ultramaratona

Valmir Nunes tenta bi em ultramaratona na Grécia

Valmir Nunes, um dos principais nomes em ultramaratona no Brasil busca na próxima quinta-feira (5) o bicampeonato na corrida de 24 horas do Festival de Ultramaratona Internacional Helênico, em Loutraki, na Grécia. Vence a competição quem percorrer a maior distância possível.

Ano passado o corredor de 43 anos completou 212 quilômetros, contra 205 do suíço Eusébio Bochons e 201 do estoniano Peeter Vennikas. Essa será a sexta competição de Valmir na Grécia, país em que ele já venceu a “Spartathlon”, uma das principais ultramaratonas do Mundo, com 246 km de percurso montanhoso entre Atenas e Sparta. Essa prova refaz o caminho do soldado Pheidippides, para buscar reforços durante a Guerra entre gregos e persas, em 490 AC.

Valmir pretende brigar pela vitória, mas não acredita que vá bater seu recorde pessoal (e das Américas) de 273,8 quilômetros, obtido em 2003 em Taiwan. “Estou em ritmo de treinamento para uma prova em julho e não vou forçar muito. Espero superar o que corri no ano passado, mas não acredito que possa bater o meu recorde. Na verdade, vou correr contra mim mesmo, buscando melhorar”, comenta.

Em julho ele disputará a “Badwater”, prova de 217 quilômetros ininterruptos no Vale da Morte, na Califórnia, Estados Unidos, onde enfrentará temperaturas de até 55 graus Celsius. “Esta prova será realmente difícil, mas gosto de desafios, de superar limites”, ressalta. Ele conquistou o direito de participar dessa prova após vencer a Brazil 135 Ultramaratona, competição de 217 quilômetros pela Serra da Mantiqueira.

Histórico - Em 17 anos de dedicação às competições de longa distância o competidor já acumula mais de 30 títulos. Entre eles verdadeiros desafios ao limite de um ser humano, como a Prova Pico Subida de Veleta, em Granada, na Espanha, com 50 quilômetros de subida íngreme, largada a 656 metros de altitude e a chegada a 3.470 metros acima do nível do mar.

Ele também ostenta no currículo dois títulos mundiais nos 100 quilômetros em 1991, na Itália e em 1995 na Holanda, além do recorde de 6h18min37. Além de correr ele faz a função de técnico de alguns atletas de ponta, como Sirlene Pinho, pré-convocada para a maratona nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro.


Valmir Nunes tenta bi em ultramaratona na Grécia

Ultra Maratona · 03 abr, 2007

Valmir Nunes, um dos principais nomes em ultramaratona no Brasil busca na próxima quinta-feira (5) o bicampeonato na corrida de 24 horas do Festival de Ultramaratona Internacional Helênico, em Loutraki, na Grécia. Vence a competição quem percorrer a maior distância possível.

Ano passado o corredor de 43 anos completou 212 quilômetros, contra 205 do suíço Eusébio Bochons e 201 do estoniano Peeter Vennikas. Essa será a sexta competição de Valmir na Grécia, país em que ele já venceu a “Spartathlon”, uma das principais ultramaratonas do Mundo, com 246 km de percurso montanhoso entre Atenas e Sparta. Essa prova refaz o caminho do soldado Pheidippides, para buscar reforços durante a Guerra entre gregos e persas, em 490 AC.

Valmir pretende brigar pela vitória, mas não acredita que vá bater seu recorde pessoal (e das Américas) de 273,8 quilômetros, obtido em 2003 em Taiwan. “Estou em ritmo de treinamento para uma prova em julho e não vou forçar muito. Espero superar o que corri no ano passado, mas não acredito que possa bater o meu recorde. Na verdade, vou correr contra mim mesmo, buscando melhorar”, comenta.

Em julho ele disputará a “Badwater”, prova de 217 quilômetros ininterruptos no Vale da Morte, na Califórnia, Estados Unidos, onde enfrentará temperaturas de até 55 graus Celsius. “Esta prova será realmente difícil, mas gosto de desafios, de superar limites”, ressalta. Ele conquistou o direito de participar dessa prova após vencer a Brazil 135 Ultramaratona, competição de 217 quilômetros pela Serra da Mantiqueira.

