Triathlon · 20 abr, 2011
O Ironman Brasil 2011, maior prova de triathlon da América Latina, acontece no dia 29 de maio, em Florianópolis. Fernanda Keller, triatleta que já venceu a competição cinco vezes além de ter participado de vários Ironman no exterior, competirá no evento que tem 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida. A atleta afirmou não ter nenhuma expectativa ou meta em relação a seu desempenho na competição. "Apenas pretendo fazer o melhor possível", conta.
Preparação- Fernanda, que já tem mais de 25 anos de experiência em provas de triathlon, treina 25 quilômetros de natação, 400 de ciclismo e 90 de corrida por semana, orientada por seu técnico Marcelo Borges, para se preparar para provas tão longas como o Ironman Brasil.
Além dos treinos, a triatleta faz um treinamento de ginástica natural, orientada pelo mestre Orlando Cani. Esse tipo de ginástica utiliza a movimentação constante e tem como base a movimentação no solo do jiu-jitsu, os exercícios de força com o peso do próprio corpo, técnicas de alongamento e flexibilidade de forma dinâmica e técnicas de respiração.
A competidora que é de Niterói e mora atualmente no Rio de Janeiro, procura escolher lugares menos movimentados para treinar a parte do ciclismo. "O problema no Brasil é a falta de segurança e respeito no trânsito, que também atinge os ciclistas", comenta a triatleta.
Mundial de Ironman- Até ano passado (2010) os atletas conseguiam se classificar para o Mundial de Ironman em Kona, no Havaí, participando apenas de uma edição do circuito. Porém, esse ano a organização do evento criou um ranking e os atletas terão que participar de várias edições da competição para somar pontos.
Fernanda comenta que não é fácil para os atletas completarem o número de provas que vêm sendo obrigados a participar e que alguns têm ainda mais dificuldades, pois não têm condições para sobreviver do esporte. Acredito que o critério estabelecido, foi que se um atleta se considera profissional, tem que estar apto a participar de certo número de provas de Ironman por temporada, fala Keller.
Além disso, a quantidade de atletas, sendo apenas 30 mulheres e 50 homens, é muito pequena em relação aos outros anos que reuniram cerca de 180 participantes no mundial. Considero um grande absurdo e um verdadeiro atraso na evolução do esporte, principalmente no feminino, já que o número ser diferente é injustificável, articula a triatleta.
A evolução feminina no esporte atualmente é significativa e a melhor atleta feminina do mundo vem se posicionando entre os dez melhores atletas entre homens e mulheres. "Algumas pessoas que inventaram esse critério têm problemas muitos sérios e deveriam fazer uma análise profunda dessa atitude, fala Fernanda sobre a decisão dos organizadores.
Além disso, a triatleta comenta que e os eventos concorrentes se beneficiaram desta decisão, e acabam crescendo. Com tão poucos atletas participando a largada e a prova não terão o mesmo impacto. Não existem grandes eventos sem grandes atletas participando, conclui.
Conquistas- A triatleta se orgulha de ter participado 23 vezes consecutivas do campeonato Mundial. Ela também ressalta como foi importante ser uma recordista por ter ficado 14 vezes entre as dez primeiras colocadas em Kona, sendo seis vezes medalha de bronze na prova. "Tenho muito orgulho de ter conseguido essa marca. Mas tudo é o resultado de muita dedicação e de fazer o que eu mais gosto", finaliza a recordista.
Triathlon · 15 abr, 2011
Lindsay Hyman é treinadora da Carmichael Trainins Systemns (CTS) e prepara desde atletas que vão competir seu primeiro Ironman, quanto atletas experientes. Ela afirma que para se preparar para uma prova longa como o Iron, é preciso completar um meio Ironman (70.3) de oito a nove semanas antes da competição, para assim conseguir manter uma boa condição física até a prova.
Porém, se você realiza uma competição 70.3 numa data muito próxima ao Ironman você não se recupera a tempo de fazer um bom último treino e, se o atleta teve alguma dificuldade no 70.3, ele não terá tempo para melhorá-las.
Lindsay Hyman diz que o competidor deve utilizar o Meio Ironman como um treino para checar seu equipamento, testar suas estratégias de hidratação e nutrição, pois realizar este teste em condições de treinamento é uma situação diferente de uma competição. Alguns atletas reagem diferente em corridas, onde acabam saindo de sua rotina ou respondem de maneira variada de acordo com a quantidade e intervalo de alimentação e a intensidade da prova.
