Cobertura_SaoSilvestre_08

Corrida Gonzaguinha serve como preparação para a São Silvestre

São Paulo - Faltam um pouco mais de 15 dias para acabar o ano e as corridas de rua na capital paulista continuam a todo vapor. Isso porque, muitos se preparam para a tradicional Corrida de São Silvestre, que acontece no último dia do ano, 31 de dezembro. Por isso na manhã desse domingo (14) mais de quatro mil pessoas participaram da edição número 42 da Corrida Sargento Gonzaguinha.

A prova é seletiva da São Silvestre e também é composta por 15 quilômetros. Os 10 primeiros colocados, tanto no masculino quanto no feminino, ganham uma vaga na largada da elite da última corrida do ano.

A idéia de organizar a competição veio nos anos 40 quando o Sargento Gonzaga, vice-campeão duas vezes da São Silvestre, pensou em realizar uma prova de preparação para os principais 15 quilômetros de São Paulo. Adailton Miguel, por exemplo, corre há 19 anos e participou da Gonzaguinha para ver como anda seu treino.

“Vou correr a São Silvestre pela décima vez. Vir na Gonzaguinha é importante porque é a última prova do ano para se preparar. Fiz a prova em 51 minutos e achei muito bom. Aqui não tem morro como a São Silvestre, mas já dá para ter uma noção de como foi a sua preparação de base”, conta o atleta.

Elite - A campeã da Gonzaguinha desse ano Edielza Santos finalizou a competição com larga vantagem das adversárias no tempo de 53min15. De acordo com ela, a prova realmente foi encarada como um treino forte de avaliação para a São Silvestre. “Eu achei que foi um treino muito bom. Eu liderei a prova e fiquei sozinha depois. Corri muito forte e vi que estou bem para a São Silvestre”, conta.

Edielza foi a quarta colocada da São Silvestre do ano passado, para essa edição ela espera continuar entre as cinco primeiras. “Estou me preparando bastante para obter um bom resultado. Agora tem que ver as adversárias. Vai ter muita gente boa lá”.

A segunda posição ficou com Flaviana Chung seguida por Josefa Maria da Silva. Entre os homens o vencedor da prova foi Luis Paulo Antunes. Ele conquistou o pódio pela segunda vez consecutiva quase com o mesmo tempo do ano passado. Paulo cruzou a linha de chegada em 45min48, três segundos a mais que em 2007.

“Resolvi correr de última hora. Mas fiz o tempo que eu queria fazer. Fiz uma prova de tática e no final eu abri e sabia que ali ninguém mais conseguiria me alcançar”, diz o campeão.

Sobre a São Silvestre Paulo ainda não sabe se vai participar. “Vou decidir de última hora também se vou para a São Silvestre. Estou com dificuldade para treinar. Mas quem sabe eu resolva ir e conquiste o pódio”, conta Paulo que revelou que seu problema nos treinos é pessoal. A segunda colocação ficou com Marcelo José da Silva e o terceiro lugar foi para Célio Falcão.


Corrida Gonzaguinha serve como preparação para a São Silvestre

Corridas de Rua · 14 dez, 2008

São Paulo - Faltam um pouco mais de 15 dias para acabar o ano e as corridas de rua na capital paulista continuam a todo vapor. Isso porque, muitos se preparam para a tradicional Corrida de São Silvestre, que acontece no último dia do ano, 31 de dezembro. Por isso na manhã desse domingo (14) mais de quatro mil pessoas participaram da edição número 42 da Corrida Sargento Gonzaguinha.

A prova é seletiva da São Silvestre e também é composta por 15 quilômetros. Os 10 primeiros colocados, tanto no masculino quanto no feminino, ganham uma vaga na largada da elite da última corrida do ano.

A idéia de organizar a competição veio nos anos 40 quando o Sargento Gonzaga, vice-campeão duas vezes da São Silvestre, pensou em realizar uma prova de preparação para os principais 15 quilômetros de São Paulo. Adailton Miguel, por exemplo, corre há 19 anos e participou da Gonzaguinha para ver como anda seu treino.

“Vou correr a São Silvestre pela décima vez. Vir na Gonzaguinha é importante porque é a última prova do ano para se preparar. Fiz a prova em 51 minutos e achei muito bom. Aqui não tem morro como a São Silvestre, mas já dá para ter uma noção de como foi a sua preparação de base”, conta o atleta.

Elite - A campeã da Gonzaguinha desse ano Edielza Santos finalizou a competição com larga vantagem das adversárias no tempo de 53min15. De acordo com ela, a prova realmente foi encarada como um treino forte de avaliação para a São Silvestre. “Eu achei que foi um treino muito bom. Eu liderei a prova e fiquei sozinha depois. Corri muito forte e vi que estou bem para a São Silvestre”, conta.

Edielza foi a quarta colocada da São Silvestre do ano passado, para essa edição ela espera continuar entre as cinco primeiras. “Estou me preparando bastante para obter um bom resultado. Agora tem que ver as adversárias. Vai ter muita gente boa lá”.

