Corrida de Montanha · 03 set, 2015
Treinar ouvindo música é algo muito pessoal, existem pessoas que não vivem sem os fones durante a corrida e outros que gostam de estar atentos a respiração e o som ambiente. Gostos à parte, os atletas profissionais abriram suas playlists para o Webrun e você vê aqui inspirações para seu treino.
Mulheres
A triatleta Ariane Monticeli, campeã do Ironman Brasil 2015 está se preparando para a edição mundial do triathlon em Kona, no Havaí e treinando forte. Apesar da competição não aceitar que os atletas usem fone, Ariane gosta de treinar ouvindo música e se diz eclética. Escuto de tudo: ACDC, Michael Jackson e adoro Beyoncé. Falando mais no geral escuto funk e pop também. O que não suporto é sertanejo, não ouço em hipótese nenhuma, conta.
Rosália Guarischi é agora integralmente mamãe da neném Maria e se engana quem pensa que a atleta não está treinando. Desde que o médico permitiu ela está de volta as pistas e aproveita os momentos que sua filha dorme para sair correndo (literalmente). Ela é da tribo dos corredores que não sai sem fone. Recentemente descobri o aplicativo Spotify e agora tenho uma infinidade de artistas. Nessa semana estou ouvindo muito Duane & Gregg, diz.
Rosalia é ouvinte assídua do aplicativo Spotify Foto: Christina Volpe/WebrunHomens
Entre os homens está o corredor de montanha Giliard Pinheiro. O atleta conta que tem uma série de sons para cada situação. Em treinos costumo ouvir Legião Urbana, Lenine e Seu Jorge. Já nas competições aposto em O Rappa, Engenheiros do Havaí, Nirvana, Off Spring, Thiaguinho e até Sorriso Maroto, conta. Bem eclético, não?
Iazaldir Feitoza, campeão dos 50 quilômetros do XTerra Ilhabela só ouve música durante os treinos e costuma escolher a banda U2. Minha música favorita deles é The Miracle.
O atleta José Virgínio que recentemente voltou a competir após uma lesão, busca inspiração na música durante os treinos, e contou seu segredo de força e motivação. Gosto de ouvir o tema carruagens de fogo, me inspira muito, diz.
Ainda no segmento das corridas de montanha, Chicão Santos não costuma treinar com música, mas quando o faz escuta um rock brasileiro ou algo mais clássico.
O triatleta e ironman Chicão Ferreira gosta de bandas internacionais. Escuto muito walk do Foo Fighters, faint do Linkin Park e sugar e moves like Jagger do Maroon 5, dá a dica.
José Virgínio se inspira na música Carruagens de Fogo para se motivar Foto: Alexandre Koda/WebrunFinalizamos nossas dicas com o policial do BOPE, corredor e dono do blog De Elite aqui no Webrun Rafael Sodré. Ele sempre busca músicas que o motivam e escuta uma sequência escolhida pelo DJ David Guetta.
Triathlon · 01 set, 2015
O vencedor do Itaipu Ironman 70.3 Brasil Paraguay 2015 foi o brasileiro Cid Florêncio Barbosa, de Natal (RN). Com o tempo de 4h22min49, ele completou as etapas de natação, ciclismo e corrida, num total de 113,1 km, ficando à frente de mil atletas de 15 países.
A competição foi disputada neste sábado (29/08), na Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu, no lado brasileiro da hidrelétrica, e em Hernandárias, no lado paraguaio. Mais de mil pessoas acompanharam o evento, que teve um pódio masculino só de brasileiros.
Cid Barbosa levou a melhor no Itaipu Ironman 70.3 Brasil Paraguay 2015. Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu BinacionalCid Barbosa mora em Brasília (DF) e não conhecia Itaipu. Vim atrás de desafio e foi isso que encontrei. E me surpreendi com toda a segurança e uma estrutura muito boa para a prova, elogiou. Ele chegou dois minutos e 47 segundos antes do segundo colocado, Luis Henrique Ohde. O terceiro colocado foi Marcos Vinicius de Faria, com 4h30min04.
Já entre as mulheres, a festa foi trinacional: o ouro ficou com a uruguaia Maria Porrini, com 4h57min59; Natalia Moraes, do Brasil, fez o tempo de 5h17m40 e ficou com a prata e Florencia Carrizosa fez a alegria da torcida paraguaia, finalizando a prova em 5h17m46 e levando o bronze para o país.
