Maratona de Nova York

Paula Radcliffe defende título da Maratona de Nova York

A tricampeã da Maratona de Nova York e atual recordista dos 42,195 quilômetros, Paula Radcliffe, estará no field deste ano para defender o título no próximo dia primeiro de novembro. A informação foi confirmada pelo presidente e CEO do New York Road Runners, Mary Wittenberg.

“Estou muito empolgada em voltar a Nova York este ano para a maratona”, relata Paula, “Por ser a 40ª edição, acredito que a atmosfera e a qualidade da competição serão ainda melhores e espero correr e me divertir. Nova York possui muitas memórias inspiradoras para mim e pretendo continuar com elas por muitos anos”, completa.

A fundista sofreu com uma lesão no pé no começo do ano e não pôde disputar a maratona do Campeonato Mundial realizado em agosto último em Berlim, Alemanha, pois não se condicionou a tempo. Após passar por uma cirurgia em março, ela voltou às pistas durante a Meia Maratona de Nova York, em agosto, ocasião em que faturou a vitória.

“Nova York não possui um tetracampeão desde que a Grete Waitz (norueguesa nove vezes campeã em NY) venceu pela quarta vez em 1982”, lembra Mary Wittenberg. “Paula é uma figura importante da história de nossa competição e certamente alinhará no field como uma das favoritas ao título”, completa.

A atleta de 35 anos é a segunda mulher a vencer a maratona americana três vezes, sendo seu último triunfo ano passado com 2h23min56. Ela obteve o primeiro caneco dourado em 2004, numa prova dramática em que duelou com a queniana Susan Chepkemei e venceu por três segundos, a chegada mais acirrada da história.

Seu atual recorde da modalidade, de 2h15min25, foi obtido durante a Maratona de Londres em 2003 e ela, até hoje, já marcou quatro dos cinco tempos mais rápidos na história. A premiação total do evento este ano será de 800 mil dólares e haverá ainda um bônus de 70 mil para qualquer campeão prévio que vencer esta edição.


Paula Radcliffe defende título da Maratona de Nova York

Maratona · 06 out, 2009

A tricampeã da Maratona de Nova York e atual recordista dos 42,195 quilômetros, Paula Radcliffe, estará no field deste ano para defender o título no próximo dia primeiro de novembro. A informação foi confirmada pelo presidente e CEO do New York Road Runners, Mary Wittenberg.

“Estou muito empolgada em voltar a Nova York este ano para a maratona”, relata Paula, “Por ser a 40ª edição, acredito que a atmosfera e a qualidade da competição serão ainda melhores e espero correr e me divertir. Nova York possui muitas memórias inspiradoras para mim e pretendo continuar com elas por muitos anos”, completa.

A fundista sofreu com uma lesão no pé no começo do ano e não pôde disputar a maratona do Campeonato Mundial realizado em agosto último em Berlim, Alemanha, pois não se condicionou a tempo. Após passar por uma cirurgia em março, ela voltou às pistas durante a Meia Maratona de Nova York, em agosto, ocasião em que faturou a vitória.

“Nova York não possui um tetracampeão desde que a Grete Waitz (norueguesa nove vezes campeã em NY) venceu pela quarta vez em 1982”, lembra Mary Wittenberg. “Paula é uma figura importante da história de nossa competição e certamente alinhará no field como uma das favoritas ao título”, completa.

A atleta de 35 anos é a segunda mulher a vencer a maratona americana três vezes, sendo seu último triunfo ano passado com 2h23min56. Ela obteve o primeiro caneco dourado em 2004, numa prova dramática em que duelou com a queniana Susan Chepkemei e venceu por três segundos, a chegada mais acirrada da história.

Seu atual recorde da modalidade, de 2h15min25, foi obtido durante a Maratona de Londres em 2003 e ela, até hoje, já marcou quatro dos cinco tempos mais rápidos na história. A premiação total do evento este ano será de 800 mil dólares e haverá ainda um bônus de 70 mil para qualquer campeão prévio que vencer esta edição.

Ryan Hall anuncia participação na Maratona de Nova York

Maratona · 28 jul, 2009

A Maratona de Nova York só acontece no dia primeiro de novembro, mas os organizadores da prova já anunciam as estrelas da competição. A primeira delas é considerada a prata da casa nos Estados Unidos. O americano Ryan Hall vai participar pela primeira vez da Maratona de Nova York.

“Estamos muito felizes com a participação de Hall. Será uma prova para ficar na história. Ele é o melhor maratonista dos Estados Unidos e um dos melhores do mundo”, conta entusiasmada a diretora da competição Mary Wittenberg. Além da Maratona, Hall também participa pela primeira vez da Meia Maratona de Nova York, que acontece dia 16 de agosto.

