Na terceira edição da corrida SP-Rio a Nike aposta mais uma vez nos corredores de até 25 anos e criou o Desafio #CoisaDaBoa, que visa incentivar jovens atletas a ingressar no mundo das corridas de rua. Em paralelo com o Ulra Desafio, a prova terá distância de 15 quilômetros diários para integrante das 13 equipes selecionadas.
A disputa está marcada para os dias 20 a 22 de outubro, com largada no Obelisco do Parque Ibirapuera e chegada na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. A distância total acumulada será de 140 quilômetros por dia, mas ao final de cada etapa todos serão recompensados com as celebrações nos Nike Villages em Maresias (SP) e Angra dos Reis (RJ), com muita música.
Assim como no desafio maior, haverá quatro pontos de corte pelo percurso e, para cada quilômetro não percorrido, serão acrescidos sete minutos no tempo final da equipe. Haverá quatro deslocamentos de carro nos trechos com mais movimento de veículos e os integrantes poderão batizar as equipes, não tendo a obrigatoriedade de levar o nome da assessoria esportiva.
Equipes - A composição dos grupos será da seguinte forma: sete equipes das assessorias esportivas parceiras (Run&Fun, 4Any1, Butenas, Núcleo Aventura/Projeto Mulher e Runners Club); uma representará os Projetos Sociais da Nike (Vida Corrida e Circuito Popular de Corridas de Rua); duas serão selecionadas em seletivas Nike+ #CoisaDaBoa (uma de SP e uma de RJ), uma Nike Corre (convidados da marca), além da Imprensa e da Mulheres Nike.
Cada equipe contará com dez titulares (seis homens e quatro mulheres), além de três reservas (um homem, uma mulher e um livre), além do treinador de uma assessoria esportiva/ academia e um recrutador. As equipes Mulheres Nike (exclusiva para mulheres), Imprensa e Nike Corre não têm limitação de idade.
Percurso - O tiro de partida será às 5h no Obelisco do Parque Ibirapuera, em São Paulo, juntamente com o Ulra Desafio e de lá os corredores seguem até a Estrada Velha de Santos. Na saída do Parque Caminhos do Mar será feito um deslocamento de van por 24 quilômetros até o início da Rodovia Rio Santos (BR 101). O ponto de corte será na Jureia às 17h, com relargada às 17h30 na Serra de Maresias e chegada na cidade entre 15h30 e 18h30.
No dia seguinte a largada acontece na Praça de Eventos de Caraguatatuba rumo a Paraty, local do segundo Ponto de Corte (18h), com a relargada marcada para 18h30 no hotel Bracuhy. Nesse dia haverá um deslocamento de 38 quilômetros entre a praia de Mambucada e o hotel, com chegada prevista em Angra dos Reis entre 17h30 e 19h20.
Por fim, no último dia a largada será às 6h em Angra dos Reis em direção à capital fluminense, com o primeiro ponto de corte no posto de gasolina Tkcsa às 15h30. Haverá deslocamento de 24 quilômetros entre o início da Estrada da Pedra e a Roberto Burle Marx, onde será feita a relargada às 17h rumo ao último ponto de corte na Prainha (18h). Depois haverá um deslocamento de 5,5 quilômetros entre a Praia do Pepê e São Conrado, para a última largada em direção a Ipanema, às 18h45. A chegada deve ocorrer entre 17h30 e 19h30 e a premiação será logo em seguida.
A grande novidade da prova esse ano é que dividimos em duas modalides. Com o Ulra Desafio, o que já era desafiador ficou ainda mais. Do outro lado, com o #CoisaDaBoa a ideia é que os jovens tenham uma experiência de corrida e de equipe também, relata Nortpool Furlani, gerente de marketing da Nike na área de running. Eles podem treinar com as assessorias parcerias em São Paulo e no Rio e aos finais de semana fazemos um treinão. Temos em São Paulo cerca de 200 atletas e o objetivo é que até o dia da prova eles cheguem preparados, finaliza.
Corridas de Rua · 30 ago, 2011
Na terceira edição da corrida SP-Rio a Nike aposta mais uma vez nos corredores de até 25 anos e criou o Desafio #CoisaDaBoa, que visa incentivar jovens atletas a ingressar no mundo das corridas de rua. Em paralelo com o Ulra Desafio, a prova terá distância de 15 quilômetros diários para integrante das 13 equipes selecionadas.
