Havaí

Mizuno apresenta edição especial do Wave Rider 26 para a Maratona de Honolulu, no Havaí

Lançamento · 16 dez, 2022

O tênis de corrida mais querido e vendido da Mizuno, o Wave Rider acaba de ganhar mais uma edição especial. Após o modelo produzido para o Outubro Rosa, o Wave Rider 26 Pink Ribbon, que teve todo o valor arrecadado […]

Igor Amorelli disputa Mundial de Ironman neste sábado (8), no Havaí

Ironman · 07 out, 2022

Os principais triatletas do mundo se encontram em Kona, no Havaí, neste sábado (8), para a disputa do título mundial de Ironman. A maior prova de triatlo do planeta reúne centenas de competidores, com mais de 50 atletas na categoria […]

Dicas cruciais para os brasileiros que irão disputar o Mundial de Ironman no Havaí

Dicas · 04 out, 2022

Tradicionalmente, a região de Kona, no Havaí, recebe os mais bem colocados triatletas para competirem na prova que define o campeão mundial de Ironman, que será realizado de 6 a 8 de outubro. Os melhores brasileiros estarão presentes representando o […]

Saiba quem são os amadores que obtiveram vaga para o Ironman do Havaí

Direto de Florianópolis (SC) - O Ironman Brasil, realizado no último domingo (27/05) em Florianópolis (SC) distribuiu 50 vagas entre os amadores para a final do Circuito Mundial, na Ilha de Kona, no Havaí. Os competidores da elite, por sua vez, não obtêm mais vagas diretamente em provas, já que precisam somar pontos ao longo da temporada em provas de Ironman e de 70.3.

Para assegurar a participação, o atleta deveria se apresentar na arena da prova nesta segunda-feira (28/05) pontualmente às 10h e pagar em dinheiro o valor da inscrição (750 dólares). Caso ao ser chamado o competidor não esteja presente, a vaga automaticamente era rolada para o próximo colocado e assim por diante.

Este ano, triatletas do Brasil, Chile, Argentina, França e Estados Unidos conseguiram a vaga, nas categorias 18 a 24, 25 a 29, 30 a 34, 35 a 39, 40 a 44, 45 a 49, 50 a 54, 55 a 59, 60 a 64 e 65 a 69 anos. Confira na próximas página os nomes dos felizardos.


Listagem por ordem de nome/ sobrenome, tempo obtido na prova, categoria e nacionalidade


MariaCecilia Carvalho10:22:41.618-24 FemaleBRA
FelipeCosta Da Silva 9:23:57.018-24 MaleBRA
LuizaDe Franco Tobar10:23:42.725-29 FemaleBRA
BrunoBoppre Besen 9:41:46.125-29 MaleBRA
PeterPichnoff 9:48:04.025-29 MaleBRA
MiguelSanches Neto 9:48:27.125-29 MaleBRA
Ana Oliva 10:02:45.030-34 FemaleBRA
ThiagoMenuci 8:57:15.230-34 Male---
FranciscoGonzalez Urrutia 9:12:58.730-34 MaleCHL
MarcosVinicius De Faria 9:15:20.530-34 MaleBRA
BrasilioVicente De Castro Ne 9:15:43.030-34 MaleBRA
FranciscoSartore Mendes Perez 9:22:07.930-34 MaleBRA
EduardoJurevics Dos Santos 9:22:25.830-34 MaleBRA
RafaelFalsarella 9:26:26.030-34 MaleBRA
RobertoNocera Valente 9:33:06.330-34 MaleBRA
AlexandreTakenaka 9:33:18.730-34 MaleBRA
FernandaCaio Da Fonseca 10:38:28.935-39 FemaleBRA
CristianoHenrique Santos 9:01:13.835-39 MaleBRA
MarcoGimenes 9:24:31.835-39 MaleBRA
ChristianOsvaldo Raspanti 9:26:52.635-39 MaleARG
JavierRicardo Peiretti 9:28:24.035-39 MaleARG
JoséRicardo Graça 9:28:51.135-39 MaleBRA
MauricioLetzow 9:29:44.735-39 MaleBRA
ChapochnikoffArnaldo Martin 9:30:04.835-39 MaleARG
NachoValdez 9:36:21.7 35-39 MaleARG
EduardoSovierzoski 9:46:36.4 35-39 MaleBRA
FlaviaBiondi 10:30:34.140-44 FemaleBRA
JoséLuis Gonzalez Urruti 9:17:11.640-44 MaleCHL
NewtonMoura 9:24:15.540-44 MaleBRA
WalcyrPinto Bandeira 9:28:42.140-44 MaleBRA
CesarQuina Henriques 9:39:42.040-44 MaleBRA
AugustoCesar Pocas 9:44:24.340-44 MaleBRA
MartinRigueiro 9:44:30.840-44 MaleARG
AndresAmione 9:51:38.540-44 MaleARG
GatoA Della Mattia 9:53:28.040-44 MaleARG
ValeriaMenezes Rosati11:01:05.045-49 FemaleBRA
MauricioPuy 9:34:50.045-49 MaleARG
LuizFernando Ohde 9:42:03.445-49 MaleBRA
RogerioCapellari 9:44:16.645-49 MaleBRA
ClaudioGavioli 9:50:44.745-49 MaleBRA
PhilippeGondre 9:56:24.745-49 MaleFRA
DanielLabarca Reuss10:08:13.045-49 MaleUSA
AdrianaPatricia Diaz11:32:52.650-54 FemaleARG
WolterEgbert Nillesen10:02:30.750-54 MaleBRA
CecilioBarbosa 11:07:10.950-54 MaleBRA
LeslieHunt Bartoshesky12:51:25.355-59 FemaleUSA
OscarJose Gallo 10:42:49.155-59 MaleARG
ManuelDel Sastre 10:40:32.260-64 MaleARG
TheoCarroll 16:22:40.665-69 FemaleUSA
MarinaldoBrito 13:56:27.965-69 MaleBRA


