, com o lago à sua esquerda. Vire à esquerda na Birdcage Walk e você verá o Museu da Guarda à direita. Vire à esquerda novamente na Horse Guards Road, passe pela delegacia de polícia amarela com uma tradicional luz azul, de onde é possível avistar o Big Bem à frente.

  • Milha 5 (Quilômetro 8): Nessa milha está o memorial de guerra Household Division. Vire à esquerda na The Mall rumo ao Palácio de Buckingham, cruze a Avenida assim que for possível e siga ao longo do pavimento. Cruze a Marlborough Road e a Stable Yard (local de chegada da Maratona de Londres), vire à direita rumo ao caminho que segue ao lado do Green Park, com a Lancaster House à direita e siga colina à cima. Vire à esquerda antes de chegar ao Picadilly, no topo da colina.

  • Milha 6 (Quilômetro 9,6): Fique no caminho que segue dentro do parque até encontrar o portão de pedestres à direita. Passe os portões desativados até o Picadilly. Não entre nos portões, siga em frente até encontrar a placa à direita que indica a Ring Road (S) and Ring Road (N). Siga pelo caminho de pedestres que faz uma curva para a esquerda e continue ao redor da Constitution Hill.

    Vire à direita, cruze com cuidado os dois conjuntos de semáforos de pedestre até a ilha no meio da esquina do Hyde Park, passe embaixo do Victory Arch, vire à direita, depois à esquerda e desça a rampa rumo à passagem inferior até chegar à saída dois. Saia da rampa pela saída um, vire à direita no topo, faça uma curva fechada rumo aos degraus e vire à direita pelo asfalto.

  • Milha 6,5 (Quilômetro 10,4): Cruze a rua (South Carriage Drive) e siga pelo asfalto até sair pelos portões Queen Elizabeth. Vire à esquerda na Park Lane após uns 30 metros. Passe a estátua de Aquiles à esquerda e volte ao parque pelo segundo portão. Esse trecho é chamado de “Caminho dos Amantes”.

  • Milha 6,7 (Quilômetro 10,7): O poste no meio do caminho marca o ponto exato de onde faltará meia milha (0,8 quilômetros) para ao final. Na Fonte Joy of Life mantenha-se à direita e siga ao redor da estátua no sentido anti-horário e pegue o primeiro caminho à direita.

  • Milha 7 (Quilômetro 11,2): Vire à direita na ciclovia, mantenha-se em frente quando o caminho vira para a esquerda até a Speakers' Córner.

  • Milha 7,2 (Quilômetro 11,5): O fim do percurso é um poste solitário em meio à Speaker’s Corner.

  • Rota dos Parques – Londres

    Caminhada · 17 abr, 2007

    Esse roteiro passa ao redor de alguns dos principais parques de Londres, conhecidos como Parques Reais: o Hyde Park; Kensington Gardens; Green Park e St. James Park. É um trajeto onde o tráfego não é intenso (com exceção da esquina do Hyde Park) e de onde é possível avistar diversos pontos turísticos da cidade, como o Big Bem; Palácio de Buckingham; Albert Hall; St James's Palace; entre outros.

    Informações Úteis:

    Endereço Speakers' Corner, próximo ao Marble Arch
    Telefone +171/181 (079) 5660-5421 (Jeni Vlahovic, responsável pela comunicação do Serpentine Running Club).
    Horário de Funcionamento O dia todo, mas o percurso possui variações durante o dia e a noite, pois o Kensington Gardens só funciona até o anoitecer
    Entrada GrátisSim
    EstacionamentoSim
    SanitáriosSim, existem banheiros públicos no Marble Arch e nos parques
    BebedourosSim, nos parques
    Guarda VolumeNão
    Permitido a entrada de ciclistasSim
    Espaço para criançasSim, apenas nos parques St. James e Hyde
    VestiárioSim, apenas para membros do Serpentine Running Club, ou para aqueles que se juntarem ao grupo de corrida no sábado de manhã
    Equipamentos para o auxílio de exercícios físicos Sim, apenas nos parques
    Possibilidade para cadeirantes treinaremNão
    SegurançaSim

    Percursos: O trajeto possui 7,2 milhas (11,5 quilômetros), com começo e término na Speakers' Corner, próximo à Marble Arch.