A disputa está marcada para os dias 20 a 22 de outubro, com largada no Obelisco do Parque Ibirapuera e chegada na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. A distância total acumulada será de 140 quilômetros por dia, mas ao final de cada etapa todos serão recompensados com as celebrações nos Nike Villages em Maresias (SP) e Angra dos Reis (RJ), com muita música.
Assim como no desafio maior, haverá quatro pontos de corte pelo percurso e, para cada quilômetro não percorrido, serão acrescidos sete minutos no tempo final da equipe. Haverá quatro deslocamentos de carro nos trechos com mais movimento de veículos e os integrantes poderão batizar as equipes, não tendo a obrigatoriedade de levar o nome da assessoria esportiva.
Equipes - A composição dos grupos será da seguinte forma: sete equipes das assessorias esportivas parceiras (Run&Fun, 4Any1, Butenas, Núcleo Aventura/Projeto Mulher e Runners Club); uma representará os Projetos Sociais da Nike (Vida Corrida e Circuito Popular de Corridas de Rua); duas serão selecionadas em seletivas Nike+ #CoisaDaBoa (uma de SP e uma de RJ), uma Nike Corre (convidados da marca), além da Imprensa e da Mulheres Nike.
Cada equipe contará com dez titulares (seis homens e quatro mulheres), além de três reservas (um homem, uma mulher e um livre), além do treinador de uma assessoria esportiva/ academia e um recrutador. As equipes Mulheres Nike (exclusiva para mulheres), Imprensa e Nike Corre não têm limitação de idade.
Percurso - O tiro de partida será às 5h no Obelisco do Parque Ibirapuera, em São Paulo, juntamente com o Ulra Desafio e de lá os corredores seguem até a Estrada Velha de Santos. Na saída do Parque Caminhos do Mar será feito um deslocamento de van por 24 quilômetros até o início da Rodovia Rio Santos (BR 101). O ponto de corte será na Jureia às 17h, com relargada às 17h30 na Serra de Maresias e chegada na cidade entre 15h30 e 18h30.
No dia seguinte a largada acontece na Praça de Eventos de Caraguatatuba rumo a Paraty, local do segundo Ponto de Corte (18h), com a relargada marcada para 18h30 no hotel Bracuhy. Nesse dia haverá um deslocamento de 38 quilômetros entre a praia de Mambucada e o hotel, com chegada prevista em Angra dos Reis entre 17h30 e 19h20.
Por fim, no último dia a largada será às 6h em Angra dos Reis em direção à capital fluminense, com o primeiro ponto de corte no posto de gasolina Tkcsa às 15h30. Haverá deslocamento de 24 quilômetros entre o início da Estrada da Pedra e a Roberto Burle Marx, onde será feita a relargada às 17h rumo ao último ponto de corte na Prainha (18h). Depois haverá um deslocamento de 5,5 quilômetros entre a Praia do Pepê e São Conrado, para a última largada em direção a Ipanema, às 18h45. A chegada deve ocorrer entre 17h30 e 19h30 e a premiação será logo em seguida.
A grande novidade da prova esse ano é que dividimos em duas modalides. Com o Ulra Desafio, o que já era desafiador ficou ainda mais. Do outro lado, com o #CoisaDaBoa a ideia é que os jovens tenham uma experiência de corrida e de equipe também, relata Nortpool Furlani, gerente de marketing da Nike na área de running. Eles podem treinar com as assessorias parcerias em São Paulo e no Rio e aos finais de semana fazemos um treinão. Temos em São Paulo cerca de 200 atletas e o objetivo é que até o dia da prova eles cheguem preparados, finaliza.
Triathlon · 28 abr, 2011
A santista Luzia Bello, bicampeã geral do XTerra Brasil, tentará buscar mais uma vez um título no principal circuito nacional de Triatlhon no estilo cross country, em Teresópolis, no Rio de Janeiro, neste sábado (30/04). Equipada com uma nova bicicleta, a atleta espera melhorar ainda mais seu rendimento.
Tenho certeza que melhorarei minha performance, pois em várias disputas senti dificuldade por ter um equipamento mais pesado do que as minhas rivais e perdia tempo precioso, diz Luzia. Nas próximas disputas, a santista passa a usar a mountain Bike Orbea Alma, pesando 9,1 quilos, feita de carbono, que garante mais conforto, suspensão e melhor leitura do terreno.
A prova em Teresópolis é a segunda etapa do Circuito, com 800 metros de natação, 16 quilômetros de mountain bike e cinco de corrida em trilhas. Na abertura, realizada em Ipatinga (MG), Luzia terminou a prova como segunda colocada, superada apenas pela neozelandesa Jenny Smith. A atleta liderou os trechos iniciais da disputa, mas na metade do ciclismo foi superada pela estrangeira.
