sao silvestre

Sete corredores africanos já estão confirmados para a São Silvestre

Só falta mais um casal de quenianos e uma atleta etíope chegarem ao Brasil para o grupo de elite africana representado por Moacir Marcone, o Coquinho, ficar completo na São Silvestre. Joshua Kemei e Eunice Kirwa, que moram juntos há cinco anos e foram vencedores Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, em julho, já estão confirmados para a disputa e desembarcarão no país nas próximas semanas.

Já a terceira corredora, da Etiópia, que não teve o nome revelado, deverá ser o outro destaque no próximo dia 31. Coquinho, afirma que dez atletas correrão a prova e as apostas são nos quenianos Mark Korir (campeão da 10k Rio Corrida Panamericana), Bornes Kitur, primeira colocada na Volta da Pampulha) e Barnabas Kiplagat Kosgei (vice-campeão da 10K Rio e primeiro corredor a cruzar a linha de chegada na Pampulha).

“Nas semanas que antecedem a prova, todo técnico precisa observar qual é condição de cada participante, se o atleta não estiver bem preparado ele deverá treinar muito”. Ainda de acordo com Marconi, no caso daqueles que estão quase 100%, é preciso cuidar da intensidade do treino. “Se o corredor estiver muito bem, aí fazemos um trabalho mais específico, de subida, por exemplo, mas sempre com muita cautela”.

Além dos nomes já mencionados, quem também chegou com boas colocações na 10k Rio Corrida Pan-Americana e marcará presença na São Silvestre é Anastazia Ghgamaa, da Tanzania, e Mathew Cheboi, que ocuparam o quarto e o segundo lugar na disputa da cidade maravilhosa, respectivamente. O queniano Cheboi é o único que já participou da disputa e conhece bem o trajeto. “Estou trabalhando muito este corredor, porque ele ainda não está pronto, mas a cada prova ele melhora o desempenho. Então é uma promessa muito grande de chegar bem na São Silvestre”.

Tática queniana - Segundo Coquinho, os africanos são muito companheiros entre eles durante a prova, independente da nacionalidade, se são do Quênia, da Tanzânia ou da Etiópia. Mas quando não existe mais brasileiro no duelo, as coisas mudam. “Se restam apenas eles, aí o companheirismo acaba, quem pode mais chora menos”, brinca o técnico.

Coquinho também confessa que sempre discute diversas táticas antes da prova. “Oriento em qual momento o competidor poderá apertar o ritmo e o que define são as características do atleta, se ele é mais rápido na chegada, ou tem mais força para a subida, por exemplo”.

Ano passado, os quenianos James Kwambai, Elias Chelimo e Robert Cheruiyot ocuparam os três primeiros lugares na disputa do último dia do ano. Já o melhor brasileiro foi Clodoaldo Gomes da Silva, que terminou em oitavo. No feminino, a queniana Pasalia Chepkorir se consagrou como a campeã, enquanto Marily dos Santos foi a melhor representante nacional, no terceiro lugar.


Sete corredores africanos já estão confirmados para a São Silvestre

Corridas de Rua · 08 dez, 2010

Só falta mais um casal de quenianos e uma atleta etíope chegarem ao Brasil para o grupo de elite africana representado por Moacir Marcone, o Coquinho, ficar completo na São Silvestre. Joshua Kemei e Eunice Kirwa, que moram juntos há cinco anos e foram vencedores Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, em julho, já estão confirmados para a disputa e desembarcarão no país nas próximas semanas.

Já a terceira corredora, da Etiópia, que não teve o nome revelado, deverá ser o outro destaque no próximo dia 31. Coquinho, afirma que dez atletas correrão a prova e as apostas são nos quenianos Mark Korir (campeão da 10k Rio Corrida Panamericana), Bornes Kitur, primeira colocada na Volta da Pampulha) e Barnabas Kiplagat Kosgei (vice-campeão da 10K Rio e primeiro corredor a cruzar a linha de chegada na Pampulha).

“Nas semanas que antecedem a prova, todo técnico precisa observar qual é condição de cada participante, se o atleta não estiver bem preparado ele deverá treinar muito”. Ainda de acordo com Marconi, no caso daqueles que estão quase 100%, é preciso cuidar da intensidade do treino. “Se o corredor estiver muito bem, aí fazemos um trabalho mais específico, de subida, por exemplo, mas sempre com muita cautela”.

