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A pista está torta?

Corridas de Rua · 27 fev, 2008

Estou para desvendar o mistério porque na minha visão - literalmente - parece existir algo de errado. Todo santo dia que eu corro na pista de atletismo do Constâncio Vaz Guimarães, uma das mais modernas do país, tenho a nítida impressão que há um desnível na pista.

Explico: quando estou na curva essa ganha a característica, acredite de uma...descida. Vindo pelo lado oposto, vejo uma subida. Pois é, “vejo” essas oscilações onde comprovadamente não há desnível.

Preocupado que fosse a idade que cada vez está mais para o fim do que para o começo da vida, chamei um colega de treino e perguntei: “A pista não parece torta?” “Parece sim”, foi a resposta tranqüilizadora que tive.

O que provavelmente causa isso é a famosa ilusão de ótica. Mas como? por que? Não tenho as respostas, vou apurar e quando souber volto a este post.

Me enrolando com o cadarço do tênis

Adoro ditados. E um dos que mais me identifico é com o velho e conhecido: “um é pouco, dois é bom e três é demais”. Se três é demais, imagine quatro, cinco ou mais “pitos”. Pois é, foi isso (por baixo) que o corredor aqui precisou escutar para tomar vergonha na cara e aplicar o conhecimento passado pelo “Mestre”.

Muito longe de achar ruim essas cobranças, aprovo esses “pitos” (dados numa boa), afinal uma das coisas que aprendi com a corrida é que devemos ter humildade, pois nosso esporte é um eterno aprendizado. E muito longe de querer achar que sei tudo (porque não sei) tenho plena consciência que devo escutar, aprender e o mais importante: colocar em prática as instruções do meu técnico. Sim, ele é quem sabe das coisas e disto tenho plena consciência.

Afinal nossos técnicos estão aí para nos ajudar a “chegar no topo da montanha”, ou você acha que eles não têm orgulho quando completamos nossos desafios e metas? Às vezes podem não demonstrar seus sentimentos para que não “fiquemos com a bola cheia”, mas por dentro, podem ter certeza, eles torcem por nós e vibram muito com nossas conquistas.

Tênis - Bem, já postei sobre cuidados com a amarração dos cadarços de tênis, mas quando pensei que sabia tudo vem um novo ensinamento. Corrida é detalhe embora não pareça. E uma simples estratégia equivocada, como a escolha do tênis errado, amarração incorreta ou o alimento diferente na véspera de uma competição, pode colocar seus meses de treinamento para escanteio.

Vamos lá, mas qual foi o novo aprendizado? Bom, sempre faço somente um nó no cadarço de meu tênis. O laço fica “grande” e pode ficar tocando na perna e em milhares de passos que damos numa corrida ele pode até machucar, mas não foi esse o caso, em particular.

O mais importante da amarração segura, segundo o ensinamento passado, é que devemos dar dois nós nos cadarços, pois assim eles não se soltam, e o que sobrar do cadarço deve ser trançado pelas amarras.

E é nesta simples tecla – mas importante – que tenho sido alertado e não coloco em prática, talvez por força do hábito. Mas como faço parte de uma equipe e todos seguem a recomendação, por que eu devo ser diferente? Se 50 pessoas o fazem não devo ser exceção. O ditado diz: se sair na chuva é para se molhar.

Alertado dei dois nós. Mas como meu cadarço ainda tem a “cera” o segundo nó não “pega”, assim sempre faço somente um nó. Isso pode ser desculpa? Não. Não tenho esse álibi da “cera”, já que foi ensinado que para tirar a cera podemos lavá-los com uma escovinha. Fiz? Não. Errei? Sim.

Mas a constatação é simples: não sei amarrar o tênis. E sinceramente os “nós” não estão se entendendo comigo.

Solução é simples. Ao sair do treino fui direto em uma loja especializada em corridas de rua e comprei um simples regulador de cadarço de tênis (com cadarço personalizado). Embora deva manter o cadarço original o regulador de nylon será usado no próximo treino.

Como diz o ditado: errar é humano persistir no erro é burrice!


Me enrolando com o cadarço do tênis

Corridas de Rua · 24 fev, 2008

Adoro ditados. E um dos que mais me identifico é com o velho e conhecido: “um é pouco, dois é bom e três é demais”. Se três é demais, imagine quatro, cinco ou mais “pitos”. Pois é, foi isso (por baixo) que o corredor aqui precisou escutar para tomar vergonha na cara e aplicar o conhecimento passado pelo “Mestre”.