É por isso que o 70.3 deve ser feito para benefício próprio e não para competir com atletas que têm essa prova como objetivo principal, diferente daquele que está usando esta como preparação para o Ironman. Seu ritmo na meia maratona, na corrida 70.3, será similar ao seu ritmo no Ironman, pois, após completar o 70.3 seu condicionamento físico estará melhor, mas ainda assim você não correrá a prova longa com um ritmo muito mais forte, por causa da fadiga adicional e das distâncias maiores. Para Lindsay, isso não é um fato comprovado, mas ajuda a decidir e ajustar seu ritmo para o objetivo principal.
Já para a bicicleta, o atleta deve prestar atenção ao longo do 70.3 para ver se existe algum defeito ou acessório faltando, afim de ficar cômodo ao longo de toda a competição. Para a treinadora, se você não estiver à vontade no Meio Ironman , que consiste em percorrer 1,9 quilômetro de natação, 90 de bicicleta e 21 de corrida, você jamais se sentirá confortável para participar de um Ironman, que tem o dobro de todas as distâncias.
O Ironman Brasil 2011 será realizado no dia 29 de maio, em Florianópolis (SC), e reunirá em torno de 2.000 participantes entre amadores e atletas da elite nacional e internacional.
Triathlon · 11 abr, 2011
O Ironman Brasil deste ano, tradicional competição de triathlon, acontece no dia 29 de maio, em Florianópolis (SC). A triatleta Maria Soledad Omar, argentina radicada na cidade de Niterói (RJ) e que já completou vários Ironman e Ironman 70.3, tem presença confirmada para o evento.
A principal meta na qual Maria Soledad está focada no Ironman Brasil 2011 é melhorar seu tempo. "A meta de todo atleta é melhorar seu tempo. Ano passado consegui a terceira colocação e, esse ano, quero tentar melhorar isso", relata a triatleta.
Preparação- Como prepararação para o Ironman Brasil a atleta treina todos os dias da semana, com treinos de cinco a sete horas. Ela chega a fazer até três sessões de treinos por dia ou uma sessão longa com seis horas de ciclismo ou três horas de corrida.
A triatleta argentina sai para treinar todos os dias de manhã com seu marido, também triatleta, Ezequiel Morales, mas em treinos fortes cada um tem seu ritmo. "Tem horas que não vou conseguir pedalar no mesmo ritmo que ele, porque ele é bem mais forte". Eles saem pedalando de casa às 6h30 e treinam na estrada de Maricá, que vai de Niterói até Cabo Frio. "Tem que pedalar de manhã, se você não consegue ir de manhã, não vai mais. Só se pedalar em casa ou fizer spinning".
Um dos fatores que atrapalha o treino do ciclismo para Soledad é o movimento de automóveis em Niterói. Ainda assim, a triatleta acha positivo poder sair de casa pedalando para os treinos. "O pessoal que mora no Rio tem que sair de carro para pedalar ou sair muito cedo, em São Paulo também".
Mundial de Ironman- Ano passado a classificação para o Mundial de Ironman, em Kona, dependia do resultado apenas de uma prova, mas esse ano os atletas terão que participar de várias edições do Ironman e Ironman 70.3 para somar pontos no ranking e tentar se classificar para o mundial. Apenas os 50 melhores homens e 30 mulheres do ranking estarão classificados para o evento no Havaí.
Essa modificação dificulta principalmente a classificação de atletas sul-americanos, porque a maior parte das provas de Ironman acontecem na Europa ou nos Estados Unidos. Para Soledad, os organizadores estão interessados em fazer um prova apenas para a elite. "Eram 100 homens e 80 mulheres e agora diminuiu para metade, as mulheres para menos da metade. Vai ser muito competitivo, os atletas terão que fazer muitas provas, e chegarão a Kona mortos", analisa a atleta.
O casal triatleta ainda não decidiu se vai tentar chegar ao mundial. "A gente preferiu preparar bem Florianópolis e depois do resultado analisar se vai correr atrás dos pontos, ou programar outra coisa", diz Soledad.
Conquistas- Soledad é especialista em provas de triathlon e está entre as dez primeiras colocadas em quatro Ironman 70.3 e em três Ironman. Ano passado a triatleta inclusive se classificou para o Mundial no Havaí, mas teve muitas dificuldades durante a prova por conta do forte vento.
