Triathlon

5 dicas do que procurar na sua primeira mountain bike

Escolher a bicicleta certa não é uma tarefa simples. É preciso ficar de olho até nos pequenos detalhes. Mas como atingir os 100% de acerto na hora de adquirir a primeira mountain bike?

De modo geral, existem dois critérios básicos que todo ciclista deve ter em mente. O primeiro é o quadro, pois este é a alma da bicicleta, e sua escolha depende muito do objetivo do ciclista. Por exemplo, se ele vai usar a bike para treino, competição (aí entra também o tipo da prova) ou cicloturismo.

O segundo quesito é o conjunto de peças, afinal é ali onde estão os detalhes que muitos iniciantes têm dificuldades em entender ou observar. Confira os tópicos abaixo.

1. O que procurar no quadro?

A primeira mountain bike deve atender a todas – senão a maioria – das necessidades do ciclista. Nesse caso, o quadro precisa ter:

Geometria acertada: para oferecer conforto e desempenho em passeios, trilhas e cicloviagens. No caso das viagens, é importante observar se o quadro possui fixação adequada para receber bagageiros, pois aqueles que não oferecem esse recurso são bastante limitados no transporte de alforjes.

Diferentes opções de tamanhos o ideal são as marcas que oferecem cinco opções, por exemplo: S, M, L, XL e XXL. Só essa amplitude vai oferecer a bicicleta certa que atenda todos os ciclistas de acordo com a estatura de cada um.

Inscreva-se na Indomit Caribe!

Foto: Giorgio Pulcini/Fotolia Foto: Giorgio Pulcini/Fotolia

2. Suspensão

As nomenclaturas das suspensões podem confundir até os mais experientes no mercado. Fique atento às peças de reposição como botões, travas e saiba se o lojista possui equipamentos e pode oferecer assistência para eventuais problemas.

3. Freios

Muito parecido com a decisão de escolher a suspensão. Pergunte se existem peças de reposição e como fazer para adquiri-las como pastilhas, mangueiras ou outros itens que o lojista possua para a “sangria” do freio.

4. Peças e componentes

O conjunto de peças vai garantir a durabilidade e o funcionamento da bike. Mais vale ter um conjunto em perfeita harmonia do que o melhor câmbio traseiro.

Existe o hábito de olhar somente para a marca ou modelo do câmbio traseiro e quantas velocidades a bicicleta possui. Cuidado, pois são outros itens como cubos, pedivela, cassete, movimento central e caixa de direção que normalmente dão as maiores dores de cabeça aos ciclistas. Olho neles!

5. Manopla e selim

Manopla e selim são os principais pontos de contato do ciclista. É sempre válido dar atenção a esses itens, entender se eles oferecem conforto e como isso pode favorecê-lo.

Qual bike recomendada?

Com o slogan “desempenho sem abrir mão do conforto”, a linha Aspect é perfeita para o mountain biker iniciante, porque conta com:

Head tube alongado: proporciona uma pilotagem mais ereta.
Top tube ligeiramente reduzido: oferece um posicionamento mais confortável.
Triângulo traseiro ligeiramente mais comprido: a velocidade média é mantida com mais facilidade.
Suporte para fixação de bagageiros: maior versatilidade para fixação de bagageiros e alforjes.
Os melhores componentes: respeitando compatibilidade das famílias Shimano e preservando a relação (pedivela/coroas, câmbios e cassete) da marca. O que proporciona, além de grande durabilidade, trocas de marchas extremamente precisas.
Suspensões: Suntour e freios Shimano ou Tektro.


5 dicas do que procurar na sua primeira mountain bike

Outros · 14 dez, 2016

Escolher a bicicleta certa não é uma tarefa simples. É preciso ficar de olho até nos pequenos detalhes. Mas como atingir os 100% de acerto na hora de adquirir a primeira mountain bike?

De modo geral, existem dois critérios básicos que todo ciclista deve ter em mente. O primeiro é o quadro, pois este é a alma da bicicleta, e sua escolha depende muito do objetivo do ciclista. Por exemplo, se ele vai usar a bike para treino, competição (aí entra também o tipo da prova) ou cicloturismo.

O segundo quesito é o conjunto de peças, afinal é ali onde estão os detalhes que muitos iniciantes têm dificuldades em entender ou observar. Confira os tópicos abaixo.

1. O que procurar no quadro?

A primeira mountain bike deve atender a todas – senão a maioria – das necessidades do ciclista. Nesse caso, o quadro precisa ter:

Geometria acertada: para oferecer conforto e desempenho em passeios, trilhas e cicloviagens. No caso das viagens, é importante observar se o quadro possui fixação adequada para receber bagageiros, pois aqueles que não oferecem esse recurso são bastante limitados no transporte de alforjes.

Diferentes opções de tamanhos o ideal são as marcas que oferecem cinco opções, por exemplo: S, M, L, XL e XXL. Só essa amplitude vai oferecer a bicicleta certa que atenda todos os ciclistas de acordo com a estatura de cada um.

Inscreva-se na Indomit Caribe!

Foto: Giorgio Pulcini/Fotolia Foto: Giorgio Pulcini/Fotolia

2. Suspensão

As nomenclaturas das suspensões podem confundir até os mais experientes no mercado. Fique atento às peças de reposição como botões, travas e saiba se o lojista possui equipamentos e pode oferecer assistência para eventuais problemas.

3. Freios

Muito parecido com a decisão de escolher a suspensão. Pergunte se existem peças de reposição e como fazer para adquiri-las como pastilhas, mangueiras ou outros itens que o lojista possua para a “sangria” do freio.

4. Peças e componentes

O conjunto de peças vai garantir a durabilidade e o funcionamento da bike. Mais vale ter um conjunto em perfeita harmonia do que o melhor câmbio traseiro.

Existe o hábito de olhar somente para a marca ou modelo do câmbio traseiro e quantas velocidades a bicicleta possui. Cuidado, pois são outros itens como cubos, pedivela, cassete, movimento central e caixa de direção que normalmente dão as maiores dores de cabeça aos ciclistas. Olho neles!

5. Manopla e selim

Manopla e selim são os principais pontos de contato do ciclista. É sempre válido dar atenção a esses itens, entender se eles oferecem conforto e como isso pode favorecê-lo.

Qual bike recomendada?

Com o slogan “desempenho sem abrir mão do conforto”, a linha Aspect é perfeita para o mountain biker iniciante, porque conta com:

Head tube alongado: proporciona uma pilotagem mais ereta.
Top tube ligeiramente reduzido: oferece um posicionamento mais confortável.
Triângulo traseiro ligeiramente mais comprido: a velocidade média é mantida com mais facilidade.
Suporte para fixação de bagageiros: maior versatilidade para fixação de bagageiros e alforjes.
Os melhores componentes: respeitando compatibilidade das famílias Shimano e preservando a relação (pedivela/coroas, câmbios e cassete) da marca. O que proporciona, além de grande durabilidade, trocas de marchas extremamente precisas.
Suspensões: Suntour e freios Shimano ou Tektro.

Vácuo no ciclismo: você sabe o que é?

Foto: Stefan Schurr/Fotolia Foto: Stefan Schurr/Fotolia

Inscreva-se no XX Troféu Cidade de São Paulo!