Saiba quem são os amadores que obtiveram vaga para o Ironman do Havaí

Triathlon · 28 maio, 2012

Direto de Florianópolis (SC) - O Ironman Brasil, realizado no último domingo (27/05) em Florianópolis (SC) distribuiu 50 vagas entre os amadores para a final do Circuito Mundial, na Ilha de Kona, no Havaí. Os competidores da elite, por sua vez, não obtêm mais vagas diretamente em provas, já que precisam somar pontos ao longo da temporada em provas de Ironman e de 70.3.

Para assegurar a participação, o atleta deveria se apresentar na arena da prova nesta segunda-feira (28/05) pontualmente às 10h e pagar em dinheiro o valor da inscrição (750 dólares). Caso ao ser chamado o competidor não esteja presente, a vaga automaticamente era rolada para o próximo colocado e assim por diante.

Este ano, triatletas do Brasil, Chile, Argentina, França e Estados Unidos conseguiram a vaga, nas categorias 18 a 24, 25 a 29, 30 a 34, 35 a 39, 40 a 44, 45 a 49, 50 a 54, 55 a 59, 60 a 64 e 65 a 69 anos. Confira na próximas página os nomes dos felizardos.


Listagem por ordem de nome/ sobrenome, tempo obtido na prova, categoria e nacionalidade


MariaCecilia Carvalho10:22:41.618-24 FemaleBRA
FelipeCosta Da Silva 9:23:57.018-24 MaleBRA
LuizaDe Franco Tobar10:23:42.725-29 FemaleBRA
BrunoBoppre Besen 9:41:46.125-29 MaleBRA
PeterPichnoff 9:48:04.025-29 MaleBRA
MiguelSanches Neto 9:48:27.125-29 MaleBRA
Ana Oliva 10:02:45.030-34 FemaleBRA
ThiagoMenuci 8:57:15.230-34 Male---
FranciscoGonzalez Urrutia 9:12:58.730-34 MaleCHL
MarcosVinicius De Faria 9:15:20.530-34 MaleBRA
BrasilioVicente De Castro Ne 9:15:43.030-34 MaleBRA
FranciscoSartore Mendes Perez 9:22:07.930-34 MaleBRA
EduardoJurevics Dos Santos 9:22:25.830-34 MaleBRA
RafaelFalsarella 9:26:26.030-34 MaleBRA
RobertoNocera Valente 9:33:06.330-34 MaleBRA
AlexandreTakenaka 9:33:18.730-34 MaleBRA
FernandaCaio Da Fonseca 10:38:28.935-39 FemaleBRA
CristianoHenrique Santos 9:01:13.835-39 MaleBRA
MarcoGimenes 9:24:31.835-39 MaleBRA
ChristianOsvaldo Raspanti 9:26:52.635-39 MaleARG
JavierRicardo Peiretti 9:28:24.035-39 MaleARG
JoséRicardo Graça 9:28:51.135-39 MaleBRA
MauricioLetzow 9:29:44.735-39 MaleBRA
ChapochnikoffArnaldo Martin 9:30:04.835-39 MaleARG
NachoValdez 9:36:21.7 35-39 MaleARG
EduardoSovierzoski 9:46:36.4 35-39 MaleBRA
FlaviaBiondi 10:30:34.140-44 FemaleBRA
JoséLuis Gonzalez Urruti 9:17:11.640-44 MaleCHL
NewtonMoura 9:24:15.540-44 MaleBRA
WalcyrPinto Bandeira 9:28:42.140-44 MaleBRA
CesarQuina Henriques 9:39:42.040-44 MaleBRA
AugustoCesar Pocas 9:44:24.340-44 MaleBRA
MartinRigueiro 9:44:30.840-44 MaleARG
AndresAmione 9:51:38.540-44 MaleARG
GatoA Della Mattia 9:53:28.040-44 MaleARG
ValeriaMenezes Rosati11:01:05.045-49 FemaleBRA
MauricioPuy 9:34:50.045-49 MaleARG
LuizFernando Ohde 9:42:03.445-49 MaleBRA
RogerioCapellari 9:44:16.645-49 MaleBRA
ClaudioGavioli 9:50:44.745-49 MaleBRA
PhilippeGondre 9:56:24.745-49 MaleFRA
DanielLabarca Reuss10:08:13.045-49 MaleUSA
AdrianaPatricia Diaz11:32:52.650-54 FemaleARG
WolterEgbert Nillesen10:02:30.750-54 MaleBRA
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LeslieHunt Bartoshesky12:51:25.355-59 FemaleUSA
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ManuelDel Sastre 10:40:32.260-64 MaleARG
TheoCarroll 16:22:40.665-69 FemaleUSA
MarinaldoBrito 13:56:27.965-69 MaleBRA

