new runner

Passarela do rock

Corridas de Rua · 13 dez, 2007

Anunciaram ontem que serão 2.300 malucos belezas, ops, digo corredores, que vão correr a segunda edição da Rock´n Run, na cidade de São Paulo. Alguém poderia imaginar essa cena de associar e unir rock com saúde - leia-se corrida – há 20, 30 anos atrás? Acredito que não.

E, por ironia do destino, quem se apresentará será a banda Titãs, cujo guitarrista Marcelo Frommer morreu atropelado enquanto treinava corrida. Seria ironia da ironia? Não sei. Mas sei que na cidade de São Paulo existe na Av. Juscelino Kubitschek – uma das avenidas por onde passa a Maratona de São Paulo - uma passarela que leva o nome do guitarrista morto.

Não há fontes oficiais, mas Frommer, com quem eu já cheguei a dividir camarins e estúdio – o dele, claro – provavelmente aprova a idéia, tanto da passarela, como unir rock com saúde.

Diga sim à endorfina!

Não é mole não

Como diria nosso amigo Migué, “não é mole não”. Foi dureza o primeiro short triathlon (750m natação / 20km ciclismo / 5km corrida) que o ex-fumante André Azor enfrentou no último sábado, em sua estréia na modalidade depois de debutar na maratona há um mês. “Morri na transição, só tinha feito um treino de bike. Nunca treinei transição".

Seis meses separam esse primeiro short do Ironman Brasil que estão nos planos do paulista que trocou São Paulo por Florianópolis, onde treina corrida há seis meses. Um dos pontos que contam a seu favor é a escolha do técnico.

Desde que calçou o tênis pela primeira vez ele treina com Vanuza Maciel (Mega) que na semana passada foi a quarta colocada – e melhor brasileira – no Mundial de Ultraman (10km natação / 421km ciclismo / 84 km de corrida (!)) disputado em Big Island, no Havaí.

“Não é mole não”, sabiamente falaria, Migué.


Não é mole não

Corridas de Rua · 03 dez, 2007

Como diria nosso amigo Migué, “não é mole não”. Foi dureza o primeiro short triathlon (750m natação / 20km ciclismo / 5km corrida) que o ex-fumante André Azor enfrentou no último sábado, em sua estréia na modalidade depois de debutar na maratona há um mês. “Morri na transição, só tinha feito um treino de bike. Nunca treinei transição".

Seis meses separam esse primeiro short do Ironman Brasil que estão nos planos do paulista que trocou São Paulo por Florianópolis, onde treina corrida há seis meses. Um dos pontos que contam a seu favor é a escolha do técnico.

Desde que calçou o tênis pela primeira vez ele treina com Vanuza Maciel (Mega) que na semana passada foi a quarta colocada – e melhor brasileira – no Mundial de Ultraman (10km natação / 421km ciclismo / 84 km de corrida (!)) disputado em Big Island, no Havaí.

“Não é mole não”, sabiamente falaria, Migué.

Sorteio, brindes e alegria dos corredores

Costumo dizer que a Corpore fez eu ser mal acostumado. Na verdade, a primeira corrida que participei foi organizada pela entidade, que é reconhecida pelo alto grau de excelência organizacional, assim para agradar um corredor, que tem “padrão Corpore” no DNA, tem que fazer bem feito. Felizmente o Brasil, para determinadas competições, já atingiu padrões internacionais, mas pode evoluir ainda mais.

Em meados dos anos 90 quando o Circuito Corpore reunia por etapa cerca de 500 atletas e o ambiente era livre da muvuca atual (que não quer dizer desorganização), uma das coisas que eu mais gostava era de presenciar a premiação. Troféu para os atletas que compunham o pódio e sorteio de brindes para todos os participantes em um clima bastante divertido e camarada. Dava-se risada dos números que passavam raspando pelo seu, escutando “se fosse o cinco e não o seis eu ganhava”, aquele mais feliz que ia aos pulos e berros correndo em direção ao palco dizendo “ fui eu, acertei, fui eu!””