Por ser mais curta, essa competição é mais difícil, porque temos de usar explosão em todas as modalidades, acrescenta Luzia, que tem como objetivo principal neste primeiro semestre a etapa Mundial em Manaus, no mês de junho. Tentarei a vaga para o XTerra Havaí. Provas mais curtas como essa de Teresópolis servem como treino e avaliação do que preciso melhorar, completa Luzia Bello.
O ex-triatleta Antônio Chaer Filho, 35, de Niterói, é um dos motoristas que percorre a Ponte Rio Niterói quase todos os dias de carro, mas no domingo (17/04), decidiu passear pelo local correndo, durante a Corrida da Ponte. Passei mais rápido do que costumo com o meu carro, por causa do congestionamento. Porém, devido ao calor, senti falta do ar condicionado do veículo, brinca o carioca, que usou o evento como treinamento para a competição k42 Bombinhas, em agosto.
Antônio garante que a Corrida da Ponte foi onde ele registrou o tempo mais alto em um percurso aproximado de 21 quilômetros. A pior marca que já tive em uma meia maratona foi de 1h28. Nesta prova eu demorei 2h10 para finalizar o percurso, garante o corredor. Acho que foi por conta do calor. Ligaram o maçarico e esqueceram de desligar, completa.
Já o atleta Anderson Rodrigues, 27, também considera uma surpresa a competição. Sempre que eu estava na Ponte com o meu carro eu me imaginava andando de bicicleta, mas nunca correndo ali, diz Anderson Rodrigues, que em 1986, data do penúltimo evento, tinha nove anos. Eu nem entendia o que era corrida na época, eu devia estar só perturbando meus pais, se diverte Anderson ao relembrar sua infância.
O corredor da cidade do Rio de Janeiro, assim como Antônio, explica que o trajeto tem um nível de dificuldade alto. Na perimetral, a partir do quilômetro 15, começou a ficar muito difícil, porque no início estava todo mundo junto, a gente nem sentia o esforço, mas depois é só você e você, diz.
Outro participante da prova, Emerson Saraiva, 38, embora não tenha participado das primeiras edições, garante ter uma vaga lembrança de quando aconteceu a disputa. Eu me lembro que na cidade as pessoas comentavam sobre o evento e acho curioso tantos anos depois eu vir participar, diz Emerson, que correu a prova literalmente no susto.
Eu bati o carro final de semana passado e deu perda total, ainda estou meio machucado, mas na sexta um amigo perguntou se não gostaria de participar no lugar dele. Aí não perdi a oportunidade e valeu apena ver o Rio de longe, de Niterói, que é muito mais bonito, acredita.
O evento teve vitória brasileira nas categorias masculina e feminina.
Corridas de Rua · 20 abr, 2011
O ex-triatleta Antônio Chaer Filho, 35, de Niterói, é um dos motoristas que percorre a Ponte Rio Niterói quase todos os dias de carro, mas no domingo (17/04), decidiu passear pelo local correndo, durante a Corrida da Ponte. Passei mais rápido do que costumo com o meu carro, por causa do congestionamento. Porém, devido ao calor, senti falta do ar condicionado do veículo, brinca o carioca, que usou o evento como treinamento para a competição k42 Bombinhas, em agosto.
Antônio garante que a Corrida da Ponte foi onde ele registrou o tempo mais alto em um percurso aproximado de 21 quilômetros. A pior marca que já tive em uma meia maratona foi de 1h28. Nesta prova eu demorei 2h10 para finalizar o percurso, garante o corredor. Acho que foi por conta do calor. Ligaram o maçarico e esqueceram de desligar, completa.
Já o atleta Anderson Rodrigues, 27, também considera uma surpresa a competição. Sempre que eu estava na Ponte com o meu carro eu me imaginava andando de bicicleta, mas nunca correndo ali, diz Anderson Rodrigues, que em 1986, data do penúltimo evento, tinha nove anos. Eu nem entendia o que era corrida na época, eu devia estar só perturbando meus pais, se diverte Anderson ao relembrar sua infância.
O corredor da cidade do Rio de Janeiro, assim como Antônio, explica que o trajeto tem um nível de dificuldade alto. Na perimetral, a partir do quilômetro 15, começou a ficar muito difícil, porque no início estava todo mundo junto, a gente nem sentia o esforço, mas depois é só você e você, diz.