A segunda posição ficou com Flaviana Chung seguida por Josefa Maria da Silva. Entre os homens o vencedor da prova foi Luis Paulo Antunes. Ele conquistou o pódio pela segunda vez consecutiva quase com o mesmo tempo do ano passado. Paulo cruzou a linha de chegada em 45min48, três segundos a mais que em 2007.

“Resolvi correr de última hora. Mas fiz o tempo que eu queria fazer. Fiz uma prova de tática e no final eu abri e sabia que ali ninguém mais conseguiria me alcançar”, diz o campeão.

Sobre a São Silvestre Paulo ainda não sabe se vai participar. “Vou decidir de última hora também se vou para a São Silvestre. Estou com dificuldade para treinar. Mas quem sabe eu resolva ir e conquiste o pódio”, conta Paulo que revelou que seu problema nos treinos é pessoal. A segunda colocação ficou com Marcelo José da Silva e o terceiro lugar foi para Célio Falcão.

Anoé Dias, 3º colocado em 07 na São Silvestre, fala sobre preparação

Anoé dos Santos Dias, o brasileiro mais bem colocado na Corrida Internacional de São Silvestre do ano passado, com a terceira posição do pódio, disputará mais uma vez a prova desse ano e admite estar preparado para encarar uma certa pressão na edição do próximo dia 31. Morando e treinando em Jardinópolis, região da Grande Ribeirão Preto, ele comenta as estratégias e as formas de preparação para a prova de encerramento do ano.

Aos 27 anos de idade, sendo seis dedicados à corrida (três como profissional), desde agosto ele se prepara para chegar bem na São Silvestre. “Faço trabalho de base, com reforço muscular, academia e trabalho de rampa”, comenta Anoé. “Também faço treinos longos e de variação de ritmo”, completa.

Ele não se considera um atleta veloz, mas sim resistente, motivo pelo qual ele sofre um pouco nos primeiros quilômetros da tradicional competição paulistana. “Tem muitas subidas no começo, mas a partir da metade da prova começo a pegar os adversários um por um”, ressalta o atleta que vai torcer por um clima quente e sem chuva, como em 2007.

Para isso, ele realiza treinos duas vezes por dia, numa média de 30 quilômetros, além de tiros curtos e longos, que variam de 400 a dois mil metros de distância. Esse ano ele subiu no pódio em diversas etapas do Circuito de Corridas da Caixa, venceu a Meia Maratona do Recife, ficou em segundo na Meia Maratona de São Paulo e acredita que pode obter mais uma vez um bom resultado na São Silvestre. “Não quero chegar como favorito, mas sei que vou ter mais cobrança por parte das pessoas”, comenta o competidor natural de Munhoz de Melo, norte do Paraná.

“Ano passado eu sabia que tinha condições de chegar bem e agora vou correr para chegar no pódio, uma vitória é conseqüência”, relata o atleta animado. Para cruzar a linha de chegada numa boa colocação, Anoé terá que encarar além de outros brasileiros fortes, um pelotão de quenianos, que certamente dará trabalho.

“Eles sentem um pouco o clima quente, pois costumam treinar no frio, então se as condições forem parecidas com as do ano passado, pretendo manter uma distância de uns 100 metros e tentar pegá-los na segunda parte da prova”, relata o atleta que já foi trabalhador rural. “Já se estiver chovendo, vou sair forte e ver até onde consigo acompanhar”, completa.

Para os 15 quilômetros da São Silvestre, Anoé competiu algumas provas em São Carlos, onde o clima quente se assemelha à provável condição no dia da prova em São Paulo, além da Volta da Pampulha no último domingo, em Belo Horizonte (MG). “A Pampulha é uma prova plana, que não é muito o meu estilo”, relata o paranaense que foi o nono colocado e sétimo brasileiro na prova.

Segundo Anoé, conforme a data do evento se aproxima, a intensidade dos treinos é reduzida e ele só pára definitivamente no dia 31. “Na véspera faço um trote leve para soltar a musculatura e no dia aproveito para descansar o físico e o psicológico”. Com pressão, ou sem pressão, certamente o corredor sentirá o carinho do público de forma muito mais intensa este ano, resta a ele esperar para ver.


Anoé Dias, 3º colocado em 07 na São Silvestre, fala sobre preparação

Corridas de Rua · 12 dez, 2008

Anoé dos Santos Dias, o brasileiro mais bem colocado na Corrida Internacional de São Silvestre do ano passado, com a terceira posição do pódio, disputará mais uma vez a prova desse ano e admite estar preparado para encarar uma certa pressão na edição do próximo dia 31. Morando e treinando em Jardinópolis, região da Grande Ribeirão Preto, ele comenta as estratégias e as formas de preparação para a prova de encerramento do ano.

Aos 27 anos de idade, sendo seis dedicados à corrida (três como profissional), desde agosto ele se prepara para chegar bem na São Silvestre. “Faço trabalho de base, com reforço muscular, academia e trabalho de rampa”, comenta Anoé. “Também faço treinos longos e de variação de ritmo”, completa.

Ele não se considera um atleta veloz, mas sim resistente, motivo pelo qual ele sofre um pouco nos primeiros quilômetros da tradicional competição paulistana. “Tem muitas subidas no começo, mas a partir da metade da prova começo a pegar os adversários um por um”, ressalta o atleta que vai torcer por um clima quente e sem chuva, como em 2007.

