Corrida de Montanha · 08 set, 2016
Monique tinha preguiça de sair de casa para treinar Foto: Arquivo pessoalNão corria de jeito nenhum, tinha preguiça só de pensar em sair de casa para treinar. Achava um absurdo, essas palavras podem soar bem normais para algumas pessoas, principalmente para as que passaram a amar a corrida só após um tempo. Essa fala é da bióloga e bloqueira Monique Verdot, que
começou a correr há dois anos, por incentivo do marido.
Ele me inscreveu em uma corrida e começou a me incentivar a treinar. A ideia era que eu me empolgasse e me mexesse. No fim participei sem preparo físico nenhum, mas como sou bem competitiva dei meu melhor. Apesar de terminar a prova quase morrendo fiquei encantada com a energia das pessoas, isso me fez enxergar que eu também era capaz, só precisava de força de vontade, diz.
Denise perdeu quinze quilos com a corrida Foto: Arquivo pessoalNo caso da executiva Denise Ribeiro o caso foi um pouco diferente. Por trabalhar com eventos esportivos ela já conhecia há tempos a energia do mundo das corridas, mas achava que nunca conseguiria correr pelo seu histórico de sedentarismo e sobrepeso. Quando tomei a decisão de correr minha vida mudou completamente, consegui melhorar a saúde, deixei de ser hipertensa e eliminei 15 quilos, conta.
Sua força de vontade incentiva muitas pessoas. Comecei a evoluir nas distancias e automaticamente incentivar amigos, familiares e pessoas do trabalho. Hoje corro pelo menos três vezes por semana e já participei de diversas provas. Agora me preparo para fazer minha primeira meia maratona após dois anos de treinamento, conta com entusiasmo Denise.
Roberta Lopes Lucia, coordenadora esportiva começou seus treinamentos como muitos outros corredores, com o aquecimento para os treinos de musculação. Sempre dizia a meu treinador que não gostava ou não estava afim de correr, tentando me incentivar ele passava algum treino mais dinâmico. Com o tempo fui acostumando com a sensação da corrida, conta. Hoje ela perdeu a conta de quantas provas já participou. Me apaixonei pela corrida de rua, cheguei aos 21k e agora também participo de provas de montanha. Uma verdadeira mudança de terreno que adoro, conta.
Roberta começou a treinar como aquecimento da musculação, se apaixonou e não parou mais de aumentar as distâncias Foto: Arquivo pessoalAcredito que hoje sou uma pessoa mais focada e que a corrida ajuda a me conectar, é um momento muito íntimo. Mesmo quando você corre em grupo temos que estar focados e ouvindo os sinais do corpo, diz Roberta.
Indicações para começar no esporte não faltam: a corrida hoje é meu esporte preferido. Continuo não gostando de treinar sozinha, mas vi que não é um esporte individualista, pois sempre terão corredores para te acompanhar, incentivar e fazer companhia, diz Monique.
A corrida para mim é um momento de realização, superação e pura felicidade! Adoro ir nos eventos, encontrar amigos e superar meus limites, finaliza Denise.
Corrida de Montanha · 07 set, 2016
Rosalia e seu marido Andre correndo com a pequena Maria pela orla carioca Foto: Arquivo pessoalApós o nascimento de uma criança a rotina da família inteira muda, principalmente a da mãe. Os acostumados a treinar e correr sentem muita falta da rotina esportiva, mas hoje em dia já existem opções para levar o pequeno aos treinos e não furar a planilha.
A ultramaratonista Rosalia Camargo é uma porta voz da corrida-mãe-e-filho. Ela que tem Maria há 1 ano e dois meses sonhava em treinar desde que a pequena nasceu. Sempre quando saia eu acabava ficando preocupada e pensava em acabar logo o exercício. Então decidi fazer melhor, comecei a levá-la comigo a partir dos seis meses, conta.
