ultramaratona

Sérgio Cordeiro fica em 2º e não sabe se é campeão do Mundial de Ultratriathlon

Triathlon · 10 out, 2005

O ultramaratonista brasileiro Sérgio Cordeiro ficou com a segunda posição na etapa da Virgínia (EUA) do Mundial de Ultratriathlon, disputado nesse fim de semana. O brasileiro é o atual líder do ranking do Circuito Mundial de Ultratriathlon com 350 pontos, mas como a organização da competição ainda não divulgou a pontuação desta etapa, assim como da última que será realizada entre os dias 6 e 11 de novembro, no México, ele ainda não pode comemorar a conquista do título.

O segundo colocado do ranking está com 243 pontos. Por enquanto a decisão será feita na última etapa do circuito no México. Os atletas terão que percorrer 19km de natação, 900 km de ciclismo e 211 km de corrida num quíntuplo ironman.

Brasileiro pode ser o 1º campeão sul-americano do mundial de Ultratriathlon

O Brasileiro ultramaratonista Sergio Cordeiro está perto do título mundial da modalidade. Nesse fim de semana (oito e nove de outubro) ele participa da última etapa do Circuito Mundial de Ultratriathlon. A etapa será disputada na Virginia, nos Estados Unidos e o atleta acredita que as chances de se sagrar campeão são boas.

“Não tiro da cabeça que tenho que ser campeão. Treinei para isso e espero conseguir”, conta Cordeiro.Se ele não conquistar o título nesse fim de semana ele ainda terá uma chance no México, local do Quintuplo Ironman.


Brasileiro pode ser o 1º campeão sul-americano do mundial de Ultratriathlon

Triathlon · 06 out, 2005

O Brasileiro ultramaratonista Sergio Cordeiro está perto do título mundial da modalidade. Nesse fim de semana (oito e nove de outubro) ele participa da última etapa do Circuito Mundial de Ultratriathlon. A etapa será disputada na Virginia, nos Estados Unidos e o atleta acredita que as chances de se sagrar campeão são boas.

“Não tiro da cabeça que tenho que ser campeão. Treinei para isso e espero conseguir”, conta Cordeiro.Se ele não conquistar o título nesse fim de semana ele ainda terá uma chance no México, local do Quintuplo Ironman.

Sérgio Cordeiro lidera o ranking do Mundial de Ultratriathlon

Triathlon · 02 set, 2005

O ultramaratonista Sérgio Cordeiro ficou na quarta posição da etapa da Lituânia do Circuito Mundial de Ultratriathlon. Com o resultado ele manteve a liderança do circuito e está mais perto de conquistar o mundial. Se isso acontecer Cordeiro será o primeiro latino-americano a vencer o campeonato.

“Quero é trazer esse campeonato. Se já for na próxima etapa, ótimo, mas meu desejo é ser campeão”, conta o ultramaratonista que já se prepara para a próxima etapa que será nos Estados Unidos entre os dias sete e nove de outubro.

A última etapa do ano será um Quíntuplo Ironman, no México, com as distâncias de 19Km de natação, 900Km de ciclismo e 210Km de corrida.

Sérgio Cordeiro é o super-homem do Brasil

Sergio Cordeiro está perto da vitória do Circuito Mundial de Ultratriathlon. Se vencer mais algumas etapas ele será o primeiro latino a conquistar o mundial. Aos 51 anos, ele já participou de provas como a Maratona do Everest e a Ultramaratona do Vale da Morte. Conheça esse brasileiro que treina mais de 10 horas por dia.

São Paulo - No meio da multidão Sérgio Cordeiro não se destaca dos demais. Moreno com 1,65 de altura e 62 quilos, ele é apenas um cidadão brasileiro. Mas basta vestir uma roupa esportiva e Cordeiro se transforma num “super atleta”, ou melhor, num ultraman.

Com 51 anos, ele é o atual líder do International Ultra Triathlon Association e para se tornar campeão do Circuito Mundial de Ultratriathlon restam apenas três etapas. Se Cordeiro conseguir o feito será o primeiro atleta latino-americano a vencer o mundial. Um excelente título para quem não tem limite.

“Eu gosto de competir provas de longa distância porque sempre encontro novos desafios. Claro que na busca da superação a gente tem que fazer a coisa consciente e respeitar o corpo. Mas o meu limite por enquanto é Deus”, conta Cordeiro.

