Ana Lídia Borba sofre com dores no quadril durante o Ironman 2011

Redação Webrun | Triathlon · 01 jun, 2011

Ana passará por avaliações para entender a lesão no quadril (foto: Monique Barleben/ www.webrun.com.br)
Ana passará por avaliações para entender a lesão no quadril (foto: Monique Barleben/ www.webrun.com.br)

Completar um Ironman em muitas ocasiões pode ser mais importante do que ganhar a competição. Foi o caso de Ana Lídia Borba na edição de 2011 da prova brasileira, realizada no domingo (29/05), em Florianópolis (SC). “A principal missão de finalizar o percurso foi cumprida. Só fico um pouco triste porque estava fazendo uma excelente prova, briguei pelos cinco primeiros lugares, mas por conta de uma lesão no quadril eu não conseguir manter a velocidade até o final”, diz a triatleta de 26 anos.

Ana Lídia sofreu um acidente de bike durante um treino em uma rodovia no interior paulista no final de 2009, mas passou por diversos tratamentos e rapidamente voltou para o triatlhon. Este ano, o grande objetivo da jovem goiana era ter uma boa perfomance na disputa, mas logo no começo ela caiu na largada e ficou atrás dos amadores.

“Depois do início conturbado eu conseguiu recuperar o tempo. Fiz uma boa natação e tive bom desempenho na bike. Porém, na corrida estava fazendo uma média de cinco minutos por quilômetro, até sentir uma dor no quadril”. O problema, segundo Ana, apareceu nas descidas de Canasvieiras e foi difícil continuar a correr. “Comecei a trotar e até caminhar, porque o mais importante era cruzar a linha de chegada”, acrescenta a triatleta.

Outro fator que deixou Ana um pouco decepcionada foi o ciclismo, já que havia muitas atletas em pelotões. “Gosto de ver o Ironman com uma prova mais limpa, mais individual, por isso defendo a largada em baterias, para tentar quebrar essa questão de pelotões. Se fosse desta maneira não seria atropelada no começo da disputa”.

Agora a meta para o restante do ano é competir o Ironman Brasil 70.3, em Penha (SC), no final de agosto, mas não sem antes passar por algumas avaliações. “Preciso voltar e fazer alguns exames e ver o que foi essa lesão, tratar o problema e zerar, porque meu objetivo é lutar pelo pódio e não precisar caminhar numa prova como essa”, completa Ana.

O evento reuniu 1.822 triatletas no sul do país e os participantes interessados em comprar a fotos do evento podem acessar a seção de fotos do Webrun.

Este texto foi escrito por: Monique Barleben

Redação Webrun

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