Para isso, ele realiza treinos duas vezes por dia, numa média de 30 quilômetros, além de tiros curtos e longos, que variam de 400 a dois mil metros de distância. Esse ano ele subiu no pódio em diversas etapas do Circuito de Corridas da Caixa, venceu a Meia Maratona do Recife, ficou em segundo na Meia Maratona de São Paulo e acredita que pode obter mais uma vez um bom resultado na São Silvestre. “Não quero chegar como favorito, mas sei que vou ter mais cobrança por parte das pessoas”, comenta o competidor natural de Munhoz de Melo, norte do Paraná.

“Ano passado eu sabia que tinha condições de chegar bem e agora vou correr para chegar no pódio, uma vitória é conseqüência”, relata o atleta animado. Para cruzar a linha de chegada numa boa colocação, Anoé terá que encarar além de outros brasileiros fortes, um pelotão de quenianos, que certamente dará trabalho.

“Eles sentem um pouco o clima quente, pois costumam treinar no frio, então se as condições forem parecidas com as do ano passado, pretendo manter uma distância de uns 100 metros e tentar pegá-los na segunda parte da prova”, relata o atleta que já foi trabalhador rural. “Já se estiver chovendo, vou sair forte e ver até onde consigo acompanhar”, completa.

Para os 15 quilômetros da São Silvestre, Anoé competiu algumas provas em São Carlos, onde o clima quente se assemelha à provável condição no dia da prova em São Paulo, além da Volta da Pampulha no último domingo, em Belo Horizonte (MG). “A Pampulha é uma prova plana, que não é muito o meu estilo”, relata o paranaense que foi o nono colocado e sétimo brasileiro na prova.

Segundo Anoé, conforme a data do evento se aproxima, a intensidade dos treinos é reduzida e ele só pára definitivamente no dia 31. “Na véspera faço um trote leve para soltar a musculatura e no dia aproveito para descansar o físico e o psicológico”. Com pressão, ou sem pressão, certamente o corredor sentirá o carinho do público de forma muito mais intensa este ano, resta a ele esperar para ver.

Kits da Sargento Gonzaguinha serão entregues sábado

Corridas de Rua · 11 dez, 2008

Neste domingo (14) acontece em São Paulo a 42ª edição da Corrida Sargento Gonzaguinha, competição que serve como última seletiva para a Corrida Internacional de São Silvestre a ser disputada no dia 31 de dezembro. Os kits dos atletas serão entregues somente neste sábado (13) no mesmo local onde será a largada da prova.

A entrega do material será feita no Centro de Capacitação Física e Operacional (Escola de Educação Física da Polícia Militar), sito à Avenida Cruzeiro do Sul, 548 das 8h às 17h. Os atletas devem levar um documento de identidade com foto e o comprovante de pagamento da inscrição.

A largada dos 15 quilômetros será às 7h30 para os cadeirantes e handcycle masculino e feminino, 7h40 para a elite feminina, 8h para a elite masculina, atletas com deficiência, e categoria geral masculina e feminina. O tiro de partida será dado em frente à Escola de Educação Física da Polícia Militar.

Além da premiação em dinheiro, os cinco melhores colocados entre os homens e entre as mulheres se classificarão automaticamente para o pelotão de Elite A da São Silvestre. Ano passado a vitória ficou com o brasileiro Luís Paulo Antunes, com 45min45 e com queniana Eunice Jeptoo, com o tempo de 56min05.

Equipe VO2 realiza treino gratuito para a São Silvestre

Corridas de Rua · 10 dez, 2008

Com a chegada da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, no dia 31 de dezembro, várias assessorias esportivas disponibilizam para seus alunos simulados de percurso para a competição. A equipe VO2 já anunciou o seu treino, marcado para o próximo dia 27, com o diferencial de ser aberto para todos os interessados, independente de serem ou não associados.

O treinamento será feito no dia 27 (sábado), a partir das 21h na Avenida Paulista, em frente ao MASP. As inscrições são gratuitas, mas os organizadores pedem aos atletas que levem um quilo de alimento ou qualquer outro donativo a ser encaminhado para as vítimas das enchentes em Santa Catarina.

Vale lembrar que o tráfego de veículos não será fechado nas vias, mas haverá um veículo de apoio da equipe para auxiliar os competidores. Para maior segurança de todos, os responsáveis pelo evento pedem que todos levem lanternas de cabeça (headlamp) ou de mão e, caso o inscrito não a possua, algumas unidades serão comercializadas no local, mas é necessário enviar um email encomendando o acessório.

Os interessados devem confirmar presença pelo email [email protected], ou ligar para (11) 7280-5519.

Conheça a São Silvestre quilômetro por quilômetro

Como de costume, reservo o último texto do ano para dedicar a corrida mais tradicional do país, pois enquanto alguns já fizeram diversas provas durante o ano, das mais variadas distâncias e nos mais variados formatos, já estando inclusive pensando nas merecidas férias e na próxima temporada, cerca de 20 mil corredores ainda tem um grande compromisso a cumprir, e justamente no último dia do ano, a Corrida Internacional de São Silvestre!

