Cobertura_SãoSilvestre_2012

Hotéis oferecem conforto e proximidade da São Silvestre para atletas

Além dos muitos atletas africanos que se destacam na São Silvestre, muitos corredores que estão longe da capital paulista viajam de diversas partes do Brasil para vencer o desafiante percurso. Para acomodar os atletas, hotéis da região estarão disponíveis para oferecer uma estadia perto da largada e chegada, para os competidores já entrarem no clima.

Próximos da Av. Paulista, os hotéis Transamerica Prime International Plaza (Al. Santos, 1.123), Quality Jardins (Al. Campinas, 540), Maksoud Plaza (Al. Campinas, 150) e Travel Inn Park Avenue Jardins (Al. Jaú, 358) oferecem tarifas diárias que variam entre R$ 229 e R$ 554. Um pouco mais distante da avenida principal da prova, o Tulip Inn Interative (rua José Maria Lisboa, 555) tem diárias a partir de R$ 199.

Para os corredores que já querem aquecer para vencer a famosa subida da Av. Brigadeiro Luis Antônio, os hotéis Mercure São Paulo Paulista (São Carlos do Pinhal, 87), Ramada São Paulo Jardins (Al. Santos , 484) e London Class Suits (Al. Jaú, 135) são ótimas pedidas de estadia. Os preços nos estabelecimentos variam de R$ 137 até R$ 209.

Já nas proximidades da rua da Consolação, os hotéis Ibis Buget (Rua da Consolação, 2.303), Carillon Plaza (rua Bela Cintra, 652), Herintage Residence Service (rua Fernando de Albuquerque, 122) e Bella Augusta Residence (rua Augusta, 1.255) garantem a proximidade do parque Trianon e do parque Aclimação para eventuais treinos. O preço das diárias varia de R$ 117 à R$ 311.

Cultura- Os atletas também podem aproveitar o final de semana que antecede a prova com uma visita ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), Casa das Rosas ou no Espaço Cultural Itaú, todos localizados na Av. Paulista. Os shoppings Pátio Paulista e Frei Caneca também são ótimas pedidas para um momento de descontração.


Hotéis oferecem conforto e proximidade da São Silvestre para atletas

Corridas de Rua · 26 dez, 2012

Além dos muitos atletas africanos que se destacam na São Silvestre, muitos corredores que estão longe da capital paulista viajam de diversas partes do Brasil para vencer o desafiante percurso. Para acomodar os atletas, hotéis da região estarão disponíveis para oferecer uma estadia perto da largada e chegada, para os competidores já entrarem no clima.

Próximos da Av. Paulista, os hotéis Transamerica Prime International Plaza (Al. Santos, 1.123), Quality Jardins (Al. Campinas, 540), Maksoud Plaza (Al. Campinas, 150) e Travel Inn Park Avenue Jardins (Al. Jaú, 358) oferecem tarifas diárias que variam entre R$ 229 e R$ 554. Um pouco mais distante da avenida principal da prova, o Tulip Inn Interative (rua José Maria Lisboa, 555) tem diárias a partir de R$ 199.

Para os corredores que já querem aquecer para vencer a famosa subida da Av. Brigadeiro Luis Antônio, os hotéis Mercure São Paulo Paulista (São Carlos do Pinhal, 87), Ramada São Paulo Jardins (Al. Santos , 484) e London Class Suits (Al. Jaú, 135) são ótimas pedidas de estadia. Os preços nos estabelecimentos variam de R$ 137 até R$ 209.

Já nas proximidades da rua da Consolação, os hotéis Ibis Buget (Rua da Consolação, 2.303), Carillon Plaza (rua Bela Cintra, 652), Herintage Residence Service (rua Fernando de Albuquerque, 122) e Bella Augusta Residence (rua Augusta, 1.255) garantem a proximidade do parque Trianon e do parque Aclimação para eventuais treinos. O preço das diárias varia de R$ 117 à R$ 311.

Cultura- Os atletas também podem aproveitar o final de semana que antecede a prova com uma visita ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), Casa das Rosas ou no Espaço Cultural Itaú, todos localizados na Av. Paulista. Os shoppings Pátio Paulista e Frei Caneca também são ótimas pedidas para um momento de descontração.

Fundação Cásper Líbero coíbe utilização de nome São Silvestre

Maior corrida de rua do Brasil, a São Silvestre chega à sua 88ª edição em 2012. Acompanhar a prova no último dia do ano é uma tradição do público brasileiro já há diversas décadas. Em homenagem ao santo do dia e à famosa corrida, pequenos eventos – alguns também já tradicionais – surgiram pelo país afora. Mas seus dias podem estar contados.

Polêmica- Em 2011, a organização retirou do percurso a clássica chegada da Avenida Paulista (retomada neste ano). Insatisfeito, um grupo de amantes da corrida organizou um treino – que ganhou caráter de protesto – no percurso antigo.

Por nomear o treino como São Silvestre Cover, o amador Antônio Colucci sofre um processo da Fundação Cásper Líbero. “Patentearam o nome do santo?”, reclama Colucci. “Tem que ver isso com o Vaticano!”, ironiza.

O corredor conta que teve que ir prestar depoimento em delegacia sobre o episódio. “Quando contei a história para o delegado ele ficou dando risada, de tão absurdo. ‘Você estava correndo com outras pessoas? No meio da rua? E o que mais?’”, relembra.

Ameaça às provas locais- No final de novembro, a São Silvestre Joseense, de São José dos Campos (SP), passou a divulgar as inscrições para sua segunda edição. Em duas semanas, alterou o nome para Corrida da Virada Joseense, após notificação da Fundação Cásper Líbero.

O incidente deixa em alerta outras pequenas provas homônimas, já tradicionais em suas cidades. Só no interior paulista, existem ao menos quatro outras São Silvestre com cerca de meio século de existência: Avaré (na 67ª edição), Conchal (60ª), Brotas (57ª) e Franco da Rocha (48ª).

“A corrida existe há 48 anos com o mesmo nome. É corrida de bairro, tanto que há premiação para os corredores de Pouso Alegre (bairro onde ocorre a prova) e para os de fora”, conta José Ribeiro, um dos organizadores da São Silvestre em Franco da Rocha. “É uma tradição franco-rochense, não tem como mudar o nome”, diz, em tom de lamentação ao saber o destino da homônima de São José.

Parecer legal- Segundo Clay Ellison Gomes Leal, consultor de propriedade industrial, a Fundação Cásper Líbero tem exclusividade da utilização do termo “São Silvestre” no segmento de corridas, “embora seja o nome do santo do dia”.

“A lei da propriedade industrial e o tratado da Convenção de Paris dá amparo para isso”, esclarece. Inclusive, de acordo com Clay a proteção ao nome pode ser mundial, visto que a corrida é um evento internacional.

Posição oficial- Em nota, a Fundação Cásper Líbero informa que desde 1989 detém o registro do nome “Corrida Internacional de São Silvestre” no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e que isso garante à instituição a exclusividade de seu uso em todo o território nacional.

“A legislação é válida para o Brasil e não há impedimento legal de outros países usarem o nome ou equivalente em seus respectivos idiomas ao realizarem provas no dia 31 de dezembro, dia de São Silvestre. O objetivo da FCL é resguardar a tradição da São Silvestre brasileira, como um dos legados deixados pelo jornalista Cásper Líbero, um amante das corridas de rua”, diz o comunicado, descartando impugnar a realização de provas fora do país, como a São Silvestre de Luanda, na Angola.

As notificações às provas brasileiras que utilizam parte do nome são justificadas como pertinentes, “uma vez que a lei de marcas e patentes garante ao detentor do registro o uso exclusivo da marca e veda a reprodução ou alteração não autorizada do nome, seja total ou parcial, por terceiros de modo a que possa induzir confusão”, encerra o informativo.