“Desde de 2006 eu assisto a Maratona de Nova York. Agora estou intrigado em correr pelas ruas da grande cidade”, revela Hall. Como nos outros anos, a largada da prova será em Staten Island e a chegada no famoso Central Park.

Hall tem 26 anos, foi um dos 10 primeiros colocados da Maratona Olímpica de Pequim, com o tempo de 2h12min33; bateu o recorde americano nas seletivas olímpicas (2h09seg02) e conquistou a terceira posição da Maratona de Boston desse ano, em 2h09min40. Mas sua grande marca foi na Maratona de Londres com 2h06min17, tempo suficiente para ser o segundo americano mais rápido da história dos Estados Unidos.

Loteria para Maratona de Nova York já está encerrada

Maratona · 16 jul, 2009

Já está encerrada a loteria de interesse de vagas para a edição deste ano da Maratona de Nova York, prova que será realizada no dia primeiro de novembro nas principais ruas e avenidas da big apple. Segundo os organizadores, mais de 100 mil pessoas manifestaram interesse.

Após os critérios de seleção, o field desta 40ª edição ficou com 40 mil competidores, um novo recorde na história da prova. Em comemoração aos 40 anos, estão programados diversos eventos especiais na semana da maratona e no próprio domingo.

Aqueles que perderam o prazo da loteria, ou que não foram selecionados este ano, ainda têm uma última oportunidade para disputar uma das provas mais tradicionais da modalidade. Para isso, basta correr na categoria filantropia, na qual os atletas arrecadam um determinado valor para as instituições de caridade credenciadas pela organização.

Para conferir a lista com os nomes dos atletas selecionados para a competição e também as instituições de caridade credenciadas, basta acessar o site da prova, o www.ingnycmarathon.org.

Como evitar a morte súbita no esporte?

Com a morte de um atleta no hospital após sentir-se mal durante a Maratona do Rio, o tema das mortes súbitas volta ser discutido. Relembre um artigo do Dr. Nabil Ghorayeb escrito em 2008, referente à morte de um brasileiro na Maratona de Nova York.

Mais um atleta morreu depois de completar uma maratona. Dessa vez foi um brasileiro de 58 anos que correu a Maratona de Nova York no último domingo (2). Para saber a causa da morte do atleta será importante averiguar como esse brasileiro foi avaliado antes da maratona. Segundo o laudo médico, ele morreu por causa de uma parada cardíaca, mas de acordo com a empresa que ele trabalhava, todos os seus exames clínicos pré-prova estavam OK.

Vale lembrar que a possibilidade de uma não detecção de doenças cardíacas de risco em exames feitos com um cardiologista experiente em esporte é de 2%. Já o não especialista acaba tendo mais dificuldades. Esse fato pode ocorrer quando:

  • O médico não cardiologista não possui conhecimento em detectar alterações, mesmo discretas, nos exames de pré-participação;

  • O atleta não presta atenção no próprio corpo. Um significativo percentual de atletas, que tiveram morte súbita, apresentaram sintomas premonitórios não valorizados até 10 dias antes da prova (estudo da American Heart Association de 2000) . O brasileiro que faleceu, sentiu-se mal durante a maratona, avisou um colega, mas continuou a correr e aí teve a parada cardíaca. Sempre avisamos que qualquer mal estar no esforço, deve ser valorizado e comunicado ao médico;

  • O atleta com mais de 40 anos deve saber que Correr Maratona não é como passear no Shopping. Ele precisa de preparação física e técnica orientada, avaliação médica especializada em cardiologia do esporte, ao menos seis a nove meses antes;

  • Na verdade é impossível falar que existe o risco zero ao praticar algum esporte. Sendo assim qualquer evento médico deveria ser esmiuçado aos mínimos detalhes, para que possamos prevenir o atleta ao máximo, com as limitações razoáveis do ser humano.

    Por causa desses itens relatados aqui, não devemos tapar o sol com a peneira, vamos ter mais problemas sem dúvida. Os exageros e falsas garantias de sucesso são parte do dia a dia do modismo das corridas (muitas sem responsabilidade pelo Brasil afora). Boas empresas de consultoria física nós temos, os clientes chegam aos montes, então o que fazer?

  • Não podemos facilitar os pré-requisitos de avaliações pré-participação que devem ser sempre completas;

  • Não desvalorizar pequenas alterações que encontramos, e nesse caso não deixar de solicitar segunda opinião ou junta médica, com humildade e responsabilidade visando o bem estar do nosso cliente.

