
O triathleta Rivaldo Martins faz parte da seleção paraolímpica de ciclismo (foto: Divulgação)
No último dia 13 de abril o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) entrou na reta final da preparação brasileira, visando, a participação canarinho no segundo maior evento esportivo do planeta: os Jogos Paraolímpicos de Atenas, que se iniciam em setembro, na Grécia.
Essa será a maior delegação brasileira da historia dos Jogos Paraolímpicos desde a sua primeira participação nesta competição, em 1972, doze anos após, da disputa da primeira paraolimpíada mundial, realizada em Roma, na Itália, em 1960.
Medalhas – Enquanto o atletismo brasileiro não obteve nenhuma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Sydney, os 64 atletas PPD´s (pessoas portadoras de deficiência) brasileiros presente nos Jogos Paraolímpicos de Sydney, ganharam 22 medalhas (6 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze), incluindo, medalha de ouro conquistada pelo atletismo paraolímpico.
Patrocínio – Para continuar com essa trajetória ascendente em sua oitava participação na competição, é de fundamental importância apoio e patrocínio ao Programa Paraolímpico Brasileiro a cargo do CPB. O projeto já mostra resultados promissores como revelam os números: até o momento, a delegação brasileira classificada para Atenas é a maior da história, superando em 50% o número de atletas que representou o pais em Sydney, sendo que em Atenas, o Brasil competirá em 15 das 18 modalidades existentes.
A nobre tarefa de investir no esporte paraolímpico brasileiro coube a Caixa Econômica Federal. Através de sua divisão Loterias Caixa em dezembro último foi assinado um contrato de patrocínio de R$ 1 milhão junto ao CPB, que administra esses recursos, como também, os repasses oriundos da Lei Agnelo/Piva para o esportes paraolímpicos.
O Programa Paraolímpico Brasileiro foca suas ações, principalmente, na manutenção de seleções permanentes (de cada modalidade olímpica); bolsas de incentivo aos atletas, guias e técnicos; no programa periódico e sistemático de avaliação física, técnica, nutricional e psicológica, bem como, o custeio da participação brasileira em competições internacionais.
Este texto foi escrito por: Webrun