Um dos assuntos mais polêmicos no triathlon é o vácuo, a técnica consiste em permanecer atrás de outro atleta durante o pedal. Existem diversas variações em sua regra, sendo permitida em algumas provas, enquanto em outras o atleta pode ser penalizado e até impedido de seguir competindo.

Para a utilização dessa técnica forma-se o pelotão, onde um grupo de ciclistas se deslocam em conjunto, a fim de reduzir o desgaste maior que seria enfrentado sem barreiras, caso estivessem sozinhos. É extremamente necessário que o ciclista saiba pedalar em grupo, algo que parece fácil, mas pode ser bem complexo aos inexperientes.

Ao pedalar no pelotão o atleta deve ficar atento ao movimento geral dos outros ciclistas, afinal curvas, desvios de obstáculos e até aumento ou diminuição da velocidade surgem a todo momento. Quanto menor a distância em relação aoatleta da frente, maior o aproveitamento da zona de vácuo e é necessário se posicionar de maneira que o ciclista à sua frente barre o vento. Caso a direção o obrigue a mudar de posição, preste atenção, pois pode acontecer de fazer algum desvio brusco e acabar se desequilibrando.

Lembrando que a técnica não é permitida em todas as provas, a ITU (União Internacional de Triathlon) permite o vácuo em suas competições da modalidade olímpica e em algumas provas de distância menor, já no Ironman o atleta sofre penalidades como o acréscimo de minutos ou uma parada durante a competição.


Vácuo no ciclismo: você sabe o que é?

Triathlon · 12 dez, 2016

Foto: Stefan Schurr/Fotolia Foto: Stefan Schurr/Fotolia

Inscreva-se no XX Troféu Cidade de São Paulo!

Um dos assuntos mais polêmicos no triathlon é o vácuo, a técnica consiste em permanecer atrás de outro atleta durante o pedal. Existem diversas variações em sua regra, sendo permitida em algumas provas, enquanto em outras o atleta pode ser penalizado e até impedido de seguir competindo.

Para a utilização dessa técnica forma-se o pelotão, onde um grupo de ciclistas se deslocam em conjunto, a fim de reduzir o desgaste maior que seria enfrentado sem barreiras, caso estivessem sozinhos. É extremamente necessário que o ciclista saiba pedalar em grupo, algo que parece fácil, mas pode ser bem complexo aos inexperientes.

Ao pedalar no pelotão o atleta deve ficar atento ao movimento geral dos outros ciclistas, afinal curvas, desvios de obstáculos e até aumento ou diminuição da velocidade surgem a todo momento. Quanto menor a distância em relação aoatleta da frente, maior o aproveitamento da zona de vácuo e é necessário se posicionar de maneira que o ciclista à sua frente barre o vento. Caso a direção o obrigue a mudar de posição, preste atenção, pois pode acontecer de fazer algum desvio brusco e acabar se desequilibrando.

Lembrando que a técnica não é permitida em todas as provas, a ITU (União Internacional de Triathlon) permite o vácuo em suas competições da modalidade olímpica e em algumas provas de distância menor, já no Ironman o atleta sofre penalidades como o acréscimo de minutos ou uma parada durante a competição.

Fernando Toldi e Fernanda Garcia faturam 26º Troféu Brasil de Triathlon

Após um ano de acirradas disputas, chegou ao fim, neste domingo (11), a 26ª edição do Troféu Brasil de Triathlon com os títulos de Fernando Todi, no masculino e Fernanda Garcia, no feminino. Mesmo sob um sol de 30ºC e de fortes ventos, prejudicando, inclusive, os tempos na prova de ciclismo, ambos os atletas conseguiram chegar em terceiro e sexto lugares, respectivamente, o suficiente para comemorarem o primeiro título dos dois na maior competição do gênero da América Latina.

"É sem dúvida a realização de um sonho. Passei um ano de muito altos e baixos, mas consegui mostrar regularidade durante as etapas. Agora faço parte de uma legião de grandes nomes do tritahlon brasileiro a vencer esse importante circuito", comemora Toldi, vencedor de duas, das seis etapas do Troféu Brasil 2016. Já para a santista Fernanda Garcia, que desde cedo iniciou nas competições de triathlon da cidade, vencer em casa, perto dos familiares, é motivo de orgulho e felicidade. "É muito bom conquistar esse título. Persegui isso há tempo e, agora, posso curtir com aqueles que sempre me incentivaram na modalidade", diz Garcia.

Agora é sua última chance de participar da Live Music Run. Inscreva-se!

Garcia e Toldi foram os mais regulares durante toda a competição. Foto: João Pires/Divulgação Garcia e Toldi foram os mais regulares durante toda a competição. Foto: João Pires/Divulgação


Na última prova do ano, o atleta do Sesi, Reinaldo Colucci e do EC Pinheiros, Bia Neres, foram os vencedores da etapa, após percorrerem a distância olímpica de 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. No masculino, Colucci travou uma batalha equilibrada com seus companheiros de equipe, Flávio Quiroga, Edivanio Monteiro e Almir Sorbo, além do santista Marcus Fernandes durante a natação e o ciclismo. Entretanto, na corrida, o atleta do Sesi conseguiu reunir forças para disparar na frente e faturar mais uma prova no ano, com o tempo de 1h56min19.

No feminino, Bia Neres foi soberana durante toda a prova, vencendo com o tempo de 2h13min9, deixando para trás a segunda colocada, Mariana Penatti e da própria campeã, Fernanda Garcia, que cruzou em terceiro. Para o organizador da prova, Núbio de Almeida, o saldo do Troféu Brasil de 2016 foi altamente positivo, pois apesar de um ano de retração econômica, o circuito reuniu em todas as etapas centenas de atletas de todo o país, numa mescla de novos e experientes, atingindo o objetivo da competição. "Eu só tenho que agradecer o incentivo e a parceria dos atletas, pois eles entenderam que mesmo na crise, nós podemos fazer do triathlon uma modalidade forte e atrativa", explicou Almeida, que confirmou a realização do 27º Troféu Brasil de Triathlon com provas nos dias 26/03; 25/06; 03/09; 08/10; e 10/12, todas em Santos (SP).

Emoção na homenagem à Marcus Ornellas

Um dos pontos altos da última etapa do 26º Troféu Brasil de Triathlon foi a homenagem prestada ao triatleta Marcus Ornellas, em comemoração aos 25 anos do primeiro título do atleta na competição. Considerado como um dos ícones da modalidade no país, Ornellas participou de uma "largada especial" apenas com os amigos de outrora, como Armando Barcellos, Marcelo Butenas, Leandro Macedo, Virgílio de Castilho e outros, que competiram na distância Short (750 metros de natação, 20 Km de ciclismo e 5 Km de corrida).

"Foi uma emoção muito forte viver isso aqui de novo. Engraçado que faz alguns anos que não disputo mais a prova, contudo todos continuam me reconhecendo. Até o pessoal do hotel lembrou de mim!", disse o fluminense, bicampeão do Troféu Brasil, em 1992 e 1996. Além disso, Marcus Ornellas sempre teve atuação de destaque na prova. Apenas para se ter uma ideia, entre 1992 e 2004 foi quatro vezes vice-campeão, duas vezes terceiro, duas vezes quarto. Desde 1991 conseguiu completar 56 provas, ficando 39 vezes entre os cinco melhores colocados, com destaque para seis vitórias e 12 segundos lugares. Somente duas vezes não ficou entre os Top 10 em uma etapa.