Outro participante da prova, Emerson Saraiva, 38, embora não tenha participado das primeiras edições, garante ter uma vaga lembrança de quando aconteceu a disputa. Eu me lembro que na cidade as pessoas comentavam sobre o evento e acho curioso tantos anos depois eu vir participar, diz Emerson, que correu a prova literalmente no susto.
Eu bati o carro final de semana passado e deu perda total, ainda estou meio machucado, mas na sexta um amigo perguntou se não gostaria de participar no lugar dele. Aí não perdi a oportunidade e valeu apena ver o Rio de longe, de Niterói, que é muito mais bonito, acredita.
O evento teve vitória brasileira nas categorias masculina e feminina.
Quando falaram que a prova ia voltar pensei que era mentira. Aí telefonei para organização e disse tô dentro, quero de novo!. Foi assim que a corredora Vanessa de Figueiredo, 57, campeã da primeira edição da Corrida da Ponte, na década de 80, competiu mais uma vez a prova no domingo (17/04). Pedi logo para fazerem minha inscrição, pois eu treino para maratona e sabia que não seria tão difícil, declara.
Vanessa disputou a corrida com o número de peito 1 e afirma que o momento se tornou um dos melhores de sua vida. Eu senti de novo a emoção de passar em cima da ponte. Senti o vento batendo no meu rosto, além do reconhecimento de quem correu naquela época ou leu reportagens minhas e me parabenizou no meio do percurso.
Com mais experiência, a atleta também diz que o tempo passou rápido e que muitas coisas mudaram atualmente. Eu continuo tão competitiva quanto era, mas agora o movimento da corrida no país e o número de corredores aumentaram. Antes não tinha tanta gente correndo como tem hoje. Ainda de acordo com ela, a prática esportiva melhora bastante a qualidade de vida.
Quando a gente corre, nos alimentamos melhor, dormimos melhor e adquirimos hábitos mais saudáveis. Outro ponto positivo é que corrida não pede um horário, você faz o seu momento. Você compra um tênis e corre a hora que pode, sem depender de ninguém, garante a campeã de 25 anos atrás, que terminou o trajeto no domingo em 1h47min36.
Viagem ao passado - A primeira prova realizada na ponte Rio-Niterói atraiu três mil corredores, entre eles estava Claudionor de Mattos, que em 2011 não perdeu a chance de voltar aos velhos tempos mais uma vez. Quando eu corri era uma maratona, a gente saía de Niterói, ia até o Leblon, fazia a volta e terminava no Leme, explica o saudosista, aos 76 anos de idade.
Já para Cassio Saraiva, 50, a organização do evento evoluiu bastante. Hoje está bem melhor do que era, pois os números dos participantes, por exemplo, eram pintados em um pedaço de pano, diz Saraiva, que considera um sonho repetir a experiência. Já corri no mundo inteiro, mas correr no Rio, na casa da gente, é indescritível.
O amigo de Cássio, José Guedes, tinha 19 anos e ainda servia o exército quando participou da edição de estreia. Dizem que o Rio é bonito visto de Niterói, mas da ponte é ainda melhor, brinca. A largada da Corrida da Ponte aconteceu em Niterói e a chegada no Aterro do Flamengo, no Rio. O evento teve vitória brasileira nas categorias masculina e feminina.
Corridas de Rua · 19 abr, 2011
Quando falaram que a prova ia voltar pensei que era mentira. Aí telefonei para organização e disse tô dentro, quero de novo!. Foi assim que a corredora Vanessa de Figueiredo, 57, campeã da primeira edição da Corrida da Ponte, na década de 80, competiu mais uma vez a prova no domingo (17/04). Pedi logo para fazerem minha inscrição, pois eu treino para maratona e sabia que não seria tão difícil, declara.
Vanessa disputou a corrida com o número de peito 1 e afirma que o momento se tornou um dos melhores de sua vida. Eu senti de novo a emoção de passar em cima da ponte. Senti o vento batendo no meu rosto, além do reconhecimento de quem correu naquela época ou leu reportagens minhas e me parabenizou no meio do percurso.
Com mais experiência, a atleta também diz que o tempo passou rápido e que muitas coisas mudaram atualmente. Eu continuo tão competitiva quanto era, mas agora o movimento da corrida no país e o número de corredores aumentaram. Antes não tinha tanta gente correndo como tem hoje. Ainda de acordo com ela, a prática esportiva melhora bastante a qualidade de vida.
