Vida ao Ar Livre

Corrida é marcada por cultura indígena e muita lama

Quem se aproximava da Aldeia Rio Silveiras já sentia o tom da prova. A chuva dos últimos dias preparou um caminho de muita lama para a Guaranis Race, que aconteceu na Praia de Boracéia, litoral de São Paulo.

Os atletas iniciaram os 13 quilômetros de percurso em trilhas cercadas pela Mata Atlântica com uma benção do cacique Taruan, atravessaram o Rio Silveiras, escorregaram algumas vezes e enfrentaram muita sujeira pelo caminho.

Enquanto aguardavam o fim da corrida, amigos e familiares puderam comprar produtos artesanais, experimentar as delícias da culinária indígena, pintar os rostos e também visitar a aldeia onde vivem os índios da etnia Guarani.

E quando todos já estavam imersos nessa troca de culturas, o corredor Lúcio Lopes dos Santos cruzou a linha de chegada como primeiro colocado da prova. "As trilhas foram bem puxadas, tinha muita lama e eu atolei algumas vezes, mas prova de montanha é isso, foi show de bola", afirma Lúcio.

No fim, cansados mas muito alegres, corredores e índios se divertiram e comemoraram juntos o sucesso da Guaranis Race.

Resultados:
Masculino Geral

1 lugar - Lúcio Lopes dos Santos - 364 - tempo 00:58:49
2 lugar - Nilton Lucio Evangelista - 296 - tempo 01:03:34
3 lugar - Rafael Marrone Fonseca - 319 - tempo 01:04:30

Feminino Geral
1 lugar - Andreia Sekine Miranda - 191 - tempo 01:09:47
2 lugar - Cissa da Silva Pecca - 316 - tempo 01:12:01
3 lugar - Luzia Bello - 259 - tempo 01:13:08

Fotos: Isabela Rios


Corrida é marcada por cultura indígena e muita lama

Corrida de Montanha · 23 jun, 2014

Quem se aproximava da Aldeia Rio Silveiras já sentia o tom da prova. A chuva dos últimos dias preparou um caminho de muita lama para a Guaranis Race, que aconteceu na Praia de Boracéia, litoral de São Paulo.

Os atletas iniciaram os 13 quilômetros de percurso em trilhas cercadas pela Mata Atlântica com uma benção do cacique Taruan, atravessaram o Rio Silveiras, escorregaram algumas vezes e enfrentaram muita sujeira pelo caminho.

Enquanto aguardavam o fim da corrida, amigos e familiares puderam comprar produtos artesanais, experimentar as delícias da culinária indígena, pintar os rostos e também visitar a aldeia onde vivem os índios da etnia Guarani.

E quando todos já estavam imersos nessa troca de culturas, o corredor Lúcio Lopes dos Santos cruzou a linha de chegada como primeiro colocado da prova. "As trilhas foram bem puxadas, tinha muita lama e eu atolei algumas vezes, mas prova de montanha é isso, foi show de bola", afirma Lúcio.

No fim, cansados mas muito alegres, corredores e índios se divertiram e comemoraram juntos o sucesso da Guaranis Race.

Resultados:
Masculino Geral

1 lugar - Lúcio Lopes dos Santos - 364 - tempo 00:58:49
2 lugar - Nilton Lucio Evangelista - 296 - tempo 01:03:34
3 lugar - Rafael Marrone Fonseca - 319 - tempo 01:04:30

Feminino Geral
1 lugar - Andreia Sekine Miranda - 191 - tempo 01:09:47
2 lugar - Cissa da Silva Pecca - 316 - tempo 01:12:01
3 lugar - Luzia Bello - 259 - tempo 01:13:08

Fotos: Isabela Rios

Triatleta Luzia Bello promove workshop sobre trail run

A triatleta Luzia Bello vai promover um workshop sobre trail run no próximo dia 19 de julho, em Santos. Ela que é tetracampeã do circuito XTerra de triathlon irá passar seus conhecimentos adquiridos durante anos.

Todas as pessoas que buscam melhor conhecimento, desempenho e rendimento na prática de corrida em trilhas e qualidade de vida estão convidadas. O workshop oferecerá conhecimentos teóricos e práticos para iniciantes, alunos de assessorias esportivas e amantes do esporte.

As inscrições para o workshop já podem ser feitas pelo site do Webrun Foto: Alexandre Koda/Webrun As inscrições para o workshop já podem ser feitas pelo site do Webrun Foto: Alexandre Koda/Webrun

O curso inclui palestras teóricas que serão ministradas das nove às 11 da manhã e logo depois os participantes irão para a parte prática, no Morro da Nova Cintra, do meio dia às 14 horas.