O Início - Cordeiro começou a correr aos 29 anos incentivado pela empresa que trabalhava. A sua primeira vitória aconteceu em uma prova de bairro no Rio de Janeiro, na qual ele não lembra a distância.

“Na primeira prova que eu ganhei aconteceu um fato curioso. Quando cheguei em primeiro lugar as pessoas vieram me perguntar se eu era corredor profissional. Eu disse que não e todos afirmaram que eu poderia ser um atleta profissional. Aquilo me motivou muito”, revela o atleta.

A motivação foi tanta que ele não parou mais. Hoje Cordeiro é dono de títulos como o bicampeonato da Volta de Florianópolis, medalha de prata e bronze do Ultraman do Canadá, além de campeão de duas etapas do Double Iron Triathlon, uma nos Estados Unidos e outra no Equador.

Os Extremos - Acostumado a percorrer longas distâncias em lugares inóspitos, ele já participou de duas prova que diz ser os extremos do mundo. A primeira foi a Maratona do Monte Everest. Como o próprio nome diz a prova acontece no Himalaia, próximo ao Everest em meio à neve e temperaturas baixas.

Numa caminhada de 22 dias para aclimatação, os participantes da maratona sobem até o acampamento base, que fica a mais de cinco mil metros de altitude. Lá acontece a largada que não tem uma distância exata.

“Essa prova marcou muito a minha vida. Foi uma corrida de risco por causa da altitude, além do frio. A gente subiu até o acampamento base e de lá passaram o nome da cidadezinha que era a chegada. Não tinha marcação de percurso. Cada corredor tinha que achar o seu próprio caminho”, conta o brasileiro que completou a Maratona do Everest em sétimo lugar no tempo de 5h50min.

No ano de 2003 Cordeiro resolveu participar de uma prova um pouco mais quente, a Ultramaratona do Vale da Morte. Essa corrida acontece nos Estados Unidos a baixo do nível do mar. São 216km de prova numa temperatura média de 60 graus celsius.

“Nessa prova eu pensei que ia morrer seco. O calor era muito intenso. Lembro de um episódio no Vale da Morte em que o meu staff demorou alguns minutos para chegar e me dar água. Esses minutos, que eu não sei se foram 30 segundos ou cinco minutos, pareceram uma eternidade. Essa prova foi difícil para controlar o meu emocional”. Cordeiro garantiu a 11ª posição da prova e se tornou o primeiro latino a completar a Ultramaratona do Vale da Morte.

Treino - Como treinar para uma prova com condição tão adversa como o calor e o frio? Indagado, ele respondeu que no Brasil isso não é possível. Para Cordeiro o treinamento é uma pré-preparação. “O ultramaratonista só descobre as condições de clima e percurso quando chega no local da prova”, conta. Por isso ele se preocupa com as distâncias e busca sempre fazer simulados.

No dia da entrevista para o Webrun, Cordeiro havia feito um treino em que pedalou 270km e correu mais 30km. Em média ele treina de 10 a 15 horas por dia sempre exercitando as três modalidades: natação, bicicleta e corrida.

Alimentação na Prova - Durante treinos e provas de longa distância o atleta precisa ter uma alimentação balanceada e adequada. Cordeiro participa de competições que demoram 24 horas para acabar e nessas provas o corpo requer muita energia.

Por isso ele não dispensa água e isotônico durante as competições. Além disso, ele consome carboidrato em pó e barra energética. Mas para Cordeiro tem horas que é necessário ter a sensação de comer e mastigar. “Em provas que duram um dia, por exemplo, tem hora que eu não agüento mais comer barra energética. Dá vontade de jogar aquilo longe. Nesses momentos em que preciso comer algo, prefiro as bisnaguinhas com pasta natural ou banana passa“, revela.

Uma dica de alimentação para provas longas é o macarrão instantâneo de copo. “Imagina correr um dia inteiro sem parar. Chega de madrugada o seu rendimento cai. Dá um desanimo e você fica fraco. Quando isso acontece comigo, eu como o famoso “sopão da madrugada”. Aquele macarrão é bom para comer porque desmancha na boca. Além disso, tem um caldinho quente que revigora o atleta”.

Calçado - Depois de 24 horas numa prova os acessórios, como o tênis, ficam desconfortáveis. Por isso, em algumas competições, ele prefere correr descalço. Segundo Cordeiro, o seu treinador fica louco quando isso acontece.

