
As trocas devem ser feitas dentro dos pórticos (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)
As largadas do Revezamento Volta à Ilha deste ano, prova de 150 quilômetros que circunda a ilha de Florianópolis (SC), começaram às 4h no trapiche da Avenida Beira Mar Norte e, até este momento, várias equipes já passaram pelos postos de troca. Enquanto os corredores de elite em alguns casos fazem mais de um trecho e aceleram o passo de olho no caneco dourado, outros apenas cumprem o trajeto num ritmo mais moderado.
Andréa Pandoyo, da equipe Sul, ainda ofegante após chegar no Posto de Troca quatro, denominado Santo Antonio/ Sambaqui, comenta que se superou nos 4,4 quilômetros. Foi gostoso, achei que fosse fazer em um tempo maior e que caminharia em todas as lombas, mas não foi o que aconteceu e estou no lucro. Segundo ela, as subidas (lombas) eram tantas que ela parou de contar após um determinado trecho. Quando eu achava que ia acabar, vinha uma pior.
Já Ana Carolina Severine, de Porto Alegre, sofreu para completar o trecho do Forte de São José, que mesclou terreno de asfalto, chão batido, pedra e algumas ladeiras. Apesar de tudo isso eu cheguei inteira, graças a Deus, agradece a atleta que representa a equipe Remião Treinamento Físico.
Ao todo os atletas vão percorrer 24 postos de troca, incluindo a largada e chegada, em terrenos que mesclam asfalto, areia da praia e dunas. Um dos trechos mais temidos pela maioria dos participantes é o Morro do Sertão, considerado o mais difícil do trajeto inteiro, com 11,2 quilômetros e muitas subidas íngremes.
Este texto foi escrito por: Alexandre Koda