Os tópicos abordados incluem:

- Escolha do tênis ideal.
- Escolha do equipamento (mochila de hidratação/ vestuário).
- Técnicas de subidas, descidas e corrida no plano (terrenos variados).
- Nutrição e suplementação (antes, durante, pós prova ou treino).
- Prevenção de lesões através de exercícios. Com temas abordado pela fisioterapeuta Verônica Martins.
- Como lidar corretamente com uma série de situações que você pode enfrentar nas trilhas (Como sobreviver aos elementos da natureza: animais e plantas).
- Primeiros Socorros Básicos para trilha.

O curso será no Espaço Tremendão, Rua Brás Cubas, nº 104 – Centro de Santos, litoral de São Paulo, no próximo dia 19 de julho.

As inscrições já podem ser feitas aqui no site do Webrun no link: Inscrições Workshop com Luzia Bello


Triatleta Luzia Bello promove workshop sobre trail run

Corrida de Obstáculos · 17 jun, 2014

A triatleta Luzia Bello vai promover um workshop sobre trail run no próximo dia 19 de julho, em Santos. Ela que é tetracampeã do circuito XTerra de triathlon irá passar seus conhecimentos adquiridos durante anos.

Todas as pessoas que buscam melhor conhecimento, desempenho e rendimento na prática de corrida em trilhas e qualidade de vida estão convidadas. O workshop oferecerá conhecimentos teóricos e práticos para iniciantes, alunos de assessorias esportivas e amantes do esporte.

As inscrições para o workshop já podem ser feitas pelo site do Webrun Foto: Alexandre Koda/Webrun As inscrições para o workshop já podem ser feitas pelo site do Webrun Foto: Alexandre Koda/Webrun

O curso inclui palestras teóricas que serão ministradas das nove às 11 da manhã e logo depois os participantes irão para a parte prática, no Morro da Nova Cintra, do meio dia às 14 horas.

Os tópicos abordados incluem:

- Escolha do tênis ideal.
- Escolha do equipamento (mochila de hidratação/ vestuário).
- Técnicas de subidas, descidas e corrida no plano (terrenos variados).
- Nutrição e suplementação (antes, durante, pós prova ou treino).
- Prevenção de lesões através de exercícios. Com temas abordado pela fisioterapeuta Verônica Martins.
- Como lidar corretamente com uma série de situações que você pode enfrentar nas trilhas (Como sobreviver aos elementos da natureza: animais e plantas).
- Primeiros Socorros Básicos para trilha.

O curso será no Espaço Tremendão, Rua Brás Cubas, nº 104 – Centro de Santos, litoral de São Paulo, no próximo dia 19 de julho.

As inscrições já podem ser feitas aqui no site do Webrun no link: Inscrições Workshop com Luzia Bello

Como não pular o treino em dias chuvosos e frios?

Não é novidade que treinar em dias frios e chuvosos do outono e, principalmente do inverno, é sempre mais difícil do que nas demais estações e temperaturas do ano. Para muitos, independentemente dos objetivos, a planilha ou simplesmente a atividade de todas as manhãs não pode deixar de ser cumprida. Mas como garantir o condicionamento nessas ocasiões?

Por sorte o Brasil não é um país de temperaturas realmente baixas. Os cinco ou seis graus que costumam fazer nos dias mais frios do ano em São Paulo, ou até mesmo as temperaturas negativas de alguns estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, não podem ser consideradas assustadoras, se compararmos países como a Rússia, Finlândia ou Dinamarca, por exemplo.

Mas, para os corredores e atletas amadores, ou até mesmo para aqueles que praticam atividades físicas regulares, é nesta época de outono e inverno que os problemas e desculpas começam a aparecer com mais frequência. Sair de casa para encarar os treinos no frio ou na chuva, mesmo que devidamente paramentado, não é uma tarefa fácil.

No Brasil o frio nem sempre espanta as pessoas do treino. Foto: Dusan Kostic - Fotolia No Brasil o frio nem sempre espanta as pessoas do treino. Foto: Dusan Kostic - Fotolia

Adaptações

Adaptar é o que recomenda o triatleta Ironman e maratonista amador Rodrigo Quevedo, 32, que mora em Porto Alegre e sempre dá um jeito para não deixar passar nem um detalhe dos treinos nos dias mais frios do ano no país. “É fato falarmos que o clima frio e chuvoso espanta muita gente dos parques, praças e demais locais da cidade. Mas se o atleta tem um objetivo, uma prova em mente, o treino precisa ser cumprido para que os frutos sejam colhidos depois", relata. Vale dizer que a condição adversa do treino pode acontecer também no dia da prova. "No meu caso, costumo alternar rodagens, tiros de intensidade e longos, que deve ser o que a maioria faz”.

