Livrar-se do incômodo do mau cheiro e das manchas que o suor causa nas roupas não é fácil. Enquanto alguns conseguem manter a situação sob controle com o uso de desodorantes antitranspirantes, outros já não têm a mesma sorte e precisam trocar de roupa diversas vezes ao dia. Porém, caso perceba que a condição está fugindo do controle, cuidado: pode ser hiperidrose.
A hiperidrose é causada por uma hiperatividade das glândulas sudoríparas, que faz com que o organismo perca água acima do considerado normal enquanto o corpo pratica atividades físicas ou mesmo em uma caminhada até o trabalho.
Em alguns casos, a condição é tão grave que o indivíduo chega a literalmente pingar e acaba ficando envergonhado. Para diminuir o desconforto, a fisiologista do exercício pela UNIFESP, Drucilla Kim Donatto, sugere: O atleta precisa manter a hidratação equilibrada no cotidiano e durante os exercícios, além de usar desodorantes antitranspirantes e roupas leves que permitam a transpiração.
<a href=/ home/n/roupas-molhadas-de-suor-podem-causar-mau-cheiro-e-micoses-na-pele/14500 target=_blankRoupas molhadas de suor podem causar mau cheiro e micoses na pele
Na academia - Nos treinos realizados dentro de academias, é comum haver diversos aparelhos de ar condicionado ou ventiladores espalhados pelo espaço. Porém, a diminuição da temperatura e a impossibilidade da circulação e renovação do ar pode ser perigosa. Existe a chance de algumas pessoas estarem gripadas ou ter alguma doença transmissível pelo ar, que poderão contaminar outros atletas.
Além disso, a presença do ar condicionado chega até a prejudicar o treino. Ele (o ar condicionado) desidrata e resseca a pele e o muco protetor que reveste as mucosas do nariz e esse fator prejudica o desempenho esportivo. O ressecamento também destrói anticorpos fazendo aparecer as rinites, sinusites e bronquites, alerta Drucilla.
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| Hiperidrose deve ser tratada com antitranspirantes ou, em casos extremos, cirurgia. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena |
Tratamento - Quando os antitranspirantes não são mais o suficiente, a recomendação é de procurar um médico que possa diagnosticar o grau de intensidade da hiperidrose. Existe tratamento tópico com cremes e também o uso de antidepressivos e anticolinérgicos, que agem no sistema nervoso, diminuindo o estímulo nas glândulas. Também é possível realizar a aplicação de botox no local, sendo realizada de seis a oito meses, mas o tratamento é mais caro, relata a profissional.
No caso de nenhum dos tratamentos gerar resultado, será necessário apelar para a cirurgia, denominada Simpatectomia Torácica por Videotorascopia. A intervenção cirúrgica é indicada nos casos de hiperidrose moderada ou hiperidrose grave, em que houve abalo psicológico e perda da qualidade de vida da pessoa, afirma.
<a href=/home/n/transpirar-em-excesso-significa-perder-peso/14626 target=_blankTranspirar em excesso significa perder peso?
Apesar de melhorar a excreção de água, em alguns casos ela não é suficiente para acabar de vez com a hiperidrose. Em alguns casos a cirurgia não significa a cura da hiperidrose, pois é comum que o suor exagerado mude da região onde foi realizada a operação para outras regiões do corpo, ocorrendo o que os médicos chamam de hiperidrose compensatória, ressalta a fisiologista.
Como saber - Um dos indicativos para os corredores é a facilidade de desidratação, incluindo náusea, vômito, cefaléia e mal-estar. Neste caso pode ocorrer a chamada hiponatremia, ou seja, pouca concentração de sódio no sangue fica abaixo do normal. A hiponatremia mais frequentemente é alta ingestão de água durante as provas, diminuindo o índice de sódio. Quando quando água em excesso se acumula no corpo em uma taxa maior do que pode ser excretada, ocorre um transtorno de eletrólitos, explica a fisiologista.