Histórico - Em 17 anos de dedicação às competições de longa distância o competidor já acumula mais de 30 títulos. Entre eles verdadeiros desafios ao limite de um ser humano, como a Prova Pico Subida de Veleta, em Granada, na Espanha, com 50 quilômetros de subida íngreme, largada a 656 metros de altitude e a chegada a 3.470 metros acima do nível do mar.

Ele também ostenta no currículo dois títulos mundiais nos 100 quilômetros em 1991, na Itália e em 1995 na Holanda, além do recorde de 6h18min37. Além de correr ele faz a função de técnico de alguns atletas de ponta, como Sirlene Pinho, pré-convocada para a maratona nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro.

Ilaine e Mauro Pinto vencem Supermaratona do Rio Grande

Ultra Maratona · 12 fev, 2007

A praia do Cassino, no Rio Grande do Sul, recebeu no último fim de semana a Supermaratona da Cidade. Ao todo foram 50 quilômetros de competição disputados por cerca de 250 corredores. Os vencedores da prova foram os atletas Mauro Pinto, de Brasília e Ilaine Wandscheer, de Itaqui (RS).

Mauro completou a prova em 2h52min49, mas a disputa não foi fácil. Para vencer ele teve que enfrentar os esportistas Lindemberg Nunes e Antonio Alexandre Gonçalves, que imprimiram um ritmo forte desde a largada e ficaram respectivamente em segundo e terceiro lugar.

Na prova feminina Ilaine cruzou a linha de chegada em 3h26min11. A segunda posição ficou com a gaúcha Neli Rosa Oliveira, de Porto Alegre (RS), seguida por Maria Salete Herold, de Canela (RS).

Além da longa prova, aconteceu também uma rústica com 10 quilômetros vencida por Daniela Lourenço e Marcos Nunes. Ele levou o título pela segunda vez consecutiva.

Valmir Nunes vence Ultra Brazil 135

Ultra Maratona · 16 jan, 2007

O brasileiro Valmir Nunes venceu na manhã dessa terça-feira (16) a Ultramaratona Brazil 135. A competição, que começou ontem, foi realizada no estado de Minas Gerais e teve percurso de 217 km.

Valmir completou todo trajeto no tempo de 27h26min01s, marca que baixou o recorde da corrida em mais de 16 horas. A disputa, que faz parte da Copa do Mundo de Corridas de 135 milhas, foi considerada difícil para o campeão. “Não parei nem para me hidratar, mas em alguns trechos tive de andar”, confessa o brasileiro que completa hoje 43 anos.

A nova vitória serviu como treinamento para os próximos objetivos de Valmir. Em abril, ele volta a competir na Grécia. Mas o atleta ainda não definiu se participará de uma corrida de 24 horas ou de seis dias. “Agora, vou ficar um mês me recuperando, só com corridas na piscina, porque essa prova aqui deixa a gente destroçado. Depois volto aos treinos”, revela.

A prova ainda continua e os participantes terão no máximo 60 horas para finalizarem a prova. A chegada da Brazil 135 acontece na cidade de Paraisópolis.

Ultramaratona reúne esportistas em Minas Gerais

Nesta segunda-feira acontece no Brasil a 135 Ultramaratona, competição que terá 217 quilômetros e contará com nomes fortes da modalidade no país. A prova será realizada na Serra da Mantiqueira, em Mina Gerais, e segundo os organizadores, somente 20 quilômetros serão planos.

Um dos favoritos ao pódio é o brasileiro Valmir Nunes. Bicampeão mundial de corridas de 100 km, ele espera garantir uma boa marca. “Quero terminar bem a prova, em menos de 30 horas e terminar na terça-feira para comemorar o meu aniversário”, diz Valmir, que completa 43 anos no dia 16.

Apesar do alto grau de dificuldade e da longa distância, Valmir Nunes quer encarar a Brazil 135 Ultramaratona como um treinamento forte. “Servirá como preparação para os meus objetivos deste ano. Ao invés de treinar um longão sozinho, que é muito chato, vou na prova. Isso estimula mais”, conta o atleta.

Em abril, ele volta a competir na Grécia, onde já teve duas conquistas importantes. Uma na Spartathlon, com 246km ininterruptos, em 2001, e nas 24 horas do Festival de Ultramaratona Internacional Helênico, em Loutraki.