Ornellas emocionado com homenagem Foto: João Pires/Divulgação Ornellas emocionado com homenagem Foto: João Pires/Divulgação


Fernando Toldi e Fernanda Garcia faturam 26º Troféu Brasil de Triathlon

Triathlon · 12 dez, 2016

Após um ano de acirradas disputas, chegou ao fim, neste domingo (11), a 26ª edição do Troféu Brasil de Triathlon com os títulos de Fernando Todi, no masculino e Fernanda Garcia, no feminino. Mesmo sob um sol de 30ºC e de fortes ventos, prejudicando, inclusive, os tempos na prova de ciclismo, ambos os atletas conseguiram chegar em terceiro e sexto lugares, respectivamente, o suficiente para comemorarem o primeiro título dos dois na maior competição do gênero da América Latina.

"É sem dúvida a realização de um sonho. Passei um ano de muito altos e baixos, mas consegui mostrar regularidade durante as etapas. Agora faço parte de uma legião de grandes nomes do tritahlon brasileiro a vencer esse importante circuito", comemora Toldi, vencedor de duas, das seis etapas do Troféu Brasil 2016. Já para a santista Fernanda Garcia, que desde cedo iniciou nas competições de triathlon da cidade, vencer em casa, perto dos familiares, é motivo de orgulho e felicidade. "É muito bom conquistar esse título. Persegui isso há tempo e, agora, posso curtir com aqueles que sempre me incentivaram na modalidade", diz Garcia.

Agora é sua última chance de participar da Live Music Run. Inscreva-se!

Garcia e Toldi foram os mais regulares durante toda a competição. Foto: João Pires/Divulgação Garcia e Toldi foram os mais regulares durante toda a competição. Foto: João Pires/Divulgação


Na última prova do ano, o atleta do Sesi, Reinaldo Colucci e do EC Pinheiros, Bia Neres, foram os vencedores da etapa, após percorrerem a distância olímpica de 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. No masculino, Colucci travou uma batalha equilibrada com seus companheiros de equipe, Flávio Quiroga, Edivanio Monteiro e Almir Sorbo, além do santista Marcus Fernandes durante a natação e o ciclismo. Entretanto, na corrida, o atleta do Sesi conseguiu reunir forças para disparar na frente e faturar mais uma prova no ano, com o tempo de 1h56min19.

No feminino, Bia Neres foi soberana durante toda a prova, vencendo com o tempo de 2h13min9, deixando para trás a segunda colocada, Mariana Penatti e da própria campeã, Fernanda Garcia, que cruzou em terceiro. Para o organizador da prova, Núbio de Almeida, o saldo do Troféu Brasil de 2016 foi altamente positivo, pois apesar de um ano de retração econômica, o circuito reuniu em todas as etapas centenas de atletas de todo o país, numa mescla de novos e experientes, atingindo o objetivo da competição. "Eu só tenho que agradecer o incentivo e a parceria dos atletas, pois eles entenderam que mesmo na crise, nós podemos fazer do triathlon uma modalidade forte e atrativa", explicou Almeida, que confirmou a realização do 27º Troféu Brasil de Triathlon com provas nos dias 26/03; 25/06; 03/09; 08/10; e 10/12, todas em Santos (SP).

Emoção na homenagem à Marcus Ornellas

Um dos pontos altos da última etapa do 26º Troféu Brasil de Triathlon foi a homenagem prestada ao triatleta Marcus Ornellas, em comemoração aos 25 anos do primeiro título do atleta na competição. Considerado como um dos ícones da modalidade no país, Ornellas participou de uma "largada especial" apenas com os amigos de outrora, como Armando Barcellos, Marcelo Butenas, Leandro Macedo, Virgílio de Castilho e outros, que competiram na distância Short (750 metros de natação, 20 Km de ciclismo e 5 Km de corrida).

"Foi uma emoção muito forte viver isso aqui de novo. Engraçado que faz alguns anos que não disputo mais a prova, contudo todos continuam me reconhecendo. Até o pessoal do hotel lembrou de mim!", disse o fluminense, bicampeão do Troféu Brasil, em 1992 e 1996. Além disso, Marcus Ornellas sempre teve atuação de destaque na prova. Apenas para se ter uma ideia, entre 1992 e 2004 foi quatro vezes vice-campeão, duas vezes terceiro, duas vezes quarto. Desde 1991 conseguiu completar 56 provas, ficando 39 vezes entre os cinco melhores colocados, com destaque para seis vitórias e 12 segundos lugares. Somente duas vezes não ficou entre os Top 10 em uma etapa.

Ornellas emocionado com homenagem Foto: João Pires/Divulgação Ornellas emocionado com homenagem Foto: João Pires/Divulgação

Circuito Ironman Fortaleza muda distâncias em 2017

Triathlon · 08 dez, 2016

A etapa de Fortaleza, da série de provas do Circuito Ironman no Brasil, mudará em 2017. A prova, que até aqui tinha distâncias completas, terá na próxima temporada as distâncias 70.3 - 1,8 km de natação, 90 de ciclismo e 21 de corrida. A mudança buscará fortalecer o circuito de provas no Brasil, que conta com mais três outras etapas - Palmas, Alagoas e Rio de Janeiro..

O Ironman 70.3 Fortaleza, marcado para 26 de novembro, no Marina Park Hotel, será a quarta e última etapa do gênero no ano, fechando o ranking do Circuito Brasileiro Ironman 70.3. Este Circuito, composto por quatro etapas no país, é uma novidade para 2017, pois premiará os melhores atletas amadores do triatlo nacional de distância 70.3. O seu regulamento será anunciado em breve, mas já se pode adiantar que a etapa de Fortaleza garantirá mais pontos aos atletas, tornando-a ainda mais atrativa.

As inscrições para a Live Music Run estão abertas. Confira no Ticket Agora!

Foto: Fábio Falconi/Divulgação Foto: Fábio Falconi/Divulgação

As inscrições para o Ironman 70.3 Fortaleza serão abertas no dia 15 de dezembro, às 10h (horário de Brasília), com taxa de US$ 300 ou R$ 1.050,00 mais taxas. A prova ainda contará com a modalidade revezamento, na qual equipes de 2 ou 3 atletas podem competir dividindo entre si as modalidades. Mais informações e formas de pagamento podem ser obtidas no site oficial.

Última etapa do Troféu Brasil de Triathlon ocorre neste domingo (11)

A 26ª edição do Troféu Brasil de Triathlon chega ao fim neste domingo (11) com a realização da sexta e última etapa na praia da Aparecida, em Santos (SP). A briga pelos títulos nas categorias profissional e amador deverá ser acirrada, com alguns dos melhores nomes do esporte na atualidade competindo nas distâncias olímpicas correspondentes a 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida (haverá também a disputa do short, com metade destas distâncias).

No profissional masculino, o triatleta Fernando Toldi já levou o título por antecipação após vencer a quinta etapa e chegar aos 608 pontos. Porém, no feminino, a conquista está em aberto com a santista Fernanda Garcia na ponta da tabela, seguida de perto pela Ironmãe Rosecler Costa e de Carolina Furriela, vencedora das duas últimas etapas.