    Afinal ninguém sabe de tudo e nem é anjo!


  • Como evitar a morte súbita no esporte?

    Maratona · 04 nov, 2008

    Com a morte de um atleta no hospital após sentir-se mal durante a Maratona do Rio, o tema das mortes súbitas volta ser discutido. Relembre um artigo do Dr. Nabil Ghorayeb escrito em 2008, referente à morte de um brasileiro na Maratona de Nova York.

    Mais um atleta morreu depois de completar uma maratona. Dessa vez foi um brasileiro de 58 anos que correu a Maratona de Nova York no último domingo (2). Para saber a causa da morte do atleta será importante averiguar como esse brasileiro foi avaliado antes da maratona. Segundo o laudo médico, ele morreu por causa de uma parada cardíaca, mas de acordo com a empresa que ele trabalhava, todos os seus exames clínicos pré-prova estavam OK.

    Vale lembrar que a possibilidade de uma não detecção de doenças cardíacas de risco em exames feitos com um cardiologista experiente em esporte é de 2%. Já o não especialista acaba tendo mais dificuldades. Esse fato pode ocorrer quando:

  • O médico não cardiologista não possui conhecimento em detectar alterações, mesmo discretas, nos exames de pré-participação;

  • O atleta não presta atenção no próprio corpo. Um significativo percentual de atletas, que tiveram morte súbita, apresentaram sintomas premonitórios não valorizados até 10 dias antes da prova (estudo da American Heart Association de 2000) . O brasileiro que faleceu, sentiu-se mal durante a maratona, avisou um colega, mas continuou a correr e aí teve a parada cardíaca. Sempre avisamos que qualquer mal estar no esforço, deve ser valorizado e comunicado ao médico;

  • O atleta com mais de 40 anos deve saber que Correr Maratona não é como passear no Shopping. Ele precisa de preparação física e técnica orientada, avaliação médica especializada em cardiologia do esporte, ao menos seis a nove meses antes;

  • Na verdade é impossível falar que existe o risco zero ao praticar algum esporte. Sendo assim qualquer evento médico deveria ser esmiuçado aos mínimos detalhes, para que possamos prevenir o atleta ao máximo, com as limitações razoáveis do ser humano.

    Por causa desses itens relatados aqui, não devemos tapar o sol com a peneira, vamos ter mais problemas sem dúvida. Os exageros e falsas garantias de sucesso são parte do dia a dia do modismo das corridas (muitas sem responsabilidade pelo Brasil afora). Boas empresas de consultoria física nós temos, os clientes chegam aos montes, então o que fazer?

  • Não podemos facilitar os pré-requisitos de avaliações pré-participação que devem ser sempre completas;

  • Não desvalorizar pequenas alterações que encontramos, e nesse caso não deixar de solicitar segunda opinião ou junta médica, com humildade e responsabilidade visando o bem estar do nosso cliente.

    Afinal ninguém sabe de tudo e nem é anjo!

  • Laudo mostra que brasileiro teve parada cardíaca na Maratona de NY

    Maratona · 04 nov, 2008

    No último domingo o brasileiro José Carlos Gomes faleceu após completar a Maratona de Nova York. Ele cruzou a linha de chegada no tempo de 4h12min15, passou mal e não resistiu. Segundo o laudo médico, divulgado nessa terça-feira (4) pelo Hopistal Lenix Hill, o motivo da morte foi uma parada cardíaca.

    Ainda de acordo com informações publicadas no jornal americano "The New York Times", o brasileiro já tinha um problema cardíaco pré-existente. Essa era a primeira vez que José Carlos participava da Maratona de Nova York. Após completar a prova, ele recebeu os primeiros atendimentos no local e depois foi levado de ambulância ao hospital. Horas depois o brasileiro não resistiu e morreu.

    José Carlos, de 58 anos, era funcionário da SulAmérica Seguros e fazia parte do Projeto "Atletas SulAmérica". Ele e mais quatro funcionários foram escolhidos para participar da Maratona de Nova York. Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica Seguros, José Carlos realizava testes físicos e exames médicos regularmente e pouco antes de embarcar para os Estados Unidos ele fez um novo check-up. Os resultados dos exames mostraram que ele estava apto para práticar corrida.

    Brasileiro morre depois da Maratona de Nova York

    No último domingo (02) o brasileiro José Carlos Gomes faleceu na Maratona de Nova York após completar a prova. Segundo informações da organização do evento, o atleta de 58 anos cruzou a linha de chegada, passou mal e, após o primeiro atendimento no local foi encaminhado para um hospital de Manhattam, onde faleceu.

