Cobertura_SaoSilvestre_08

Kiprono Mutai também participa da São Silvestre

Corridas de Rua · 23 dez, 2008

Mais um queniano confirmou presença na Corrida Internacional de São Silvestre. Kiprono Mutai, que desponta em algumas competições brasileiras, afirmou que quer buscar o pódio da última corrida do ano. Esse ano ele conquistou nove vitórias, como por exemplo, a Meia Maratona de São Paulo.

Na última edição da Volta da Pampulha, no início de dezembro, ele foi o segundo colocado. Essa será a segunda vez que Mutai participa da São Silvestre, porém, agora ele está mais confiante.

“Meu objetivo é o pódio e treinei o ano inteiro esperando este momento”, afirma o atleta. Hoje ele treina como Jorge Luiz e Luiz Antônio e garante que fez um treino específico para a competição.

A São Silvestre será realizada no dia 31 de dezembro com largada e chegada na avenida Paulista. Cerca de 20 mil competidores irão percorrer 15 quilômetros de prova por diversos bairros de São Paulo.

São Silvestre: Franck Caldeira dá dicas aos novatos

Franck Caldeira, 26 anos, disputará no próximo dia 31 mais uma edição da tradicional Corrida de São Silvestre, prova de 15 quilômetros que percorre as ruas de São Paulo. Com uma larga experiência na bagagem, inclusive a vitória da São Silvestre em 2005, ele dá algumas dicas para os marinheiros de primeira viagem.

“Primeiro de tudo é necessário fazer um acompanhamento médico para saber se está tudo ok e procurar um profissional para elaborar um treino”, relata o atleta que tem como técnico o Dr. Henrique Viana. “Se a pessoa quiser fazer por conta própria, recomendo então que rode entre cinco e 10 quilômetros pelo menos três vezes por semana para chegar bem no dia prova”, completa o mineiro, que aconselha também um pouco de reforço muscular. “No final faça uns piques de 50 metros em retas longas para soltar a musculatura”.

No dia da prova é comum o atleta ficar nervoso e apreensivo e sempre com a dúvida se fez tudo certo, mas Franck relata que o objetivo principal é participar da grande festa sem se estressar. “Vá com o pensamento que você fez tudo certo e tudo dará certo. Você não tem compromisso de vencer o Franck Caldeira”, brinca o mineiro.

“Se eu parar no meio da prova você ainda ganha um aperto de mão”, completa o atleta que lembra que por diversas vezes recebeu cumprimentos dos corredores no momento em que saía de uma competição antes da linha de chegada.

Assim como os profissionais cuidam da alimentação, os amadores também precisam ter uma atenção especial e, neste quesito, a dica de Franck é para não comer nada diferente do habitual nos dias que antecedem a São Silvestre. “Se o seu amigo te convidar para comer caldo de mocotó no dia anterior, não caia na dele, pois você pode ter problemas depois”.

Momentos antes do tiro de partida, vale a pena fazer uma última checagem no principal equipamento que será utilizado durante todos o percurso: o tênis. “Verifique se o tênis está bem amarrado e se o chip de cronometragem está preso no cadarço”, relata Franck.

Já na hora do tiro de partida, ele recomenda o corredor não mudar de faixa para evitar atropelar uns aos outros no meio da multidão. “É só lembrar da música e ficar ‘cada um no seu quadrado’”, finaliza o corredor mais uma vez mostrando seu bom humor peculiar.


São Silvestre: Franck Caldeira dá dicas aos novatos

Corridas de Rua · 23 dez, 2008

Franck Caldeira, 26 anos, disputará no próximo dia 31 mais uma edição da tradicional Corrida de São Silvestre, prova de 15 quilômetros que percorre as ruas de São Paulo. Com uma larga experiência na bagagem, inclusive a vitória da São Silvestre em 2005, ele dá algumas dicas para os marinheiros de primeira viagem.

“Primeiro de tudo é necessário fazer um acompanhamento médico para saber se está tudo ok e procurar um profissional para elaborar um treino”, relata o atleta que tem como técnico o Dr. Henrique Viana. “Se a pessoa quiser fazer por conta própria, recomendo então que rode entre cinco e 10 quilômetros pelo menos três vezes por semana para chegar bem no dia prova”, completa o mineiro, que aconselha também um pouco de reforço muscular. “No final faça uns piques de 50 metros em retas longas para soltar a musculatura”.