A etapa também terá o incentivo dos atletas participantes em favor da Campanha pela Erradicação da Polio, na qual parte do valor das inscrições serão destinadas as milhares de crianças beneficiadas pela ação do Rotary Club Internacional. "Sempre procuramos trabalhar essa questão da responsabilidade social com os atletas, pois além de promover saúde e bem-estar, o esporte possibilita às pessoas a oportunidade de ajudar o próximo e transformar o mundo com amor e união", explica o organizador da prova, Núbio de Almeida.

As vagas em disputa serão para profissionais e amadores, assim como nas categorias militar, amputado com prótese, amputado sem prótese, deficiente visual, cadeirante, biamputado, amputado membro superior, entre outros. No domingo (11), dia da prova, a preparação começa às 6h15, com numeração e entrega das bicicletas na área de transição, em frente à Etec Escolástica Rosa, na Av. Bartolomeu de Gusmão, entre os canais 5 e 6.

Os atletas profissionais e da categoria amador olímpico farão a marcação das 6h15 às 8h30. A largada da distância Short ocorre a partir das 7h30 e da Olímpica às 8h40. A premiação está prevista para às 11 horas.

Carol Furriela venceu as duas última etapas da competição Foto: João Pires/Divulgação Carol Furriela venceu as duas última etapas da competição Foto: João Pires/Divulgação

Homenagem
Além do "pega" decisivo, a etapa terá uma atração especial: a comemoração de 25 anos do primeiro título do triatleta Marcus Ornellas, um dos ícones da modalidade no país. No dia haverá uma largada especial para a distância Short (750 metros de natação, 20 Km de ciclismo e 5 Km de corrida) denominada de "Amigos do Ornellas", que deverá contar com a participação de renomados atletas do passado recente, como Armando Barcellos, Marcelo Butenas, Leandro Macedo, Virgilio de Castilho, entre outros.

Que tal se desafiar com o XX Troféu Cidade de São Paulo? Inscreva-se!

Bicampeão do Troféu Brasil, em 1992 e 1996, o fluminense Marcus Ornellas comemora a chance de voltar a competir uma prova do circuito que mais lhe rendeu oportunidades na carreira. "Será uma grande honra poder participar mais uma vez desta prova que me ajudou a fortalecer no esporte, além de correr ao lado de grandes amigos e feras da modalidade", explica Ornellas.

Considerado como um dos maiores triatletas do Brasil, Marcus Ornellas sempre foi muito competitivo. Além de vencer o Troféu Brasil por duas vezes, entre 1992 e 2004 foi quatro vezes vice-campeão, duas vezes terceiro e duas vezes quarto. Desde 1991 foram 56 provas completadas, ficando 39 vezes entre os cinco melhores colocados, com destaque para seis vitórias e 12 segundos lugares. Somente duas vezes não ficou entre os Top 10 numa etapa. Entre 2005 e 2012 priorizou a temporada na Europa (morou na Itália e França), pois durante um bom tempo competiu por um clube italiano de Turim.


Última etapa do Troféu Brasil de Triathlon ocorre neste domingo (11)

Triathlon · 07 dez, 2016

A 26ª edição do Troféu Brasil de Triathlon chega ao fim neste domingo (11) com a realização da sexta e última etapa na praia da Aparecida, em Santos (SP). A briga pelos títulos nas categorias profissional e amador deverá ser acirrada, com alguns dos melhores nomes do esporte na atualidade competindo nas distâncias olímpicas correspondentes a 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida (haverá também a disputa do short, com metade destas distâncias).

No profissional masculino, o triatleta Fernando Toldi já levou o título por antecipação após vencer a quinta etapa e chegar aos 608 pontos. Porém, no feminino, a conquista está em aberto com a santista Fernanda Garcia na ponta da tabela, seguida de perto pela Ironmãe Rosecler Costa e de Carolina Furriela, vencedora das duas últimas etapas.

A etapa também terá o incentivo dos atletas participantes em favor da Campanha pela Erradicação da Polio, na qual parte do valor das inscrições serão destinadas as milhares de crianças beneficiadas pela ação do Rotary Club Internacional. "Sempre procuramos trabalhar essa questão da responsabilidade social com os atletas, pois além de promover saúde e bem-estar, o esporte possibilita às pessoas a oportunidade de ajudar o próximo e transformar o mundo com amor e união", explica o organizador da prova, Núbio de Almeida.

As vagas em disputa serão para profissionais e amadores, assim como nas categorias militar, amputado com prótese, amputado sem prótese, deficiente visual, cadeirante, biamputado, amputado membro superior, entre outros. No domingo (11), dia da prova, a preparação começa às 6h15, com numeração e entrega das bicicletas na área de transição, em frente à Etec Escolástica Rosa, na Av. Bartolomeu de Gusmão, entre os canais 5 e 6.

Os atletas profissionais e da categoria amador olímpico farão a marcação das 6h15 às 8h30. A largada da distância Short ocorre a partir das 7h30 e da Olímpica às 8h40. A premiação está prevista para às 11 horas.

Carol Furriela venceu as duas última etapas da competição Foto: João Pires/Divulgação Carol Furriela venceu as duas última etapas da competição Foto: João Pires/Divulgação

Homenagem
Além do "pega" decisivo, a etapa terá uma atração especial: a comemoração de 25 anos do primeiro título do triatleta Marcus Ornellas, um dos ícones da modalidade no país. No dia haverá uma largada especial para a distância Short (750 metros de natação, 20 Km de ciclismo e 5 Km de corrida) denominada de "Amigos do Ornellas", que deverá contar com a participação de renomados atletas do passado recente, como Armando Barcellos, Marcelo Butenas, Leandro Macedo, Virgilio de Castilho, entre outros.

Que tal se desafiar com o XX Troféu Cidade de São Paulo? Inscreva-se!

Bicampeão do Troféu Brasil, em 1992 e 1996, o fluminense Marcus Ornellas comemora a chance de voltar a competir uma prova do circuito que mais lhe rendeu oportunidades na carreira. "Será uma grande honra poder participar mais uma vez desta prova que me ajudou a fortalecer no esporte, além de correr ao lado de grandes amigos e feras da modalidade", explica Ornellas.

Considerado como um dos maiores triatletas do Brasil, Marcus Ornellas sempre foi muito competitivo. Além de vencer o Troféu Brasil por duas vezes, entre 1992 e 2004 foi quatro vezes vice-campeão, duas vezes terceiro e duas vezes quarto. Desde 1991 foram 56 provas completadas, ficando 39 vezes entre os cinco melhores colocados, com destaque para seis vitórias e 12 segundos lugares. Somente duas vezes não ficou entre os Top 10 numa etapa. Entre 2005 e 2012 priorizou a temporada na Europa (morou na Itália e França), pois durante um bom tempo competiu por um clube italiano de Turim.

17 fatos sobre grandes companheiras: camisetas de corrida

Existe muito amor e respeito pela história que elas contam e também uma bagunça no armário cheia de significado. Sim, estamos falando das nossas queridas companheiras, camisetas de corrida, cada qual com sua aventura para contar.

Além dessa relação muito próxima afinal, elas são essenciais em cada ida aos parques, ruas e academias, corredores também possuem manias curiosas de como tratar cada peça.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Encontramos 17 fatos – e você vai se identificar com alguns deles – sobre a relação dos corredores com suas camisetas.