Nova chance para participar do Ironman em Kona, no Havaí

Não é fácil chegar ao Ironman. A modalidade consiste em uma prova de triathlon de longas distâncias: são aproximadamente em 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 quilômetros de corrida. Com duração de oito a 17 horas, quem consegue completar a prova já pode ser considerado um homem de ferro (ironman, em inglês).

Muitas histórias inspiradoras não faltam na competição. Algumas até aparecem na imprensa como histórias de coragem e motivação, que mostram como esses atletas superaram seus limites e dificuldades antes e durante o Ironman.

E foram essas histórias de perseverança que inspiraram a criação de um novo programa da prova. O chamado Kona Inspired foi lançado esta quinta-feira (01/03) com a intenção de conhecer e fazer conhecidas as emocionantes histórias dos participantes da maior competição de triathlon do mundo. Além disso, a partir da participação do público, o projeto vai levar oito atletas para disputarem o Campeonato Mundial de Ironman em Kona, no Havaí.

A partir desta semana, atletas de qualquer parte do mundo podem enviar seus vídeos de até 90 segundos mostrando como representam o lema do Ironman, “Tudo é possível”. Os vídeos serão assistidos e votados pelo público para eleger quais os oito que merecem uma vaga em Kona.

O envio dos vídeos deve ser feito até o dia 31 de março pelo site www.konainspired.com ou pela página do Facebook Kona Inspired. A votação será no mesmo site. Participe, envie o seu vídeo e vote!


Nova chance para participar do Ironman em Kona, no Havaí

Triathlon · 02 mar, 2012

Não é fácil chegar ao Ironman. A modalidade consiste em uma prova de triathlon de longas distâncias: são aproximadamente em 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 quilômetros de corrida. Com duração de oito a 17 horas, quem consegue completar a prova já pode ser considerado um homem de ferro (ironman, em inglês).

Muitas histórias inspiradoras não faltam na competição. Algumas até aparecem na imprensa como histórias de coragem e motivação, que mostram como esses atletas superaram seus limites e dificuldades antes e durante o Ironman.

E foram essas histórias de perseverança que inspiraram a criação de um novo programa da prova. O chamado Kona Inspired foi lançado esta quinta-feira (01/03) com a intenção de conhecer e fazer conhecidas as emocionantes histórias dos participantes da maior competição de triathlon do mundo. Além disso, a partir da participação do público, o projeto vai levar oito atletas para disputarem o Campeonato Mundial de Ironman em Kona, no Havaí.

A partir desta semana, atletas de qualquer parte do mundo podem enviar seus vídeos de até 90 segundos mostrando como representam o lema do Ironman, “Tudo é possível”. Os vídeos serão assistidos e votados pelo público para eleger quais os oito que merecem uma vaga em Kona.

O envio dos vídeos deve ser feito até o dia 31 de março pelo site www.konainspired.com ou pela página do Facebook Kona Inspired. A votação será no mesmo site. Participe, envie o seu vídeo e vote!

Argentino Oscar Galindez usa Ironman Brasil como parte de ação social

Com três títulos do Ironman Brasil no currículo e diversas participações, esse ano o argentino radicado no Brasil, Oscar Saúl Galindez, disputará a prova como parte de uma ação social. “Vou finalizar o Projeto Solidário para ajudar uma escola na Argentina que atende quase 100 alunos com deficiência física e financeira. Alguns deles só se alimentam na escola”, conta o triatleta que mora em Santos.

Galindez leiloou 15 pacotes com inscrição para o Ironman Brasil, uniformes de sua grife, a OG Design, uma planilha de treinamento geral e parte do dinheiro arrecadado foi doado para a escola Apadim, em Córdoba. “Montamos uma academia de reabilitação para jovens”, ressanta.

O triatleta fez um sorteio por intermédio da loteria argentina e houve 100 interessados em adquirir os pacotes. “Esse projeto social me deixa mais realizado como ser humano e a minha presença no Ironman será importante, pois esses 15 atletas estarão lá competindo”, lembra Galindez. Entre os competidores que apoiaram a causa estão 13 argentinos e dois uruguaios.

Mundial - Além de disputar a prova do dia 29 de maio visando finalizar o projeto social, Oscar Galindez estará de olho na vaga para a final do Ironman e do Ironman 70.3, em Kona, no Havaí e Las Vegas, EUA, respectivamente. Ao contrário dos anos passados, em que cada uma das provas do circuito mundial distribuía vagas nas diversas categorias, agora é necessário acumular pontos em pelo menos cinco etapas e se colocar entre os 50 melhores até o fim de agosto.