"Eu não estava preparada para esse vento, que mexia muito a bicicleta. Isso causou uma desconcentração, fiquei um pouco apavorada e acabei perdendo o foco na hora do ciclismo. Eu só pensava em chegar, entregar a bicicleta e sair para correr", diz Soledad, que considera a participação na prova como uma das maiores conquistas de sua carreira.
Outra prova que ficou marcada pelas dificuldades para foi o Ironman de Cozumel, no México, em novembro de 2010, que exigiu muito fisicamente por ser seu terceiro Ironman no mesmo ano. "Na corrida já não sentia mais dor muscular, eu sentia dor nos ossos", comenta a triatleta. Outra conquista foi o XTerra 2009, em Angra dos Reis (RJ), em que a atleta estava na quinta posição e, faltando apenas 600 metros para o fim da prova, alcançou a primeira colocação.
Soledad ainda comenta como ficou emocionada em vencer o Long Distance de 2009, no Rio de Janeiro, junto com seu marido, que foi campeão na categoria masculina. "É muito bom, a gente desfruta, comemora, fica feliz, agradece a torcida. Porque sempre tem mais torcida para nós do que para outras atletas que são do Brasil. Quando a gente compete aqui no Rio se sente em casa", finaliza.
Triathlon · 26 maio, 2010
Neste domingo (30/05) acontece a edição 2010 do Ironman Brasil, prova em que os triatletas terão que enfrentar 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida. Já no dia cinco de junho haverá a primeira edição do XTerra Amazônia, com 1,5 quilômetro de natação, 30 de mountain bike e nove de corrida em trilhas na maior floresta tropical do mundo. Qual o ponto em comum dos dois eventos?
Em princípio, a única similaridade é ambos fazerem parte da categoria triathlon, mas os organizadores do Circuito XTerra resolveram aproximar as competições. Isso porque os atletas amadores com o menor tempo na soma dos resultados da prova catarinense e da amazônica serão contemplados com descontos e inscrições.
Batizado de XTerra Double Survivor, o homem e a mulher com o menor tempo nas duas provas receberão um ano de inscrições gratuitas no Circuito XTerra do ano que vem. Já os segundos melhores ganham vaga no Xterra Global Tour (Angra dos Reis - RJ) e no Xterra Regional Ilhabela. Os terceiros melhores ficam com a inscrição para a etapa de Ilhabela.
Eu já estava inscrito nas duas provas antes mesmo de saber da premiação. Quando soube, fiquei mais motivado, comenta o triatleta Lucas Leite. Sei que é uma prova dura e estarei cansado do Ironman, mas estou treinando bastante para que isto não me atrapalhe, completa.
Experiência - Quem também fará a dobradinha será a experiente Cris Carvalho, que esse ano venceu as provas de Mountain Bike e Triathlon do XTerra São Lourenço. Apesar de não brigar pela premiação Double Survivor, ela promete fazer bonito. Não consegui ficar de fora dessa etapa do XTerra, pois é uma competição que fará bem para a alma. É uma prova nova que dá mais vontade de participar, ainda mais por ser no meio da selva. Eu sei que vou estar bem desgastada por conta do Ironman, mas espero fazer uma boa prova.
O XTerra Regional Amazônia contará, além da batalha entre os 200 triatletas, uma disputa de cinco e 10 quilômetros noturna na Praia de Ponta Negra. Em 2010, o Circuito XTerra é composto por 10 etapas este ano, sendo uma (o Global Tour em Angra dos Reis), válida pelo Circuito Mundial e classificando os vencedores para a grande final no Havaí. Ao fim da temporada, os mais bem colocados do ranking nacional receberão premiação em dinheiro.
Triathlon · 27 maio, 2008
No último domingo (25) aconteceu em Florianópolis, Santa Catarina, o Ironman Brasil. A prova reuniu atletas de 43 países na praia de Jurerê Internacional.
Depois de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida o vencedor foi o argentino Eduardo Sturla. Já no feminino a brasileira Fernanda Keller garantiu mais uma vitória.
Entre os homens o primeiro brasileiro que completou a prova foi Raul Furtado, do Rio de Janeiro. Veja a chegada dos vencedores nos links acima.
Triathlon · 26 maio, 2008
O primeiro atleta amador que completou a prova foi uma mulher. A norte-americana Kelly Lear conquistou a segunda posição no geral. Ela chegou atrás apenas da campeã Fernanda Keller. A pior parte foi o ciclismo, meu ponto mais fraco. Mas no geral foi uma prova boa. Só não esperava chegar na segunda posição, conta.