1. A gente sempre gosta da mais velha

Tem muito sentimento envolvido. Se alguém quiser jogar fora, corre o risco de escutar poucas e boas.

2. Temos amor até pelas mais feinhas

Os seus primeiros 10Km foram naquela corrida com uma camiseta marrom e detalhes em rosa. A camiseta é feia, mas para você é linda. E ai de quem discordar.

3. Você nunca usou, mas se o seu irmão usar…

“Não mexe nas minhas coisas de corrida!”

4. Estão desfiando de tanto uso

Mas vão longe, até se desintegrar, derreter ou sofrer combustão espontânea.

5. Já têm seu cheiro

Concentrado mil vezes, especialmente nas axilas. É para marcar território.

6. Alfinetes para prender o número de peito são torturantes

Os mais aficionados têm porta número de peito que evita estragos.

7. O sovaco está amarelinho

Cândida, esfregão e plutônio não resolveram, mas ninguém olha pro seu sovaco mesmo, oras!

8. Tem uma ou outra que são usadas por puro status

E daí que você nunca correu os 180Km que a camiseta diz? Ninguém mais sabe.

A 2ª Meia Maratona de Gramado está com as inscrições abertas!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

9. Você tem 58 unidades, contadas e catalogadas, mas só usa 3

“Sou um colecionador”.

10. Você já percebeu que a modelagem em geral não tem nenhum padrão, mas tudo bem né

Cada corrida tem um “M” diferente e é assim que vai ser. Escolher o tamanho da camiseta é quase um exercício de sorte.

11. Você faz tudo com elas.

E pensou seriamente em casar-se vestindo uma.

12. Estão em seu armário separadas por cores, distâncias, localização e corretamente catalogadas

“Quem pegou a verde limão da XXI maratona de São João 2003 que estava do lado da verde musgo da Corrida Rústica de Natal 2007?”

13. Sempre encontra alguém na rua com uma igual. Vocês são irmãos de corrida

Troca de olhares e um pensamento: “essa menina(o) tem bom gosto”.

14. Todo mundo olha para você na rua e pensa: que camiseta legal

Já você, não consegue olhar pro lado, pois está no meio de um treino de tiro.

15. Nunca haverá um consenso sobre o melhor tecido. Diversidade faz bem!

Tem gente que prefere creponado, outras mais encorpado e até gente quem não gosta de poliamida, vai de poliéster ou alguma mistura tecnológica.

16. Tem uma camiseta (ou mais) que mora no seu carro

Só esperamos que não seja uma usada.

17. Vocês podem até um dia se separar, mas nunca esquecerão dos momentos que viveram juntos

#amigosparasempre


17 fatos sobre grandes companheiras: camisetas de corrida

Corrida de Montanha · 07 dez, 2016

Existe muito amor e respeito pela história que elas contam e também uma bagunça no armário cheia de significado. Sim, estamos falando das nossas queridas companheiras, camisetas de corrida, cada qual com sua aventura para contar.

Além dessa relação muito próxima afinal, elas são essenciais em cada ida aos parques, ruas e academias, corredores também possuem manias curiosas de como tratar cada peça.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Encontramos 17 fatos – e você vai se identificar com alguns deles – sobre a relação dos corredores com suas camisetas.

1. A gente sempre gosta da mais velha

Tem muito sentimento envolvido. Se alguém quiser jogar fora, corre o risco de escutar poucas e boas.

2. Temos amor até pelas mais feinhas

Os seus primeiros 10Km foram naquela corrida com uma camiseta marrom e detalhes em rosa. A camiseta é feia, mas para você é linda. E ai de quem discordar.

3. Você nunca usou, mas se o seu irmão usar…

“Não mexe nas minhas coisas de corrida!”

4. Estão desfiando de tanto uso

Mas vão longe, até se desintegrar, derreter ou sofrer combustão espontânea.

5. Já têm seu cheiro

Concentrado mil vezes, especialmente nas axilas. É para marcar território.

6. Alfinetes para prender o número de peito são torturantes

Os mais aficionados têm porta número de peito que evita estragos.

7. O sovaco está amarelinho

Cândida, esfregão e plutônio não resolveram, mas ninguém olha pro seu sovaco mesmo, oras!

8. Tem uma ou outra que são usadas por puro status

E daí que você nunca correu os 180Km que a camiseta diz? Ninguém mais sabe.

A 2ª Meia Maratona de Gramado está com as inscrições abertas!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

9. Você tem 58 unidades, contadas e catalogadas, mas só usa 3

“Sou um colecionador”.

10. Você já percebeu que a modelagem em geral não tem nenhum padrão, mas tudo bem né

Cada corrida tem um “M” diferente e é assim que vai ser. Escolher o tamanho da camiseta é quase um exercício de sorte.

11. Você faz tudo com elas.

E pensou seriamente em casar-se vestindo uma.

12. Estão em seu armário separadas por cores, distâncias, localização e corretamente catalogadas

“Quem pegou a verde limão da XXI maratona de São João 2003 que estava do lado da verde musgo da Corrida Rústica de Natal 2007?”

13. Sempre encontra alguém na rua com uma igual. Vocês são irmãos de corrida

Troca de olhares e um pensamento: “essa menina(o) tem bom gosto”.

14. Todo mundo olha para você na rua e pensa: que camiseta legal

Já você, não consegue olhar pro lado, pois está no meio de um treino de tiro.

15. Nunca haverá um consenso sobre o melhor tecido. Diversidade faz bem!

Tem gente que prefere creponado, outras mais encorpado e até gente quem não gosta de poliamida, vai de poliéster ou alguma mistura tecnológica.

16. Tem uma camiseta (ou mais) que mora no seu carro

Só esperamos que não seja uma usada.

17. Vocês podem até um dia se separar, mas nunca esquecerão dos momentos que viveram juntos

#amigosparasempre

Ironman 70.3 Alagoas é novidade para 2017

Mais uma cidade do Nordeste fará parte do calendário de provas do Circuito Ironman 70.3 no Brasil no próximo ano. O Ironman 70.3 Alagoas acontecerá no domingo, dia 6 de agosto de 2017, na icônica cidade de Maceió. Este novo evento soma-se ao calendário de provas do circuito Ironman 70.3. As inscrições gerais para a prova abrirão dia 5 de dezembro às 10h da manhã (BRT).

"A América do Sul é uma região de expansão para o Ironman nos últimos anos e este novo evento em Alagoas é um indicativo deste crescimento," disse Joanna Jordan, Diretora Administrativa do Ironman América Latina. "A demanda por provas continua a florescer no Brasil, e Alagoas será um destino atrativo para atletas e suas famílias", completa.

Alagoas oferecerá um percurso de 1,9km de natação, 90km de ciclismo e 21.1km de corrida pela cidade de Maceió. A prova começará na Praia Pajuçara em um percurso de natação de uma volta. Da praia, os atletas sairão para a bike, que será composta por duas voltas iguais em direção à Praia do Frânces, com um cenário incrível. Os atletas concluirão a prova após uma meia maratona em duas voltas pela Praia Pajuçara.

