Cobertura_Maratona_NY

Nova York abre loteria de inscrições para Maratona de 2010

Atualizada em 12 de fevereiro às 11h58

Está aberta a loteria da Maratona de Nova York, uma das mais tradicionais provas da modalidade no mundo. As inscrições são feitas com método de sorteio, por causa do grande volume de corredores que desejam participar a cada ano. Em 2009, por exemplo, foram mais de 100 mil inscritos na loteria e no total, somando-se a outros critérios de seleção, a prova teve pouco mais de 40 mil foram participantes, um recorde para a maratona.

Para entrar na loteria, o candidato paga uma taxa de 11 dólares, depois, se for chamado a correr a prova, paga o valor da inscrição, que varia de 149 a 265 dólares (este último valor é o da taxa para estrangeiros). É claro que existem algumas exceções para o sistema de loteria, de atletas que tem sua participação garantida por tempo de classificação em outras provas, participação em mais de 15 edições da maratona, parcerias internacionais, programa de filantropia que garante vaga para corredores que fazem parte de voluntariados, dentre outros casos. A vaga também é garantida àquele atleta azarado que se inscreveu nos três anos anteriores, consecutivamente, e não foi chamado a correr a prova.

Curiosamente, a Maratona de Nova York nasceu em 1970, como um evento simples, do qual participaram 127 corredores que pagaram a bagatela de um dólar para participar em um percurso que dava voltas dentro do Central Park. Hoje é um evento de grandes proporções, com cobertura massiva da mídia e participantes vindos de todos os cantos do mundo. Em 2010, o evento acontecerá em sete de novembro e o percurso, que no começo ficava apenas dentro da área do parque central da ilha de Manhattan, agora passa por diversas regiões dessa cidade marcada pela diversidade cultural. Os corredores passarão por Staten Island, Brooklyn, Queens, Bronx e, é claro, também Manhattan. Mais informações sobre a prova e sobre o processo de inscrição estão no site oficial: www.ingnycmarathon.org.


Nova York abre loteria de inscrições para Maratona de 2010

Maratona · 11 fev, 2010

Atualizada em 12 de fevereiro às 11h58

Está aberta a loteria da Maratona de Nova York, uma das mais tradicionais provas da modalidade no mundo. As inscrições são feitas com método de sorteio, por causa do grande volume de corredores que desejam participar a cada ano. Em 2009, por exemplo, foram mais de 100 mil inscritos na loteria e no total, somando-se a outros critérios de seleção, a prova teve pouco mais de 40 mil foram participantes, um recorde para a maratona.

Para entrar na loteria, o candidato paga uma taxa de 11 dólares, depois, se for chamado a correr a prova, paga o valor da inscrição, que varia de 149 a 265 dólares (este último valor é o da taxa para estrangeiros). É claro que existem algumas exceções para o sistema de loteria, de atletas que tem sua participação garantida por tempo de classificação em outras provas, participação em mais de 15 edições da maratona, parcerias internacionais, programa de filantropia que garante vaga para corredores que fazem parte de voluntariados, dentre outros casos. A vaga também é garantida àquele atleta azarado que se inscreveu nos três anos anteriores, consecutivamente, e não foi chamado a correr a prova.

Curiosamente, a Maratona de Nova York nasceu em 1970, como um evento simples, do qual participaram 127 corredores que pagaram a bagatela de um dólar para participar em um percurso que dava voltas dentro do Central Park. Hoje é um evento de grandes proporções, com cobertura massiva da mídia e participantes vindos de todos os cantos do mundo. Em 2010, o evento acontecerá em sete de novembro e o percurso, que no começo ficava apenas dentro da área do parque central da ilha de Manhattan, agora passa por diversas regiões dessa cidade marcada pela diversidade cultural. Os corredores passarão por Staten Island, Brooklyn, Queens, Bronx e, é claro, também Manhattan. Mais informações sobre a prova e sobre o processo de inscrição estão no site oficial: www.ingnycmarathon.org.

Nova York terá corrida para arrecadar fundos para o Haiti

Caminhada · 10 fev, 2010

A organização nova-iorquina de corredores NYRR (New York Road Runners) promove um dia de corrida e caminhada pelo Haiti, dia 20 de fevereiro no Central Park. Com intuito de mobilizar também atletas de outras regiões do país e do mundo, a organização do evento incita corredores a participarem sem sair de suas cidades.