Além dos nomes já mencionados, quem também chegou com boas colocações na 10k Rio Corrida Pan-Americana e marcará presença na São Silvestre é Anastazia Ghgamaa, da Tanzania, e Mathew Cheboi, que ocuparam o quarto e o segundo lugar na disputa da cidade maravilhosa, respectivamente. O queniano Cheboi é o único que já participou da disputa e conhece bem o trajeto. “Estou trabalhando muito este corredor, porque ele ainda não está pronto, mas a cada prova ele melhora o desempenho. Então é uma promessa muito grande de chegar bem na São Silvestre”.

Tática queniana - Segundo Coquinho, os africanos são muito companheiros entre eles durante a prova, independente da nacionalidade, se são do Quênia, da Tanzânia ou da Etiópia. Mas quando não existe mais brasileiro no duelo, as coisas mudam. “Se restam apenas eles, aí o companheirismo acaba, quem pode mais chora menos”, brinca o técnico.

Coquinho também confessa que sempre discute diversas táticas antes da prova. “Oriento em qual momento o competidor poderá apertar o ritmo e o que define são as características do atleta, se ele é mais rápido na chegada, ou tem mais força para a subida, por exemplo”.

Ano passado, os quenianos James Kwambai, Elias Chelimo e Robert Cheruiyot ocuparam os três primeiros lugares na disputa do último dia do ano. Já o melhor brasileiro foi Clodoaldo Gomes da Silva, que terminou em oitavo. No feminino, a queniana Pasalia Chepkorir se consagrou como a campeã, enquanto Marily dos Santos foi a melhor representante nacional, no terceiro lugar.

Marílson volta a correr a São Silvestre depois de quatro anos ausente

Marílson Gomes dos Santos anunciou que disputará a edição 2010 da Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para o próximo dia 31 na Avenida Paulista. Após quatro sem competir a tradicional prova do fim do ano, o brasiliense se diz confiante em obter mais uma vitória e faturar o terceiro título.

“Eu e o Adauto conversamos e decidimos, após a boa recuperação da Maratona de Nova York, ampliar um pouco mais a temporada. Após uma semana de descanso voltei aos treinos recuperado. Minha expectativa é entrar na prova, me sentir bem e tentar o tricampeonato", relata o fundista.

A última vitória de um brasileiro foi com Franck Caldeira, em 2006, já que a partir do ano seguinte os quenianos passaram a dominar a disputa dos 15 quilômetros. Mesmo após esse tempo fora, Marílson garante que conhece bem o percurso e sabe os pontos com maior dificuldade. “O nível da prova é bem alto, os africanos chegam querendo vitória, mas sei que tenho condições de vencer”, ressalta.

Aos 33 anos de idade, ele ostenta no currículo o bicampeonato da Maratona de Nova York, (2006 e 2008), é recordista sul-americano dos 5.000m (13min19seg43), 10.000m (27min28seg12), 15 km (42min15), 20 km (56min32) e meia-maratona (59min33). Como preparação para a São Silvestre, ele deve correr a Prova Sargento Gonzaguinha neste domingo (12) em São Paulo e, se necessário, a São Silveira de Barueri, dia 19.

Ainda de acordo com Marílson, a decisão de participar da São Silvestre foi tomada recentemente. “Nas últimas cinco provas não participei da disputa por vários fatores, e o principal deles é que não me sentia totalmente recuperado da maratona de Nova York”. Na opinião do fundista, é preciso estar preparado para encarar o desfio. “O fato de eu ser bicampeão complica ainda mais, por causa da pressão. Mas eu ainda tenho um tempinho para treinar mais um pouco”, enfatiza.


Marílson volta a correr a São Silvestre depois de quatro anos ausente

Corridas de Rua · 07 dez, 2010

Marílson Gomes dos Santos anunciou que disputará a edição 2010 da Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para o próximo dia 31 na Avenida Paulista. Após quatro sem competir a tradicional prova do fim do ano, o brasiliense se diz confiante em obter mais uma vitória e faturar o terceiro título.

“Eu e o Adauto conversamos e decidimos, após a boa recuperação da Maratona de Nova York, ampliar um pouco mais a temporada. Após uma semana de descanso voltei aos treinos recuperado. Minha expectativa é entrar na prova, me sentir bem e tentar o tricampeonato", relata o fundista.

A última vitória de um brasileiro foi com Franck Caldeira, em 2006, já que a partir do ano seguinte os quenianos passaram a dominar a disputa dos 15 quilômetros. Mesmo após esse tempo fora, Marílson garante que conhece bem o percurso e sabe os pontos com maior dificuldade. “O nível da prova é bem alto, os africanos chegam querendo vitória, mas sei que tenho condições de vencer”, ressalta.