Com largada congestionada, percurso difícil, e temperatura normalmente muito elevada, a São Silvestre é daquelas corridas que costuma causar o famoso “friozinho na barriga” do corredor, seja ele profissional ou amador, experiente ou não, justamente pelas suas grandes dificuldades, por toda a sua enorme tradição, e sobretudo, pelo fato do país inteiro praticamente parar para ver a grande festa nas ruas de São Paulo.

Desafio, projeto, sonho, tradição, promessa, aposta, são muitos os motivos que levam milhares de corredores à Avenida Paulista. Se você é corredor e não estiver entre os inscritos para os 15km, vá ensaiando uma justificativa convincente, pois com toda certeza, será abordado por muita gente, perguntando se o “amigo corredor” estará lá ou não.

Se já estiver inscrito, ou ainda na dúvida, segue abaixo um resumo dos principais trechos e das principais dificuldades da prova, que passa por tradicionais pontos culturais da cidade.

Largada: O primeiro desafio para a maioria dos corredores é a largada que acontece às 17h na Av. Paulista, em frente ao Masp. Como disse anteriormente, são cerca de 20 mil corredores aglomerados tentando um bom tempo, uma boa colocação, ou simplesmente completar a prova e realizar um sonho antigo.

Por isso é recomendado chegar no máximo 1h30 e no mínimo 40 minutos antes da largada para poder realizar um bom aquecimento, alongar a musculatura e esperar o início com tranqüilidade. É comum ver alguns corredores chegarem muito cedo, mas estes acabam ficando em pé por muito tempo e conseqüentemente têm seu desempenho final comprometido.

1º e 2º km: se o corredor não sair no pelotão de elite, é muito difícil que ele consiga correr no ritmo desejado até o final do primeiro quilômetro. É muito provável que ele seja atrapalhado pela grande massa e por todo aquele monte de gente fantasiada e com faixas. É impressionante como se vê de tudo por ali. Este ano provavelmente teremos muitos “Obamas” e outros personagens mais!

Completa-se o primeiro quilômetro já na famosa Av. Consolação, bem em frente à Faculdade de Belas Artes. Começa então a descida de dois quilômetros entre ela e a também tradicional Av. Ipiranga.

O velho ditado diz que, “para baixo todo santo ajuda”, mas deve-se descer com bastante cuidado para evitar o desgaste excessivo que poderá sentir mais para frente.

3º e 4º km: descemos a Avenida Ipiranga, passamos em frente a Praça da República e seguimos pela Av. São João. São mais dois quilômetros de descidas, que deixam a falsa impressão que a prova é a maior moleza. Todo cuidado com a empolgação excessiva é pouco, pois há muita prova pela frente.

5º km: um pouco depois da entrada do Elevado Costa e Silva começa a parte de subida da prova. Para quem não poupou energias ou não costuma treinar em subidas pode começar a sentir o grande problema aqui!

6º km: ainda no Elevado, vale lembrar que este trecho não tem muita sombra e o calor pode atrapalhar. Boné é bem vindo.

7º km: aqui o corredor encontra a rua Margarida e outras pequenas ruas cheias de curvas, além de um pedaço da avenida Pacaembu. Mas logo vêm mais uma subidinha considerável.

8º e 9º km: na avenida Norma Gianalti e avenida Rudge, o corredor consegue recuperar um pouco o fôlego já que é um trecho mais plano, porém com pouca sombra.

9º e 10º km: ainda na avenida Rudge, chegamos a um ponto bem crítico, que é o Viaduto Rudge. É um dos piores trechos devido à inclinação e falta de sombras. Muita gente diminui o ritmo por ali e depois não consegue mais recuperá-lo. Muito se fala da subida da Brigadeiro, mas este é um dos trechos que não pode ser menosprezado.

11º e 12º km: Esse trecho passa bem pelo centro de São Paulo. No Viaduto do Chá encontramos mais uma pequena subida que termina em uma das mais tradicionais faculdades de Direito do país, a São Francisco.

13º e 14º km: finalmente chegamos a tão temível subida da Av. Brigadeiro Luis Antônio, onde para os profissionais normalmente as primeiras colocações são definidas e para os amadores, começa o maior desafio. São praticamente 2,5 quilômetros de subida.

14º e 15º km: continuamos subindo e alcançamos o trecho de subida mais íngreme da prova quando passamos por baixo do Viaduto Treze de Maio, onde o corredor pergunta várias vezes para si mesmo o que está fazendo ali. Porém, o bom deste trecho é que tem muita sombra e muita gente incentivando e lá você sabe que falta pouco para terminar.

Finalmente alcançamos a parte plana da Brigadeiro ao som de milhares de gritos e assobios, onde o corredor já pode imaginar o que o espera 500 metros a frente. Curva da Brigadeiro com a Paulista e lá está a tão esperada faixa de chegada.

Arquibancadas lotadas dos dois lados da avenida, pessoas gritando e vibrando, fogos de artifício, pose para chegada, e finalmente: missão cumprida. Alguns choram, se abraçam, comemoram e dão risada sozinhos com a gostosa sensação de dever cumprido. Outros terminam dizendo que nunca mais voltarão, mas passados alguns minutos já se pegam fazendo planos para a próxima edição!