Outro brasileiro que também estará na competição é o ultraman Sérgio Cordeiro. Primeiro campeão latino-americano de Ultra Triathlon, ele também deve encarar o desafio como um treino para as próximas provas de 2007.

A Brazil 135 faz parte da Copa do Mundo de Corridas com 135 milhas, a BAD 135 World Cup. O Campeonato Mundial é formado hoje por: Corrida no Deserto, Corrida no Gelo e Corrida nas Montanhas.

No ano passado, o campeão da edição inicial foi Áureo Adriano, que completou o trajeto em 44h 04min. O evento largou às 8h, em Águas da Prata (MG), e a chegada será em Paraisópolis, nessa terça-feira.


Ultramaratona reúne esportistas em Minas Gerais

Ultra Maratona · 15 jan, 2007

Nesta segunda-feira acontece no Brasil a 135 Ultramaratona, competição que terá 217 quilômetros e contará com nomes fortes da modalidade no país. A prova será realizada na Serra da Mantiqueira, em Mina Gerais, e segundo os organizadores, somente 20 quilômetros serão planos.

Um dos favoritos ao pódio é o brasileiro Valmir Nunes. Bicampeão mundial de corridas de 100 km, ele espera garantir uma boa marca. “Quero terminar bem a prova, em menos de 30 horas e terminar na terça-feira para comemorar o meu aniversário”, diz Valmir, que completa 43 anos no dia 16.

Apesar do alto grau de dificuldade e da longa distância, Valmir Nunes quer encarar a Brazil 135 Ultramaratona como um treinamento forte. “Servirá como preparação para os meus objetivos deste ano. Ao invés de treinar um longão sozinho, que é muito chato, vou na prova. Isso estimula mais”, conta o atleta.

Em abril, ele volta a competir na Grécia, onde já teve duas conquistas importantes. Uma na Spartathlon, com 246km ininterruptos, em 2001, e nas 24 horas do Festival de Ultramaratona Internacional Helênico, em Loutraki.

Outro brasileiro que também estará na competição é o ultraman Sérgio Cordeiro. Primeiro campeão latino-americano de Ultra Triathlon, ele também deve encarar o desafio como um treino para as próximas provas de 2007.

A Brazil 135 faz parte da Copa do Mundo de Corridas com 135 milhas, a BAD 135 World Cup. O Campeonato Mundial é formado hoje por: Corrida no Deserto, Corrida no Gelo e Corrida nas Montanhas.

No ano passado, o campeão da edição inicial foi Áureo Adriano, que completou o trajeto em 44h 04min. O evento largou às 8h, em Águas da Prata (MG), e a chegada será em Paraisópolis, nessa terça-feira.

Ultramaratona nos Andes tem equipe brasileira pela 1ª vez

A Ultramaratona Cruce de los Andes, que acontece entre dois e quatro de fevereiro nos Andes, terá a participação da equipe Brasil 1, formada por maratonistas brasileiros. Com largada na cidade chilena de La Serena e chegada em San Juan, na Argentina, cada um dos 12 atletas percorrerá 42,195 metros, sob condições extremas de vento, terreno acidentado, entre outros desafios.

Em 16 anos de competição, é a primeira vez que uma equipe 100% brasileira vai participar dos 506 quilômetros de disputa. A Brasil 1 é coordenada por Carlos Duarte, organizador de diversas provas em Santa Catarina, como Volta à Ilha de Floripa e 50 km em Montanhas de Urubici (www.ecofloripa.com).

“Nossa equipe é formada por pessoas de diferentes cidades do Brasil, com atletas experientes em maratonas, na maioria veteranos, que gostam de desafios e conhecer novos lugares correndo”, comenta Carlos. A prova acontece sem interrupção, com previsão de duração de dois dias.

A escolha - Sobre a idéia de participar dessa competição, Carlos conta que a inspiração veio através de Elisete Pereira, brasileira que participou ano passado e esse ano repetirá a dose. “Ela veio correr o Desafrio Urubici, uma das provas que organizo, e me contou sobre a experiência no Cruce de los Andes. Gostei e divulguei nas provas e com os muitos amigos corredores que tenho no Brasil e aos poucos foram surgindo interessados”, explica Duarte.