Para participar “virtualmente”, basta correr ou caminhar a distância da prova, de 6,4 quilômetros (quatro milhas), entre 19 e 24 de fevereiro e registrar seu tempo no site da organização. Assim, os atletas de todo o mundo poderão realizar uma troca, comparando resultados, e dividir uma preocupação humanitária internacional.

No dia da prova em Nova York, a largada acontecerá, no horário local, às 9h para o público geral e às 10h30 para crianças. Todo valor em dinheiro arrecadado pelo evento será revertido para o fundo da cidade em prol das vítimas do terremoto no Haiti. Este fundo reverte 100% das doações recebidas para organizações idôneas que trabalham na recuperação do país. Para mais informações sobre este evento e sobre como participar, acesse o site www.nyrr.org.

Africano naturalizado nos EUA vence a Maratona de NY 2009

42 mil pessoas largaram na manhã desse domingo (1) para completar a tradicional Maratona de Nova York. O Brasil foi representado por Marílson Gomes dos Santos, mas o maratonista não conseguiu completar a prova e defender o seu título. Aparentemente o atleta não se sentiu bem após o quilômetrso 25.

O campeão da Maratona de Nova York foi o americano Meb Keflezighi no tempo de 2h09min14. A segunda colocação ficou com o queniano Robert Cheruiyot, em 2h09min55, seguido por Jouab Gharib, do Marrocos (2h10min24).

No início da prova masculina um grande pelotão se formou e seguiu assim até o quilômetro 10, quando o marroquino Bouramdane abriu um pouco mais e tomou a liderança. Logo atrás estava o queniano Patrick Makau. Essa foi a segunda maratona do atleta, que fez sua estréia na modalidade esse ano.

Atrás dos dois estava o pelotão de elite composto por cerca de 10 atletas, entre eles Marílson Gomes dos Santos. Porém, no quilômetro 21, marca da meia maratona, o cenário da disputa mudou um pouco. O pelotão alcançou o marroquino e os atletas completaram, a meia em cerca de 1h06min.

Por volta do quilômetro 24, Marílson, que até então acompanhou o pelotão, se distanciou dos primeiros colocados o que o deixou mais longe da briga pelo pódio. A definição da competição masculina só aconteceu no quilômetro 33, quando o queniano Robert Cheruiyot abriu e sozinho passou a liderar a prova junto com o atleta da Eritréia, naturalizado americano, Keflezighi.

Ambos brigaram até o final pela primeira colocação, mas Keflezighi abriu nos últimos três quilômetros e faturou a prova. Há 27 anos nenhum americano vencia a competição de Nova York. O melhor brasileiro da competição foi o maratonista José Teles, ele ficou com décima sexta posição.

Feminino - A largada da elite feminina aconteceu um pouco antes da masculina também em Staten Island, em Nova York. A favorita da competição, Paula Radcliffe, atual recordista da maratona (2h15min25), correu o tempo todo no pelotão principal e revezou a liderança com a francesa Daunay.

Logo no início da competição a queniana Salina Kosgei escorregou e caiu. A japonesa Yuri, que vinha logo atrás também caiu, porém, a queniana conseguiu manter o ritmo e a japonesa ficou para trás.

Nos últimos cinco quilômetros da prova, Paula Radcliffe, que venceu em 2004, 2007 e 2008, não conseguiu manter o ritmo e caiu para a quarta colocação. Assim a russa Ludimila Petrova, 41 anos, começou a puxar o pequeno pelotão. Ela é a etíope Derartu Tulu correram ombro a ombro até os momentos finais da maratona.

Nos últimos metros, Tulu abriu e venceu a prova no tempo de 2h28min51. O segundo lugar foi para a russa Petrova em 2h28min59 seguida pela francesa Daunay e por Paula Radcliffe.


Africano naturalizado nos EUA vence a Maratona de NY 2009

Maratona · 01 nov, 2009

42 mil pessoas largaram na manhã desse domingo (1) para completar a tradicional Maratona de Nova York. O Brasil foi representado por Marílson Gomes dos Santos, mas o maratonista não conseguiu completar a prova e defender o seu título. Aparentemente o atleta não se sentiu bem após o quilômetrso 25.

O campeão da Maratona de Nova York foi o americano Meb Keflezighi no tempo de 2h09min14. A segunda colocação ficou com o queniano Robert Cheruiyot, em 2h09min55, seguido por Jouab Gharib, do Marrocos (2h10min24).