Fundação Cásper Líbero coíbe utilização de nome São Silvestre

Corridas de Rua · 21 dez, 2012

Maior corrida de rua do Brasil, a São Silvestre chega à sua 88ª edição em 2012. Acompanhar a prova no último dia do ano é uma tradição do público brasileiro já há diversas décadas. Em homenagem ao santo do dia e à famosa corrida, pequenos eventos – alguns também já tradicionais – surgiram pelo país afora. Mas seus dias podem estar contados.

Polêmica- Em 2011, a organização retirou do percurso a clássica chegada da Avenida Paulista (retomada neste ano). Insatisfeito, um grupo de amantes da corrida organizou um treino – que ganhou caráter de protesto – no percurso antigo.

Por nomear o treino como São Silvestre Cover, o amador Antônio Colucci sofre um processo da Fundação Cásper Líbero. “Patentearam o nome do santo?”, reclama Colucci. “Tem que ver isso com o Vaticano!”, ironiza.

O corredor conta que teve que ir prestar depoimento em delegacia sobre o episódio. “Quando contei a história para o delegado ele ficou dando risada, de tão absurdo. ‘Você estava correndo com outras pessoas? No meio da rua? E o que mais?’”, relembra.

Ameaça às provas locais- No final de novembro, a São Silvestre Joseense, de São José dos Campos (SP), passou a divulgar as inscrições para sua segunda edição. Em duas semanas, alterou o nome para Corrida da Virada Joseense, após notificação da Fundação Cásper Líbero.

O incidente deixa em alerta outras pequenas provas homônimas, já tradicionais em suas cidades. Só no interior paulista, existem ao menos quatro outras São Silvestre com cerca de meio século de existência: Avaré (na 67ª edição), Conchal (60ª), Brotas (57ª) e Franco da Rocha (48ª).

“A corrida existe há 48 anos com o mesmo nome. É corrida de bairro, tanto que há premiação para os corredores de Pouso Alegre (bairro onde ocorre a prova) e para os de fora”, conta José Ribeiro, um dos organizadores da São Silvestre em Franco da Rocha. “É uma tradição franco-rochense, não tem como mudar o nome”, diz, em tom de lamentação ao saber o destino da homônima de São José.

Parecer legal- Segundo Clay Ellison Gomes Leal, consultor de propriedade industrial, a Fundação Cásper Líbero tem exclusividade da utilização do termo “São Silvestre” no segmento de corridas, “embora seja o nome do santo do dia”.

“A lei da propriedade industrial e o tratado da Convenção de Paris dá amparo para isso”, esclarece. Inclusive, de acordo com Clay a proteção ao nome pode ser mundial, visto que a corrida é um evento internacional.

Posição oficial- Em nota, a Fundação Cásper Líbero informa que desde 1989 detém o registro do nome “Corrida Internacional de São Silvestre” no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e que isso garante à instituição a exclusividade de seu uso em todo o território nacional.

“A legislação é válida para o Brasil e não há impedimento legal de outros países usarem o nome ou equivalente em seus respectivos idiomas ao realizarem provas no dia 31 de dezembro, dia de São Silvestre. O objetivo da FCL é resguardar a tradição da São Silvestre brasileira, como um dos legados deixados pelo jornalista Cásper Líbero, um amante das corridas de rua”, diz o comunicado, descartando impugnar a realização de provas fora do país, como a São Silvestre de Luanda, na Angola.

As notificações às provas brasileiras que utilizam parte do nome são justificadas como pertinentes, “uma vez que a lei de marcas e patentes garante ao detentor do registro o uso exclusivo da marca e veda a reprodução ou alteração não autorizada do nome, seja total ou parcial, por terceiros de modo a que possa induzir confusão”, encerra o informativo.

Rafael Novais espera ser o melhor brasileiro na São Silvestre

Dia 31 de dezembro Rafael Novais estará pela primeira vez no field da São Silvestre. Segundo ele, a preparação para os 15 quilômetros da prova tem sido específica e bem trabalhada. “A São Silvestre é a prova mais importante do Brasil. Vou correr para atingir a minha melhor marca”, afirma.

Nessa temporada, o fundista da equipe de atletismo do Esporte Clube Pinheiros conseguiu resultados importantes: venceu os cinco mil metros do Troféu Brasil de Atletismo, foi o mais rápido em duas etapas da Golden Four (São Paulo e Brasília) e ficou em segundo lugar na 15K Sargento Gonzaguinha, prova vista como preparatória para a São Silvestre.

“Os meus bons resultados nesse ano ajudam bastante para eu ir tranquilo para a largada. Estou com uma confiança enorme”, destaca o atleta. Dentre os fundistas da equipe do Pinheiros, Novais é o nome de maior destaque escalado para a última corrida da temporada. Além dele, o clube paulistano terá Michelle Chagas e Sirlene Pinho compondo o field feminino.

Rotina exclusiva- É em um município da Grande São Paulo que Novais tem concentrado seus treinos. “Moro em Itapecerica da Serra, cidade que tem a mesma altitude da Avenida Paulista (local de largada da São Silvestre) e é lá que eu pratico rodagem e distância. Só ano que vem vou treinar na altitude elevada”, explica.

Durante 2012 Novais enfrentou uma rotina de treinamentos visando o ganho de força e resistência. Segundo ele, características dos fundistas que já conseguiram vencer a corrida paulistana. “A São Silvestre não é uma prova muito rápida, então foquei na base, para ter ritmo mais constante e resistência”, ressalta.

Melhor brasileiro- Além do suor derramado nas ruas de Itapecerica e na pista de atletismo do Pinheiros, o atual campeão dos cinco mil metros do Troféu Brasil assiste a vídeos do percurso e estuda maneiras diferentes de cumprir os últimos 15 quilômetros do ano. “Já analisei o percurso e estou decidindo, junto com o meu técnico, qual vai ser a melhor estratégia para a corrida”, pontua.

Novais espera obter no dia 31 o melhor resultado de sua carreira, e caso ele seja o mais rápido do dia, isso não chegaria a ser uma grande surpresa para o fundista. “Meu objetivo é ganhar, mas sei que a prova reúne muitos atletas mais experientes e com melhores resultados que o meu. Mas posso afirmar que vou para ser o melhor brasileiro e estar entre os dez primeiros”, conclui o confiante corredor.


Rafael Novais espera ser o melhor brasileiro na São Silvestre

Corridas de Rua · 21 dez, 2012

Dia 31 de dezembro Rafael Novais estará pela primeira vez no field da São Silvestre. Segundo ele, a preparação para os 15 quilômetros da prova tem sido específica e bem trabalhada. “A São Silvestre é a prova mais importante do Brasil. Vou correr para atingir a minha melhor marca”, afirma.

Nessa temporada, o fundista da equipe de atletismo do Esporte Clube Pinheiros conseguiu resultados importantes: venceu os cinco mil metros do Troféu Brasil de Atletismo, foi o mais rápido em duas etapas da Golden Four (São Paulo e Brasília) e ficou em segundo lugar na 15K Sargento Gonzaguinha, prova vista como preparatória para a São Silvestre.

“Os meus bons resultados nesse ano ajudam bastante para eu ir tranquilo para a largada. Estou com uma confiança enorme”, destaca o atleta. Dentre os fundistas da equipe do Pinheiros, Novais é o nome de maior destaque escalado para a última corrida da temporada. Além dele, o clube paulistano terá Michelle Chagas e Sirlene Pinho compondo o field feminino.

Rotina exclusiva- É em um município da Grande São Paulo que Novais tem concentrado seus treinos. “Moro em Itapecerica da Serra, cidade que tem a mesma altitude da Avenida Paulista (local de largada da São Silvestre) e é lá que eu pratico rodagem e distância. Só ano que vem vou treinar na altitude elevada”, explica.

