Christina Volpe

Comecei como corredora, depois me tornei jornalista e repórter do Webrun. Hoje sou editora e conviv

Comecei como corredora, depois me tornei jornalista e repórter do Webrun. Hoje sou editora e convivo diariamente com o esporte há 3 anos. Meu coração bate mais forte toda vez que um atleta conquista seu objetivo, uma corrida acontece e assisto uma competição emocionante. Sempre estou aprendendo e dando meu melhor.

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Testamos: o simples e confortável Nike Free Flyknit

Uma das novidades da Nike que está bombando entre os corredores é o Free Flyknit. Possui cabedal Flyknit, com cabos Flywire o que proporciona ajuste como de uma meia e suporte dinâmico. A entressola se expande em diversas direções para movimentações dinâmicas e a espuma, macia, busca um maior amortecimento.

Possui cadarço assimétrico e reduz a pressão no pé, também conta com borracha sólida nos locais certos para mais durabilidade.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Ele foi um dos últimos modelos testados, nossa editora Christina Volpe botou o tênis para rodar e conta suas sensações durante a corrida. Confira:

Quando recebi o tênis imediatamente me apaixonei. Ele é lindo, básico e vai com tudo, por onde passei recebi elogios. Combina com praticamente qualquer roupa e não se restringe somente a academia, sendo assim usei nas mais diversas situações e me senti super bem.

Achei ele confortável tanto com quanto sem meia, não machucou meu pé nas corridas na rua e esteira. Piso um pouco para dentro, mas a altura do drop foi suficiente para manter a estabilidade necessária. Achei ele melhor para treinos intervalados de alta velocidade, pela sua leveza.

O grande porém que me incomodou muito, foi o cadarço. Tive que amarrar diversas vezes e com isso perdia tempo na hora da corrida, tendo que parar para ajustar e apertar, tanto no treino, quanto no dia a dia.

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Corridas de Rua · 30 jun, 2017


5 dicas (com memes) para acordar bem e ter um dia produtivo

Tem gente que não consegue acordar bem de jeito nenhum. Não importa o horário, dia da semana ou o que vai fazer, o mal humor vem e muitas vezes permanece pelo resto do dia. Aqui listamos 5 dicas simples que podem te ajudar a melhorar, ou salvar um amigo das más vibrações.

1. Não pegue o celular assim que acordar

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Sim, é difícil. Mas pegue o celular apenas para desligar o despertador, não alimente o vício no aparelho logo cedo. A luz vai fazer com que seus olhos ardam e você não vai acordar mais tão calmo, afinal diversas notificações irão aparecer e fazer com que seu dia comece já agitado, sem nem ter saído da cama.

Vá com calma. Desligue o despertador, respire e levante devagar assim que se sentir preparado.

2. Tome um banho frio

Mas até mesmo no inverno? Até mesmo no inverno

Existem inúmeros artigos que falam do benefício de um banho frio, alguns apontam o crescimento da massa muscular, perda de gordura e até redução em níveis de depressão. O frio exige uma resposta rápida das veias, assim a circulação do sangue também melhora. Seu cabelo pode ficar mais brilhoso, já que o calor ativa a produção de glândulas sebáceas e você ficará mais alerta na parte da manhã.

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3. Faça um café da manhã completo

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Evite um café da manhã pobre e rápido. Considerado por muitos nutricionistas uma das refeições mais importantes, não se alimentar de forma correta logo após acordar pode te deixar com ainda mais fome no resto do dia e evitar que você mantenha uma dieta saudável.

4. Encontre um momento para agradecer pelo seu dia

Agradecer por ter acordado, pelo dia que virá e por sua saúde, fará com que você passe a valorizar mais o que tem e lembre o quanto aquele dia pode ser bom, cheio de conquistas e obstáculos vencidos.

Não desanime porque acordou muito cedo ou terá uma grande demanda de trabalho, lembre-se que todo dia é uma oportunidade para ser e fazer melhor.

5. Resista ao botão soneca

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Esse é atraso certo. O botão soneca pode até servir para os dias em que não existe horário para acordar, mas na rotina ele acaba te atrasando e às vezes é o grande motivo do mal humor. A bola de neve começa com o horário errado, trânsito, pouco tempo para tomar café e assim vai Cuidado

Corridas de Rua · 05 maio, 2017


Marathon Majors: qual o significado dela para os corredores?

Conceituadas e sempre muito comentadas, as provas que compõem o circuito da World Marathon Major possuem uma importância especial para a maioria dos corredores dos 42.195km. O campeonato começou em 2006 e é composto por seis maratonas anuais, realizadas em Chicago, Boston, Londres, Nova York, Berlim e Tóquio. Ao fim dos eventos o atleta com maior pontuação nas provas, o vencedor, homem e mulher, recebe um prêmio individual de US$ 500 mil.