Conheça a São Silvestre quilômetro por quilômetro

Corridas de Rua · 09 dez, 2008

Como de costume, reservo o último texto do ano para dedicar a corrida mais tradicional do país, pois enquanto alguns já fizeram diversas provas durante o ano, das mais variadas distâncias e nos mais variados formatos, já estando inclusive pensando nas merecidas férias e na próxima temporada, cerca de 20 mil corredores ainda tem um grande compromisso a cumprir, e justamente no último dia do ano, a Corrida Internacional de São Silvestre!

Com largada congestionada, percurso difícil, e temperatura normalmente muito elevada, a São Silvestre é daquelas corridas que costuma causar o famoso “friozinho na barriga” do corredor, seja ele profissional ou amador, experiente ou não, justamente pelas suas grandes dificuldades, por toda a sua enorme tradição, e sobretudo, pelo fato do país inteiro praticamente parar para ver a grande festa nas ruas de São Paulo.

Desafio, projeto, sonho, tradição, promessa, aposta, são muitos os motivos que levam milhares de corredores à Avenida Paulista. Se você é corredor e não estiver entre os inscritos para os 15km, vá ensaiando uma justificativa convincente, pois com toda certeza, será abordado por muita gente, perguntando se o “amigo corredor” estará lá ou não.

Se já estiver inscrito, ou ainda na dúvida, segue abaixo um resumo dos principais trechos e das principais dificuldades da prova, que passa por tradicionais pontos culturais da cidade.

Largada: O primeiro desafio para a maioria dos corredores é a largada que acontece às 17h na Av. Paulista, em frente ao Masp. Como disse anteriormente, são cerca de 20 mil corredores aglomerados tentando um bom tempo, uma boa colocação, ou simplesmente completar a prova e realizar um sonho antigo.

Por isso é recomendado chegar no máximo 1h30 e no mínimo 40 minutos antes da largada para poder realizar um bom aquecimento, alongar a musculatura e esperar o início com tranqüilidade. É comum ver alguns corredores chegarem muito cedo, mas estes acabam ficando em pé por muito tempo e conseqüentemente têm seu desempenho final comprometido.

1º e 2º km: se o corredor não sair no pelotão de elite, é muito difícil que ele consiga correr no ritmo desejado até o final do primeiro quilômetro. É muito provável que ele seja atrapalhado pela grande massa e por todo aquele monte de gente fantasiada e com faixas. É impressionante como se vê de tudo por ali. Este ano provavelmente teremos muitos “Obamas” e outros personagens mais!

Completa-se o primeiro quilômetro já na famosa Av. Consolação, bem em frente à Faculdade de Belas Artes. Começa então a descida de dois quilômetros entre ela e a também tradicional Av. Ipiranga.

O velho ditado diz que, “para baixo todo santo ajuda”, mas deve-se descer com bastante cuidado para evitar o desgaste excessivo que poderá sentir mais para frente.

3º e 4º km: descemos a Avenida Ipiranga, passamos em frente a Praça da República e seguimos pela Av. São João. São mais dois quilômetros de descidas, que deixam a falsa impressão que a prova é a maior moleza. Todo cuidado com a empolgação excessiva é pouco, pois há muita prova pela frente.

5º km: um pouco depois da entrada do Elevado Costa e Silva começa a parte de subida da prova. Para quem não poupou energias ou não costuma treinar em subidas pode começar a sentir o grande problema aqui!

6º km: ainda no Elevado, vale lembrar que este trecho não tem muita sombra e o calor pode atrapalhar. Boné é bem vindo.

7º km: aqui o corredor encontra a rua Margarida e outras pequenas ruas cheias de curvas, além de um pedaço da avenida Pacaembu. Mas logo vêm mais uma subidinha considerável.

8º e 9º km: na avenida Norma Gianalti e avenida Rudge, o corredor consegue recuperar um pouco o fôlego já que é um trecho mais plano, porém com pouca sombra.

9º e 10º km: ainda na avenida Rudge, chegamos a um ponto bem crítico, que é o Viaduto Rudge. É um dos piores trechos devido à inclinação e falta de sombras. Muita gente diminui o ritmo por ali e depois não consegue mais recuperá-lo. Muito se fala da subida da Brigadeiro, mas este é um dos trechos que não pode ser menosprezado.

11º e 12º km: Esse trecho passa bem pelo centro de São Paulo. No Viaduto do Chá encontramos mais uma pequena subida que termina em uma das mais tradicionais faculdades de Direito do país, a São Francisco.

13º e 14º km: finalmente chegamos a tão temível subida da Av. Brigadeiro Luis Antônio, onde para os profissionais normalmente as primeiras colocações são definidas e para os amadores, começa o maior desafio. São praticamente 2,5 quilômetros de subida.

14º e 15º km: continuamos subindo e alcançamos o trecho de subida mais íngreme da prova quando passamos por baixo do Viaduto Treze de Maio, onde o corredor pergunta várias vezes para si mesmo o que está fazendo ali. Porém, o bom deste trecho é que tem muita sombra e muita gente incentivando e lá você sabe que falta pouco para terminar.