Atletismo · 06 jun, 2013
Livrar-se do incômodo do mau cheiro e das manchas que o suor causa nas roupas não é fácil. Enquanto alguns conseguem manter a situação sob controle com o uso de desodorantes antitranspirantes, outros já não têm a mesma sorte e precisam trocar de roupa diversas vezes ao dia. Porém, caso perceba que a condição está fugindo do controle, cuidado: pode ser hiperidrose.
A hiperidrose é causada por uma hiperatividade das glândulas sudoríparas, que faz com que o organismo perca água acima do considerado normal enquanto o corpo pratica atividades físicas ou mesmo em uma caminhada até o trabalho.
Em alguns casos, a condição é tão grave que o indivíduo chega a literalmente pingar e acaba ficando envergonhado. Para diminuir o desconforto, a fisiologista do exercício pela UNIFESP, Drucilla Kim Donatto, sugere: O atleta precisa manter a hidratação equilibrada no cotidiano e durante os exercícios, além de usar desodorantes antitranspirantes e roupas leves que permitam a transpiração.
<a href=/ home/n/roupas-molhadas-de-suor-podem-causar-mau-cheiro-e-micoses-na-pele/14500 target=_blankRoupas molhadas de suor podem causar mau cheiro e micoses na pele
Na academia - Nos treinos realizados dentro de academias, é comum haver diversos aparelhos de ar condicionado ou ventiladores espalhados pelo espaço. Porém, a diminuição da temperatura e a impossibilidade da circulação e renovação do ar pode ser perigosa. Existe a chance de algumas pessoas estarem gripadas ou ter alguma doença transmissível pelo ar, que poderão contaminar outros atletas.
Além disso, a presença do ar condicionado chega até a prejudicar o treino. Ele (o ar condicionado) desidrata e resseca a pele e o muco protetor que reveste as mucosas do nariz e esse fator prejudica o desempenho esportivo. O ressecamento também destrói anticorpos fazendo aparecer as rinites, sinusites e bronquites, alerta Drucilla.
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| Hiperidrose deve ser tratada com antitranspirantes ou, em casos extremos, cirurgia. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena |
Tratamento - Quando os antitranspirantes não são mais o suficiente, a recomendação é de procurar um médico que possa diagnosticar o grau de intensidade da hiperidrose. Existe tratamento tópico com cremes e também o uso de antidepressivos e anticolinérgicos, que agem no sistema nervoso, diminuindo o estímulo nas glândulas. Também é possível realizar a aplicação de botox no local, sendo realizada de seis a oito meses, mas o tratamento é mais caro, relata a profissional.
No caso de nenhum dos tratamentos gerar resultado, será necessário apelar para a cirurgia, denominada Simpatectomia Torácica por Videotorascopia. A intervenção cirúrgica é indicada nos casos de hiperidrose moderada ou hiperidrose grave, em que houve abalo psicológico e perda da qualidade de vida da pessoa, afirma.
<a href=/home/n/transpirar-em-excesso-significa-perder-peso/14626 target=_blankTranspirar em excesso significa perder peso?
Apesar de melhorar a excreção de água, em alguns casos ela não é suficiente para acabar de vez com a hiperidrose. Em alguns casos a cirurgia não significa a cura da hiperidrose, pois é comum que o suor exagerado mude da região onde foi realizada a operação para outras regiões do corpo, ocorrendo o que os médicos chamam de hiperidrose compensatória, ressalta a fisiologista.
Como saber - Um dos indicativos para os corredores é a facilidade de desidratação, incluindo náusea, vômito, cefaléia e mal-estar. Neste caso pode ocorrer a chamada hiponatremia, ou seja, pouca concentração de sódio no sangue fica abaixo do normal. A hiponatremia mais frequentemente é alta ingestão de água durante as provas, diminuindo o índice de sódio. Quando quando água em excesso se acumula no corpo em uma taxa maior do que pode ser excretada, ocorre um transtorno de eletrólitos, explica a fisiologista.