Segundo ele, a condição para integrar a equipe foi de o atleta ter feito pelo menos uma maratona; gostar de desafios e provas diferentes; ter o dinheiro para arcar com os custos de inscrição e viagem, além de se preparar para a competição sem a cobrança de resultados dos outros integrantes, pois o intuito é correr para ter uma experiência nova. A Brasil 1 não tem a pretensão de brigar pelos primeiros lugares, mas sim de terminar a competição.

“Não temos muita pretensão de estar entre os primeiros, até porque sete dos integrantes têm mais de 50 anos e ninguém é ou foi corredor de elite. Vamos para completar a prova, que será um grande feito e cada um fará o melhor de si”, conta o coordenador da equipe. Os integrantes vêm fazendo um treinamento próprio, alguns com treinadores e outros por conta, de acordo com a rotina cotidiana de cada um.

Por serem corredores de muitas cidades espalhadas pelo país, o grupo vai se encontrar nos aeroportos rumo à competição, mas só estará completo em San Juan, local da organização. Confira os integrantes da equipe.

  • Giovanni Rinaldo - São Paulo - SP
  • William Wiltgen - Novo Hamburgo - RS
  • Paulo Eduardo D. Borges - São Paulo - SP
  • Márcio Gava - Joinvilli - SC
  • João Sacks Prestes - Curitiba - PR
  • João Luiz Javera - Marilia - SP
  • Carlos Roberto Duarte - Florianópolis - SC
  • Carlos R. Guimarães Barbosa - São Paulo - SP
  • Ely Behar - São Paulo - SP
  • 10 Luiz Fernandes Boesel - Santa Cruz do Sul- RS
  • 11 Paulo Roberto D. Sobrinho - Niterói - RJ
  • 12 Tim Tollemache - Curitiba - PR

    A equipe Brasil 1 possui o mesmo nome do barco brasileiro que disputou a regata de volta ao mundo ano passado (Volvo Ocean Race), que terminou na terceira colocação geral.


  • Ultramaratona nos Andes tem equipe brasileira pela 1ª vez

    Ultra Maratona · 12 jan, 2007

    A Ultramaratona Cruce de los Andes, que acontece entre dois e quatro de fevereiro nos Andes, terá a participação da equipe Brasil 1, formada por maratonistas brasileiros. Com largada na cidade chilena de La Serena e chegada em San Juan, na Argentina, cada um dos 12 atletas percorrerá 42,195 metros, sob condições extremas de vento, terreno acidentado, entre outros desafios.

    Em 16 anos de competição, é a primeira vez que uma equipe 100% brasileira vai participar dos 506 quilômetros de disputa. A Brasil 1 é coordenada por Carlos Duarte, organizador de diversas provas em Santa Catarina, como Volta à Ilha de Floripa e 50 km em Montanhas de Urubici (www.ecofloripa.com).

    “Nossa equipe é formada por pessoas de diferentes cidades do Brasil, com atletas experientes em maratonas, na maioria veteranos, que gostam de desafios e conhecer novos lugares correndo”, comenta Carlos. A prova acontece sem interrupção, com previsão de duração de dois dias.

    A escolha - Sobre a idéia de participar dessa competição, Carlos conta que a inspiração veio através de Elisete Pereira, brasileira que participou ano passado e esse ano repetirá a dose. “Ela veio correr o Desafrio Urubici, uma das provas que organizo, e me contou sobre a experiência no Cruce de los Andes. Gostei e divulguei nas provas e com os muitos amigos corredores que tenho no Brasil e aos poucos foram surgindo interessados”, explica Duarte.

    Segundo ele, a condição para integrar a equipe foi de o atleta ter feito pelo menos uma maratona; gostar de desafios e provas diferentes; ter o dinheiro para arcar com os custos de inscrição e viagem, além de se preparar para a competição sem a cobrança de resultados dos outros integrantes, pois o intuito é correr para ter uma experiência nova. A Brasil 1 não tem a pretensão de brigar pelos primeiros lugares, mas sim de terminar a competição.

    “Não temos muita pretensão de estar entre os primeiros, até porque sete dos integrantes têm mais de 50 anos e ninguém é ou foi corredor de elite. Vamos para completar a prova, que será um grande feito e cada um fará o melhor de si”, conta o coordenador da equipe. Os integrantes vêm fazendo um treinamento próprio, alguns com treinadores e outros por conta, de acordo com a rotina cotidiana de cada um.