Aos 33 anos de idade, ele ostenta no currículo o bicampeonato da Maratona de Nova York, (2006 e 2008), é recordista sul-americano dos 5.000m (13min19seg43), 10.000m (27min28seg12), 15 km (42min15), 20 km (56min32) e meia-maratona (59min33). Como preparação para a São Silvestre, ele deve correr a Prova Sargento Gonzaguinha neste domingo (12) em São Paulo e, se necessário, a São Silveira de Barueri, dia 19.

Ainda de acordo com Marílson, a decisão de participar da São Silvestre foi tomada recentemente. “Nas últimas cinco provas não participei da disputa por vários fatores, e o principal deles é que não me sentia totalmente recuperado da maratona de Nova York”. Na opinião do fundista, é preciso estar preparado para encarar o desfio. “O fato de eu ser bicampeão complica ainda mais, por causa da pressão. Mas eu ainda tenho um tempinho para treinar mais um pouco”, enfatiza.

Corrida de São Silvestre tem 90 por cento das vagas preenchidas

Corridas de Rua · 29 nov, 2010

As inscrições para a Corrida de São Silvestre, a mais tradicional prova do país, que acontece no dia 31 de dezembro, já estão terminando e os interessados precisam se apressar. Os organizadores avisam que 90% das 21 mil vagas já foram preenchidas e somente os últimos lugares ainda estão disponíveis.

O percurso da 86ª Corrida de São Silvestre será o mesmo das últimas temporadas, com total de 15 quilômetros. A largada será em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1578) e a chegada ocorrerá em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900).

Ano passado, os quenianos James Kwambai, Elias Chelimo e Robert Cheruiyot ocuparam os três primeiros lugares. Já o melhor brasileiro foi Clodoaldo Gomes da Silva, que terminou em oitavo. No feminino, a queniana Pasalia Chepkorir se consagrou como a campeã e a corredora Marily dos Santos foi a melhor representante nacional, no terceiro lugar. Até terça-feira (28/11) o valor das inscrições é de R$ 95 e os interessados podem fazer a inscrição no site www.saosilvestre.com.br.

Corrida de São Silvestre já está com as inscrições abertas

A mais tradicional corrida de rua do Brasil, a corrida de São Silvestre, que acontece sempre no último dia do ano (31/12), já está com as inscrições abertas e podem ser feitas exclusivamente no site da prova. Esse ano a competição chega à 86ª edição.

Na prova passada os quenianos James Kwambai, Elias Chelimo e Robert Cheruiyot dominaram e conquistaram os três primeiros lugares. Já o melhor brasileiro foi Clodoaldo Gomes da Silva, que terminou na oitava posição. No feminino, a queniana Pasalia Chepkorir foi a campeã e chegou duas posições à frente de Marily dos Santos, terceira colocada e também melhor representante nacional.

O evento deste ano começará às 14h45 para os cadeirantes, 14h50 para os demais atletas com deficiência, 16h30 para a elite feminina e 16h47 para a elite masculina e categoria geral, num total de 20 mil corredores para o percurso que permanece o mesmo das últimas temporadas, com 15 quilômetros. A largada será feita em frente ao Masp, na Av. Paulista, e a chegada no prédio da Fundação Cásper Líbero.

Os interessados em largar com o pelotão geral podem pagar R$ 85 até o dia 10 de outubro. Entre os dias 11 e 31 o valor da taxa será de R$ 90; após essa data o preço é de R$ 95,00. Os atletas acima de 60 anos têm direito a desconto de 50% no valor da inscrição, seguindo normas do Estatuto do Idoso.

Para participar basta acessar o site do evento: www.saosilvestre.com.br


Corrida de São Silvestre já está com as inscrições abertas

Corridas de Rua · 30 set, 2010

A mais tradicional corrida de rua do Brasil, a corrida de São Silvestre, que acontece sempre no último dia do ano (31/12), já está com as inscrições abertas e podem ser feitas exclusivamente no site da prova. Esse ano a competição chega à 86ª edição.

Na prova passada os quenianos James Kwambai, Elias Chelimo e Robert Cheruiyot dominaram e conquistaram os três primeiros lugares. Já o melhor brasileiro foi Clodoaldo Gomes da Silva, que terminou na oitava posição. No feminino, a queniana Pasalia Chepkorir foi a campeã e chegou duas posições à frente de Marily dos Santos, terceira colocada e também melhor representante nacional.