Como estava inscrita na categoria amador, Kelly não teve direito a premiação profissional, já que esta é feita apenas para os atletas que se inscrevem nessa categoria. Porém, como declarou logo após completar a prova, a norte-americana ficou surpresa com a colocação, ela queira correr apenas abaixo de 10 horas. No entanto o tempo das profissionais nesse ano foi alto e Kelly completou a prova em 9h52min40.
Para o experiente triathleta Leandro Macedo, que esse ano apenas acompanhou a prova, o fato de Kelly não receber a premiação é algo normal. O atleta tem a escolha e provavelmente ela não sabia que chegaria tão bem. Acho que no próximo ano ela tem que se inscrever como profissional. É regra. A regra está estabelecida antes e cada um faz sua opção, conta Leandro Macedo.
Mais amador - Muitos triathletas enxergam o Ironman como algo a mais em suas vidas. E um deles é o esportista de 46 anos Alexandre Lopes da Cunha. Esse foi o seu quinto Ironman. É uma prova de desafio. Cada um que chega tem uma vitória igual ao do primeiro colocado. Essa prova faz com que você tenha determinação, força de vontade e persistência e isso ajuda na personalidade da pessoa, conta.
Acompanhado de sua esposa e duas filhas, Alexandre leva Ironman para sua vida e conseqüentemente como aprendizado também para a família. Eu tenho o Ironman como uma lição de vida. Minhas filhas acompanharam a prova até o final e eu cruzei a linha de chegada com elas, revela o esportista que terminou a prova em 13h09min.
Triathlon · 26 maio, 2008
Mas para assegurar a vaga, os atletas tiveram que comparecer na manhã dessa segunda (26) no Clube Doze de Agosto, em Jurerê Internacional, Florianópolis (SC), para efetuar a inscrição de 500 dólares para o Havaí. De acordo com a organização, o Brasil garantiu 20 vagas havaianas, num total de 50.
Surpresa - O melhor brasileiro do Ironman Brasil, Raul Furtado, quinto colocado, teve sorte e acabou ficando com uma das três vagas para a elite masculina, já que o segundo e o quarto colocado da prova não vão para o Havaí. Morador da cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro, Furtado saiu do Ironman Brasil com largo sorriso no rosto.
Segundo o atleta, ele não esperava chegar na quinta posição e muito menos ser o melhor do Brasil na prova. Esperava chegar entre os dez, mas no Ironman tudo pode acontecer, conta o atleta de 27 anos que agora tem quatro Ironmans no currículo e o Mundial do Havaí como próxima meta.
Vagas Na elite quem assegurou a vaga foram: a campeã Fernanda Keller; a quarta colocada Ladislava Cisarovska, da República Checa; o vencedor Eduardo Sturla, da Argentina; o terceiro colocado, Benjamin Sanson, da França e o brasileiro Raul Furtado.
Já na categoria 18/24 anos - Luiza de Franco Tobar (SC) e Henrique Soares Ebert (DF); 25/29 - Thiago Menucci (RS), Luiz Antônio Pereira de Lima (SC) e João Paulo Teixeira da Costa (RJ); 30/34 - Vanessa Vilarinho Bley (SP), Fernando Freitas (SC), Fabiano Marques (SP), Wilson Kuerlnakian (SP) e Francisco Perez (SP); 35/39 - Leônidas Elias Júnior (SP), Alex Sandro Tavares Barbosa (SP) e Jorge Nisinaga (RJ); 40/44 - Tatiana Queiroz (DF), Rogério Capellari (RS), Carlos Lamerinhas da Conceição (SP) e Leonardo da Silva (GO); 50/54 - Marise Nunes (PR).
Triathlon · 26 maio, 2008
De acordo com Galindez, ele abandonou a prova porque sentiu fortes dores nas pernas. Foi uma prova atípica para mim. Eu passei mal. Já no começo não encaixei uma boa natação, por causa da correnteza. Na bike pedalei muito forte na primeira volta e na segunda comecei a sentir cãibra, principalmente na perna esquerda, que não me deixou pedalar tranqüilo, conta.