“Até o final de março eu já ocupava a 25ª colocação para o Ironman e a oitava para o 70.3. A minha intenção é disputar as duas provas, que tem quatro semanas de diferença entre elas”, relata. Como parte do treinamento para atingir esse objetivo, ele passou a competir com mais regularidade, da mesma forma como fazia há alguns anos.

Atualmente a recuperação muscular é um pouco mais demorada do que antes, mas segundo Galindez, o auge dos seus 39 anos não influencia nesse processo, como pensam algumas pessoas. “Acho que a idade não tem nada a ver, porque me sinto até mais forte do que aos 25 anos, mas tenho que dividir meu tempo de atleta com a empresa OG Design”.

Com um volume de três semanas de treino, Galindez afirma que a parte mais pesada será em meados de abril, após a disputa de uma prova na Argentina. “Ao todo serão seis semanas de treino específico. Isso é o que eu preciso para não chegar cansado e ter uma boa perfomance”.

História - Com 25 anos de carreira, Galindez acumula diversos títulos ao redor do mundo, mas elenca o terceiro lugar nos Jogos Pan Americanos de Mar Del Plata, em 1995, como uma conquista marcante. “Eu tinha luxado o ombro 46 dias antes e era praticamente impossível competir. Fui lá, me superei e ainda consegui uma medalha”.

Galindez chegou ao Brasil em 1995 na cidade de Santos, litoral paulista, mas ainda hoje vai à sua residência em Córdoba, onde as condições de treinos são melhores. “Não consigo ficar num lugar fixo treinando”, relata o argentino. O triatleta faz questão de afirmar que sempre pagou todos os impostos brasileiros e nunca teve vínculo algum com instituições governamentais. “Sempre tive o apoio de várias empresas brasileiras, como a Rebook, a Memorial e a Faculdade Unimonte”.

Sempre representando a Argentina nas competições, Galindez não esconde que uma parte do coração é verde amarela. “A minha filha nasceu aqui, tenho um vínculo muito grande com o país”, finaliza.


Argentino Oscar Galindez usa Ironman Brasil como parte de ação social

Triathlon · 07 abr, 2011

Com três títulos do Ironman Brasil no currículo e diversas participações, esse ano o argentino radicado no Brasil, Oscar Saúl Galindez, disputará a prova como parte de uma ação social. “Vou finalizar o Projeto Solidário para ajudar uma escola na Argentina que atende quase 100 alunos com deficiência física e financeira. Alguns deles só se alimentam na escola”, conta o triatleta que mora em Santos.

Galindez leiloou 15 pacotes com inscrição para o Ironman Brasil, uniformes de sua grife, a OG Design, uma planilha de treinamento geral e parte do dinheiro arrecadado foi doado para a escola Apadim, em Córdoba. “Montamos uma academia de reabilitação para jovens”, ressanta.

O triatleta fez um sorteio por intermédio da loteria argentina e houve 100 interessados em adquirir os pacotes. “Esse projeto social me deixa mais realizado como ser humano e a minha presença no Ironman será importante, pois esses 15 atletas estarão lá competindo”, lembra Galindez. Entre os competidores que apoiaram a causa estão 13 argentinos e dois uruguaios.

Mundial - Além de disputar a prova do dia 29 de maio visando finalizar o projeto social, Oscar Galindez estará de olho na vaga para a final do Ironman e do Ironman 70.3, em Kona, no Havaí e Las Vegas, EUA, respectivamente. Ao contrário dos anos passados, em que cada uma das provas do circuito mundial distribuía vagas nas diversas categorias, agora é necessário acumular pontos em pelo menos cinco etapas e se colocar entre os 50 melhores até o fim de agosto.

“Até o final de março eu já ocupava a 25ª colocação para o Ironman e a oitava para o 70.3. A minha intenção é disputar as duas provas, que tem quatro semanas de diferença entre elas”, relata. Como parte do treinamento para atingir esse objetivo, ele passou a competir com mais regularidade, da mesma forma como fazia há alguns anos.

Atualmente a recuperação muscular é um pouco mais demorada do que antes, mas segundo Galindez, o auge dos seus 39 anos não influencia nesse processo, como pensam algumas pessoas. “Acho que a idade não tem nada a ver, porque me sinto até mais forte do que aos 25 anos, mas tenho que dividir meu tempo de atleta com a empresa OG Design”.

Com um volume de três semanas de treino, Galindez afirma que a parte mais pesada será em meados de abril, após a disputa de uma prova na Argentina. “Ao todo serão seis semanas de treino específico. Isso é o que eu preciso para não chegar cansado e ter uma boa perfomance”.

História - Com 25 anos de carreira, Galindez acumula diversos títulos ao redor do mundo, mas elenca o terceiro lugar nos Jogos Pan Americanos de Mar Del Plata, em 1995, como uma conquista marcante. “Eu tinha luxado o ombro 46 dias antes e era praticamente impossível competir. Fui lá, me superei e ainda consegui uma medalha”.