O evento deste ano começará às 14h45 para os cadeirantes, 14h50 para os demais atletas com deficiência, 16h30 para a elite feminina e 16h47 para a elite masculina e categoria geral, num total de 20 mil corredores para o percurso que permanece o mesmo das últimas temporadas, com 15 quilômetros. A largada será feita em frente ao Masp, na Av. Paulista, e a chegada no prédio da Fundação Cásper Líbero.

Os interessados em largar com o pelotão geral podem pagar R$ 85 até o dia 10 de outubro. Entre os dias 11 e 31 o valor da taxa será de R$ 90; após essa data o preço é de R$ 95,00. Os atletas acima de 60 anos têm direito a desconto de 50% no valor da inscrição, seguindo normas do Estatuto do Idoso.

Para participar basta acessar o site do evento: www.saosilvestre.com.br

Amadores correm a São Silvestre e depois correm para casa

Direto de São Paulo – A São Silvestre é uma corrida diferente das demais. Cerca das 20 mil pessoas que participam da prova no último dia do ano, 31 de dezembro, correm para festejar. A competição de 2009 não foi diferente e reuniu atletas de diversos estados brasileiros. Como sempre alguns correram fantasiados. Foi possível encontrar índios, morangos, anjos e até palhaço com perna de pau.

Mas o destaque foi para os amadores de outras cidades. Muitos atletas correram a São Silvestre e depois literalmente correram para passar a virada do ano em suas cidades. Sebastião Aparecido foi um desses atletas. Ele mora na cidade de Botucatu e há 15 anos participa da prova, mas gosta de passar a virada com a família. “Gosto de correr por causa da saúde e daqui vou para casa”, conta.

Sidinei Gomes, que se amontoava na largada junto com Sebastião, também iria correr e depois voltar para a cidade de Jaú, também em São Paulo. Mas essa era a primeira vez que ele participou da prova. “A expectativa para a corrida é grande”, comenta ansioso antes da largada.

Ansiedade também não faltou para Silvia Jacob, de Londrina. Momentos antes do início da competição, a atleta revelou que só de pensar em São Silvestre já ficava arrepiada. “Estou tensa. A São Silvestre é o sonho de todo o corredor”, diz.

Curral - Centenas de corredores chegam cedo a São Silvestre para garantir um lugar melhor na largada. Mas para isso ficam horas esperando o início e passam por situações desagradáveis.

Eliete Malta, por exemplo, resolveu encarar pela primeira vez o chamado “curral” da São Silvestre. A experiência, não agradou muito. “Confesso que é a primeira e última vez que chego aqui tão cedo. Tive que agüentar urina e suor por todo lado”, conta Eliete que chegou no curral às 14h30. A largada da prova foi dada às 16h45.

Já sua amiga, Nadia Camacho não liga de enfrentar todo o calor humano da largada. Ela corre há 20 anos e sempre chega cedo. “Eu não ligo. Adoro correr a São Silvestre. Se eu não correr parece que o ano não acaba”, finaliza.


Amadores correm a São Silvestre e depois correm para casa

Corridas de Rua · 31 dez, 2009

Direto de São Paulo – A São Silvestre é uma corrida diferente das demais. Cerca das 20 mil pessoas que participam da prova no último dia do ano, 31 de dezembro, correm para festejar. A competição de 2009 não foi diferente e reuniu atletas de diversos estados brasileiros. Como sempre alguns correram fantasiados. Foi possível encontrar índios, morangos, anjos e até palhaço com perna de pau.

Mas o destaque foi para os amadores de outras cidades. Muitos atletas correram a São Silvestre e depois literalmente correram para passar a virada do ano em suas cidades. Sebastião Aparecido foi um desses atletas. Ele mora na cidade de Botucatu e há 15 anos participa da prova, mas gosta de passar a virada com a família. “Gosto de correr por causa da saúde e daqui vou para casa”, conta.

Sidinei Gomes, que se amontoava na largada junto com Sebastião, também iria correr e depois voltar para a cidade de Jaú, também em São Paulo. Mas essa era a primeira vez que ele participou da prova. “A expectativa para a corrida é grande”, comenta ansioso antes da largada.

Ansiedade também não faltou para Silvia Jacob, de Londrina. Momentos antes do início da competição, a atleta revelou que só de pensar em São Silvestre já ficava arrepiada. “Estou tensa. A São Silvestre é o sonho de todo o corredor”, diz.

