Quantidade e qualidade no planejamento da hidratação

Redação Webrun | Corridas de Rua · 30 out, 2007

Quando a organização de uma corrida falha, procuro sempre fazer o meu registro com dois objetivos: alertar os corredores e tentar fazer com a organização do evento fique ciente de seus erros, muitas vezes involuntários, para que possa na próxima oportunidade evitá-los. A recíproca também é verdadeira. Quando observo que a organização prima pelo cuidado e respeito aos participantes também não deixo de elogiar.

Assim eu não poderia deixar registrar aqui minha satisfação com a quantidade do abastecimento oferecido na Ayrton Senna Racing Day (ASRD), que aconteceu no último domingo, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Para cada volta de 5.275 metros havia três pontos de abastecimento, sendo, dois de água e um de isotônico. Ainda na chegada cada competidor recebia frutas e mais água.

No caso da hidratação os organizadores devem levar em consideração dois fatores: quantidade e qualidade, pois um não exclui o outro. Assim, uma ressalva precisa ser feita, uma vez que a água oferecida estava quente, já o isotônico estava bastante agradável ao meu ver.

Tudo bem que fui o último corredor de uma equipe de oito integrantes e comecei a correr às 12h, em baixo de um sol escaldante, fato que poderia servir de álibi. Mas uma prova do porte da ASRD que por sinal é uma das minhas prediletas poderia nos pontos de hidratação ter armazenado as garrafas de água em caminhões refrigerados ou então apenas protegidas sob uma tenda.

Seria uma solução simples, acredito que com um custo baixo, e um benefício bem alto para os corredores.

Este texto foi escrito por: Harry Thomas Jr.

Redação Webrun

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