Segundo a pediatra e professora da Faculdade Santa Marcelina, Maria Beatriz Souza esta é a idade ideal para iniciar os passeios com um carinho próprio para corrida. Antes disso, oscilações de chão são prejudiciais, pois o bebê não tem sustentação para manter-se no carrinho em posição correta, explica.
A pequena já demonstra que quer sair para correr com a mãe Foto: Arquivo pessoalIncluir o bebê nas atividades físicas, com segurança, faz com que pais e filhos se divirtam juntos. Essa interação aumenta o vínculo e pode ser encarado como uma brincadeira, diz a pediatra. Rosalia, que possui um carrinho específico para corrida o modelo Urban Glide, da Thule, conta que quando não sai para correr a pequena fica apontando para o carrinho, querendo subir.
Correr com a Maria é muito divertido. No início ela era muito pequenina, e a levávamos bonecas para deixá-la mais confortável. Na ciclovia a toda hora alguém vinha correndo atrás com uma boneca que a Maria tinha arremessado para fora. Acabamos amarrando tudo e hoje é mais tranquilo, conta a ultramaratonista.
Atualmente já existem carrinhos próprios para a corrida, já que dependendo da roda eles podem causar acidentes. Um dos mais conhecidos é o Urban Glide, da marca Thule. A ultramaratonista conta que pesquisou bastante e encontrou esta opção. É essencial investir em um equipamento bom. A criança precisa estar confortável, se não é impossível correr em paz.
Rosalia leva Maria correndo para a creche Foto: Arquivo pessoalO modelo segundo a marca foi projeto principalmente para mobilidade urbana. Tem dobragem compacta, roda frontal giratória que facilita manobras feitas durante a corrida, guidão ergonômico com várias alturas, janela superior para ver o pequeno, entre outros adicionais. O modelo cabe dentro do carro e tenho facilidade para desmontar, além de poder utilizá-lo no dia a dia pra coisas básicas como ir ao mercado, explica.
A pediatra alerta que os pais fiquem sempre atentos ao percurso e evitem se distrair. O bebê pode se deslocar com facilidade dentro do carrinho, então os pais tem que ficar atentos aos movimentos bruscos que podem prejudicar a musculatura da criança.
Diariamente corremos uns 15k e já percorremos mais de 2.000k juntas pela orla do Rio. Minha pediatra disse que não conhecia nenhuma criança que era levada correndo para a creche, conta Rosalia. Maria costuma tirar as meias que colocamos nela e jogar na ciclovia, por muitas vezes corremos no sentindo contrário procurando meia perdida. Ela gosta da brincadeira e nos ajuda a procurar, nos divertimos muito.
Corrida de Montanha · 05 set, 2016
Foto: Christina VolpeOs corredores que não participaram da última edição da Mizuno Uphill Marathon podem comemorar: as pré-inscrições para o próximo desafio, que será em 1º de setembro de 2017. O prazo para se candidatar vai até o dia 30 de setembro deste ano.
As provas de 25K, 42K e Desafio Samurai (união das distâncias de 25 km e 42 km) estão mantidas no calendário para a Mizuno Uphill Marathon 2017. A taxa de pré-inscrição tem o valor de R$ 15. O montante arrecadado será inteiramente revertido para ONG de preservação do local. As vagas são limitadas e contarão com regime de sorteio. Para mais informações, acesse http://www.mizunobr.com.br/uphill2017 e confira todas as informações.
Em 2016, mais de 9 mil pré-inscrições foram registradas pela organização do evento. Os 1200 competidores encararam condições climáticas adversas, como frio, chuva e neblina, além dos trechos de subida da Serra do Rio do Rastro para obterem êxito.
Corrida de Montanha · 05 set, 2016
Subir a Serra do Rio Rastro virou meta para muitos corredores que querem aquele algo a mais em seu histórico de superação. Neste último sábado (3), atletas enfrentaram, e muitos pela primeira vez, as íngremes subidas da Mizuno Uphill Marathon, que trouxe duas novidades: a distância dos 25 km e o Desafio Samurai, que consiste em fazer os 25 km pela manhã e os 42 km à tarde. Ou seja, uma ultramaratona com uma janela de descanso mínimo entre uma distância e outra.