Curral - Centenas de corredores chegam cedo a São Silvestre para garantir um lugar melhor na largada. Mas para isso ficam horas esperando o início e passam por situações desagradáveis.

Eliete Malta, por exemplo, resolveu encarar pela primeira vez o chamado “curral” da São Silvestre. A experiência, não agradou muito. “Confesso que é a primeira e última vez que chego aqui tão cedo. Tive que agüentar urina e suor por todo lado”, conta Eliete que chegou no curral às 14h30. A largada da prova foi dada às 16h45.

Já sua amiga, Nadia Camacho não liga de enfrentar todo o calor humano da largada. Ela corre há 20 anos e sempre chega cedo. “Eu não ligo. Adoro correr a São Silvestre. Se eu não correr parece que o ano não acaba”, finaliza.

Quenianos dominam a São Silvestre, Marily é melhor brasileira

Direto de São Paulo – A chuva que estava prevista para o dia 31 de dezembro, em São Paulo, esperou a tradicional Corrida de São Silvestre para aparecer. Sorte para os 20 mil atletas que participaram da prova. O clima na cidade paulista não estava tão quente quanto nos outros anos. Na hora da largada, por volta das 16h30, os termômetros na Avenida Paulista marcavam 26 graus.

Na elite masculina os quenianos estavam fortes. Eles começaram a competição com ritmo elevado, e os brasileiros não conseguiram acompanhar o pique dos estrangeiros. Até o quilômetro nove a liderança da São Silvestre se revezava entre os quenianos James Kipsang, Robert Cheruiyot e Elias Chelimo. Logo atrás dos africanos, os colombianos Diego Alberto Colorado e Willian Naranjo mostravam que podia segurar o ritmo.

Porém, logo no quilômetro 10, Kipsang abriu vantagem do pelotão e foi assim até o final, quando cruzou a linha de chegada no tempo de 44min40. O queniano sagrou-se bicampeão da prova paulista. Ele venceu também em 2008.

Apesar de ter dito, na coletiva de imprensa realizada antes da prova, que não estava na sua melhor forma, Kipsang surpreendeu. “Estou triste pelo que eu disse ontem, por ter falado que não estava bem. Mas hoje não foi uma corrida fácil”, conta. Para ele o quilômetro mais difícil da prova foi justamente a parte em que abriu. “Tive que puxar para ganhar a vantagem e manter. Foi a parte mais complicada”.

O segundo lugar ficou para o também queniano Elias Chelimo no tempo 44min58 seguido pelo seu compatriota Robert Cheruiyot (45min30), que era um dos favoritos pelo pódio. “Não foi uma prova fácil. Eu corri muito forte no começo”, revela Cheruiyot.

Já o melhor brasileiro da competição foi Clodoaldo Gomes da Silva com a oitava colocação em 46min40. “Fico triste por não ter nenhum brasileiro no pódio esse ano. Mas acredito que tive um bom resultado. Há um ano eu estava com uma inflamação no pé. Fiquei três meses sem treinar. A prova foi uma recuperação”, conta Clodoaldo que no ano passado não ficou entre os 10 primeiros.

Feminino - Na disputa feminina pelo pódio Pasalia Chepkorir liderou os 15 quilômetros da prova. Sempre no primeiro pelotão, ela chegou à subida da Brigadeiro sozinha e cruzou a linha de chegada em 52min30. “Apesar do calor, as subidas favoreceram minha prova”, diz.

A segunda colocação foi para a atleta da Sérvia, que também já venceu a São Silvestre, Olivera Jevtic (52min59). De acordo com a atleta, ela só não ganhou a competição desse ano porque sentiu fortes dores no estômago durante a prova. “Eu amo correr no Brasil. Foi uma disputa forte. Tive problema no estômago, mas isso não me impediu de completar. Pensei que centenas de pessoas no meu país estavam me assistindo. Não podia desistir”, revela. Ainda segundo Jevtic, a São Silvestre é uma corrida famosa na Sérvia e sempre é acompanhada pela população.

A brasileira Marily dos Santos foi a terceira colocada (53min35). Natural de Alagoas, Marily provou que seu treinamento em altitude de pobre, como afirmou na coletiva de imprensa da quarta-feira (30), deu certo. “As quenianas são fortes, mas não são imbatíveis. Eu corri em equipe com a Baldaia para quebrar elas”. Segundo Marily, em diversos trechos da São Silvestre ela deu forte tiros para deixar as quenianas cansadas e fazer com que Maria Zeferina Baldaia alcançasse-as. E a tática das duas deu certo. Baldaia ficou com o quarto lugar no tempo de 53min58.


