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Após vitória em Nova York, Marílson comenta o bicampeonato

Depois de conquistar o bicampeonato da Maratona de Nova York, nesse último domingo (2) nos Estados Unidos, Marílson Gomes dos Santos curte a fama na terra do Tio Sam. Um dia após a vitória, ele seguiu nessa segunda-feira (3) um cronograma cheio de eventos em Nova York, que incluiu a abertura da bolsa de valores da cidade, uma sessão de fotos num dos principais pontos turísticos de lá, o Empire State Bulding, entre outros.

Aos 31 anos, o brasileiro se tornou o primeiro sul-americano a vencer Nova York por duas vezes. E dessa vez a vitória teve um gostinho especial. Ao repetir o feito de 2006, ele mostrou seu profissionalismo e espantou o mau desempenho da maratona olímpica de Pequim. “Estou muito feliz pela minha segunda vitória. Se em 2006 foi bom, dessa vez foi melhor ainda”, conta.

“Esse ano foi um ano complicado. Eu objetivei Pequim e não deu certo. Mas tive a oportunidade de voltar para Nova York e com essa vitória o meu ano não vai terminar ruim”, acrescenta. Mas sua ida para Nova York não foi uma decisão fácil, de acordo com o atleta, quem o incentivou foi o técnico Adauto Domingues. “Nós analisamos bastante se seria bom ou não correr Nova York. Mas o Adauto fez a minha cabeça e acabou dando certo”.

A prova - Diferente de sua primeira Maratona de Nova York, em 2006, ocasião que liderou com tranqüilidade a prova, esse ano Marílson encontrou dificuldades. A primeira metade da prova foi mais lenta que a segunda e contou com mais frio, entre 5ºC e 7ºC, além de vento forte. “Como a primeira parte da maratona estava difícil, nenhum atleta queria puxar o pelotão”, conta.

Só depois do quilômetro 21, alguns atletas aumentaram o ritmo e tomaram a ponta. Faltando um pouco mais de cinco quilômetros para o final, apenas Marílson e o marroquino Abderrahim Goumri brigavam pelo primeiro lugar.

“Quando o marroquino abriu sete segundos de vantagem, achei que poderia perder a prova. Mas consegui recuperar”, conta o atleta que garantiu o primeiro lugar no último quilômetro da maratona depois de ultrapassar Goumri.

Futuro - Agora Marílson não tem planos para os próximos meses, tudo dependerá da recuperação da maratona. De acordo com o atleta, se o seu corpo se recuperar sem nenhuma lesão, ele poderá disputar novamente a São Silvestre, prova que ele é bicampeão.

“Preciso estar bem fisicamente e psicologicamente para correr a São Silvestre. A gente não recupera de um dia para o outro. Vou avaliar minha recuperação para definir as próximas competições”.

Marílson volta para o Brasil no dia 10 de novembro. Antes ele e sua esposa Juliana, que é velocista, vão descansar e comemorar a vitória em Orlando, nos parques do complexo Walt Disney World.


Após vitória em Nova York, Marílson comenta o bicampeonato

Maratona · 03 nov, 2008

Depois de conquistar o bicampeonato da Maratona de Nova York, nesse último domingo (2) nos Estados Unidos, Marílson Gomes dos Santos curte a fama na terra do Tio Sam. Um dia após a vitória, ele seguiu nessa segunda-feira (3) um cronograma cheio de eventos em Nova York, que incluiu a abertura da bolsa de valores da cidade, uma sessão de fotos num dos principais pontos turísticos de lá, o Empire State Bulding, entre outros.

Aos 31 anos, o brasileiro se tornou o primeiro sul-americano a vencer Nova York por duas vezes. E dessa vez a vitória teve um gostinho especial. Ao repetir o feito de 2006, ele mostrou seu profissionalismo e espantou o mau desempenho da maratona olímpica de Pequim. “Estou muito feliz pela minha segunda vitória. Se em 2006 foi bom, dessa vez foi melhor ainda”, conta.