Pódio feminino foi trinacional. Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu BinacionalDentre os participantes, 35 foram classificados para o Ironman 70.3 World Championship, que acontece em setembro de 2016, em Sunshine Coast, na Austrália. Os nomes foram divulgados oficialmente no domingo (30), no Centro de Recepção de Visitantes da Itaipu.
Percurso
O primeiro desafio foi a natação, com largada no Paraguai, na cidade de Hernandárias. Foram 1.900 metros em forma retangular, em sentido horário. Em seguida, os 90 quilômetros de ciclismo foram realizados em três voltas, saindo da parte paraguaia da Usina por vias arborizadas, com indicações e agentes de segurança da Itaipu e integrantes da organização acompanhando cada movimento.
A segunda e a terceira voltas, mais curtas, começaram em frente ao Centro de Recepção de Visitantes (CRV). Até o começo dos 21,1 quilômetros de corrida, Luis Henrique Ohde estava na liderança, mas, durante o trajeto, acabou sendo ultrapassado por Cid Barbosa. Correndo, os atletas passaram pela Unila, pelo Cineteatro dos Barrageiros, pelo Mirante do Vertedouro e pela Barragem Principal, até a passagem por baixo do Vertedouro. A partir dali, os participantes retornaram, fazendo o mesmo percurso no sentido contrário. A chegada foi no lado brasileiro, próximo à Expo Ironman.
Triathlon · 30 ago, 2015
O segundo dia (30) da etapa II em Ilhabela começou com sol forte que prometia um dia com várias emoções. A largada do triathlon foi dada às 9h da manhã com os atletas correndo para o mar, e tiveram que fazer força na água já que a praia do Perequê amanheceu lotada de bancos de areia. Entre uma braçada e outra os primeiros atletas partiram para a transição de bike.
No masculino os nomes favoritos eram Rodrigo Altafini e Felipe Moletta, já no feminino Laura Mira Dias e Sabrina Gobbo davam entusiasmo à disputa da primeira colocação que já marca diversas etapas do evento.
Praia do Perquê amanheceu com diversos bancos de areia atrapalhando os triatletas Foto: Alexandre Koda/WebrunO mountaint bike fez atletas sofrerem nas subidas e single tracks, tendo que fazer força para superá-las junto ao calor que só aumentava na ilha. Enquanto isso Felipe liderava a prova seguido de perto por Altafini e Diogo Malagon. No feminino, Laura e Sabrina disputaram de perto a primeira colocação durante o início da prova de MTB, mas logo Sabrina abriu distância e passou a liderar a prova até o fim.
O grande campeão foi Felipe Moletta, que finalizou a prova em 1h31min08, e chegou mancando com muita dor no tornozelo. Depois de ter problemas com a bike em uma das etapas passadas do circuito, Moletta superou o atual líder do ranking e disse que seguiu à risca o espírito XTerra. Acabei torcendo o pé no quilômetro 2,5, mas não tinha como não terminar, iria nem que fosse me arrastando, conta.
Moletta machucou o tornozelo e mesmo assim garantiu a primeira colocação na provaFoto: Alexandre Koda/WebrunA segunda colocação ficou com Diogo Malagon, com o tempo de 1h43min07. O atleta contou que cortou o dedo com conchas na natação e se sentiu incomodado durante o resto da prova. Estar na briga do campeonato vale a pena, foi uma prova duríssima, conta. Ele foi seguido de perto por Altafini que terminou em terceiro lugar. Minha corrente saiu duas vezes na bike e tive que ajeitar, mas todos estão de parabéns, foi um ótimo evento, diz. Ele finalizou a prova em 1h38min40.
Entre as mulheres Sabrina continuou com sua liderança intocável e finalizou a prova em 1h52min17. A prova foi massa! Eu prefiro ganhar fazendo força do que me arrastando e hoje foi assim. Laura Mira Dias ficou na segunda colocação, mas mesmo assim não perdeu sua animação e elogiou muito a prova. Participarei das próximas etapas do XTerra Brasil neste ano e já vou me preparando para um Ironman 70.3 no ano que vem. Estou animada e sempre com vontade de mais, conta a atleta que finalizou a prova em 2h02min55.