Quenianos dominam a São Silvestre, Marily é melhor brasileira

Corridas de Rua · 31 dez, 2009

Direto de São Paulo – A chuva que estava prevista para o dia 31 de dezembro, em São Paulo, esperou a tradicional Corrida de São Silvestre para aparecer. Sorte para os 20 mil atletas que participaram da prova. O clima na cidade paulista não estava tão quente quanto nos outros anos. Na hora da largada, por volta das 16h30, os termômetros na Avenida Paulista marcavam 26 graus.

Na elite masculina os quenianos estavam fortes. Eles começaram a competição com ritmo elevado, e os brasileiros não conseguiram acompanhar o pique dos estrangeiros. Até o quilômetro nove a liderança da São Silvestre se revezava entre os quenianos James Kipsang, Robert Cheruiyot e Elias Chelimo. Logo atrás dos africanos, os colombianos Diego Alberto Colorado e Willian Naranjo mostravam que podia segurar o ritmo.

Porém, logo no quilômetro 10, Kipsang abriu vantagem do pelotão e foi assim até o final, quando cruzou a linha de chegada no tempo de 44min40. O queniano sagrou-se bicampeão da prova paulista. Ele venceu também em 2008.

Apesar de ter dito, na coletiva de imprensa realizada antes da prova, que não estava na sua melhor forma, Kipsang surpreendeu. “Estou triste pelo que eu disse ontem, por ter falado que não estava bem. Mas hoje não foi uma corrida fácil”, conta. Para ele o quilômetro mais difícil da prova foi justamente a parte em que abriu. “Tive que puxar para ganhar a vantagem e manter. Foi a parte mais complicada”.

O segundo lugar ficou para o também queniano Elias Chelimo no tempo 44min58 seguido pelo seu compatriota Robert Cheruiyot (45min30), que era um dos favoritos pelo pódio. “Não foi uma prova fácil. Eu corri muito forte no começo”, revela Cheruiyot.

Já o melhor brasileiro da competição foi Clodoaldo Gomes da Silva com a oitava colocação em 46min40. “Fico triste por não ter nenhum brasileiro no pódio esse ano. Mas acredito que tive um bom resultado. Há um ano eu estava com uma inflamação no pé. Fiquei três meses sem treinar. A prova foi uma recuperação”, conta Clodoaldo que no ano passado não ficou entre os 10 primeiros.

Feminino - Na disputa feminina pelo pódio Pasalia Chepkorir liderou os 15 quilômetros da prova. Sempre no primeiro pelotão, ela chegou à subida da Brigadeiro sozinha e cruzou a linha de chegada em 52min30. “Apesar do calor, as subidas favoreceram minha prova”, diz.

A segunda colocação foi para a atleta da Sérvia, que também já venceu a São Silvestre, Olivera Jevtic (52min59). De acordo com a atleta, ela só não ganhou a competição desse ano porque sentiu fortes dores no estômago durante a prova. “Eu amo correr no Brasil. Foi uma disputa forte. Tive problema no estômago, mas isso não me impediu de completar. Pensei que centenas de pessoas no meu país estavam me assistindo. Não podia desistir”, revela. Ainda segundo Jevtic, a São Silvestre é uma corrida famosa na Sérvia e sempre é acompanhada pela população.

A brasileira Marily dos Santos foi a terceira colocada (53min35). Natural de Alagoas, Marily provou que seu treinamento em altitude de pobre, como afirmou na coletiva de imprensa da quarta-feira (30), deu certo. “As quenianas são fortes, mas não são imbatíveis. Eu corri em equipe com a Baldaia para quebrar elas”. Segundo Marily, em diversos trechos da São Silvestre ela deu forte tiros para deixar as quenianas cansadas e fazer com que Maria Zeferina Baldaia alcançasse-as. E a tática das duas deu certo. Baldaia ficou com o quarto lugar no tempo de 53min58.

Atletas de elite estão prontos para a São Silvestre

Direto de São Paulo - No dia 31 de dezembro, quinta-feira, acontece a tradicional prova de São Silvestre na capital paulista. Todos os anos a competição reúne importantes nomes do atletismo mundial. Esse ano não foi diferente. Porém, dessa vez a elite feminina está mais forte que a masculina.