    Trajeto diruno: Comece o trajeto na Speakers Corner, no poste de luz número dois, ao lado do Cumberland Gate, siga rumo ao oeste, no sentido contrário da Marble Arch, pela ciclovia. Siga esse caminho pela direita e cruze a North Carriage Drive.

  • Milha 0,1 (Quilômetro 0,16): Vire à esquerda antes de alcançar a Bayswater Road, através do caminho de pedestres dentro do Hyde Park. Siga o traçado que terá a North Carriage drive à esquerda e a Bayswater Road à direita.

  • Milha 0,5 (Quilômetro 0,8): Atravesse a rua. Durante o dia mantenha-se à esquerda, com o Victoria Lodge à direita e passe o Buckhill Lodge, que também estará à direita. (Durante a noite o roteiro sofre uma pequena modificação*)

  • Milha 0,7 (Quilômetro 1,12): Passe uma Fonte de Água à sua esquerda e continue seguindo pela borda do parque.

  • Milha 1 (Quilômetro 1,6): A primeira milha é alcançada ao passar por um portão à direita, rumo ao Thistle Kensington Gardens Hotel

  • Milha 1,2 (Quilômetro 1,9): Cruze o Broadwalk (um caminho delimitado) e você verá os jardins que são um memorial à Princesa Diana à esquerda e o Black Lion Lodge à direita

  • Milha 1,3 (Quilômetro 2): Ao final do caminho, assim que se chega à parede do coach park, vire à esquerda no Kensington Palace.

  • Milha 1,6: (Quilômetro 2,5): Vá através do portão de pedestres até o fim e passe pela Orangery, que deverá ficar à esquerda. Vire à esquerda, antes dos State Appartments e mais ou menos 30 metros à frente, vire à direita no jardim, à direita novamente e corra ao redor dos três lados do sunken garden. Depois vire à direita novamente na Broad Walk.

  • Milha 1,8 (Quilômetro 2,8): Passe a Estátua da Vitória à direita, vire à direita e passe em frente ao Palácio Kensington e, ao final do caminho, vire à esquerda e siga o trajeto que passa pela brick wall.

  • Milha 2 (Quilômetro 3,2): Essa milha é uma passagem de tijolo na parede à sua direita, visível graças a dois blocos de pedra branca . Siga o caminho pela esquerda, sempre de olho na borda do parque e depois entre a primeira à direita.
  • Milha 2,2 (Quilômetro 3,5): Vire à esquerda, você verá o Albert Memorial no meio do caminho, com banheiros públicos à direita. Na milha 2,4 você verá portões à direita e o caminho de pedestres se transforma em uma pista de asfalto.

  • Milha 2,5 (Quilômetro 4): Passe entre o Albert Memorial (à esquerda) e o Royal Albert Hall (à direita). Na milha 2,6 (quilômetro 4,1) cruze a rua e siga o caminho de pedestres à frente, na parte esquerda da rua, ao lado do caminho de cavalos.

  • Milha 3 (Quilômetro 4,8): Nessa parte do percurso há uma torre do lado direito da rua. Siga o caminho para a direita e depois vire à esquerda no trajeto que segue a rua (South Carriage Drive) e cruze-a quando for seguro.

  • Milha 3,6 (Quilômetro 5,7): Vire à direita para baixo do segundo conjunto de degraus do Hyde Park, em direção à rua. Em seguida vire à esquerda no pavimento e siga para baixo da rampa, na saída um, na esquina da estação subterrânea do Hyde Park. Mantenha-se à esquerda no metrô até atingir uma rampa de subida, a saída dois, no canteiro central do trânsito.

  • Milha 3,7 (Quilômetro 5,9): A Apsley House estará à sua esquerda. Desvie para a direita e passe embaixo do Victory Arch e continue até o farol de pedestres/ ciclistas no topo do Constitution Hill. Aguarde até ele ficar verde e vá para a ilha no meio do Constitution Hill. Mais uma vez aguarde o semáforo ficar verde e siga a ciclovia e o caminho de pedestres. À direita, escondido na parede, está o jardim do Palácio de Buckingham.