“Esse ano foi um ano complicado. Eu objetivei Pequim e não deu certo. Mas tive a oportunidade de voltar para Nova York e com essa vitória o meu ano não vai terminar ruim”, acrescenta. Mas sua ida para Nova York não foi uma decisão fácil, de acordo com o atleta, quem o incentivou foi o técnico Adauto Domingues. “Nós analisamos bastante se seria bom ou não correr Nova York. Mas o Adauto fez a minha cabeça e acabou dando certo”.

A prova - Diferente de sua primeira Maratona de Nova York, em 2006, ocasião que liderou com tranqüilidade a prova, esse ano Marílson encontrou dificuldades. A primeira metade da prova foi mais lenta que a segunda e contou com mais frio, entre 5ºC e 7ºC, além de vento forte. “Como a primeira parte da maratona estava difícil, nenhum atleta queria puxar o pelotão”, conta.

Só depois do quilômetro 21, alguns atletas aumentaram o ritmo e tomaram a ponta. Faltando um pouco mais de cinco quilômetros para o final, apenas Marílson e o marroquino Abderrahim Goumri brigavam pelo primeiro lugar.

“Quando o marroquino abriu sete segundos de vantagem, achei que poderia perder a prova. Mas consegui recuperar”, conta o atleta que garantiu o primeiro lugar no último quilômetro da maratona depois de ultrapassar Goumri.

Futuro - Agora Marílson não tem planos para os próximos meses, tudo dependerá da recuperação da maratona. De acordo com o atleta, se o seu corpo se recuperar sem nenhuma lesão, ele poderá disputar novamente a São Silvestre, prova que ele é bicampeão.

“Preciso estar bem fisicamente e psicologicamente para correr a São Silvestre. A gente não recupera de um dia para o outro. Vou avaliar minha recuperação para definir as próximas competições”.

Marílson volta para o Brasil no dia 10 de novembro. Antes ele e sua esposa Juliana, que é velocista, vão descansar e comemorar a vitória em Orlando, nos parques do complexo Walt Disney World.

Marílson Gomes é bicampeão da Maratona de Nova York

A largada da Maratona de Nova York 2008 foi dada nesse domingo nos Estados Unidos. Ao som de “New York, New York”, de Franck Sinatra, cerca de 39 mil pessoas partiram de Staten Island rumo ao Central Park para completar 42 quilômetros de prova. O primeiro atleta que cruzou a linha de chegada foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos.

Como um prenúncio para mais uma conquista, assim como 2006, ano que venceu Nova York pela primeira vez, Marílson estava usando regata amarela, manguitos e gorro preto. O brasileiro cruzou a linha de chegada em 2h08min43.

Disputa -A briga masculina pelo pódio foi acirrada. Um grande pelotão de elite se formou logo no começo da prova e se manteve até a metade da competição. Durante esse período havia algumas fugas de atletas, que logo voltavam ao pelotão principal.

No quilômetro 15, Marílson liderou a prova, mas depois foi alcançado pelos demais. Na passagem da meia maratona mais de 10 atletas estavam no pelotão principal, entre eles o brasileiro.

Aos poucos o pelotão líder foi diminuindo e perto do quilômetro 30 Marílson Gomes conseguiu sair do pelotão e despontar apenas com um atleta, o marroquino Abderrahim Goumri, segundo colocado de Nova York no ano passado.

O marroquino abriu vantagem no quilômetro 35, mas Marílson Gomes dos Santos continuou no visual do líder. No último quilômetro da prova Marílson alcançou o marroquino e seguiu forte até a linha de chegada para completar a prova na primeira colocação em 2h08min43. O segundo lugar ficou com Abderrahim Goumri (2h09min07) seguido pelo queniano Daniel Rono (2h11min22)

De acordo com o brasileiro, em entrevista antes da Maratona de Nova York, ele disse que estava bem preparado e se sentindo bem, assim como em 2006. Com isso ele poderia repetir o feito.