Detalhe: neste desafio, o atleta sobe a serra duas vezes, já que o percurso é praticamente o mesmo.
Corredores emocionados antes da largada Foto: Christina Volpe25 km
A nova distância agradou corredores que ainda não alcançaram a linha de uma maratona, mas que não dispensam um percurso que tira da zona de conforto. Os atletas largaram às 7h do sábado (3), a partir da cidade de Lauro Muller (SC), rumo à Serra do Rio do Rastro.
Estou muito feliz e surpreso com esse pódio. Achei mesmo que teria um pouco de trabalho porque não conhecia o percurso, que é bem técnico. Mas consegui ditar um bom ritmo para essa prova: comecei com um pace abaixo de 4 e nos 7 km finais da subida mantive entre 4 e 5, conta Fernando Bezerra, que nunca havia feito uma prova desse tipo. Bezerra diz que não treina como gostaria, e que aproveita seu trabalho para correr o que pode. Sou coletor de lixo domiciliar em São Paulo, então o trabalho exige que eu corra. Mas treino quando posso e quero me superar ainda mais, conta o atleta, que também participou do Desafio Samurai, mas não pegou o pódio do segundo round.
Campeão 25km Foto: Christina VolpeA cidade de Uberlândia (MG) ficou em segundo lugar, conquistado pelo atleta César Moura, que corre desde o começo do ano. Sou atleta de mountain bike e comecei a correr por incentivo do meu treinador. Desde então, tenho pego pódio em provas de 10 km e 15 km. Nunca tinha feito uma prova de subida e nessa distância, e ganhar em segundo foi uma grande satisfação, conta Moura. O professor e triatleta Rodrigo Dantas chegou em terceiro e achou a prova bem difícil. Nunca tinha feito uma corrida assim. Me preparei para o desafio uns 4 meses antes, e tive que adaptar meu treinamento, já que não tem subidas na cidade onde moro. Mas gostei muito da prova e da organização, sem falar que o cenário do percurso é lindo demais, conta Dantas, que mora em Jaboticabal (SP).
Campeões do masculino nos 25k Foto: Christina Volpe/WebrunAs mulheres também deram um show de resistência e mostraram excelente preparo. Letícia Saltori, que chegou em primeiro lugar, assumiu o primeiro lugar dos 25 km. A atleta de Curitiba (PR) já conhecia o percurso e o pódio não é novidade: Letícia participou da edição de 2014 e ganhou em primeiro lugar na categoria feminina dos 42 km. Me senti muito mais inteira do que na outra edição. Tentei imprimir um ritmo intermediário para poupar energia para finalizar o Samurai. Tem uma hora que fica difícil seguir, mas o tempo inteiro tinha gente falando comigo para eu levantar a cabeça e melhorar a postura e o ânimo, conta a atleta de alto rendimento, que também ganhou o primeiro lugar feminino do desafio samurai. Estou me preparando desde o começo do ano, deixei de participar de outras provas para me resguardar. Treinei bastante na serra da Graciosa, que me permitiu ficar bem mais confiante. Neste ano, a paisagem da Uphill estava maravilhosa, só no comecinho que pegamos um pouco de neblina. O tempo bom pela manhã deu um brilho a mais para o percurso, completa a samurai.
Leticia participou do desafio Samurai e também saiu como campeã Foto: Christina VolpePouco tempo depois, avistamos Angelina Rafael, que chegou em segundo lugar. Muito emocionada, a professora de educação física contou que prometeu para si mesma que não iria andar durante a prova. Não treinei como gostaria. Apesar de gostar de provas de subidas, não faço muito esse tipo de treinamento na prática. Quando faltou 400 m para acabar a prova, achei que não conseguiria continuar correndo, tirei forças de onde não tinha, conta Angelina. Vir para cá foi uma surpresa, fiquei sabendo que estava dentro do desafio no final da data do sorteio, por meio de alunos que viram. Minha estratégia para ir bem foi fazer uma largada conservadora. Comecei a aumentar o ritmo no meio da prova, e disse que andaria só se sentisse muita dor. Nos 5 km eu consegui passar a então segunda colocada (Daniela Santarosa), que me incentivou a continuar. Essa foi a minha prova do ano, abri mão de um campeonato que sempre participo para vir para cá, e valeu a pena estar aqui por tudo, finaliza a atleta de Santos (SP).