    Por serem corredores de muitas cidades espalhadas pelo país, o grupo vai se encontrar nos aeroportos rumo à competição, mas só estará completo em San Juan, local da organização. Confira os integrantes da equipe.

  • Giovanni Rinaldo - São Paulo - SP
  • William Wiltgen - Novo Hamburgo - RS
  • Paulo Eduardo D. Borges - São Paulo - SP
  • Márcio Gava - Joinvilli - SC
  • João Sacks Prestes - Curitiba - PR
  • João Luiz Javera - Marilia - SP
  • Carlos Roberto Duarte - Florianópolis - SC
  • Carlos R. Guimarães Barbosa - São Paulo - SP
  • Ely Behar - São Paulo - SP
  • 10 Luiz Fernandes Boesel - Santa Cruz do Sul- RS
  • 11 Paulo Roberto D. Sobrinho - Niterói - RJ
  • 12 Tim Tollemache - Curitiba - PR

    A equipe Brasil 1 possui o mesmo nome do barco brasileiro que disputou a regata de volta ao mundo ano passado (Volvo Ocean Race), que terminou na terceira colocação geral.

  • Ultramaratona de 180 km homenageia dia da Bíblia

    No próximo fim de semana (nove e 10) acontece a Ultramaratona Dia da Bíblia, prova que reunirá cerca de 15 atletas que vão percorrer 180 km entre o centro de São Paulo e a cidade de Aparecida do Norte. De acordo com o organizador do evento, Carlos Dias, está quase tudo pronto para o evento, que tem um caráter festivo e não competitivo.

    “A idéia é integrar os atletas, fechar o ano das ultramaratonas de uma forma diferente. Não é uma prova em que haverá primeiro, segundo e terceiro colocado, todos são campeões”. Segundo ele, a Polícia Rodoviária Federal vai oferecer um suporte para os atletas durante o percurso e vai também colocar algumas de suas bases na Rodovia Presidente Dutra à disposição como ponto de apoio.

    “Serão quatro ciclistas da organização, um para cada grupo de atletas, que terão suporte de massagistas no carro de apoio”. A hidratação, fundamental em qualquer prova, não foi esquecida por Carlos, que firmou uma parceria com uma empresa para oferecer água mineral e refrigerante. “Os atletas são obrigados a levar uma caramanhola e a cada cinco quilômetros podem abastecê-la com água no carro de apoio”.

    Alimentação - Além da hidratação, a alimentação em uma prova de longa distância é importante. A organização fechou uma parceria com alguns restaurantes da região por onde a prova vai passar e os atletas poderão fazer um pit-stop para repor as energias. “Além dos restaurantes, algumas bases da polícia servirão como posto de alimentação”.

    Já sobre o nome da prova, Carlos explica que o intuito é fazer uma homenagem a um dos livros mais antigos do mundo, além de incentivar a leitura. “Usamos como símbolo a Bíblia, que ilustra bem a leitura como forma de aprofundar o senso crítico e aumentar o conhecimento”. Ele disse também que tentou firmar parceria com alguma editora ecumênica, para fornecer exemplares do livro sagrado, mas até o fechamento dessa matéria não havia conseguido.

    Um dos destaques dessa ultramaratona é Elisete Pereira, atleta de Curitiba, que mesmo sem contar com um patrocinador participa das competições pelo prazer do esporte. “O bom dessa prova é ser de caráter festivo, pois temos a oportunidade de conversar com os outros atletas”.

    A prova terá uma boa parte do percurso durante a noite, mas segundo Elizete isso é um diferencial para ela. “Durante o dia eu guardo energia e a noite, nas provas, eu chego nas adversárias que já estão sem forças”. Ela disse também que sempre leva um bloco de anotações nas competições e comentou que gosta de correr longas distâncias, pois sempre tem boas histórias para contar.

    Aos 44 anos de idade, no começo desse ano ela foi uma das primeiras mulheres a participar de uma prova de revezamento nos Andes, com mais de 500 quilômetros. Ela também participou de uma competição de 100 quilômetros na Argentina em agosto e a cada prova que completa já pensa no próximo desafio.

    Serviço - A largada da Ultramaratona Dia da Bíblia acontece no dia nove de dezembro às 9h na Catedral da Sé, no centro de São Paulo. Já a chegada será na cidade de Aparecida do Norte no dia 10 e a prefeitura irá organizar uma recepção para os ultramaratonistas.