  • Milha 4 (Quilômetro 6,4): A marca da milha quarto é um portão em uma barreira de metal à direita. Mantenha-se sempre em frente até o fim da pista de bicicletas. Você verá o Palácio de Buckingham à direita, com o Memorial Canadense da Guerra à esquerda. Ao chegar ao semáforo, fique à esquerda, sempre dentro do Green Park, com a parede de pedras à direita. Siga a parede de pedras curvada à direita.

  • Milha 4,2 (Quilômetro 6,5): Você estará no piso da The Mall (Alameda histórica de Londres). Cruze o semáforo, siga em frente e logo estará em um caminho sinuoso, com o Palácio de Buckingham à direita. Siga aproximadamente seis passos e vire à esquerda no pavimento, com o lago à sua esquerda. Vire à esquerda na Birdcage Walk e você verá o Museu da Guarda à direita. Vire à esquerda novamente na Horse Guards Road, passe pela delegacia de polícia amarela com uma tradicional luz azul, de onde é possível avistar o Big Bem à frente.

  • Milha 5 (Quilômetro 8): Nessa milha está o memorial de guerra Household Division. Vire à esquerda na The Mall rumo ao Palácio de Buckingham, cruze a Avenida assim que for possível e siga ao longo do pavimento. Cruze a Marlborough Road e a Stable Yard (local de chegada da Maratona de Londres), vire à direita rumo ao caminho que segue ao lado do Green Park, com a Lancaster House à direita e siga colina à cima. Vire à esquerda antes de chegar ao Picadilly, no topo da colina.

  • Milha 6 (Quilômetro 9,6): Fique no caminho que segue dentro do parque até encontrar o portão de pedestres à direita. Passe os portões desativados até o Picadilly. Não entre nos portões, siga em frente até encontrar a placa à direita que indica a Ring Road (S) and Ring Road (N). Siga pelo caminho de pedestres que faz uma curva para a esquerda e continue ao redor da Constitution Hill.

    Vire à direita, cruze com cuidado os dois conjuntos de semáforos de pedestre até a ilha no meio da esquina do Hyde Park, passe embaixo do Victory Arch, vire à direita, depois à esquerda e desça a rampa rumo à passagem inferior até chegar à saída dois. Saia da rampa pela saída um, vire à direita no topo, faça uma curva fechada rumo aos degraus e vire à direita pelo asfalto.

  • Milha 6,5 (Quilômetro 10,4): Cruze a rua (South Carriage Drive) e siga pelo asfalto até sair pelos portões Queen Elizabeth. Vire à esquerda na Park Lane após uns 30 metros. Passe a estátua de Aquiles à esquerda e volte ao parque pelo segundo portão. Esse trecho é chamado de “Caminho dos Amantes”.

  • Milha 6,7 (Quilômetro 10,7): O poste no meio do caminho marca o ponto exato de onde faltará meia milha (0,8 quilômetros) para ao final. Na Fonte Joy of Life mantenha-se à direita e siga ao redor da estátua no sentido anti-horário e pegue o primeiro caminho à direita.

  • Milha 7 (Quilômetro 11,2): Vire à direita na ciclovia, mantenha-se em frente quando o caminho vira para a esquerda até a Speakers' Córner.

  • Milha 7,2 (Quilômetro 11,5): O fim do percurso é um poste solitário em meio à Speaker’s Corner.
  • Últimos dias para inscrição Corrida GRAACC

    Caminhada · 17 abr, 2007

    As inscrições para a Corrida e Caminhada GRAACC estão no fim. A competição acontece no dia 29 de abril, em São Paulo, e os interessados na prova podem garantir uma vaga no máximo até 25 do mesmo mês. De acordo com os organizadores, o evento terá seu resultado revertido para o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

    A competição terá a distância de 10 quilômetros e caminhada com quatro. Todos os atleta que concluírem a prova ganharão camisetas, disponíveis em sete tamanhos, e medalha. Confira as datas para as inscrições que podem ser feitas no site da Corpore (www.corpore.org.br) ou nos postos, cada inscrição custa R$30 para associados Corpore e R$40 para não sócios:

  • Boleto Bancário - até dia 20/04 (sexta-feira) ou término
  • Cartão de crédito - até dia 24/04 (terça-feira) ou término
  • Postos de inscrição - até dia 25/04 (quarta-feira) ou término

  • Avenida Beira Mar Norte

    A Avenida Beira Mar Norte é um dos principais locais de treino de Florianópolis, cidade conhecida como "Ilha da Magia". O trajeto a seguir é o ponto de largada da tradicional prova de revezamento "Volta à Ilha", que anualmente reúne diversos competidores do Brasil e de outros países.