Acho que por isso que eu fique feliz quando recebi um mailing nesta semana da Corpore avisando – e enfatizando – que a Corrida Shalom agora em dezembro, fará boa distribuição de brindes a começar com uma passagem aérea para Montevidéu e televisor 32 polegadas.

Mas se naquela época se fazia a alegria das pessoas com simples bonés, camisetas, quando muito um tênis, imagine agora com esses prêmios mais valiosos. Aliás, só como exemplo, mas obviamente respeitando as devidas proporções, todos os inscritos na Volkswagen Run concorreram ao sorteio de um automóvel OKm ao final do evento.

Boa sorte!


Sorteio, brindes e alegria dos corredores

Corridas de Rua · 28 nov, 2007

Costumo dizer que a Corpore fez eu ser mal acostumado. Na verdade, a primeira corrida que participei foi organizada pela entidade, que é reconhecida pelo alto grau de excelência organizacional, assim para agradar um corredor, que tem “padrão Corpore” no DNA, tem que fazer bem feito. Felizmente o Brasil, para determinadas competições, já atingiu padrões internacionais, mas pode evoluir ainda mais.

Em meados dos anos 90 quando o Circuito Corpore reunia por etapa cerca de 500 atletas e o ambiente era livre da muvuca atual (que não quer dizer desorganização), uma das coisas que eu mais gostava era de presenciar a premiação. Troféu para os atletas que compunham o pódio e sorteio de brindes para todos os participantes em um clima bastante divertido e camarada. Dava-se risada dos números que passavam raspando pelo seu, escutando “se fosse o cinco e não o seis eu ganhava”, aquele mais feliz que ia aos pulos e berros correndo em direção ao palco dizendo “ fui eu, acertei, fui eu!””

Acho que por isso que eu fique feliz quando recebi um mailing nesta semana da Corpore avisando – e enfatizando – que a Corrida Shalom agora em dezembro, fará boa distribuição de brindes a começar com uma passagem aérea para Montevidéu e televisor 32 polegadas.

Mas se naquela época se fazia a alegria das pessoas com simples bonés, camisetas, quando muito um tênis, imagine agora com esses prêmios mais valiosos. Aliás, só como exemplo, mas obviamente respeitando as devidas proporções, todos os inscritos na Volkswagen Run concorreram ao sorteio de um automóvel OKm ao final do evento.

Boa sorte!

Engenhoca alimentar

Corridas de Rua · 15 nov, 2007

A indústria esportiva cada vez mais desenvolve e aprimora produtos para o aumento e melhora do desempenho, conforto e performance dos atletas. Roupas, tênis, acessórios, equipamentos, e claro alimentos, sejam eles sólidos, líquidos gelatinosos e agora em tiras.

Tiras ou strips é a última novidade que tive conhecimento, trata-se de uma engenhoca alimentar que foi desenvolvida pela americana Enlyten, que tem a finalidade de suprir necessidades de ingestão de eletrólitos de forma mais rápida que pela ingestão líquida.

Dizem os estudos que a ingestão de eletrólitos (substância vital no processo de hidratação) é mais rápida pela mucosa bucal do que por via gastrointestinal. Sabendo disto, a empresa está comercializando o Enlyten Strips, apresentados na forma de tiras de eletrólitos (parecidas com uma goma de mascar). De uso fácil, já que basta que a tira se dissolva na língua, são aresentadas em três sabores e disponíveis em embalagem com 9 unidades (US$9,99) até 360 unidades (US$299,99) no site do fabricante.

No mercado mundial atualmente o maior “fornecedor” de eletrólitos do mundo é a marca Gatorade com seus famosos isotônicos. Como se vê, será uma disputa bastante dura em um nicho especifico do mercado esportivo. A conferir!

Saiba mais sobre o Enlyten Strips.