Mulheres - A disputa feminina também foi acirrada. Gete Wami, Paula Radcliffe e Catherine Ndreba eram as principais atletas da prova. Todas já haviam participado da Maratona de Nova York em outros anos e estavam em busca do primeiro lugar.

Na passagem do quilômetro 15, a liderança da prova era da inglesa Radcliffe no tempo de 52min44, mas ela estava apenas alguns segundos à frente das demais maratonistas.

A marca da meia maratona foi feita num ritmo um pouco mais baixo do normal. Radcliffe, ainda na ponta, cravou os 21 quilômetros de prova em 1h13min23. A Inglesa só conseguiu abrir um pouco mais nos últimos quilômetros, porém, a russa Ludimila Petrova acompanhou a atleta.

A russa tentou atrapalhar a liderança da inglesa, mas não conseguiu e ficou para trás. Assim Radcliffe pôde terminar a prova com tranqüilidade e vencer pela segunda vez a Maratona de Nova York em 2h23min56. A segunda colocada foi Ludmila Petrova (2h25min43) seguida pela norte-americana Kara Goucher (2h25min53).


Marílson Gomes é bicampeão da Maratona de Nova York

Maratona · 02 nov, 2008

A largada da Maratona de Nova York 2008 foi dada nesse domingo nos Estados Unidos. Ao som de “New York, New York”, de Franck Sinatra, cerca de 39 mil pessoas partiram de Staten Island rumo ao Central Park para completar 42 quilômetros de prova. O primeiro atleta que cruzou a linha de chegada foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos.

Como um prenúncio para mais uma conquista, assim como 2006, ano que venceu Nova York pela primeira vez, Marílson estava usando regata amarela, manguitos e gorro preto. O brasileiro cruzou a linha de chegada em 2h08min43.

Disputa -A briga masculina pelo pódio foi acirrada. Um grande pelotão de elite se formou logo no começo da prova e se manteve até a metade da competição. Durante esse período havia algumas fugas de atletas, que logo voltavam ao pelotão principal.

No quilômetro 15, Marílson liderou a prova, mas depois foi alcançado pelos demais. Na passagem da meia maratona mais de 10 atletas estavam no pelotão principal, entre eles o brasileiro.

Aos poucos o pelotão líder foi diminuindo e perto do quilômetro 30 Marílson Gomes conseguiu sair do pelotão e despontar apenas com um atleta, o marroquino Abderrahim Goumri, segundo colocado de Nova York no ano passado.

O marroquino abriu vantagem no quilômetro 35, mas Marílson Gomes dos Santos continuou no visual do líder. No último quilômetro da prova Marílson alcançou o marroquino e seguiu forte até a linha de chegada para completar a prova na primeira colocação em 2h08min43. O segundo lugar ficou com Abderrahim Goumri (2h09min07) seguido pelo queniano Daniel Rono (2h11min22)

De acordo com o brasileiro, em entrevista antes da Maratona de Nova York, ele disse que estava bem preparado e se sentindo bem, assim como em 2006. Com isso ele poderia repetir o feito.

Mulheres - A disputa feminina também foi acirrada. Gete Wami, Paula Radcliffe e Catherine Ndreba eram as principais atletas da prova. Todas já haviam participado da Maratona de Nova York em outros anos e estavam em busca do primeiro lugar.

Na passagem do quilômetro 15, a liderança da prova era da inglesa Radcliffe no tempo de 52min44, mas ela estava apenas alguns segundos à frente das demais maratonistas.

A marca da meia maratona foi feita num ritmo um pouco mais baixo do normal. Radcliffe, ainda na ponta, cravou os 21 quilômetros de prova em 1h13min23. A Inglesa só conseguiu abrir um pouco mais nos últimos quilômetros, porém, a russa Ludimila Petrova acompanhou a atleta.