Trail Runner, você provavelmente já se perguntou diversas vezes: como faço para dosar meu ritmo numa corrida de montanha? Antes de mais nada, existem duas tarefas a serem feitas: analisar a altimetria da prova (número de subidas e descidas, distância de cada uma delas, como também inclinação média) e observar o tipo de piso da prova (estrada de chão, pedras, lama e trilhas técnicas).
A partir daí, é importante descobrir locais de treino que se assemelhem às condições da prova e começar a treinar. Se você tem frequencímetro (monitor cardíaco), é bom usar. Assim, você consegue estipular uma zona-alvo de treinamento e manter um pace que obedeça ao que foi estabelecido.
Fator adrenalina - Chegando à prova, corra de acordo com a faixa de frequência cardíaca que foi treinada. Entretanto, como há o fator adrenalina, você pode elevar os limites inferior e superior em aproximadamente 5 bpm (batimentos por minuto) ou mesmo 5% do valor estabelecido. Exemplo: uma faixa de 160 a 170bpm pularia para 168 a 179bpm.
Considerando apenas uma avaliação subjetiva, sensação de esforço, é importante você se conhecer cada vez mais. Hiperventilar, ou ficar ofegante demais, é um sinal de que o esforço está muito alto. Se estiver numa subida, talvez seja hora de caminhar um pouco.
Daí a importância de saber as características de cada subida. Aconselho que você caminhe naquelas subidas chamadas ataque frontal e tente trotar nas subidas chamadas caminho de vaca (estilo zigue-zague).
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| Subidas "ataque frontal" podem ser caminhadas - Alexandre Koda/ Webrun.com.br |
Sabendo descer - Os trail runners acham que as descidas servem para compensar o ritmo mais lento da subida. Ledo engano! Se você começar a descer a todo vapor desde o início da prova, é bom saber que a musculatura (principalmente quadríceps músculo anterior da coxa) irá pagar um preço alto mais para frente.
Por quê? Porque na descida, o tipo de contração muscular que é praticada, chama-se contração excêntrica (ou de frenagem) e é o que provoca o maior número de microlesões. Ao final, o nível de dor poderá estar tão alto, que complicará e estragará toda sua prova.
É importante registrar que nas descidas mais íngremes e em terrenos com muitas pedras (costões, por exemplo), dificilmente atingiremos uma sensação de esforço alta, ou seja, não chegaremos a zona-alvo de FC. Nessa hora, o importante é prestar atenção em não dar topadas (machucar as unhas!) ou mesmo cair de forma mais séria, provocando algum tipo de lesão que o obrigue a abandonar a prova.
Uma forma de ajudar os iniciantes é verificar se a prova já teve alguma edição anterior. Entre
para ver os resultados e se conhece alguém. Isso pode te dar uma expectativa de quanto tempo irá durar sua prova e também ajuda a precisar mais suas ambições.
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| Soltar o corpo na descida pode cobrar preço alto - Alexandre Koda/ Webrun.com.br |
Vivência traz resultados - Lembre-se que quanto mais treinar e mais participar de provas (tudo de acordo com sua planilha de treinos), mais você conhecerá seu corpo e assim terá condições de traçar melhor as estratégias para sua corrida.
Agora, cada montanha é uma montanha diferente! Cada trilha é uma trilha diferente! Muitas vezes, a mesma prova em edições diferentes, pode apresentar-lhe situações inéditas e esse é um dos grandes baratos da corrida de montanha.
A natureza dá as cartas! Não esqueça de correr se divertindo e só pare quando cruzar a linha de chegada!
Corrida de Montanha · 06 jun, 2013
Trail Runner, você provavelmente já se perguntou diversas vezes: como faço para dosar meu ritmo numa corrida de montanha? Antes de mais nada, existem duas tarefas a serem feitas: analisar a altimetria da prova (número de subidas e descidas, distância de cada uma delas, como também inclinação média) e observar o tipo de piso da prova (estrada de chão, pedras, lama e trilhas técnicas).
A partir daí, é importante descobrir locais de treino que se assemelhem às condições da prova e começar a treinar. Se você tem frequencímetro (monitor cardíaco), é bom usar. Assim, você consegue estipular uma zona-alvo de treinamento e manter um pace que obedeça ao que foi estabelecido.
