SP

No último dia 18/05 aconteceu em Shanghai, na China, a segunda etapa do principal circuito de atletismo do mundo. A Diamond League em território chinês reuniu sete medalhistas olímpicos de 2012 e o resultado das provas foi surpreendente.

Além das quebras de recorde da etapa, que aconteceram nas provas de pista e campo, Kirani James nos 400m, Shelly-Ann Fraser-Price nos 100m, Francine Niyonsaba nos 800m e Genzebe Dibaba nos 5.000m estabeleceram os novos melhores tempos da temporada.

<a href=/home/n/diamond-league-em-shanghai-reunira-sete-medalhistas-de-londres/14751?pag=1#exibir target=_blankDiamond League em Shanghai reunirá sete medalhistas de Londres

400m masculino- Apesar dos 100m feminino contar com a presença da jamaicana Shelly-Ann Fraser-Price, os 400m masculino reuniram novamente o pódio da última Olimpíada. Porém, a prova não foi muito fácil para o atual campeão olímpico, Kirani James, que também venceu em Shanghai.

Até a última curva da pista de atletismo o americano LaShawn Merritt liderava a prova, mas James conseguiu a ultrapassagem e acabou conquistando a medalha de ouro do evento, além de cravar o tempo mais rápido do ano até então, 44s02. Merritt foi o segundo colocado e Luguelin Santos o terceiro.

100m feminino- Em uma das provas mais esperadas da etapa, uma das favoritas deixou a pista com uma lesão que pode custar meses de recuperação. Enquanto a americana Carmelita Jeter sofria para cruzar a linha de chegada, a jamaicana Shelly-Ann finalizava a prova em 10s93 e estabelecia a nova melhor marca de 2013.

Prova dos 100m foi marcada pelo desempenho da Shelly-Ann e lesão de Carmelita Jeter – Foto: LOCOG/ Divulgação
Prova dos 100m foi marcada pelo desempenho da Shelly-Ann e lesão de Carmelita Jeter – Foto: LOCOG/ Divulgação

200m masculino- Apesar de o velocista americano Justin Gatlin ter vencido os 100m em Doha, o jamaicano Warren Weir foi o mais rápido nos 200m de Shanghai. Weir confirmou seu favoritismo e venceu a prova em 20s18. Gatlin foi o segundo (20s21) e Jason Young o terceiro (20s22).

1.500m masculino- A prova de 1.500m foi interessante durante toda a sua duração. Com ultrapassagens na última volta e até a queda de um dos favoritos a apenas alguns metros da linha de chegada, Asbel Kiprop foi o mais rápido, com 3min32s39.

5.000m feminino- A prova de pista mais longa da etapa possuía um dos fields mais competitivos do dia. As etíopes Meseret Defar, ouro em Londres, e Genzebe Dibaba duelariam entre si e contra a dupla queniana Sylvia Kibet e Viola Kibiwot.

Meseret, apontada como favorita, manteve um ritmo superior em toda a prova, mas a 200 metros do fim ela não conseguiu segurar a investida de sua compatriota Genzebe, que em um sprint final conseguiu a vitória e o melhor tempo da temporada, 14min45s92.

Genzebe Dibaba bateu campeã olímpica e ainda cravou o melhor tempo da temporada nos 5.000m, até então – Foto: Erik van Leeuwen
Genzebe Dibaba bateu campeã olímpica e ainda cravou o melhor tempo da temporada nos 5.000m, até então – Foto: Erik van Leeuwen/ Licença Creative Commons


Atletismo · 21 maio, 2013

No último dia 18/05 aconteceu em Shanghai, na China, a segunda etapa do principal circuito de atletismo do mundo. A Diamond League em território chinês reuniu sete medalhistas olímpicos de 2012 e o resultado das provas foi surpreendente.

Além das quebras de recorde da etapa, que aconteceram nas provas de pista e campo, Kirani James nos 400m, Shelly-Ann Fraser-Price nos 100m, Francine Niyonsaba nos 800m e Genzebe Dibaba nos 5.000m estabeleceram os novos melhores tempos da temporada.

<a href=/home/n/diamond-league-em-shanghai-reunira-sete-medalhistas-de-londres/14751?pag=1#exibir target=_blankDiamond League em Shanghai reunirá sete medalhistas de Londres

400m masculino- Apesar dos 100m feminino contar com a presença da jamaicana Shelly-Ann Fraser-Price, os 400m masculino reuniram novamente o pódio da última Olimpíada. Porém, a prova não foi muito fácil para o atual campeão olímpico, Kirani James, que também venceu em Shanghai.

Até a última curva da pista de atletismo o americano LaShawn Merritt liderava a prova, mas James conseguiu a ultrapassagem e acabou conquistando a medalha de ouro do evento, além de cravar o tempo mais rápido do ano até então, 44s02. Merritt foi o segundo colocado e Luguelin Santos o terceiro.

100m feminino- Em uma das provas mais esperadas da etapa, uma das favoritas deixou a pista com uma lesão que pode custar meses de recuperação. Enquanto a americana Carmelita Jeter sofria para cruzar a linha de chegada, a jamaicana Shelly-Ann finalizava a prova em 10s93 e estabelecia a nova melhor marca de 2013.

Prova dos 100m foi marcada pelo desempenho da Shelly-Ann e lesão de Carmelita Jeter – Foto: LOCOG/ Divulgação
Prova dos 100m foi marcada pelo desempenho da Shelly-Ann e lesão de Carmelita Jeter – Foto: LOCOG/ Divulgação

200m masculino- Apesar de o velocista americano Justin Gatlin ter vencido os 100m em Doha, o jamaicano Warren Weir foi o mais rápido nos 200m de Shanghai. Weir confirmou seu favoritismo e venceu a prova em 20s18. Gatlin foi o segundo (20s21) e Jason Young o terceiro (20s22).

1.500m masculino- A prova de 1.500m foi interessante durante toda a sua duração. Com ultrapassagens na última volta e até a queda de um dos favoritos a apenas alguns metros da linha de chegada, Asbel Kiprop foi o mais rápido, com 3min32s39.

5.000m feminino- A prova de pista mais longa da etapa possuía um dos fields mais competitivos do dia. As etíopes Meseret Defar, ouro em Londres, e Genzebe Dibaba duelariam entre si e contra a dupla queniana Sylvia Kibet e Viola Kibiwot.

Meseret, apontada como favorita, manteve um ritmo superior em toda a prova, mas a 200 metros do fim ela não conseguiu segurar a investida de sua compatriota Genzebe, que em um sprint final conseguiu a vitória e o melhor tempo da temporada, 14min45s92.