Galindez chegou ao Brasil em 1995 na cidade de Santos, litoral paulista, mas ainda hoje vai à sua residência em Córdoba, onde as condições de treinos são melhores. “Não consigo ficar num lugar fixo treinando”, relata o argentino. O triatleta faz questão de afirmar que sempre pagou todos os impostos brasileiros e nunca teve vínculo algum com instituições governamentais. “Sempre tive o apoio de várias empresas brasileiras, como a Rebook, a Memorial e a Faculdade Unimonte”.

Sempre representando a Argentina nas competições, Galindez não esconde que uma parte do coração é verde amarela. “A minha filha nasceu aqui, tenho um vínculo muito grande com o país”, finaliza.

Conrad Stoltz é tetracampeão no Mundial de Xterra, no Havaí

O sul-africano Conrad Stoltz entrou para história ao ganhar pela quarta vez o campeonato mundial de Xterra, com o tempo de 2h31min07, no domingo (24/10), no Havaí após ter percorrido 1,5 quilômetro de natação, 20 de mountain bike e 12 de corrida em trilhas. A 15ª etapa do circuito reuniu os melhores atletas do mundo, entre eles o próprio Stoltz, também conhecido como o Homem das Cavernas. Segundo o triatleta, que completou 37 anos um dia antes da corrida, a vitória foi um grande presente.

Stoltz é o primeiro profissional a conquistar tantos títulos no circuito mundial e registrou o segundo melhor tempo já alcançado no campeonato. "A sensação é uma das melhores. Em 2007 a vitória foi gratificante porque eu tinha acabado de me recuperar de lesões. Já este ano houve uma grande pressão emocional ", conta o ganhador, que dedicou a vitória ao pai, que está lutando contra um câncer na África do Sul.

O campeão saiu da natação em sétimo lugar, mas compensou na mountain bike com um tempo recorde de 1h23min48, quatro minutos e meio de vantagem sobre os demais competidores. "O percurso foi mais difícil do que eu pensava", disse o triatleta, que conseguiu manter o bom ritmo também durante a corrida.

O segundo lugar na disputa ficou com o francês Franky Batelier, que foi o melhor na corrida, mas ainda assim cruzou a linha de chegada em 2h36min14, cinco minutos após o primeiro colocado. "Logo no começo da prova de bike eu estava atrás de Stoltz, mas ele foi mais rápido”, diz Franky.

“Ele é muito forte, é o homem das cavernas, o melhor do mundo. Parabéns ao ganhador", complementa o francês, que disse estar feliz com a própria colocação. Em terceiro lugar chegou o austríaco Michael Weiss, com a marca de 2h36min45.


Shonny Van Landigham fechou a prova como a grande vencedora da categoria feminina e levou para casa 20 mil dólares. Ela disputou outras provas nos últimos anos, mas ficava somente entre as dez melhores triatletas do mundo, porém sem conquistar nenhum título.

Este ano, a norte-americana disse que a vitória não foi por um acaso, já que há três anos vinha se preparando para o mundial de 2010. "Este é meu terceiro ano no circuito e eu alcancei o meu objetivo, uma grande meta para os meus 41 anos", garante a ganhadora, que também definiu um recorde pessoal ao finalizar a disputa com o tempo de 2h58min20.

Shonny foi quase dez minutos mais rápido do que no ano anterior e também registrou o melhor tempo feminino do Campeonato. “Eu nunca ganhei um campeonato mundial, nem mesmo no mountain bike, então isso é realmente o ápice da minha carreira ", conta a triatleta. A conquista não foi fácil, já que a tetracampeã Julie Dibens, do Reino Unido, esteve próxima durante todo o percurso. Dibens, inclusive, manteve a liderança nos primeiros quilômetros da prova e foi vice-campeã com o tempo de 2h59min32, apenas um minuto e 12 segundos atrás de Van Landingham.

"Shonny Van é um demônio na bike, uma atleta de verdade e a melhor ciclista de montanha”, acredita Dibens, que na corrida esteve apenas com 30 segundos de desvantagem sobre a primeira colocada. Quem completou o pódio feminino de forma surpreende foi a francesa Marion Lorblanchet, que superou um pedal quebrado da bicicleta e terminou a prova em 3h06min11. "Eu bati a bicicleta e quebrei meu pedal, então perdi muito tempo", diz a francesa. "Só tinha que resolver o meu nervosismo na corrida, pois estava cansada, mas ainda assim sabia que podia correr rápido", completa.


O triatleta Alexandre Manzan conquistou o 11° lugar no mundial do Xterra Global Tour e realizou a segunda melhor corrida entre todos os participantes. O brasileiro marcou 44min01, apenas sete segundos atrás do francês Nico Lebrun, que finalizou o trecho em 44min08.

Manzan percorreu um quilômetro e meio de natação, 32 de mountain bike e 12 quilômetros de corrida em 2h43min35. Além dele, participaram da prova mais 31 brasileiros. Na categoria elite, o jovem Felipe Moletta, campeão em Ilhabela 2010, foi o 29° (2h54min36), e Frederico Zacharias o 34° (3h02min51). Entre as mulheres, Daniela Machado foi a 19ª (4h00min58) e Isabella Ribeiro a 20ª (4h23min26).

