new runner

O resultado chegou

Corridas de Rua · 11 nov, 2007

Finalmente o torpedo com meu resultado chegou as 15h23 e diz o seguinte:

"O seu tempo na Nike 10K foi 1:07:48. Compare seu resultado com outros participantes e veja sua foto no nikecorre.com"

Esse tempo informado foi o bruto sem descontar os mais de dez minutos que precisei para atravessar o pórtico de largada. Mas está valendo, definitivamente, entrei na era dos bits!

PS.: Tempo oficial 57:03 - 5515° colocado

Do espeto para os bits

Corridas de Rua · 10 nov, 2007

Uma boa notícia que temos é o avanço da tecnologia no mercado de corridas. Há 10 anos atrás estava muito em voga o famoso espeto e os resultados eram fornecidos assim. Você chegava e entregava no funil sua senha de papel, que por sua vez estava colada ao seu número de peito por um clipes destes de pregador de escritório. Essa senha era guardada em vários espetos em ordem sequêncial, daí a alcunha da tecnologia de então. Se tudo funcionasse bem você saberia seu resultado no dia seguinte.

Ver que atingimos o “real time” dos resultados é gratificante, principalmente vivenciando essa transformação.

Pois é, há tempos o “real time” já não é mais nenhuma novidade, mas será a primeira vez que eu vou usar. Acabo de cadastrar meu celular no site da Nike 10K e eles prometem entregar meu tempo tão logo atravesse a linha de chegada, vamos ver como vai ser.

Podemos dizer que finalmente eu virarei a página do espeto para os bits!

Cuidados com o kit da prova

Fiz uns 15 km básico hoje pela manhã, debaixo de uma garoazinha que ensaiou uma tempestade que não veio. Comecei na Avenida São Luis, no centro de São Paulo, e em uma única reta subi e desci a famosa rua Augusta planei na Colômbia, Avenida Europa, Cidade Jardim, Lineu de Paula Machado e bingo me vejo no portão da USP. Hidratei na barraca da equipe e depois da massagem fui retirar meu kit da Nike 10K que rola amanhã. Contando no relógio a entrega não me tomou nem 5 minutos. Entrega fácil e rápida.

Com o kit em mãos uma boa coisa para se fazer é adiantar uma etapa que são os preparativos pré corrida, como pregar o número de peito na camiseta (nesta da Nike nem precisa ter este trabalho, o número já vem na camiseta). Depois é colocar o chip nas amaras do tênis, enfim, escolher e separar todo o uniforme e equipamento que vai usar no domingo. Isto a depender do caso, pode render de 15 a 30 minutos de sono a mais no dia seguinte, e o melhor, não ter estresse neste dia com esses problemas mundanos de nós corredores temos ou fazemos questão de ter.

Daí para não ficar só na palavra fiz a lição de casa. Separei o calção, a camiseta, meia, tênis, relógio, óculos, boné e uma mochila, ufa! Na mochila ajeitei a câmera, celular, documento, chaves, blusa e uma garrafa de água. Não levei nem 10 minutos, ou seja, trabalho nenhum. Citei os itens básicos, mas pode haver os apetrechos como toalha, necessaire, espelho, sogra, sei lá, isso depende de cada um.

Feito isso é hora de controlar a ansiedade. Para falar a verdade eu ainda não sou a pessoa mais indicada para falar sobre esse assunto. Mas o que posso dizer que no sábado temos que comer bem, preferencialmente, uma boa massa, pão, muita água e dormir no mínimo seis horas.

Uma vez na baia o negócio é disparar o cronômetro na largada e dar o stop na chegada!


Cuidados com o kit da prova

Corridas de Rua · 10 nov, 2007

Fiz uns 15 km básico hoje pela manhã, debaixo de uma garoazinha que ensaiou uma tempestade que não veio. Comecei na Avenida São Luis, no centro de São Paulo, e em uma única reta subi e desci a famosa rua Augusta planei na Colômbia, Avenida Europa, Cidade Jardim, Lineu de Paula Machado e bingo me vejo no portão da USP. Hidratei na barraca da equipe e depois da massagem fui retirar meu kit da Nike 10K que rola amanhã. Contando no relógio a entrega não me tomou nem 5 minutos. Entrega fácil e rápida.

Com o kit em mãos uma boa coisa para se fazer é adiantar uma etapa que são os preparativos pré corrida, como pregar o número de peito na camiseta (nesta da Nike nem precisa ter este trabalho, o número já vem na camiseta). Depois é colocar o chip nas amaras do tênis, enfim, escolher e separar todo o uniforme e equipamento que vai usar no domingo. Isto a depender do caso, pode render de 15 a 30 minutos de sono a mais no dia seguinte, e o melhor, não ter estresse neste dia com esses problemas mundanos de nós corredores temos ou fazemos questão de ter.