No dia da prova é comum o atleta ficar nervoso e apreensivo e sempre com a dúvida se fez tudo certo, mas Franck relata que o objetivo principal é participar da grande festa sem se estressar. “Vá com o pensamento que você fez tudo certo e tudo dará certo. Você não tem compromisso de vencer o Franck Caldeira”, brinca o mineiro.

“Se eu parar no meio da prova você ainda ganha um aperto de mão”, completa o atleta que lembra que por diversas vezes recebeu cumprimentos dos corredores no momento em que saía de uma competição antes da linha de chegada.

Assim como os profissionais cuidam da alimentação, os amadores também precisam ter uma atenção especial e, neste quesito, a dica de Franck é para não comer nada diferente do habitual nos dias que antecedem a São Silvestre. “Se o seu amigo te convidar para comer caldo de mocotó no dia anterior, não caia na dele, pois você pode ter problemas depois”.

Momentos antes do tiro de partida, vale a pena fazer uma última checagem no principal equipamento que será utilizado durante todos o percurso: o tênis. “Verifique se o tênis está bem amarrado e se o chip de cronometragem está preso no cadarço”, relata Franck.

Já na hora do tiro de partida, ele recomenda o corredor não mudar de faixa para evitar atropelar uns aos outros no meio da multidão. “É só lembrar da música e ficar ‘cada um no seu quadrado’”, finaliza o corredor mais uma vez mostrando seu bom humor peculiar.

São Silvestre terá a maior premiação em 84 anos

Corridas de Rua · 22 dez, 2008

Segundo a organização da São Silvestre, esse ano a prova terá a maior premiação da história da competição. Os vencedores da São Silvestre receberão 25 mil reais e terão um bônus de 20 mil reais se quebrarem o recorde da prova. Os atuais recordes são 43min12 no masculino e 50min26.

Além disso, aqueles que conquistarem a segunda colocação recebem 12,5 mil reais cada. Já os terceiros colocados sete mil reais. Ainda assim a premiação em dinheiro será feita até o décimo colocado da prova.

Ainda de acordo com os organizadores, os treinadores dos cinco primeiros das duas categorias (homens e mulheres) dividirão um bônus de R$ 10,5 mil. A prova desse ano deve reunir 20 mil pessoas que percorrerão os 15 quilômetros da prova no dia 31 de dezembro.

Confira as dicas de alimentação para a São Silvestre

Cerca de 20 mil pessoas vão enfrentar os 15 quilômetros da São Silvestre justamente no último dia do ano, 31 de dezembro. O mais importante para completar a prova e alcançar o objetivo traçado é o treino correto. Porém, há algumas outras dicas que podem dar uma ajuda extra no dia da competição. A alimentação é uma delas.

O nutricionista Danilo Balu indica a ingestão normal e carboidratos nas semanas que antecedem a prova. São os carboidratos que dão energia para nosso corpo. Mas durante a preparação para a São Silvestre, o corredor certamente vai se deparar com uma farta mesa da ceia de natal e uma dúvida pode surgir: comer ou não as guloseimas natalinas?

Ainda segundo Balu, a ceia de natal está liberada desde que se coma com moderação. “Você pode comer de tudo um pouco. Duvido que já não tenha ouvido essa recomendação. Mas se quer comer o chester, o peru, o leitão e também o tender, que o faça em porções de degustação. Afinal esse é um período que geralmente reduzimos com a atividade física e corremos o grande risco de ganhar muito peso”, conta.

As bebidas alcoólicas também não devem ser esquecidas. Vale lembrar que algumas bebidas são altamente calóricas, por isso é preferível consumir bebidas não alcoólicas.

No dia da prova - Passado o natal é hora de se preocupar com a prova. De acordo com Balu, o corredor deve evitar comer muita carne um dia antes da prova para evitar a sensação de “peso” na hora da corrida. Além disso, evite o álcool para que esteja bem hidratado.

Alguns corredores também devem evitar as fibras para não correrem o risco de sentir vontade de ir ao banheiro no meio da prova. “Para os novos corredores fica a recomendação de evitar muitas folhas e mesmo cereais por dois dias antes da prova”, diz.

Para o dia da corrida o ideal é dar prioridade para os alimentos mais leves com consumo de carboidratos e sem carne. Cerca de 2h30 antes da largada faça uma última refeição. “Essa refeição seria um pequeno lanche, como uma fruta e um isotônico”, explica o nutricionista. ”No caminho da largada é importante que tenha em mãos de preferência um isotônico”, acrescenta.