Genzebe Dibaba bateu campeã olímpica e ainda cravou o melhor tempo da temporada nos 5.000m, até então – Foto: Erik van Leeuwen
Genzebe Dibaba bateu campeã olímpica e ainda cravou o melhor tempo da temporada nos 5.000m, até então – Foto: Erik van Leeuwen/ Licença Creative Commons

O Grande Prêmio Brasil de Atletismo em Belém, disputado no domingo (12), foi frutífero para o esporte brasileiro. Não apenas dois velocistas (Bruno Lins e Aldemir Gomes) conquistaram o índice para competir nos 200 metros no Mundial de Moscou (em agosto), como o público do Mangueirão presenciou um novo recorde sul-americano na categoria feminina dos 100 metros.

Ana Cláudia Lemos, pela terceira vez – a segunda em pouco mais de uma semana – superou a melhor marca do continente na nobre prova, ao correr os 100 metros em 11seg05. “Quero ser a primeira mulher da América do Sul a fazer os 100 metros abaixo dos 11 segundos”, conta a velocista.

Ela já tinha garantido a vaga no Mundial (que tem índice classificatório de 11seg17) ao fazer 11seg13 em Campinas (SP), em 4 de maio, também recorde sul-americano na ocasião. Em 2010, havia estabelecido 11seg15, seu primeiro recorde continental. A marca obtida em Belém é também a melhor do GP, superando a que durava 19 anos, 11seg07 da norte-americana Gwen Torrence.

<a href=/home/n/ana-claudia-atinge-indice-e-vai-para-o-mundial-de-moscou/14713 target=_blankApós ter recorde igualado, Ana Cláudia bate marca e se classifica ao Mundial

Ana Cláudia bateu o próprio recorde continental obtido na semana passada - Foto: Wagner Carmo/ CBAt
Ana Cláudia bateu o próprio recorde continental obtido na semana passada - Foto: Wagner Carmo/ CBAt

Dois classificados nos 200 metros- Aldemir Gomes, apontado por Robson Caetano como grande promessa nacional, e Bruno Lins – ambos presentes nos Jogos Olímpicos de Londres – correram abaixo de 20seg52 (índice da Iaaf para o Mundial) nos 200 metros em Belém e conquistaram a vaga para competir em Moscou. Bruno venceu a prova, com 20seg35, enquanto o jovem Aldemir fez 20seg44.

<a href=/home/n/robson-caetano-analisa-o-que-falta-para-os-velocistas-brasileiros/14257 target=_blankRobson Caetano acredita que Aldemir Gomes pode bater seu recorde

Campeão olímpico no Revezamento 4x400m, o bahamense Michael Mathieu completou o pódio dos 200 metros com 20seg49.

Anderson obteve em São Paulo o índice para o Mundial - Foto: Wagner Carmo/ CBAt
Anderson obteve em São Paulo o índice para o Mundial - Foto: Wagner Carmo/ CBAt

Índice em São Paulo- Em torneio da Federação Paulista, no sábado (11), o gaúcho Anderson Henriques venceu a prova masculina dos 400 metros em 45seg16. São quatro centésimos abaixo do índice estabelecido pela CBAt e, portanto, válido para competir em Moscou.

O segundo colocado, Hugo Balduíno, completou a prova em 45seg31, abaixo do índice B da Iaaf (45seg60). Com a marca atual, tanto Henriques quanto Balduíno representam o Brasil no Mundial.


Atletismo · 13 maio, 2013

O Grande Prêmio Brasil de Atletismo em Belém, disputado no domingo (12), foi frutífero para o esporte brasileiro. Não apenas dois velocistas (Bruno Lins e Aldemir Gomes) conquistaram o índice para competir nos 200 metros no Mundial de Moscou (em agosto), como o público do Mangueirão presenciou um novo recorde sul-americano na categoria feminina dos 100 metros.

Ana Cláudia Lemos, pela terceira vez – a segunda em pouco mais de uma semana – superou a melhor marca do continente na nobre prova, ao correr os 100 metros em 11seg05. “Quero ser a primeira mulher da América do Sul a fazer os 100 metros abaixo dos 11 segundos”, conta a velocista.

Ela já tinha garantido a vaga no Mundial (que tem índice classificatório de 11seg17) ao fazer 11seg13 em Campinas (SP), em 4 de maio, também recorde sul-americano na ocasião. Em 2010, havia estabelecido 11seg15, seu primeiro recorde continental. A marca obtida em Belém é também a melhor do GP, superando a que durava 19 anos, 11seg07 da norte-americana Gwen Torrence.

<a href=/home/n/ana-claudia-atinge-indice-e-vai-para-o-mundial-de-moscou/14713 target=_blankApós ter recorde igualado, Ana Cláudia bate marca e se classifica ao Mundial

Ana Cláudia bateu o próprio recorde continental obtido na semana passada - Foto: Wagner Carmo/ CBAt
Ana Cláudia bateu o próprio recorde continental obtido na semana passada - Foto: Wagner Carmo/ CBAt

Dois classificados nos 200 metros- Aldemir Gomes, apontado por Robson Caetano como grande promessa nacional, e Bruno Lins – ambos presentes nos Jogos Olímpicos de Londres – correram abaixo de 20seg52 (índice da Iaaf para o Mundial) nos 200 metros em Belém e conquistaram a vaga para competir em Moscou. Bruno venceu a prova, com 20seg35, enquanto o jovem Aldemir fez 20seg44.

<a href=/home/n/robson-caetano-analisa-o-que-falta-para-os-velocistas-brasileiros/14257 target=_blankRobson Caetano acredita que Aldemir Gomes pode bater seu recorde

Campeão olímpico no Revezamento 4x400m, o bahamense Michael Mathieu completou o pódio dos 200 metros com 20seg49.

Anderson obteve em São Paulo o índice para o Mundial - Foto: Wagner Carmo/ CBAt
Anderson obteve em São Paulo o índice para o Mundial - Foto: Wagner Carmo/ CBAt

Índice em São Paulo- Em torneio da Federação Paulista, no sábado (11), o gaúcho Anderson Henriques venceu a prova masculina dos 400 metros em 45seg16. São quatro centésimos abaixo do índice estabelecido pela CBAt e, portanto, válido para competir em Moscou.

O segundo colocado, Hugo Balduíno, completou a prova em 45seg31, abaixo do índice B da Iaaf (45seg60). Com a marca atual, tanto Henriques quanto Balduíno representam o Brasil no Mundial.

Antigamente era comum vermos a criançada do bairro se reunir nas ruas para brincar de pular corda. O hábito é tão saudável que alguns atletas continuam a praticar a sequência de saltos como parte do treinamento funcional, para desenvolver resistência aeróbia.

<a href=/corridasderua/v/treinamento-funcional/248 target=_blankSabia mais sobre treinamento funcional

Além disso, o exercício é uma ótima alternativa para quem deseja perder alguns quilinhos e afinar a silhueta, pois uma hora de treino equivale a um gasto calórico entre 700 a 800 calorias, que pode variar de acordo com o metabolismo e o peso de cada pessoa. Por ser uma atividade mais dinâmica, o esportista perde peso sem sofrer tanto.