Angelina participou pela primeira vez da prova e garantiu a segunda colocação Foto: Christina Volpe/WebrunDaniela Santarosa, veterana no mundo da corrida e nos pódios da Mizuno Uphill, chegou em terceiro lugar. Adoro essa prova, é bem minha cara. Por isso estou sempre participando. Vim mais tranquila nessa primeira etapa para encarar bem os 42 km. Vamos ver como me saio, disse a atleta gaúcha, que chegou em segundo lugar na maratona do ano passado. Neste ano, infelizmente não completou os 42 km que consagrariam a atleta como samurai. Comecei a subir muito bem e senti, lá pelo km 8, falta de água. Desidratei e perdi muito rendimento. Depois vieram as náuseas, glicemia começou a baixar, vindo com um extremo cansaço. Muita gente veio me ajudar e fui até o km 38, relata. Talvez desse para terminar, mas pressenti algo ruim e decidi que não valia a pena, acho que quem está acostumado a me ver cruzar a linha de chegada não me reconheceriam, completa Daniela.
Daniela Santarosa foi a terceira colocada nos 25k Foto: Christina Volpe
Pódio das campeãs dos 25k Foto: Christina Volpe/Webrun42 km
A voz da Serra do Rio do Rastro ecoava entre a neblina do percurso dos 42 km. Os atletas sentiram na pele o poder imprevisível da natureza: de manhã, o tempo estava aberto e com pouca neblina; à tarde, por sua vez, o clima fechou no meio da prova - frio, vento gelado e muita neblina foram obstáculos extras para os ninja runners.
Marcelo liderou a prova de ponta a ponta Foto: Christina Volpe/Webrun A largada foi dada no mesmo horário do ano passado, às 15h, após uma apresentação emocionante de música japonesa. Sob a fortes rufadas dos taikos (tradicionais tambores da cultura japonesa), largaram os maratonista e corredores do desafio Samurai.
A prova foi liderada de ponta a ponta pelo atleta Marcelo Rocha, campeão de 2015 e favorito para o título. Adriano Bastos e mais um pelotão de três atletas seguiu próximo a Marcelo por uns 15 km. Depois o campeão abriu distância e chegou na parte mais difícil da prova, a serra. Senti muito frio durante a prova, mas mesmo assim achei que meu ritmo estava bom. Tive espasmos e quase algumas cãibras, segurei o ritmo, diz.
Adriano Bastos, segundo colocado em 2015, era um dos favoritos ao título da prova Foto: Christina VolpeMarcelo, que trabalha como carteiro, contou que este ano estava consciente do que enfrentaria, então se sentiu melhor na disputa. Eu não podia perder o foco. A Uphill é a minha prova, vou em busca do tricampeonato e tentar fazer história. Não estou preocupado em bater recorde, vou respeitar a natureza e meu corpo, afirma.
A neblina apareceu no início da Serra do Rio do Rastro e permaneceu até o final da prova Foto: Christina Volpe/WebrunEle terminou a prova em 3h17min30s, e cogita enfrentar o Desafio do Samurai. É puro treino, se tiver condições posso tentar, mas ainda estou 'ressabiado', finalizou o mensageiro da montanha.
Marcelo conquistou o bicampeonato na prova e agora já planeja sua próxima participação Foto: Christina Volpe/WebrunA segunda colocação ficou com Ivan Pires, com o tempo de 3h25min48. Essa foi minha primeira maratona, então estou muito feliz. O frio é minha praia, me senti confortável, apenas fiquei um pouco cansado nos primeiros 5 km. Demora um pouco até encaixar o ritmo, mas me foquei e consegui um bom resultado, diz.