Finalmente alcançamos a parte plana da Brigadeiro ao som de milhares de gritos e assobios, onde o corredor já pode imaginar o que o espera 500 metros a frente. Curva da Brigadeiro com a Paulista e lá está a tão esperada faixa de chegada.

Arquibancadas lotadas dos dois lados da avenida, pessoas gritando e vibrando, fogos de artifício, pose para chegada, e finalmente: missão cumprida. Alguns choram, se abraçam, comemoram e dão risada sozinhos com a gostosa sensação de dever cumprido. Outros terminam dizendo que nunca mais voltarão, mas passados alguns minutos já se pegam fazendo planos para a próxima edição!

Inscrições para a São Silvestre estão encerradas

Já estão encerradas as inscrições para a 84ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, prova que será disputada no próximo dia 31 em São Paulo. Esse ano os organizadores colocaram à disposição do público um total de 20 mil vagas e, o esgotamento há quase um mês do evento, mostra mais uma vez a força e o carisma de uma das corridas mais tradicionais da capital paulista.

Na segunda semana de novembro restavam ainda cinco mil vagas para o field e, os avisos dos organizadores para que os retardatários se apressassem parece ter dado resultado. “Pelo segundo ano seguido, teremos 20 mil pessoas correndo na São Silvestre. Isso mostra o carinho dos atletas com a prova, ainda mais porque todas as vagas foram preenchidas quase um mês antes da competição”, comenta Júlio Deodoro, um dos responsáveis pela organização.

O percurso será o mesmo dos outros anos, com 15 quilômetros de extensão, largada em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1.578) e chegada em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900). Ano passado o Quênia dominou a prova masculina e a feminina, com vitórias de Robert Cheruiyot e Alice Timbilili, com os tempos de 45min54 e 53min07 respectivamente.

Os kits e o chip de cronometragem serão entregues antecipadamente, a partir do dia 26, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiros, que fica na Rua Abílio Soares, 1.300, região do Ibirapuera. No dia 26 a entrega será feita das 9 às 19 horas; nos dias 27 e 28 os inscritos poderão retirar das 9 às 18 horas; no dia 29, o horário será das 9 às 20 horas; e no dia 30, a entrega funcionará das 8 às 17 horas. Vale lembrar que no dia da prova não haverá entrega do material.


Inscrições para a São Silvestre estão encerradas

Corridas de Rua · 03 dez, 2008

Já estão encerradas as inscrições para a 84ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, prova que será disputada no próximo dia 31 em São Paulo. Esse ano os organizadores colocaram à disposição do público um total de 20 mil vagas e, o esgotamento há quase um mês do evento, mostra mais uma vez a força e o carisma de uma das corridas mais tradicionais da capital paulista.

Na segunda semana de novembro restavam ainda cinco mil vagas para o field e, os avisos dos organizadores para que os retardatários se apressassem parece ter dado resultado. “Pelo segundo ano seguido, teremos 20 mil pessoas correndo na São Silvestre. Isso mostra o carinho dos atletas com a prova, ainda mais porque todas as vagas foram preenchidas quase um mês antes da competição”, comenta Júlio Deodoro, um dos responsáveis pela organização.

O percurso será o mesmo dos outros anos, com 15 quilômetros de extensão, largada em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1.578) e chegada em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900). Ano passado o Quênia dominou a prova masculina e a feminina, com vitórias de Robert Cheruiyot e Alice Timbilili, com os tempos de 45min54 e 53min07 respectivamente.

Os kits e o chip de cronometragem serão entregues antecipadamente, a partir do dia 26, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiros, que fica na Rua Abílio Soares, 1.300, região do Ibirapuera. No dia 26 a entrega será feita das 9 às 19 horas; nos dias 27 e 28 os inscritos poderão retirar das 9 às 18 horas; no dia 29, o horário será das 9 às 20 horas; e no dia 30, a entrega funcionará das 8 às 17 horas. Vale lembrar que no dia da prova não haverá entrega do material.

Restam cinco mil vagas para a São Silvestre

Corridas de Rua · 11 nov, 2008

A 84ª edição da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre reunirá no dia 31 de dezembro 20 mil corredores nas ruas da Avenida Paulista e região. Até o momento 15 mil vagas já foram preenchidas, motivo pelo qual os organizadores avisam aos “retardatários” para não perderem tempo, já que as inscrições restantes devem se esgotar em breve.

“A expectativa é de que as inscrições terminem ainda em novembro, fechando pelo segundo ano seguinte o número recorde de 20 mil participantes”, comenta Júlio Deodoro, diretor geral da competição, que encerrará as inscrições assim que o número limite seja alcançado.

O trajeto será o mesmo, com largada e chegada na altura do número 900 da Avenida Paulista e trajeto de 15 quilômetros com passagem por diversos pontos turísticos do centro velho da cidade. Ano passado os quenianos dominaram a prova, com vitória de Robert Cheruyot, tornando-se tricampeão entre os homens e Alice Timbilili, no feminino, com os tempos de 45min54 e 53min07, respectivamente.