Entre os amadores, participar e completar a prova são os grandes objetivos e com isso, brasileiros apaixonados pelo esporte também entraram no desafio. André Savazoni, jornalista e corredor há quase 10 anos já participou de duas delas, repetindo Boston por cinco vezes. Corri também Nova York e, devido a profissão, acompanhei Tóquio e Chicago, só não fui em Berlim e Londres. De longe Boston é minha favorita, por ser menor, ela envolve mais os torcedores e deixa o evento aconchegante. Mesmo assim, continua sendo extremamente profissional e bem organizada, diz.

Dennis Kimetto ao lado de seu recorde mundial, conquistado na Maratona de Berlim Foto: Divulgação Facebook Dennis Kimetto ao lado de seu recorde mundial, conquistado na Maratona de Berlim Foto: Divulgação Facebook

É preciso correr todas as Majors?
Andre Masella, educador físico, já participou de duas Majors e acha que não vale ficar com neuras, mas apoia os corredores que tenham condições financeiras para completá-las. Rola uma energia ímpar, que não fica restrita ao dia do evento. As cidades respiram a prova e por onde você anda, reconhece corredores com a mesma ansiedade e felicidade.

O economista Guilherme Gaia, participou da sua primeira Major em 1998 e desde então completou todo o circuito, tornando-se o 17 brasileiro a completá-as, entrando em um ranking para lá de especial. O título chama-se six start finishers, mesmo assim quando corri Nova York pela primeira vez, não tinha noção do que era uma Major, mas sim escolhi a prova por ser tradicional da cidade.

Nenhum dos três corredores vêem necessidade em participar de todas as maratonas. Por serem grandiosas e feitas em seis cidades incríveis, acabam aliando o turismo com a corrida, fora que participar de uma dessas provas, faz parte de uma experiência única. Se surgirem oportunidades não negaria, mas não está na minha de desejos, diz Savazoni.

A famosa medalha para os corredores que completarem as 6 majors Foto: Divulgação Facebook A famosa medalha para os corredores que completarem as 6 majors Foto: Divulgação Facebook

Vale o investimento?
Na opinião de Guilherme, as Majors não tem esse título por acaso. Elas estão de fato entre as maiores e melhores do mundo, além de algumas terem alto nível para inscrição chegando até 10 pessoas por vaga. Afirmo que não é meramente modismo, elas são de fato muito marcantes.

Já Savazoni tem outra opinião. Costumo afirmar que há muita vida fora das Majors, conheço corredores que focam somente nelas, mas acredito que estão perdendo muito, como boas oportunidades de correr em novas provas. O investimento vale a pena, porém não é algo barato, por exemplo, o valor da inscrição para Nova York custa cerca cerca de US$ 400, mais a inclusão do IOF. Para correr em Tóquio, são horas e mais horas de viagem, explica.

Fora o planeamento para os eventos. Ele deve ser feito com praticamente um ano de antecedência e até um pouco mais em alguns casos, como a obtenção do índice para Boston. Dessa forma, em um ano muita coisa pode mudar e isso para nós, amadores, é algo de grande impacto, diz Savazoni.

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Por outro lado, se separarmos a relação de provas com selo bronze, prata e ouro da IAAF, pelo mundo, veremos que existem provas excelentes, com organização do nível das Majors, percursos tão ou até mais planos do que Berlim e Londres, mas com facilidades enormes de inscrição (até na Expo ou faltando uma semana para os eventos), custos bem mais baixos e um planejamento próximo. Poderia fazer uma lista enorme, mas para citar algumas, temos: Barcelona, Sevilha, Frankfurt, Viena, Toronto, Los Angeles, Eindhoven, Munique, Colônia, Lyon. As opções superaram as duas centenas, finaliza.

Correr Major virou moda?
O treinador André Masella diz que sim. Acho a popularização super válida, porém o problema é a banalização da distância. Muitos corredores estão indo para o evento sem respeitar o tempo de treino, maturação e preparação do corpo. O que acontece é que na hora H, a experiência que era para ser inesquecível, acaba se tornando traumática. Como consequência disso, muitos nunca mais querem correr os 42 km, ou até pior, abandonam completamente a prática de exercícios.

Corredores desbravam as ruas de Nova York na Maratona Foto: Renato Cukier/Webrun Corredores desbravam as ruas de Nova York na Maratona Foto: Renato Cukier/Webrun

Savazoni diz que depende de cada uma. São eventos grandiosos, com uma estrutura incrível por trás (vivenciei o atentado terrorista em Boston, a retaguarda médica de uma Major é mais do que de primeiro mundo), sem falar nas feiras pré prova e todo ambiente que as envolve. Não há como diminuí-las, porém, é possível buscar isso em outros eventos, tão excelentes quanto.