Durante a prova é importante não esquecer de se hidratar. “O ideal seria tomar alguns goles de água em todos os postos, mesmo que não estiver com sede. Há um certo temor e as pessoas acabam tomando um copo inteiro a cada parada, o que não se justifica para a imensa maioria. Seja razoável, beba aquilo que o corpo e não a cabeça pede. Infelizmente não há um valor fixo a se recomendar, apenas digo que beba um pouco em todos os postos”.

Depois da prova é hora de se hidratar e recuperar o carboidrato. Para isso beba água, isotônico e belisque algo com carboidrato que provavelmente vão estar preparando para a ceia de ano-novo. Isso vai dar a energia que o corpo vai precisar nas próximas horas.


Confira as dicas de alimentação para a São Silvestre

Corridas de Rua · 22 dez, 2008

Cerca de 20 mil pessoas vão enfrentar os 15 quilômetros da São Silvestre justamente no último dia do ano, 31 de dezembro. O mais importante para completar a prova e alcançar o objetivo traçado é o treino correto. Porém, há algumas outras dicas que podem dar uma ajuda extra no dia da competição. A alimentação é uma delas.

O nutricionista Danilo Balu indica a ingestão normal e carboidratos nas semanas que antecedem a prova. São os carboidratos que dão energia para nosso corpo. Mas durante a preparação para a São Silvestre, o corredor certamente vai se deparar com uma farta mesa da ceia de natal e uma dúvida pode surgir: comer ou não as guloseimas natalinas?

Ainda segundo Balu, a ceia de natal está liberada desde que se coma com moderação. “Você pode comer de tudo um pouco. Duvido que já não tenha ouvido essa recomendação. Mas se quer comer o chester, o peru, o leitão e também o tender, que o faça em porções de degustação. Afinal esse é um período que geralmente reduzimos com a atividade física e corremos o grande risco de ganhar muito peso”, conta.

As bebidas alcoólicas também não devem ser esquecidas. Vale lembrar que algumas bebidas são altamente calóricas, por isso é preferível consumir bebidas não alcoólicas.

No dia da prova - Passado o natal é hora de se preocupar com a prova. De acordo com Balu, o corredor deve evitar comer muita carne um dia antes da prova para evitar a sensação de “peso” na hora da corrida. Além disso, evite o álcool para que esteja bem hidratado.

Alguns corredores também devem evitar as fibras para não correrem o risco de sentir vontade de ir ao banheiro no meio da prova. “Para os novos corredores fica a recomendação de evitar muitas folhas e mesmo cereais por dois dias antes da prova”, diz.

Para o dia da corrida o ideal é dar prioridade para os alimentos mais leves com consumo de carboidratos e sem carne. Cerca de 2h30 antes da largada faça uma última refeição. “Essa refeição seria um pequeno lanche, como uma fruta e um isotônico”, explica o nutricionista. ”No caminho da largada é importante que tenha em mãos de preferência um isotônico”, acrescenta.

Durante a prova é importante não esquecer de se hidratar. “O ideal seria tomar alguns goles de água em todos os postos, mesmo que não estiver com sede. Há um certo temor e as pessoas acabam tomando um copo inteiro a cada parada, o que não se justifica para a imensa maioria. Seja razoável, beba aquilo que o corpo e não a cabeça pede. Infelizmente não há um valor fixo a se recomendar, apenas digo que beba um pouco em todos os postos”.

Depois da prova é hora de se hidratar e recuperar o carboidrato. Para isso beba água, isotônico e belisque algo com carboidrato que provavelmente vão estar preparando para a ceia de ano-novo. Isso vai dar a energia que o corpo vai precisar nas próximas horas.

Marílson Gomes dos Santos está fora da São Silvestre

Corridas de Rua · 19 dez, 2008

O maratonista Marílson Gomes dos Santos anunciou nessa sexta-feira (19) que não vai participar da São Silvestre desse ano. O motivo da desistência foi uma lesão no calcanhar, perto do tornozelo esquerdo.

“Não vou participar da São Silvestre. A gente fez uma avaliação para saber como eu estava e acabei sentindo a lesão”, revela Marílson em entrevista exclusiva ao Webrun, que tomou a decisão em conjunto com o seu treinador Adauto Domingues.

