Maratona · 24 out, 2008
A etíope Gete Wami, a queniana Catherine Ndreba e a alemã Irina Mikitenko têm mais um motivo para brigar pelo pódio da Maratona de Nova York no próximo dia dois de novembro. As três têm chances de faturar meio milhão de dólares do Circuito das Maiores Maratonas do Mundo, o WMM.
A atual líder do ranking WMM é Gete Wami com 65 pontos. Porém, Ndereba, que tem 41 pontos, pode somar alguns pontos extras em Nova York e ultrapassar a líder. Isso porque, o primeiro colocado de qualquer prova do WMM (maratonas de Boston, Londres, Berlim, Chicago e Nova York) recebe 25 pontos.
Por isso para garantir novamente o meio milhão de dólares, Wami, que ganhou o WMM do ano passado, deve chegar na primeira ou na segunda posição da Maratona de Nova York. De acordo com o regulamento, cada atleta só pode somar pontos de no máximo quatro eventos ao longo do circuito, que tem duração de dois anos. E Wami já participou de quatro maratonas. Assim valerá para o ranking os quatro melhores resultados da atleta.
Já Ndereba vence se chegar na primeira posição da Maratona de Nova York. Ainda assim ela tem que torcer para Wami não pegar a segunda colocação. Se isso acontecer, Ndereba vence com apenas um ponto de vantagem.
As chances da alemã Mikitenko são mais remotas. Ela só ganha o WMM se Wami ficar abaixo da segunda posição e se Nedereba não vencer. Se isso acontecer, haverá um empate na pontuação entre Wami e Mikitenko, ambas com 65 pontos.
Para desempatar, a organização do WMM deverá analisar a melhor performance das atletas nas competições que duelaram. Porém, no caso da etíope e da alemã também dará empate. Já que na Maratona de Berlim 2007 Wami levou a melhor e em Londres 2008 foi a vez de Mikitenko bater a etíope.
Segundo o WMM, a última forma para desempatar e definir a campeã é um julgamento da comissão do circuito. A premiação do WMM será feita no dia três de novembro em Nova York.
Esporte Adaptado · 21 out, 2008
Neste mês de outubro acontecerão dois grandes eventos internacionais, que envolvem atletas com deficiência. O primeiro será dia 26 de outubro em La Jolia, San Diego, e chama San Diego Triathlon Challenge (http://www.challengedathletes.org/compete/SDTC_Intro.htm), um meio ironman em benefício à CAF - Chalenge Athletes Foundation, entidade que apóia atletas com deficiência na Califórnia e em todo mundo.
No ano passado o evento rendeu quase três milhões de dólares em ações beneficentes, mas o curioso é que o triathlon nem sequer aconteceu. Por causa das queimadas na região, a poluição do ar impediu a prática de esportes e o evento teve que ser cancelado. Mas vale lembrar que esta prova é antes de tudo uma festa em favor dos atletas com deficiência.
Jim Carey, Robbin Willians entre outros artistas famosos de Hollywood prestigiam o evento, pedalam, nadam e correm em revezamento com os demais atletas. O Brasil também estará lá.
A equipe brasileira foi convidada pelo Fábio Maia, um brasileiro residente na cidade de Loma Linda que trabalha com atividades estudantis na Universidade da cidade. Ele é um fervoroso incentivador dos atletas deficientes, além de consultor da ADD (Associação Desportiva para Deficientes). Vamos viajar no dia 23 de outubro com os atletas cadeirantes Fernando Aranha e Diego Madeira, os amputados Paulo de Almeida e Ezequiel Costa para participar deste evento.
Já em novembro, estaremos na Maratona de Nova York no dia dois de novembro, com a maior delegação de atletas deficientes brasileiros de todos os tempos. No total são 11 atletas brasileiros deficientes na maratona.
A convite da Achilles Track Club de Nova York, da qual sou representante no Brasil, recebemos oito inscrições e oito hospedagens para cinco noites. As demais despesas são por conta das entidades que os atletas são filiados no Brasil. Nesta estada, participaremos de um jantar com os representantes internacionais e seus atletas, um evento único onde os deficientes se tornam as estrelas da festa.
Os atletas que estarão na Maratona de Nova York são: Wendel Soares (Brasília) Jaciel Paulino e Carlos Neves (Santos), João Correa (Canoas), Rogério Silva (São Paulo), Antonio Maciel (Rio) e o atleta amputado Edson Dantas de São Paulo.
No próximo artigo contarei como foi a participação e o resultado nestes eventos. Para projetos como esses necessitamos sempre de apoio e patrocínios. Os interessados podem entrar em contato com Denise Mello por e-mail: [email protected]
Maratona · 16 out, 2008
O Circuito das Maiores Maratona do Mundo, o WMM, terá um novo campeão após a Maratona de Nova York, que acontece no dia dois de novembro. Composto também pelas provas de Boston, Londres, Berlim e Chicago o circuito distribuirá um milhão de dólares para os vencedores.