Durante 2012 Novais enfrentou uma rotina de treinamentos visando o ganho de força e resistência. Segundo ele, características dos fundistas que já conseguiram vencer a corrida paulistana. “A São Silvestre não é uma prova muito rápida, então foquei na base, para ter ritmo mais constante e resistência”, ressalta.

Melhor brasileiro- Além do suor derramado nas ruas de Itapecerica e na pista de atletismo do Pinheiros, o atual campeão dos cinco mil metros do Troféu Brasil assiste a vídeos do percurso e estuda maneiras diferentes de cumprir os últimos 15 quilômetros do ano. “Já analisei o percurso e estou decidindo, junto com o meu técnico, qual vai ser a melhor estratégia para a corrida”, pontua.

Novais espera obter no dia 31 o melhor resultado de sua carreira, e caso ele seja o mais rápido do dia, isso não chegaria a ser uma grande surpresa para o fundista. “Meu objetivo é ganhar, mas sei que a prova reúne muitos atletas mais experientes e com melhores resultados que o meu. Mas posso afirmar que vou para ser o melhor brasileiro e estar entre os dez primeiros”, conclui o confiante corredor.

Marily faz planos e briga pelo 1º lugar do ranking na São Silvestre

Faltando um pouco mais de uma semana para a Corrida Internacional de São Silvestre, a competidora Marily dos Santos já traçou planos para melhorar seu desempenho no percurso. Com quatro pontos à frente de Roselaine de Sousa, a atleta terá que se esforçar para continuar na liderança e conquistar o primeiro lugar no ranking brasileiro de corrida de rua.

Porém, manter-se na frente da concorrente não é um dos principais objetivos da fundista. Segundo ela, a meta decidida entre a atleta e seu técnico, Gilmário Mendes, é ficar entre as melhores colocações na categoria feminina. “Não posso pensar em fazer as contas da pontuação nessa hora. Gosto de focar na prova, no percurso. Desviar meu pensamento não seria produtivo”, conta.

A corredora também conta que acha importante se planejar para a São Silvestre, mas que nem todos os seus objetivos irão se concretizar. “À medida que a prova ocorre eles (os planos) vão se concretizando ou sendo deixados pra trás. Só o desenrolar da prova pode dizer o que me reserva. Já corri pra tentar subir no pódio e não deu. Em outra oportunidade visava apenas chegar entre as dez primeiras colocadas e fui terceiro lugar na colocação geral”, fala.

No dia da prova- Para conseguir subir ao pódio, Marily conta que tem uma estratégia: soltar o corpo nas descidas e aproveitar o embalo. “Não aconselho ninguém fazer isso se não tiver essa facilidade. Tento também me concentrar em não subir muito forte as primeiras rampas, pois o final do percurso, lá na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, é puxado e eu tenho que ter uma reserva”, revela.

Apesar de todo o preparo físico dos brasileiros para o percurso do dia 31 de dezembro, a atual líder do ranking nacional feminino acha a concorrência africana desproporcional. “Eles (os africanos) vêm para cá descansados e focados apenas na São Silvestre. Já os brasileiros competem o ano todo e nessa hora já merecem férias. Se os estrangeiros ficassem competindo desde janeiro teríamos uma competição igualitária”, afirma.

Para 2013, a esportista afirma já ter decidido diminuir o número de provas e treinar mais para conseguir boas colocações em percursos menores, como os de dez quilômetros e meia maratona. “É certo que para o próximo ano farei melhores marcas e menos competições”, conclui.


Marily faz planos e briga pelo 1º lugar do ranking na São Silvestre

Corridas de Rua · 20 dez, 2012

Faltando um pouco mais de uma semana para a Corrida Internacional de São Silvestre, a competidora Marily dos Santos já traçou planos para melhorar seu desempenho no percurso. Com quatro pontos à frente de Roselaine de Sousa, a atleta terá que se esforçar para continuar na liderança e conquistar o primeiro lugar no ranking brasileiro de corrida de rua.

Porém, manter-se na frente da concorrente não é um dos principais objetivos da fundista. Segundo ela, a meta decidida entre a atleta e seu técnico, Gilmário Mendes, é ficar entre as melhores colocações na categoria feminina. “Não posso pensar em fazer as contas da pontuação nessa hora. Gosto de focar na prova, no percurso. Desviar meu pensamento não seria produtivo”, conta.

A corredora também conta que acha importante se planejar para a São Silvestre, mas que nem todos os seus objetivos irão se concretizar. “À medida que a prova ocorre eles (os planos) vão se concretizando ou sendo deixados pra trás. Só o desenrolar da prova pode dizer o que me reserva. Já corri pra tentar subir no pódio e não deu. Em outra oportunidade visava apenas chegar entre as dez primeiras colocadas e fui terceiro lugar na colocação geral”, fala.

No dia da prova- Para conseguir subir ao pódio, Marily conta que tem uma estratégia: soltar o corpo nas descidas e aproveitar o embalo. “Não aconselho ninguém fazer isso se não tiver essa facilidade. Tento também me concentrar em não subir muito forte as primeiras rampas, pois o final do percurso, lá na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, é puxado e eu tenho que ter uma reserva”, revela.

Apesar de todo o preparo físico dos brasileiros para o percurso do dia 31 de dezembro, a atual líder do ranking nacional feminino acha a concorrência africana desproporcional. “Eles (os africanos) vêm para cá descansados e focados apenas na São Silvestre. Já os brasileiros competem o ano todo e nessa hora já merecem férias. Se os estrangeiros ficassem competindo desde janeiro teríamos uma competição igualitária”, afirma.

Para 2013, a esportista afirma já ter decidido diminuir o número de provas e treinar mais para conseguir boas colocações em percursos menores, como os de dez quilômetros e meia maratona. “É certo que para o próximo ano farei melhores marcas e menos competições”, conclui.

Gêmeos do Cruzeiro correm São Silvestre com foco no Mundial de Moscou

Paulo Roberto e Luis Fernando de Almeida Paula, os gêmeos do Cruzeiro/ Caixa, são os principais nomes da equipe masculina de Belo Horizonte para a São Silvestre. Enquanto em 2012 Paulo Roberto ostenta o oitavo lugar na Maratona Olímpica de Londres, Luis Fernando foi o sexto mais rápido na Meia Maratona de São Paulo.

“Depois de Londres, nosso objetivo foi descansar. Só agora estamos voltando aos treinamentos”, explica Luis Fernando. De acordo com ele, a São Silvestre servirá como um motivador especial para o principal objetivo da dupla na próxima temporada, o Campeonato Mundial de Atletismo, em Moscou.

Mesmo não tendo a corrida paulistana como o grande desafio, os gêmeos não querem cumprir os 15 quilômetros da prova abaixo do previsto. “Vamos dar o melhor. Essa é uma prova que favorece quem já está rodando por mais tempo, mas estamos treinando há dois meses e estaremos bem”, afirma Luis Fernando, sem estipular números.

Campos do Jordão- Segundo os fundistas, a cidade paulista de Campos do Jordão foi a região escolhida para a primeira etapa de treinamento dos atletas. A 1.598 metros acima do nível do mar, o local é repleto de morros, o que intensifica os treinos na altitude.

“A gente treinou bastante nas montanhas de Campos do Jordão e isso vai nos dar uma resistência maior. Ficamos por lá dois meses e agora descemos para treinos mais rápidos”, pontua.

Apesar de nesse ano a São Silvestre acontecer na parte da manhã e os atletas da equipe mineira esperarem temperatura amena na hora da largada, eles ficarão no interior de São Paulo até o dia 30 de dezembro, treinando no calor seco do oeste paulista. “Descemos hoje (19/12) da montanha e ficaremos no calor de Presidente Prudente até o dia 30, fazendo treinos de tiro”, detalha o fundista.