Fator adrenalina - Chegando à prova, corra de acordo com a faixa de frequência cardíaca que foi treinada. Entretanto, como há o fator adrenalina, você pode elevar os limites inferior e superior em aproximadamente 5 bpm (batimentos por minuto) ou mesmo 5% do valor estabelecido. Exemplo: uma faixa de 160 a 170bpm pularia para 168 a 179bpm.
Considerando apenas uma avaliação subjetiva, sensação de esforço, é importante você se conhecer cada vez mais. Hiperventilar, ou ficar ofegante demais, é um sinal de que o esforço está muito alto. Se estiver numa subida, talvez seja hora de caminhar um pouco.
Daí a importância de saber as características de cada subida. Aconselho que você caminhe naquelas subidas chamadas ataque frontal e tente trotar nas subidas chamadas caminho de vaca (estilo zigue-zague).
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| Subidas "ataque frontal" podem ser caminhadas - Alexandre Koda/ Webrun.com.br |
Sabendo descer - Os trail runners acham que as descidas servem para compensar o ritmo mais lento da subida. Ledo engano! Se você começar a descer a todo vapor desde o início da prova, é bom saber que a musculatura (principalmente quadríceps músculo anterior da coxa) irá pagar um preço alto mais para frente.
Por quê? Porque na descida, o tipo de contração muscular que é praticada, chama-se contração excêntrica (ou de frenagem) e é o que provoca o maior número de microlesões. Ao final, o nível de dor poderá estar tão alto, que complicará e estragará toda sua prova.
É importante registrar que nas descidas mais íngremes e em terrenos com muitas pedras (costões, por exemplo), dificilmente atingiremos uma sensação de esforço alta, ou seja, não chegaremos a zona-alvo de FC. Nessa hora, o importante é prestar atenção em não dar topadas (machucar as unhas!) ou mesmo cair de forma mais séria, provocando algum tipo de lesão que o obrigue a abandonar a prova.
Uma forma de ajudar os iniciantes é verificar se a prova já teve alguma edição anterior. Entre
para ver os resultados e se conhece alguém. Isso pode te dar uma expectativa de quanto tempo irá durar sua prova e também ajuda a precisar mais suas ambições.
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| Soltar o corpo na descida pode cobrar preço alto - Alexandre Koda/ Webrun.com.br |
Vivência traz resultados - Lembre-se que quanto mais treinar e mais participar de provas (tudo de acordo com sua planilha de treinos), mais você conhecerá seu corpo e assim terá condições de traçar melhor as estratégias para sua corrida.
Agora, cada montanha é uma montanha diferente! Cada trilha é uma trilha diferente! Muitas vezes, a mesma prova em edições diferentes, pode apresentar-lhe situações inéditas e esse é um dos grandes baratos da corrida de montanha.
A natureza dá as cartas! Não esqueça de correr se divertindo e só pare quando cruzar a linha de chegada!
Depois de muito esforço e treino para encarar os 87 quilômetros da Maratona Comrades, Adriano Bastos se deparou com uma prova acima de suas expectativas. O atleta brasileiro teve câimbras durante todo o percurso e cruzou a linha em 95º, com tempo de 6h52min37.
A ultramaratona é conhecida por ser uma das mais difíceis do mundo e por ter seu percurso dividido em duas partes. A cada ano é realizado um trecho, denominados up run, de 87 quilômetros, em que os atletas percorrem uma subida entre as cidades de Durnban e Pietermaritzburg , e down up, com o percurso invertido e uma distância de 89 quilômetros.
<a href=outros/n/luz-traseira-para-bicicleta-reproduz-ciclofaixa-virtual-no-chao/14809 target=_blankLuz traseira para bicicleta reproduz ciclofaixa virtual no chão
Neste ano, o trecho foi o up run e Adriano conta que foram 50 quilômetros de subida, intercalados por pequenas descidas, não suficientes para poupar os músculos. Depois do quilômetro 37 começaram uma série de subidas e descidas em sequência, seguidos por uma descida enorme, que parece sem fim. Quando parecia que o percurso iria amenizar, comecei uma subida pesadíssima, com quase três quilômetros de extensão, relata Adriano em sua página pessoal no Facebook.