De acordo com o fisiologista Ricardo Zanuto, a prática aeróbica de alta intensidade proporciona a utilização de gorduras como fonte de energia, fazendo os “pneuzinhos” sumirem. “Pular corda também fortalece os músculos da perna e aumenta a resistência muscular localizada”, completa.

Pulando para o asfalto - Segundo Zanuto, o hábito de pular corda pode ser um aliado dos corredores, que forçam muito os membros inferiores. “Ela proporciona uma maior resistência na musculatura das coxas, panturrilhas, glúteos e abdômen, fundamental para uma boa postura na corrida, conta.

O atleta pode praticar o exercício diariamente, sempre tomando muito cuidado para não abusar na duração total das séries e acabar com uma lesão. “O indicado é fazer uma sequência de um ou dois minutos de prática, com um descanso de 30 segundos entre elas”, sugere o fisiologista.

Treinamento fortalece os músculos da perna e ajuda a emagrecer. Foto: Reprodução/ Emílio Pedrosa
Treinamento fortalece os músculos da perna e ajuda a emagrecer. Foto: Reprodução/ Emílio Pedrosa

Cuidado com os joelhos - A afirmação popular de que pular corda enfraquece o joelho é um mito, porém se não houver cautela ou orientação de um profissional, o exercício pode sim causar uma lesão. “Na verdade qualquer pessoa que tiver lesão prévia nos joelhos deve evitar as cordas, mas se o atleta executar o movimento corretamente, ela não causa lesões”, alerta.

<a href=/home/n/conheca-alguns-equipamentos-do-treinamento-funcional-para-usar-em-casa/14717 target=_blankConheça alguns equipamentos do treinamento funcional para usar em casa

É muito comum o corredor sofrer lesões nos joelhos quando inicia o treinamento, mas com alguns cuidados prévios essas dores podem ser evitadas. “Alguns atletas começam com a postura de corrida errada ou acima do peso, com isso seu centro de gravidade muda, podendo sobrecarregar as articulações dos joelhos e tornozelos. É um esporte que requer orientação para não gerar lesões, ademais, é importante que os praticantes respeitem o limite de seu corpo”, conclui.


Atletismo · 09 maio, 2013

Antigamente era comum vermos a criançada do bairro se reunir nas ruas para brincar de pular corda. O hábito é tão saudável que alguns atletas continuam a praticar a sequência de saltos como parte do treinamento funcional, para desenvolver resistência aeróbia.

<a href=/corridasderua/v/treinamento-funcional/248 target=_blankSabia mais sobre treinamento funcional

Além disso, o exercício é uma ótima alternativa para quem deseja perder alguns quilinhos e afinar a silhueta, pois uma hora de treino equivale a um gasto calórico entre 700 a 800 calorias, que pode variar de acordo com o metabolismo e o peso de cada pessoa. Por ser uma atividade mais dinâmica, o esportista perde peso sem sofrer tanto.

De acordo com o fisiologista Ricardo Zanuto, a prática aeróbica de alta intensidade proporciona a utilização de gorduras como fonte de energia, fazendo os “pneuzinhos” sumirem. “Pular corda também fortalece os músculos da perna e aumenta a resistência muscular localizada”, completa.

Pulando para o asfalto - Segundo Zanuto, o hábito de pular corda pode ser um aliado dos corredores, que forçam muito os membros inferiores. “Ela proporciona uma maior resistência na musculatura das coxas, panturrilhas, glúteos e abdômen, fundamental para uma boa postura na corrida, conta.

O atleta pode praticar o exercício diariamente, sempre tomando muito cuidado para não abusar na duração total das séries e acabar com uma lesão. “O indicado é fazer uma sequência de um ou dois minutos de prática, com um descanso de 30 segundos entre elas”, sugere o fisiologista.

Treinamento fortalece os músculos da perna e ajuda a emagrecer. Foto: Reprodução/ Emílio Pedrosa
Treinamento fortalece os músculos da perna e ajuda a emagrecer. Foto: Reprodução/ Emílio Pedrosa

Cuidado com os joelhos - A afirmação popular de que pular corda enfraquece o joelho é um mito, porém se não houver cautela ou orientação de um profissional, o exercício pode sim causar uma lesão. “Na verdade qualquer pessoa que tiver lesão prévia nos joelhos deve evitar as cordas, mas se o atleta executar o movimento corretamente, ela não causa lesões”, alerta.

<a href=/home/n/conheca-alguns-equipamentos-do-treinamento-funcional-para-usar-em-casa/14717 target=_blankConheça alguns equipamentos do treinamento funcional para usar em casa

É muito comum o corredor sofrer lesões nos joelhos quando inicia o treinamento, mas com alguns cuidados prévios essas dores podem ser evitadas. “Alguns atletas começam com a postura de corrida errada ou acima do peso, com isso seu centro de gravidade muda, podendo sobrecarregar as articulações dos joelhos e tornozelos. É um esporte que requer orientação para não gerar lesões, ademais, é importante que os praticantes respeitem o limite de seu corpo”, conclui.

O maratonista olímpico, Paulo Roberto de Almeida Paula, é o segundo brasileiro a conseguir o índice da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para a disputa da maratona do Mundial de Atletismo de Moscou, que acontece em agosto.

Com o tempo de 2h13min00 (o índice CBAt é de 2h13min44), Paulo Roberto alcançou a marca e ainda venceu a Maratona de Pádova, na Itália. Além dele, outro brasileiro também esteve na Itália. O medalhista de ouro no Pan de Guadalajara, Solonei Rocha da Silva, fez parte do field, mas o campeão dos Jogos Pan-Americanos de 2011 quebrou.

Enquanto Solonei já garantiu tempo para participar do Mundial – o fundista tem no momento a marca masculina mais rápida (2h12min47), conseguida em Seul, na Coréia do Sul – Paulo Roberto fez sua segunda tentativa no último final de semana. A primeira foi no Japão, em março.

Paulo Roberto venceu em Pádova, na Itália, e se tornou o segundo brasileiro a conseguir vaga para o Mundial – Foto: Marcos Lambanca/ Divulgação
Paulo Roberto venceu em Pádova, na Itália, e se tornou o segundo brasileiro a conseguir vaga para o Mundial – Foto: Marcos Lambanca/ Divulgação

Adriana não alcança índice- No último domingo, Adriana Aparecida da Silva fez parte daquele que foi considerado o melhor field já reunido em uma maratona. Mais uma vez em Londres, a brasileira teve desempenho regular, mas não conseguiu alcançar o índice para Moscou.

<a href=/maratona/n/tsegaye-kebede-e-priscah-jeptoo-vencem-maratona-de-londres/14667 target=_blankTsegaye Kebede e Priscah Jeptoo vencem Maratona de Londres

A atleta do Pinheiros correu os 42 quilômetros londrinos em 2h31min44, enquanto o tempo mínimo estabelecido pela CBAt é de 2h28min50.