No início da prova masculina um grande pelotão se formou e seguiu assim até o quilômetro 10, quando o marroquino Bouramdane abriu um pouco mais e tomou a liderança. Logo atrás estava o queniano Patrick Makau. Essa foi a segunda maratona do atleta, que fez sua estréia na modalidade esse ano.

Atrás dos dois estava o pelotão de elite composto por cerca de 10 atletas, entre eles Marílson Gomes dos Santos. Porém, no quilômetro 21, marca da meia maratona, o cenário da disputa mudou um pouco. O pelotão alcançou o marroquino e os atletas completaram, a meia em cerca de 1h06min.

Por volta do quilômetro 24, Marílson, que até então acompanhou o pelotão, se distanciou dos primeiros colocados o que o deixou mais longe da briga pelo pódio. A definição da competição masculina só aconteceu no quilômetro 33, quando o queniano Robert Cheruiyot abriu e sozinho passou a liderar a prova junto com o atleta da Eritréia, naturalizado americano, Keflezighi.

Ambos brigaram até o final pela primeira colocação, mas Keflezighi abriu nos últimos três quilômetros e faturou a prova. Há 27 anos nenhum americano vencia a competição de Nova York. O melhor brasileiro da competição foi o maratonista José Teles, ele ficou com décima sexta posição.

Feminino - A largada da elite feminina aconteceu um pouco antes da masculina também em Staten Island, em Nova York. A favorita da competição, Paula Radcliffe, atual recordista da maratona (2h15min25), correu o tempo todo no pelotão principal e revezou a liderança com a francesa Daunay.

Logo no início da competição a queniana Salina Kosgei escorregou e caiu. A japonesa Yuri, que vinha logo atrás também caiu, porém, a queniana conseguiu manter o ritmo e a japonesa ficou para trás.

Nos últimos cinco quilômetros da prova, Paula Radcliffe, que venceu em 2004, 2007 e 2008, não conseguiu manter o ritmo e caiu para a quarta colocação. Assim a russa Ludimila Petrova, 41 anos, começou a puxar o pequeno pelotão. Ela é a etíope Derartu Tulu correram ombro a ombro até os momentos finais da maratona.

Nos últimos metros, Tulu abriu e venceu a prova no tempo de 2h28min51. O segundo lugar foi para a russa Petrova em 2h28min59 seguida pela francesa Daunay e por Paula Radcliffe.

Paula Radcliffe defende título da Maratona de Nova York

A tricampeã da Maratona de Nova York e atual recordista dos 42,195 quilômetros, Paula Radcliffe, estará no field deste ano para defender o título no próximo dia primeiro de novembro. A informação foi confirmada pelo presidente e CEO do New York Road Runners, Mary Wittenberg.

“Estou muito empolgada em voltar a Nova York este ano para a maratona”, relata Paula, “Por ser a 40ª edição, acredito que a atmosfera e a qualidade da competição serão ainda melhores e espero correr e me divertir. Nova York possui muitas memórias inspiradoras para mim e pretendo continuar com elas por muitos anos”, completa.

A fundista sofreu com uma lesão no pé no começo do ano e não pôde disputar a maratona do Campeonato Mundial realizado em agosto último em Berlim, Alemanha, pois não se condicionou a tempo. Após passar por uma cirurgia em março, ela voltou às pistas durante a Meia Maratona de Nova York, em agosto, ocasião em que faturou a vitória.

“Nova York não possui um tetracampeão desde que a Grete Waitz (norueguesa nove vezes campeã em NY) venceu pela quarta vez em 1982”, lembra Mary Wittenberg. “Paula é uma figura importante da história de nossa competição e certamente alinhará no field como uma das favoritas ao título”, completa.

A atleta de 35 anos é a segunda mulher a vencer a maratona americana três vezes, sendo seu último triunfo ano passado com 2h23min56. Ela obteve o primeiro caneco dourado em 2004, numa prova dramática em que duelou com a queniana Susan Chepkemei e venceu por três segundos, a chegada mais acirrada da história.

Seu atual recorde da modalidade, de 2h15min25, foi obtido durante a Maratona de Londres em 2003 e ela, até hoje, já marcou quatro dos cinco tempos mais rápidos na história. A premiação total do evento este ano será de 800 mil dólares e haverá ainda um bônus de 70 mil para qualquer campeão prévio que vencer esta edição.