O Circuito Rei e Rainha do Mar está com as inscrições abertas!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O evento oferecerá 30 vagas para o Mundial 2018 entre os atletas amadores. O Mundial de 2018 acontecerá nos dias 1 e 2 de Setembro, em Nelson Mandela Bay - África do Sul.

A programação de provas já confirmadas no Brasil em 2017 terá ainda o 70.3 Palmas, em 23 de abril, o Ironman Florianópolis, em 28 de maio e o 70.3 Rio de Janeiro, em 1º de outubro.


Ironman 70.3 Alagoas é novidade para 2017

Meia Maratona · 02 dez, 2016

Mais uma cidade do Nordeste fará parte do calendário de provas do Circuito Ironman 70.3 no Brasil no próximo ano. O Ironman 70.3 Alagoas acontecerá no domingo, dia 6 de agosto de 2017, na icônica cidade de Maceió. Este novo evento soma-se ao calendário de provas do circuito Ironman 70.3. As inscrições gerais para a prova abrirão dia 5 de dezembro às 10h da manhã (BRT).

"A América do Sul é uma região de expansão para o Ironman nos últimos anos e este novo evento em Alagoas é um indicativo deste crescimento," disse Joanna Jordan, Diretora Administrativa do Ironman América Latina. "A demanda por provas continua a florescer no Brasil, e Alagoas será um destino atrativo para atletas e suas famílias", completa.

Alagoas oferecerá um percurso de 1,9km de natação, 90km de ciclismo e 21.1km de corrida pela cidade de Maceió. A prova começará na Praia Pajuçara em um percurso de natação de uma volta. Da praia, os atletas sairão para a bike, que será composta por duas voltas iguais em direção à Praia do Frânces, com um cenário incrível. Os atletas concluirão a prova após uma meia maratona em duas voltas pela Praia Pajuçara.

O Circuito Rei e Rainha do Mar está com as inscrições abertas!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O evento oferecerá 30 vagas para o Mundial 2018 entre os atletas amadores. O Mundial de 2018 acontecerá nos dias 1 e 2 de Setembro, em Nelson Mandela Bay - África do Sul.

A programação de provas já confirmadas no Brasil em 2017 terá ainda o 70.3 Palmas, em 23 de abril, o Ironman Florianópolis, em 28 de maio e o 70.3 Rio de Janeiro, em 1º de outubro.

Conheça 6 atletas vegetarianos que são campeões

O IBOPE afirma que hoje no Brasil mais de 15 milhões de pessoas são vegetarianas, o número crescente, faz com que diversas pesquisas e serviços sejam realizados voltados a pessoas que não comem carne. Porém, mesmo assim, muitas perguntas ainda rodeiam a prática.

Muitos atletas quando cogitam se tornar vegetarianos acreditam que isso possa prejudicar sua performance. Porém, esse mito já foi por água abaixo, hoje é consenso entre organizações internacionais de saúde, entre elas a American Dietetic Association (ADA), que sim é possível manter uma dieta vegetariana sem prejudicar o desempenho esportivo.

O mundo do esporte cada vez conta com mais veganos e vegetarianos subindo aos pódios, contrariando as expectativas de muitos. Listamos seis atletas notáveis que não consomem carne.

1. Carl Lewis

Participe de Segunda Meia Maratona de Gramado

Foto: Internet Foto: Internet

Um dos maiores corredores da história, não poderia faltar nesta lista. Carl Lewis conquistou dez medalhas olímpicas, sendo nove delas de ouro. Tornou-se vegetariano em 1990, ano que segundo ele foi o melhor de sua carreira. Jamais teve problemas para manter seu peso sob controle até se aposentar.

2. Serena Williams

Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0 Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0

A tenista Serena Williams, segunda maior campeã da história dos Grand Slams, tornou-se vegetariana por influencia de sua irmã, a também tenista Venus Williams. Uma das maiores características de Serena foi o vigor físico, que continuou impecável após a decisão de seguir uma dieta sem carne.

3. Fiona Oakes

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Multicampeã de maratonas internacionais, Fiona Oakes parou de comer alimentos de origem animal aos seis anos de idade e na adolescência se tornou vegana. Desde então esteve no ranking de maratonas como as de Amsterdâ, Moscou, Londres e Berlim. Além disso sagrou-se campeã da Northe Pole Marathon 2013, disputada a -28 graus.

4. Dave Scott

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Detentor do recorde histórico de vitórias no Ironman, uma das maiores competições de triathlon do mundo, Dave Scott é a prova viva que a dieta vegetariana consegue suprir as necessidades de todo tipo de atleta, seja força, resistência ou explosão.

5. Patrik Baboumian

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Patrik contraria quem acredita que uma dieta sem carne pode deixar o atleta mais fraco. O atleta é vegetariano desde de 2005 e tornou-se vegano em 2011, mesmo assim seguiu ganhando títulos de fisiculturismo. Aparentemente, sua força não foi afetada após parar de comer carne

6. Nate Diaz

Foto:Divulgação/Facebook Foto:Divulgação/Facebook

Ex-campeão da categoria meio-médio do UFC, Nate Diaz se envolveu em uma polêmica com o treinador de seu adversário, Conor McGregor, nas vésperas da luta valendo o cinturão. O técnico Ido Portal afirmou que não conseguia ver dietas vegetarianas como algo saudável e que era impossível ter os mesmos desempenhos de um atletas carnívoro. Diaz venceu a luta de forma incontestável, provando que o treinador estava errado.


Conheça 6 atletas vegetarianos que são campeões

Atletismo · 02 dez, 2016

O IBOPE afirma que hoje no Brasil mais de 15 milhões de pessoas são vegetarianas, o número crescente, faz com que diversas pesquisas e serviços sejam realizados voltados a pessoas que não comem carne. Porém, mesmo assim, muitas perguntas ainda rodeiam a prática.

Muitos atletas quando cogitam se tornar vegetarianos acreditam que isso possa prejudicar sua performance. Porém, esse mito já foi por água abaixo, hoje é consenso entre organizações internacionais de saúde, entre elas a American Dietetic Association (ADA), que sim é possível manter uma dieta vegetariana sem prejudicar o desempenho esportivo.

O mundo do esporte cada vez conta com mais veganos e vegetarianos subindo aos pódios, contrariando as expectativas de muitos. Listamos seis atletas notáveis que não consomem carne.

1. Carl Lewis

Participe de Segunda Meia Maratona de Gramado

Foto: Internet Foto: Internet

Um dos maiores corredores da história, não poderia faltar nesta lista. Carl Lewis conquistou dez medalhas olímpicas, sendo nove delas de ouro. Tornou-se vegetariano em 1990, ano que segundo ele foi o melhor de sua carreira. Jamais teve problemas para manter seu peso sob controle até se aposentar.

2. Serena Williams

Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0 Foto: Yann Caradec/CC BY-SA 2.0

A tenista Serena Williams, segunda maior campeã da história dos Grand Slams, tornou-se vegetariana por influencia de sua irmã, a também tenista Venus Williams. Uma das maiores características de Serena foi o vigor físico, que continuou impecável após a decisão de seguir uma dieta sem carne.

3. Fiona Oakes

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Multicampeã de maratonas internacionais, Fiona Oakes parou de comer alimentos de origem animal aos seis anos de idade e na adolescência se tornou vegana. Desde então esteve no ranking de maratonas como as de Amsterdâ, Moscou, Londres e Berlim. Além disso sagrou-se campeã da Northe Pole Marathon 2013, disputada a -28 graus.