Maratona · 23 abr, 2013

O maratonista olímpico, Paulo Roberto de Almeida Paula, é o segundo brasileiro a conseguir o índice da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para a disputa da maratona do Mundial de Atletismo de Moscou, que acontece em agosto.

Com o tempo de 2h13min00 (o índice CBAt é de 2h13min44), Paulo Roberto alcançou a marca e ainda venceu a Maratona de Pádova, na Itália. Além dele, outro brasileiro também esteve na Itália. O medalhista de ouro no Pan de Guadalajara, Solonei Rocha da Silva, fez parte do field, mas o campeão dos Jogos Pan-Americanos de 2011 quebrou.

Enquanto Solonei já garantiu tempo para participar do Mundial – o fundista tem no momento a marca masculina mais rápida (2h12min47), conseguida em Seul, na Coréia do Sul – Paulo Roberto fez sua segunda tentativa no último final de semana. A primeira foi no Japão, em março.

Paulo Roberto venceu em Pádova, na Itália, e se tornou o segundo brasileiro a conseguir vaga para o Mundial – Foto: Marcos Lambanca/ Divulgação
Paulo Roberto venceu em Pádova, na Itália, e se tornou o segundo brasileiro a conseguir vaga para o Mundial – Foto: Marcos Lambanca/ Divulgação

Adriana não alcança índice- No último domingo, Adriana Aparecida da Silva fez parte daquele que foi considerado o melhor field já reunido em uma maratona. Mais uma vez em Londres, a brasileira teve desempenho regular, mas não conseguiu alcançar o índice para Moscou.

<a href=/maratona/n/tsegaye-kebede-e-priscah-jeptoo-vencem-maratona-de-londres/14667 target=_blankTsegaye Kebede e Priscah Jeptoo vencem Maratona de Londres

A atleta do Pinheiros correu os 42 quilômetros londrinos em 2h31min44, enquanto o tempo mínimo estabelecido pela CBAt é de 2h28min50.

Com o field mais forte de uma maratona nos últimos anos, a Maratona de Londres teve vitória de favoritos africanos neste domingo, 21. Até aí, nada de mais, exceto pelo fato de que os dois não eram os mais cotados para a vitória: Tiki Gelana (Etiópia) era a favorita feminina, enquanto Geoffrey Mutai, Wilson Kipsang e Patrick Makau chamavam mais atenção entre os homens.

Promessa de recorde masculino- A prova masculina teve expectativa de recorde mundial desde que o competitivo field <a href=/maratona/n/maratona-de-londres-reunira-melhor-field-ja-visto/14437/plk/Cobertura_Maratona_Londres target=_blank foi anunciado. Ao longo da prova, essa expectativa tomou contornos de realidade.

Com 9°C na largada e sem intempéries climáticas, a corrida prometia. O volumoso pelotão de frente masculino correu forte, puxado pelos coelhos – em especial o queniano Mike Kigen, que foi até o 25º quilômetro – e a passagem da meia sugeria o recorde de 2h03min08. No entanto, o forte ritmo cobrou seu preço e os fundistas diminuíram o ímpeto.

Emmanuel Mutai e Stanley Biwott, do Quênia, alternavam a liderança, seguidos de perto pelos etíopes Feyisa Lilesa e Ayele Abshero. Mutai foi aos poucos consolidando uma vantagem, até que já após o 40º quilômetro, foi surpreendentemente ultrapassado pelo baixinho etíope Tsegaye Kebede (de 1m58). Sua reação avassaladora lhe valeu a vitória, em 2h06min04.

Enquanto líderes buscaram recorde, Kebede correu em seu ritmo e ficou com vitória – Foto: Snappa2006/ Licença Creative Commons
Enquanto líderes buscaram recorde, Kebede correu em seu ritmo e ficou com vitória – Foto: Snappa2006/ Licença Creative Commons

Priscah domina, Adriana não faz índice- Na prova feminina, os olhos eram para a campeã olímpica Tiki Gelana. Ela não acompanhou, entretanto, as favoritas quenianas Edna Kiplagat, Florence Kiplagat e Priscah Jeptoo.

Edna disparou no 30º quilômetro, mas Priscah a buscou e abriu vantagem de 17 segundos. Seguiu forte até o fim, fechando a prova em 2h20min15. Mais atrás, Adriana Aparecida da Silva corria em busca do índice para o Mundial de Moscou, de 2h28min50. Não conseguiu, completando na 11ª colocação, em 2h31min44.

Confira na próxima página o relato da prova dos cadeirantes e os tempos oficiais dos primeiros colocados.

Entre a largada da elite feminina, às 5h do horário de Brasília, e a masculina, às 6h – respeitados os momentos de silêncio em homenagem às <a href=/maratona/n/duas-explosoes-fazem-vitimas-na-chegada-da-maratona-de-boston/14646target=_blank vítimas na Maratona de Boston – largaram os cadeirantes. Entre eles, o favorito britânico David Weir e o japonês Hiroyuki Yamamoto, vencedor em Boston há seis dias.

A campeã feminina de Boston, a norte-americana Tatyana McFadden, também competiu. Ambas as chegadas foram muito acirradas. Ao contrário de Boston, em que Yamamoto liderou sozinho, o australiano Kurt Fearnley venceu com mais cinco cadeirantes parelhos, em 1h31min29. Tatyana McFadden reeditou sua vitória de segunda-feira (15), vencendo em 1h46min02, com a compatriota Amanda McGrory colada.

Confira o resultado da Maratona de Londres 2013:

Masculino

  • 1º Tsegaye Kebede (ETI) – 2h06min04
  • 2º Emmanuel Mutai (QUÊ) – 2h06min33
  • 3º Ayele Abshero (ETI) – 2h06min57
  • 4º Feyisa Lilesa (ETI) – 2h07min46
  • 5º Wilson Kipsang (QUÊ) – 2h07min47
  • Feminino

  • 1ª Priscah Jeptoo (QUÊ) – 2h20min15
  • 2ª Edna Kiplagat (QUÊ) – 2h21min32
  • 3ª Yukiko Akaba (JAP) – 2h24min43
  • 4ª Atsede Baysa (ETI) – 2h25min14
  • 5ª Meselech Melkamu (ETI) – 2h25min46
  • 11ª Adriana Aparecida da Silva (BRA) – 2h31min44
  • Cadeirantes Masculino

  • 1º Kurt Fearnley (AUS) - 1h31min29
  • 2º Marcel Hug (SUI) - 1h31min29
  • 3º Ernst Van Dyk (AFS) - 1h31min30
  • Cadeirantes Feminino

  • 1ª Tatyana McFadden (EUA) - 1h46min02
  • 2ª Amanda McGregory (EUA) - 1h46min04
  • 3ª Sandra Grof (SUI) - 1h48min01


  • Maratona · 21 abr, 2013

    Com o field mais forte de uma maratona nos últimos anos, a Maratona de Londres teve vitória de favoritos africanos neste domingo, 21. Até aí, nada de mais, exceto pelo fato de que os dois não eram os mais cotados para a vitória: Tiki Gelana (Etiópia) era a favorita feminina, enquanto Geoffrey Mutai, Wilson Kipsang e Patrick Makau chamavam mais atenção entre os homens.