    Ultramaratona de 180 km homenageia dia da Bíblia

    Ultra Maratona · 07 dez, 2006

    No próximo fim de semana (nove e 10) acontece a Ultramaratona Dia da Bíblia, prova que reunirá cerca de 15 atletas que vão percorrer 180 km entre o centro de São Paulo e a cidade de Aparecida do Norte. De acordo com o organizador do evento, Carlos Dias, está quase tudo pronto para o evento, que tem um caráter festivo e não competitivo.

    “A idéia é integrar os atletas, fechar o ano das ultramaratonas de uma forma diferente. Não é uma prova em que haverá primeiro, segundo e terceiro colocado, todos são campeões”. Segundo ele, a Polícia Rodoviária Federal vai oferecer um suporte para os atletas durante o percurso e vai também colocar algumas de suas bases na Rodovia Presidente Dutra à disposição como ponto de apoio.

    “Serão quatro ciclistas da organização, um para cada grupo de atletas, que terão suporte de massagistas no carro de apoio”. A hidratação, fundamental em qualquer prova, não foi esquecida por Carlos, que firmou uma parceria com uma empresa para oferecer água mineral e refrigerante. “Os atletas são obrigados a levar uma caramanhola e a cada cinco quilômetros podem abastecê-la com água no carro de apoio”.

    Alimentação - Além da hidratação, a alimentação em uma prova de longa distância é importante. A organização fechou uma parceria com alguns restaurantes da região por onde a prova vai passar e os atletas poderão fazer um pit-stop para repor as energias. “Além dos restaurantes, algumas bases da polícia servirão como posto de alimentação”.

    Já sobre o nome da prova, Carlos explica que o intuito é fazer uma homenagem a um dos livros mais antigos do mundo, além de incentivar a leitura. “Usamos como símbolo a Bíblia, que ilustra bem a leitura como forma de aprofundar o senso crítico e aumentar o conhecimento”. Ele disse também que tentou firmar parceria com alguma editora ecumênica, para fornecer exemplares do livro sagrado, mas até o fechamento dessa matéria não havia conseguido.

    Um dos destaques dessa ultramaratona é Elisete Pereira, atleta de Curitiba, que mesmo sem contar com um patrocinador participa das competições pelo prazer do esporte. “O bom dessa prova é ser de caráter festivo, pois temos a oportunidade de conversar com os outros atletas”.

    A prova terá uma boa parte do percurso durante a noite, mas segundo Elizete isso é um diferencial para ela. “Durante o dia eu guardo energia e a noite, nas provas, eu chego nas adversárias que já estão sem forças”. Ela disse também que sempre leva um bloco de anotações nas competições e comentou que gosta de correr longas distâncias, pois sempre tem boas histórias para contar.

    Aos 44 anos de idade, no começo desse ano ela foi uma das primeiras mulheres a participar de uma prova de revezamento nos Andes, com mais de 500 quilômetros. Ela também participou de uma competição de 100 quilômetros na Argentina em agosto e a cada prova que completa já pensa no próximo desafio.

    Serviço - A largada da Ultramaratona Dia da Bíblia acontece no dia nove de dezembro às 9h na Catedral da Sé, no centro de São Paulo. Já a chegada será na cidade de Aparecida do Norte no dia 10 e a prefeitura irá organizar uma recepção para os ultramaratonistas.

    Brasileiro é o 9º colocado do Deca Iron Triathlon

    Triathlon · 24 nov, 2006

    O brasileiro Sérgio Cordeiro ficou entre os top dez do Deca Iron Triathlon Challenge 2006, uma das provas mais difíceis do mundo, que aconteceu na cidade de Monterey, México. A competição durou dez dias e nesse período todo o dia os participantes enfrentavam um ironman, ou seja, 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida.

    Cordeiro conquistou o nono lugar da prova. Atual campeão mundial de ultra triathlon, ele foi o único brasileiro da competição, que contou com atletas de diversas nacionalidades. “A prova acredito ser um dos desafios mais exaustivos no qual já participei. Não só pela distância, mas por sua grandiosa estrutura, que ainda nós brasileiros tanto buscamos. Os dez dias de prova, apesar de seus intervalos diários, parecem não existir, pois a cada dia parecia que as noites eram tão curtas a ponto de termos a sensação de não existir”, revela Cordeiro.