Sabrina continua na liderança do ranking do XTerra Foto: Alexandre Koda/WebrunA terceira colocada Fabricia Accioly vibrou muito na sua chegada. Ela competiu pela primeira vez como profissional e ficou muito feliz com o resultado (2h21min29). Aqui é o quintal de casa, sou de São Sebastião e essa prova era um dos meus focos, então deu pra sentir a evolução. A prova foi sensacional, sem dúvida a mais difícil de todas as etapas, conta.
Triathlon · 28 ago, 2015
Com quase 20 anos de experiência no triathlon olímpico, Carla Moreno, grande nome de provas como Troféu Brasil e Internacional de Santos, está de mudança para as longas distâncias no triathlon, seu próximo objetivo é encarar um Ironman.
Carla no Triathlon Internacional de Santos em 2011 Foto: Alexandre Koda/WebrunCarla conta que está em uma fase nova e se sentindo ótima nos treinamentos. Já venho há algum tempo me programando para isso e buscando novos desafios, então fazer provas de meio Iron ou Iron foi um caminho natural. Trouxe a motivação que eu precisava para continuar competindo, treinando e vivendo em lugares diferentes, explica.
A triatleta atualmente reside nos Estados Unidos e esteve no Brasil para competir na Mizuno Uphill Marathon, se consagrando campeã e dona do novo recorde feminino da prova. Carla contou que não tinha criado expectativas para vencer a prova, e continua com a mesma filosofia para seus próximos desafios. Ainda não sei como meu corpo vai reagir a esta mudança. Tenho feito todo meu programa corretamente e vou aprender a dosar na hora da prova, diz.
Carla tem como alvo dois full Ironmans e um 70.3 para iniciar sua carreira nas distância. Feliz e motivada pelas mudanças ela conta que fazia anos que não se sentia em plena paz e tranquilidade fazendo o que mais ama. Mudar os ares faz parte e traz coisas boas, finaliza.
Na Mizuno Uphill Marathon a atleta bateu o recorde feminino da prova Foto: Christina Volpe/WebrunTriathlon · 24 ago, 2015
Um calor típico do Nordeste recebeu os atletas neste fim de semana para a prova de triathlon do Challenge em Maceió. Foram 1,9 quilômetros de natação, 90 de bike e 21 de corrida marcados por diversas mudanças e reviravoltas ao longo do percurso.
Santiago Ascenço se consagrou campeão da prova com o tempo de 3h51m50, seguido de Marcus Fernandes que terminou a prova em 3h52min. Marcus liderava a prova com Igor Amorelli no ciclismo, mas foi penalizado por cinco minutos na T3, mesmo assim se recuperou na corrida e só foi ultrapassado no final da prova por Santiago. A terceira colocação ficou com Chicão Ferreira, que completou o pódio com o tempo de 3h57min. Igor Amorelli uma das promessas da prova parou no quilômetro 21 por causa de problemas intestinais, mas finalizou a prova na sexta colocação.
Santiago ultrapassou Marquinhus nos últimos quilômetros Foto: Fernando Genaro/FotopNo feminino a brasileira Carol Furriela ficou surpresa na chegada quando soube que era a primeira colocada, pois não viu que a americana Emma Pallant, que liderava a prova havia desmaiado nos quilômetros finais devido ao forte calor. A paulista finalizou a prova em 4h33min, seguida da americana April Lea, com o tempo de 4h49min e o pódio ficou completo com a catarinese Mariana Borges que finalizou a prova em 4h52min.
Furriela não sabia que era a campeã e mal comemorou sua chegada Foto: Fernando Genaro/FotopCorridas de Rua · 21 ago, 2015
A sétima etapa do principal circuito de esportes cross country do Brasil volta à Ilhabela, na praia do Perequê, dias 29 e 30 de agosto. E o XTerra Ilhabela II chega com uma novidade para os guerreiros que estão começando a se aventurar: short triathlon off-road, prova com distâncias reduzidas da tradicional modalidade. Serão 750m de natação, 17,5 quilômetros de bike e 5,4 de corrida nas belas e desafiadoras trilhas da ilha paulista.
A prova mais legal do Brasil é também considerada a mais difícil do circuito mundial XTerra. Esse trecho curto é ideal pra quem está começando. Mesmo cortando uma parte da prova o MTB com certeza vai ser bem desafiador devido às subidas e a corrida vai continuar com a paisagem maravilhosa. Estou bem curiosa pra saber como vão ser as mudanças, comenta Sabrina Gobbo, a triatleta campeã do ranking do XTerra 2014 e que segue invicta em este ano, com seis vitórias consecutivas.