    Promessa de recorde masculino- A prova masculina teve expectativa de recorde mundial desde que o competitivo field <a href=/maratona/n/maratona-de-londres-reunira-melhor-field-ja-visto/14437/plk/Cobertura_Maratona_Londres target=_blank foi anunciado. Ao longo da prova, essa expectativa tomou contornos de realidade.

    Com 9°C na largada e sem intempéries climáticas, a corrida prometia. O volumoso pelotão de frente masculino correu forte, puxado pelos coelhos – em especial o queniano Mike Kigen, que foi até o 25º quilômetro – e a passagem da meia sugeria o recorde de 2h03min08. No entanto, o forte ritmo cobrou seu preço e os fundistas diminuíram o ímpeto.

    Emmanuel Mutai e Stanley Biwott, do Quênia, alternavam a liderança, seguidos de perto pelos etíopes Feyisa Lilesa e Ayele Abshero. Mutai foi aos poucos consolidando uma vantagem, até que já após o 40º quilômetro, foi surpreendentemente ultrapassado pelo baixinho etíope Tsegaye Kebede (de 1m58). Sua reação avassaladora lhe valeu a vitória, em 2h06min04.

    Enquanto líderes buscaram recorde, Kebede correu em seu ritmo e ficou com vitória – Foto: Snappa2006/ Licença Creative Commons
    Enquanto líderes buscaram recorde, Kebede correu em seu ritmo e ficou com vitória – Foto: Snappa2006/ Licença Creative Commons

    Priscah domina, Adriana não faz índice- Na prova feminina, os olhos eram para a campeã olímpica Tiki Gelana. Ela não acompanhou, entretanto, as favoritas quenianas Edna Kiplagat, Florence Kiplagat e Priscah Jeptoo.

    Edna disparou no 30º quilômetro, mas Priscah a buscou e abriu vantagem de 17 segundos. Seguiu forte até o fim, fechando a prova em 2h20min15. Mais atrás, Adriana Aparecida da Silva corria em busca do índice para o Mundial de Moscou, de 2h28min50. Não conseguiu, completando na 11ª colocação, em 2h31min44.

    Confira na próxima página o relato da prova dos cadeirantes e os tempos oficiais dos primeiros colocados.

    Entre a largada da elite feminina, às 5h do horário de Brasília, e a masculina, às 6h – respeitados os momentos de silêncio em homenagem às <a href=/maratona/n/duas-explosoes-fazem-vitimas-na-chegada-da-maratona-de-boston/14646target=_blank vítimas na Maratona de Boston – largaram os cadeirantes. Entre eles, o favorito britânico David Weir e o japonês Hiroyuki Yamamoto, vencedor em Boston há seis dias.

    A campeã feminina de Boston, a norte-americana Tatyana McFadden, também competiu. Ambas as chegadas foram muito acirradas. Ao contrário de Boston, em que Yamamoto liderou sozinho, o australiano Kurt Fearnley venceu com mais cinco cadeirantes parelhos, em 1h31min29. Tatyana McFadden reeditou sua vitória de segunda-feira (15), vencendo em 1h46min02, com a compatriota Amanda McGrory colada.

    Confira o resultado da Maratona de Londres 2013:

    Masculino

  • 1º Tsegaye Kebede (ETI) – 2h06min04
  • 2º Emmanuel Mutai (QUÊ) – 2h06min33
  • 3º Ayele Abshero (ETI) – 2h06min57
  • 4º Feyisa Lilesa (ETI) – 2h07min46
  • 5º Wilson Kipsang (QUÊ) – 2h07min47
  • Feminino

  • 1ª Priscah Jeptoo (QUÊ) – 2h20min15
  • 2ª Edna Kiplagat (QUÊ) – 2h21min32
  • 3ª Yukiko Akaba (JAP) – 2h24min43
  • 4ª Atsede Baysa (ETI) – 2h25min14
  • 5ª Meselech Melkamu (ETI) – 2h25min46
  • 11ª Adriana Aparecida da Silva (BRA) – 2h31min44
  • Cadeirantes Masculino

  • 1º Kurt Fearnley (AUS) - 1h31min29
  • 2º Marcel Hug (SUI) - 1h31min29
  • 3º Ernst Van Dyk (AFS) - 1h31min30
  • Cadeirantes Feminino

  • 1ª Tatyana McFadden (EUA) - 1h46min02
  • 2ª Amanda McGregory (EUA) - 1h46min04
  • 3ª Sandra Grof (SUI) - 1h48min01

  • Direto de Florianópolis

    Quando o relógio oficial da prova indicou 7h30, as 400 equipes ou – 3.700 atletas – inscritas para a 18ª edição da Volta à Ilha já tinham passado pelo pórtico de largada. Com o objetivo de dar um volta em toda a ilha de Florianópolis, capital de Santa Catarina, a primeira largada aconteceu às 4h15.

    Entre os atletas que tiveram de encarar uma curta noite de sono e ir, logo de madrugada, para a largada foi o paulista Milton Ikeda. Feliz por estar participando de seu terceira Volta e de ter dividido o quarto com um amigo que não ronca, ele não deixou de admitir que o nervosismo existe, mas dura somente alguns quilômetros.

    “A adrenalina é grande, mas dessa vez eu não estou tão nervoso. Acho que depois do primeiro quilômetro toda a ansiedade passa“, afirma, enquanto se alonga.

    Enquanto Ikeda conseguia disfarçar bem seu nervosismo, dois estrangeiros não demonstravam estar tão confortáveis quanto o atleta que se esticava na área de largada. Para o italiano Matteo Silva, sua primeira Volta à Ilha será dividida em dois trechos de corrida, mais navegação. “O desafio de se fazer algo novo e todo o planejamento para a prova é muito legal“, conta, em bom português para quem está a apenas um ano e meio trabalhando no Brasil.

    Erwin Rosens também não via a hora de fazer sua estreia. Segundo ele, é um experiente corredor holandês, mas correr um percurso com trilhas e até dunas é algo novo para ele. “Estou ansioso, mas muito empolgado. Quero ver como vai ser o trecho perto da praia“, diz.

    Festa e celebração marcaram as largadas dos amadores – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br
    Festa e celebração marcaram as largadas dos amadores – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br

    Festa e seriedade- O clima de festa era contagiante desde às 4h15, quando o primeiro grupo de atletas largou. Porém, por volta das 5h, quando as duplas se alinhavam para a largada, tudo parecia diferente. Principalmente para Luis Luz, ex-integrante da pentacampeã Paquetá, e Sinei Luciano, bicampeão da categoria.

