Corridas de Rua · 13 dez, 2007
Anunciaram ontem que serão 2.300 malucos belezas, ops, digo corredores, que vão correr a segunda edição da Rock´n Run, na cidade de São Paulo. Alguém poderia imaginar essa cena de associar e unir rock com saúde - leia-se corrida há 20, 30 anos atrás? Acredito que não.
E, por ironia do destino, quem se apresentará será a banda Titãs, cujo guitarrista Marcelo Frommer morreu atropelado enquanto treinava corrida. Seria ironia da ironia? Não sei. Mas sei que na cidade de São Paulo existe na Av. Juscelino Kubitschek uma das avenidas por onde passa a Maratona de São Paulo - uma passarela que leva o nome do guitarrista morto.
Não há fontes oficiais, mas Frommer, com quem eu já cheguei a dividir camarins e estúdio o dele, claro provavelmente aprova a idéia, tanto da passarela, como unir rock com saúde.
Diga sim à endorfina!
Corridas de Rua · 12 dez, 2007
E quando nós achamos que já se inventou tudo...Eureka...e aparece uma nova engenhoca. Desenvolvido nos Estados Unidos, o Pace Tat é um produto que funciona como uma cola para os corredores. No caso, a cola não é a química, mas a que nos remete aos bancos escolares.
Com o intuito de facilitar os desgastantes cálculos que fazemos quando corremos, o produto é um pacer removível estampado em seu braço. Lá estão contidos os tempos das passagens que você pretende e deve fazer. Para estampar é um processo bem rápido e indolor.
Apesar de ser uma boa idéia, o que não pode acontecer apesar de toda a tecnologia, é o corredor quebrar seu ritmo e não acompanhar a colinha. Se isso acontecer, sua cabeça voltará a ser a sua calculadora como deveria ter sido desde os tempos de escola.
Mas atenção! Antes de comprar um importado, devemos nos adequar aos padrões internacionais, principalmente quando o produto gringo almejado é um par de tênis. Nosso mais importante aliado à corrida tem diferentes numerações ao redor do mundo.
Então antes de sair comprando todos os tênis legais, veja qual é a sua numeração no exterior.
Clique aqui e confira a tabela com a numeração internacional de calçados.
Boas compras!
Corridas de Rua · 11 dez, 2007
Mas atenção! Antes de comprar um importado, devemos nos adequar aos padrões internacionais, principalmente quando o produto gringo almejado é um par de tênis. Nosso mais importante aliado à corrida tem diferentes numerações ao redor do mundo.
Então antes de sair comprando todos os tênis legais, veja qual é a sua numeração no exterior.
Clique aqui e confira a tabela com a numeração internacional de calçados.
Boas compras!
Corridas de Rua · 10 dez, 2007
Corredores-blogueiros ou blogueiros-corredores, como vocês queiram, farão no próximo sábado, dia 15, um treino para ninguém botar defeito. Tempos de São Silvestre e encarar a Brigadeiro nada melhor que um treino com uma boa subida.
E não são poucas as subidas que esperam os blogueiros que vão encarar o Pico do Jaraguá, ponto culminante da cidade de São Paulo, com seus 1.135 metros de altura e rodeado por um reserva natural de 4,5 mil hectares. Lá de cima, quando o tempo permite, o visual é simplesmente deslumbrante.
O treino é livre. Vale cada um levar seu kit e hidratação pessoal para não ter surpresas. Do resto é só chegar!
Treino dos Blogueiros:
Endereço: Estrada Turística do Jaraguá, acesso pelo Km 18 da Via Anhanguera
Horário: 7h
Data: 15/12/2007
Ponto de encontro: No estacionamento do parque (segunda entrada do parque).
Corridas de Rua · 10 dez, 2007
Agora ficou mais fácil você acessar o Blog do Harry, para tanto, basta digitar em seu browser a url www.webrun.com.br/blogdoharry e você estará conectado com os mais diversos assuntos e discussões que só acontecem aqui.