O treino que geralmente requer mais atenção é o de tiro, por causa dos intervalos e ritmos que devem ser respeitados e controlados. Este pode ser feito normalmente na esteira, seguindo a série estipulada na planilha, em que os intervalos entre tiros e séries podem ser feitos com velocidade reduzida. É uma pausa ativa, em que a frequência não baixa tanto, o que favorece um bom desempenho nos tiros, considerando que na pista as pausas geralmente são paradas.

Variar o treino pode ser uma alternativa em dias frios. Foto: Kadmy - Fotolia Variar o treino pode ser uma alternativa em dias frios. Foto: Kadmy - Fotolia

Outras alternativas

É claro que a esteira é o meio mais convencional e viável em dias como estes, mas nem sempre é possível encontrar uma por perto. Para este e outros casos, a treinadora Rosa Naimara, da Maxxyma Assessoria, de Curitiba, recomenda alternativas como escadas e quadras poliesportivas. "Muitos alunos não têm a opção da esteira, neste caso temos que improvisar e nossos professores são campeões nesse quesito. Eles levam sempre no carro várias cordas e cones e, se começar a chover, montam um circuito em qualquer lugar coberto", conta.

Com os equipamentos os alunos podem fazer os treinos combinados com deslocamentos laterais, frontais, pular corda, trabalhar com os intervalos e simular o esforço dos treinos de tiro. "Ano passado tivemos quatro semanas de chuva, nesses dias a escada do prédio virou local de treino, pois além de manter o condicionamento cardiovascular, treinar em escadas fortalece a panturrilha, quadríceps e glúteo," finaliza a treinadora curitibana.

Se a vontade e a determinação em busca de um determinado objetivo existe, a criatividade tem que ir mais além. Improvisar é uma forma de não cair na monotonia e manter o condicionamento em dia. Agora que você já leu sobre algumas dicas de como adaptar os treinos de rua em ambientes fechados, não há mais desculpas para deixar de cumprir o treino por conta das baixas temperaturas.


Como não pular o treino em dias chuvosos e frios?

Corridas de Rua · 23 maio, 2014

Não é novidade que treinar em dias frios e chuvosos do outono e, principalmente do inverno, é sempre mais difícil do que nas demais estações e temperaturas do ano. Para muitos, independentemente dos objetivos, a planilha ou simplesmente a atividade de todas as manhãs não pode deixar de ser cumprida. Mas como garantir o condicionamento nessas ocasiões?

Por sorte o Brasil não é um país de temperaturas realmente baixas. Os cinco ou seis graus que costumam fazer nos dias mais frios do ano em São Paulo, ou até mesmo as temperaturas negativas de alguns estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, não podem ser consideradas assustadoras, se compararmos países como a Rússia, Finlândia ou Dinamarca, por exemplo.

Mas, para os corredores e atletas amadores, ou até mesmo para aqueles que praticam atividades físicas regulares, é nesta época de outono e inverno que os problemas e desculpas começam a aparecer com mais frequência. Sair de casa para encarar os treinos no frio ou na chuva, mesmo que devidamente paramentado, não é uma tarefa fácil.

No Brasil o frio nem sempre espanta as pessoas do treino. Foto: Dusan Kostic - Fotolia No Brasil o frio nem sempre espanta as pessoas do treino. Foto: Dusan Kostic - Fotolia

Adaptações

Adaptar é o que recomenda o triatleta Ironman e maratonista amador Rodrigo Quevedo, 32, que mora em Porto Alegre e sempre dá um jeito para não deixar passar nem um detalhe dos treinos nos dias mais frios do ano no país. “É fato falarmos que o clima frio e chuvoso espanta muita gente dos parques, praças e demais locais da cidade. Mas se o atleta tem um objetivo, uma prova em mente, o treino precisa ser cumprido para que os frutos sejam colhidos depois", relata. Vale dizer que a condição adversa do treino pode acontecer também no dia da prova. "No meu caso, costumo alternar rodagens, tiros de intensidade e longos, que deve ser o que a maioria faz”.

O treino que geralmente requer mais atenção é o de tiro, por causa dos intervalos e ritmos que devem ser respeitados e controlados. Este pode ser feito normalmente na esteira, seguindo a série estipulada na planilha, em que os intervalos entre tiros e séries podem ser feitos com velocidade reduzida. É uma pausa ativa, em que a frequência não baixa tanto, o que favorece um bom desempenho nos tiros, considerando que na pista as pausas geralmente são paradas.