De acordo com o atleta, que já venceu a São Silvestre em 2003 e 2005, essa avaliação foi realizada nessa semana e foi composta por um aquecimento e uma corrida com um ritmo um pouco mais acelerado. “Vi que não estou completamente curado. A minha lesão está melhor, mas ainda não estou em boas condições para entrar na prova”, conta o corredor que esse ano conquistou o bicampeonato da Maratona de Nova York.

Agora Marílson irá intensificar a o tratamento e para isso ficará afastado das corridas por um curto período. “Fiz de tudo para correr a São Silvestre, mas agora vou parar totalmente e fazer um tratamento 100% focado para a cura”.

Com isso o atleta só deve voltar a competir no final de janeiro. Por enquanto ele ainda não tem os objetivos de 2009 traçados. “Primeiro vou ter que tratar e aos poucos aumentar os treino para adquirir forma e voltar para as competições”.

Veja as dicas de Lucélia Peres para as mulheres na São Silvestre

Lucélia Peres, detentora de diversos títulos na carreira, entre eles o da São Silvestre de 2006, ocasião em que desbancou um domínio de três anos dos competidores estrangeiros, ainda não confirmou presença na prova deste ano. Ela não sabe se estará no field, pois se recupera de uma lesão sofrida no pé direito no começo do ano, mas aproveita para dar algumas dicas para as corredoras amadoras.

“Para correr a São Silvestre a pessoa deve ter se preparado o mínimo possível antes, então nas semanas anteriores é legal tentar manter a mesma rotina, fazendo trotes leves”, ressalta a corredora que tem 15 anos dedicados ao esporte. Ela diz que nem sempre é fácil resistir às tentações dessa época de comemorações de fim de ano, mas que o importante é se manter concentrado.

Outra dica importante que ela dá é sobre o desgaste da prova e alerta para os corredores não abusarem do corpo e respeitarem os limites. “Nós da elite estamos acostumados a competir direto e conhecemos melhor nosso corpo, os amadores têm que ter uma preocupação extra. O que vale é aproveitar a festa”.

Esse ano mais uma vez a prova contará com 20 mil pessoas e com a largada unificada para os homens e para as mulheres, o que requer um cuidado extra. “Nós mulheres temos que nos preocupar em dobro para não sermos atropeladas e pisoteadas pela multidão no início”, alerta a mineira radicada em Brasília.

A prova tem 15 quilômetros de extensão, sendo os primeiros em trecho de descida, o que geralmente cria nos corredores uma empolgação que pode custar caro mais para frente. “Muita gente diz que a pior parte da São Silvestre é a subida da Brigadeiro, mas na verdade as descidas são piores”, relata Lucélia, se referindo ao desgaste muscular provocado pelo terreno em declive. “O ideal é não largar tão ansioso, pois no quilômetro sete ou oito você começa a pagar o preço de ter saído forte”, finaliza a atleta de 27 anos.


Veja as dicas de Lucélia Peres para as mulheres na São Silvestre

Corridas de Rua · 19 dez, 2008

Lucélia Peres, detentora de diversos títulos na carreira, entre eles o da São Silvestre de 2006, ocasião em que desbancou um domínio de três anos dos competidores estrangeiros, ainda não confirmou presença na prova deste ano. Ela não sabe se estará no field, pois se recupera de uma lesão sofrida no pé direito no começo do ano, mas aproveita para dar algumas dicas para as corredoras amadoras.

“Para correr a São Silvestre a pessoa deve ter se preparado o mínimo possível antes, então nas semanas anteriores é legal tentar manter a mesma rotina, fazendo trotes leves”, ressalta a corredora que tem 15 anos dedicados ao esporte. Ela diz que nem sempre é fácil resistir às tentações dessa época de comemorações de fim de ano, mas que o importante é se manter concentrado.

Outra dica importante que ela dá é sobre o desgaste da prova e alerta para os corredores não abusarem do corpo e respeitarem os limites. “Nós da elite estamos acostumados a competir direto e conhecemos melhor nosso corpo, os amadores têm que ter uma preocupação extra. O que vale é aproveitar a festa”.

Esse ano mais uma vez a prova contará com 20 mil pessoas e com a largada unificada para os homens e para as mulheres, o que requer um cuidado extra. “Nós mulheres temos que nos preocupar em dobro para não sermos atropeladas e pisoteadas pela multidão no início”, alerta a mineira radicada em Brasília.