Cerca de 10 atletas da elite encaram a prova paulista na disputa feminina do pódio. Entre elas há diversas campeãs da São Silvestre: as brasileiras Maria Zeferina Baldaia, Marizete Rezende e Lucélia Peres, além da atleta da Sérvia Oliveira Jevtic, a etíope Derartu Tulu e a queniana Margaret Okayo. O pelotão cor de rosa conta ainda com Marily dos Santos e Marizete Moreira.

Apesar das estrangeiras serem fortes concorrentes, as brasileiras acreditam que não vão dar moleza para as adversárias. “Eu vim lutar de igual para igual. Elas não são diferentes, são mulheres como eu. Não sei o que vai dar. Mas vou fazer o meu melhor”, conta Marily, que é a única brasileira que nos últimos meses focou o seu treino para a São Silvestre.

“Eu fiz um treinamento em altitude. Foi altitude para pobres, porque treinei na Chapada, na Bahia mesmo. Mas esse tipo de treino é bom para minha performance”, brinca e explica Marily, que sonha em conquistar a vitória da São Silvestre pela primeira vez.

Entre as estrangeiras todas afirmaram que vão correr pelo pódio. Oliveira Jevtic, que pode sagra-se tricampeã da prova, revelou que também treinou bastante e vai tentar vencer de novo. “Será uma forte corrida”, adianta.

Homens - A briga masculina pelo pódio contará com um número menor de estrelas, porém, todos com condições de travarem um belo duelo nessa próxima quinta-feira.

O destaque da elite masculina é o queniano Robert Cheruiyot. Ele já venceu a São Silvestre por três vezes e no seu currículo tem títulos importantes, como o tetracampeonato da Maratona de Boston. “Eu me preparei bastante para essa corrida. Mas vou esperar a prova para ver o que vai acontecer”, conta.

Além do queniano, participam da competição Elias Chelimo e James Kwambai, ambos também do Quênia. Já o Brasil será representado por Franck Caldeira, que venceu a prova em 2006 e Giomar Pereira da Silva, que sonha com o título.

Para Franck o principal adversário na prova não serão os quenianos e sim ele mesmo. De acordo com o atleta, de 2006 para cá ele aprendeu a refletir e conhecer seus erros. “Hoje não tenho a mesma confiança que tinha em 2006, mas tenho a consciência de um atleta. E na São Silvestre a gente precisa ter um único adversário você mesmo”, conta.

Já para Giomar, o pódio será uma busca difícil, mas não impossível. “Vou correr de igual para igual. Um brasileiro precisa ganhar. Para isso minha tática é acompanhar o pelotão até o quilômetro 10. Depois vamos ver o que acontece”, revela

A largada da tradicional corrida de São Silvestre acontece nessa quinta-feira, 31 de dezembro, na Avenida Paulista às 16h30 coma elite feminina e 17 minutos depois com a elite masculina e pelotão geral.


Atletas de elite estão prontos para a São Silvestre

Corridas de Rua · 30 dez, 2009

Direto de São Paulo - No dia 31 de dezembro, quinta-feira, acontece a tradicional prova de São Silvestre na capital paulista. Todos os anos a competição reúne importantes nomes do atletismo mundial. Esse ano não foi diferente. Porém, dessa vez a elite feminina está mais forte que a masculina.

Cerca de 10 atletas da elite encaram a prova paulista na disputa feminina do pódio. Entre elas há diversas campeãs da São Silvestre: as brasileiras Maria Zeferina Baldaia, Marizete Rezende e Lucélia Peres, além da atleta da Sérvia Oliveira Jevtic, a etíope Derartu Tulu e a queniana Margaret Okayo. O pelotão cor de rosa conta ainda com Marily dos Santos e Marizete Moreira.

Apesar das estrangeiras serem fortes concorrentes, as brasileiras acreditam que não vão dar moleza para as adversárias. “Eu vim lutar de igual para igual. Elas não são diferentes, são mulheres como eu. Não sei o que vai dar. Mas vou fazer o meu melhor”, conta Marily, que é a única brasileira que nos últimos meses focou o seu treino para a São Silvestre.

“Eu fiz um treinamento em altitude. Foi altitude para pobres, porque treinei na Chapada, na Bahia mesmo. Mas esse tipo de treino é bom para minha performance”, brinca e explica Marily, que sonha em conquistar a vitória da São Silvestre pela primeira vez.

Entre as estrangeiras todas afirmaram que vão correr pelo pódio. Oliveira Jevtic, que pode sagra-se tricampeã da prova, revelou que também treinou bastante e vai tentar vencer de novo. “Será uma forte corrida”, adianta.