Variar o treino pode ser uma alternativa em dias frios. Foto: Kadmy - Fotolia Variar o treino pode ser uma alternativa em dias frios. Foto: Kadmy - Fotolia

Outras alternativas

É claro que a esteira é o meio mais convencional e viável em dias como estes, mas nem sempre é possível encontrar uma por perto. Para este e outros casos, a treinadora Rosa Naimara, da Maxxyma Assessoria, de Curitiba, recomenda alternativas como escadas e quadras poliesportivas. "Muitos alunos não têm a opção da esteira, neste caso temos que improvisar e nossos professores são campeões nesse quesito. Eles levam sempre no carro várias cordas e cones e, se começar a chover, montam um circuito em qualquer lugar coberto", conta.

Com os equipamentos os alunos podem fazer os treinos combinados com deslocamentos laterais, frontais, pular corda, trabalhar com os intervalos e simular o esforço dos treinos de tiro. "Ano passado tivemos quatro semanas de chuva, nesses dias a escada do prédio virou local de treino, pois além de manter o condicionamento cardiovascular, treinar em escadas fortalece a panturrilha, quadríceps e glúteo," finaliza a treinadora curitibana.

Se a vontade e a determinação em busca de um determinado objetivo existe, a criatividade tem que ir mais além. Improvisar é uma forma de não cair na monotonia e manter o condicionamento em dia. Agora que você já leu sobre algumas dicas de como adaptar os treinos de rua em ambientes fechados, não há mais desculpas para deixar de cumprir o treino por conta das baixas temperaturas.

Meia maratona de Iguazú lança sua terceira edição

Corrida de Montanha · 16 maio, 2014

No próximo dia 27 de setembro, as Cataratas, um dos patrimônios da humanidade e uma das sete maravilhas naturais, serão as anfitriãs para os atletas que participarem da terceira edição da Meia Maratona de Iguazú. A edição deste ano marca as celebrações do 80º aniversário do Parque Nacional.

As inscrições foram abertas no dia 15 de maio, pelo site do evento, com desconto promocional até dia 27 de agosto Foto Divulgação As inscrições foram abertas no dia 15 de maio, pelo site do evento, com desconto promocional até dia 27 de agosto Foto Divulgação

A prova está no calendário de corrida do país e do mundo e um dos motivos é o impactante cenário natural oferecido. Este ano a Meia Maratona homenageia antecipadamente o Aniversário do Parque Nacional que cuida, conserva e difunde a diversidade biológica da selva subtropical e suas majestosas Cataratas.

O percurso será por uma estrada asfaltada rodeada pela Selva Misionera, famosa por ter a maior biodiversidade da Argentina, este é um dos elementos que fazem a corrida uma experiência em todos os sentidos.

As inscrições foram abertas no dia 15 de maio, pelo site do evento, com desconto promocional até dia 27 de agosto. Os participantes podem optar por duas modalidades, dez ou 21 quilômetros. O simpósio técnico e a entrega de kits aos corredores acontecerão no hotel Amerian Portal de Iguazú. A entrega dos prêmios será feita acompanhada de uma celebração com show de fotos e música.

Salomon traz ao Brasil tênis com tecnologia especial para endurance

A Salomon traz pela primeira vez ao Brasil um dos tipos de calçados mais específicos da marca, o S-Lab Sense, feito em parceria com o atleta espanhol Kilian Jornet Burgada, tricampeão da Skyrunner World Series e da Western States Endurance Run, em 2011. A parceria permitiu o desenvolvimento de um tênis que viabiliza corridas em qualquer tipo de terreno, sejam córregos, pedras ou terra, sempre com conforto e leveza.

Dezenas de protótipos foram testados por Kilian, até chegar ao modelo ideal. Com novos conceitos de aderência e proteção, o S-Lab Sense é leve e de baixa curvatura (low heel drop), e um de seus principais objetivos é fazer com que o corredor eleve a consciência dos seus movimentos (cinestesia) durante a atividade.

S-Lab Sense tem como preço sugerido R$ 899,90 Foto: montagem sobre divulgação S-Lab Sense tem como preço sugerido R$ 899,90 Foto: montagem sobre divulgação


Na edição de 2010 da Western State Endurance, Kilian sentiu muitas cãibras enquanto tentava se manter na terceira posição, mal conseguindo sustentar o ritmo. Depois da experiência, o espanhol se empenhou em encontrar um modo de solucionar o problema, a fim de conseguir o título no ano seguinte. Dito e feito.