    De acordo com o diretor de relações públicas da Maratona de Nova York, Richard Finn, o laudo médico com a causa da morte do brasileiro ainda não foi divulgado. Desde 1994 a Maratona de Nova York não havia registrado casos de morte na prova. “A maratona de Nova York é uma celebração do espírito humano. Mais de 38 mil pessoas terminaram a prova de ontem. Infelizmente ele não pôde comemorar”, relata Finn.

    Morador de São Paulo, José Carlos era funcionário da empresa SulAmérica Seguros há 31 anos. Desde 2006 ele fazia parte do projeto “Atletas SulAmérica”, que proporcionava treinos de corrida para os funcionários com a assessoria esportiva Run&Fun. Ele e mais quatro brasileiros da empresa correram a Maratona de Nova York.

    Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica, José Carlos não tinha nenhum problema de saúde. Isto porque, antes de correr Nova York, ele foi submetido a uma série de exames clínicos. Em todos esses exames não houve restrições para a prática de corrida.

    Estrutura da prova - Segundo Richard Finn, a Maratona de Nova York desse ano contou com dois mil médicos e 40 tendas de atendimento ao longo da prova, sendo oito após a linha de chegada.

    “A prioridade número um da maratona é a segurança de todos os corredores. Apesar de toda equipe e estrutura, perdemos um atleta. Vamos rever todos os nossos procedimentos médicos para prevenir o que aconteceu”, conta Finn.

    Ainda de acordo com o diretor de relações públicas, a Maratona de Nova York não exige exame médico dos inscritos, porém, eles informam os atletas sobre a necessidade de consultar o médico antes de correr, também informam sobre a importância do treinamento e da necessidade de prestar atenção no corpo durante a prova.

    O Consulado brasileiro já foi notificado sobre a morte de José Carlos e prestará assistência à família assim como a Maratona de Nova York.


    Brasileiro morre depois da Maratona de Nova York

    Maratona · 03 nov, 2008

    No último domingo (02) o brasileiro José Carlos Gomes faleceu na Maratona de Nova York após completar a prova. Segundo informações da organização do evento, o atleta de 58 anos cruzou a linha de chegada, passou mal e, após o primeiro atendimento no local foi encaminhado para um hospital de Manhattam, onde faleceu.

    De acordo com o diretor de relações públicas da Maratona de Nova York, Richard Finn, o laudo médico com a causa da morte do brasileiro ainda não foi divulgado. Desde 1994 a Maratona de Nova York não havia registrado casos de morte na prova. “A maratona de Nova York é uma celebração do espírito humano. Mais de 38 mil pessoas terminaram a prova de ontem. Infelizmente ele não pôde comemorar”, relata Finn.

    Morador de São Paulo, José Carlos era funcionário da empresa SulAmérica Seguros há 31 anos. Desde 2006 ele fazia parte do projeto “Atletas SulAmérica”, que proporcionava treinos de corrida para os funcionários com a assessoria esportiva Run&Fun. Ele e mais quatro brasileiros da empresa correram a Maratona de Nova York.

    Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica, José Carlos não tinha nenhum problema de saúde. Isto porque, antes de correr Nova York, ele foi submetido a uma série de exames clínicos. Em todos esses exames não houve restrições para a prática de corrida.

    Estrutura da prova - Segundo Richard Finn, a Maratona de Nova York desse ano contou com dois mil médicos e 40 tendas de atendimento ao longo da prova, sendo oito após a linha de chegada.

    “A prioridade número um da maratona é a segurança de todos os corredores. Apesar de toda equipe e estrutura, perdemos um atleta. Vamos rever todos os nossos procedimentos médicos para prevenir o que aconteceu”, conta Finn.

    Ainda de acordo com o diretor de relações públicas, a Maratona de Nova York não exige exame médico dos inscritos, porém, eles informam os atletas sobre a necessidade de consultar o médico antes de correr, também informam sobre a importância do treinamento e da necessidade de prestar atenção no corpo durante a prova.

    O Consulado brasileiro já foi notificado sobre a morte de José Carlos e prestará assistência à família assim como a Maratona de Nova York.

    Após vitória em Nova York, Marílson comenta o bicampeonato

    Depois de conquistar o bicampeonato da Maratona de Nova York, nesse último domingo (2) nos Estados Unidos, Marílson Gomes dos Santos curte a fama na terra do Tio Sam. Um dia após a vitória, ele seguiu nessa segunda-feira (3) um cronograma cheio de eventos em Nova York, que incluiu a abertura da bolsa de valores da cidade, uma sessão de fotos num dos principais pontos turísticos de lá, o Empire State Bulding, entre outros.