A russa tentou atrapalhar a liderança da inglesa, mas não conseguiu e ficou para trás. Assim Radcliffe pôde terminar a prova com tranqüilidade e vencer pela segunda vez a Maratona de Nova York em 2h23min56. A segunda colocada foi Ludmila Petrova (2h25min43) seguida pela norte-americana Kara Goucher (2h25min53).

Marílson Gomes está confiante para a Maratona de Nova York

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos participa pela terceira vez da Maratona de Nova York no próximo domingo (2) nos Estados Unidos. Vencedor da prova em 2006, ele disse que está pronto para lutar por pódio novamente e quem sabe repetir o feito.

Sua rápida preparação para Nova York começou um pouco depois dos Jogos Olímpicos de Pequim, realizado em agosto. “Por causa da Olimpíada precisei de alguns dias de descanso, o que atrasou o meu treinamento para Nova York. Mas evolui bem nesse curto tempo”, conta.

Para compensar o pouco tempo, Marílson fez um trabalho intenso de rodagem, com treinos intervalados e musculação. Os treinos foram feitos duas vezes por dia nos sete dias da semana.

Durante a preparação, Marílson também correu a Meia Maratona do Rio. Ele foi o primeiro brasileiro da prova, que serviu como termômetro para Nova York. De acordo com o atleta, depois da meia maratona carioca, ele conseguiu evoluir ainda mais nos treinamentos.

“Hoje posso falar que dá para fazer uma boa maratona como em 2006. Estou me sentindo bem, assim como estava em 2006”, revela o atleta que já está em Nova York.

Para esse ano sua estratégia na Maratona não será diferente dos outros dois últimos anos. “Vou tentar acompanhar o grupo líder. Durante a prova vou estudar meus adversários para poder fazer uma fuga do pelotão no melhor momento da prova”.

Além de Marílson, outros dois campeões de Nova York estarão na competição, o queniano Paul Tergat e sul-africano Hendrick Ramaala. Ambos disputaram também a Maratona de Nova York em 2006, quando Marílson venceu.

“É bom competir com eles de novo. Isso faz o nome da prova crescer e também vai fazer a vitória ficar ainda melhor para quem ganhar”, diz. “Mas não existem só eles na competição. Tem outros quenianos com tempo bom em maratona”, acrescenta.

Segundo os organizadores de Nova York, a elite masculina será composta por 40 homens, oito deles participaram das Olimpíadas de Pequim. “Se depender de mim estou bem para vencer, só não sei como estão os meus adversários”, revela Marílson.

A Maratona de Nova York deve reunir no próximo domingo cerca de 39 mil corredores de diversos países. O Brasil será representado por 258 pessoas. A prova vai passar por cinco bairros de Nova York e deve reunir dois milhões de espectadores e torcedores nas ruas da cidade.


Marílson Gomes está confiante para a Maratona de Nova York

Maratona · 30 out, 2008

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos participa pela terceira vez da Maratona de Nova York no próximo domingo (2) nos Estados Unidos. Vencedor da prova em 2006, ele disse que está pronto para lutar por pódio novamente e quem sabe repetir o feito.

Sua rápida preparação para Nova York começou um pouco depois dos Jogos Olímpicos de Pequim, realizado em agosto. “Por causa da Olimpíada precisei de alguns dias de descanso, o que atrasou o meu treinamento para Nova York. Mas evolui bem nesse curto tempo”, conta.

Para compensar o pouco tempo, Marílson fez um trabalho intenso de rodagem, com treinos intervalados e musculação. Os treinos foram feitos duas vezes por dia nos sete dias da semana.

Durante a preparação, Marílson também correu a Meia Maratona do Rio. Ele foi o primeiro brasileiro da prova, que serviu como termômetro para Nova York. De acordo com o atleta, depois da meia maratona carioca, ele conseguiu evoluir ainda mais nos treinamentos.

“Hoje posso falar que dá para fazer uma boa maratona como em 2006. Estou me sentindo bem, assim como estava em 2006”, revela o atleta que já está em Nova York.