    Segundo o brasileiro, a competição foi um pouco diferente das quais ele participa. “Eu tive que fazer um ironman por dia e o ritmo da prova era muito forte. Parecia que eu estava fazendo simplesmente um iron e assim era o pensamento a cada dia”.

    Além da participação, o atleta conquistou uma vaga no time composto por nove selecionados pela Federação Internacional de Ultra Triathlon (IUTA). Esta vaga lhe garante um patrocínio internacional para a temporada do Circuito Mundial em 2007, que pretende buscar o bicampeonato.

    Brasileiros não terminam a Ultramaratona Spartathlon

    Ultra Maratona · 11 out, 2006

    Entre os dias 29 e 30 de setembro aconteceu na Grécia a ultramaratona Spartathlon e o Brasil foi representado por três atletas de elite. A largada da prova aconteceu na cidade de Esparta e a chegada em Atenas.

    Mas os brasileiros não conseguiram completar os 246 quilômetros de competição, o equivalente a quase seis maratonas. O ultramaratonista Heroi Fung parou no quilômetro 100. Depois foi a vez do técnico Valmir Nunes, campeão da Spartathlon de 2001, abandonar a prova no 130.

    O terceiro e último brasileiro que não conseguiu concluir a ultramaratona foi Luciano Prado. Segundo o atleta, a prova é muito difícil por apresentar subidas e descida e diferentes temperaturas durante a competição.

    “Minha desistência foi devido a uma dor de dente que eu tive durante a prova e para piorar não encontrei minha roupa de frio no quilômetro 160. Lá era o local de subida para as montanhas com temperatura média de nove graus. Minha musculatura travou e eu não tive ânimo”, conta Luciano.

    Mesmo com as dificuldades encontradas, ele pretende participar da prova novamente em 2008. Os vencedores desse ano foram o americano Scott Jurek com 22horas52min18 e a japonesa Inagaki Sumie (28horas37min20).

    Ultramaratonistas representam o Brasil em prova Grega de 246km

    Os brasileiros Valmir Nunes e Luciano Prado irão representar o país na ultramaratona grega Spartathlon. A competição tem algumas peculiaridades, por acontecer em terreno montanhoso, além da largada ser na cidade de Esparta e a chegada em Atenas.

    Ao todo são 246 quilômetros de competição, o equivalente a quase seis maratonas. Segundo a história grega, o percurso da prova será o mesmo que o mensageiro e soldado, Pheidippides, correu para buscar reforços durante a Guerra entre gregos e persas, em 490 AC. Foi essa corrida que deu origem à maratona e ao atletismo.

    Essa é a quinta vez do ultramaratonista Valmir Nunes na prova. No ano de 2001 ele venceu a competição e está confiante novamente. “Sinceramente, vou para ganhar. Não quero parar. Isso é muito triste para um atleta. A pior coisa é quando o competidor perde para ele mesmo. É horrível”, conta.

    Com um patrocinador para custear a passagem aérea, Luciano Prado vai para a competição pela segunda vez consecutiva. No ano passado ele ficou com o quinto lugar e nesse ano pretende conseguir uma colocação melhor.

    Nunes, que também treina a maratonista Sirlene Pinho, disse que após a ultramaratona irá ver sua pupila na Maratona da Holanda. “Eu fico na Grécia até o dia 12 e embarco para a Holanda para acompanhá-la. Não será fácil, mas ela está bem. Será a sua primeira viagem à Europa e vou dar apoio”, conta.

    A largada do Spartathlon será dada nessa sexta-feira, 30 de setembro, e os primeiros participantes devem finalizar a prova depois de 20 horas de corrida ininterrupta.


    Ultramaratonistas representam o Brasil em prova Grega de 246km

    Ultra Maratona · 27 set, 2006

    Os brasileiros Valmir Nunes e Luciano Prado irão representar o país na ultramaratona grega Spartathlon. A competição tem algumas peculiaridades, por acontecer em terreno montanhoso, além da largada ser na cidade de Esparta e a chegada em Atenas.

    Ao todo são 246 quilômetros de competição, o equivalente a quase seis maratonas. Segundo a história grega, o percurso da prova será o mesmo que o mensageiro e soldado, Pheidippides, correu para buscar reforços durante a Guerra entre gregos e persas, em 490 AC. Foi essa corrida que deu origem à maratona e ao atletismo.