    Aos 31 anos, o brasileiro se tornou o primeiro sul-americano a vencer Nova York por duas vezes. E dessa vez a vitória teve um gostinho especial. Ao repetir o feito de 2006, ele mostrou seu profissionalismo e espantou o mau desempenho da maratona olímpica de Pequim. “Estou muito feliz pela minha segunda vitória. Se em 2006 foi bom, dessa vez foi melhor ainda”, conta.

    “Esse ano foi um ano complicado. Eu objetivei Pequim e não deu certo. Mas tive a oportunidade de voltar para Nova York e com essa vitória o meu ano não vai terminar ruim”, acrescenta. Mas sua ida para Nova York não foi uma decisão fácil, de acordo com o atleta, quem o incentivou foi o técnico Adauto Domingues. “Nós analisamos bastante se seria bom ou não correr Nova York. Mas o Adauto fez a minha cabeça e acabou dando certo”.

    A prova - Diferente de sua primeira Maratona de Nova York, em 2006, ocasião que liderou com tranqüilidade a prova, esse ano Marílson encontrou dificuldades. A primeira metade da prova foi mais lenta que a segunda e contou com mais frio, entre 5ºC e 7ºC, além de vento forte. “Como a primeira parte da maratona estava difícil, nenhum atleta queria puxar o pelotão”, conta.

    Só depois do quilômetro 21, alguns atletas aumentaram o ritmo e tomaram a ponta. Faltando um pouco mais de cinco quilômetros para o final, apenas Marílson e o marroquino Abderrahim Goumri brigavam pelo primeiro lugar.

    “Quando o marroquino abriu sete segundos de vantagem, achei que poderia perder a prova. Mas consegui recuperar”, conta o atleta que garantiu o primeiro lugar no último quilômetro da maratona depois de ultrapassar Goumri.

    Futuro - Agora Marílson não tem planos para os próximos meses, tudo dependerá da recuperação da maratona. De acordo com o atleta, se o seu corpo se recuperar sem nenhuma lesão, ele poderá disputar novamente a São Silvestre, prova que ele é bicampeão.

    “Preciso estar bem fisicamente e psicologicamente para correr a São Silvestre. A gente não recupera de um dia para o outro. Vou avaliar minha recuperação para definir as próximas competições”.

    Marílson volta para o Brasil no dia 10 de novembro. Antes ele e sua esposa Juliana, que é velocista, vão descansar e comemorar a vitória em Orlando, nos parques do complexo Walt Disney World.


    Após vitória em Nova York, Marílson comenta o bicampeonato

    Maratona · 03 nov, 2008

    Depois de conquistar o bicampeonato da Maratona de Nova York, nesse último domingo (2) nos Estados Unidos, Marílson Gomes dos Santos curte a fama na terra do Tio Sam. Um dia após a vitória, ele seguiu nessa segunda-feira (3) um cronograma cheio de eventos em Nova York, que incluiu a abertura da bolsa de valores da cidade, uma sessão de fotos num dos principais pontos turísticos de lá, o Empire State Bulding, entre outros.

    Aos 31 anos, o brasileiro se tornou o primeiro sul-americano a vencer Nova York por duas vezes. E dessa vez a vitória teve um gostinho especial. Ao repetir o feito de 2006, ele mostrou seu profissionalismo e espantou o mau desempenho da maratona olímpica de Pequim. “Estou muito feliz pela minha segunda vitória. Se em 2006 foi bom, dessa vez foi melhor ainda”, conta.

    “Esse ano foi um ano complicado. Eu objetivei Pequim e não deu certo. Mas tive a oportunidade de voltar para Nova York e com essa vitória o meu ano não vai terminar ruim”, acrescenta. Mas sua ida para Nova York não foi uma decisão fácil, de acordo com o atleta, quem o incentivou foi o técnico Adauto Domingues. “Nós analisamos bastante se seria bom ou não correr Nova York. Mas o Adauto fez a minha cabeça e acabou dando certo”.

    A prova - Diferente de sua primeira Maratona de Nova York, em 2006, ocasião que liderou com tranqüilidade a prova, esse ano Marílson encontrou dificuldades. A primeira metade da prova foi mais lenta que a segunda e contou com mais frio, entre 5ºC e 7ºC, além de vento forte. “Como a primeira parte da maratona estava difícil, nenhum atleta queria puxar o pelotão”, conta.