Tênis para o treinamento

Corridas de Rua · 14 nov, 2007

Para o treino de seis meses, que comecei no último dia primeiro visando a Maratona de Porto Alegre, tive o cuidado de separar alguns equipamentos e acessórios novos. Alguns não estão dando certo, como os pares de meia, mas no quesito tênis, talvez o mais importante, inicío a empreitada municiado de cinco pares: um Nike Shox, dois Nike Pegasus (2006 e 2007), um Adidas Adistar Cushion e um Olimpikus Tube.

Costumo dois meses antes da maratona comprar um par de tênis específico que usarei na competição, já que até lá os modelos usados para treinos estarão desgastados e creio que seja um tempo hábil para amaciar o novo tênis. Uma dica é sempre comprar o modelo que você teve melhor adaptação durante seu treinamento. Daí a importância de optar pelos modelos que você já vem treinando.

Importante também, é que eu tive acesso aos testes de pisada e contei com essa importante informação na hora de escolher o modelo apropriado ao meu tipo de pisada. Entendo que nem todas as localidades deste vasto país contam com a tecnologia. Por isso, você que não tem acesso aos testes precisa passar por um médico, preferencialmente um médico ortopedista ou especialista em esporte.

Completa a lista calções, blusas, legging e, umas cinqüenta camisetas, essas para dar e vender.

Nasceu a primeira bolha

Corridas de Rua · 13 nov, 2007

Depois de 13 dias de treino, ou 75 quilômetros percorridos, surgiu a primeira bolha no meu pé. Contribuiu correr na chuva no domingo e, acredito também, um par de meias que usei e que possui costuras.

Pelo visto vou ter que investir em alguns pares de meias sem costura. Digo investir, porque segundo pesquisei, as meias de marcas conceituadas estão na faixa de R$ 40 a R$ 60 o par.

Subindo a Brigadeiro

Corridas de Rua · 13 nov, 2007

Hoje eu subi a temida Avenida Brigadeiro Luis Antônio, aqui em São Paulo, e cronometrei o tempo do 13º ao 15º quilômetro do percurso da Corrida de São Silvestre. Atingi o prédio da Gazeta em 11min57, tempo bom para o meu patamar atual de treino, até porque subi tranqüilo.

Mas a São Silvestre está fora dos meus planos. Tenho duas SS no “curriculum” e sofri tanto na última oportunidade, que prometi a mim mesmo só voltar a correr quando a prova atingir um nível organizacional condizente com seu status. Mas o percurso anualmente eu corro, já que participo do treino anual no qual minha equipe simula o percurso da competição. Neste simulado contamos com apoio técnico, suporte durante o percurso, além da hidratação.

A Yescom pegou o pepino. Know how e competência para endireitar a prova não faltam.

Sua medalha está escondida?

Corridas de Rua · 13 nov, 2007

Eu escrevi um post enorme com argumentos e contra argumentos para entender o porquê os corredores brasileiros escondem suas medalhas, mas resolvi não publicar esse dossiê, que ficará arquivado para que historiadores (quanta pretensão) os desvendem na posteridade.

Mas a pergunta é simples: porque tão poucas pessoas que concluem uma corrida ostentam suas medalhas logo após o feito por tão pouco tempo. Será que faltam pessoas simpáticas para colocar a medalha em seu pescoço e condecorá-lo? Preguiça de abrir o famigerado saquinho plástico e desenrolar a fita da medalha? Vergonha de expor suas conquistas perante seus amigos ou adversários? Confesso que até hoje não consegui entender as razões.

Mas só quem correu uma grande maratona no exterior talvez seja capaz de entender a relação corredor-medalha, sob uma ótica extremamente avançada para nossos padrões. Na verdade, muitas vezes você acaba escondendo a medalha como fazemos aqui nos trópicos, mas, por uma razão oposta. Estar cansado de receber os “congratulations” que se multiplicam exponencialmente a cada pessoa que vê o prêmio do seu feitio.

Cabe a cada um valorizar suas conquistas por menor que elas sejam!