Muito longe de achar ruim essas cobranças, aprovo esses “pitos” (dados numa boa), afinal uma das coisas que aprendi com a corrida é que devemos ter humildade, pois nosso esporte é um eterno aprendizado. E muito longe de querer achar que sei tudo (porque não sei) tenho plena consciência que devo escutar, aprender e o mais importante: colocar em prática as instruções do meu técnico. Sim, ele é quem sabe das coisas e disto tenho plena consciência.

Afinal nossos técnicos estão aí para nos ajudar a “chegar no topo da montanha”, ou você acha que eles não têm orgulho quando completamos nossos desafios e metas? Às vezes podem não demonstrar seus sentimentos para que não “fiquemos com a bola cheia”, mas por dentro, podem ter certeza, eles torcem por nós e vibram muito com nossas conquistas.

Tênis - Bem, já postei sobre cuidados com a amarração dos cadarços de tênis, mas quando pensei que sabia tudo vem um novo ensinamento. Corrida é detalhe embora não pareça. E uma simples estratégia equivocada, como a escolha do tênis errado, amarração incorreta ou o alimento diferente na véspera de uma competição, pode colocar seus meses de treinamento para escanteio.

Vamos lá, mas qual foi o novo aprendizado? Bom, sempre faço somente um nó no cadarço de meu tênis. O laço fica “grande” e pode ficar tocando na perna e em milhares de passos que damos numa corrida ele pode até machucar, mas não foi esse o caso, em particular.

O mais importante da amarração segura, segundo o ensinamento passado, é que devemos dar dois nós nos cadarços, pois assim eles não se soltam, e o que sobrar do cadarço deve ser trançado pelas amarras.

E é nesta simples tecla – mas importante – que tenho sido alertado e não coloco em prática, talvez por força do hábito. Mas como faço parte de uma equipe e todos seguem a recomendação, por que eu devo ser diferente? Se 50 pessoas o fazem não devo ser exceção. O ditado diz: se sair na chuva é para se molhar.

Alertado dei dois nós. Mas como meu cadarço ainda tem a “cera” o segundo nó não “pega”, assim sempre faço somente um nó. Isso pode ser desculpa? Não. Não tenho esse álibi da “cera”, já que foi ensinado que para tirar a cera podemos lavá-los com uma escovinha. Fiz? Não. Errei? Sim.

Mas a constatação é simples: não sei amarrar o tênis. E sinceramente os “nós” não estão se entendendo comigo.

Solução é simples. Ao sair do treino fui direto em uma loja especializada em corridas de rua e comprei um simples regulador de cadarço de tênis (com cadarço personalizado). Embora deva manter o cadarço original o regulador de nylon será usado no próximo treino.

Como diz o ditado: errar é humano persistir no erro é burrice!

Cuidados ao correr no barro

Ao enfiar o pé na jaca, quer dizer no barro, é preciso alguns cuidados. Cuidados antes, durante e depois da corrida. Verão é sinônimo de chuva em todo o país. Chegamos ao extremo em que em cidades localizadas no norte país, em época de chuva, marcam seus encontros para “depois da chuva”, já que chove religiosamente em determinados horários. E em treinos de trilhas essa equação se resulta em barro e poças de água.

Por isso macetes na hora de encarar tais condições são necessários. Semanalmente totalizo cerca de 30 quilômetros por trilhas. E meu habitat é o Parque do Ibirapuera. Trilhas - de terra e grama - neste local se traduz na conhecida "volta por fora" tangenciando a grade e que tem cerca de seis quilômetros de extensão. E em tempos de chuvas se prepare porque é barro na certa.

O cuidado pré-corrida mais importante é a escolha do tênis. Eu por exemplo, tenho um Pegasus 2006 somente para ser usado em treinos de trilha. É o mais “velhinho” do meu kit, então coloco ele “sem medo” para enfrentar qualquer condição de terreno.