Dicas
O que faz de um corredor amador um grande maratonista é o processo de treinamento. Quando digo grande, não me refiro apenas a alunos com bons tempos, mas sim àqueles que entregam o seu melhor no dia-a-dia e nas provas. Pessoas que levam o esporte a sério, são aquelas que o vivem cotidianamente e encaram a preparação como ponto fundamental e não os que possuem 1,2,3... ou 30 medalhas de Majors ou outras Maratonas, finaliza André Masella.

Guilherme alerta para a busca de orientação com um profissional. Eles certamente te darão dicas valiosas, não só de segurança como performance. Persiga seus sonhos, é possível.

Corridas de Rua · 20 abr, 2017


Os números de Drauzio: 73 anos, mais de 20 provas de 42km e 0 suplementação

Diretamente das margens do Mar Morto, o Webrun conversou com o médico, apresentador e corredor Drauzio Varella que um dia antes havia participado da Maratona de Jerusalém, correndo seus primeiros 21km em uma prova oficial. Recém operado de um neuroma, que o obrigou a parar por alguns meses em 2016, Drauzio estava feliz em voltar para as pistas sem dores.

Está foi a primeira meia que faço em um evento oficial e achei bem mais fácil. A prova foi linda já que entra na cidade velha de Jerusalém, passando por lugares históricos. O clima e as sensações são incríveis, principalmente ao ver as grandes muralhas do local, foi aí que percebi que não estava correndo em um lugar qualquer, conta o médico. Nunca tinha visto tantos judeus com kipás correndo ao mesmo tempo. A cidade tem uma força incrível no imaginário humano, tudo é muito especial ali.

Entre o amor pela corrida e a disciplina necessária para enfrentar uma maratona, o corredor bateu um papo sincero e apaixonante sobre corrida. Confira as opiniões de Drauzio em diversos temas.

Disputa pessoal

Corri minha primeira maratona aos 50 anos. Escolhi lançar uma disputa comigo mesmo, já que nessa idade percebemos que não somos mais crianças. Assim, comemorei escolhendo os 42km, afinal para correr uma maratona é preciso se preparar e isso me trouxe disciplina.

Quando coloco uma meta me esforço para cumpri-la e se não faço acabo me sentindo mal, é assim que organizo minha rotina para participar de uma prova longa. Acordo às 5h da manhã e saio para treinar, que é a parte mais calma do meu dia. Ter disciplina para fazer isso é complicado, por isso estamos cada vez mais sedentários, isso não é algo fácil. Correr distâncias longas me obriga a treinar por meses consecutivos, afinal maratona você não improvisa.

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Drauzio observando o Mar Morto em Massada, Israel Foto: Christina Volpe/Webrun Drauzio observando o Mar Morto em Massada, Israel Foto: Christina Volpe/Webrun

Inspiração

Busco me inspirar em pessoas que vivam na mesma situação que eu, sendo assim corredores acima de 73 anos e, pessoalmente, não conheço nenhum. Ao olhar meus colegas de profissão com problemas de saúde, vejo o quanto o esporte me ajudou. Existem alguns senhores tomando de três a quatro remédios por dia, obesos, com diabetes e tendo que picar o dedo toda manhã. Sei que é melhor ficar velho do que morrer, mas envelhecer desta forma não é algo obrigatório.

Hoje consigo acompanhar os mais jovens e tenho aquela sensação boa, de que ainda há muita coisa a se realizar. Enquanto você está vivo é tempo de fazer o que gosta e ir atrás de seus sonhos. Dá trabalho, mas é só correr atrás.

Preparação para as maratonas

Nunca tive uma dieta especial e tudo que li a respeito, o que foi pouco, não me convenceu sobre a importância de ter uma alimentação diferenciada. Existe um interesse comercial muito grande em tudo isso, afinal em uma maratona correm cerca de 40 mil pessoas, fora as que não conseguem se inscrever.

Na maratona de Tóquio do ano passado, se inscreveram cerca de 200 mil pessoas, imagine o interesse do mercado de tênis, roupas, complexos nutricionais entre outros? É uma fábula de dinheiro sem nenhuma evidência. Nunca fiz musculação, nem tomei nada, assim já se passaram anos de corrida. Deveria malhar pelo menos os braços, que são muito finos, mas isso é sacrifício para mim.

Treino no mínimo de três a quatro vezes por semana, uma média de 10 a 20 quilômetros. O dia que tenho pouco tempo corro cerca de 10km e aumento conforme minha disponibilidade, mas sempre na parte da manhã, deixando a sexta-feira para a distância mais longa. Gosto de ir para a rua e só vou ao Ibirapuera quando tenho treinos longos, já que o trânsito no dia a dia para sair de lá e ir até o centro, onde moro, é constante.