Paula Radcliffe defende título da Maratona de Nova York

Maratona · 06 out, 2009

A tricampeã da Maratona de Nova York e atual recordista dos 42,195 quilômetros, Paula Radcliffe, estará no field deste ano para defender o título no próximo dia primeiro de novembro. A informação foi confirmada pelo presidente e CEO do New York Road Runners, Mary Wittenberg.

“Estou muito empolgada em voltar a Nova York este ano para a maratona”, relata Paula, “Por ser a 40ª edição, acredito que a atmosfera e a qualidade da competição serão ainda melhores e espero correr e me divertir. Nova York possui muitas memórias inspiradoras para mim e pretendo continuar com elas por muitos anos”, completa.

A fundista sofreu com uma lesão no pé no começo do ano e não pôde disputar a maratona do Campeonato Mundial realizado em agosto último em Berlim, Alemanha, pois não se condicionou a tempo. Após passar por uma cirurgia em março, ela voltou às pistas durante a Meia Maratona de Nova York, em agosto, ocasião em que faturou a vitória.

“Nova York não possui um tetracampeão desde que a Grete Waitz (norueguesa nove vezes campeã em NY) venceu pela quarta vez em 1982”, lembra Mary Wittenberg. “Paula é uma figura importante da história de nossa competição e certamente alinhará no field como uma das favoritas ao título”, completa.

A atleta de 35 anos é a segunda mulher a vencer a maratona americana três vezes, sendo seu último triunfo ano passado com 2h23min56. Ela obteve o primeiro caneco dourado em 2004, numa prova dramática em que duelou com a queniana Susan Chepkemei e venceu por três segundos, a chegada mais acirrada da história.

Seu atual recorde da modalidade, de 2h15min25, foi obtido durante a Maratona de Londres em 2003 e ela, até hoje, já marcou quatro dos cinco tempos mais rápidos na história. A premiação total do evento este ano será de 800 mil dólares e haverá ainda um bônus de 70 mil para qualquer campeão prévio que vencer esta edição.

Marilson defende o título da Maratona de NY em novembro

O brasileiro Marilson Gomes dos Santos vai defender o título da Maratona de Nova York, no próximo dia primeiro de novembro. Nessa quinta-feira (17), ele anunciou oficialmente, em São Paulo, sua participação na prova.

O maratonista é atualmente bicampeão de Nova York. Ele venceu a prova pela primeira vez em 2006 e repetiu o feito no ano passado. Essa será sua quarta participação na maratona norte-americana. “É um prazer retornar à Nova York. Gosto dessa prova por ter muitas subidas, descidas e clima parecido com o de São Paulo. Estou tranqüilo para a disputa”, conta.

Marílson vem de uma série puxada de treinos, já que participou do Campeonato Mundial de Atletismo no mês de agosto. De acordo com o atleta, o Mundial era seu principal objetivo de 2009, porém, ele não obteve o resultado desejado na prova. “O meu objetivo era o mundial, mas eu não estava num dia legal. Agora estou recomeçando novos treinamentos para Nova York”, revela.

Para a maratona, o brasileiro deve participar de duas provas maiores como forma de treinamento. Umas delas já está definida, o Mundial de Meia Maratona, na Inglaterra, que acontece no dia 11 de outubro. “Lá o Marílson não vai correr tão rápido. Ele deve correr entre 1h01 e 1h02, mas vai ser um bom teste antes de Nova York”, adianta o treinador do atleta, Adauto Domingues.

Além do Mundial, Marilson também deve realizar todos os treinos na cidade de Campos de Jordão (SP), para aproveitar a altitude. “O meu treino desse ano não é muito diferente dos outros anos. Apesar desse ano ter sido atípico, porque fiquei afastado de novembro a fevereiro, por causa de uma bursite no pé, me recuperei bem e consegui voltar a tempo”.

O objetivo de Marilson na maratona de Nova York é brigar pelo pódio e de preferência conquistar o primeiro lugar. Segundo o treinador do atleta, hoje ele não pode mais entrar numa prova sem querer brigar pelos três primeiros lugares.

Futuro - Depois de Nova York, o atleta ainda não sabe o que vai fazer. Porém, ele e seu treinador adiantaram que para o ano que vem, Marílson deve correr atrás do recorde brasileiro da maratona. “Em 2010 provavelmente vamos tentar bater essa marca brasileira na Maratona de Londres”, revela Adauto.