“Se no meio da prova o tênis começar a me machucar eu tiro e vou a luta. Essa é a minha profissão. Para quem começou a correr com um Conga que dava bolha, correr descalço não é ruim. O seu pé acaba se acostumando. Quando eu tiro o tênis me sinto livre”, fala.

Próximas provas - A próxima competição de Cordeiro é o Double Iron Triathlon nos dias 27 e 28 de agosto. A prova é uma das etapas do Mundial e acontecerá em Panevezys, Lituânia. O brasileiro enfrentará 7,6km de natação, 360km de bike e para finalizar 84km de corrida.

Em novembro ele disputa a última etapa do Mundial no México. A competição será um quíntuplo iron triathlon, ou seja, 19km de natação, 900km de ciclismo e 211km de corrida. Se vencer essa etapa Cordeiro será o primeiro latino a conquistar o mundial.

“Os organizadores da prova estão loucos porque eu sou o líder do ranking. Até agora só europeu vencia. Imagina a cara dos gringos quando ver um brasileiro campeão?”, se diverte o brasileiro. Cordeiro acredita que por causa de um certo preconceito dos organizadores eles ainda não enviaram o prêmio da última etapa do mundial na qual venceu.

Currículo de um campeão -

- Campeão do Double Triathlon etapas Virginia e Quito (95 e 98)
- Prata (94), bronze (95 e 98), 4º lugar (2002) e 5º lugar (97) do Mundial Ultraman do Havaí
- 11º na Ultramaratona do Vale da Morte (2003)
- Bicampeão da Volta da Ilha de Florianópolis (2000 e 2003)
- Prata (99), bronze (95) no Mundial de Ultramaratona do Canadá


Sérgio Cordeiro é o super-homem do Brasil

Ultra Maratona · 05 ago, 2005

Sergio Cordeiro está perto da vitória do Circuito Mundial de Ultratriathlon. Se vencer mais algumas etapas ele será o primeiro latino a conquistar o mundial. Aos 51 anos, ele já participou de provas como a Maratona do Everest e a Ultramaratona do Vale da Morte. Conheça esse brasileiro que treina mais de 10 horas por dia.

São Paulo - No meio da multidão Sérgio Cordeiro não se destaca dos demais. Moreno com 1,65 de altura e 62 quilos, ele é apenas um cidadão brasileiro. Mas basta vestir uma roupa esportiva e Cordeiro se transforma num “super atleta”, ou melhor, num ultraman.

Com 51 anos, ele é o atual líder do International Ultra Triathlon Association e para se tornar campeão do Circuito Mundial de Ultratriathlon restam apenas três etapas. Se Cordeiro conseguir o feito será o primeiro atleta latino-americano a vencer o mundial. Um excelente título para quem não tem limite.

“Eu gosto de competir provas de longa distância porque sempre encontro novos desafios. Claro que na busca da superação a gente tem que fazer a coisa consciente e respeitar o corpo. Mas o meu limite por enquanto é Deus”, conta Cordeiro.

O Início - Cordeiro começou a correr aos 29 anos incentivado pela empresa que trabalhava. A sua primeira vitória aconteceu em uma prova de bairro no Rio de Janeiro, na qual ele não lembra a distância.

“Na primeira prova que eu ganhei aconteceu um fato curioso. Quando cheguei em primeiro lugar as pessoas vieram me perguntar se eu era corredor profissional. Eu disse que não e todos afirmaram que eu poderia ser um atleta profissional. Aquilo me motivou muito”, revela o atleta.

A motivação foi tanta que ele não parou mais. Hoje Cordeiro é dono de títulos como o bicampeonato da Volta de Florianópolis, medalha de prata e bronze do Ultraman do Canadá, além de campeão de duas etapas do Double Iron Triathlon, uma nos Estados Unidos e outra no Equador.

Os Extremos - Acostumado a percorrer longas distâncias em lugares inóspitos, ele já participou de duas prova que diz ser os extremos do mundo. A primeira foi a Maratona do Monte Everest. Como o próprio nome diz a prova acontece no Himalaia, próximo ao Everest em meio à neve e temperaturas baixas.

Numa caminhada de 22 dias para aclimatação, os participantes da maratona sobem até o acampamento base, que fica a mais de cinco mil metros de altitude. Lá acontece a largada que não tem uma distância exata.