Obrigado pela sua visita e não deixe de participar com seus comentários!
Corridas de Rua · 09 dez, 2007
Sua força nada tem a ver com nós humanos, mas os cavalos, são figuras analógicas ao nosso esporte, certo pangaré? Tive o prazer de assistir Mar de Fogo, história do cowboy Frank T. Hopkins, que em 1890, foi convidado por um xeque árabe para competir na milenar corridas de cavalos que atravessava Iraque e Síria em um total de 4.800 quilômetros.
Vários morriam e só poucos conseguiam a proeza de atravessar a fúria do deserto. Hopkins, que morreu em 1951 aos 81 anos, ganhou mais de 400 corridas em sua vida. Invariavelmente corridas de resistência de centenas ou milhares de quilômetros, sempre montado no mustang Hidalgo, um garanhão que se deixou capturar na natureza pelo cowboy de sangue Siox. Ao final, o valente Hidalgo considerado um vira-lata quando comparado aos puros sangues árabes, que eram seus oponentes, consegue a vitória e os US$ 100 mil dólares de prêmio oferecido pelo xeque.
Embora nada a ver com o mundinho das corridas, o filme retrata bem nossa realidade que é chegar ou mesmo tentar cruzar a linha de chegada. E a pergunta que não quer se calar: quem de nós nunca sentiu-se um pangaré pelo menos um vez na vida?
Corridas de Rua · 08 dez, 2007
Essa semana foi marcada por reclamações envolvendo o horário de largada da Volta da Pampulha (10h) que aconteceu no último domingo. Só para efeito comparativo, se é que podemos comparar, um dos grandes exemplos de respeito com os corredores é a organização da Maratona de Honolulu que tem seu horário da largada diferenciado.
Como faz muito calor nesta época do ano no Havai, a maratona que acontecerá amanhã, dia 09, começa às 5h da matina - quando ainda é escuro - só para evitar que os corredores corram sob sol escaldante.
Não diria 5 horas da manhã, mas 8 horas, seria o horário-limite que provas dos 15km aos 42.195m que preze, tenha sua largada efetuada. Será que um dia chegaremos lá?
Gostei da notícia que a Márcia Narloch vai tentar o índice olímpico. Depois do Pan perguntei a ela sobre isso e a resposta foi um gesto apontando para seu nervo ciático da perna esquerda para mostrar o local da dor que a incomodou durante a prova do Pan e, que as imagens não deixavam mentir. O que eu disse, era que ela tentasse o índice só para representar o Brasil, sem obrigação e neuras com medalha, e a resposta foi cética, dando a entender que a dor poderia vencer.
Marcinha como chamam a catarinense é especial. Ela foi nossa melhor corredora desde a segunda metade do século passado ("O tempo passa", diria Fiori Gigliotti). Fui testemunha de várias vitórias suas em provas dos 10K a maratona. Vitórias, pódios e medalhas, não faltam para a atleta. Mas que nenhum jornalista perguntasse se a vitória foi fácil já que muitas vezes corria com folga de suas adversárias. Nada é fácil!
E se o filme se repetir como todas em as vezes passadas a que foi chamada para dizer a que viemos, ela vai conseguir esse índice e fechar assim uma brilhante carreira.
Corridas de Rua · 07 dez, 2007
Gostei da notícia que a Márcia Narloch vai tentar o índice olímpico. Depois do Pan perguntei a ela sobre isso e a resposta foi um gesto apontando para seu nervo ciático da perna esquerda para mostrar o local da dor que a incomodou durante a prova do Pan e, que as imagens não deixavam mentir. O que eu disse, era que ela tentasse o índice só para representar o Brasil, sem obrigação e neuras com medalha, e a resposta foi cética, dando a entender que a dor poderia vencer.