Para efetivar a participação o atleta deve acessar o site www.saosilvestre.com.br, preencher a ficha de inscrição e desembolsar o valor de R$ 80. como forma de preparação para o evento, no dia 14 de dezembro está programada a Corrida Sargento Gonzaguinha, prova com a mesma distância e que servirá como última seletiva para a São Silvestre.

Vanderlei Cordeiro encerra carreira na São Silvestre

Depois de 23 anos de corrida, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima anunciou aposentadoria nessa última terça-feira (3). Detentor de feitos históricos, o paranaense encerra a carreira na próxima corrida de São Silvestre, no dia 31 de dezembro em São Paulo.

Bicampeão pan-americano, campeão da Maratona de Tóquio, de São Paulo entre outros, Vanderlei teve o maior destaque de sua carreira na Olimpíada de Atenas, em 2004. Durante a maratona olímpica, quando liderava a prova, um padre irlandês entrou na pista e empurrou o brasileiro, que mesmo assim levantou e continuou a corrida.

Ainda com todo esse obstáculo extra no caminho, Vanderlei garantiu a medalha de bronze e se tornou o primeiro brasileiro a subir no pódio de uma maratona olímpica. Indagado se hoje ele se arrepende de ter perdido o ouro em Atenas, Vanderlei diz que não. “Não tenho arrependimento daquilo que aconteceu. O que aconteceu foi um imprevisto que não tinha nada haver com a corrida. Mas realizei um sonho que foi conquistar uma medalha olímpica. Foi um momento de superação e conquista”.

Aos 39 anos, a decisão de encerrar a carreira foi feita em conjunto com o seu treinador, Ricardo D´Angelo. “Já são 23 anos de corrida. Achamos que essa era a hora de parar”, conta. Vanderlei começou a correr na escola incentivado por um professor. Desde então ele não parou mais. E mesmo depois da aposentadoria, ele não vai parar de correr.

“Eu encerro minha carreira profissional, mas vou continuar correndo com o compromisso e objetivo de ser padrinho da minha equipe. Eu vou ser um atleta que vou promover o esporte não só dentro da equipe como também dentro da federação e confederação brasileira”, revela Vanderlei que integra a equipe BM&F e ainda continua com seus patrocinadores.

Para a São Silvestre, o atleta não fará nenhum treinamento específico, o seu objetivo é completar a prova. “Vai ser uma participação especial, não estou preocupado com performance”, conta. Ainda acometido por uma pubalgia, ele está em fase de tratamento e espera sanar a doença o mais rápido possível para encerrar a carreira bem.

Futuro do atletismo brasileiro- De acordo com Vanderlei, o Brasil está melhorando no incentivo ao esporte, mas ainda está longe do ideal. “O atletismo está evoluindo muito bem. As pessoas estão aprendendo a gostar de correr. Apesar de ser um esporte que pode ser praticado em qualquer condição, o Brasil ainda é carente em infra-estrutura. Nós ainda temos poucas pistas de atletismo no Brasil, por exemplo”.

Para ele, atualmente o principal nome do atletismo brasileiro é Marílson Gomes dos Santos. O maratonista conquistou o bicampeonato da Maratona de Nova York no último domingo (2) nos Estados Unidos. “Ele tem tudo para chegar numa olimpíada aí e alcançar um grande resultado. Hoje o Marílson sem dúvida é o grande nome do atletismo brasileiro pelo seu trabalho e resultados”, comenta.

Mas para alcançar o sucesso, assim como ele e como Marílson, Vanderlei acredita que a nova geração tem que treinar muito. “É preciso ter garra, determinação e disciplina para alcançar o sucesso. Muitas vezes o jovem atleta vai ter que abdicar muitas coisas, principalmente a família, para chegar na grande conquista”.

O segredo para isso é ter foco. “O jovem tem que colocar isso na cabeça. Hoje ele tem muitas coisas de fácil acesso e isso acaba distraindo o jovem na busca da perfeição do esporte”.


Vanderlei Cordeiro encerra carreira na São Silvestre

Maratona · 05 nov, 2008

Depois de 23 anos de corrida, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima anunciou aposentadoria nessa última terça-feira (3). Detentor de feitos históricos, o paranaense encerra a carreira na próxima corrida de São Silvestre, no dia 31 de dezembro em São Paulo.

Bicampeão pan-americano, campeão da Maratona de Tóquio, de São Paulo entre outros, Vanderlei teve o maior destaque de sua carreira na Olimpíada de Atenas, em 2004. Durante a maratona olímpica, quando liderava a prova, um padre irlandês entrou na pista e empurrou o brasileiro, que mesmo assim levantou e continuou a corrida.

Ainda com todo esse obstáculo extra no caminho, Vanderlei garantiu a medalha de bronze e se tornou o primeiro brasileiro a subir no pódio de uma maratona olímpica. Indagado se hoje ele se arrepende de ter perdido o ouro em Atenas, Vanderlei diz que não. “Não tenho arrependimento daquilo que aconteceu. O que aconteceu foi um imprevisto que não tinha nada haver com a corrida. Mas realizei um sonho que foi conquistar uma medalha olímpica. Foi um momento de superação e conquista”.