O atleta também conta que teve que parar diversas vezes para poder esticar os músculos e alongar e tentar se livrar das câimbras, que começaram a incomodar a partir do quilômetro 35. Cheguei a gritar de dor em um ponto de apoio e dois médicos vieram subir a minha bermuda e massagear as pernas com pomada e gelo para aliviar as contrações, descreve.
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| Depois de muitas câimbras, Adriano preferiu caminhar e terminar a prova. Foto: Thiago Diz/ Asics |
Mais difícil que o Ironman- Em uma das declarações feitas na rede social, Adriano afirma que sofreu mais nas seis horas de prova na África do Sul do que encarando o Ironman. Depois de vivenciar esta prova, posso afirmar com toda a certeza que o Ironman não é nada em comparação. Só quem correu a Comrades consegue entender o grau de dificuldade e desumanidade desta prova, enfatiza.
<a href=/corridasderua/n/adriano-bastos-treina-forte-e-visa-vencer-ultramaratona-comrades/14654 target=_blankAdriano Bastos treina forte e visa vencer ultramaratona Comrades
Nos comentários, o maratonista explicou que não desmerece a prova de triathlon, mas queria enfatizar como a prova foi desgastante. O que eu quero ressaltar é que sofri muito para conseguir completar os 87 quilômetros, afirma.
Futuro - Apesar de ser uma prova anual, Bastos não está certo de que competirá no ano que vem. Depois do que passei, diria que esta possibilidade está em 0%. Abri mão de muitas competições no Brasil neste primeiro semestre para concentrar meus treinos para esta prova. Chegar aqui e não fazer nem metade do que eu esperava fazer e conquistar é frustrante, diz.
Além disso, o atleta quer se concentrar para conseguir levar para casa o nono troféu Mickey, na Maratona da Disney, que ocorre em janeiro de 2014.
Ultra Maratona · 05 jun, 2013
Depois de muito esforço e treino para encarar os 87 quilômetros da Maratona Comrades, Adriano Bastos se deparou com uma prova acima de suas expectativas. O atleta brasileiro teve câimbras durante todo o percurso e cruzou a linha em 95º, com tempo de 6h52min37.
A ultramaratona é conhecida por ser uma das mais difíceis do mundo e por ter seu percurso dividido em duas partes. A cada ano é realizado um trecho, denominados up run, de 87 quilômetros, em que os atletas percorrem uma subida entre as cidades de Durnban e Pietermaritzburg , e down up, com o percurso invertido e uma distância de 89 quilômetros.
<a href=outros/n/luz-traseira-para-bicicleta-reproduz-ciclofaixa-virtual-no-chao/14809 target=_blankLuz traseira para bicicleta reproduz ciclofaixa virtual no chão
Neste ano, o trecho foi o up run e Adriano conta que foram 50 quilômetros de subida, intercalados por pequenas descidas, não suficientes para poupar os músculos. Depois do quilômetro 37 começaram uma série de subidas e descidas em sequência, seguidos por uma descida enorme, que parece sem fim. Quando parecia que o percurso iria amenizar, comecei uma subida pesadíssima, com quase três quilômetros de extensão, relata Adriano em sua página pessoal no Facebook.
O atleta também conta que teve que parar diversas vezes para poder esticar os músculos e alongar e tentar se livrar das câimbras, que começaram a incomodar a partir do quilômetro 35. Cheguei a gritar de dor em um ponto de apoio e dois médicos vieram subir a minha bermuda e massagear as pernas com pomada e gelo para aliviar as contrações, descreve.
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| Depois de muitas câimbras, Adriano preferiu caminhar e terminar a prova. Foto: Thiago Diz/ Asics |
Mais difícil que o Ironman- Em uma das declarações feitas na rede social, Adriano afirma que sofreu mais nas seis horas de prova na África do Sul do que encarando o Ironman. Depois de vivenciar esta prova, posso afirmar com toda a certeza que o Ironman não é nada em comparação. Só quem correu a Comrades consegue entender o grau de dificuldade e desumanidade desta prova, enfatiza.