4. Dave Scott

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Detentor do recorde histórico de vitórias no Ironman, uma das maiores competições de triathlon do mundo, Dave Scott é a prova viva que a dieta vegetariana consegue suprir as necessidades de todo tipo de atleta, seja força, resistência ou explosão.

5. Patrik Baboumian

Foto: Divulgação/Facebook Foto: Divulgação/Facebook

Patrik contraria quem acredita que uma dieta sem carne pode deixar o atleta mais fraco. O atleta é vegetariano desde de 2005 e tornou-se vegano em 2011, mesmo assim seguiu ganhando títulos de fisiculturismo. Aparentemente, sua força não foi afetada após parar de comer carne

6. Nate Diaz

Foto:Divulgação/Facebook Foto:Divulgação/Facebook

Ex-campeão da categoria meio-médio do UFC, Nate Diaz se envolveu em uma polêmica com o treinador de seu adversário, Conor McGregor, nas vésperas da luta valendo o cinturão. O técnico Ido Portal afirmou que não conseguia ver dietas vegetarianas como algo saudável e que era impossível ter os mesmos desempenhos de um atletas carnívoro. Diaz venceu a luta de forma incontestável, provando que o treinador estava errado.

Corrigir a visão pode melhorar a performance nos esportes

Foto: LukasX/Fotolia Foto: LukasX/Fotolia

Velocidade, força, agilidade, flexibilidade, prática e talento são elementos geralmente associados ao desempenho de atletas de alta performance. O que poucos sabem é que a visão é um dos componentes mais importantes na atuação dos esportistas, incluindo os de final de semana. Ela é responsável por até 85% dos estímulos que resultam nos movimentos do corpo.

Algumas habilidades visuais são especialmente importantes para a prática esportiva, como a estereopsia, percepção de profundidade formada pela fusão das imagens dos dois olhos formando uma imagem única e tridimensional; e a visão periférica, que consiste na capacidade de perceber o que está fora do foco principal da visão. É ela que permite aos jogadores de futebol, por exemplo, ver a movimentação do adversário à sua volta sem perder a atenção da bola e da jogada.

No Brasil, 33 milhões de pessoas precisam de algum tipo de correção visual, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Desse número, 12 milhões não procuram o tratamento adequado. Para a oftalmologista Laura Cardoso, consultora médica da Johnson & Johnson Vision Care: “o exame oftalmológico completo é a melhor maneira de se buscar saúde ocular e boa visão. O oftalmologista é o único apto a fazer essa avaliação e determinar a melhor correção que fornecerá o desempenho visual ideal para cada indivíduo”.

A melhor opção de correção visual para a prática esportiva

Os óculos geralmente não são recomendados para uso em atividades esportivas: “a principal preocupação é que os óculos podem se quebrar e ferir os olhos do paciente em situações de risco durante muitas dessas atividades”, declara a oftalmologista. “E, mesmo nos casos em que os óculos permitem a proteção adequada, muitas vezes não proporcionam a correção visual ideal para a prática esportiva, já que limitam o campo visual, molham, embaçam e não oferecem proteção completa aos olhos contra os raios UV, necessária para os esportes ao ar livre”, completa.

As lentes de contato gelatinosas são a primeira escolha de correção visual para a grande maioria dos esportes. “Quando comparadas aos óculos, elas ampliam o campo de visão o que já proporciona um melhor desempenho aos atletas”.

Que tal uma aventura nova? Inscreva-se na Indomit Caribe!

Foto: rh2010/Fotolia Foto: rh2010/Fotolia

Confira os principais benefícios das lentes de contato para a prática esportiva

- Ampliam o campo visual: importante nos esportes em equipe, o atleta pode acompanhar a bola ou o adversário sem que a armação dos óculos restrinja a visão.
- Não escorregam do nariz com o suor ou com movimentos rápidos.
- Não apresentam reflexos que podem distorcer a visão.
- Podem ser usadas por baixo de óculos protetores, caso o esporte exija.
- Não sobem e descem enquanto o atleta caminha, corre ou faz uma aula de aeróbica.
- Não quebram se algo ou alguém atingir o rosto acidentalmente.
- Não embaçam ou molham pela chuva, sendo assim o atleta pode ver mais claramente.

Por fim, são práticas de usar e confortáveis: “As lentes de descarte diário são as mais práticas, seguras e saudáveis para os olhos, pois dispensam os cuidados diários de limpeza e manutenção das lentes, a necessidade de estojo e de solução desinfetante, diminuindo a incidência de complicações associadas ao mau uso e privilegiando a saúde ocular”, garante Laura.


Corrigir a visão pode melhorar a performance nos esportes

Corrida de Montanha · 01 dez, 2016

Foto: LukasX/Fotolia Foto: LukasX/Fotolia

Velocidade, força, agilidade, flexibilidade, prática e talento são elementos geralmente associados ao desempenho de atletas de alta performance. O que poucos sabem é que a visão é um dos componentes mais importantes na atuação dos esportistas, incluindo os de final de semana. Ela é responsável por até 85% dos estímulos que resultam nos movimentos do corpo.

Algumas habilidades visuais são especialmente importantes para a prática esportiva, como a estereopsia, percepção de profundidade formada pela fusão das imagens dos dois olhos formando uma imagem única e tridimensional; e a visão periférica, que consiste na capacidade de perceber o que está fora do foco principal da visão. É ela que permite aos jogadores de futebol, por exemplo, ver a movimentação do adversário à sua volta sem perder a atenção da bola e da jogada.

No Brasil, 33 milhões de pessoas precisam de algum tipo de correção visual, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Desse número, 12 milhões não procuram o tratamento adequado. Para a oftalmologista Laura Cardoso, consultora médica da Johnson & Johnson Vision Care: “o exame oftalmológico completo é a melhor maneira de se buscar saúde ocular e boa visão. O oftalmologista é o único apto a fazer essa avaliação e determinar a melhor correção que fornecerá o desempenho visual ideal para cada indivíduo”.

A melhor opção de correção visual para a prática esportiva

Os óculos geralmente não são recomendados para uso em atividades esportivas: “a principal preocupação é que os óculos podem se quebrar e ferir os olhos do paciente em situações de risco durante muitas dessas atividades”, declara a oftalmologista. “E, mesmo nos casos em que os óculos permitem a proteção adequada, muitas vezes não proporcionam a correção visual ideal para a prática esportiva, já que limitam o campo visual, molham, embaçam e não oferecem proteção completa aos olhos contra os raios UV, necessária para os esportes ao ar livre”, completa.

As lentes de contato gelatinosas são a primeira escolha de correção visual para a grande maioria dos esportes. “Quando comparadas aos óculos, elas ampliam o campo de visão o que já proporciona um melhor desempenho aos atletas”.

Que tal uma aventura nova? Inscreva-se na Indomit Caribe!