Ainda nesta etapa, opções não faltarão para quem prefere se aventurar em trilhas Foto: Alexandre Koda/WebrunO atleta que terminar a ultra maratona no tempo limite vai ganhar um ponto para buscar uma vaga em todas as provas da UTMB, como a CCC, TDS, PTL e a OCC.
A Kids Mini Corrida encerra o sábado de esporte com o objetivo de iniciar crianças de um a 13 anos na prática da atividade física e qualidade de vida. Em 2015, o XTerra Brazil Tour faz dez anos e ainda vai passar por Tiradentes (MG), Fernando de Noronha (PE), Juiz de Fora (MG) e Natal (RN).
Atletismo · 14 ago, 2015
Bolhas, cortes superficiais e até mais profundos podem incomodar bastante um praticante de corrida. Ainda mais se isso ocorrer logo no comecinho de uma prova longa, o que obriga a pessoa a suportar a dor ou abandonar o exercício. Infelizmente, esses machucados são muito comuns nesse esporte que exige bastante dos pés, mas a boa notícia é que existem maneiras de evitá-los.
O calçado adequado faz toda a diferença. Fonte: leszekglasner/FotoliaDe acordo com o podólogo André Luiz Vicente da Silva, o atleta pode prevenir as bolhas usando meias de algodão, de preferência sem costura. Além disso, é indicado um tênis com um número maior do que o utilizado no dia a dia. O ideal é que o tênis esteja bem amarrado para o pé não ficar inclinando o tempo inteiro e com uma palmilha adequada ao tipo de pisada. Às vezes a pessoa corre com o tênis inadequado e tem uma pisada pronada ou supinada, forçando determinados pontos do pé, o que acaba também formando bolhas, diz.
Além da escolha do calçado adequado, a palmilha também acaba sendo uma grande aliada, desde que seja sob medida. Com esse acessório, o atleta tem menos chance de ter bolhas na planta dos pés. Ele vai pisar sobre uma palmilha que acompanha as ondulações e a anatomia dos pés e também corrige a pisada, argumenta o podólogo.
Outra recomendação importante é hidratar bem a pele dos pés, com produtos que acabam servindo tanto para a prevenção quanto para o tratamento após a ocorrência de bolhas. Existem pomadas especiais, mas a pessoa pode utilizar um bom hidratante, que tenha a função de regeneração e amaciamento do tecido, com isso a pele fica mais resistente, afirma André.
Já para as regiões de grande atrito dentro do calçado, uma boa dica é colocar o adesivo hidrocolóide antes da corrida. Ele adere muito bem à pele e é muito resistente inclusive à água, com isso a pele vai estar protegida, explica.
Antes dos curativos, a região do corte deve ser higienizada. Foto: absolutimages/FotoliaVale destacar que dependendo do tamanho da bolha, a região acaba exigindo cuidados diferentes. Se for uma bolha que tenha até um centímetro, o atleta não precisa fazer nada a não ser proteger a região. Se for maior do que um centímetro, ele pode ir ao local especializado para fazer a drenagem dessa bolha e também os curativos convencionais, com pomada cicatrizante, fala André.
Mas e se o atleta sofrer um corte no pé? Para o podólogo, neste caso, o primeiro passo é procurar um pronto atendimento para fazer os curativos necessários. O tratamento vai depender do tipo do corte, da região e da profundidade, mas o básico é higienizar o local com água e sabão.
Corridas de Rua · 13 ago, 2015
A Timex desenvolveu mais um modelo com recursos high-tech para quem adora aliar praticidade e tecnologia quando o assunto é esporte. O Timex Ironman Run Trainer 2.0 é um monitor cardíaco, com GPS, projetado cuidadosamente por corredores, pensando nas necessidades de quem ama corridas.
pós a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples Foto: divulgaçãoCom uma tela de alta resolução e interface fácil de usar, o Run Trainer 2.0 tem resistência à água até 5 ATM; contador de distância, velocidade e passos, em tempo real; alertas de hidratação; e temporizadores de intervalo; entre outras funcionalidades ideais para otimizar o tempo e conquistar a confiança dos atletas. É um equipamento essencial para conferir os dados e resultados de cada sessão de exercícios.