A prova tem 15 quilômetros de extensão, sendo os primeiros em trecho de descida, o que geralmente cria nos corredores uma empolgação que pode custar caro mais para frente. “Muita gente diz que a pior parte da São Silvestre é a subida da Brigadeiro, mas na verdade as descidas são piores”, relata Lucélia, se referindo ao desgaste muscular provocado pelo terreno em declive. “O ideal é não largar tão ansioso, pois no quilômetro sete ou oito você começa a pagar o preço de ter saído forte”, finaliza a atleta de 27 anos.

Fanck Caldeira acredita em pódio na São Silvestre

Franck Caldeira, campeão da Corrida Internacional de São Silvestre em 2006, está na fase final dos treinamentos para os 15 quilômetros de 2008 e afirma que vai brigar para conquistar um lugar no pódio. Porém, o atleta mostra cautela para buscar o resultado. “Não vou garantir uma vitória, mas darei o meu melhor”, afirma o competidor que foi o terceiro colocado na Volta da Pampulha, no último dia sete em Belo Horizonte, atrás apenas dos quenianos Nicholas Kiprutto e Kiprono Mutai.

O mineiro fez uma preparação na altitude para a Maratona olímpica de Pequim, não completou o trajeto e ficou quase dois meses sem competir para voltar à rotina normal dos treinos. “A Pampulha foi um bom teste, fiquei em terceiro com um tempo que já me garantiu a vitória em outros anos”, comenta Franck que costuma rodar de 50 a 60 quilômetros semanais em dois períodos.

Ele afirma que ainda não está 100% para a prova do último dia do ano, já que ainda faltam alguns detalhes técnicos para serem definidos. “Retornei de Belo Horizonte com um pouco de dores musculares, mas já estou bem melhor. Agora vou focar os treinos de velocidade”.

Sempre bem humorado, o competidor diz que faltando algumas semanas para o evento, “não adianta colocar a carroça na frente dos bois”, ou seja, é necessário calma e atenção no dia a dia para evitar qualquer tipo de lesão.

Para isso diariamente ele procura ter uma alimentação saudável e evita as gorduras e os alimentos que não trazem nenhum tipo de benefício. “Não vou comer um monte de hambúrguer, se um simples prato de arroz com feijão e carne me fornece o que eu preciso. A gente aprender a comer certo desde criança com nossos pais”.

Mas, ao ser indagado se vai se privar de algum tipo de alimento durante as festividades do natal, Franck comenta que apenas não vai fazer extravagâncias, mas que a ceia já está garantida com os tradicionais pratos. “Já comprei dois perus, vinho e champagne, precisarei de bastante energia”.


Fanck Caldeira acredita em pódio na São Silvestre

Corridas de Rua · 18 dez, 2008

Franck Caldeira, campeão da Corrida Internacional de São Silvestre em 2006, está na fase final dos treinamentos para os 15 quilômetros de 2008 e afirma que vai brigar para conquistar um lugar no pódio. Porém, o atleta mostra cautela para buscar o resultado. “Não vou garantir uma vitória, mas darei o meu melhor”, afirma o competidor que foi o terceiro colocado na Volta da Pampulha, no último dia sete em Belo Horizonte, atrás apenas dos quenianos Nicholas Kiprutto e Kiprono Mutai.

O mineiro fez uma preparação na altitude para a Maratona olímpica de Pequim, não completou o trajeto e ficou quase dois meses sem competir para voltar à rotina normal dos treinos. “A Pampulha foi um bom teste, fiquei em terceiro com um tempo que já me garantiu a vitória em outros anos”, comenta Franck que costuma rodar de 50 a 60 quilômetros semanais em dois períodos.

Ele afirma que ainda não está 100% para a prova do último dia do ano, já que ainda faltam alguns detalhes técnicos para serem definidos. “Retornei de Belo Horizonte com um pouco de dores musculares, mas já estou bem melhor. Agora vou focar os treinos de velocidade”.

Sempre bem humorado, o competidor diz que faltando algumas semanas para o evento, “não adianta colocar a carroça na frente dos bois”, ou seja, é necessário calma e atenção no dia a dia para evitar qualquer tipo de lesão.