    Só depois do quilômetro 21, alguns atletas aumentaram o ritmo e tomaram a ponta. Faltando um pouco mais de cinco quilômetros para o final, apenas Marílson e o marroquino Abderrahim Goumri brigavam pelo primeiro lugar.

    “Quando o marroquino abriu sete segundos de vantagem, achei que poderia perder a prova. Mas consegui recuperar”, conta o atleta que garantiu o primeiro lugar no último quilômetro da maratona depois de ultrapassar Goumri.

    Futuro - Agora Marílson não tem planos para os próximos meses, tudo dependerá da recuperação da maratona. De acordo com o atleta, se o seu corpo se recuperar sem nenhuma lesão, ele poderá disputar novamente a São Silvestre, prova que ele é bicampeão.

    “Preciso estar bem fisicamente e psicologicamente para correr a São Silvestre. A gente não recupera de um dia para o outro. Vou avaliar minha recuperação para definir as próximas competições”.

    Marílson volta para o Brasil no dia 10 de novembro. Antes ele e sua esposa Juliana, que é velocista, vão descansar e comemorar a vitória em Orlando, nos parques do complexo Walt Disney World.

    Marílson Gomes é bicampeão da Maratona de Nova York

    A largada da Maratona de Nova York 2008 foi dada nesse domingo nos Estados Unidos. Ao som de “New York, New York”, de Franck Sinatra, cerca de 39 mil pessoas partiram de Staten Island rumo ao Central Park para completar 42 quilômetros de prova. O primeiro atleta que cruzou a linha de chegada foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos.

    Como um prenúncio para mais uma conquista, assim como 2006, ano que venceu Nova York pela primeira vez, Marílson estava usando regata amarela, manguitos e gorro preto. O brasileiro cruzou a linha de chegada em 2h08min43.

    Disputa -A briga masculina pelo pódio foi acirrada. Um grande pelotão de elite se formou logo no começo da prova e se manteve até a metade da competição. Durante esse período havia algumas fugas de atletas, que logo voltavam ao pelotão principal.

    No quilômetro 15, Marílson liderou a prova, mas depois foi alcançado pelos demais. Na passagem da meia maratona mais de 10 atletas estavam no pelotão principal, entre eles o brasileiro.

    Aos poucos o pelotão líder foi diminuindo e perto do quilômetro 30 Marílson Gomes conseguiu sair do pelotão e despontar apenas com um atleta, o marroquino Abderrahim Goumri, segundo colocado de Nova York no ano passado.

    O marroquino abriu vantagem no quilômetro 35, mas Marílson Gomes dos Santos continuou no visual do líder. No último quilômetro da prova Marílson alcançou o marroquino e seguiu forte até a linha de chegada para completar a prova na primeira colocação em 2h08min43. O segundo lugar ficou com Abderrahim Goumri (2h09min07) seguido pelo queniano Daniel Rono (2h11min22)

    De acordo com o brasileiro, em entrevista antes da Maratona de Nova York, ele disse que estava bem preparado e se sentindo bem, assim como em 2006. Com isso ele poderia repetir o feito.

    Mulheres - A disputa feminina também foi acirrada. Gete Wami, Paula Radcliffe e Catherine Ndreba eram as principais atletas da prova. Todas já haviam participado da Maratona de Nova York em outros anos e estavam em busca do primeiro lugar.

    Na passagem do quilômetro 15, a liderança da prova era da inglesa Radcliffe no tempo de 52min44, mas ela estava apenas alguns segundos à frente das demais maratonistas.

    A marca da meia maratona foi feita num ritmo um pouco mais baixo do normal. Radcliffe, ainda na ponta, cravou os 21 quilômetros de prova em 1h13min23. A Inglesa só conseguiu abrir um pouco mais nos últimos quilômetros, porém, a russa Ludimila Petrova acompanhou a atleta.

    A russa tentou atrapalhar a liderança da inglesa, mas não conseguiu e ficou para trás. Assim Radcliffe pôde terminar a prova com tranqüilidade e vencer pela segunda vez a Maratona de Nova York em 2h23min56. A segunda colocada foi Ludmila Petrova (2h25min43) seguida pela norte-americana Kara Goucher (2h25min53).


    Marílson Gomes é bicampeão da Maratona de Nova York

    Maratona · 02 nov, 2008

    A largada da Maratona de Nova York 2008 foi dada nesse domingo nos Estados Unidos. Ao som de “New York, New York”, de Franck Sinatra, cerca de 39 mil pessoas partiram de Staten Island rumo ao Central Park para completar 42 quilômetros de prova. O primeiro atleta que cruzou a linha de chegada foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos.