Homens - A briga masculina pelo pódio contará com um número menor de estrelas, porém, todos com condições de travarem um belo duelo nessa próxima quinta-feira.

O destaque da elite masculina é o queniano Robert Cheruiyot. Ele já venceu a São Silvestre por três vezes e no seu currículo tem títulos importantes, como o tetracampeonato da Maratona de Boston. “Eu me preparei bastante para essa corrida. Mas vou esperar a prova para ver o que vai acontecer”, conta.

Além do queniano, participam da competição Elias Chelimo e James Kwambai, ambos também do Quênia. Já o Brasil será representado por Franck Caldeira, que venceu a prova em 2006 e Giomar Pereira da Silva, que sonha com o título.

Para Franck o principal adversário na prova não serão os quenianos e sim ele mesmo. De acordo com o atleta, de 2006 para cá ele aprendeu a refletir e conhecer seus erros. “Hoje não tenho a mesma confiança que tinha em 2006, mas tenho a consciência de um atleta. E na São Silvestre a gente precisa ter um único adversário você mesmo”, conta.

Já para Giomar, o pódio será uma busca difícil, mas não impossível. “Vou correr de igual para igual. Um brasileiro precisa ganhar. Para isso minha tática é acompanhar o pelotão até o quilômetro 10. Depois vamos ver o que acontece”, revela

A largada da tradicional corrida de São Silvestre acontece nessa quinta-feira, 31 de dezembro, na Avenida Paulista às 16h30 coma elite feminina e 17 minutos depois com a elite masculina e pelotão geral.

Etíope confirma presença na elite feminina da São Silvestre

Corridas de Rua · 28 dez, 2009

Mais uma atleta de peso confirmou a participação na São Silvestre 2009. A etíope Derartu Tulu, que já venceu a competição brasileira em 1994, vai tentar o bi da prova.

Atual campeã da Maratona de Nova York, Tulu, pretende usar sua experiência para garantir o pódio. Hoje aos 37 anos, a atleta tem diversos títulos na bagagem como o bicampeonato olímpico dos 10.000 metros, nos Jogos de Barcelona, em 1992, e de Sydney, em 2000.

Nos 15 quilômetros, distância da São Silvestre, Tulu tem como melhor tempo 49min50seg. A São Silvestre desse ano acontece no dia 31 de dezembro com largada feminina às 16h30 e largada geral às 16h47.

De acordo com os organizadores, o percurso é o mesmo das últimas temporadas, com largada em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1578) e a chegada em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900).

Retirada de kits da São Silvestre começa neste domingo

Corridas de Rua · 27 dez, 2009

Começa neste domingo (27/12) a retirada de kits da 85ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, prova a ser realizada no próximo dia 31 de dezembro por ruas e avenidas de São Paulo. Ao todo os corredores terão quatro dias para retirar o material, confira mais detalhes.

O local da entrega será o Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiros, que fica na rua Abílio Soares, 1.300, no Ibirapuera. Neste domingo (27), segunda (28) e terça-feira (29) a entrega será feita das 9h às 17h, enquanto na quarta-feira (30) o horário será das 9h às 17h.

No ato da retirada o corredor deve estar munido de documento de identidade com foto, além do comprovante de pagamento ou boleto bancário original, que será retido pelos staffs. Já os técnicos de equipes devem levar os comprovantes de todos os atletas já ordenados, para facilitar o atendimento.

Os kits são compostos por camiseta oficial da prova, manual do atleta, número de peito e chip de cronometragem, este último que deverá ser trocado pela medalha de participação ao final da prova. Este ano a primeira largada será às 15h para os cadeirantes e handcycle, 15h05 para demais categorias de deficientes, 16h30 elite feminina e 16h47 elite masculina e demais competidores.

Confira um vídeo com os principais pontos da São Silvestre

Corridas de Rua · 24 dez, 2009

Confira no vídeo a seguir os principais trechos da tradicional corrida de São Silvestre narrados pelo treinador e colunista do Webrun Nelson Evêncio. As imagens foram captadas durante o treino para a competição, no dia 17/12, e o trajeto pode apresentar pequenas modificações em relação aos 15 quilômetros orignais da competição.

Captação de imagens - Alexandre Koda
Narração - Nelson Evêncio
Edição - Emílio Pedrosa
Agradecimentos Especiais Thiago Padovanni; Daniel Costa e Vitor Manfredini