Daí para não ficar só na palavra fiz a lição de casa. Separei o calção, a camiseta, meia, tênis, relógio, óculos, boné e uma mochila, ufa! Na mochila ajeitei a câmera, celular, documento, chaves, blusa e uma garrafa de água. Não levei nem 10 minutos, ou seja, trabalho nenhum. Citei os itens básicos, mas pode haver os apetrechos como toalha, necessaire, espelho, sogra, sei lá, isso depende de cada um.

Feito isso é hora de controlar a ansiedade. Para falar a verdade eu ainda não sou a pessoa mais indicada para falar sobre esse assunto. Mas o que posso dizer que no sábado temos que comer bem, preferencialmente, uma boa massa, pão, muita água e dormir no mínimo seis horas.

Uma vez na baia o negócio é disparar o cronômetro na largada e dar o stop na chegada!

A maior de todas as corridas

Corridas de Rua · 10 nov, 2007

Uma coisa que não se pode reclamar na cidade de São Paulo é a quantidade de corridas que fazem parte de seu calendário. Felizmente para seus moradores há uma concentração, ou melhor, alta concentração.

Como nunca visto antes na história desta cidade (ops!) se organiza ao menos uma corrida com mais de três mil pessoas (e com padrão bom na média geral) todo final de semana.

Para citar um bom exemplo, no mês de julho em uma mesma manhã tivemos o Mizuno Ekiden, a Corpore Bombeiros e a Fashion Run. E amanhã acontece a maior de todas as provas individuais realizadas no país, a Run America Nike 10K. São aguardados 25 mil corredores inscritos (!).

Evidentemente que o grande barato de correr uma prova desta é seu espírito participativo. É com ele que eu vou correr, esquecer do relógio, correr solto, sem estresse.

Alias, estou indo agora para a USP fazer meu último treino e pegar o kit da corrida!

Correndo nos andes argentinos

Estou naquela fase de garimpar, escolher e programar as minhas maratonas dentro de um macro ciclo bem amplo. Como ano que vem já decidi que corro três das quatro maratonas brasileiras que me faltam, as opções devem ser escalonadas para 2009 e 2010. E dentro dessas possibilidades certamente a 42K Adventure Marathon, que acontece na charmosa Villa La Angostura localizada nos andes da patagônia Argentina, está nos meus planos.

A cidade que fica 1.200 quilômetros de Buenos Aires recebe a prova que na verdade, é uma difícil maratona de montanha. Sua largada se dá aos 700 metros de altitude e na qual você antes de chegar sobe aos 1.200 metros por duas vezes.

Para percorrer os 42 quilômetros aferidos nestas condições, o corredor tem que estar bem, para não pagar além da conta que se tem para completar uma maratona. Para se ter uma idéia da dificuldade, esse ano os vencedores Gustavo Reis e Eliana Barroso venceram com o tempo de 2h59mim01 e 4h18min55, respectivamente.

Porém para aqueles corredores que se dispuserem a enfrentar frio, lama, degraus e riachos em um percurso que deve fazer com que a Meia Maratona do Rio repense se realmente é a mais bonita prova da América Latina, certamente terão boas histórias para contar.

Mas pelo visto, nossos “hermanos” também dão suas patinadas na hora de montar o calendário. Até onde sei a Argentina possui somente duas maratonas, essa e a Maratona de Bueiros Aires e, inexplicavelmente, ambas são disputadas no primeiro domingo de novembro.

Conheça o site do 42K Adventure Marathon.

PS.: O internauta Gustavo, de Minas Gerais, escreveu lembrando que além das duas provas citadas, existe a Maratona do Fim do Mundo, disputada em Ushuaia, no sul da patagônia Argentina. Falha minha!


Correndo nos andes argentinos

Corridas de Rua · 09 nov, 2007

Estou naquela fase de garimpar, escolher e programar as minhas maratonas dentro de um macro ciclo bem amplo. Como ano que vem já decidi que corro três das quatro maratonas brasileiras que me faltam, as opções devem ser escalonadas para 2009 e 2010. E dentro dessas possibilidades certamente a 42K Adventure Marathon, que acontece na charmosa Villa La Angostura localizada nos andes da patagônia Argentina, está nos meus planos.

A cidade que fica 1.200 quilômetros de Buenos Aires recebe a prova que na verdade, é uma difícil maratona de montanha. Sua largada se dá aos 700 metros de altitude e na qual você antes de chegar sobe aos 1.200 metros por duas vezes.