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O médico chegou a pensar que pós cirurgia não voltaria a correr Foto: Christina Volpe/Webrun O médico chegou a pensar que pós cirurgia não voltaria a correr Foto: Christina Volpe/Webrun

Prova favorita

Berlim é minha favorita. Você corre por dentro da cidade e estar lá é algo importante no imaginário da minha geração, principalmente pela questão da Segunda Guerra Mundial, da divisão da cidade. Berlim esteve nos noticiários por muito tempo, com as histórias do muro e das pessoas que foram metralhadas ao tentar atravessá-lo, isso me marcou.

Conheci a cidade na época do comunismo e voltar lá para participar da maratona foi uma experiência incrível. O local está um máximo, o aspecto cultural é fortíssimo após a queda do muro, já que artistas foram para a parte Oriental que estava desvalorizada. Com o surgimento dos estúdios e bares o local foi revitalizado, tornando Berlim uma cidade pulsante que vale a pena visitar.

Com todos esses aspectos e o percurso entremeando a cidade, ela se tornou minha favorita. Em seguida vem Tóquio por também ter um percurso dentro da cidade e logo depois Nova York, que foi a que mais participei, cerca de 6 ou 7 vezes.

Presente e futuro

Voltar a correr após uma cirurgia, além do privilégio de ser em um lugar especial como Jerusalém, me deixou ainda mais empolgado. Cheguei a pensar que não poderia mais praticar o esporte. Este ano devo participar de duas maratonas: a de São Paulo, que por incrível que pareça nunca corri e Nova York, que já há algum tempo não participo.

Além disso, este ano sai o último volume da trilogia dos meus livros sobre presídios. Trabalho como voluntário na Penitenciária Feminina de São Paulo e, inspirado nessa experiência, escrevi o volume Presidiárias, que vem na sequência de Estação Carandiru (1999) e Carcereiros (2002). Tenho dedicado boa parte do meu tempo a isso, buscando dados e diversas informações. Acredito que esse será o melhor dos três.

Corridas de Rua · 27 mar, 2017


Jerusalém é paraíso para apaixonados por cultura e diversidade

Ao colocar os pés em um avião com voo direto para Jerusalém já é possível perceber que você não está indo para um lugar comum. O mix de brasileiros, judeus, muçulmanos, japoneses e diversas outras nacionalidades é nítida. São idiomas, religiões e costumes misturados em uma só viagem, que tem como destino Jerusalém: a habitação da paz.

Religiosas rezando na Catedral do Santo Sepulcro Foto: Christina Volpe Religiosas rezando na Catedral do Santo Sepulcro Foto: Christina Volpe

A cidade de Tel Aviv recebe o aeroporto mais próximo até a Terra Santa e por lá chegam cristãos, religioso e não religiosos de todos os cantos do mundo. Para a cobertura da Maratona de Jerusalém o Webrun foi convidado a conhecer e fazer a cobertura completa do evento que, assim como a cidade, atrai turistas do mundo inteiro.

Sendo realizada pelo sexto ano, a prova reunirá cerca de 30 mil corredores nesta sexta (17), que usarão a prova para conhecer melhor a cidade. O turismo corre solto por diversos cantos de Jerusalém como o Monte das Oliveiras, a Cidade Velha, Catedral do Santo Sepulcro (onde está o local que Jesus foi crucificado, banhado e enterrado), a Via Sacra (local por onde Jesus passou até ser morto) e também por diversos outros pontos, não tão famosos, mas bem contemporâneos para quem vai em busca de diversão.

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Foto: Christina Volpe Foto: Christina Volpe

A cidade é de todos

É possível contratar guias e fazer incríveis passeios gastronômicos como fizemos. Estivemos no Yehuda Market, tanto na parte da tarde quanto a noite e é possível acompanhar uma incrível diversidade no público do local.

Homus na Cidade Velha, em Jerusalém Foto: Christina Volpe/Webrun Homus na Cidade Velha, em Jerusalém Foto: Christina Volpe/Webrun

Enquanto na parte da tarde o foco são as compras de produtos e refeições, de noite os bares estão sempre cheios. Jovens, música alta e bebida são os principais ingredientes do horário em Jerusalém. O guia indica também o carnaval na cidade, que segundo ele não se compara ao do Rio, mas a festa é grande.

Mulheres rezam no Muro das Lamentações Foto: Christina Volpe/Webrun Mulheres rezam no Muro das Lamentações Foto: Christina Volpe/Webrun

Locais e refeições não faltam pela cidade, perfeito para quem busca visitar um local com diversos pontos turísticos e ao mesmo tempo contemporâneo. Nas próximas matérias daremos mais informações sobre cada um deles.

O Webrun foi convidado pela organização da Maratona de Jerusalém para conhecer mais a cidade e fazer a cobertura completa do evento.

Corridas de Rua · 15 mar, 2017