Para isso diariamente ele procura ter uma alimentação saudável e evita as gorduras e os alimentos que não trazem nenhum tipo de benefício. “Não vou comer um monte de hambúrguer, se um simples prato de arroz com feijão e carne me fornece o que eu preciso. A gente aprender a comer certo desde criança com nossos pais”.

Mas, ao ser indagado se vai se privar de algum tipo de alimento durante as festividades do natal, Franck comenta que apenas não vai fazer extravagâncias, mas que a ceia já está garantida com os tradicionais pratos. “Já comprei dois perus, vinho e champagne, precisarei de bastante energia”.

Melhor brasileiro na São Silvestre 2007 dá dicas para a prova

Anoé dos Santos Dias foi o brasileiro melhor colocado na Corrida Internacional de São Silvestre do ano passado, ao obter a terceira colocação atrás apenas dos quenianos Robert Cheruiyot e Patrick Ivuti. Surpresa para o público, ele diz que conseguiu encaixar bem os treinamentos durante a temporada para ter um bom desempenho.

Anoé é atleta profissional há três anos e nesse tempo já tem importantes dicas e macetes para a prova. Este ano, assim como em 2007, a organização do evento colocou à disposição 20 mil vagas, um número suficiente para a realização da prova e também para causar algum tumulto na hora da largada.

“Para chegar bem na São Silvestre a pessoa tem que ter treinado pelo menos três meses antes”, ressalta o competidor que é natural de Munhoz de Melo, no norte do Paraná. Segundo ele, os primeiros quilômetros devem ter uma atenção especial. Ele faz um alerta para a hora da largada, momento em que é necessária muita atenção para evitar acidentes. “Os corredores devem sair reto, não queiram trocar de faixa logo de cara”.

Depois de largar na Avenida Paulista os corredores iniciam um trecho de declive rumo à Rua da Consolação, trecho onde muitas pessoas se empolgam e acabam quebrando alguns quilômetros à frente. “Não pode se empolgar nas descidas, é preciso sair num ritmo moderado porque a dificuldade virá mais para frente”, enfatiza Anoé.

Os atletas de elite costumam pegar água em vários postos de hidratação, mas não necessariamente bebem toda a água, já que jogam parte do líquido na cabeça para baixar a temperatura do corpo. “Se estiver calor, pegue água em todos os postos, mas não beba tudo, para não ficar com a barriga pesada”, finaliza Anoé que já foi trabalhador rural.


Melhor brasileiro na São Silvestre 2007 dá dicas para a prova

Corridas de Rua · 17 dez, 2008

Anoé dos Santos Dias foi o brasileiro melhor colocado na Corrida Internacional de São Silvestre do ano passado, ao obter a terceira colocação atrás apenas dos quenianos Robert Cheruiyot e Patrick Ivuti. Surpresa para o público, ele diz que conseguiu encaixar bem os treinamentos durante a temporada para ter um bom desempenho.

Anoé é atleta profissional há três anos e nesse tempo já tem importantes dicas e macetes para a prova. Este ano, assim como em 2007, a organização do evento colocou à disposição 20 mil vagas, um número suficiente para a realização da prova e também para causar algum tumulto na hora da largada.

“Para chegar bem na São Silvestre a pessoa tem que ter treinado pelo menos três meses antes”, ressalta o competidor que é natural de Munhoz de Melo, no norte do Paraná. Segundo ele, os primeiros quilômetros devem ter uma atenção especial. Ele faz um alerta para a hora da largada, momento em que é necessária muita atenção para evitar acidentes. “Os corredores devem sair reto, não queiram trocar de faixa logo de cara”.

Depois de largar na Avenida Paulista os corredores iniciam um trecho de declive rumo à Rua da Consolação, trecho onde muitas pessoas se empolgam e acabam quebrando alguns quilômetros à frente. “Não pode se empolgar nas descidas, é preciso sair num ritmo moderado porque a dificuldade virá mais para frente”, enfatiza Anoé.

Os atletas de elite costumam pegar água em vários postos de hidratação, mas não necessariamente bebem toda a água, já que jogam parte do líquido na cabeça para baixar a temperatura do corpo. “Se estiver calor, pegue água em todos os postos, mas não beba tudo, para não ficar com a barriga pesada”, finaliza Anoé que já foi trabalhador rural.