Para percorrer os 42 quilômetros aferidos nestas condições, o corredor tem que estar bem, para não pagar além da conta que se tem para completar uma maratona. Para se ter uma idéia da dificuldade, esse ano os vencedores Gustavo Reis e Eliana Barroso venceram com o tempo de 2h59mim01 e 4h18min55, respectivamente.

Porém para aqueles corredores que se dispuserem a enfrentar frio, lama, degraus e riachos em um percurso que deve fazer com que a Meia Maratona do Rio repense se realmente é a mais bonita prova da América Latina, certamente terão boas histórias para contar.

Mas pelo visto, nossos “hermanos” também dão suas patinadas na hora de montar o calendário. Até onde sei a Argentina possui somente duas maratonas, essa e a Maratona de Bueiros Aires e, inexplicavelmente, ambas são disputadas no primeiro domingo de novembro.

Conheça o site do 42K Adventure Marathon.

PS.: O internauta Gustavo, de Minas Gerais, escreveu lembrando que além das duas provas citadas, existe a Maratona do Fim do Mundo, disputada em Ushuaia, no sul da patagônia Argentina. Falha minha!

Entre duas Comrades Marathon

Corridas de Rua · 08 nov, 2007

Entre a última Comrades Marathon que completou no mês de junho e a próxima que pretende disputar e assim ganhar a medalha back to back, o Rodolfo Nascimento meu companheiro na equipe Branca Esportes, resolveu ganhar uns quilometros extras: andando.

No último sábado (3) ele iniciou o Caminho da Fé que é formado pelo percurso de 500 quilômetros entre as cidades de Descalvado e Aparecida do Norte, em São Paulo, trajeto que já atraiu milhares de peregrinos. Até onde sei, ele já percorreu 135 Km: “O primeiro percurso é muito bonito, plano e muitas retas infinitas. Estou bem e muito feliz”.

Apesar da ajuda divina Rodolfo não conseguiu se livrar dos problemas mundanos dos caminhantes e corredores. “A [minha] condição física está boa, mas, o que incomoda são as bolhas e a ardência na sola do pé”.

Está esperando o que meu filho?

Nos últimos dois revezamentos, Super 40 e Ayrton Senna, que a equipe do Webrun participou, contamos com uma ajuda substancial do primo de um jornalista que trabalha aqui no site. O Guilherme Alvarez finalmente tirou o peso de minhas costas e tem sido o mais rápido de todos nestas disputas. E como a regra aqui é clara, os mais rápidos tem que fechar o revezamento, essa é uma ajuda mais do que bem vinda. Sabe como é, correr depois das 11 horas é problema, mas, anyway...

Em Interlagos, o rapaz de apenas 21 anos mandou às 11h45 da manhã 25min11 para o seletivo percurso de 5.275m. Isso sem ter corrido há vários dias, já que o barato dele é jogar futebol, segundo seu primo, que está tentando fazer a cabeça dele para treinar com um profissional especializado.

Ao saber da história fui ver se conseguia fazer a cabeça dele. Pensei em convidá-lo para vir treinar na equipe que eu participo e, assim, ter mais um bom companheiro. Qual o MSN dele? Ah, ele usa muito pouco, escuto como resposta. Vou combinar com ele no sábado para treinar? Sábado é difícil ele namora, respondem. Apesar das aparentes dificuldades não me dou por vencido.

Quando ele corre é nítido pela sua fisionômia que ele está achando aquilo um grande barato. Sem trocadilhos com as endorfinas, ou seja, ele gosta de correr, não é algo forçado. E de quebra teríamos rodando por aí um ótimo corredor, já sem nenhuma base muito menos um trabalho de lapidação, ele já está rodando sub 4Km/min fácil, fácil.

Mas, como em um drama de Shakespeare, atormentado por razões existências e filosóficas, Guilherme está na fase to be or not to be. Antagônico e indeciso quanto a essa difícil resposta: calçar o tênis ou não calçar, eis a questão que não quer se calar.

Oh Guilherme, está esperando o que meu filho?


Está esperando o que meu filho?

Corridas de Rua · 08 nov, 2007

Nos últimos dois revezamentos, Super 40 e Ayrton Senna, que a equipe do Webrun participou, contamos com uma ajuda substancial do primo de um jornalista que trabalha aqui no site. O Guilherme Alvarez finalmente tirou o peso de minhas costas e tem sido o mais rápido de todos nestas disputas. E como a regra aqui é clara, os mais rápidos tem que fechar o revezamento, essa é uma ajuda mais do que bem vinda. Sabe como é, correr depois das 11 horas é problema, mas, anyway...