Para esse ano sua estratégia na Maratona não será diferente dos outros dois últimos anos. “Vou tentar acompanhar o grupo líder. Durante a prova vou estudar meus adversários para poder fazer uma fuga do pelotão no melhor momento da prova”.

Além de Marílson, outros dois campeões de Nova York estarão na competição, o queniano Paul Tergat e sul-africano Hendrick Ramaala. Ambos disputaram também a Maratona de Nova York em 2006, quando Marílson venceu.

“É bom competir com eles de novo. Isso faz o nome da prova crescer e também vai fazer a vitória ficar ainda melhor para quem ganhar”, diz. “Mas não existem só eles na competição. Tem outros quenianos com tempo bom em maratona”, acrescenta.

Segundo os organizadores de Nova York, a elite masculina será composta por 40 homens, oito deles participaram das Olimpíadas de Pequim. “Se depender de mim estou bem para vencer, só não sei como estão os meus adversários”, revela Marílson.

A Maratona de Nova York deve reunir no próximo domingo cerca de 39 mil corredores de diversos países. O Brasil será representado por 258 pessoas. A prova vai passar por cinco bairros de Nova York e deve reunir dois milhões de espectadores e torcedores nas ruas da cidade.

Paula Radcliffe mostra que está pronta para Nova York

Maratona · 28 out, 2008

A Maratona de Nova York acontece no próximo domingo e as atletas de elite estão prontas para a competição. Umas das favoritas ao titulo, a britânica Paula Radcliffe, mostrou no último domingo (26) que está em ótima forma para a maratona.

Ela participou da corrida inglesa Bupa Great South Run e venceu a prova de 10 milhas em 51min11seg. De acordo com a atleta, ela não sentiu dores no quadril, local que havia lesionado e que a impediu de lutar pelo primeiro lugar da maratona olímpica de Pequim.

“Eu me senti bem durante a prova. Quando terminei minhas pernas estavam Ok e eu não quis dar o meu máximo aqui”, conta sobre a prova Greta South Run.

Pelas condições atuais da atleta, tudo indica que Radcliffe está pronta para defender o seu título de Nova York, já que venceu a prova no ano passado. Porém, uma de suas adversárias, Gete Wami, também mostrou no início de outubro que está pronta para Nova York .

A etíope correu a Bupa Great North Run, também na Inglaterra, e venceu. Com um pouco mais de 13 milhas, ditsância maior que a prova de Readcliffe, Gete Wami terminou o percurso em 1h08min51.

A disputa pelo pódio da Maratona de Nova York acontece no domingo (2) com largada em Staten Island e chegada no Central Park, em Nova York. O Brasil será representado pelo maratonista Marílson Gomes dos Santos, que venceu a prova em 2006.

Deficientes brasileiros participam de dois eventos nos EUA

Neste mês de outubro acontecerão dois grandes eventos internacionais, que envolvem atletas com deficiência. O primeiro será dia 26 de outubro em La Jolia, San Diego, e chama San Diego Triathlon Challenge (http://www.challengedathletes.org/compete/SDTC_Intro.htm), um meio ironman em benefício à CAF - Chalenge Athletes Foundation, entidade que apóia atletas com deficiência na Califórnia e em todo mundo.

No ano passado o evento rendeu quase três milhões de dólares em ações beneficentes, mas o curioso é que o triathlon nem sequer aconteceu. Por causa das queimadas na região, a poluição do ar impediu a prática de esportes e o evento teve que ser cancelado. Mas vale lembrar que esta prova é antes de tudo uma festa em favor dos atletas com deficiência.

Jim Carey, Robbin Willians entre outros artistas famosos de Hollywood prestigiam o evento, pedalam, nadam e correm em revezamento com os demais atletas. O Brasil também estará lá.

A equipe brasileira foi convidada pelo Fábio Maia, um brasileiro residente na cidade de Loma Linda que trabalha com atividades estudantis na Universidade da cidade. Ele é um fervoroso incentivador dos atletas deficientes, além de consultor da ADD (Associação Desportiva para Deficientes). Vamos viajar no dia 23 de outubro com os atletas cadeirantes Fernando Aranha e Diego Madeira, os amputados Paulo de Almeida e Ezequiel Costa para participar deste evento.