A final do Xterra Global Tour reuniu cerca de 600 atletas, entre profissionais e amadores, classificados ao longo de 100 etapas em 16 países e 35 estados americanos. A premiação total foi de 105 mil dólares. Manzan embolsou 400 dólares pelo 11° lugar. A próxima etapa do Xterra no Brasil está marcada para o dia 20 de novembro, no Beach Park/Fortaleza, onde haverá premiação dos líderes do ranking nacional. Para ver os resultados completos do XTterra World Championships, em Maui, basta acessar http://www.jtltiming.com/results/x-maui10.html.


Conrad Stoltz é tetracampeão no Mundial de Xterra, no Havaí

Triathlon · 26 out, 2010

O sul-africano Conrad Stoltz entrou para história ao ganhar pela quarta vez o campeonato mundial de Xterra, com o tempo de 2h31min07, no domingo (24/10), no Havaí após ter percorrido 1,5 quilômetro de natação, 20 de mountain bike e 12 de corrida em trilhas. A 15ª etapa do circuito reuniu os melhores atletas do mundo, entre eles o próprio Stoltz, também conhecido como o Homem das Cavernas. Segundo o triatleta, que completou 37 anos um dia antes da corrida, a vitória foi um grande presente.

Stoltz é o primeiro profissional a conquistar tantos títulos no circuito mundial e registrou o segundo melhor tempo já alcançado no campeonato. "A sensação é uma das melhores. Em 2007 a vitória foi gratificante porque eu tinha acabado de me recuperar de lesões. Já este ano houve uma grande pressão emocional ", conta o ganhador, que dedicou a vitória ao pai, que está lutando contra um câncer na África do Sul.

O campeão saiu da natação em sétimo lugar, mas compensou na mountain bike com um tempo recorde de 1h23min48, quatro minutos e meio de vantagem sobre os demais competidores. "O percurso foi mais difícil do que eu pensava", disse o triatleta, que conseguiu manter o bom ritmo também durante a corrida.

O segundo lugar na disputa ficou com o francês Franky Batelier, que foi o melhor na corrida, mas ainda assim cruzou a linha de chegada em 2h36min14, cinco minutos após o primeiro colocado. "Logo no começo da prova de bike eu estava atrás de Stoltz, mas ele foi mais rápido”, diz Franky.

“Ele é muito forte, é o homem das cavernas, o melhor do mundo. Parabéns ao ganhador", complementa o francês, que disse estar feliz com a própria colocação. Em terceiro lugar chegou o austríaco Michael Weiss, com a marca de 2h36min45.


Shonny Van Landigham fechou a prova como a grande vencedora da categoria feminina e levou para casa 20 mil dólares. Ela disputou outras provas nos últimos anos, mas ficava somente entre as dez melhores triatletas do mundo, porém sem conquistar nenhum título.

Este ano, a norte-americana disse que a vitória não foi por um acaso, já que há três anos vinha se preparando para o mundial de 2010. "Este é meu terceiro ano no circuito e eu alcancei o meu objetivo, uma grande meta para os meus 41 anos", garante a ganhadora, que também definiu um recorde pessoal ao finalizar a disputa com o tempo de 2h58min20.

Shonny foi quase dez minutos mais rápido do que no ano anterior e também registrou o melhor tempo feminino do Campeonato. “Eu nunca ganhei um campeonato mundial, nem mesmo no mountain bike, então isso é realmente o ápice da minha carreira ", conta a triatleta. A conquista não foi fácil, já que a tetracampeã Julie Dibens, do Reino Unido, esteve próxima durante todo o percurso. Dibens, inclusive, manteve a liderança nos primeiros quilômetros da prova e foi vice-campeã com o tempo de 2h59min32, apenas um minuto e 12 segundos atrás de Van Landingham.

"Shonny Van é um demônio na bike, uma atleta de verdade e a melhor ciclista de montanha”, acredita Dibens, que na corrida esteve apenas com 30 segundos de desvantagem sobre a primeira colocada. Quem completou o pódio feminino de forma surpreende foi a francesa Marion Lorblanchet, que superou um pedal quebrado da bicicleta e terminou a prova em 3h06min11. "Eu bati a bicicleta e quebrei meu pedal, então perdi muito tempo", diz a francesa. "Só tinha que resolver o meu nervosismo na corrida, pois estava cansada, mas ainda assim sabia que podia correr rápido", completa.


O triatleta Alexandre Manzan conquistou o 11° lugar no mundial do Xterra Global Tour e realizou a segunda melhor corrida entre todos os participantes. O brasileiro marcou 44min01, apenas sete segundos atrás do francês Nico Lebrun, que finalizou o trecho em 44min08.

Manzan percorreu um quilômetro e meio de natação, 32 de mountain bike e 12 quilômetros de corrida em 2h43min35. Além dele, participaram da prova mais 31 brasileiros. Na categoria elite, o jovem Felipe Moletta, campeão em Ilhabela 2010, foi o 29° (2h54min36), e Frederico Zacharias o 34° (3h02min51). Entre as mulheres, Daniela Machado foi a 19ª (4h00min58) e Isabella Ribeiro a 20ª (4h23min26).