Hoje o recorde brasileiro da maratona pertence a Ronaldo da Costa com o tempo de 2h06min05. A melhor marca de Marílson nos 42 quilômetros é 2h08min37, conquistado em Londres em 2007.


Marilson defende o título da Maratona de NY em novembro

Maratona · 17 set, 2009

O brasileiro Marilson Gomes dos Santos vai defender o título da Maratona de Nova York, no próximo dia primeiro de novembro. Nessa quinta-feira (17), ele anunciou oficialmente, em São Paulo, sua participação na prova.

O maratonista é atualmente bicampeão de Nova York. Ele venceu a prova pela primeira vez em 2006 e repetiu o feito no ano passado. Essa será sua quarta participação na maratona norte-americana. “É um prazer retornar à Nova York. Gosto dessa prova por ter muitas subidas, descidas e clima parecido com o de São Paulo. Estou tranqüilo para a disputa”, conta.

Marílson vem de uma série puxada de treinos, já que participou do Campeonato Mundial de Atletismo no mês de agosto. De acordo com o atleta, o Mundial era seu principal objetivo de 2009, porém, ele não obteve o resultado desejado na prova. “O meu objetivo era o mundial, mas eu não estava num dia legal. Agora estou recomeçando novos treinamentos para Nova York”, revela.

Para a maratona, o brasileiro deve participar de duas provas maiores como forma de treinamento. Umas delas já está definida, o Mundial de Meia Maratona, na Inglaterra, que acontece no dia 11 de outubro. “Lá o Marílson não vai correr tão rápido. Ele deve correr entre 1h01 e 1h02, mas vai ser um bom teste antes de Nova York”, adianta o treinador do atleta, Adauto Domingues.

Além do Mundial, Marilson também deve realizar todos os treinos na cidade de Campos de Jordão (SP), para aproveitar a altitude. “O meu treino desse ano não é muito diferente dos outros anos. Apesar desse ano ter sido atípico, porque fiquei afastado de novembro a fevereiro, por causa de uma bursite no pé, me recuperei bem e consegui voltar a tempo”.

O objetivo de Marilson na maratona de Nova York é brigar pelo pódio e de preferência conquistar o primeiro lugar. Segundo o treinador do atleta, hoje ele não pode mais entrar numa prova sem querer brigar pelos três primeiros lugares.

Futuro - Depois de Nova York, o atleta ainda não sabe o que vai fazer. Porém, ele e seu treinador adiantaram que para o ano que vem, Marílson deve correr atrás do recorde brasileiro da maratona. “Em 2010 provavelmente vamos tentar bater essa marca brasileira na Maratona de Londres”, revela Adauto.

Hoje o recorde brasileiro da maratona pertence a Ronaldo da Costa com o tempo de 2h06min05. A melhor marca de Marílson nos 42 quilômetros é 2h08min37, conquistado em Londres em 2007.

Ryan Hall anuncia participação na Maratona de Nova York

Maratona · 28 jul, 2009

A Maratona de Nova York só acontece no dia primeiro de novembro, mas os organizadores da prova já anunciam as estrelas da competição. A primeira delas é considerada a prata da casa nos Estados Unidos. O americano Ryan Hall vai participar pela primeira vez da Maratona de Nova York.

“Estamos muito felizes com a participação de Hall. Será uma prova para ficar na história. Ele é o melhor maratonista dos Estados Unidos e um dos melhores do mundo”, conta entusiasmada a diretora da competição Mary Wittenberg. Além da Maratona, Hall também participa pela primeira vez da Meia Maratona de Nova York, que acontece dia 16 de agosto.

“Desde de 2006 eu assisto a Maratona de Nova York. Agora estou intrigado em correr pelas ruas da grande cidade”, revela Hall. Como nos outros anos, a largada da prova será em Staten Island e a chegada no famoso Central Park.

Hall tem 26 anos, foi um dos 10 primeiros colocados da Maratona Olímpica de Pequim, com o tempo de 2h12min33; bateu o recorde americano nas seletivas olímpicas (2h09seg02) e conquistou a terceira posição da Maratona de Boston desse ano, em 2h09min40. Mas sua grande marca foi na Maratona de Londres com 2h06min17, tempo suficiente para ser o segundo americano mais rápido da história dos Estados Unidos.