Já em novembro, estaremos na Maratona de Nova York no dia dois de novembro, com a maior delegação de atletas deficientes brasileiros de todos os tempos. No total são 11 atletas brasileiros deficientes na maratona.

A convite da Achilles Track Club de Nova York, da qual sou representante no Brasil, recebemos oito inscrições e oito hospedagens para cinco noites. As demais despesas são por conta das entidades que os atletas são filiados no Brasil. Nesta estada, participaremos de um jantar com os representantes internacionais e seus atletas, um evento único onde os deficientes se tornam as estrelas da festa.

Os atletas que estarão na Maratona de Nova York são: Wendel Soares (Brasília) Jaciel Paulino e Carlos Neves (Santos), João Correa (Canoas), Rogério Silva (São Paulo), Antonio Maciel (Rio) e o atleta amputado Edson Dantas de São Paulo.

No próximo artigo contarei como foi a participação e o resultado nestes eventos. Para projetos como esses necessitamos sempre de apoio e patrocínios. Os interessados podem entrar em contato com Denise Mello por e-mail: [email protected]


Deficientes brasileiros participam de dois eventos nos EUA

Esporte Adaptado · 21 out, 2008

Neste mês de outubro acontecerão dois grandes eventos internacionais, que envolvem atletas com deficiência. O primeiro será dia 26 de outubro em La Jolia, San Diego, e chama San Diego Triathlon Challenge (http://www.challengedathletes.org/compete/SDTC_Intro.htm), um meio ironman em benefício à CAF - Chalenge Athletes Foundation, entidade que apóia atletas com deficiência na Califórnia e em todo mundo.

No ano passado o evento rendeu quase três milhões de dólares em ações beneficentes, mas o curioso é que o triathlon nem sequer aconteceu. Por causa das queimadas na região, a poluição do ar impediu a prática de esportes e o evento teve que ser cancelado. Mas vale lembrar que esta prova é antes de tudo uma festa em favor dos atletas com deficiência.

Jim Carey, Robbin Willians entre outros artistas famosos de Hollywood prestigiam o evento, pedalam, nadam e correm em revezamento com os demais atletas. O Brasil também estará lá.

A equipe brasileira foi convidada pelo Fábio Maia, um brasileiro residente na cidade de Loma Linda que trabalha com atividades estudantis na Universidade da cidade. Ele é um fervoroso incentivador dos atletas deficientes, além de consultor da ADD (Associação Desportiva para Deficientes). Vamos viajar no dia 23 de outubro com os atletas cadeirantes Fernando Aranha e Diego Madeira, os amputados Paulo de Almeida e Ezequiel Costa para participar deste evento.

Já em novembro, estaremos na Maratona de Nova York no dia dois de novembro, com a maior delegação de atletas deficientes brasileiros de todos os tempos. No total são 11 atletas brasileiros deficientes na maratona.

A convite da Achilles Track Club de Nova York, da qual sou representante no Brasil, recebemos oito inscrições e oito hospedagens para cinco noites. As demais despesas são por conta das entidades que os atletas são filiados no Brasil. Nesta estada, participaremos de um jantar com os representantes internacionais e seus atletas, um evento único onde os deficientes se tornam as estrelas da festa.

Os atletas que estarão na Maratona de Nova York são: Wendel Soares (Brasília) Jaciel Paulino e Carlos Neves (Santos), João Correa (Canoas), Rogério Silva (São Paulo), Antonio Maciel (Rio) e o atleta amputado Edson Dantas de São Paulo.