Após a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples, permitindo ao usuário rever mapas, gráficos e tabelas, para acompanhar cada etapa de suas realizações. O Run Trainer 2.0 também é compatível com vários sites de treinamento online, incluindo TrainingPeaks, MapMyRun, Endomondo e Strava. Entre suas funcionalidades, estão:
Alarmes para lembretes de hidratação e nutrição em intervalos regulares;
Funcionalidades de monitor cardíaco;
15 memórias de treino com download online;
Dispositivo para computador que possibilita configurar e personalizar as configurações do relógio;
Bateria recarregável li-ion com duração de 8 horas no modo GPS completo;
Operação de cronógrafo sem o uso das mãos baseado em distância e tempo;
Triathlon · 13 ago, 2015
As provas de triathlon Challenge Family se diferenciam das demais por unir a família, além de divulgar o esporte e o estilo de vida saudável. Em sua primeira edição no nordeste e segunda na América Latina, as competições acontecerão do dia 20 a 23 de agosto, em Maceió, no estado de Alagoas. Com a etapa, a Dash Sports, organizadora das etapas nacionais, espera movimentar mais de R$ 20 milhões nas cidades em que as competições irão ocorrer.
A categoria principal é a Half Distance, que consiste em 1,9 quilômetro de natação, 90 quilômetros de ciclismo e mais 21,1 quilômetros de corrida. Além dessa disputa, haverá a Sprint Distance, que possui metade do percurso e uma prova voltada só para as mulheres, com corrida ou caminhada de cinco quilômetros. Outras provas específicas são destinadas para as crianças de sete a 15 anos, com o percurso variando de acordo com a idade, sendo que o maior é para jovens de 13 a 15 anos, composto por 150 metros de natação, três quilômetros de ciclismo e um quilômetro de corrida.
Maceió recebe pela primeira vez o Challenge Family. Foto: Felipe.sanches/ Licença CC BY-SA 2.0No evento, os participantes ainda poderão contar com congresso científico, simpósios técnicos e Expo Feira, sendo que as inscrições vão até o dia 20 de agosto.
Em novembro, o Challenge será disputado em Florianópolis, do dia 26 a 29. De acordo com Carlos Fernando Menezes, responsável pela organização dos eventos e diretor da Dash Sports, a realização de dois eventos deste porte é um marco para o esporte no Brasil. Maceió, ao lado de Florianópolis, são duas cidades com estruturas únicas para o esporte. O Challenge já tem mais de 40 provas pelo mundo e se estabelecer no Brasil respalda o potencial do país para continuar incentivando o setor, afirma.
Embaixadora do evento em 2014, a triatleta Fernanda Keller conhece o Challenge há muitos anos e elogiou o estilo da prova. "Os atletas têm prazer em participar do Challenge, porque é uma prova para toda a família". Fernanda ainda afirma que é importante compreenderem que é um evento para a cidade, como ocorre em Roth, na Alemanha onde nasceu o Challenge. "Tenho o triatlon correndo nas veias e fico muito feliz de ver o circuito Challenge crescendo no Brasil", diz.
A cada ano a participação do Brasil na principal etapa Challenge do mundo aumenta. Esse ano, o Challenge Roth contou com 22 representantes do país. Rodrigo Frazão foi um desses brasileiros. Ele pratica o triathlon há mais de dez anos e afirma que o Challenge não é só uma prova, é um festival para toda a família.
Outra competidora foi a triatleta Valéria Rosati, primeira colocada na sua categoria no Campeonato Brasileiro de Triathlon de Longa Distância 2015. Ela descreve o Challenge Family como um evento enorme e ao mesmo tempo próximo dos atletas, onde é possível sentir a essência pura e o amor ao triathlon.
Para informações sobre as inscrições acesse o site: http://challenge-maceio.com.br
O Itaipu IM70.3 Brasil Paraguay está chegando e, para que a prova saia como o esperado, ou pelo menos como o imaginado, é importante não se esquecer de nada. É essencial ficar atento aos acessórios necessários para as três modalidades e aos detalhes que serão de suma importância para a conclusão dos 1,9 quilômetro de natação, 90,1 de ciclismo e 21,1 de corrida.
Organizar-se com antecedência faz toda a diferença, já que na véspera da competição os atletas precisam entregar as sacolas que recebem com o kit da prova com tudo que usarão em cada modalidade. A primeira sacola a ser entregue é a do ciclismo e em seguida a da corrida, já que a roupa da natação é a que você sairá vestido do hotel em direção à largada. Lembre-se, porém, de deixar à mão tudo o que precisará nessa primeira modalidade, como óculos, touca, chip, etc.