“Posso sentir as pedras, mas elas não me machucam. Posso sentir a água, mas ela escorre e seca rapidamente. Posso sentir o tênis, mas ele não me detém”, conta Kilian. A prova foi o resultado, com o primeiro lugar na Western State Endurance Run, em 2011, já calçando o novo produto.

Além de garantir o conforto do atleta mesmo sem meias, o tênis comporta o aumento da percepção dos movimentos e dá proteção dos pés. A película Pro Feel Film resguarda a ponta dos pés de objetos pontiagudos nas trilhas, sem aumentar o peso do calçado e com amortecimento suficiente para atenuar o impacto após muitos quilômetros percorridos, quando o corredor já costuma estar desgastado.

O S-Lab Sense 2 Racing Unissex tem como preço sugerido R$ 899,90 e o S-Lab Sense Ultra Racing M está por R$ 849,90.


Salomon traz ao Brasil tênis com tecnologia especial para endurance

Corrida de Montanha · 10 mar, 2014

A Salomon traz pela primeira vez ao Brasil um dos tipos de calçados mais específicos da marca, o S-Lab Sense, feito em parceria com o atleta espanhol Kilian Jornet Burgada, tricampeão da Skyrunner World Series e da Western States Endurance Run, em 2011. A parceria permitiu o desenvolvimento de um tênis que viabiliza corridas em qualquer tipo de terreno, sejam córregos, pedras ou terra, sempre com conforto e leveza.

Dezenas de protótipos foram testados por Kilian, até chegar ao modelo ideal. Com novos conceitos de aderência e proteção, o S-Lab Sense é leve e de baixa curvatura (low heel drop), e um de seus principais objetivos é fazer com que o corredor eleve a consciência dos seus movimentos (cinestesia) durante a atividade.

S-Lab Sense tem como preço sugerido R$ 899,90 Foto: montagem sobre divulgação S-Lab Sense tem como preço sugerido R$ 899,90 Foto: montagem sobre divulgação


Na edição de 2010 da Western State Endurance, Kilian sentiu muitas cãibras enquanto tentava se manter na terceira posição, mal conseguindo sustentar o ritmo. Depois da experiência, o espanhol se empenhou em encontrar um modo de solucionar o problema, a fim de conseguir o título no ano seguinte. Dito e feito.

“Posso sentir as pedras, mas elas não me machucam. Posso sentir a água, mas ela escorre e seca rapidamente. Posso sentir o tênis, mas ele não me detém”, conta Kilian. A prova foi o resultado, com o primeiro lugar na Western State Endurance Run, em 2011, já calçando o novo produto.

Além de garantir o conforto do atleta mesmo sem meias, o tênis comporta o aumento da percepção dos movimentos e dá proteção dos pés. A película Pro Feel Film resguarda a ponta dos pés de objetos pontiagudos nas trilhas, sem aumentar o peso do calçado e com amortecimento suficiente para atenuar o impacto após muitos quilômetros percorridos, quando o corredor já costuma estar desgastado.

O S-Lab Sense 2 Racing Unissex tem como preço sugerido R$ 899,90 e o S-Lab Sense Ultra Racing M está por R$ 849,90.

Ciclistas organizam protesto na USP pela falta de segurança

Corridas de Rua · 30 jan, 2014

Após os seguidos roubos de bicicletas que aconteceram no início de janeiro dentro da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo, um grupo de ciclistas se reunirá neste sábado, 1º de fevereiro, para a “Pedalada e caminhada pela segurança pública”.

Ciclistas têm sido alvos de assaltos frequentes na Cidade Universitária - Foto: Paulo Gomes/ Webrun.com.br Ciclistas têm sido alvos de assaltos frequentes na Cidade Universitária - Foto: Paulo Gomes/ Webrun.com.br

A manifestação acontecerá na Praça da Reitoria ou “Bolinha”, como é conhecido o local entre os frequentadores da Cidade Universitária, por volta das 9h. Segundo alguns moradores da região do Butantã, há mais de 60 favelas nas proximidades da USP, entre elas a São Remo, a mais próxima da universidade.

Violência- A USP é um tradicional ponto de encontro de ciclistas, corredores, triatletas e outros praticantes de atividade física em São Paulo. De acordo com a organização da pedalada, o objetivo é alertar o poder público sobre o risco que os frequentadores da Cidade Universitária sofrem.

Normalmente os assaltantes chegam de moto e sempre em dupla e armados abordam os ciclistas. Os assaltos acontecem em dias de semana entre as 5h30 e 10h, aponta a organização da manifestação.

Para saber mais sobre a Pedalada e caminhada pela segurança pública, acesse a página do evento no Facebook.