A briga pelo primeiro lugar feminino está acirrada. Empatadas com 65 pontos no topo da lista estão a alemã Irina Mikitenko e a etíope Gete Wami. A vencedora do WMM desse ano irá faturar sozinha meio milhão de dólares. No ano passado a quantia ficou com Gete Wami, que esse ano pode engordar ainda mais sua conta bancária.
Isso porque, a etíope já confirmou presença na última etapa do WMM, a Maratona de Nova York. Outro atleta que pode ganhar meio milhão de dólares é o queniano Martin Lel. Atualmente ele é o líder do ranking WMM com 76 pontos.
A segunda posição está com Robert Cheruiyot, 55 pontos seguido pelo etíope Haile Gebrselassie, 50 pontos. Porém, até agora nenhum deles anunciou participação da Maratona de Nova York, o que pode garantir a vitória para Lel. No ano passado o campeão masculino do WMM foi Robert Cheruiyot.
Para entender - Pontuam para o WMM as cinco primeiras posições de cada etapa do circuito tanto no masculino quanto no feminino. Em cada maratona, o campeão recebe 25 pontos, o segundo lugar 15 pontos, a terceira posição 10, a quarta cinco pontos e por fim a quinta colocação ganha um ponto no ranking.
Esses pontos são acumulados num período de dois anos e por no máximo quatro provas. Caso o atleta participe de mais de quatro maratonas do WMM em dois anos, serão levadas em conta as quatro melhores colocações. Esse ano a maratona olímpica e o mundial da modalidade da IAAF também somaram pontos para o WMM.
Maratona · 03 out, 2008
A Maratona de Nova York confirmou nessa última quinta-feira (02) a presença de três campeões na prova desse ano. Um deles é o brasileiro Marílson Gomes dos Santos, vencedor da prova em 2006.
Além do brasileiro, a prova contará com o sul-africano Hendrick Ramaala, vencedor da prova em 2004 e com o queniano Paul Tergat, detentor do recorde mundial de maratona de 2003 a 2007. O field se repete novamente como em 2006, quando os três atletas se conflitaram e Marílson surpreendeu os adversários e todos da competição. Marílson foi o primeiro sul-americano que venceu a prova nova-iorquina
No field feminino o destaque fica com Paula Radcliffe. A britânica, que venceu no ano passado, está em busca de um novo título. Mais uma vez ela enfrenta a queniana Catherine Ndereba
Estamos instigados por ter tantos campeões nessa edição da prova. Será uma corrida memorável, conta a diretora da maratona, Wittinberg. A competição está marcada para o dia dois de novembro com chegada no Central Park.
Maratona · 01 out, 2008
Paula Radcliffe anunciou que disputará a Maratona de Nova York no dia dois de novembro, com o intuito de defender o título da competição e assegurar a terceira vitória. Aos 34 anos de idade, ela faturou a competição ano passado e em 2004 e agora espera ter a oportunidade de deixar para trás a decepção de cruzar a maratona olímpica na 23ª posição.
Estou muito ansiosa pelo retorno a Nova York, que tem sido muito especial a cada ano, afirma a inglesa. Antes da disputa chinesa ela sofreu uma fratura por stress no fêmur esquerdo e, além da dificuldade na recuperação, teve problemas com a umidade e o calor da capital chinesa.
Antes, porém, ela pretende competir uma prova como teste para a Maratona, que seria sua primeira competição após o retorno do oriente. Perguntada se ela irá para a Terra do Tio Sam para vencer, ela é enfática ao responder: definitivamente esse é o motivo de minha ida. Segundo ela, vencer Nova York três vezes seria uma grande conquista.
Ela tem planos mais ambiciosos e acredita que ainda tem chances de faturar um ouro olímpico e vai se preparar para tal, já que a próxima edição dos Jogos acontecerá em sua terra natal. Em 2012 ela estará com 38 anos, mesma idade da romena Constantina Tomescu-Dita, que venceu a competição deste ano.
Não acredito que minha carreira olímpica esteja acabada. Sei que provavelmente os melhores anos para tentar o feito se passaram, mas tudo pode acontecer, ressalta Radcliffe. Constantina teve sorte, além de ter corrido muito bem. Ela batalhou e mereceu muito a vitória, completa.
Ela diz ainda que ainda não alcançou o que é capaz numa disputa olímpica. Vale lembrar que ano passado muitas pessoas não acreditavam na vitória da inglesa, principalmente pelo fato de ela ter dado à luz à sua primeira filha, o que poderia prejudicar sua performance por ter ficado muito tempo parada.