Fazer um checklist de tudo o que precisa levar e já conferir uma vez em casa é fundamental, pois apesar de uma corrida de última hora ao supermercado ou bike shop se fazer necessária às vezes, esta é uma adrenalina que não vale a pena passar e que pode ser evitada. Na manhã da véspera de entregar estas sacolas para a organização, pegue tudo o que já listou na sua casa e levou para Foz do Iguaçu, coloque no chão e comece a separar os itens por modalidade.
Organize, refaça as contas de intervalo de tempos que usará determinado suplemento e alimento e confira mais uma vez. Em seguida, coloque tudo na devida sacola e você estará pronto para a prova. Durante a competição, alguns gostam de fazer contas de em que momento precisarão tomar os seus suplementos, e esta conta não pode falhar. Caso julgue necessário, faça uma "cola" e grude no clip da bike, onde verá sempre aquele lembrete: gel, sal, água, etc...
Não deixe nada para a última hora. Foto: Fábio Falconi/Latin SportsNa corrida, nada como a matemática dos quilômetros! "Vou tomar gel nos quilômetros "x", "y", "z, sal nos x y z, etc. Isso tudo ajuda muito a passar o tempo e a não esquecer dos suplementos.
O 70.3 por si só já é uma prova muito emocionante. A motivação que buscamos está com certeza nos nossos familiares e amigos que sabem o quanto treinamos, abdicamos de tempo em família, descanso, alimentação e vida social para estar na linha de largada e depois receber a medalha! Refletir isso tudo durante a prova só trará coisas boas e muita energia! Vá para a largada com tudo, ou quase tudo resolvido. Assim não remoerá ideias e energias negativas durante a prova.
Até a linha de chegada!
SBRasil
Triathlon · 11 ago, 2015
O Itaipu IM70.3 Brasil Paraguay está chegando e, para que a prova saia como o esperado, ou pelo menos como o imaginado, é importante não se esquecer de nada. É essencial ficar atento aos acessórios necessários para as três modalidades e aos detalhes que serão de suma importância para a conclusão dos 1,9 quilômetro de natação, 90,1 de ciclismo e 21,1 de corrida.
Organizar-se com antecedência faz toda a diferença, já que na véspera da competição os atletas precisam entregar as sacolas que recebem com o kit da prova com tudo que usarão em cada modalidade. A primeira sacola a ser entregue é a do ciclismo e em seguida a da corrida, já que a roupa da natação é a que você sairá vestido do hotel em direção à largada. Lembre-se, porém, de deixar à mão tudo o que precisará nessa primeira modalidade, como óculos, touca, chip, etc.
Fazer um checklist de tudo o que precisa levar e já conferir uma vez em casa é fundamental, pois apesar de uma corrida de última hora ao supermercado ou bike shop se fazer necessária às vezes, esta é uma adrenalina que não vale a pena passar e que pode ser evitada. Na manhã da véspera de entregar estas sacolas para a organização, pegue tudo o que já listou na sua casa e levou para Foz do Iguaçu, coloque no chão e comece a separar os itens por modalidade.
Organize, refaça as contas de intervalo de tempos que usará determinado suplemento e alimento e confira mais uma vez. Em seguida, coloque tudo na devida sacola e você estará pronto para a prova. Durante a competição, alguns gostam de fazer contas de em que momento precisarão tomar os seus suplementos, e esta conta não pode falhar. Caso julgue necessário, faça uma "cola" e grude no clip da bike, onde verá sempre aquele lembrete: gel, sal, água, etc...
Não deixe nada para a última hora. Foto: Fábio Falconi/Latin SportsNa corrida, nada como a matemática dos quilômetros! "Vou tomar gel nos quilômetros "x", "y", "z, sal nos x y z, etc. Isso tudo ajuda muito a passar o tempo e a não esquecer dos suplementos.
O 70.3 por si só já é uma prova muito emocionante. A motivação que buscamos está com certeza nos nossos familiares e amigos que sabem o quanto treinamos, abdicamos de tempo em família, descanso, alimentação e vida social para estar na linha de largada e depois receber a medalha! Refletir isso tudo durante a prova só trará coisas boas e muita energia! Vá para a largada com tudo, ou quase tudo resolvido. Assim não remoerá ideias e energias negativas durante a prova.
Até a linha de chegada!
SBRasil