Aos 39 anos, a decisão de encerrar a carreira foi feita em conjunto com o seu treinador, Ricardo D´Angelo. “Já são 23 anos de corrida. Achamos que essa era a hora de parar”, conta. Vanderlei começou a correr na escola incentivado por um professor. Desde então ele não parou mais. E mesmo depois da aposentadoria, ele não vai parar de correr.

“Eu encerro minha carreira profissional, mas vou continuar correndo com o compromisso e objetivo de ser padrinho da minha equipe. Eu vou ser um atleta que vou promover o esporte não só dentro da equipe como também dentro da federação e confederação brasileira”, revela Vanderlei que integra a equipe BM&F e ainda continua com seus patrocinadores.

Para a São Silvestre, o atleta não fará nenhum treinamento específico, o seu objetivo é completar a prova. “Vai ser uma participação especial, não estou preocupado com performance”, conta. Ainda acometido por uma pubalgia, ele está em fase de tratamento e espera sanar a doença o mais rápido possível para encerrar a carreira bem.

Futuro do atletismo brasileiro- De acordo com Vanderlei, o Brasil está melhorando no incentivo ao esporte, mas ainda está longe do ideal. “O atletismo está evoluindo muito bem. As pessoas estão aprendendo a gostar de correr. Apesar de ser um esporte que pode ser praticado em qualquer condição, o Brasil ainda é carente em infra-estrutura. Nós ainda temos poucas pistas de atletismo no Brasil, por exemplo”.

Para ele, atualmente o principal nome do atletismo brasileiro é Marílson Gomes dos Santos. O maratonista conquistou o bicampeonato da Maratona de Nova York no último domingo (2) nos Estados Unidos. “Ele tem tudo para chegar numa olimpíada aí e alcançar um grande resultado. Hoje o Marílson sem dúvida é o grande nome do atletismo brasileiro pelo seu trabalho e resultados”, comenta.

Mas para alcançar o sucesso, assim como ele e como Marílson, Vanderlei acredita que a nova geração tem que treinar muito. “É preciso ter garra, determinação e disciplina para alcançar o sucesso. Muitas vezes o jovem atleta vai ter que abdicar muitas coisas, principalmente a família, para chegar na grande conquista”.

O segredo para isso é ter foco. “O jovem tem que colocar isso na cabeça. Hoje ele tem muitas coisas de fácil acesso e isso acaba distraindo o jovem na busca da perfeição do esporte”.

Corrida Iveco serve como seletiva para a São Silvestre

Corridas de Rua · 22 out, 2008

Já estão abertas as inscrições para a terceira edição da Corrida Iveco Aniversário de Sete Lagoas (MG), competição que mais uma vez servirá como seletiva para a Corrida Internacional de São Silvestre. O evento oferecerá uma completa infra-estrutura para os corredores, com praça de alimentação; lazer e shows musicais.

Os percursos serão de cinco quilômetros para a caminhada e 10 para a corrida, com tiros de partida programados para as 8h e 9h respectivamente. O campeão entre os homens e a campeã entre as mulheres estarão automaticamente classificados para integrar o field de elite da São Silvestre no dia 31 de dezembro.

Segundo os organizadores, são esperados um total de 2.500 corredores para a prova principal, que conta com premiação em dinheiro para os melhores colocados, além de uma motocicleta zero quilômetro para o vencedor. Também receberão bonificações em dinheiro os atletas locais; os da categoria militar; cadeirantes; deficientes visuais e faixa etária. Para a caminhada deverão participar cerca de 1.500 pessoas.

As inscrições custam R$ 35 para a corrida e R$ 15 para a caminhada e podem ser feitas no site oficial, o www.corridaiveco.com.br. Os atletas receberão um kit com camiseta; squeeze e boné, além do número de peito e chip.

Rádio Bandeirantes prepara ouvintes para a São Silvestre

Corridas de Rua · 11 set, 2008

Atualizado em 15/09 às 17h30

A Rádio Bandeirantes (840 AM/ 90,9 FM em São Paulo) lança o programa de treinamento denominado “Fôlego”, para quem deseja melhorar o condicionamento físico. Durante 100 dias a rádio vai preparar seis ouvintes da Grande São Paulo para completar os 15 quilômetros da tradicional Corrida de São Silvestre, no dia 31 de dezembro.

Para participar, é necessário ser praticante de alguma atividade física, ter mais de 18 anos e se comprometer a treinar quatro vezes por semana, sendo uma delas aos sábados com o treinador responsável pelo projeto. Todo o programa será acompanhado por um profissional de educação física, com supervisão de um médico cardiologista especializado em medicina esportiva, além de um nutricionista.

O treinador que fará o acompanhamento aos sábados será Nelson Evêncio e no período de pré-seleção e antes da São Silvestre, os atletas serão submetidos a diversos exames físicos e nutricionais. A seleção dos candidatos será feita por uma equipe da Rádio Bandeirantes e pelo grupo de profissionais que fará o acompanhamento dos treinos.

As inscrições vão até o próximo dia 16 e, para participar é necessário preencher a ficha disponível no site da emissora, o www.radiobandeirantes.com.br. O resultado será divulgado no site e na programação no dia 19 de setembro.