Loteria para Maratona de Nova York já está encerrada

Maratona · 16 jul, 2009

Já está encerrada a loteria de interesse de vagas para a edição deste ano da Maratona de Nova York, prova que será realizada no dia primeiro de novembro nas principais ruas e avenidas da big apple. Segundo os organizadores, mais de 100 mil pessoas manifestaram interesse.

Após os critérios de seleção, o field desta 40ª edição ficou com 40 mil competidores, um novo recorde na história da prova. Em comemoração aos 40 anos, estão programados diversos eventos especiais na semana da maratona e no próprio domingo.

Aqueles que perderam o prazo da loteria, ou que não foram selecionados este ano, ainda têm uma última oportunidade para disputar uma das provas mais tradicionais da modalidade. Para isso, basta correr na categoria filantropia, na qual os atletas arrecadam um determinado valor para as instituições de caridade credenciadas pela organização.

Para conferir a lista com os nomes dos atletas selecionados para a competição e também as instituições de caridade credenciadas, basta acessar o site da prova, o www.ingnycmarathon.org.

Maratona NY: veja como foi o evento para o esporte adaptado

Conforme prometi contei como foi o período que passei na Califórnia com os atletas deficientes da ADD (Associação desportiva para deficientes) e agora conto como foi a Maratona de Nova York. Confira.

São Paulo - Depois que Paulo, Ezequiel, Fernando, Diego e eu participamos do evento da CAF, na Califórnia, fomos rumo à Maratona de Nova York, evento que contou com participação da Achilles International, novo nome da Achilles Track Club, entidade responsável pelos atletas deficientes na maratona. Lá nos juntamos a mais outros atletas do Brasil como Jaciel e Carlos da cidade de Santos, Rogério de Rondônia, Edson Dantas de São Paulo, Maciel do Rio e Wendel de Brasília.

Cada atleta é apoiado por sua entidade, alguns da ADD, outros da “3 in”, entre outras entidades que apóiam deficientes. As passagens e os custos para a prova sempre são de responsabilidade de cada atleta ou entidade. No caso da Achilles International foi possível dar algumas inscrições e hospedagens. Nesse ano oito pessoas foram beneficiadas. Além disso, fizemos um uniforme exclusivo para o grupo com parte da arrecadação que consegui no evento da Corpore da Paz e no dia 30 de outubro.

Alguns atletas estavam em Nova York pela primeira vez e puderam ver a organização e magnitude do evento. Fomos bem recebidos pela Achilles na feira de esportes da maratona onde retiramos os kits da prova e ganhamos camisetas da entidade para correr maratona. Também tivemos alguns guias brasileiros na prova, como o treinador do Clube Pinheiros, Cláudio Castilho, Marina Chayo, Denise Mello, Fabio Maia entre outros corredores.

Na sexta que antecedeu a prova fui convidado para um workshop da Achilles para representantes internacionais. Havia cerca de 70 países no evento e eu pude apresentar o programa brasileiro de corrida e triathlon da Add Achilles, criado em São Paulo nesse ano. Além disso, o intercâmbio com os representantes de outros países foi muito proveitoso.

À noite fomos ao jantar da Achilles e para minha surpresa, lá recebi o prêmio de melhor representante internacional da entidade, prêmio este que foi uma grande festa para todo nosso grupo e particularmente para mim. O prêmio faz com que a responsabilidade futura no Brasil seja maior, além de ser uma motivação extra para continuar com novos projetos.

Já no domingo, dois de novembro, dia da Maratona de Nova York, o tempo estava muito frio e como sempre a organização foi perfeita. Participamos de uma maratona maravilhosa incentivada toda hora pelo público. As largadas em ondas, três largadas a cada 20 minutos foi brilhante e deve ser introduzida em provas no Brasil.

Efetuando largadas deste tipo podemos solucionar um dos maiores problemas nas corridas de rua, o congestionamento inicial do percurso. Nesta maratona o fluxo de corredores fluiu muito bem devido a este tipo de largada.

No final nossa equipe brasileira conseguiu o objetivo de participar de um grande evento. Parabéns para todos e pela vitória do Marílson nos encheu de orgulho e com certeza vai impulsionar ainda mais as corridas no Brasil.


Maratona NY: veja como foi o evento para o esporte adaptado

Esporte Adaptado · 19 nov, 2008

Conforme prometi contei como foi o período que passei na Califórnia com os atletas deficientes da ADD (Associação desportiva para deficientes) e agora conto como foi a Maratona de Nova York. Confira.