Galindez também revelou que o seu ritmo no ciclismo estava mais alto que no ano passado e isso pode ter causado as dores. Eu forcei muito na primeira volta de ciclismo. Eu estava com 15 batimentos cardíacos por minuto a mais que no ano passado. Eu fiquei muito preocupado com meus adversários, se haveria fuga, e não fiquei muito preocupado com o meu corpo. O maior concorrente no Ironman é você mesmo, diz
Ainda segundo o triathleta, ele pensou que a dor passaria na corrida. Porém, depois do quilômetro oito a dor aumentou e Galindez decidiu parar. Dava para completar a prova andando, como muitos atletas fazem, mas não seria legal e eu iria ficar muito quebrado.
Agora Galindez irá planejar seus próximos desafios. No segundo semestre, hoje, o principal objetivo é o Mundial de Meio Ironman, que no ano passado fui vice. Mas posso buscar a vaga no Havaí, aí o Meio Ironman ficará de lado, não dá para competir os dois porque a diferença de tempo é muito pouca, quatro semanas.
Cansaço, dores musculares, fadiga, são sintomas que com certeza você deve estar sentindo após a prova, e aí, o que fazer? Posso treinar? Como treinar? Quando treinar? Há muitos que indicam receitas milagrosas de como acelerar a recuperação pós-competição, mas nada melhor do que o seu próprio corpo dizer quando é hora de recomeçar, ainda mais após uma competição que exige 100% do atleta por longos períodos de tempo, que para alguns pode durar até 16 horas e 59 minutos.
Indico que o atleta esqueça por uns quatro ou cinco dias tudo o que for relacionado a triathlon (é engraçado dizer isso, só quem treina sabe que isso é impossível), mas o descanso, hidratação, alimentação é extremamente importante.
A suplementação também é muito importante. Os aminoácidos BCAA, por exemplo, são fontes essenciais de proteínas bom para o crescimento muscular. Uma competição muito intensa pode gerar perda de tecido muscular, que conseqüentemente pode levar a uma vulnerabilidade muito grande de lesão muscular.
Já a glutamina é um suplemento importante para proteger o sistema imunológico, que precisa estar saudável para não prejudicar seu desempenho esportivo. A Glutamina é o aminoácido mais abundante no tecido muscular e é literalmente dilacerado dos músculos durante períodos de estresse. Exercícios físicos intensos como ciclismo e a corrida exigem muito do nosso corpo e este esgotamento pode causar perda muscular e uma baixa na função imunológica.
O atleta não pode treinar logo após um grande esforço, isso porque as fibras musculares estão com lesões e o organismo precisa de um tempo para recompo-las; por experiência indicaria treinos leves como a natação, por exemplo, após o quinto dia pós prova (Ironman). Corridas de baixíssimas intensidade também são importantes para recuperação.
Mantenha sempre contato com seu treinador, ele está mais acostumado com os seus treinos, como você reage antes durante e após treinos e/ou competições, siga as orientações dele e da equipe multidisciplinar de sua assessoria esportiva (médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e professores ).
Acompanhei de perto o Ironman, vi as dificuldades que todos atletas enfrentam e também a felicidade estampada no rosto de todos que cruzaram a linha de chegada, e isso faz com que sempre tenhamos um sonho, sonho este realizado neste fim de semana. Congratulations you are an Ironman (parabéns você é um homem de ferro)!
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Triathlon · 26 maio, 2008
Cansaço, dores musculares, fadiga, são sintomas que com certeza você deve estar sentindo após a prova, e aí, o que fazer? Posso treinar? Como treinar? Quando treinar? Há muitos que indicam receitas milagrosas de como acelerar a recuperação pós-competição, mas nada melhor do que o seu próprio corpo dizer quando é hora de recomeçar, ainda mais após uma competição que exige 100% do atleta por longos períodos de tempo, que para alguns pode durar até 16 horas e 59 minutos.
Indico que o atleta esqueça por uns quatro ou cinco dias tudo o que for relacionado a triathlon (é engraçado dizer isso, só quem treina sabe que isso é impossível), mas o descanso, hidratação, alimentação é extremamente importante.
A suplementação também é muito importante. Os aminoácidos BCAA, por exemplo, são fontes essenciais de proteínas bom para o crescimento muscular. Uma competição muito intensa pode gerar perda de tecido muscular, que conseqüentemente pode levar a uma vulnerabilidade muito grande de lesão muscular.
Já a glutamina é um suplemento importante para proteger o sistema imunológico, que precisa estar saudável para não prejudicar seu desempenho esportivo. A Glutamina é o aminoácido mais abundante no tecido muscular e é literalmente dilacerado dos músculos durante períodos de estresse. Exercícios físicos intensos como ciclismo e a corrida exigem muito do nosso corpo e este esgotamento pode causar perda muscular e uma baixa na função imunológica.