“Essa prova marcou muito a minha vida. Foi uma corrida de risco por causa da altitude, além do frio. A gente subiu até o acampamento base e de lá passaram o nome da cidadezinha que era a chegada. Não tinha marcação de percurso. Cada corredor tinha que achar o seu próprio caminho”, conta o brasileiro que completou a Maratona do Everest em sétimo lugar no tempo de 5h50min.

No ano de 2003 Cordeiro resolveu participar de uma prova um pouco mais quente, a Ultramaratona do Vale da Morte. Essa corrida acontece nos Estados Unidos a baixo do nível do mar. São 216km de prova numa temperatura média de 60 graus celsius.

“Nessa prova eu pensei que ia morrer seco. O calor era muito intenso. Lembro de um episódio no Vale da Morte em que o meu staff demorou alguns minutos para chegar e me dar água. Esses minutos, que eu não sei se foram 30 segundos ou cinco minutos, pareceram uma eternidade. Essa prova foi difícil para controlar o meu emocional”. Cordeiro garantiu a 11ª posição da prova e se tornou o primeiro latino a completar a Ultramaratona do Vale da Morte.

Treino - Como treinar para uma prova com condição tão adversa como o calor e o frio? Indagado, ele respondeu que no Brasil isso não é possível. Para Cordeiro o treinamento é uma pré-preparação. “O ultramaratonista só descobre as condições de clima e percurso quando chega no local da prova”, conta. Por isso ele se preocupa com as distâncias e busca sempre fazer simulados.

No dia da entrevista para o Webrun, Cordeiro havia feito um treino em que pedalou 270km e correu mais 30km. Em média ele treina de 10 a 15 horas por dia sempre exercitando as três modalidades: natação, bicicleta e corrida.

Alimentação na Prova - Durante treinos e provas de longa distância o atleta precisa ter uma alimentação balanceada e adequada. Cordeiro participa de competições que demoram 24 horas para acabar e nessas provas o corpo requer muita energia.

Por isso ele não dispensa água e isotônico durante as competições. Além disso, ele consome carboidrato em pó e barra energética. Mas para Cordeiro tem horas que é necessário ter a sensação de comer e mastigar. “Em provas que duram um dia, por exemplo, tem hora que eu não agüento mais comer barra energética. Dá vontade de jogar aquilo longe. Nesses momentos em que preciso comer algo, prefiro as bisnaguinhas com pasta natural ou banana passa“, revela.

Uma dica de alimentação para provas longas é o macarrão instantâneo de copo. “Imagina correr um dia inteiro sem parar. Chega de madrugada o seu rendimento cai. Dá um desanimo e você fica fraco. Quando isso acontece comigo, eu como o famoso “sopão da madrugada”. Aquele macarrão é bom para comer porque desmancha na boca. Além disso, tem um caldinho quente que revigora o atleta”.

Calçado - Depois de 24 horas numa prova os acessórios, como o tênis, ficam desconfortáveis. Por isso, em algumas competições, ele prefere correr descalço. Segundo Cordeiro, o seu treinador fica louco quando isso acontece.

“Se no meio da prova o tênis começar a me machucar eu tiro e vou a luta. Essa é a minha profissão. Para quem começou a correr com um Conga que dava bolha, correr descalço não é ruim. O seu pé acaba se acostumando. Quando eu tiro o tênis me sinto livre”, fala.

Próximas provas - A próxima competição de Cordeiro é o Double Iron Triathlon nos dias 27 e 28 de agosto. A prova é uma das etapas do Mundial e acontecerá em Panevezys, Lituânia. O brasileiro enfrentará 7,6km de natação, 360km de bike e para finalizar 84km de corrida.

Em novembro ele disputa a última etapa do Mundial no México. A competição será um quíntuplo iron triathlon, ou seja, 19km de natação, 900km de ciclismo e 211km de corrida. Se vencer essa etapa Cordeiro será o primeiro latino a conquistar o mundial.

“Os organizadores da prova estão loucos porque eu sou o líder do ranking. Até agora só europeu vencia. Imagina a cara dos gringos quando ver um brasileiro campeão?”, se diverte o brasileiro. Cordeiro acredita que por causa de um certo preconceito dos organizadores eles ainda não enviaram o prêmio da última etapa do mundial na qual venceu.