Maratona de Padova- Após a São Silvestre, os irmãos pretendem manter a rotina de treinos, já que em abril encararão os 42 quilômetros de Padova, na Itália. “Nosso grande objetivo é Moscou. Para isso precisamos atingir o índice (classificatório do Mundial) e queremos fazer isso logo no começo de 2013”, conclui Luis Fernando.


Gêmeos do Cruzeiro correm São Silvestre com foco no Mundial de Moscou

Corridas de Rua · 19 dez, 2012

Paulo Roberto e Luis Fernando de Almeida Paula, os gêmeos do Cruzeiro/ Caixa, são os principais nomes da equipe masculina de Belo Horizonte para a São Silvestre. Enquanto em 2012 Paulo Roberto ostenta o oitavo lugar na Maratona Olímpica de Londres, Luis Fernando foi o sexto mais rápido na Meia Maratona de São Paulo.

“Depois de Londres, nosso objetivo foi descansar. Só agora estamos voltando aos treinamentos”, explica Luis Fernando. De acordo com ele, a São Silvestre servirá como um motivador especial para o principal objetivo da dupla na próxima temporada, o Campeonato Mundial de Atletismo, em Moscou.

Mesmo não tendo a corrida paulistana como o grande desafio, os gêmeos não querem cumprir os 15 quilômetros da prova abaixo do previsto. “Vamos dar o melhor. Essa é uma prova que favorece quem já está rodando por mais tempo, mas estamos treinando há dois meses e estaremos bem”, afirma Luis Fernando, sem estipular números.

Campos do Jordão- Segundo os fundistas, a cidade paulista de Campos do Jordão foi a região escolhida para a primeira etapa de treinamento dos atletas. A 1.598 metros acima do nível do mar, o local é repleto de morros, o que intensifica os treinos na altitude.

“A gente treinou bastante nas montanhas de Campos do Jordão e isso vai nos dar uma resistência maior. Ficamos por lá dois meses e agora descemos para treinos mais rápidos”, pontua.

Apesar de nesse ano a São Silvestre acontecer na parte da manhã e os atletas da equipe mineira esperarem temperatura amena na hora da largada, eles ficarão no interior de São Paulo até o dia 30 de dezembro, treinando no calor seco do oeste paulista. “Descemos hoje (19/12) da montanha e ficaremos no calor de Presidente Prudente até o dia 30, fazendo treinos de tiro”, detalha o fundista.

Maratona de Padova- Após a São Silvestre, os irmãos pretendem manter a rotina de treinos, já que em abril encararão os 42 quilômetros de Padova, na Itália. “Nosso grande objetivo é Moscou. Para isso precisamos atingir o índice (classificatório do Mundial) e queremos fazer isso logo no começo de 2013”, conclui Luis Fernando.

Giovani dos Santos é a aposta da Pé de Vento para a São Silvestre

Giovani dos Santos, Valério Fabiano, Gilmar Silvestre Lopes e Eliezer de Jesus Santos são os principais nomes da Pé de Vento para a disputa da São Silvestre desse ano. De acordo com o médico Henrique Viana, a equipe de Petrópolis (RJ) pretende levar outros seis atletas de elite para São Paulo. “Sem o Marilson (Gomes dos Santos), eu apontaria o Giovani como o brasileiro favorito para a prova”, afirma o diretor-executivo.

No último domingo (9/12), o primeiro lugar de Giovani interrompeu uma sequencia de quatro anos de vitórias africanas na Volta da Pampulha. Para Vianna, isso credencia o fundista para lutar por posições importantes na última prova da temporada de 2012. “O resultado na Pampulha confirmou o nosso trabalho de preparação”, avalia.

Treinamento na altitude- Para ter melhor condição para a corrida de Belo Horizonte, a cidade paulista de Campos do Jordão foi o local escolhido por Viana para a preparação dos atletas da equipe fluminenses. Situada na Serra da Mantiqueira, a 1.598 metros acima do nível do mar, a cidade é o local que o médico escolheu para desenvolver o treinamento de Giovani.

Apesar de o diretor-executivo ainda não saber se preparará novamente o time da Pé de Vento em Campos do Jordão, ele classifica o como positivo o tempo de retiro nas montanhas paulistas. “O dados que coletamos desse método mostra índice de aproveitamento superior a 80%”, revela.

Interferência atmosférica- Pela primeira vez na história, a São Silvestre acontecerá durante a manhã paulistana. Com largada prevista para as 9h, as variações de temperatura e condições climáticas podem ser um fator determinante para que “zebras” não aconteçam, aponta Viana.

O médico afirma que a concentração de gases na atmosfera e tanto a atividade elétrica no ar, que indica a possibilidade de chuva, interferem no desempenho dos corredores de elite. “Como o índice de chuva é menor durante a manhã, em São Paulo, haverá menor interferência da eletricidade atmosférica durante a prova. Porém, a concentração de ozônio e dióxido de carbono, além das partículas de sujeira, é maior, e isso faz com que o rendimento do atleta caia.”

Provável surpresa- Apesar de não acreditar que Giovani terá um desempenho fraco, Viana crê também em Valério Fabiano. O capixaba, que venceu a Meia Maratona Faz um 21 de Petrópolis, em novembro, e conquistou o terceiro lugar na Volta da Pampulha é dotado de um porte físico diferenciado. “Ele tem um torso mais largo, pernas mais grossas, que não é comum entre fundistas. É um atleta fisicamente e com uma estrutura mais forte. Em provas de sobe e desce, ele pode se sobressair”, conclui.


Giovani dos Santos é a aposta da Pé de Vento para a São Silvestre

Corridas de Rua · 13 dez, 2012

Giovani dos Santos, Valério Fabiano, Gilmar Silvestre Lopes e Eliezer de Jesus Santos são os principais nomes da Pé de Vento para a disputa da São Silvestre desse ano. De acordo com o médico Henrique Viana, a equipe de Petrópolis (RJ) pretende levar outros seis atletas de elite para São Paulo. “Sem o Marilson (Gomes dos Santos), eu apontaria o Giovani como o brasileiro favorito para a prova”, afirma o diretor-executivo.

No último domingo (9/12), o primeiro lugar de Giovani interrompeu uma sequencia de quatro anos de vitórias africanas na Volta da Pampulha. Para Vianna, isso credencia o fundista para lutar por posições importantes na última prova da temporada de 2012. “O resultado na Pampulha confirmou o nosso trabalho de preparação”, avalia.

Treinamento na altitude- Para ter melhor condição para a corrida de Belo Horizonte, a cidade paulista de Campos do Jordão foi o local escolhido por Viana para a preparação dos atletas da equipe fluminenses. Situada na Serra da Mantiqueira, a 1.598 metros acima do nível do mar, a cidade é o local que o médico escolheu para desenvolver o treinamento de Giovani.

Apesar de o diretor-executivo ainda não saber se preparará novamente o time da Pé de Vento em Campos do Jordão, ele classifica o como positivo o tempo de retiro nas montanhas paulistas. “O dados que coletamos desse método mostra índice de aproveitamento superior a 80%”, revela.

Interferência atmosférica- Pela primeira vez na história, a São Silvestre acontecerá durante a manhã paulistana. Com largada prevista para as 9h, as variações de temperatura e condições climáticas podem ser um fator determinante para que “zebras” não aconteçam, aponta Viana.

O médico afirma que a concentração de gases na atmosfera e tanto a atividade elétrica no ar, que indica a possibilidade de chuva, interferem no desempenho dos corredores de elite. “Como o índice de chuva é menor durante a manhã, em São Paulo, haverá menor interferência da eletricidade atmosférica durante a prova. Porém, a concentração de ozônio e dióxido de carbono, além das partículas de sujeira, é maior, e isso faz com que o rendimento do atleta caia.”