Ao correr a primeira regra é atenção. Sem ela um tombo tem grandes chances de acontecer. Ao se deparar com as poças que deixam encharcadas a terra e a grama em seu perímetro, deve-se diminuir a velocidade e procurar rapidamente o local mais seco para apoiar os pés. Não tendo esse local nos resta enfiar o pé na água ou barro. Se isso tiver que acontecer que ultrapassemos esse obstáculo andando, evitando assim, um escorregão e um tombo de proporções muito maiores do que os segundos que você poderia “ganhar”.

Vindo um corredor no sentido contrário a preferencial é de quem estiver mais próximo do obstáculo. Mantenha sempre a direita da trilha, afinal não moramos na Grã Bretanha, Austrália e nem no Japão.

Se o piso estiver molhado outra regrinha é cadenciar o ritmo. Muitas vezes é loucura querer igualar aquela marca que você faz quando a terra está seca. Cuidado com as pisadas, galhos e raízes. Procure mentalizar as impulsões que serão necessárias para elevar seus pés um pouco mais do que se eleva ao correr no asfalto. Um centímetro pode ser a diferença entre a glória e o chão.

Treino concluído vem a parte suja do trabalho: os cuidados com a limpeza do tênis. E se você afundou ele na poça de água ou barro não há outro jeito senão submete-lo a uma boa lavada. Se a drenagem do local de corrida for boa as poças são contornáveis – como no caso do Ibira – e a tendência é que neste caso somente a sola fique com sujeira. Nada que um tanque e um escova com sabão não resolvam. Se a palmilha molhou retire para dar limpeza e secagem.

Mas uma regrinha muito importante, mas, muito importante mesmo – lógico que além do seu banho – é tirar o tênis antes de botar o pé para dentro de casa, evitando assim, um bom trabalho a depender do seu esquecimento com a sujeira.


Cuidados ao correr no barro

Corridas de Rua · 19 fev, 2008

Ao enfiar o pé na jaca, quer dizer no barro, é preciso alguns cuidados. Cuidados antes, durante e depois da corrida. Verão é sinônimo de chuva em todo o país. Chegamos ao extremo em que em cidades localizadas no norte país, em época de chuva, marcam seus encontros para “depois da chuva”, já que chove religiosamente em determinados horários. E em treinos de trilhas essa equação se resulta em barro e poças de água.

Por isso macetes na hora de encarar tais condições são necessários. Semanalmente totalizo cerca de 30 quilômetros por trilhas. E meu habitat é o Parque do Ibirapuera. Trilhas - de terra e grama - neste local se traduz na conhecida "volta por fora" tangenciando a grade e que tem cerca de seis quilômetros de extensão. E em tempos de chuvas se prepare porque é barro na certa.

O cuidado pré-corrida mais importante é a escolha do tênis. Eu por exemplo, tenho um Pegasus 2006 somente para ser usado em treinos de trilha. É o mais “velhinho” do meu kit, então coloco ele “sem medo” para enfrentar qualquer condição de terreno.

Ao correr a primeira regra é atenção. Sem ela um tombo tem grandes chances de acontecer. Ao se deparar com as poças que deixam encharcadas a terra e a grama em seu perímetro, deve-se diminuir a velocidade e procurar rapidamente o local mais seco para apoiar os pés. Não tendo esse local nos resta enfiar o pé na água ou barro. Se isso tiver que acontecer que ultrapassemos esse obstáculo andando, evitando assim, um escorregão e um tombo de proporções muito maiores do que os segundos que você poderia “ganhar”.

Vindo um corredor no sentido contrário a preferencial é de quem estiver mais próximo do obstáculo. Mantenha sempre a direita da trilha, afinal não moramos na Grã Bretanha, Austrália e nem no Japão.

Se o piso estiver molhado outra regrinha é cadenciar o ritmo. Muitas vezes é loucura querer igualar aquela marca que você faz quando a terra está seca. Cuidado com as pisadas, galhos e raízes. Procure mentalizar as impulsões que serão necessárias para elevar seus pés um pouco mais do que se eleva ao correr no asfalto. Um centímetro pode ser a diferença entre a glória e o chão.

Treino concluído vem a parte suja do trabalho: os cuidados com a limpeza do tênis. E se você afundou ele na poça de água ou barro não há outro jeito senão submete-lo a uma boa lavada. Se a drenagem do local de corrida for boa as poças são contornáveis – como no caso do Ibira – e a tendência é que neste caso somente a sola fique com sujeira. Nada que um tanque e um escova com sabão não resolvam. Se a palmilha molhou retire para dar limpeza e secagem.