Currículo de um campeão -

- Campeão do Double Triathlon etapas Virginia e Quito (95 e 98)
- Prata (94), bronze (95 e 98), 4º lugar (2002) e 5º lugar (97) do Mundial Ultraman do Havaí
- 11º na Ultramaratona do Vale da Morte (2003)
- Bicampeão da Volta da Ilha de Florianópolis (2000 e 2003)
- Prata (99), bronze (95) no Mundial de Ultramaratona do Canadá

Marroquino vence pela 8ª vez a Maratona Des Sables

Ultra Maratona · 20 abr, 2005

A 20ª edição da Ultramaratona Des Sables terminou na última quinta-feira. Esse ano a prova aconteceu no Deserto do Marrocos com um percurso de 255 quilômetros divididos em seis etapas. Ao todo foram sete dias de prova e os corredores tiveram que levar o seu próprio suprimento.

O grande vencedor foi o marroquino Lahcen Ahansal no tempo de 19h09min04s. Essa foi a oitava vitória do corredor na competição. Entre as mulheres a campeã foi Simone Kayser Diederich, de Luxemburgo. Ela chegou 10 horas depois do vencedor masculino com 29h36min03s.

Dois brasileiros participaram da prova. Mozart dos Santos Junior, categoria individual, completou a prova no tempo de 41h28min55s. Cláudio Rodrigues de Oliveira fez parte da equipe Exxon Mobil Runners, que completou o desafio em 58h59min41s.

Egito será palco de ultramaratona pelo quarto ano

Ultra Maratona · 17 nov, 2004

Este mês acontece no Egito a quarta edição dos 100km Paharaonic Race. A competição acontecerá perto da cidade de Cairo e passará por lugares históricos como a pirâmide de Hauwara, o Oásis de Faiyum e a pirâmide de Sakaara. O curioso é que a prova surgiu depois da descoberta de um historiador.

O pesquisador, Ahmed Moussa, achou uma pedra na região do Egito que relatava a história de soldados faraônicos participantes de uma corrida de 100km, no ano de 690-665 D.C. Com a descoberta um grupo de corredores resolveou fazer o mesmo percurso dos soldados, e hoje essa aventura se transformou na 100km Paharaonic Race.

A largada será no dia 26 de novembro e a prova deve contar com corredores de diversos países. Para saber mais sobre essa prova histórica acesse: www.egyptianmarathon.net

Italiano vence World Cup 100km

Ultra Maratona · 14 set, 2004

A ultramaratona World Cup 100km aconteceu no último fim de semana na Holanda. E o grande campeão da prova foi o italiano Mario Ardemagni que completou o percurso em 06h18min22s. O segundo lugar ficou com o polonês Jaroslaw Janicki, 06h26min22s, seguido pelo russo Oleg Kharitonov, 06h32min55s.

O único brasileiro que participou da ultramaratona foi o santista Adilson Dama. Mas ele não completou a prova. Ao todo cruzaram a linha de chegada 145 pessoas. O último colocado completou os 100km em 09h54min33s.

Apenas um brasileiro estará nos 100km da Holanda

Ultra Maratona · 09 set, 2004

O corredor santista Adilson Dama, da equipe Memorial, será o único representante do Brasil no Mundial de 100 KM neste sábado (dia 11) em Winschoten, na Holanda. Em sua 5ª participação em mundiais da distância, a 2ª em solo holandês, ele conhece bem o grau de dificuldade da competição. Em 99, na França, ele foi considerado o corredor revelação, chegando na 8ª colocação.

Na Holanda, em 2000, ele correu na frente boa parte da prova, chegando a abrir sete minutos de vantagem. “O Mundial foi na mesma cidade. Lembro que liderei a prova nos primeiros 50 KM, mas depois senti uma contusão na coxa direita”, recorda o atleta, que conhece bem o percurso. “É plano, sem subidas, e ao nível do mar”, conta.

Em Winschoten, o maior objetivo será fazer seu melhor tempo nesse tipo de distância. Dama participa de desafios de 100 KM desde 1998, e seu recorde pessoal é de 6h37m (marca obtida no Mundial da França em 1999). “Sei que tenho condições de chegar a 6h30m. Estou bem preparado e sem contusão”, confia o corredor, que no ano passado venceu uma competição dessa distância em Portugal.