Provável surpresa- Apesar de não acreditar que Giovani terá um desempenho fraco, Viana crê também em Valério Fabiano. O capixaba, que venceu a Meia Maratona Faz um 21 de Petrópolis, em novembro, e conquistou o terceiro lugar na Volta da Pampulha é dotado de um porte físico diferenciado. “Ele tem um torso mais largo, pernas mais grossas, que não é comum entre fundistas. É um atleta fisicamente e com uma estrutura mais forte. Em provas de sobe e desce, ele pode se sobressair”, conclui.

Descubra a importância das noites bem dormidas para a São Silvestre

Depois de um ano inteiro de muita disciplina e exercícios, os corredores estão na reta final e guardam forças para encarar a São Silvestre. Porém, saiba que todas as horas de treino, a boa alimentação diária e o esforço para se superar nas provas podem encontrar um inimigo silencioso: o sono.

Neste ano, os competidores terão que tomar cuidado para não exceder nas festas do final de semana e não passarem o dia todo na cama e perder o sono antes da grande prova. Diferente do que ocorre anualmente, o percurso terá largada às 9h e fará os participantes acordarem cedo para mostrar o rendimento dos treinos.

Sem um sono de qualidade, os atletas não se recuperam adequadamente e tendem a ter estresse, falta de concentração, irritabilidade, ansiedade aumentada e diminuição da performance no dia seguinte. “O grande benefício do sono para o atleta é a restauração física”, diz Marco Túlio de Mello, diretor do Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício do Instituto do Sono de São Paulo.

Além disso, a falta de repouso pode colocar todo o treino a perder. “Se o competidor não dorme direito na noite anterior a uma prova grande como a São Silvestre, não irá ter toda a parte cognitiva restabelecida, e com isso ficará mais desatento, seu processo decisório ficará pior e não atuará da maneira como deveria atuar”, informa o médico

Porém, dormir ao longo do dia antes das provas também não é bom, pois pode afetar o sono noturno, importante para pessoas que praticam atividades físicas. “O sono é muito importante para a recuperação entre os intervalos do treinamento. Então, a desculpa do esportista de treinar e diminuir o tempo total de sono dele é algo muito ruim. E o corredor tem que dormir durante o período escuro, durante a noite. Dormir durante o dia para o atleta pode até ser bom, um cochilo ou outro, mas não recupera da mesma forma”, conta Mello.

Dicas- Se o competidor não sente a necessidade de dormir as recomendadas oito horas por noite, não tem problema. Segundo o profissional, cada pessoa precisa de um determinado tempo de sono, que pode variar de seis horas até dez horas por noite.

No entanto, a ansiedade antes de uma prova tão importante quanto a São Silvestre tem a capacidade de fazer qualquer participante perder o sono. Nesse caso, a dica é tentar métodos caseiros, como tomar um copo de leite morno, ligar a televisão, meditar, etc. A única restrição é o uso de medicamentos. “Tomar remédio é algo muito ruim, porque altera as fases do sono”, explica Mello.

Boas horas de sono também garantem mais energia, e uma vida mais saudável nos dias de treino e nas vésperas de um grande evento. “A falta de sono também prejudica o sistema imunológico e, consequentemente, um rendimento físico baixo. Tudo que ele precisa, vai piorar”, diz o especialista.


Descubra a importância das noites bem dormidas para a São Silvestre

Corridas de Rua · 12 dez, 2012

Depois de um ano inteiro de muita disciplina e exercícios, os corredores estão na reta final e guardam forças para encarar a São Silvestre. Porém, saiba que todas as horas de treino, a boa alimentação diária e o esforço para se superar nas provas podem encontrar um inimigo silencioso: o sono.

Neste ano, os competidores terão que tomar cuidado para não exceder nas festas do final de semana e não passarem o dia todo na cama e perder o sono antes da grande prova. Diferente do que ocorre anualmente, o percurso terá largada às 9h e fará os participantes acordarem cedo para mostrar o rendimento dos treinos.

Sem um sono de qualidade, os atletas não se recuperam adequadamente e tendem a ter estresse, falta de concentração, irritabilidade, ansiedade aumentada e diminuição da performance no dia seguinte. “O grande benefício do sono para o atleta é a restauração física”, diz Marco Túlio de Mello, diretor do Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício do Instituto do Sono de São Paulo.

Além disso, a falta de repouso pode colocar todo o treino a perder. “Se o competidor não dorme direito na noite anterior a uma prova grande como a São Silvestre, não irá ter toda a parte cognitiva restabelecida, e com isso ficará mais desatento, seu processo decisório ficará pior e não atuará da maneira como deveria atuar”, informa o médico

Porém, dormir ao longo do dia antes das provas também não é bom, pois pode afetar o sono noturno, importante para pessoas que praticam atividades físicas. “O sono é muito importante para a recuperação entre os intervalos do treinamento. Então, a desculpa do esportista de treinar e diminuir o tempo total de sono dele é algo muito ruim. E o corredor tem que dormir durante o período escuro, durante a noite. Dormir durante o dia para o atleta pode até ser bom, um cochilo ou outro, mas não recupera da mesma forma”, conta Mello.

Dicas- Se o competidor não sente a necessidade de dormir as recomendadas oito horas por noite, não tem problema. Segundo o profissional, cada pessoa precisa de um determinado tempo de sono, que pode variar de seis horas até dez horas por noite.

No entanto, a ansiedade antes de uma prova tão importante quanto a São Silvestre tem a capacidade de fazer qualquer participante perder o sono. Nesse caso, a dica é tentar métodos caseiros, como tomar um copo de leite morno, ligar a televisão, meditar, etc. A única restrição é o uso de medicamentos. “Tomar remédio é algo muito ruim, porque altera as fases do sono”, explica Mello.

Boas horas de sono também garantem mais energia, e uma vida mais saudável nos dias de treino e nas vésperas de um grande evento. “A falta de sono também prejudica o sistema imunológico e, consequentemente, um rendimento físico baixo. Tudo que ele precisa, vai piorar”, diz o especialista.

Treinador analisa percurso da São Silvestre 2012

Depois de muitos protestos e reclamações na edição passada, a 88ª Corrida de São Silvestre volta a ter a chegada na Paulista, e apresenta algumas mudanças em seu percurso, além do horário, que pela primeira vez passou para a parte da manhã. Madrugamos em um domingo, fizemos o percurso com o pessoal do jornal Folha de São Paulo e abaixo segue um resumo dos principais pontos da prova, além de algumas dicas importantes que poderão colaborar com seu desempenho.

Largada: Tradicionalmente em frente ao monumental MASP (Museu de Artes de São Paulo), este ano o site da organização divulga que a largada será nas proximidades da Alameda Ministro Azevedo, alguns metros à frente. Como a largada não será ampliada para duas vias e nem será dada em ondas, com a maior quantidade de inscritos - a organização espera cerca de 25.000 - ficará ainda mais difícil correr, caso você não largue nos pelotões de elite.

Se chegar cedo para pegar um bom lugar ficará ali espremido por muito tempo e certamente terá sua prova comprometida. O negócio é sair lá atrás, relaxar e correr mais para curtir a prova, sem muita preocupação de tempo. Caso saia nos pelotões de elite, recomendamos que aqueça bem e treine para sair forte, pois a multidão sai desenfreada e poderá te atropelar. Pelos mesmos motivos, procure largar mais pelas laterais e não pelo meio, onde mais gente fica concentrada.