São Paulo - Depois que Paulo, Ezequiel, Fernando, Diego e eu participamos do evento da CAF, na Califórnia, fomos rumo à Maratona de Nova York, evento que contou com participação da Achilles International, novo nome da Achilles Track Club, entidade responsável pelos atletas deficientes na maratona. Lá nos juntamos a mais outros atletas do Brasil como Jaciel e Carlos da cidade de Santos, Rogério de Rondônia, Edson Dantas de São Paulo, Maciel do Rio e Wendel de Brasília.

Cada atleta é apoiado por sua entidade, alguns da ADD, outros da “3 in”, entre outras entidades que apóiam deficientes. As passagens e os custos para a prova sempre são de responsabilidade de cada atleta ou entidade. No caso da Achilles International foi possível dar algumas inscrições e hospedagens. Nesse ano oito pessoas foram beneficiadas. Além disso, fizemos um uniforme exclusivo para o grupo com parte da arrecadação que consegui no evento da Corpore da Paz e no dia 30 de outubro.

Alguns atletas estavam em Nova York pela primeira vez e puderam ver a organização e magnitude do evento. Fomos bem recebidos pela Achilles na feira de esportes da maratona onde retiramos os kits da prova e ganhamos camisetas da entidade para correr maratona. Também tivemos alguns guias brasileiros na prova, como o treinador do Clube Pinheiros, Cláudio Castilho, Marina Chayo, Denise Mello, Fabio Maia entre outros corredores.

Na sexta que antecedeu a prova fui convidado para um workshop da Achilles para representantes internacionais. Havia cerca de 70 países no evento e eu pude apresentar o programa brasileiro de corrida e triathlon da Add Achilles, criado em São Paulo nesse ano. Além disso, o intercâmbio com os representantes de outros países foi muito proveitoso.

À noite fomos ao jantar da Achilles e para minha surpresa, lá recebi o prêmio de melhor representante internacional da entidade, prêmio este que foi uma grande festa para todo nosso grupo e particularmente para mim. O prêmio faz com que a responsabilidade futura no Brasil seja maior, além de ser uma motivação extra para continuar com novos projetos.

Já no domingo, dois de novembro, dia da Maratona de Nova York, o tempo estava muito frio e como sempre a organização foi perfeita. Participamos de uma maratona maravilhosa incentivada toda hora pelo público. As largadas em ondas, três largadas a cada 20 minutos foi brilhante e deve ser introduzida em provas no Brasil.

Efetuando largadas deste tipo podemos solucionar um dos maiores problemas nas corridas de rua, o congestionamento inicial do percurso. Nesta maratona o fluxo de corredores fluiu muito bem devido a este tipo de largada.

No final nossa equipe brasileira conseguiu o objetivo de participar de um grande evento. Parabéns para todos e pela vitória do Marílson nos encheu de orgulho e com certeza vai impulsionar ainda mais as corridas no Brasil.

Laudo mostra que brasileiro teve parada cardíaca na Maratona de NY

Maratona · 04 nov, 2008

No último domingo o brasileiro José Carlos Gomes faleceu após completar a Maratona de Nova York. Ele cruzou a linha de chegada no tempo de 4h12min15, passou mal e não resistiu. Segundo o laudo médico, divulgado nessa terça-feira (4) pelo Hopistal Lenix Hill, o motivo da morte foi uma parada cardíaca.

Ainda de acordo com informações publicadas no jornal americano "The New York Times", o brasileiro já tinha um problema cardíaco pré-existente. Essa era a primeira vez que José Carlos participava da Maratona de Nova York. Após completar a prova, ele recebeu os primeiros atendimentos no local e depois foi levado de ambulância ao hospital. Horas depois o brasileiro não resistiu e morreu.

José Carlos, de 58 anos, era funcionário da SulAmérica Seguros e fazia parte do Projeto "Atletas SulAmérica". Ele e mais quatro funcionários foram escolhidos para participar da Maratona de Nova York. Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica Seguros, José Carlos realizava testes físicos e exames médicos regularmente e pouco antes de embarcar para os Estados Unidos ele fez um novo check-up. Os resultados dos exames mostraram que ele estava apto para práticar corrida.