Valmir Nunes busca o tri em Pico Veleda

O ultramaratonista Valmir Nunes (Memorial/Mizuno) considerado o maior corredor da modalidade da história do atletismo brasileiro disputa neste nesse domingo, dia 1°, uma das provas mais difíceis do mundo. Ele está em Granada, na Espanha, para tentar o tricampeonato da disputa Pico Subida de Veleta.

A corrida tem 50 quilômetros de subida, sem partes planas, e ganha a fama de muito dura, por suas mudanças drásticas de temperatura e o nível de inclinação na subida. Seu retrospecto na prova é muito bom. Campeão em 1997 e 2000, foi vice em 95 e em sua última participação, em 2001, ficou em 3º lugar

“É uma bela prova, com um visual muito bonito. Para mim, o pior não é o clima, mas sim a altitude, principalmente quando passa de 2.800 metros. Aí, além do vento, o atleta acaba sentindo falta de ar e tonturas. Tem muita gente que pára nesse ponto”, revela o corredor, referindo-se ao chamado ‘Mal das Alturas’.

“Mas apesar das dificuldades, não provoca tanto desgaste muscular no atleta, pois na subida não há atrito”, acrescenta o atleta, que tem vasta experiência em ultramaratonas. Já são mais de 20 vitórias em corridas com mais de 50 km, algumas chegando até quase 300 km ininterruptamente.

Percurso técnico - A competição parte dos 656 metros do nível do mar e termina a uma altitude de 3.470, passando do calor, numa média de 30 graus nessa época do ano, para um frio, que pode atingir temperaturas abaixo de zero.


Valmir Nunes busca o tri em Pico Veleda

Ultra Maratona · 27 jul, 2004

O ultramaratonista Valmir Nunes (Memorial/Mizuno) considerado o maior corredor da modalidade da história do atletismo brasileiro disputa neste nesse domingo, dia 1°, uma das provas mais difíceis do mundo. Ele está em Granada, na Espanha, para tentar o tricampeonato da disputa Pico Subida de Veleta.

A corrida tem 50 quilômetros de subida, sem partes planas, e ganha a fama de muito dura, por suas mudanças drásticas de temperatura e o nível de inclinação na subida. Seu retrospecto na prova é muito bom. Campeão em 1997 e 2000, foi vice em 95 e em sua última participação, em 2001, ficou em 3º lugar

“É uma bela prova, com um visual muito bonito. Para mim, o pior não é o clima, mas sim a altitude, principalmente quando passa de 2.800 metros. Aí, além do vento, o atleta acaba sentindo falta de ar e tonturas. Tem muita gente que pára nesse ponto”, revela o corredor, referindo-se ao chamado ‘Mal das Alturas’.

“Mas apesar das dificuldades, não provoca tanto desgaste muscular no atleta, pois na subida não há atrito”, acrescenta o atleta, que tem vasta experiência em ultramaratonas. Já são mais de 20 vitórias em corridas com mais de 50 km, algumas chegando até quase 300 km ininterruptamente.

Percurso técnico - A competição parte dos 656 metros do nível do mar e termina a uma altitude de 3.470, passando do calor, numa média de 30 graus nessa época do ano, para um frio, que pode atingir temperaturas abaixo de zero.

Sebastião da Guia Neto é bi mundial nas 24Hs

Ultra Maratona · 28 jun, 2004

O brasileiro Sebastião Ferreira da Guia Neto conquistou um importante título para o Brasil, ou melhor, dois. O atleta sagrou-se Bi-Campeão da Ultramaratona de 24 Horas, prova disputada em Roche-la-Moliére, na França, em sua 7ª edição.

Guia Neto alcançou a marca de 230km (onze a mais que o 2º colocado e penta-campeão, o russo Vladimir Tilikov). A prova ocorreu nos dias 19 e 20 de junho do corrente ano e foi disputada sob severas condições climáticas (vento, chuva e baixas temperaturas).

Segundo Sylvio Roberto, técnico do atleta, Guia Neto tem novos desafios traçados. “ Para esse ano tem como objetivo principal ficar entre o 10º e o 5º colocado geral no Mundial de Praga, na República Tcheca, o que é um feito inédito em Mundiais para um brasileiro. Já a meta para 2005 é mais ambiciosa: conquistar o Título Mundial.” planeja o treinador.