Primeiro km: Após 500 metros de reta, o corredor já encontrará o Túnel José Roberto Fanganiello Melhem, com leve descida - a 1.a do percurso - e em seguida leve subida. Até ali a massa estará caminhando ou trotando muito leve, dado a grande quantidade de participantes. Não se preocupe com o tempo nesse momento da prova, pois realmente, nessas condições, será muito difícil correr. Já os corredores de elite e mais experientes poderão até acelerar e ganhar alguns preciosos segundos, sabendo que em seguida haverá descidas longas e a possibilidade de recuperar o fôlego.

Segunda descida: Seguindo a Av. Dr. Arnaldo, com cerca de 1.100 metros de prova, em frente ao Hospital Emílio Ribas, haverá uma curva à direita e a grande e íngreme descida da Rua Major Natanael. É sem dúvida um dos pontos mais arriscados e polêmicos da prova, onde o ritmo deverá ser muito controlado e consciente.

É possível que o fluxo da massa já esteja melhor, mas ainda não valerá a pena querer correr forte e tentar recuperar o tempo perdido, pois o corredor poderá se machucar e ou comprometer o restante da prova. Procure inclinar um pouco o tronco para trás e amortecer mais com os calcanhares, poupando bem seus joelhos e evitando queda para frente. Caso esteja chovendo o cuidado deverá ser dobrado.

Terceira descida: Passada a Major Natanael, esse ano o percurso irá pelo lado direito do famoso Estádio do Pacaembu e o corredor encontrará mais uma descida bem íngreme pelo caminho. A técnica e a preocupação deve ser a mesma. Nada de tentar correr forte, pois a prova ainda estará no começo.

Imagino que a maioria dos atletas de elite passará em ritmo forte, mas mesmo estando bem preparados, alguns também poderão pagar o preço mais para frente, pois o ditado “ para baixo todo santo ajuda” é um grande engano.

Encontrando seu ritmo: Finalmente passamos o estádio e seguimos no sentido centro da cidade, com leve inclinação da Pacaembu. Com três quilômetros de prova e melhor fluxo, já dará para ter uma noção de como realmente estará seu corpo no dia. Momento de finalmente começar a correr em seu ritmo.

Mudanças: Seguindo a Pacaembu por cerca de mais dois quilômetros, haverá uma entrada à direita, na Rua Margarida, em seguida a Alameda Olga, onde há uma segunda subida acentuada de aproximadamente 300 metros. Esta será uma das mudanças do percurso, seguindo por mais quatro ruas e avenidas novas: Tagipuru, Fuad Naufel (quinta descida), Auro Soares e Mario de Andrade para passar em frente ao Memorial da América Latina. Ao atravessar a Pacaembu, seguir uns 200 metros em frente e retornar novamente a Pacaembu, estando com cerca de seis quilômetros de prova.

Terceira subida e sexta descida: Viaduto Pacaembú com subida curta, mas considerável e a céu aberto e logo em seguida descida na altura de 6.200 metros de prova. Dá para tentar subir mais rápido e em seguida recuperar o fôlego na descida. Seguindo então pelas avenidas Dr. Abraão Ribeiro, Marquês de São Vicente e Rua Norma Pieruccini Giannotti, que são planas, porém totalmente desprovidas de sombra.

Quarta subida e ponto bem crítico: Viaduto Eng. Orlando Murgel - Muito se falou da subida da Brigadeiro, mas acreditamos que este seja um dos pontos mais difíceis da prova. Ele começa bem no quilômetro oito, com uma elevada subida e sem qualquer tipo de sombra, salvo se o tempo estiver nublado.

Em algumas edições, os vencedores da prova começaram destacar-se dos demais por ali. É um ponto onde o corredor deve agora inclinar o tronco mais à frente, pisar mais com a parte anterior dos pés, movimentar mais os braços e procurar não olhar muito para frente, para não se assustar com a inclinação.

Para muita gente a corrida é comprometida ou até mesmo termina por ali. Passada a subida vem uma descida leve (sétima), e em seguida uma leve subida, que seria a quinta da prova, para depois entrar na Av. Rio Branco, ponto também longo e plano.

Mais novidades no percurso: Av. Duque de Caxias, pista da direita (no contra fluxo), como ocorria nas edições anteriores à de 2011; a Av. São João, em um trecho inédito, e o Largo do Arouche, completando dez quilômetros ou dois terços da prova.

Av. Vieira de Carvalho, sentido Bairro, Praça da Republica, contornada pelo lado de trás, Av. Ipiranga (no contra fluxo) e novamente a Av. São João ( também no contra fluxo) passando pelos pontos antigos do Largo do Paysandu, Rua Conselheiro Crispiniano(sexta subida), Praça Ramos de Azevedo, o tão belo Teatro Municipal, Viaduto do Chá e Rua Líbero Badaró.

Mais subida na prova: Com cerca de 12,5 quilômetros de prova passa-se pelo Largo São Francisco, ponto onde há também uma íngreme subida, que será a sétima do percurso e última antes da temida Brigadeiro. Vale fazer um pouco mais de esforço para subi-la, pois bem em seguida haverá um trecho plano e uma leve descida (oitava), onde o corredor poderá se recuperar, organizar suas forças e concentrar para finalmente começar a subir a Brigadeiro Luis Antônio.

Av. Brig. Luís Antônio, oitava e última subida: Praticamente dois quilômetros de subida, porém com bastante sombra e muita gente incentivando no percurso. Aqueles que costumam treinar subidas, dê preferência no final dos treinos, e que se pouparem mais durante a prova, provavelmente tirarão de letra.

Mais uma vez vale inclinar o tronco a frente, pisar mais com a parte da frente dos pés, movimentar mais os braços, não olhar muito para cima, concentrar-se ao máximo ou receber o maravilhoso carinho e incentivo das pessoas. Ela é sim muito dura, principalmente no quilômetro 14, bem embaixo ao Viaduto 13 de Maio. Mas a garra, a determinação, as muitas sombras e o incentivo da população serão grandes aliados.

Chegada: Finalmente termina a subida aos 14.500 metros. Dali já será possível avistar a tão esperada curva da Avenida Paulista. Entra-se à direita como nos bons tempos (eu acreditava que a organização iria ceder à pressão) e corre-se os últimos 500 metros, passando triunfante em frente às arquibancadas, recebendo o imenso carinho da população para completar os 15 quilômetros, cruzar a tão almejada faixa de largada e comemorar muito!


Treinador analisa percurso da São Silvestre 2012

Corridas de Rua · 11 dez, 2012

Depois de muitos protestos e reclamações na edição passada, a 88ª Corrida de São Silvestre volta a ter a chegada na Paulista, e apresenta algumas mudanças em seu percurso, além do horário, que pela primeira vez passou para a parte da manhã. Madrugamos em um domingo, fizemos o percurso com o pessoal do jornal Folha de São Paulo e abaixo segue um resumo dos principais pontos da prova, além de algumas dicas importantes que poderão colaborar com seu desempenho.

Largada: Tradicionalmente em frente ao monumental MASP (Museu de Artes de São Paulo), este ano o site da organização divulga que a largada será nas proximidades da Alameda Ministro Azevedo, alguns metros à frente. Como a largada não será ampliada para duas vias e nem será dada em ondas, com a maior quantidade de inscritos - a organização espera cerca de 25.000 - ficará ainda mais difícil correr, caso você não largue nos pelotões de elite.

Se chegar cedo para pegar um bom lugar ficará ali espremido por muito tempo e certamente terá sua prova comprometida. O negócio é sair lá atrás, relaxar e correr mais para curtir a prova, sem muita preocupação de tempo. Caso saia nos pelotões de elite, recomendamos que aqueça bem e treine para sair forte, pois a multidão sai desenfreada e poderá te atropelar. Pelos mesmos motivos, procure largar mais pelas laterais e não pelo meio, onde mais gente fica concentrada.