Um dia quase off

Corridas de Rua · 12 nov, 2007

Segunda-feira minha planilha de corridas é off. Aproveito então esse dia para fazer um treino complementar. Um pouco de musculação não faz mal a ninguém, certo Schwarzenegger? Mas, o importante é seguir a recomendação dos treinadores e praticar a musculação para corredores, que é diferente da musculação por hipertrofia.

São elas baixa carga com alta intensidade, ou seja, pouco peso e muitas repetições (20 a 30 repetições, no meu caso). Uma série de agachamento daqui, umas roscas dali, fazem com que trabalhemos tanto os músculos inferiores como os superiores, ambos importantes na vida de um corredor.

Os especialistas afirmam ainda, que a musculação é um grande inibidor das temidas lesões, principalmente as torções e os problemas nas juntas, já que fortalecem essas partes que requerem um trabalho específico mas, nem por isso extenuantes.

Entre lebres e tartarugas

Corridas festivas como a Nike 10K, São Silvestre e Meia do Rio, atraem muitos corredores novatos que escolhem essas provas para estrear no esporte. Esses atletas 0Km – sem trocadilhos – são evidentemente bem vindos ao nosso mundinho, mas talvez por inexperiência ou até por acharem que tem experiência, protagonizam cenas estranhas e muitas vezes perigosas quando colocam a segurança dos outros em risco. Credito a maior fatia de “culpa” aos novatos, entretanto, tem muito atleta rodado que também dá suas mancadas.

Uma das melhores maneiras de identificar esse tipo de atleta é observar nessas provas aquele sujeito que do nada aparece ao seu lado com uma velocidade espantosa (e eu sempre me pergunto: onde ele estava?). Se não bastasse o susto de ver um torpedo no meio de um monte de gente lenta – para ele é claro – o cidadão teima em ficar dando suas bufadas em seu pescoço e querendo ultrapassar a todo custo, num zigue-zague infernal. Frise-se, ultrapassar em corrida é um direito. Porém deve-se saber fazê-lo, respeitando o seu colega corredor.

Por outro lado, os corredores mesmo os que correm no fundão, não devem formar paredes de três, quatro ou mais corredores de forma compacta, impedindo assim que mais rápidos os ultrapassem. Deixar uma brecha e caminho livre para um atleta mais rápido, que não necessariamente se encaixe no estereótipo acima, também faz parte das “regrinhas” básicas do manual.

Como se vê, tudo é uma questão de bom senso entre lentos e rápidos, novatos e experientes.


Entre lebres e tartarugas

Corridas de Rua · 12 nov, 2007

Corridas festivas como a Nike 10K, São Silvestre e Meia do Rio, atraem muitos corredores novatos que escolhem essas provas para estrear no esporte. Esses atletas 0Km – sem trocadilhos – são evidentemente bem vindos ao nosso mundinho, mas talvez por inexperiência ou até por acharem que tem experiência, protagonizam cenas estranhas e muitas vezes perigosas quando colocam a segurança dos outros em risco. Credito a maior fatia de “culpa” aos novatos, entretanto, tem muito atleta rodado que também dá suas mancadas.

Uma das melhores maneiras de identificar esse tipo de atleta é observar nessas provas aquele sujeito que do nada aparece ao seu lado com uma velocidade espantosa (e eu sempre me pergunto: onde ele estava?). Se não bastasse o susto de ver um torpedo no meio de um monte de gente lenta – para ele é claro – o cidadão teima em ficar dando suas bufadas em seu pescoço e querendo ultrapassar a todo custo, num zigue-zague infernal. Frise-se, ultrapassar em corrida é um direito. Porém deve-se saber fazê-lo, respeitando o seu colega corredor.

Por outro lado, os corredores mesmo os que correm no fundão, não devem formar paredes de três, quatro ou mais corredores de forma compacta, impedindo assim que mais rápidos os ultrapassem. Deixar uma brecha e caminho livre para um atleta mais rápido, que não necessariamente se encaixe no estereótipo acima, também faz parte das “regrinhas” básicas do manual.

Como se vê, tudo é uma questão de bom senso entre lentos e rápidos, novatos e experientes.