    Como um prenúncio para mais uma conquista, assim como 2006, ano que venceu Nova York pela primeira vez, Marílson estava usando regata amarela, manguitos e gorro preto. O brasileiro cruzou a linha de chegada em 2h08min43.

    Disputa -A briga masculina pelo pódio foi acirrada. Um grande pelotão de elite se formou logo no começo da prova e se manteve até a metade da competição. Durante esse período havia algumas fugas de atletas, que logo voltavam ao pelotão principal.

    No quilômetro 15, Marílson liderou a prova, mas depois foi alcançado pelos demais. Na passagem da meia maratona mais de 10 atletas estavam no pelotão principal, entre eles o brasileiro.

    Aos poucos o pelotão líder foi diminuindo e perto do quilômetro 30 Marílson Gomes conseguiu sair do pelotão e despontar apenas com um atleta, o marroquino Abderrahim Goumri, segundo colocado de Nova York no ano passado.

    O marroquino abriu vantagem no quilômetro 35, mas Marílson Gomes dos Santos continuou no visual do líder. No último quilômetro da prova Marílson alcançou o marroquino e seguiu forte até a linha de chegada para completar a prova na primeira colocação em 2h08min43. O segundo lugar ficou com Abderrahim Goumri (2h09min07) seguido pelo queniano Daniel Rono (2h11min22)

    De acordo com o brasileiro, em entrevista antes da Maratona de Nova York, ele disse que estava bem preparado e se sentindo bem, assim como em 2006. Com isso ele poderia repetir o feito.

    Mulheres - A disputa feminina também foi acirrada. Gete Wami, Paula Radcliffe e Catherine Ndreba eram as principais atletas da prova. Todas já haviam participado da Maratona de Nova York em outros anos e estavam em busca do primeiro lugar.

    Na passagem do quilômetro 15, a liderança da prova era da inglesa Radcliffe no tempo de 52min44, mas ela estava apenas alguns segundos à frente das demais maratonistas.

    A marca da meia maratona foi feita num ritmo um pouco mais baixo do normal. Radcliffe, ainda na ponta, cravou os 21 quilômetros de prova em 1h13min23. A Inglesa só conseguiu abrir um pouco mais nos últimos quilômetros, porém, a russa Ludimila Petrova acompanhou a atleta.

    A russa tentou atrapalhar a liderança da inglesa, mas não conseguiu e ficou para trás. Assim Radcliffe pôde terminar a prova com tranqüilidade e vencer pela segunda vez a Maratona de Nova York em 2h23min56. A segunda colocada foi Ludmila Petrova (2h25min43) seguida pela norte-americana Kara Goucher (2h25min53).

    Marílson Gomes está confiante para a Maratona de Nova York

    O brasileiro Marílson Gomes dos Santos participa pela terceira vez da Maratona de Nova York no próximo domingo (2) nos Estados Unidos. Vencedor da prova em 2006, ele disse que está pronto para lutar por pódio novamente e quem sabe repetir o feito.

    Sua rápida preparação para Nova York começou um pouco depois dos Jogos Olímpicos de Pequim, realizado em agosto. “Por causa da Olimpíada precisei de alguns dias de descanso, o que atrasou o meu treinamento para Nova York. Mas evolui bem nesse curto tempo”, conta.

    Para compensar o pouco tempo, Marílson fez um trabalho intenso de rodagem, com treinos intervalados e musculação. Os treinos foram feitos duas vezes por dia nos sete dias da semana.

    Durante a preparação, Marílson também correu a Meia Maratona do Rio. Ele foi o primeiro brasileiro da prova, que serviu como termômetro para Nova York. De acordo com o atleta, depois da meia maratona carioca, ele conseguiu evoluir ainda mais nos treinamentos.

    “Hoje posso falar que dá para fazer uma boa maratona como em 2006. Estou me sentindo bem, assim como estava em 2006”, revela o atleta que já está em Nova York.

    Para esse ano sua estratégia na Maratona não será diferente dos outros dois últimos anos. “Vou tentar acompanhar o grupo líder. Durante a prova vou estudar meus adversários para poder fazer uma fuga do pelotão no melhor momento da prova”.

    Além de Marílson, outros dois campeões de Nova York estarão na competição, o queniano Paul Tergat e sul-africano Hendrick Ramaala. Ambos disputaram também a Maratona de Nova York em 2006, quando Marílson venceu.

    “É bom competir com eles de novo. Isso faz o nome da prova crescer e também vai fazer a vitória ficar ainda melhor para quem ganhar”, diz. “Mas não existem só eles na competição. Tem outros quenianos com tempo bom em maratona”, acrescenta.