A final do Xterra Global Tour reuniu cerca de 600 atletas, entre profissionais e amadores, classificados ao longo de 100 etapas em 16 países e 35 estados americanos. A premiação total foi de 105 mil dólares. Manzan embolsou 400 dólares pelo 11° lugar. A próxima etapa do Xterra no Brasil está marcada para o dia 20 de novembro, no Beach Park/Fortaleza, onde haverá premiação dos líderes do ranking nacional. Para ver os resultados completos do XTterra World Championships, em Maui, basta acessar http://www.jtltiming.com/results/x-maui10.html.

Amadora vence Long Distance de olho no Havaí

A penúltima etapa do RBK Premier Long Distance aconteceu no último domingo em Caiobá e os atletas enfrentaram 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida sob frio e chuva. Fábio Carvalho e Vanessa Gianinni foram os vencedores entre os profissionais, mas o destaque ficou por conta da amadora Lícia Oliveira.

Ela foi a primeira amadora a cruzar a linha de chegada e usou a competição como mais um treinamento para o Ironman do Havaí, vaga conquistada na disputa da modalidade em Florianópolis. “Não estava pensando em disputar a prova de Caiobá com força total, mas sim como treino. Estava frio e, pra falar a verdade, sem muito ânimo. Mas como venho treinando seguidamente para o Ironman, achei bom deixar a rotina e competir pra valer”, comenta a paulista.

Segundo a triathleta, durante a prova ela se sentiu muito bem e conseguiu impor um ritmo forte, até porque já havia competido com a maioria das adversárias. “Eu sabia que poderia vencer e fiquei muito satisfeita com o resultado”. Aos 28 anos de idade ela começou na natação, fazendo travessias, e está no triathlon desde 2003.

Ironwoman - Na etapa de abertura, no Rio de Janeiro, ela venceu na categoria 25 a 29, foi terceira no geral e, no Ironman Brasil, foi a 11ª entre as mulheres e garantiu uma vaga no Havaí. “Nos meus planos tentaria uma vaga somente em 2008. Mas como meu marido e meus amigos foram, acabei indo na onda para treinar e graças a eles levei dinheiro para a inscrição”.

O Mundial de Ironman acontece no dia 13 de outubro na Ilha de Kona, Havaí e, para viabilizar a participação, Lícia vai batalhar para conseguir apoio de alguma entidade privada. “Espero que meus resultados possam sensibilizar alguma empresa que queira investir”, comenta.


Amadora vence Long Distance de olho no Havaí

Triathlon · 07 ago, 2007

A penúltima etapa do RBK Premier Long Distance aconteceu no último domingo em Caiobá e os atletas enfrentaram 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida sob frio e chuva. Fábio Carvalho e Vanessa Gianinni foram os vencedores entre os profissionais, mas o destaque ficou por conta da amadora Lícia Oliveira.

Ela foi a primeira amadora a cruzar a linha de chegada e usou a competição como mais um treinamento para o Ironman do Havaí, vaga conquistada na disputa da modalidade em Florianópolis. “Não estava pensando em disputar a prova de Caiobá com força total, mas sim como treino. Estava frio e, pra falar a verdade, sem muito ânimo. Mas como venho treinando seguidamente para o Ironman, achei bom deixar a rotina e competir pra valer”, comenta a paulista.

Segundo a triathleta, durante a prova ela se sentiu muito bem e conseguiu impor um ritmo forte, até porque já havia competido com a maioria das adversárias. “Eu sabia que poderia vencer e fiquei muito satisfeita com o resultado”. Aos 28 anos de idade ela começou na natação, fazendo travessias, e está no triathlon desde 2003.

Ironwoman - Na etapa de abertura, no Rio de Janeiro, ela venceu na categoria 25 a 29, foi terceira no geral e, no Ironman Brasil, foi a 11ª entre as mulheres e garantiu uma vaga no Havaí. “Nos meus planos tentaria uma vaga somente em 2008. Mas como meu marido e meus amigos foram, acabei indo na onda para treinar e graças a eles levei dinheiro para a inscrição”.

O Mundial de Ironman acontece no dia 13 de outubro na Ilha de Kona, Havaí e, para viabilizar a participação, Lícia vai batalhar para conseguir apoio de alguma entidade privada. “Espero que meus resultados possam sensibilizar alguma empresa que queira investir”, comenta.

Entusiasmo marca entrega de vagas para o Havaí

Durante a cerimônia de entrega das vagas para o Ironman do Havaí, na manhã de ontem em Florianópolis, dezenas de atletas aguardavam ansiosamente o anúncio dos classificados. Mesmo com dores musculares e o corpo não recuperado totalmente, não faltou ânimo para os contemplados e para os familiares e amigos presentes.

Argentinos, brasileiros, canadenses, americanos, o salão parecia uma torre de babel com diversos grupos conversando entre si, mas a cada anúncio de um atleta que recebia a vaga, todos aplaudiam e assobiavam. Carlos Galvão, diretor do evento, fez questão de cumprimentar cada um dos 50 felizardos.