Mas uma regrinha muito importante, mas, muito importante mesmo – lógico que além do seu banho – é tirar o tênis antes de botar o pé para dentro de casa, evitando assim, um bom trabalho a depender do seu esquecimento com a sujeira.

Um acessório indispensável para o treino

Corridas de Rua · 20 jan, 2008

Esqueça o relógio GPS último modelo ou o primeiro tênis que ultrapassou a barreira do milhar de real, atualmente, nada disto para mim é mais importante do que comprar um simples colchonete para ser usado nos exercícios de alongamentos, que na Run for Life são feitos no mínimo oito vezes por semana.

A primeira medida foi pesquisar para comprar pela internet. Achei fácil depois de pesquisar em lojas especializadas. Um modelo emborrachado sai por R$ 21,90 + R$ 5,20 de frete, que totaliza R$ 27,10 – vale mais do que a pena adquirir esse acessório.

A blogaiada pode estar perguntando: mas as assessorias esportivas não disponibilizam esse equipamento básico? Diria que disponibilizam, mas de forma reduzida o que é bastante compreensível. Ou você imagina aquele personal trainer com 100, 200 e alguns dizem passar dos mil alunos, levarem colchonetes para todos?

Certamente, deveria de haver não um carro utilitário, mas sim, um caminhão somente para o transporte do acessório. Por isso, a tendência é cada aluno seja responsável por seu kit de corrida.

Metas para uma temporada

Corridas de Rua · 10 jan, 2008

Qual sua meta, qual seus objetivos para esse ano? Essas são algumas das perguntas que nós corredores devemos ter respostas em mente na hora de planejar a temporada. A partir destes objetivos, deve-se planejar as provas que iremos participar, mas lembre-se, de ter metas realistas. Não programe sua maratona para sub três se até você mesmo sabe que não conseguira atingir esse objetivo. Isso lhe evitará frustrações. E corrida é alegria.

Seu objetivo é correr uma maratona, pois bem, programe-se para participar de uma ou duas meias maratonas para “sentir” a prova alvo. Talvez seu objetivo seja bater seu recorde pessoal nos 10 quilômetros, então, a melhor coisa é programar algumas competições na distância. Para isso, participe de um circuito que tenha de três a quatro etapas em um mesmo percurso, assim, você conseguirá medir sua performance prova a prova. Se vai bater o recorde é outra questão, porém, há grandes chances de ao menos você reavaliar a meta e melhorar a marca na outra temporada.

Lembre-se o objetivo deve ser alcançado, o que não deve ser encarado como obrigação e sim como meta. E, para isso, só existe um caminho: treino e disciplina.

Homens são mais rápidos que as mulheres na maratona

Corridas de Rua · 07 jan, 2008

Qual o tempo que eu posso terminar uma maratona? Quando sou rápido ou quando sou lento? Respostas para estas perguntas são peculiares, pois cada atleta reage de uma forma para cobrir os 42.195 metros do percurso de uma maratona.

Porém, há um número interessante divulgado esta semana nos Estados Unidos: das 403 mil pessoas que concluíram alguma maratona em solo americano em 2007, o fizeram com tempo médio de 4h41min33.

Os homens, que representaram 60,5% dos concluintes, são na média quase meia hora mais rápidos que as mulheres, já que correm em 4h29min52, contra 4h59min28 registrado no feminino.

Viu como é bom a prática esportiva

Corridas de Rua · 06 jan, 2008

Jamais entrei em corrida sem estar inscrito devidamente. O “devidamente” aqui quer dizer correr com o número de peito próprio (sem número nem cogito em correr). Mas infelizmente não é isso que vemos acontecer.

Pode parecer besteira, mas muitas vezes ao correr com o número de outra pessoa fazemos com que a classificação na faixa etária vá para o “espaço”, e muitos corredores treinam com afinco para se classificarem bem em sua categoria.

Veja um exemplo gritante: o rapaz ao lado estava inscrito com a idade de 82 anos. E claro, ficou em primeiro lugar na categoria - mas que “catigoria” em Bebel? -; + 80 anos da São Silvestre. Por essas e outras, que vemos tempos extremamente rápidos em algumas faixas etárias, no caso em questão, o tempo registrado foi 1h05min.