Quando a gente corre, nos alimentamos melhor, dormimos melhor e adquirimos hábitos mais saudáveis. Outro ponto positivo é que corrida não pede um horário, você faz o seu momento. Você compra um tênis e corre a hora que pode, sem depender de ninguém, garante a campeã de 25 anos atrás, que terminou o trajeto no domingo em 1h47min36.
Viagem ao passado - A primeira prova realizada na ponte Rio-Niterói atraiu três mil corredores, entre eles estava Claudionor de Mattos, que em 2011 não perdeu a chance de voltar aos velhos tempos mais uma vez. Quando eu corri era uma maratona, a gente saía de Niterói, ia até o Leblon, fazia a volta e terminava no Leme, explica o saudosista, aos 76 anos de idade.
Já para Cassio Saraiva, 50, a organização do evento evoluiu bastante. Hoje está bem melhor do que era, pois os números dos participantes, por exemplo, eram pintados em um pedaço de pano, diz Saraiva, que considera um sonho repetir a experiência. Já corri no mundo inteiro, mas correr no Rio, na casa da gente, é indescritível.
O amigo de Cássio, José Guedes, tinha 19 anos e ainda servia o exército quando participou da edição de estreia. Dizem que o Rio é bonito visto de Niterói, mas da ponte é ainda melhor, brinca. A largada da Corrida da Ponte aconteceu em Niterói e a chegada no Aterro do Flamengo, no Rio. O evento teve vitória brasileira nas categorias masculina e feminina.
Confira uma seleção de fotos do percurso da Corrida da Ponte, assim como o vídeo da chegada dos campeões masculino e feminino. A prova aconteceu no último domingo entre Niterói e Rio de Janeiro, com vitória dupla de Giovani dos Santos e Damião Ancelmo de Souza entre os homens e Marily dos Santos no feminino.
Assista também ao vídeo da chegada dos campeões.
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| A largada foi em Niterói. Foto: Alexandre Loureiro/ Fotocom.net |
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| Cerca de seis mil pessoas participaram. Foto: Alexandre Loureiro/ Fotocom.net |
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| Damião e Giovane chegaram juntos. |
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| Marily não deu chances às africanas. Foto: Alexandre Loureiro/ Fotocom.net |
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| Os dois treinam na mesma equipe. Foto: Bruno de Lima/ Fotocom.net |
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| A Ponte ficou tomada por corredores. Foto: Mauricio Val/ Fotocom.net |
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| A prova teve a primeira edição nos anos 80. Mauricio Val/ Fotocom.net |
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| O evento foi um marco para as duas cidades. Mauricio Val/ Fotocom.net |
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| O transporte dos atletas foi por meio de barcas. Foto: Patrícia Serrão/ Webrun |
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| A largada aconteceu às 7h30. Foto: Patrícia Serrão/ Webrun |
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| Os campeões foram premiados com R$ 10 mil. Foto: Monique Barleben/ Webrun |
Corridas de Rua · 18 abr, 2011
Confira uma seleção de fotos do percurso da Corrida da Ponte, assim como o vídeo da chegada dos campeões masculino e feminino. A prova aconteceu no último domingo entre Niterói e Rio de Janeiro, com vitória dupla de Giovani dos Santos e Damião Ancelmo de Souza entre os homens e Marily dos Santos no feminino.
Assista também ao vídeo da chegada dos campeões.
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| A largada foi em Niterói. Foto: Alexandre Loureiro/ Fotocom.net |
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| Cerca de seis mil pessoas participaram. Foto: Alexandre Loureiro/ Fotocom.net |
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| Damião e Giovane chegaram juntos. |
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| Marily não deu chances às africanas. Foto: Alexandre Loureiro/ Fotocom.net |
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| Os dois treinam na mesma equipe. Foto: Bruno de Lima/ Fotocom.net |
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| A Ponte ficou tomada por corredores. Foto: Mauricio Val/ Fotocom.net |
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| A prova teve a primeira edição nos anos 80. Mauricio Val/ Fotocom.net |
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| O evento foi um marco para as duas cidades. Mauricio Val/ Fotocom.net |
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| O transporte dos atletas foi por meio de barcas. Foto: Patrícia Serrão/ Webrun |
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| A largada aconteceu às 7h30. Foto: Patrícia Serrão/ Webrun |
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| Os campeões foram premiados com R$ 10 mil. Foto: Monique Barleben/ Webrun |
A cadência das passadas, capaz de fazer uma ponte ruir, não afetou a estrutura da Ponte Rio-Niterói, que continua firme o bastante para manter milhares de corredores sobre um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Na manhã ensolarada do domingo (17/04), a partir das 8h, as mulheres foram a primeiras a pisar no local, com o objetivo de finalizar um trajeto de 21,4 quilômetros.