Foto: rh2010/Fotolia Foto: rh2010/Fotolia

Confira os principais benefícios das lentes de contato para a prática esportiva

- Ampliam o campo visual: importante nos esportes em equipe, o atleta pode acompanhar a bola ou o adversário sem que a armação dos óculos restrinja a visão.
- Não escorregam do nariz com o suor ou com movimentos rápidos.
- Não apresentam reflexos que podem distorcer a visão.
- Podem ser usadas por baixo de óculos protetores, caso o esporte exija.
- Não sobem e descem enquanto o atleta caminha, corre ou faz uma aula de aeróbica.
- Não quebram se algo ou alguém atingir o rosto acidentalmente.
- Não embaçam ou molham pela chuva, sendo assim o atleta pode ver mais claramente.

Por fim, são práticas de usar e confortáveis: “As lentes de descarte diário são as mais práticas, seguras e saudáveis para os olhos, pois dispensam os cuidados diários de limpeza e manutenção das lentes, a necessidade de estojo e de solução desinfetante, diminuindo a incidência de complicações associadas ao mau uso e privilegiando a saúde ocular”, garante Laura.

De maratonista a triatleta

Essa não é mais uma coluna para falar sobre o sonho de completar o primeiro Ironman, nem de falar sobre a planilha das 20 semanas para o desafio. O objetivo aqui é mostrar a transição de uma simples maratonista amadora para o universo do triathlon. Dos primeiros shorts, aos olímpicos, 70.3 IM e, logicamente, daqui a uns anos, o tão sonhado Ironman.

Meu nome é Giselli Souza, tenho 36 anos, corro há 11 e desde criança sonho em fazer triathlon. Na minha infância caiçara, em Santos, comecei a nadar com pouco mais de 1 ano de idade, por indicação médica devido a minha bronquite asmática. Pedalava para ir à escola e também para surfar no Guarujá, na praia de Pernambuco e do Tombo, onde passei grande parte da minha adolescência.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Como corredora, já fiz cinco maratonas, mas ainda não consegui meu sub 4h. Passei raspando na Maratona de Buenos Aires neste ano, com 4h09, e meu objetivo até 2020 é conseguir diminuir meu tempo para conquistar o índice para Boston.

Imagino que neste momento você deva estar se perguntando: com tantas metas na corrida o que você pretende fazer no triathlon? Bom, voltando à infância caiçara, o triathlon sempre foi o meu grande sonho esportivo. Bem mais do que fazer provas, me vejo envelhecendo treinando as três modalidades que sempre me acompanharam, de uma forma ou de outra, durante toda a minha vida.

A grande sacada disso tudo e é esse o objetivo desta coluna é que embora eu tenha uma certo lastro esportivo, isso vale muito pouco no triathlon. O universo tri é completamente diferente do universo da corrida, que é igualmente diferente do ciclismo e da natação. É claro que o treinamento envolve as três modalidades separadamente e não só transições e simulados, mas o universo tri requer mais do que tudo disciplina e renúncia.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Por se tratar de um esporte caro e que exige um treinamento diário, às vezes em dois períodos, é um universo que acaba sendo restrito a poucas pessoas. Na maioria homens. Logicamente existem mulheres altamente competitivas e de excelente performance também, mas o que pouca gente fala é: como fazer parte deste mundo? Que bike comprar? Como perder o medo de nadar no mar? Pode onde devo começar?

E é exatamente sobre tudo isso que o Tri Girls Brasil vai falar. Os primeiros tombos, como escolher a sua primeira bike, como superar o medo de nadar no mar, a mudança no pace da corrida para a terceira transição e, finalmente, quem são as meninas do tri que nadam, pedalam e correm (muito) e que podem compartilhar experiências com a gente.

Diariamente, vocês também podem acompanhar a minha rotina de treinos pelo meu instagram pessoal @giselli_souza e no my stories. Perguntas, comentários, críticas e sugestões podem ser feitos aqui e são todos bem-vindos. Só lembrando que a pessoa que também escreve aqui está vivenciando, na prática, o início desta jornada no esporte e que muitas das perguntas poderão ser respondidas pelos meus treinadores da Run&Fun.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Juntas, espero não só ir dividir a minha jornada rumo ao meu primeiro 70.3 em 2017,mas também atrair e unir cada vez mais mulheres no triathlon. Como sempre, juntas somos mais fortes.


De maratonista a triatleta

Corridas de Rua · 30 nov, 2016

Essa não é mais uma coluna para falar sobre o sonho de completar o primeiro Ironman, nem de falar sobre a planilha das 20 semanas para o desafio. O objetivo aqui é mostrar a transição de uma simples maratonista amadora para o universo do triathlon. Dos primeiros shorts, aos olímpicos, 70.3 IM e, logicamente, daqui a uns anos, o tão sonhado Ironman.

Meu nome é Giselli Souza, tenho 36 anos, corro há 11 e desde criança sonho em fazer triathlon. Na minha infância caiçara, em Santos, comecei a nadar com pouco mais de 1 ano de idade, por indicação médica devido a minha bronquite asmática. Pedalava para ir à escola e também para surfar no Guarujá, na praia de Pernambuco e do Tombo, onde passei grande parte da minha adolescência.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Como corredora, já fiz cinco maratonas, mas ainda não consegui meu sub 4h. Passei raspando na Maratona de Buenos Aires neste ano, com 4h09, e meu objetivo até 2020 é conseguir diminuir meu tempo para conquistar o índice para Boston.

Imagino que neste momento você deva estar se perguntando: com tantas metas na corrida o que você pretende fazer no triathlon? Bom, voltando à infância caiçara, o triathlon sempre foi o meu grande sonho esportivo. Bem mais do que fazer provas, me vejo envelhecendo treinando as três modalidades que sempre me acompanharam, de uma forma ou de outra, durante toda a minha vida.

A grande sacada disso tudo e é esse o objetivo desta coluna é que embora eu tenha uma certo lastro esportivo, isso vale muito pouco no triathlon. O universo tri é completamente diferente do universo da corrida, que é igualmente diferente do ciclismo e da natação. É claro que o treinamento envolve as três modalidades separadamente e não só transições e simulados, mas o universo tri requer mais do que tudo disciplina e renúncia.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Por se tratar de um esporte caro e que exige um treinamento diário, às vezes em dois períodos, é um universo que acaba sendo restrito a poucas pessoas. Na maioria homens. Logicamente existem mulheres altamente competitivas e de excelente performance também, mas o que pouca gente fala é: como fazer parte deste mundo? Que bike comprar? Como perder o medo de nadar no mar? Pode onde devo começar?

E é exatamente sobre tudo isso que o Tri Girls Brasil vai falar. Os primeiros tombos, como escolher a sua primeira bike, como superar o medo de nadar no mar, a mudança no pace da corrida para a terceira transição e, finalmente, quem são as meninas do tri que nadam, pedalam e correm (muito) e que podem compartilhar experiências com a gente.

Diariamente, vocês também podem acompanhar a minha rotina de treinos pelo meu instagram pessoal @giselli_souza e no my stories. Perguntas, comentários, críticas e sugestões podem ser feitos aqui e são todos bem-vindos. Só lembrando que a pessoa que também escreve aqui está vivenciando, na prática, o início desta jornada no esporte e que muitas das perguntas poderão ser respondidas pelos meus treinadores da Run&Fun.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Juntas, espero não só ir dividir a minha jornada rumo ao meu primeiro 70.3 em 2017,mas também atrair e unir cada vez mais mulheres no triathlon. Como sempre, juntas somos mais fortes.