    Informações Úteis

    Endereço Avenida Beira Mar Norte, entre as proximidades do Terminal Rodoviário e a Universidade de Santa Catarina
    Telefone(48) 3251-6000 (Prefeitura)
    Horário de Funcionamento Livre
    Entrada GrátisSim
    Estacionamento existem vários bolsões
    SanitáriosSim, nos quiosques e restaurantes da região
    BebedourosNão
    Guarda VolumeNão
    Permitido a entrada de ciclistasSim, há uma ciclovia no local
    Espaço para criançasNão
    VestiárioNão
    Equipamentos para o auxílio de exercícios físicos Sim
    Possibilidade para cadeirantes treinaremSim
    SegurançaSim, a polícia faz rondas no local

    Percurso

  • Um bom local para correr é a pista cimentada, paralela à pista de veículos. Ela é toda plana, possui extensão de 14 quilômetros (ida e volta) e marcação oficial a cada 200 metros. A marcação está presente nos dois sentidos do trajeto.

  • Para os ciclistas a vantagem é que a ciclovia é paralela ao caminho dos pedestres e há uma faixa que a separa em mão e contra-mão.

    Dicas

  • Por se tratar de um percurso à beira mar, há uma brisa que ajuda a refrescar o corpo nos dias quentes. Porém, no local costumam ser depositados resíduos de esgoto, o que deixa o cheiro desagradável em alguns trechos;

  • O percurso é muito próximo do tráfego de veículos e o barulho pode incomodar um pouco. Por esse motivo, correr ouvindo música é uma boa opção;

  • Não existem muitos quiosques à beira mar, então é recomendado levar uma garrafa de água a tira colo;

  • Existem várias lixeiras durante o trajeto, o que contribui para a limpeza do passeio.


  • Avenida Beira Mar Norte

    Caminhada · 13 abr, 2007

    A Avenida Beira Mar Norte é um dos principais locais de treino de Florianópolis, cidade conhecida como "Ilha da Magia". O trajeto a seguir é o ponto de largada da tradicional prova de revezamento "Volta à Ilha", que anualmente reúne diversos competidores do Brasil e de outros países.

    Informações Úteis

    Endereço Avenida Beira Mar Norte, entre as proximidades do Terminal Rodoviário e a Universidade de Santa Catarina
    Telefone(48) 3251-6000 (Prefeitura)
    Horário de Funcionamento Livre
    Entrada GrátisSim
    Estacionamento existem vários bolsões
    SanitáriosSim, nos quiosques e restaurantes da região
    BebedourosNão
    Guarda VolumeNão
    Permitido a entrada de ciclistasSim, há uma ciclovia no local
    Espaço para criançasNão
    VestiárioNão
    Equipamentos para o auxílio de exercícios físicos Sim
    Possibilidade para cadeirantes treinaremSim
    SegurançaSim, a polícia faz rondas no local

    Percurso

  • Um bom local para correr é a pista cimentada, paralela à pista de veículos. Ela é toda plana, possui extensão de 14 quilômetros (ida e volta) e marcação oficial a cada 200 metros. A marcação está presente nos dois sentidos do trajeto.

  • Para os ciclistas a vantagem é que a ciclovia é paralela ao caminho dos pedestres e há uma faixa que a separa em mão e contra-mão.

    Dicas

  • Por se tratar de um percurso à beira mar, há uma brisa que ajuda a refrescar o corpo nos dias quentes. Porém, no local costumam ser depositados resíduos de esgoto, o que deixa o cheiro desagradável em alguns trechos;

  • O percurso é muito próximo do tráfego de veículos e o barulho pode incomodar um pouco. Por esse motivo, correr ouvindo música é uma boa opção;

  • Não existem muitos quiosques à beira mar, então é recomendado levar uma garrafa de água a tira colo;

  • Existem várias lixeiras durante o trajeto, o que contribui para a limpeza do passeio.