Marcinha como chamam a catarinense é especial. Ela foi nossa melhor corredora desde a segunda metade do século passado ("O tempo passa", diria Fiori Gigliotti). Fui testemunha de várias vitórias suas em provas dos 10K a maratona. Vitórias, pódios e medalhas, não faltam para a atleta. Mas que nenhum jornalista perguntasse se a vitória foi fácil já que muitas vezes corria com folga de suas adversárias. Nada é fácil!
E se o filme se repetir como todas em as vezes passadas a que foi chamada para dizer a que viemos, ela vai conseguir esse índice e fechar assim uma brilhante carreira.
Corridas de Rua · 06 dez, 2007
Quis evitar esse debate, mas vou colocar meu ponto de vista pessoal. Tomei conhecimento de inúmeras reclamações envolvendo o horário de largada da Volta da Pampulha. Se a tradicional largada às 9h30 das corridas da Globo já é tarde, imagine você, largar às 10h sob sol escaldante de mais 30°C. Pode-se dizer que é um grande atentado à saúde dos corredores, principalmente os mais lentos, que levam cerca de 2 horas para percorrer os 17.801 metros desta competição.
Não acho que a culpa desta falta de respeito seja da Yescom. Apesar de não agradar a totalidade dos corredores, vejo a empresa dos Kassabian como séria, profissional e que procura acertar. Diria que ruim com a Yescom, pior sem ela.
Reclamações sempre haverá. Sempre cito um exemplo: imagine preparar milhares de kits e em um deles ao invés de quatro alfinetes para pregar o número de peito, por falha houvesse somente dois (isso já me aconteceu). Para o atleta que teve que correr com o número de peito ao sabor dos ventos aquilo pode ter sido imperdoável. Agora, se ponha no lugar do organizador. Será que ele tem culpa que o staff deixou faltar um alfinete? Claro, se pagou a inscrição o serviço deveria ser 100%. Mas quem nunca errou. Exemplifico desta forma para que o leitor entenda a complexidade da operação.
Mas o que esta pegando mesmo com as provas do Circuito Globo, principalmente Meia do Rio e Pampulha, é horário nada agradável da largada. O pior, que após retardarem (leia-se Globo e não Yescom) a largada a prova não foi transmitida na íntegra, tendo que dividir espaço com onipresente vôlei.
Uma parcela pode questionar o porque a Yescom aceita passivamente as imposições da Globo. Hora, qualquer organizador que se preza quer ter suas provas transmitidas para milhões de pessoas no Brasil e exterior, seria um suicídio empresarial abrir mão de uma parceria como essa. E digo mais: se a parceria fosse desfeita, não se espante se a Globo montar as mesmas provas (mesmas distâncias e locais) só dando um nome diferente às competições, que poderia ser Volta da Júlia ou Meia Lupo do Rio de Janeiro.
Corridas de Rua · 05 dez, 2007
E parece que uma antiga praga volta a atormentar as corridas de rua: os cortadores de caminho, que são pessoas que não fazem o percurso completo e usam artífices para burlar as regras.
Há tempos eles não eram lembrados aqui no Brasil. Um caso notório foi de um médico-corredor que era colunista de uma conceituada revista de corrida nacional. Com seus relatos cheios de histórias (melhor dizer estórias) ele narrava suas maratonas pelo mundo em artigos deliciosos. Até que descobriram e provaram que ele cortava caminho em todas as suas narrativas. Sua máscara caiu.
Outro que ficou famoso foi um caso que acontecia na Maratona de Nova York. Lá depois de largar junto com os demais corredores o atleta simplesmente pegava o metrô e avançava alguns quilômetros. Agora parece que existem indivíduos agindo nas grandes provas brasileiras. Quem faz a denuncia é um atleta da elite brasileira, que segundo ele, esses cortadores de caminho sempre ficam entre os 20 primeiros no geral, em corridas importantes como, São Silvestre e Meia do Rio.
Fiquemos de olho!
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