    Essa é a quinta vez do ultramaratonista Valmir Nunes na prova. No ano de 2001 ele venceu a competição e está confiante novamente. “Sinceramente, vou para ganhar. Não quero parar. Isso é muito triste para um atleta. A pior coisa é quando o competidor perde para ele mesmo. É horrível”, conta.

    Com um patrocinador para custear a passagem aérea, Luciano Prado vai para a competição pela segunda vez consecutiva. No ano passado ele ficou com o quinto lugar e nesse ano pretende conseguir uma colocação melhor.

    Nunes, que também treina a maratonista Sirlene Pinho, disse que após a ultramaratona irá ver sua pupila na Maratona da Holanda. “Eu fico na Grécia até o dia 12 e embarco para a Holanda para acompanhá-la. Não será fácil, mas ela está bem. Será a sua primeira viagem à Europa e vou dar apoio”, conta.

    A largada do Spartathlon será dada nessa sexta-feira, 30 de setembro, e os primeiros participantes devem finalizar a prova depois de 20 horas de corrida ininterrupta.

    Brasileiro quer apoio para disputar Ultramaratona na Grécia

    O ultramaratonista Luciano Prado será um dos poucos representantes brasileiros na competição grega Sparthathlon. A prova tem um percurso de 246 quilômetros e passa por trechos históricos da Grécia.

    No ano passado Luciano ficou com o quinto lugar da competição, que já teve um brasileiro no pódio, o ultramaratonista Valmir Nunes. “Em 2005 280 participantes começaram a prova, mas só 102 completaram. É uma prova muito dura com muitas serras. Eu sabia que no ano passado não chegaria entre os três primeiros, porque cheguei no país na véspera da prova”, conta Luciano que não teve tempo para se acostumar com o fuso horário.

    Mas nesse ano o atleta pretende chegar quatro dias antes e conquistar o pódio. Porém ele ainda não tem a passagem aérea para a Grécia. “Para ir à Grécia terei que correr atrás das passagens, pois o meu patrocinador não tem verba para me mandar. Fiquei chateado porque só agora recebi a notícia e terei esta nova maratona de busca. O pior é que a prova acontece no final de mês de setembro e estou com a minha inscrição aceita”, lamenta o brasileiro que busca novo patrocínio para conseguir ir para a ultramaratona.

    Como treinamento ele corre na Serra da Cantareira diariamente cerca de 15 quilômetros. De fim de semana Luciano faz o treino longo que é um pouco mais puxado. Se ele não conseguir as passagens aéreas para a Grécia, seu objetivo será tentar bater o seu recorde mundial em corrida de esteira.


    Brasileiro quer apoio para disputar Ultramaratona na Grécia

    Ultra Maratona · 01 set, 2006

    O ultramaratonista Luciano Prado será um dos poucos representantes brasileiros na competição grega Sparthathlon. A prova tem um percurso de 246 quilômetros e passa por trechos históricos da Grécia.

    No ano passado Luciano ficou com o quinto lugar da competição, que já teve um brasileiro no pódio, o ultramaratonista Valmir Nunes. “Em 2005 280 participantes começaram a prova, mas só 102 completaram. É uma prova muito dura com muitas serras. Eu sabia que no ano passado não chegaria entre os três primeiros, porque cheguei no país na véspera da prova”, conta Luciano que não teve tempo para se acostumar com o fuso horário.

    Mas nesse ano o atleta pretende chegar quatro dias antes e conquistar o pódio. Porém ele ainda não tem a passagem aérea para a Grécia. “Para ir à Grécia terei que correr atrás das passagens, pois o meu patrocinador não tem verba para me mandar. Fiquei chateado porque só agora recebi a notícia e terei esta nova maratona de busca. O pior é que a prova acontece no final de mês de setembro e estou com a minha inscrição aceita”, lamenta o brasileiro que busca novo patrocínio para conseguir ir para a ultramaratona.

    Como treinamento ele corre na Serra da Cantareira diariamente cerca de 15 quilômetros. De fim de semana Luciano faz o treino longo que é um pouco mais puxado. Se ele não conseguir as passagens aéreas para a Grécia, seu objetivo será tentar bater o seu recorde mundial em corrida de esteira.