    Segundo os organizadores de Nova York, a elite masculina será composta por 40 homens, oito deles participaram das Olimpíadas de Pequim. “Se depender de mim estou bem para vencer, só não sei como estão os meus adversários”, revela Marílson.

    A Maratona de Nova York deve reunir no próximo domingo cerca de 39 mil corredores de diversos países. O Brasil será representado por 258 pessoas. A prova vai passar por cinco bairros de Nova York e deve reunir dois milhões de espectadores e torcedores nas ruas da cidade.


    Marílson Gomes está confiante para a Maratona de Nova York

    Maratona · 30 out, 2008

    O brasileiro Marílson Gomes dos Santos participa pela terceira vez da Maratona de Nova York no próximo domingo (2) nos Estados Unidos. Vencedor da prova em 2006, ele disse que está pronto para lutar por pódio novamente e quem sabe repetir o feito.

    Sua rápida preparação para Nova York começou um pouco depois dos Jogos Olímpicos de Pequim, realizado em agosto. “Por causa da Olimpíada precisei de alguns dias de descanso, o que atrasou o meu treinamento para Nova York. Mas evolui bem nesse curto tempo”, conta.

    Para compensar o pouco tempo, Marílson fez um trabalho intenso de rodagem, com treinos intervalados e musculação. Os treinos foram feitos duas vezes por dia nos sete dias da semana.

    Durante a preparação, Marílson também correu a Meia Maratona do Rio. Ele foi o primeiro brasileiro da prova, que serviu como termômetro para Nova York. De acordo com o atleta, depois da meia maratona carioca, ele conseguiu evoluir ainda mais nos treinamentos.

    “Hoje posso falar que dá para fazer uma boa maratona como em 2006. Estou me sentindo bem, assim como estava em 2006”, revela o atleta que já está em Nova York.

    Para esse ano sua estratégia na Maratona não será diferente dos outros dois últimos anos. “Vou tentar acompanhar o grupo líder. Durante a prova vou estudar meus adversários para poder fazer uma fuga do pelotão no melhor momento da prova”.

    Além de Marílson, outros dois campeões de Nova York estarão na competição, o queniano Paul Tergat e sul-africano Hendrick Ramaala. Ambos disputaram também a Maratona de Nova York em 2006, quando Marílson venceu.

    “É bom competir com eles de novo. Isso faz o nome da prova crescer e também vai fazer a vitória ficar ainda melhor para quem ganhar”, diz. “Mas não existem só eles na competição. Tem outros quenianos com tempo bom em maratona”, acrescenta.

    Segundo os organizadores de Nova York, a elite masculina será composta por 40 homens, oito deles participaram das Olimpíadas de Pequim. “Se depender de mim estou bem para vencer, só não sei como estão os meus adversários”, revela Marílson.

    A Maratona de Nova York deve reunir no próximo domingo cerca de 39 mil corredores de diversos países. O Brasil será representado por 258 pessoas. A prova vai passar por cinco bairros de Nova York e deve reunir dois milhões de espectadores e torcedores nas ruas da cidade.

    Paula Radcliffe mostra que está pronta para Nova York

    Maratona · 28 out, 2008

    A Maratona de Nova York acontece no próximo domingo e as atletas de elite estão prontas para a competição. Umas das favoritas ao titulo, a britânica Paula Radcliffe, mostrou no último domingo (26) que está em ótima forma para a maratona.

    Ela participou da corrida inglesa Bupa Great South Run e venceu a prova de 10 milhas em 51min11seg. De acordo com a atleta, ela não sentiu dores no quadril, local que havia lesionado e que a impediu de lutar pelo primeiro lugar da maratona olímpica de Pequim.

    “Eu me senti bem durante a prova. Quando terminei minhas pernas estavam Ok e eu não quis dar o meu máximo aqui”, conta sobre a prova Greta South Run.

    Pelas condições atuais da atleta, tudo indica que Radcliffe está pronta para defender o seu título de Nova York, já que venceu a prova no ano passado. Porém, uma de suas adversárias, Gete Wami, também mostrou no início de outubro que está pronta para Nova York .

    A etíope correu a Bupa Great North Run, também na Inglaterra, e venceu. Com um pouco mais de 13 milhas, ditsância maior que a prova de Readcliffe, Gete Wami terminou o percurso em 1h08min51.

    A disputa pelo pódio da Maratona de Nova York acontece no domingo (2) com largada em Staten Island e chegada no Central Park, em Nova York. O Brasil será representado pelo maratonista Marílson Gomes dos Santos, que venceu a prova em 2006.