Como disse o colega “expert” em atletismo o Nilson Duarte ao ver a foto do "octagenário": “Viu como é bom a prática esportiva. Você chega a essa idade com esse corpinho."...

Então só nos resta praticar esportes!

A corrida da muvuca

Acredito que a Corrida de São Silvestre começa a deixar de ser uma competição para virar uma confraternização. Embora ainda queira acreditar que eu vá participar desta prova de forma competitiva, sem ter que desviar de placas e fantasiados, tomar água em uma temperatura ideal, mas nunca quente, entre outras coisas básicas em uma corrida dita normal.

Existem aqueles que não gostam de “normalidades” e gostam sim de uma boa muvuca e para esses vai aqui uma dica de boa diversão feita pela blogueira Jacke Gense. Trata-se da Corrida da Lama (quer mais muvuca que isso?). Pois é, essa prova vai acontecer em fevereiro na mais holandesa das cidades brasileiras: Holambra (para quem não é do estado ou não conhece fica na região de Campinas à cerca de 100 quilômetros de São Paulo). Serão 5 e 10 quilômetros de puro barro e lama garante quem já participou.

Alguns fugirão de seus técnicos para participar do evento (é grande o risco de lesão neste tipo de prova), outros vão para a farra consciente que a muvuca é o que importa como tem acontecido com a nossa mais famosa prova.


A corrida da muvuca

Corridas de Rua · 04 jan, 2008

Acredito que a Corrida de São Silvestre começa a deixar de ser uma competição para virar uma confraternização. Embora ainda queira acreditar que eu vá participar desta prova de forma competitiva, sem ter que desviar de placas e fantasiados, tomar água em uma temperatura ideal, mas nunca quente, entre outras coisas básicas em uma corrida dita normal.

Existem aqueles que não gostam de “normalidades” e gostam sim de uma boa muvuca e para esses vai aqui uma dica de boa diversão feita pela blogueira Jacke Gense. Trata-se da Corrida da Lama (quer mais muvuca que isso?). Pois é, essa prova vai acontecer em fevereiro na mais holandesa das cidades brasileiras: Holambra (para quem não é do estado ou não conhece fica na região de Campinas à cerca de 100 quilômetros de São Paulo). Serão 5 e 10 quilômetros de puro barro e lama garante quem já participou.

Alguns fugirão de seus técnicos para participar do evento (é grande o risco de lesão neste tipo de prova), outros vão para a farra consciente que a muvuca é o que importa como tem acontecido com a nossa mais famosa prova.

Será que vai chover?

Corridas de Rua · 29 dez, 2007

São Pedro já deu os primeiros sinais que pode repetir uma boa carga d’ água como a que fez despencar na última corrida de São Silvestre. Hoje após um dia quente e abafado no final da tarde – leia-se no mesmo horário da largada da corrida – caiu uma boa chuva na cidade.

Uma dica para se prevenir é ter uma capa de chuva descartável caso na concentração chova, assim você pode usá-la, porém, ela deve ser descartada alguns minutos antes da largada (jamais corra com uma).

Boa corrida!

Harry & Tábata

Corridas de Rua · 15 dez, 2007

O treino dessa manhã não estava certo por uma série de problemas mundanos, mas tinha que ser cumprido. Foi sob o sol, porém, protegido sob as árvores da pista de Cooper do Ibirapuera que eu e a Tábata corremos.

Tábata é minha Cocker Spaniel Inglês, inglesa seria melhor. Ela é uma corredora nata por excelência. Corre fácil, fácil, 3min45seg por quilômetro, num total de seis quilômetros. Nunca quis forçá-la a mais, já que nunca fiz o teste ergométrico nela. Mas pode-se perceber que essa é uma raça que corre muito bem, as raposas da Inglaterra em temporada de caça sabem disso.

Daí uma dica para quem procura uma boa raça de cahorro-corredor. Diria que, diferente de muitas raças que correm bem, mas, perfilados ao seu dono sem puxar, o cocker puxa e te arrasta pela coleira, fácil, fácil a 3min45seg ou até menos. Eles não gostam de perder.

PS.: Tábata pediu para colocar uma foto ilustrativa da raça dela, já que tem aversão ao mundo de celebridade.