Direto do Rio de Janeiro - Desde o século XIX são construídas pontes suspensas pelo mundo, mas somente em 1974 houve a inauguração da Ponte Rio-Niterói. Desde então, a estrutura de concreto foi liberada aos corredores apenas quatro vezes, mas em todas as ocasiões, a construção resistiu às batidas repetidas dos pés das atletas.
Neste final de semana, nem mesmo as pisadas fortes da fundista Marily dos Santos conseguiram derrubar a ponte, mas os passos da corredora baiana estremeceram o resultado das africanas Jackline Sakilu e Ednah Muicwana, que perderam o lugar mais alto do pódio.
Marily manteve o ritmo acelerado desde o início do trajeto e foi campeã em 1h19min04. Não foi uma prova fácil, pois logo no começo tinha um aclive e o sol castigou bastante. Além disso, as adversárias estavam na cola, tentando pegar meu calcanhar. Em alguns momentos tive que andar em zigue-zague para sair da mira delas, diz a vencedora, que garante ter ficado em vigília durante a prova toda. Eu me foquei muito na chegada e acabei até não contemplando a bela paisagem, afirma.
Com tanta concentração, a corredora, dona de outros títulos importantes (vitoriosa na Maratona Internacional de Recife e medalhista de bronze na São Silvestre) conseguiu liderar o percurso inteiro. Além disso, quando estava no quilômetro 20, chegou a registrar uma vantagem de dois minutos sobre as africanas. Acho que tive a sorte em treinar na Bahia, um lugar tão quente quanto o Rio, diz Marily.
Ao contrário da campeã brasileira, Jackeline (Tânzania) e Ednah (Quênia) sofreram bastante com a temperatura alta, sobretudo com a umidade. É minha primeira vez no Rio de Janeiro e sei que não estou adaptada a competir aqui, mas fiquei feliz em ser vice-campeã, declara a tanzâniana (1h21min25), nascida em 1986, ano em que foi realizada a penúltima edição da Corrida da Ponte.
Já a corredora Ednah, esteve no local em outras oportunidades, para participar de outras provas, e não se surpreendeu tanto com o clima. Eu sabia que ia enfrentar o calor. Achei até que teria vento, mas pelo menos isso não aconteceu, o que foi positivo, revela a queniana, terceira colocada em 1h21min25, que deverá ficar no Brasil até o mês junho. Acho muito bonito o Rio, mas agora sigo para São Paulo, onde vou participar de uma prova de oito quilômetros no próximo final de semana, acrescenta.
A largada da Corrida da Ponte aconteceu em Niterói e a chegada no Aterro do Flamengo, no Rio. O evento, que também teve vitória brasileira na categoria masculina, reuniu atletas de vários estados do Brasil e emocionou diversos corredores veteranos, participantes da primeira edição, em 1981.
Corridas de Rua · 17 abr, 2011
A cadência das passadas, capaz de fazer uma ponte ruir, não afetou a estrutura da Ponte Rio-Niterói, que continua firme o bastante para manter milhares de corredores sobre um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Na manhã ensolarada do domingo (17/04), a partir das 8h, as mulheres foram a primeiras a pisar no local, com o objetivo de finalizar um trajeto de 21,4 quilômetros.
Direto do Rio de Janeiro - Desde o século XIX são construídas pontes suspensas pelo mundo, mas somente em 1974 houve a inauguração da Ponte Rio-Niterói. Desde então, a estrutura de concreto foi liberada aos corredores apenas quatro vezes, mas em todas as ocasiões, a construção resistiu às batidas repetidas dos pés das atletas.
Neste final de semana, nem mesmo as pisadas fortes da fundista Marily dos Santos conseguiram derrubar a ponte, mas os passos da corredora baiana estremeceram o resultado das africanas Jackline Sakilu e Ednah Muicwana, que perderam o lugar mais alto do pódio.
Marily manteve o ritmo acelerado desde o início do trajeto e foi campeã em 1h19min04. Não foi uma prova fácil, pois logo no começo tinha um aclive e o sol castigou bastante. Além disso, as adversárias estavam na cola, tentando pegar meu calcanhar. Em alguns momentos tive que andar em zigue-zague para sair da mira delas, diz a vencedora, que garante ter ficado em vigília durante a prova toda. Eu me foquei muito na chegada e acabei até não contemplando a bela paisagem, afirma.