<a href=/corridasderua/n/adriano-bastos-treina-forte-e-visa-vencer-ultramaratona-comrades/14654 target=_blankAdriano Bastos treina forte e visa vencer ultramaratona Comrades
Nos comentários, o maratonista explicou que não desmerece a prova de triathlon, mas queria enfatizar como a prova foi desgastante. O que eu quero ressaltar é que sofri muito para conseguir completar os 87 quilômetros, afirma.
Futuro - Apesar de ser uma prova anual, Bastos não está certo de que competirá no ano que vem. Depois do que passei, diria que esta possibilidade está em 0%. Abri mão de muitas competições no Brasil neste primeiro semestre para concentrar meus treinos para esta prova. Chegar aqui e não fazer nem metade do que eu esperava fazer e conquistar é frustrante, diz.
Além disso, o atleta quer se concentrar para conseguir levar para casa o nono troféu Mickey, na Maratona da Disney, que ocorre em janeiro de 2014.
Corrida de Montanha · 04 jun, 2013
Os participantes do XTerra prometem deixar Poços de Caldas, sul de Minas Gerais, ainda mais bonita onde o evento ocorre neste final de semana (8 e 9/6). É a primeira vez que a cidade recebe a prova de duathlon.
Com saída no parque José Afonso Junqueira às 10h, os atletas terão que percorrer quatro quilômetros de corrida, 32 de ciclismo e mais oito com o tênis no asfalto para concluir o percurso. Serão cinco horas de prova em meio à predominante vegetação da Mata Atlântica e tranqüilidade do município com maior IDHG (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado.
Apesar da largada ocorrer um pouco mais tarde do que a maioria dos eventos esportivos (10h), o clima e a temperatura não serão problema. De acordo com a previsão do tempo, a temperatura máxima mineira será de 22ºC, com mínima de 8ºC.
Pela manhã - A área de transição irá abrir às 7h, para que os competidores possam posicionar as bicicletas. Às 8h os atletas devem se dirigir ao Palace Hotel para fazer a retirada de kits exclusivos do duathlon.
Todas as belezas naturais da ilha de Florianópolis, Santa Catarina, ficaram como pano de fundo do brilho e determinação dos triatletas que participaram do Ironman Brasil neste domingo (26/5). Eram 4h30 e os atletas já preparavam suas bikes na área de transição para encarar os 180 quilômetros de asfalto.
A largada ocorreu às 7h, quando os termômetros marcavam 15ºC. A largada para os 3,8 quilômetros de natação foi muito comemorada por acompanhantes e moradores da região, que assistiam e torciam.
<a href= /triathlon/n/americano-tim-odonnell-brilha-e-lidera-o-ironman-de-ponta-a-ponta/14787 target=_blankAmericano Tim ODonnell brilha e lidera o Ironman de ponta a ponta
Logo que a etapa de natação terminou, a americana Amanda Stevens despontou na frente das demais competidoras, pedalando e correndo forte até a linha de chegada, onde se consagrou campeã e cravou o recorde de 9h05min52. Já o pelotão que seguia atrás estava em constante alteração.
Silvia Felt, Jessie Donavan, Sara Gross, Haley Chura e Vanessa Gianini alternavam entre sprints e diminuição de ritmos. Apesar de Amanda ter aberto uma grande vantagem, era impossível prever o que poderia acontecer.
Você nunca sabe o que irá enfrentar, por isso não deve descartar ninguém. Sei que há brasileiras que correm muito forte e eu não as subestimo, afirma a campeã. Apesar de acreditar no potencial das brasileiras, Vanessa Gianini, que durante um trecho do ciclismo lutava pela terceira posição, acabou quebrando e não ficou entre as cinco primeiras.