No próximo artigo contarei como foi a participação e o resultado nestes eventos. Para projetos como esses necessitamos sempre de apoio e patrocínios. Os interessados podem entrar em contato com Denise Mello por e-mail: [email protected]

Marílson Gomes dos Santos participa novamente da Maratona de NY

Maratona · 03 out, 2008

A Maratona de Nova York confirmou nessa última quinta-feira (02) a presença de três campeões na prova desse ano. Um deles é o brasileiro Marílson Gomes dos Santos, vencedor da prova em 2006.

Além do brasileiro, a prova contará com o sul-africano Hendrick Ramaala, vencedor da prova em 2004 e com o queniano Paul Tergat, detentor do recorde mundial de maratona de 2003 a 2007. O field se repete novamente como em 2006, quando os três atletas se conflitaram e Marílson surpreendeu os adversários e todos da competição. Marílson foi o primeiro sul-americano que venceu a prova nova-iorquina

No field feminino o destaque fica com Paula Radcliffe. A britânica, que venceu no ano passado, está em busca de um novo título. Mais uma vez ela enfrenta a queniana Catherine Ndereba

“Estamos instigados por ter tantos campeões nessa edição da prova. Será uma corrida memorável”, conta a diretora da maratona, Wittinberg. A competição está marcada para o dia dois de novembro com chegada no Central Park.

Radcliffe defenderá título da Maratona de Nova York

Paula Radcliffe anunciou que disputará a Maratona de Nova York no dia dois de novembro, com o intuito de defender o título da competição e assegurar a terceira vitória. Aos 34 anos de idade, ela faturou a competição ano passado e em 2004 e agora espera ter a oportunidade de deixar para trás a decepção de cruzar a maratona olímpica na 23ª posição.

“Estou muito ansiosa pelo retorno a Nova York, que tem sido muito especial a cada ano”, afirma a inglesa. Antes da disputa chinesa ela sofreu uma fratura por stress no fêmur esquerdo e, além da dificuldade na recuperação, teve problemas com a umidade e o calor da capital chinesa.

Antes, porém, ela pretende competir uma prova como teste para a Maratona, que seria sua primeira competição após o retorno do oriente. Perguntada se ela irá para a Terra do Tio Sam para vencer, ela é enfática ao responder: “definitivamente esse é o motivo de minha ida”. Segundo ela, vencer Nova York três vezes seria uma grande conquista.

Ela tem planos mais ambiciosos e acredita que ainda tem chances de faturar um ouro olímpico e vai se preparar para tal, já que a próxima edição dos Jogos acontecerá em sua terra natal. Em 2012 ela estará com 38 anos, mesma idade da romena Constantina Tomescu-Dita, que venceu a competição deste ano.

“Não acredito que minha carreira olímpica esteja acabada. Sei que provavelmente os melhores anos para tentar o feito se passaram, mas tudo pode acontecer”, ressalta Radcliffe. “Constantina teve sorte, além de ter corrido muito bem. Ela batalhou e mereceu muito a vitória”, completa.

Ela diz ainda que ainda não alcançou o que é capaz numa disputa olímpica. Vale lembrar que ano passado muitas pessoas não acreditavam na vitória da inglesa, principalmente pelo fato de ela ter dado à luz à sua primeira filha, o que poderia prejudicar sua performance por ter ficado muito tempo parada.


Radcliffe defenderá título da Maratona de Nova York

Maratona · 01 out, 2008

Paula Radcliffe anunciou que disputará a Maratona de Nova York no dia dois de novembro, com o intuito de defender o título da competição e assegurar a terceira vitória. Aos 34 anos de idade, ela faturou a competição ano passado e em 2004 e agora espera ter a oportunidade de deixar para trás a decepção de cruzar a maratona olímpica na 23ª posição.

“Estou muito ansiosa pelo retorno a Nova York, que tem sido muito especial a cada ano”, afirma a inglesa. Antes da disputa chinesa ela sofreu uma fratura por stress no fêmur esquerdo e, além da dificuldade na recuperação, teve problemas com a umidade e o calor da capital chinesa.