Com tanta concentração, a corredora, dona de outros títulos importantes (vitoriosa na Maratona Internacional de Recife e medalhista de bronze na São Silvestre) conseguiu liderar o percurso inteiro. Além disso, quando estava no quilômetro 20, chegou a registrar uma vantagem de dois minutos sobre as africanas. Acho que tive a sorte em treinar na Bahia, um lugar tão quente quanto o Rio, diz Marily.
Ao contrário da campeã brasileira, Jackeline (Tânzania) e Ednah (Quênia) sofreram bastante com a temperatura alta, sobretudo com a umidade. É minha primeira vez no Rio de Janeiro e sei que não estou adaptada a competir aqui, mas fiquei feliz em ser vice-campeã, declara a tanzâniana (1h21min25), nascida em 1986, ano em que foi realizada a penúltima edição da Corrida da Ponte.
Já a corredora Ednah, esteve no local em outras oportunidades, para participar de outras provas, e não se surpreendeu tanto com o clima. Eu sabia que ia enfrentar o calor. Achei até que teria vento, mas pelo menos isso não aconteceu, o que foi positivo, revela a queniana, terceira colocada em 1h21min25, que deverá ficar no Brasil até o mês junho. Acho muito bonito o Rio, mas agora sigo para São Paulo, onde vou participar de uma prova de oito quilômetros no próximo final de semana, acrescenta.
A largada da Corrida da Ponte aconteceu em Niterói e a chegada no Aterro do Flamengo, no Rio. O evento, que também teve vitória brasileira na categoria masculina, reuniu atletas de vários estados do Brasil e emocionou diversos corredores veteranos, participantes da primeira edição, em 1981.
Corridas de Rua · 17 abr, 2011
Realizada na manhã de domingo (17/04), a prova carioca reuniu milhares de participantes na Ponte Rio - Niterói , relembrando a década de 80, época em que ocorreu a primeira edição do evento. Vinte cinco anos mais tarde, a prova volta a acontecer e desperta a mesma empolgação no estado do Rio de Janeiro, com um ingrediente adicional, uma dose extra do espírito fairplay entre os líderes.
Direto do Rio de Janeiro - Após atrair a atenção de milhares de pessoas no país e gerar grandes expectativas sobre quem seria o grande vencedor do trajeto de 21,4 quilômetros, a Corrida da Ponte teve dois campeões: Giovani dos Santos e Damião Ancelmo de Sousa. Os dois brasileiros, parceiros da mesma equipe, cruzaram a linha de chegada juntos e de mãos dadas.
Embora a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) ter classificado apenas Giovani como o primeiro colocado, ambos registraram a marca de 1h06min10. Não tínhamos combinado antes da disputa, decidimos isto um pouco antes da chegada e foi uma alegria muito grande ser campeão junto com Giovani, explica Damião.
A demonstração de companheirismo surpreendeu a todos e o vencedor oficial da competição acredita que a atitude da dupla foi extremamente normal. Eu considero o Damião um irmão e a gente correu a prova inteira juntos, não tinha como na chegada competirmos, garante Giovani. O dois corredores nacionais e o queniano Kipkemei Mutai se destacaram do pelotão masculino logo no primeiro quilômetro, mas os brasileiros eram quem se alternavam na liderança, enquanto o atleta africano tentava acompanhá-los.
A partir do quilômetro 13 a dupla verde-amarela abriu uma boa vantagem e os fundistas correram lado a lado até a chegada. O terceiro colocado, Kipkemei, justificou sua colocação não tão boa por conta do clima, bastante quente e úmido. O calor me fez diminuir a velocidade, mas a prova foi legal, uma vista muito bonita, afirma o queniano, que chegou em 1h09min17.
Assim que os atletas finalizaram o percurso, a Dream Factory e a Spiridon, organizadoras do evento, reconheceram o espírito de fairplay e anunciaram Giovani e Damião como ganhadores, premiando cada um com 10 mil reais, seguido de um longo aplauso dos expectadores.
Visão da CBAt - A Confederação Brasileira de Atletismo foi contra a decisão da organização e declarou que reconhecem como primeiro colocado apenas o atleta Giovani e, em segundo lugar, Damião. O argumento de Jorge Rodrigues, delegado técnico da CBAt, foi que o campeão é quem passou com o peito primeiro na linha de chegada e, naquela ocasião, havia sido o número 17 [Giovanni].