Paulo Costa, terceiro colocado na categoria 35 a 39 anos vai participar pela segunda vez da prova na capital havaiana e sabe que encontrará condições bem mais duras do que em Florianópolis. “O clima já é diferente, pois venta muito e a temperatura é muito alta. É a nata do esporte, todos sonham em fazer”, comenta.

Ao ser perguntado se já veio para a ilha da magia pensando na vaga, ele diz que não era o objetivo principal. “A meta era completar e durante a prova vim desenvolvendo bem e percebi que conseguiria o pódio”.

Meia finlandesa, meia brasileira - Quem também ostentava um sorriso de orelha a orelha era a finlandesa Viveka Kaitila, que foi a primeira colocada na categoria 40 a 44 anos. Ela mora no Brasil desde os quatro anos de idade e, apesar de competir em provas de triathlon desde 2002, participou em Floripa de seu segundo Ironman.

“Ano passado fui para Lince (França) apenas para completar e esse ano tinha vontade de conseguir a vaga para o Havaí, mas não fiquei obcecada”, comenta com um português impecável e sem nenhum resquício de sotaque estrangeiro.

Sobre Kona, ela prefere não ficar muito preocupada, pelo menos até o momento. “Vou mais pelo clima da prova, o ambiente e as pessoas. É difícil para todo mundo, mas é a ilha da magia do Havaí”. Radicada em São Paulo, ela diz que pretende se naturalizar em breve, pois se considera “brasileira de coração”.


Entusiasmo marca entrega de vagas para o Havaí

Triathlon · 29 maio, 2007

Durante a cerimônia de entrega das vagas para o Ironman do Havaí, na manhã de ontem em Florianópolis, dezenas de atletas aguardavam ansiosamente o anúncio dos classificados. Mesmo com dores musculares e o corpo não recuperado totalmente, não faltou ânimo para os contemplados e para os familiares e amigos presentes.

Argentinos, brasileiros, canadenses, americanos, o salão parecia uma torre de babel com diversos grupos conversando entre si, mas a cada anúncio de um atleta que recebia a vaga, todos aplaudiam e assobiavam. Carlos Galvão, diretor do evento, fez questão de cumprimentar cada um dos 50 felizardos.

Paulo Costa, terceiro colocado na categoria 35 a 39 anos vai participar pela segunda vez da prova na capital havaiana e sabe que encontrará condições bem mais duras do que em Florianópolis. “O clima já é diferente, pois venta muito e a temperatura é muito alta. É a nata do esporte, todos sonham em fazer”, comenta.

Ao ser perguntado se já veio para a ilha da magia pensando na vaga, ele diz que não era o objetivo principal. “A meta era completar e durante a prova vim desenvolvendo bem e percebi que conseguiria o pódio”.

Meia finlandesa, meia brasileira - Quem também ostentava um sorriso de orelha a orelha era a finlandesa Viveka Kaitila, que foi a primeira colocada na categoria 40 a 44 anos. Ela mora no Brasil desde os quatro anos de idade e, apesar de competir em provas de triathlon desde 2002, participou em Floripa de seu segundo Ironman.

“Ano passado fui para Lince (França) apenas para completar e esse ano tinha vontade de conseguir a vaga para o Havaí, mas não fiquei obcecada”, comenta com um português impecável e sem nenhum resquício de sotaque estrangeiro.

Sobre Kona, ela prefere não ficar muito preocupada, pelo menos até o momento. “Vou mais pelo clima da prova, o ambiente e as pessoas. É difícil para todo mundo, mas é a ilha da magia do Havaí”. Radicada em São Paulo, ela diz que pretende se naturalizar em breve, pois se considera “brasileira de coração”.

Galindez está pronto para encarar o Ironman do Havaí

Triathlon · 19 out, 2006

O argentino Oscar Galindez, radicado no Brasil, participa no próximo sábado do Mundial de Ironman no Havaí. A competição tem 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42,1km de corrida. Galindez venceu o Ironman do Brasil desse ano e está confiante para a prova.

“As expectativas são as melhores. Porém, em uma prova com esse nível de dificuldade, afinal é o Mundial de Ironman, não tenho como adiantar nenhum resultado”, conta o atleta que no mês de agosto completou 15 anos de carreira. “A única coisa que posso comentar é que estou bem confiante e tentarei fazer o melhor. Espero que os deuses havaianos me acompanhem no dia da prova”.

No último dia 15 o argentino, que já está na Ilha de Kona, local da prova, se assustou com um terremoto que atingiu a cidade. “Foi terrível, a casa onde eu estava se mexia, parecia que ia cair. Os quadros despencavam da parede, os copos e pratos também foram ao chão. Felizmente não houve feridos”, revela Galindez.

O terremoto atingiu 6,6 graus na escala Richter. Ocorreram cortes de energia elétrica e os aeroportos foram fechados. Mas Galindez já está pronto para enfrentar o desafio que contará com alguns brasileiros como a carioca Fernanda Keller e o paulista Ivan Albano.