A vencedora também conta que voltaria ao Brasil e que já competiu cinco vezes no território. Gostaria de ir para Kona, disputar o Ironman no Havaí, e com certeza essa vitória irá garantir alguns pontos para tornar isso possível, completa.
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| Amanda liderou a prova com uma larga distância para a segunda colocada. Foto: Renato Aranda/ Webrun |
Medalha de prata - Depois de muita luta e muitas ultrapassagens, foi Sara Gross que garantiu o segundo lugar do pódio. Eu dei o meu melhor e acho que fiz um bom percurso de bike hoje. Tive alguns problemas na corrida especialmente hoje, mas normalmente correr é o meu forte, conta.
<a href= /triathlon/n/descubra-como-se-recuperar-depois-de-participar-do-ironman-2013/14747 target=_blankDescubra como se recuperar depois de participar do Ironman
Em seguida veio Jessie Donavan, que durante um grande período da prova ainda não tinha aparecido. Porém, depois de sair da água a americana acelerou na bike e alcançou as outras competidoras.
A prova foi boa, tentei não ficar para trás e deu certo. As outras triatletas eram ótimas competidoras, conclui.
Confira o resultado do Ironman 2013:
Masculino
Feminino
Triathlon · 26 maio, 2013
Todas as belezas naturais da ilha de Florianópolis, Santa Catarina, ficaram como pano de fundo do brilho e determinação dos triatletas que participaram do Ironman Brasil neste domingo (26/5). Eram 4h30 e os atletas já preparavam suas bikes na área de transição para encarar os 180 quilômetros de asfalto.
A largada ocorreu às 7h, quando os termômetros marcavam 15ºC. A largada para os 3,8 quilômetros de natação foi muito comemorada por acompanhantes e moradores da região, que assistiam e torciam.
<a href= /triathlon/n/americano-tim-odonnell-brilha-e-lidera-o-ironman-de-ponta-a-ponta/14787 target=_blankAmericano Tim ODonnell brilha e lidera o Ironman de ponta a ponta
Logo que a etapa de natação terminou, a americana Amanda Stevens despontou na frente das demais competidoras, pedalando e correndo forte até a linha de chegada, onde se consagrou campeã e cravou o recorde de 9h05min52. Já o pelotão que seguia atrás estava em constante alteração.
Silvia Felt, Jessie Donavan, Sara Gross, Haley Chura e Vanessa Gianini alternavam entre sprints e diminuição de ritmos. Apesar de Amanda ter aberto uma grande vantagem, era impossível prever o que poderia acontecer.
Você nunca sabe o que irá enfrentar, por isso não deve descartar ninguém. Sei que há brasileiras que correm muito forte e eu não as subestimo, afirma a campeã. Apesar de acreditar no potencial das brasileiras, Vanessa Gianini, que durante um trecho do ciclismo lutava pela terceira posição, acabou quebrando e não ficou entre as cinco primeiras.
A vencedora também conta que voltaria ao Brasil e que já competiu cinco vezes no território. Gostaria de ir para Kona, disputar o Ironman no Havaí, e com certeza essa vitória irá garantir alguns pontos para tornar isso possível, completa.
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| Amanda liderou a prova com uma larga distância para a segunda colocada. Foto: Renato Aranda/ Webrun |
Medalha de prata - Depois de muita luta e muitas ultrapassagens, foi Sara Gross que garantiu o segundo lugar do pódio. Eu dei o meu melhor e acho que fiz um bom percurso de bike hoje. Tive alguns problemas na corrida especialmente hoje, mas normalmente correr é o meu forte, conta.
<a href= /triathlon/n/descubra-como-se-recuperar-depois-de-participar-do-ironman-2013/14747 target=_blankDescubra como se recuperar depois de participar do Ironman
Em seguida veio Jessie Donavan, que durante um grande período da prova ainda não tinha aparecido. Porém, depois de sair da água a americana acelerou na bike e alcançou as outras competidoras.
A prova foi boa, tentei não ficar para trás e deu certo. As outras triatletas eram ótimas competidoras, conclui.
Confira o resultado do Ironman 2013:
Masculino
Feminino