    Questionado sobre o seu objetivo para esse ano, Luz foi direto. “Vamos tentar tirar a vitória da atual dupla campeã. Para isso a gente treinou com foco no pace do recorde da prova, que é 4:12“, responde o atleta de Porto Alegre.

    Já Luciano foi lacônico quando perguntado sobre treinamento em Goiânia. “Foi forte, muito forte“, desconversa o atual campeão.

    Elite largou às 7h30 com Paquetá e Beckhauser como favoritas – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br
    Elite largou às 7h30 com Paquetá e Beckhauser como favoritas – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br


    Ultra Maratona · 20 abr, 2013

    Direto de Florianópolis

    Quando o relógio oficial da prova indicou 7h30, as 400 equipes ou – 3.700 atletas – inscritas para a 18ª edição da Volta à Ilha já tinham passado pelo pórtico de largada. Com o objetivo de dar um volta em toda a ilha de Florianópolis, capital de Santa Catarina, a primeira largada aconteceu às 4h15.

    Entre os atletas que tiveram de encarar uma curta noite de sono e ir, logo de madrugada, para a largada foi o paulista Milton Ikeda. Feliz por estar participando de seu terceira Volta e de ter dividido o quarto com um amigo que não ronca, ele não deixou de admitir que o nervosismo existe, mas dura somente alguns quilômetros.

    “A adrenalina é grande, mas dessa vez eu não estou tão nervoso. Acho que depois do primeiro quilômetro toda a ansiedade passa“, afirma, enquanto se alonga.

    Enquanto Ikeda conseguia disfarçar bem seu nervosismo, dois estrangeiros não demonstravam estar tão confortáveis quanto o atleta que se esticava na área de largada. Para o italiano Matteo Silva, sua primeira Volta à Ilha será dividida em dois trechos de corrida, mais navegação. “O desafio de se fazer algo novo e todo o planejamento para a prova é muito legal“, conta, em bom português para quem está a apenas um ano e meio trabalhando no Brasil.

    Erwin Rosens também não via a hora de fazer sua estreia. Segundo ele, é um experiente corredor holandês, mas correr um percurso com trilhas e até dunas é algo novo para ele. “Estou ansioso, mas muito empolgado. Quero ver como vai ser o trecho perto da praia“, diz.

    Festa e celebração marcaram as largadas dos amadores – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br
    Festa e celebração marcaram as largadas dos amadores – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br

    Festa e seriedade- O clima de festa era contagiante desde às 4h15, quando o primeiro grupo de atletas largou. Porém, por volta das 5h, quando as duplas se alinhavam para a largada, tudo parecia diferente. Principalmente para Luis Luz, ex-integrante da pentacampeã Paquetá, e Sinei Luciano, bicampeão da categoria.

    Questionado sobre o seu objetivo para esse ano, Luz foi direto. “Vamos tentar tirar a vitória da atual dupla campeã. Para isso a gente treinou com foco no pace do recorde da prova, que é 4:12“, responde o atleta de Porto Alegre.

    Já Luciano foi lacônico quando perguntado sobre treinamento em Goiânia. “Foi forte, muito forte“, desconversa o atual campeão.

    Elite largou às 7h30 com Paquetá e Beckhauser como favoritas – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br
    Elite largou às 7h30 com Paquetá e Beckhauser como favoritas – Foto: Renato Aranda/ Webrun.com.br

    Cerca de oito mil corredores irão abarrotar a Ponte Rio-Niterói, obra do arquiteto Oscar Niemeyer, no dia 19 de maio para poderem vencer seu melhor tempo na Corrida da Ponte 2013. A largada da prova será às 7h30, próximo as Barcas e ao Terminal de ônibus.

    De acordo com Carlos Sampaio, sócio da Spiridon Eventos, uma das empresas organizadoras da prova, o grande atrativo da prova é a novidade. “A Ponte exerce certo fascínio sobre o corredor de rua. É um território inóspito para o atleta, exceto no dia da prova. Não há como treinar ali, não dá para estacionar o carro e "dar uma olhada no percurso", ou seja, é um trajeto que tem toda uma mística. Acredito que esse seja o motivo de todo ano termos uma imensa procura por inscrições", revela.

    A primeira edição da prova ocorreu em 1981, quando três mil atletas se reuniram para participar do circuito Atlântico-Boa Vista, como era chamada a corrida na época. No dia, a largada dada por Moreira Franco, prefeito de Niterói na data.

    Na década de 90 a prova foi suspensa devido ao aumento da circulação de carros na ponte. Após receber o apoio do Governo Federal (Ministério dos Transportes e ANTT), Governo Estadual e Prefeituras (Niterói e Rio de Janeiro), a prova voltou a acontecer.

    Corrida da Ponte já tem oito inscritos. Foto: Divulgação/ Corrida da Ponte
    Corrida da Ponte já tem oito inscritos. Foto: Divulgação/ Corrida da Ponte

    Inscrições - As inscrições estão abertas e podem ser feitas <a href=/home/c/inscricoes-para-corrida-da-ponte-2013/4539 target=_blankaqui. Para participar da prova é necessário ter mais de 18 anos e comprovar a participação e conclusão nos dois últimos anos (2011 ou 2012), em provas de meia maratona com tempo máximo de 2h45, e/ou maratona com tempo máximo de 5h30 ou, caso tenham participado, conclusão da Corrida da Ponte de 2012 com tempo máximo de três horas.

    O transporte para o local da largada será feita por barcos, que farão a travessia gratuita entre as 5h30 e 7h, com saída a cada meia hora. O transporte da Elite VIP para a largada será realizado nos horários de 5h30m e 5h45m, tendo saída do Museu de Arte Moderna (MAM), no Aterro do Flamengo.

    Kits - Os kits serão entregues entre os dias 17 (sexta-feira) e 18 (sábado) de maio no Shopping Plaza Niterói (rua 15 de Novembro, Centro de Niterói), entre 9h e 18h. Eles serão formados por número de peito, chip de cronometragem, sacola, boné, revista, squeeze, saco de guarda volumes e pulseira de acesso à largada.


    Corridas de Rua · 05 abr, 2013

    Cerca de oito mil corredores irão abarrotar a Ponte Rio-Niterói, obra do arquiteto Oscar Niemeyer, no dia 19 de maio para poderem vencer seu melhor tempo na Corrida da Ponte 2013. A largada da prova será às 7h30, próximo as Barcas e ao Terminal de ônibus.

    De acordo com Carlos Sampaio, sócio da Spiridon Eventos, uma das empresas organizadoras da prova, o grande atrativo da prova é a novidade. “A Ponte exerce certo fascínio sobre o corredor de rua. É um território inóspito para o atleta, exceto no dia da prova. Não há como treinar ali, não dá para estacionar o carro e "dar uma olhada no percurso", ou seja, é um trajeto que tem toda uma mística. Acredito que esse seja o motivo de todo ano termos uma imensa procura por inscrições", revela.