O atleta não pode treinar logo após um grande esforço, isso porque as fibras musculares estão com lesões e o organismo precisa de um tempo para recompo-las; por experiência indicaria treinos leves como a natação, por exemplo, após o quinto dia pós prova (Ironman). Corridas de baixíssimas intensidade também são importantes para recuperação.
Mantenha sempre contato com seu treinador, ele está mais acostumado com os seus treinos, como você reage antes durante e após treinos e/ou competições, siga as orientações dele e da equipe multidisciplinar de sua assessoria esportiva (médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e professores ).
Acompanhei de perto o Ironman, vi as dificuldades que todos atletas enfrentam e também a felicidade estampada no rosto de todos que cruzaram a linha de chegada, e isso faz com que sempre tenhamos um sonho, sonho este realizado neste fim de semana. Congratulations you are an Ironman (parabéns você é um homem de ferro)!
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Triathlon · 25 maio, 2008
Com a vitória Sturla garantiu o bicampeonato da prova, já que venceu também o Ironman Brasil na estréia da prova em Florianópolis. Estou mais feliz em vencer hoje do que na primeira vez. Porque hoje vi a proporção que essa prova se transformou, conta.
Numa prova de recuperação, já que a liderença ficou boa parte da competição com o francês Benjamin Sanson, o triathleta argentino revelou que treinou duro para a competição brasileira. Treinei bastante para a prova, mas não foi fácil estava calor. Eu vi que venceria quando ultrapassei o francês.
Agora Eduardo Sturla, que ganhou a vaga para o Mundial do Havaí, vai focar seus treinos para a competição havaiana. Ele já participou do Havaí outras vezes e duas delas conseguiu o décimo terceiro lugar.
Outras posições - A segunda posição do Ironman ficou com o alemão Olaf Sabatschus. Querido pela torcida, pois já venceu no Brasil outras vezes, ele foi ovacionado quando apontou na linha final de chegada. Eu pensei que não conseguiria fazer outro Ironman num tempo tão curto de diferença de um para o outro. Mas depois eu vi que iria conseguir e vim até o final, revela o alemão que disputou no último mês o Ironman da China.
Olaf terminou a prova 8h38min56. Já a terceira posição foi para o francês Benjamin Sanson. Atualmente ele mora em Curitiba e usou diversas provas do Troféu Brasil de Triathlon como treino. Sanson cruzou a linha de chegada em 8h41min32.
O melhor brasileiro da prova foi Raul Furtado. Natural de Petrópolis, Rio de Janeiro, ele completou o percurso em 8h55min01. Foi uma surpresa ser o quinto colocado. Queria chegar entre os 10 primeiros.
Soquei do começo ao fim. Na corrida vi que a Hillary, até então líder, estava diminuindo o ritmo e eu alcançando ela. Mesmo depois que a ultrapassei continuei forte. Só acreditei que venci nos últimos 100 metros, conta Keller.
Para ela a competição desse ano foi especial por dois motivos, ela comemorou 25 anos de carreira e dedicou a prova para o seu pai, que está internado no hospital. Essas duas últimas semanas foram muito duras, tive que revezar entre treinos e hospitais, e essa prova eu dedico para ele, fala emocionada.
Fernanda Keller já disse que irá novamente para a competição. Ela já participou de 21 mundias consecutivos de Ironman. A segunda colocada foi a norte-americana Kelly Lear, natural de Colorado, que estava inscrita como amadora. De acordo com a triathleta, ela esperava chegar em menos de 10 horas e a segunda colocação foi uma surpresa.
Já a terceira colocada foi a também norte-americana Hillary Biscay. Ela liderou até a corrida, mas não teve pernas para seguir o mesmo ritmo. Biscay completou a prova em 9h55min52.
Havaí - A competição brasileira também serviu como seletiva para o Mundial da modalidade no Havaí. Ao todo foram distribuídas três vagas para a elite masculina e duas para a feminina. Assim carimbam o passaporte para o mundial os primeiros colocados de cada categoria, que devem nessa segunda-feira (26) confirmar a vaga no Clube Doze de Agosto em Jurerê Internacional, Florianópolis. Assim como os profissionais, também haverá vagas para os amadores distribuídas conforme a categoria de idade.
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