Em Interlagos, o rapaz de apenas 21 anos mandou às 11h45 da manhã 25min11 para o seletivo percurso de 5.275m. Isso sem ter corrido há vários dias, já que o barato dele é jogar futebol, segundo seu primo, que está tentando fazer a cabeça dele para treinar com um profissional especializado.

Ao saber da história fui ver se conseguia fazer a cabeça dele. Pensei em convidá-lo para vir treinar na equipe que eu participo e, assim, ter mais um bom companheiro. Qual o MSN dele? Ah, ele usa muito pouco, escuto como resposta. Vou combinar com ele no sábado para treinar? Sábado é difícil ele namora, respondem. Apesar das aparentes dificuldades não me dou por vencido.

Quando ele corre é nítido pela sua fisionômia que ele está achando aquilo um grande barato. Sem trocadilhos com as endorfinas, ou seja, ele gosta de correr, não é algo forçado. E de quebra teríamos rodando por aí um ótimo corredor, já sem nenhuma base muito menos um trabalho de lapidação, ele já está rodando sub 4Km/min fácil, fácil.

Mas, como em um drama de Shakespeare, atormentado por razões existências e filosóficas, Guilherme está na fase to be or not to be. Antagônico e indeciso quanto a essa difícil resposta: calçar o tênis ou não calçar, eis a questão que não quer se calar.

Oh Guilherme, está esperando o que meu filho?

Desistindo de cabeça erguida

Corridas de Rua · 07 nov, 2007

Apesar, que os atletas profissionais terem no esporte seu ganha pão, gostar e amar a prática esportiva é fundamental para se tornar um profissional e em um patamar mais elevado ser um campeão. Fico perplexo quando vejo alguns profissionais abandonarem uma competição, simplesmente, porque sabem que o pódio (e a premiação) escapou de suas mãos.

Mas existem exemplos maravilhosos daqueles que lutam até o fim. Para citar alguns, temos o caso da suíça Gabrielle Andersen (Los Angeles, 1984), do Vanderlei Cordeiro de Lima (Atenas, 2004), da Márcia Narloch (Pan, 2007) entre outros. Porém às vezes ir até o fim por várias razões não é possível. Mas nesta hora que vemos quem pratica esporte por amor e não só por dinheiro.

E como a semana é dela (ou seria o ano?), o exemplo de dor, de perda, do sofrimento com a desistência, com a derrota não poderia deixar de vir da melhor, da maior, de Paula Radcliffe.

As imagens podem substituir mil linhas que posso escrever!

A mãe da minha filha

Corridas de Rua · 07 nov, 2007

Hoje que a Claudete, minha ex-esposa, comemora mais um aniversário, eu não poderia deixar de lembrar e tornar público minha estima para com essa pessoa que certamente dividi mais alegrias do que tristezas. Para não dizer que eu não falei, aqui vai: Parabéns!

Ih, agora esse blog deu para praticar "nepotismo bajulador", a blogaiada pode estar se questionando. Não meu caro leitor. Além de ter sido importante na minha vida pessoal, ela também me ajudou muito quando lancei em 1999 o maratona.com.br, gerenciando reuniões, contatos e eventos que participamos, então, ela tem parte da minha história com o mundo virtual.

Para não deixar em branco relato ainda uma história dela com nosso nobre esporte. Apesar de não praticar corridas com regularidade, aos 18 anos ao participar de sua primeira – e única – competição, a então tradicional Corrida das Secretárias, no Ibirapuera, mostrou a que veio levando o troféu de campeã.

Além destas valiosas contribuições, ela me proporcionou a mais bela e maravilhosa alegria que uma pessoa pode sentir, ser pai, gerando uma filha que não posso dispensar belos adjetivos, elogios e a mais pura felicidade de fazer parte de sua vida.

Desejo à você muita saúde e felicidade!

Será que eu chego lá?

Corridas de Rua · 06 nov, 2007

E o técnico Wanderlei de Oliveira me escreve para avisar que aos 77 anos o brasileiro Oswaldo Silveira, que treina na Run for Life, foi destaque na Maratona de Nova York, no último domingo. Entre os mais de 38 mil corredores ele conquistou a segunda colocação em sua categoria (75/79 anos) na famosa prova.

Silveira, que é maître com formação em Paris, atualmente comanda a cozinha do Hotel Frontenac em Campos do Jordão (SP) e é corredor para se respeitar. Ou você se imagina aos 76 anos correndo a Meia de Buenos Aires em 1h51min, ou mesmo os 10K Nike com o tempo de 50 minutos?

Está aí mais um exemplo a ser seguido. Será que eu chego lá?