    A primeira edição da prova ocorreu em 1981, quando três mil atletas se reuniram para participar do circuito Atlântico-Boa Vista, como era chamada a corrida na época. No dia, a largada dada por Moreira Franco, prefeito de Niterói na data.

    Na década de 90 a prova foi suspensa devido ao aumento da circulação de carros na ponte. Após receber o apoio do Governo Federal (Ministério dos Transportes e ANTT), Governo Estadual e Prefeituras (Niterói e Rio de Janeiro), a prova voltou a acontecer.

    Corrida da Ponte já tem oito inscritos. Foto: Divulgação/ Corrida da Ponte
    Corrida da Ponte já tem oito inscritos. Foto: Divulgação/ Corrida da Ponte

    Inscrições - As inscrições estão abertas e podem ser feitas <a href=/home/c/inscricoes-para-corrida-da-ponte-2013/4539 target=_blankaqui. Para participar da prova é necessário ter mais de 18 anos e comprovar a participação e conclusão nos dois últimos anos (2011 ou 2012), em provas de meia maratona com tempo máximo de 2h45, e/ou maratona com tempo máximo de 5h30 ou, caso tenham participado, conclusão da Corrida da Ponte de 2012 com tempo máximo de três horas.

    O transporte para o local da largada será feita por barcos, que farão a travessia gratuita entre as 5h30 e 7h, com saída a cada meia hora. O transporte da Elite VIP para a largada será realizado nos horários de 5h30m e 5h45m, tendo saída do Museu de Arte Moderna (MAM), no Aterro do Flamengo.

    Kits - Os kits serão entregues entre os dias 17 (sexta-feira) e 18 (sábado) de maio no Shopping Plaza Niterói (rua 15 de Novembro, Centro de Niterói), entre 9h e 18h. Eles serão formados por número de peito, chip de cronometragem, sacola, boné, revista, squeeze, saco de guarda volumes e pulseira de acesso à largada.

    A tendinopatia do tendão tibial posterior acomete frequentemente corredores de todas as habilidades e se caracteriza por uma lesão degenerativa que causa dor na parte interna do pé, irradiando ao longo da face interna do tornozelo. Essa lesão é mais comum do que se imagina e é frequente em pessoas com mais de 40 anos, sobretudo mulheres.

    Causa- É causada por esforço contínuo (lesões por "overuse") na medida em que ocorre a degeneração do tendão, muitas vezes por conta de uma inflamação aguda. Se não for tratada após os primeiros sintomas de dor, o quadro se torna crônico e o tratamento se tornará mais longo e difícil.

    As causas incluem o esforço excessivo, alongamento exagerado e prolongado do pé em posição de eversão, traumas locais, rupturas e pronação excessiva dos pés, sobretudo em corredores.

    Em alguns casos o tendão pode ser arrancado parcialmente de seu local de origem (avulsão parcial do tendão) a partir do osso navicular (um dos ossos do tarso). O músculo tibial posterior passa pela parte de trás da perna e sob o maléolo medial (proeminência óssea do lado de dentro do tornozelo) e suas ações incluem a flexão plantar (dobrar os pés para baixo), inversão e adução do pé (virar os pés para dentro).

    Como evitar- A diminuição do risco deste tipo de lesão é conseguida através de exercícios de alongamento e fortalecimento da musculatura da perna e dos pés, uso de tênis com adequado suporte de arco longitudinal medial e, em casos específicos, prescrição de palmilhas que ajudam no suporte ao arco plantar.

    O tratamento na fase aguda inclui medidas fisioterápicas para analgesia (crioterapia, calor profundo, eletroterapia) e cinesioterapia (exercícios de fortalecimento e alongamento da musculatura), além de ajustes na carga de treinamento e também prescrição de palmilhas se necessário.


    Atletismo · 25 mar, 2013

    A tendinopatia do tendão tibial posterior acomete frequentemente corredores de todas as habilidades e se caracteriza por uma lesão degenerativa que causa dor na parte interna do pé, irradiando ao longo da face interna do tornozelo. Essa lesão é mais comum do que se imagina e é frequente em pessoas com mais de 40 anos, sobretudo mulheres.

    Causa- É causada por esforço contínuo (lesões por "overuse") na medida em que ocorre a degeneração do tendão, muitas vezes por conta de uma inflamação aguda. Se não for tratada após os primeiros sintomas de dor, o quadro se torna crônico e o tratamento se tornará mais longo e difícil.

    As causas incluem o esforço excessivo, alongamento exagerado e prolongado do pé em posição de eversão, traumas locais, rupturas e pronação excessiva dos pés, sobretudo em corredores.

    Em alguns casos o tendão pode ser arrancado parcialmente de seu local de origem (avulsão parcial do tendão) a partir do osso navicular (um dos ossos do tarso). O músculo tibial posterior passa pela parte de trás da perna e sob o maléolo medial (proeminência óssea do lado de dentro do tornozelo) e suas ações incluem a flexão plantar (dobrar os pés para baixo), inversão e adução do pé (virar os pés para dentro).

    Como evitar- A diminuição do risco deste tipo de lesão é conseguida através de exercícios de alongamento e fortalecimento da musculatura da perna e dos pés, uso de tênis com adequado suporte de arco longitudinal medial e, em casos específicos, prescrição de palmilhas que ajudam no suporte ao arco plantar.

    O tratamento na fase aguda inclui medidas fisioterápicas para analgesia (crioterapia, calor profundo, eletroterapia) e cinesioterapia (exercícios de fortalecimento e alongamento da musculatura), além de ajustes na carga de treinamento e também prescrição de palmilhas se necessário.

    Meia Maratona · 22 mar, 2013

    Os corredores que ainda pensam em ir à Meia Maratona do Glaciar, na Patagônia argentina, têm até o final dessa sexta-feira (22/03) para garantir passagens com desconto para a prova do dia seis de abril. Isso porque a companhia aérea oficial, a Aerolineas Argentinas, oferece uma promoção especial em seu site.

    Trata-se da "Dois destinos pelo preço de um", na qual é possível emitir uma passagem a Buenos Aires e algum outro destino na região norte ou central do país sem custo extra. Já para os que pretendem correr a prova das geleiras, no sul argentino, existe a opção de pagar um extra de R$ 50 após a compra do bilhete para a capital.

    A competição terá distâncias de 21 e dez quilômetros com percurso montado no interior do Parque Nacional dos Glaciares, que abriga o glaciar Perito Moreno, onde turistas podem caminhar sobre o gelo. A corrida será toda em asfalto, na estrada de ligação ao parque, mas em diversos trechos é possível avistar as montanhas com cumes nevados, além da geleira.