Brasileiro morre depois da Maratona de Nova York

No último domingo (02) o brasileiro José Carlos Gomes faleceu na Maratona de Nova York após completar a prova. Segundo informações da organização do evento, o atleta de 58 anos cruzou a linha de chegada, passou mal e, após o primeiro atendimento no local foi encaminhado para um hospital de Manhattam, onde faleceu.

De acordo com o diretor de relações públicas da Maratona de Nova York, Richard Finn, o laudo médico com a causa da morte do brasileiro ainda não foi divulgado. Desde 1994 a Maratona de Nova York não havia registrado casos de morte na prova. “A maratona de Nova York é uma celebração do espírito humano. Mais de 38 mil pessoas terminaram a prova de ontem. Infelizmente ele não pôde comemorar”, relata Finn.

Morador de São Paulo, José Carlos era funcionário da empresa SulAmérica Seguros há 31 anos. Desde 2006 ele fazia parte do projeto “Atletas SulAmérica”, que proporcionava treinos de corrida para os funcionários com a assessoria esportiva Run&Fun. Ele e mais quatro brasileiros da empresa correram a Maratona de Nova York.

Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica, José Carlos não tinha nenhum problema de saúde. Isto porque, antes de correr Nova York, ele foi submetido a uma série de exames clínicos. Em todos esses exames não houve restrições para a prática de corrida.

Estrutura da prova - Segundo Richard Finn, a Maratona de Nova York desse ano contou com dois mil médicos e 40 tendas de atendimento ao longo da prova, sendo oito após a linha de chegada.

“A prioridade número um da maratona é a segurança de todos os corredores. Apesar de toda equipe e estrutura, perdemos um atleta. Vamos rever todos os nossos procedimentos médicos para prevenir o que aconteceu”, conta Finn.

Ainda de acordo com o diretor de relações públicas, a Maratona de Nova York não exige exame médico dos inscritos, porém, eles informam os atletas sobre a necessidade de consultar o médico antes de correr, também informam sobre a importância do treinamento e da necessidade de prestar atenção no corpo durante a prova.

O Consulado brasileiro já foi notificado sobre a morte de José Carlos e prestará assistência à família assim como a Maratona de Nova York.


Brasileiro morre depois da Maratona de Nova York

Maratona · 03 nov, 2008

No último domingo (02) o brasileiro José Carlos Gomes faleceu na Maratona de Nova York após completar a prova. Segundo informações da organização do evento, o atleta de 58 anos cruzou a linha de chegada, passou mal e, após o primeiro atendimento no local foi encaminhado para um hospital de Manhattam, onde faleceu.

De acordo com o diretor de relações públicas da Maratona de Nova York, Richard Finn, o laudo médico com a causa da morte do brasileiro ainda não foi divulgado. Desde 1994 a Maratona de Nova York não havia registrado casos de morte na prova. “A maratona de Nova York é uma celebração do espírito humano. Mais de 38 mil pessoas terminaram a prova de ontem. Infelizmente ele não pôde comemorar”, relata Finn.

Morador de São Paulo, José Carlos era funcionário da empresa SulAmérica Seguros há 31 anos. Desde 2006 ele fazia parte do projeto “Atletas SulAmérica”, que proporcionava treinos de corrida para os funcionários com a assessoria esportiva Run&Fun. Ele e mais quatro brasileiros da empresa correram a Maratona de Nova York.

Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica, José Carlos não tinha nenhum problema de saúde. Isto porque, antes de correr Nova York, ele foi submetido a uma série de exames clínicos. Em todos esses exames não houve restrições para a prática de corrida.

Estrutura da prova - Segundo Richard Finn, a Maratona de Nova York desse ano contou com dois mil médicos e 40 tendas de atendimento ao longo da prova, sendo oito após a linha de chegada.

“A prioridade número um da maratona é a segurança de todos os corredores. Apesar de toda equipe e estrutura, perdemos um atleta. Vamos rever todos os nossos procedimentos médicos para prevenir o que aconteceu”, conta Finn.

Ainda de acordo com o diretor de relações públicas, a Maratona de Nova York não exige exame médico dos inscritos, porém, eles informam os atletas sobre a necessidade de consultar o médico antes de correr, também informam sobre a importância do treinamento e da necessidade de prestar atenção no corpo durante a prova.

O Consulado brasileiro já foi notificado sobre a morte de José Carlos e prestará assistência à família assim como a Maratona de Nova York.