O que os organizadores fizeram [reconhecer os dois como campeões] é só para divulgação, mas não é válido para a CBAt, pois regra é regra e não se divide o primeiro lugar. Apesar das declarações do órgão, Ancelmo não se importou em sair da prova como vice-campeão, pois para ele o que realmente importa é a premiação igual. Ganhando a mesma coisa está tudo bem, afirma o corredor alagoano.
Corridas de Rua · 14 abr, 2011
Começa a contagem regressiva para a Corrida da Ponte, de 21,4 quilômetros, que terá largada ao lado da estação das Barcas, em Niterói, e chegada no Aterro do Flamengo, no domingo (17/04), às 8h. Os participantes já podem retirar o kit do atleta a partir desta sexta-feira (15/04).
O kit vem com sacola de treino, camiseta de poliamida dry, boné dry, squeeze, número de peito, chip descartável, pulseira especial de acesso a largada, ticket individual gratuito de acesso para o transporte das Barcas, saco guarda-volumes e revista oficial da prova.
Vale lembrar que as Barcas levarão os corredores do Rio para Niterói (local de largada) de graça nos seguintes horários: 5h30, 6h, 6h30 e 7h. O trajeto leva 20 minutos e a recomendação é chegar mais cedo para não correr o risco de perder o começo da prova. Para pegar kit, basta comparecer no MAM (Museu de Arte Moderna), no Aterro do Flamengo amanhã ou sábado (16/04), das 9h às 18h.
Meia Maratona · 13 abr, 2011
A disputa entre os atletas de elite que vão participar da Corrida da Ponte no próximo domingo, dia 17 de abril, promete ser acirrada entre os brasileiros e os africanos da elite. A competição será realizada na Ponte Rio-Niterói e a largada será nas barcas, em Niterói, às 8h. A chegada será no Aterro do Flamengo.
Os brasileiros, Damião Ancelmo de Sousa e Giovani dos Santos, que são segundo e terceiro colocados do ranking brasileiro respectivamente, vão enfrentar os africanos Lukinga James, da Tanzânia, e Kipemei Mutai, do Quênia. O queniano venceu a Meia Maratona do Rio de Janeiro no ano passado (2010) e é um dos favoritos à conquista da vitória da Corrida da Ponte.
Já na categoria feminina as brasileiras Marizete de Paula Rezende, campeã da Maratona do Rio de Janeiro em 2009, Marily dos Santos, que foi campeã pan-americana em 2007 e Arlete Soares Adão, campeã da Maratona do Rio de Janeiro, são as atletas favoritas. Elas enfrentarão as africanas Jackline Juma Sakilu, da Tanzânia e Ednah Muicwana, do Quênia.
Para participar da corrida o atleta deverá comprovar na inscrição que completou uma meia maratona com tempo máximo de 2h45 ou uma maratona em 5h30, nos últimos dois anos. Os critérios técnicos foram estabelecidos para gerar um bom índice técnico para a prova e reduzir o tempo de bloqueio do tráfego nas vias.
Os primeiros dez colocados da categoria feminina e masculina receberão um prêmio em dinheiro, que somará mais de R$ 65 mil. O trajeto terá oito pontos de hidratação e um ônibus para resgatar os desistentes.
Corridas de Rua · 06 abr, 2011
Antes de uma prova acontecer, quase sempre existe uma chance de correr o trajeto antes ou, pelo menos, percorrer parte do percurso, mas não é o que acontece com a Corrida da Ponte, programada para o próximo dia 17. Para tentar ajudar os atletas que ainda não conhecem o percurso da prova que liga Niterói ao Rio de Janeiro, Vanessa Figueiredo, vencedora da disputa em 1982, e João Traven, um dos organizadores da competição, dão dicas valiosas para os estreantes.
O ideal é que o treino envolva corridas de longa distancia e ladeiras, de acordo com Vanessa. Também é preciso respeitar o vento, que é natural para quem está naquela altura, mas vale a pena participar, pois é uma prova muito linda, conta a campeã. Já João, que participou da primeira edição há 30 anos, alerta os corredores para estarem bem preparados. Tem que estar bem treinado, porque tem muito vento e sol. É importante beber água em todos os postos e chegar cedo para não perder a largada", explica.
Além disso, segundo João, é fundamental que o atleta mantenha um ritmo regular durante o percurso. Quem não conseguir acompanhar [o ritmo da prova] ou tiver algum problema deverá pegar um ônibus da organização, que foi carinhosamente batizado de ônibus Prego, acrescenta.
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