Primeiro km: Após 500 metros de reta, o corredor já encontrará o Túnel José Roberto Fanganiello Melhem, com leve descida - a 1.a do percurso - e em seguida leve subida. Até ali a massa estará caminhando ou trotando muito leve, dado a grande quantidade de participantes. Não se preocupe com o tempo nesse momento da prova, pois realmente, nessas condições, será muito difícil correr. Já os corredores de elite e mais experientes poderão até acelerar e ganhar alguns preciosos segundos, sabendo que em seguida haverá descidas longas e a possibilidade de recuperar o fôlego.

Segunda descida: Seguindo a Av. Dr. Arnaldo, com cerca de 1.100 metros de prova, em frente ao Hospital Emílio Ribas, haverá uma curva à direita e a grande e íngreme descida da Rua Major Natanael. É sem dúvida um dos pontos mais arriscados e polêmicos da prova, onde o ritmo deverá ser muito controlado e consciente.

É possível que o fluxo da massa já esteja melhor, mas ainda não valerá a pena querer correr forte e tentar recuperar o tempo perdido, pois o corredor poderá se machucar e ou comprometer o restante da prova. Procure inclinar um pouco o tronco para trás e amortecer mais com os calcanhares, poupando bem seus joelhos e evitando queda para frente. Caso esteja chovendo o cuidado deverá ser dobrado.

Terceira descida: Passada a Major Natanael, esse ano o percurso irá pelo lado direito do famoso Estádio do Pacaembu e o corredor encontrará mais uma descida bem íngreme pelo caminho. A técnica e a preocupação deve ser a mesma. Nada de tentar correr forte, pois a prova ainda estará no começo.

Imagino que a maioria dos atletas de elite passará em ritmo forte, mas mesmo estando bem preparados, alguns também poderão pagar o preço mais para frente, pois o ditado “ para baixo todo santo ajuda” é um grande engano.

Encontrando seu ritmo: Finalmente passamos o estádio e seguimos no sentido centro da cidade, com leve inclinação da Pacaembu. Com três quilômetros de prova e melhor fluxo, já dará para ter uma noção de como realmente estará seu corpo no dia. Momento de finalmente começar a correr em seu ritmo.

Mudanças: Seguindo a Pacaembu por cerca de mais dois quilômetros, haverá uma entrada à direita, na Rua Margarida, em seguida a Alameda Olga, onde há uma segunda subida acentuada de aproximadamente 300 metros. Esta será uma das mudanças do percurso, seguindo por mais quatro ruas e avenidas novas: Tagipuru, Fuad Naufel (quinta descida), Auro Soares e Mario de Andrade para passar em frente ao Memorial da América Latina. Ao atravessar a Pacaembu, seguir uns 200 metros em frente e retornar novamente a Pacaembu, estando com cerca de seis quilômetros de prova.

Terceira subida e sexta descida: Viaduto Pacaembú com subida curta, mas considerável e a céu aberto e logo em seguida descida na altura de 6.200 metros de prova. Dá para tentar subir mais rápido e em seguida recuperar o fôlego na descida. Seguindo então pelas avenidas Dr. Abraão Ribeiro, Marquês de São Vicente e Rua Norma Pieruccini Giannotti, que são planas, porém totalmente desprovidas de sombra.

Quarta subida e ponto bem crítico: Viaduto Eng. Orlando Murgel - Muito se falou da subida da Brigadeiro, mas acreditamos que este seja um dos pontos mais difíceis da prova. Ele começa bem no quilômetro oito, com uma elevada subida e sem qualquer tipo de sombra, salvo se o tempo estiver nublado.

Em algumas edições, os vencedores da prova começaram destacar-se dos demais por ali. É um ponto onde o corredor deve agora inclinar o tronco mais à frente, pisar mais com a parte anterior dos pés, movimentar mais os braços e procurar não olhar muito para frente, para não se assustar com a inclinação.

Para muita gente a corrida é comprometida ou até mesmo termina por ali. Passada a subida vem uma descida leve (sétima), e em seguida uma leve subida, que seria a quinta da prova, para depois entrar na Av. Rio Branco, ponto também longo e plano.

Mais novidades no percurso: Av. Duque de Caxias, pista da direita (no contra fluxo), como ocorria nas edições anteriores à de 2011; a Av. São João, em um trecho inédito, e o Largo do Arouche, completando dez quilômetros ou dois terços da prova.

Av. Vieira de Carvalho, sentido Bairro, Praça da Republica, contornada pelo lado de trás, Av. Ipiranga (no contra fluxo) e novamente a Av. São João ( também no contra fluxo) passando pelos pontos antigos do Largo do Paysandu, Rua Conselheiro Crispiniano(sexta subida), Praça Ramos de Azevedo, o tão belo Teatro Municipal, Viaduto do Chá e Rua Líbero Badaró.

Mais subida na prova: Com cerca de 12,5 quilômetros de prova passa-se pelo Largo São Francisco, ponto onde há também uma íngreme subida, que será a sétima do percurso e última antes da temida Brigadeiro. Vale fazer um pouco mais de esforço para subi-la, pois bem em seguida haverá um trecho plano e uma leve descida (oitava), onde o corredor poderá se recuperar, organizar suas forças e concentrar para finalmente começar a subir a Brigadeiro Luis Antônio.

Av. Brig. Luís Antônio, oitava e última subida: Praticamente dois quilômetros de subida, porém com bastante sombra e muita gente incentivando no percurso. Aqueles que costumam treinar subidas, dê preferência no final dos treinos, e que se pouparem mais durante a prova, provavelmente tirarão de letra.

Mais uma vez vale inclinar o tronco a frente, pisar mais com a parte da frente dos pés, movimentar mais os braços, não olhar muito para cima, concentrar-se ao máximo ou receber o maravilhoso carinho e incentivo das pessoas. Ela é sim muito dura, principalmente no quilômetro 14, bem embaixo ao Viaduto 13 de Maio. Mas a garra, a determinação, as muitas sombras e o incentivo da população serão grandes aliados.

Chegada: Finalmente termina a subida aos 14.500 metros. Dali já será possível avistar a tão esperada curva da Avenida Paulista. Entra-se à direita como nos bons tempos (eu acreditava que a organização iria ceder à pressão) e corre-se os últimos 500 metros, passando triunfante em frente às arquibancadas, recebendo o imenso carinho da população para completar os 15 quilômetros, cruzar a tão almejada faixa de largada e comemorar muito!

Mulheres precisam de cuidados redobrados para uma boa São Silvestre

Depois do esforço de manter uma alimentação balanceada, muitas mulheres desanimam ao ver os amigos que sempre as acompanham nas competições enchendo o prato na véspera da prova mais aguardada: a São Silvestre. Enquanto a comida ainda pesa no organismo feminino, os homens estão a todo o vapor para aguentar o percurso. Isso ocorre porque o metabolismo feminino e o masculino são bem diferentes e reagem de maneira distinta com a ingestão de certos alimentos.

De acordo com a nutricionista Viviane Sakzenian, essa diferença influencia muito no gasto energético diário. “A quantidade de massa muscular do homem é maior do que o da mulher e, quanto mais massa muscular, mais acelerado é o metabolismo. Por isso, as mulheres precisam de muita malhação e mais disciplina na hora de cumprir a dieta”, diz a profissional.

Além disso, a nutricionista também afirma que existem mulheres atletas que, por falta de massa muscular, precisam de muito mais energia que um homem praticante da mesma modalidade. “Para as mulheres que levam mais tempo para terminar a prova, existem as bebidas esportivas e géis de carboidratos, para potencializar o desempenho”, conta Sakzenian.