    As inscrições seguem abertas pelo (<a href= "http://maratondelglaciar.com" target=_"blank"site oficial com o valor de 90 dólares por pessoa. A Meia do Glaciar faz parte do Circuito Run Argentina, composto por corridas estilo "boutique", ou seja, poucos inscritos e tratamento diferenciado.

    Para quem deseja aproveitar a promoção da Aerolineas, basta acessar a <a href=http://goo.gl/RV1zO target=_blankpágina da companhia.

    ICESP RUN – CORRIDA E CAMINHADA PELA SAÚDE 2020

    Depois de ser vendida nas prateleiras dos supermercados, a bebida energética, que promete aumentar a resistência de atletas, substituiu cápsulas de cafeína e até mesmo a água que deveria ser consumida antes do treino ou da realização de uma prova. Mas será que as substâncias presentes fazem bem para a saúde?

    De acordo com a nutricionista Joyce Nunes de Oliveira, a cafeína que está integrada nos famosos energéticos, aumenta a temperatura corporal e acelera a queima de gordura. Mas, o excesso de açúcares presentes neles é prejudicial à saúde.

    “Essas bebidas contêm quantidades insuficientes de nutrientes para produzirem efeito no desempenho físico do praticante. Algumas podem resultar na absorção insuficiente de líquidos e nutrientes no intestino, com a possibilidade de causar desconforto gastrointestinal”, informa.

    Por essa razão não é recomendável que energéticos sejam consumidos antes, durante ou logo depois de praticar alguma atividade física que necessite de recuperação e hidratação. “Estas bebidas também podem ser potencialmente perigosas se consumidas em excesso ou em combinação com outros estimulantes ou álcool”, restringe.

    Além disso, algumas bebidas podem possuir substâncias derivadas de plantas sem regulamentação. “Não se comprovou a pureza ou a contaminação da maior parte das bebidas, o que poderia dar lugar a resultados positivos em provas de dopagem”, exclama.

    Outra preocupação de alguns consumidores é se tomar energético em repouso faz mal à saúde. A profissional explica: “se o consumo do energético for apenas pensado na queima de gordura, é necessário avaliar o metabolismo do indivíduo durante o repouso. É necessário verificar se a quantidade de energia que a pessoa ingere é maior ou menor do que aquela queimada nos exercícios”.

    O lado bom da cafeína- Porém, Oliveira também conta que, aliado à prática esportiva e com a orientação de um nutricionista, os energéticos podem fazer a diferença em um treino de longa duração. “A bebida também é procurada por aqueles que têm a intenção de obter mais energia, capacidade para trabalhar e produzir estímulos nervosos, além de maior contração muscular”, completa.

    Ingerir doses normais de refrigerante de cola também não traz complicações para os esportistas. “Acredita-se que este tipo de consumo aumenta a resistência em competições de ciclismo, atletismo e triathlon, provocando um pico de concentração de cafeína. Nas doses usualmente consumidas pelos atletas, ela provoca apenas um ligeiro aumento da concentração de cafeína no plasma e na urina”, diz.

    Outra opção é consumir chá verde, que tem aproximadamente 30 miligramas de cafeína por copo, ou chá preto, com 40 miligramas de cafeína por copo. “As substâncias presentes no chá assegura uma liberação mais suave e prolongada e se ingerido em quantidade moderada ajuda na digestão e é antidiarreico”, orienta.

    Reações adversas- Quando a cafeína é consumida em doses superiores a 400 miligramas por dia, esse hábito pode levar ao chamado “cafeinismo”. “Quando se atinge esse estágio, os sintomas mais comuns são ansiedade, inquietação, irritabilidade, tremores, perda de apetite, tensão muscular e palpitações no coração”, conclui.


    ICESP RUN – CORRIDA E CAMINHADA PELA SAÚDE 2020

    Atletismo · 06 mar, 2013

    Depois de ser vendida nas prateleiras dos supermercados, a bebida energética, que promete aumentar a resistência de atletas, substituiu cápsulas de cafeína e até mesmo a água que deveria ser consumida antes do treino ou da realização de uma prova. Mas será que as substâncias presentes fazem bem para a saúde?

    De acordo com a nutricionista Joyce Nunes de Oliveira, a cafeína que está integrada nos famosos energéticos, aumenta a temperatura corporal e acelera a queima de gordura. Mas, o excesso de açúcares presentes neles é prejudicial à saúde.

    “Essas bebidas contêm quantidades insuficientes de nutrientes para produzirem efeito no desempenho físico do praticante. Algumas podem resultar na absorção insuficiente de líquidos e nutrientes no intestino, com a possibilidade de causar desconforto gastrointestinal”, informa.

    Por essa razão não é recomendável que energéticos sejam consumidos antes, durante ou logo depois de praticar alguma atividade física que necessite de recuperação e hidratação. “Estas bebidas também podem ser potencialmente perigosas se consumidas em excesso ou em combinação com outros estimulantes ou álcool”, restringe.

    Além disso, algumas bebidas podem possuir substâncias derivadas de plantas sem regulamentação. “Não se comprovou a pureza ou a contaminação da maior parte das bebidas, o que poderia dar lugar a resultados positivos em provas de dopagem”, exclama.

    Outra preocupação de alguns consumidores é se tomar energético em repouso faz mal à saúde. A profissional explica: “se o consumo do energético for apenas pensado na queima de gordura, é necessário avaliar o metabolismo do indivíduo durante o repouso. É necessário verificar se a quantidade de energia que a pessoa ingere é maior ou menor do que aquela queimada nos exercícios”.

    O lado bom da cafeína- Porém, Oliveira também conta que, aliado à prática esportiva e com a orientação de um nutricionista, os energéticos podem fazer a diferença em um treino de longa duração. “A bebida também é procurada por aqueles que têm a intenção de obter mais energia, capacidade para trabalhar e produzir estímulos nervosos, além de maior contração muscular”, completa.

    Ingerir doses normais de refrigerante de cola também não traz complicações para os esportistas. “Acredita-se que este tipo de consumo aumenta a resistência em competições de ciclismo, atletismo e triathlon, provocando um pico de concentração de cafeína. Nas doses usualmente consumidas pelos atletas, ela provoca apenas um ligeiro aumento da concentração de cafeína no plasma e na urina”, diz.

    Outra opção é consumir chá verde, que tem aproximadamente 30 miligramas de cafeína por copo, ou chá preto, com 40 miligramas de cafeína por copo. “As substâncias presentes no chá assegura uma liberação mais suave e prolongada e se ingerido em quantidade moderada ajuda na digestão e é antidiarreico”, orienta.

    Reações adversas- Quando a cafeína é consumida em doses superiores a 400 miligramas por dia, esse hábito pode levar ao chamado “cafeinismo”. “Quando se atinge esse estágio, os sintomas mais comuns são ansiedade, inquietação, irritabilidade, tremores, perda de apetite, tensão muscular e palpitações no coração”, conclui.