Antes, porém, ela pretende competir uma prova como teste para a Maratona, que seria sua primeira competição após o retorno do oriente. Perguntada se ela irá para a Terra do Tio Sam para vencer, ela é enfática ao responder: “definitivamente esse é o motivo de minha ida”. Segundo ela, vencer Nova York três vezes seria uma grande conquista.

Ela tem planos mais ambiciosos e acredita que ainda tem chances de faturar um ouro olímpico e vai se preparar para tal, já que a próxima edição dos Jogos acontecerá em sua terra natal. Em 2012 ela estará com 38 anos, mesma idade da romena Constantina Tomescu-Dita, que venceu a competição deste ano.

“Não acredito que minha carreira olímpica esteja acabada. Sei que provavelmente os melhores anos para tentar o feito se passaram, mas tudo pode acontecer”, ressalta Radcliffe. “Constantina teve sorte, além de ter corrido muito bem. Ela batalhou e mereceu muito a vitória”, completa.

Ela diz ainda que ainda não alcançou o que é capaz numa disputa olímpica. Vale lembrar que ano passado muitas pessoas não acreditavam na vitória da inglesa, principalmente pelo fato de ela ter dado à luz à sua primeira filha, o que poderia prejudicar sua performance por ter ficado muito tempo parada.

Paul Tergat participa da Maratona de NY

Maratona · 16 jun, 2008

O queniano Paul Tergat anunciou na última sexta-feira (13) que vai correr a Maratona de Nova York no mês de novembro. Essa será a terceira vez que o atleta participa da competição norte-americana.

Afastado das corridas, porque foi chamado pelo exército do Quênia para combater a guerrilha no país, o maratonista não treina há algum tempo. E por causa do imprevisto, Tergat não irá para as Olimpíadas de Pequim.

Porém, o atleta disse às agências internacionais, que já cumpriu o tempo necessário no exército e agora voltará aos treinos. Para chegar em plena forma em Nova York, o queniano deve participar de outras competições menores.

Paul Tergat já bateu o recorde mundial de maratona nos 42 quilômetros de Berlim no ano de 2003. O seu feito perdurou quatro anos, quando no ano passado na mesma prova, Haile Gebrselassie marcou 2h04min26.

Inscrições abertas para a loteria da Maratona de Nova York

Maratona · 26 fev, 2008

As inscrições da loteria para a Maratona de Nova York abriram nessa última segunda-feira (25). O formulário já está disponível no site oficial da prova (www.ingnycmarathon.org) e os interessados em concorrer a uma vaga na competição devem preenche-lo e também pagar um taxa de 11 dólares.

A inscrição na loteria não garante uma vaga na maratona. Como o número de interessados em participar da prova é maior que o número limite de inscritos, a organização de Nova York realiza todos os anos uma loteria que sorteia o número exato de participantes da competição.

Mas vale lembrar que após ser contemplado, o interessado deve ainda efetuar a inscrição da prova, que custa 210 dólares para estrangeiros. Os interessados têm até o dia primeiro de maio para participar da loteria.

Os únicos atletas que já possuem uma vaga garantida na Maratona de Nova York e, portanto, não precisam participar da loteria são:

  • Sócios do New York Road Runners desde 31/01/2007;
  • Inscritos de 2007 que não puderam correr no último ano por causa de lesão;
  • Aqueles que já correram 15 maratonas de Nova York;
  • Aqueles que participaram da loteria por três anos consecutivos e não foram contemplados;
  • Atleta com tempo qualificatório. Os tempos podem ser vistos no site oficial da competição.

  • Veja alguns vídeos da Maratona de Nova York

    Maratona · 04 nov, 2007

    Direto de Nova York - No último domingo aconteceu nos Estados Unidos a Maratona de Nova York. O campeão no masculino foi o queniano Martin Lel. Já no feminino, a vitória ficou com a inglesa Paula Radcliffe.

    O maratonista Marílson Gomes foi o melhor atleta brasileiro da prova com a oitava colocação com 2h12min. Veja acima alguns vídeos da prova.