Marílson diz que as chances de correr a São Silvestre são mínimas

A participação do maratonista Marílson Gomes dos Santos na Corrida Internacional de São Silvestre chegou a ser cogitada logo após a sua segunda vitória na Maratona de Nova York, no início de novembro. Porém, um pouco mais de um mês da sua conquista inédita nos Estados Unidos, Marílson revelou que não deve participar da São Silvestre, que acontece no próximo dia 31 de dezembro.

“Hoje as chances são mínimas. Vou conversar com o Adauto (treinador do atleta) e a gente vai decidir isso ainda nessa semana, mas as chances são muito pequenas”, revela.

De acordo com Marílson, uma dor no calcanhar esquerdo, perto do tornozelo, atrapalhou os treinos para a última corrida do ano. “Quando eu voltei aos treinos, eu comecei a sentir uma dorzinha no pé. Por isso estou fazendo fisioterapeia todos os dias e tive que diminuir o ritmo”, conta.

Ainda, segundo Marílson, hoje ele realiza apenas rodagens leves, cerca de 30 a 40 minutos por dia. “Não estou conseguindo treinar do jeito que eu queria. Não é grave, mas a dor está incomodando bastante”.

O maratonista contou também que não é a primeira vez que essa dor aparece. “Quando eu voltei de Nova York eu não estava sentindo nada. Mas comecei sentir essa dor um pouco depois. Há muito tempo não tinha isso”, diz o atleta que já venceu a São Silvestre em 2003 e 2005.

Independente da sua participação na São Silvestre, a temporada 2009 do atelta ainda não foi definida. “Ainda não pensei na próxima temporada. A prioridade agora será cuidar da lesão”.


Marílson diz que as chances de correr a São Silvestre são mínimas

Corridas de Rua · 16 dez, 2008

A participação do maratonista Marílson Gomes dos Santos na Corrida Internacional de São Silvestre chegou a ser cogitada logo após a sua segunda vitória na Maratona de Nova York, no início de novembro. Porém, um pouco mais de um mês da sua conquista inédita nos Estados Unidos, Marílson revelou que não deve participar da São Silvestre, que acontece no próximo dia 31 de dezembro.

“Hoje as chances são mínimas. Vou conversar com o Adauto (treinador do atleta) e a gente vai decidir isso ainda nessa semana, mas as chances são muito pequenas”, revela.

De acordo com Marílson, uma dor no calcanhar esquerdo, perto do tornozelo, atrapalhou os treinos para a última corrida do ano. “Quando eu voltei aos treinos, eu comecei a sentir uma dorzinha no pé. Por isso estou fazendo fisioterapeia todos os dias e tive que diminuir o ritmo”, conta.

Ainda, segundo Marílson, hoje ele realiza apenas rodagens leves, cerca de 30 a 40 minutos por dia. “Não estou conseguindo treinar do jeito que eu queria. Não é grave, mas a dor está incomodando bastante”.

O maratonista contou também que não é a primeira vez que essa dor aparece. “Quando eu voltei de Nova York eu não estava sentindo nada. Mas comecei sentir essa dor um pouco depois. Há muito tempo não tinha isso”, diz o atleta que já venceu a São Silvestre em 2003 e 2005.

Independente da sua participação na São Silvestre, a temporada 2009 do atelta ainda não foi definida. “Ainda não pensei na próxima temporada. A prioridade agora será cuidar da lesão”.

Após lesão, Lucélia Peres é dúvida para a São Silvestre

A mineira radicada em Brasília, Lucélia Peres, ainda não sabe se participará da São Silvestre no próximo dia 31 de dezembro. Acometida por uma fasciíte plantar no pé direito desde julho, a atleta teve que diminuir a intensidade de treinos e competições. Durante esses meses de recuperação, ela viu diversos planos não darem certo em 2008, entre eles a participação nos Jogos Olímpicos de Pequim. E o bicampeonato da São Silvestre, Lucélia venceu a prova em 2006, também poderá ficar para trás.

“Essa é uma prova muito dura, por isso a cada dia que passou avalio minha condição junto com meu treinador, Edilberto Barros”, comenta Lucélia. “Meu treinamento já está próximo do que eu estava acostumada a fazer antes da lesão, mas ainda não estou 100%, falta uma lapidação”, completa a corredora de 27 anos que vêm treinando regularmente há um mês e meio.

Como forma de testar sua condição física, no dia 23 de novembro, ela participou da etapa de Brasília do Circuito de Corridas da Caixa. “O resultado foi ótimo, pois não senti dor e corri próximo do que estava acostumada”, relata Lucélia que obteve a 10ª colocação geral.