Cardápio- Para enfrentar um percurso tão desgastante quanto a São Silvestre, a profissional sugere que o café da manhã deva ser completo e composto por carboidratos (pães, biscoitos, bolachas) para dar energia, um componente proteico (leite, iogurte, queijo, ovo) para melhorar a recuperação muscular e uma fruta, fonte de carboidratos, vitaminas minerais e fibras (que melhora a qualidade de absorção de nutrientes). Além disso, a refeição deve ser feita entre duas e três horas antes da largada.

Para os competidores que abusarem na noite anterior e perderem a hora de acordar, a nutricionista alerta: “Quando não há tempo para uma refeição completa, deve-se evitar os alimentos com muita proteína e gordura (leite, queijo e manteiga), que são digeridos mais lentamente, e priorizar a ingestão de carboidratos, que são a fonte de energia principal para a prática de exercícios físicos. Pães, bolachas, frutas, bolo simples são boas pedidas”, indica.

Já na linha de largada, o ideal é que o atleta beba um copo de água de coco uma hora antes de começar a corrida e que consuma bebidas esportivas e géis de carboidratos durante a prova para manter os estoques de energia em alta. Caso você tenha dúvida de seu gasto energético, consulte um nutricionista e veja qual é a alimentação adequada para complementar o seu treino e te deixar pronta para disputar a São Silvestre.

Inscrições-Os interessados em participar do percurso terão mais uma semana para confirmar presença. As inscrições, que iriam encerrar no dia 30 de novembro, foram prorrogadas para a próxima sexta-feira (7/12).

A confirmação para a prova deverá ser feita somente pela internet, no site oficial da competição: www.saosilvestre.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 120.


Mulheres precisam de cuidados redobrados para uma boa São Silvestre

Corridas de Rua · 03 dez, 2012

Depois do esforço de manter uma alimentação balanceada, muitas mulheres desanimam ao ver os amigos que sempre as acompanham nas competições enchendo o prato na véspera da prova mais aguardada: a São Silvestre. Enquanto a comida ainda pesa no organismo feminino, os homens estão a todo o vapor para aguentar o percurso. Isso ocorre porque o metabolismo feminino e o masculino são bem diferentes e reagem de maneira distinta com a ingestão de certos alimentos.

De acordo com a nutricionista Viviane Sakzenian, essa diferença influencia muito no gasto energético diário. “A quantidade de massa muscular do homem é maior do que o da mulher e, quanto mais massa muscular, mais acelerado é o metabolismo. Por isso, as mulheres precisam de muita malhação e mais disciplina na hora de cumprir a dieta”, diz a profissional.

Além disso, a nutricionista também afirma que existem mulheres atletas que, por falta de massa muscular, precisam de muito mais energia que um homem praticante da mesma modalidade. “Para as mulheres que levam mais tempo para terminar a prova, existem as bebidas esportivas e géis de carboidratos, para potencializar o desempenho”, conta Sakzenian.

Cardápio- Para enfrentar um percurso tão desgastante quanto a São Silvestre, a profissional sugere que o café da manhã deva ser completo e composto por carboidratos (pães, biscoitos, bolachas) para dar energia, um componente proteico (leite, iogurte, queijo, ovo) para melhorar a recuperação muscular e uma fruta, fonte de carboidratos, vitaminas minerais e fibras (que melhora a qualidade de absorção de nutrientes). Além disso, a refeição deve ser feita entre duas e três horas antes da largada.

Para os competidores que abusarem na noite anterior e perderem a hora de acordar, a nutricionista alerta: “Quando não há tempo para uma refeição completa, deve-se evitar os alimentos com muita proteína e gordura (leite, queijo e manteiga), que são digeridos mais lentamente, e priorizar a ingestão de carboidratos, que são a fonte de energia principal para a prática de exercícios físicos. Pães, bolachas, frutas, bolo simples são boas pedidas”, indica.

Já na linha de largada, o ideal é que o atleta beba um copo de água de coco uma hora antes de começar a corrida e que consuma bebidas esportivas e géis de carboidratos durante a prova para manter os estoques de energia em alta. Caso você tenha dúvida de seu gasto energético, consulte um nutricionista e veja qual é a alimentação adequada para complementar o seu treino e te deixar pronta para disputar a São Silvestre.

Inscrições-Os interessados em participar do percurso terão mais uma semana para confirmar presença. As inscrições, que iriam encerrar no dia 30 de novembro, foram prorrogadas para a próxima sexta-feira (7/12).

A confirmação para a prova deverá ser feita somente pela internet, no site oficial da competição: www.saosilvestre.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 120.

Corrida Panamericana ainda tem inscrições abertas

As inscrições para a Corrida Panamericana, que acontecerá dia 11/11, no Rio de Janeiro, ainda estão abertas. A prova tem de tudo para ter uma intensa disputa pelos primeiros lugares entre brasileiros e estrangeiros.

Nesta, que será a oitava edição da prova, os fundistas nacionais irão em busca do equilíbrio no número de vitórias na prova com os estrangeiros, além de se condicionarem melhor para os tradicionais 15 quilômetros da São Silvestre.

Até o momento, a hegemonia na Corrida Panamericana é africana. Das sete edições, quatro foram vencidas pelos estrangeiros. E eles ainda detêm o recorde da prova tanto na categoria masculina, como na feminina. Lawrence Kiprotich, do Quênia, em 2005 fez o tempo de 28min55; e Nancy Kipron, também queniana, correu os dez quilômetros com a marca de 34min08 ano passado.

O melhor resultado brasileiro aconteceu em 2006, quando Frank Caldeira, em 30min10 e Marcia Narloch, com tempo de 35min43 fizeram a dobradinha da prova. Já em 2007, Gladson Barbosa foi o vencedor em 29min50 e, em 2010, Cruz Nonata venceu na categoria feminina cruzando a linha de chegada em 34min13.

Inscrições abertas- As inscrições para a Corrida Panamericana vão até o dia 7/11 ou até a prova atingir o limite de seis mil inscritos e podem ser feitas no site da organização, www.10krio.com.br. A retirada do kit oficial da prova será no dia 10/11, das 9 às 19h, na arena do evento, no Monumento aos Pracinhas.


Corrida Panamericana ainda tem inscrições abertas

Corridas de Rua · 24 out, 2012

As inscrições para a Corrida Panamericana, que acontecerá dia 11/11, no Rio de Janeiro, ainda estão abertas. A prova tem de tudo para ter uma intensa disputa pelos primeiros lugares entre brasileiros e estrangeiros.

Nesta, que será a oitava edição da prova, os fundistas nacionais irão em busca do equilíbrio no número de vitórias na prova com os estrangeiros, além de se condicionarem melhor para os tradicionais 15 quilômetros da São Silvestre.

Até o momento, a hegemonia na Corrida Panamericana é africana. Das sete edições, quatro foram vencidas pelos estrangeiros. E eles ainda detêm o recorde da prova tanto na categoria masculina, como na feminina. Lawrence Kiprotich, do Quênia, em 2005 fez o tempo de 28min55; e Nancy Kipron, também queniana, correu os dez quilômetros com a marca de 34min08 ano passado.

O melhor resultado brasileiro aconteceu em 2006, quando Frank Caldeira, em 30min10 e Marcia Narloch, com tempo de 35min43 fizeram a dobradinha da prova. Já em 2007, Gladson Barbosa foi o vencedor em 29min50 e, em 2010, Cruz Nonata venceu na categoria feminina cruzando a linha de chegada em 34min13.

Inscrições abertas- As inscrições para a Corrida Panamericana vão até o dia 7/11 ou até a prova atingir o limite de seis mil inscritos e podem ser feitas no site da organização, www.10krio.com.br. A retirada do kit oficial da prova será no dia 10/11, das 9 às 19h, na arena do evento, no Monumento aos Pracinhas.