Maratona · 26 fev, 2008
As inscrições da loteria para a Maratona de Nova York abriram nessa última segunda-feira (25). O formulário já está disponível no site oficial da prova (www.ingnycmarathon.org) e os interessados em concorrer a uma vaga na competição devem preenche-lo e também pagar um taxa de 11 dólares.
A inscrição na loteria não garante uma vaga na maratona. Como o número de interessados em participar da prova é maior que o número limite de inscritos, a organização de Nova York realiza todos os anos uma loteria que sorteia o número exato de participantes da competição.
Mas vale lembrar que após ser contemplado, o interessado deve ainda efetuar a inscrição da prova, que custa 210 dólares para estrangeiros. Os interessados têm até o dia primeiro de maio para participar da loteria.
Os únicos atletas que já possuem uma vaga garantida na Maratona de Nova York e, portanto, não precisam participar da loteria são:
Maratona · 25 nov, 2007
A programação de Nova York será divulgada assim que liberada pelos organizadores do evento.
Maratona · 04 nov, 2007
Direto de Nova York - No último domingo aconteceu nos Estados Unidos a Maratona de Nova York. O campeão no masculino foi o queniano Martin Lel. Já no feminino, a vitória ficou com a inglesa Paula Radcliffe.
O maratonista Marílson Gomes foi o melhor atleta brasileiro da prova com a oitava colocação com 2h12min. Veja acima alguns vídeos da prova.
Maratona · 04 nov, 2007
Direto de Nova York - O maratonista Marílson Gomes foi um dos brasileiros que participou da Maratona de Nova York nesse domingo (4) nos Estados Unidos. Campeão da competição norte-americana no ano passado, dessa vez Marílson não conseguiu o pódio.
O atleta, que no último mês bateu o recorde sul-americano de meia maratona, correu a prova de hoje com uma inflamação no tornozelo, o que fez que seu treinamento final ficasse prejudicado. A inflamação me atrapalhou um pouco hoje, mas não foi isso que fez eu chegar mais atrás. O que fez que eu não conseguisse a vitória como no ano passado foi o treino mais leve do Mundial até agora, revela o brasileiro em entrevista exclusiva para o Webrun.
Para ele participar da Maratona de Nova York em condições normais já não é uma tarefa fácil, com lesão complica mais. Fiz a corrida com um pouco de limitação. Não estava num dia feliz. Quando você está 100% já é difícil, conta.
Marílson terminou a competição em oitavo lugar com o tempo de 2h12min. Se tratando das condições que eu estava nessa maratona, a oitava colocação foi boa. Queria terminar a prova bem. Logo após a corrida, ele foi participar do teste de doping e ser consultado pelo médico que tratou sua lesão durante essa semana nos Estados Unidos.
O seu próximo objetivo agora é se preparar para as Olimpíadas de Pequim, onde participará também da maratona. Vou tratar da minha lesão e por isso devo ficar algum tempo parado. Depois disso vou focar as Olimpiadas, diz Marílson.
O vencedor da Maratona de Nova York 2007 foi o queniano Martin Lel. Na categoria feminina o primeiro lugar ficou com a inglesa Paula Radcliffe. Ao todo participaram da prova cerca de 39 mil pessoas de diversos países. O Brasil foi representado por 231 atletas.
Maratona · 04 nov, 2007
Direto de Nova York - Um dia antes da Maratona de Nova York, que aconteceu nesse domingo (4) nos Estados Unidos, foi realizado também na cidade nova-iorquina uma maratona seletiva para as Olimpíadas de Pequim. Mas uma tragédia marcou a seletiva. O atleta norte-americano Ryan Shay, de 28 anos, teve uma morte súbita no quilômetro oito da competição.
Com o resultado a comunidade do atletismo ficou abatida justamente um dia antes de uma das maiores maratonas dos Estados Unidos. Por causa do incidente, muitos atletas correram hoje em Nova York com uma fita de luto. Apesar do que aconteceu tivemos que seguir em frente com a maratona, pois haviam 39 mil atletas esperando por esse dia. Mas ficamos muito triste com o acontecido, revela Mary Wittenberg, diretora do New York Runners Road.
Ainda de acordo com Wittenberg, o atleta teve um atendimento imediato e a causa da morte ainda não foi revelada. Ryan Shay foi atendido com vida e faleceu no hospital. Uma das possíveis causas da morte seria um problema no coração. O pai do atleta, Joe Shay, disse que seu filho teve um aumento do coração quando era criança.
De acordo com o médico da Maratona de Nova York, Dr. Lewis Maharam, as principais causas de morte em corridas de longa distância são: aumento do coração, desidratação e hiperhidratação. Um atleta morre a cada 50 a 75 mil competidores. O mais recente foi um policial de 35 anos que morreu na Maratona de Chicago em o dia quente. A causa não foi a desidratação e sim um aumento no coração, conta o médico.
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