A fasciíte plantar ocasionou outros problemas no pé e, segundo Lucélia, ter ficado praticamente seis meses parada foi sem sombra de dúvidas o pior momento de seus 15 anos como atleta. “Eu tinha todo um planejamento para esse ano, como ir para Pequim, vencer a Volta da Pampulha e a São Silvestre, foi um prejuízo muito grande”, lamenta a corredora.

Para não perder o condicionamento físico e fortalecer a musculatura, no tempo em que esteve parada, ela fez alguns exercícios na piscina e na academia. “Eu me cobrei muito nesse período, mas ainda bem que eu e o Edilberto trabalhamos juntos e controlamos a ansiedade um do outro”, lembra Lucélia que espera começar o ano de 2009 plenamente recuperada e pronta para encarar novos desafios.

Além do apoio do treinador, a brasiliense contou com o suporte de seus patrocinadores, que mantiveram o contrato durante todo o período em que esteve fora de atividade. “Claro que eles querem ver resultados, mas me deixaram à vontade para voltar quando estivesse pronta”, finaliza Lucélia.

Treinador - Nessa última terça-feira (16), após a publicação dessa matéria, a organização da São Silvestre divulgou a confirmação de Lucélia na prova. Porém, de acordo com o treinador dela, Edilberto Barros, Lucélia está inscrita na prova, mas a decisão de participação será tomada apenas na última semana de dezembro. "Ela está muito bem. Queremos participar da prova, mas vamos ver como serão essas últimas semanas de treinamento", conta ao Webrun.


Após lesão, Lucélia Peres é dúvida para a São Silvestre

Corridas de Rua · 15 dez, 2008

A mineira radicada em Brasília, Lucélia Peres, ainda não sabe se participará da São Silvestre no próximo dia 31 de dezembro. Acometida por uma fasciíte plantar no pé direito desde julho, a atleta teve que diminuir a intensidade de treinos e competições. Durante esses meses de recuperação, ela viu diversos planos não darem certo em 2008, entre eles a participação nos Jogos Olímpicos de Pequim. E o bicampeonato da São Silvestre, Lucélia venceu a prova em 2006, também poderá ficar para trás.

“Essa é uma prova muito dura, por isso a cada dia que passou avalio minha condição junto com meu treinador, Edilberto Barros”, comenta Lucélia. “Meu treinamento já está próximo do que eu estava acostumada a fazer antes da lesão, mas ainda não estou 100%, falta uma lapidação”, completa a corredora de 27 anos que vêm treinando regularmente há um mês e meio.

Como forma de testar sua condição física, no dia 23 de novembro, ela participou da etapa de Brasília do Circuito de Corridas da Caixa. “O resultado foi ótimo, pois não senti dor e corri próximo do que estava acostumada”, relata Lucélia que obteve a 10ª colocação geral.

A fasciíte plantar ocasionou outros problemas no pé e, segundo Lucélia, ter ficado praticamente seis meses parada foi sem sombra de dúvidas o pior momento de seus 15 anos como atleta. “Eu tinha todo um planejamento para esse ano, como ir para Pequim, vencer a Volta da Pampulha e a São Silvestre, foi um prejuízo muito grande”, lamenta a corredora.

Para não perder o condicionamento físico e fortalecer a musculatura, no tempo em que esteve parada, ela fez alguns exercícios na piscina e na academia. “Eu me cobrei muito nesse período, mas ainda bem que eu e o Edilberto trabalhamos juntos e controlamos a ansiedade um do outro”, lembra Lucélia que espera começar o ano de 2009 plenamente recuperada e pronta para encarar novos desafios.

Além do apoio do treinador, a brasiliense contou com o suporte de seus patrocinadores, que mantiveram o contrato durante todo o período em que esteve fora de atividade. “Claro que eles querem ver resultados, mas me deixaram à vontade para voltar quando estivesse pronta”, finaliza Lucélia.

Treinador - Nessa última terça-feira (16), após a publicação dessa matéria, a organização da São Silvestre divulgou a confirmação de Lucélia na prova. Porém, de acordo com o treinador dela, Edilberto Barros, Lucélia está inscrita na prova, mas a decisão de participação será tomada apenas na última semana de dezembro. "Ela está muito bem. Queremos participar da prova, mas vamos ver como serão essas últimas semanas de treinamento", conta ao Webrun.