E o pódio foi finalizado com o atleta Cleber Isbin: além de ficar com a terceira colocação nos 42 km, foi o grande campeão do Desafio Samurai. Ele finalizou a prova em 3h30min5s. Fiz uma prova cautelosa, porque na parte da manhã tive uma cãibra muito forte, então me resguardei. Como não queria andar na serra de forma nenhuma, permaneci bem focado.
Isbin contou que montou um treinamento específico em sua cidade, onde subia e descia uma rampa, que possui o mesmo nível de inclinação das curvas da Uphill, até dar 25 km. Levei meu corpo ao extremo nessa prova. Ninguém treinou mais do que eu, podem ter treinado a mesma quantidade, mas me esforcei muito. Não fiquei feliz com meu resultado no ano passado, então vim com a missão de ser melhor, disse Isbin. Parabéns a todos os corredores que participaram e superaram seus limites!
Mulheres
Já entre as mulheres, tivemos Ana Paula Martins que não deu chances as adversárias, ela liderou praticamente toda a prova e conquistou o lugar mais alto do pódio em 4h07min57. Corri mais tranquila neste ano, mas comecei a sofrer mais a partir dos últimos sete quilômetros. Como deu um pouco mais de 42km fiquei nervosa, mas não ia deixar passar. A torcida deu muito apoio nessa reta final e foi essencial, conta.
Ana Paula que ficou na terceira colocação em 2015, venceu a edição deste ano Foto: Christina Volpe/WebrunA segunda colocação ficou com Letícia Saltori, que venceu os 25km e o Desafio Samurai, finalizando em 4h09min48. Roberta Nozari completou o pódio com o tempo de 4h25min37.
Para quem ficou de fora e quer participar, fique de olho: as pré-inscrições abrem hoje para Mizuno Uphill Marathon de 2017.
Corrida de Montanha · 01 set, 2016
O mal estar vem, a boca fica seca, espirros começam a surgir... A pessoa já sabe que resfriado vem aí. A chateação começa quando o repouso atrapalha nas tarefas do dia a dia. Matar o treino por causa de uma gripezinha? Sem chances, é o pensamento de muitos. Mas segundo o professor de educação física da FIT360 e especialista em corrida, Cláudio Wallace, isso pode não ser uma boa opção.
O resfriado é uma infecção viral que compromete as vias aéreas superiores, quando isto acontece não recomenda-se treinar, diz. Os sintomas causados pelo vírus costumam ser coriza, leve cansaço, espirros, tosse, dor ou coceira na garganta e febre baixa de curta duração. Isto pode afetar consideravelmente o desempenho nos treinos, complicando a manutenção do pace o percurso desejado diz.
Colocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação Foto: Photographee.eu/FotoliaColocar o corpo para realizar um esforço nessa fase pode prejudicar o processo de recuperação. Os sintomas dos resfriados normalmente duram de três a sete dias e normalmente há uma gradual piora do segundo para o terceiro dia, onde é a maior manifestação do vírus no corpo humano, explica. Para boa recuperação deve-se repousar, evitar o treinamento e manter o corpo muitíssimo bem hidratado.
Antes de realizarmos o treino resfriado é interessante pensar de forma macro, então deixo uma pergunta: vale a pena comprometer o planejamento de seis meses, um ano, por causa de um dia ou dois?, alerta Cláuido.
Recupere-se e volte depois ao treino, sem comprometer seus planejamentos.
Caminhada · 01 set, 2016
A Garmin está lançando o Forerunner 35, seu mais novo relógio de corrida com GPS com tecnologia de frequência cardíaca no pulso Garmin Elevate, que permite aos corredores monitorar a sua frequência cardíaca 24h por dia, sete dias por semana - sem uma cinta peitoral.
O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais, graças ao GPS embutido, para os corredores poderem ver quão longe, rápido e onde eles correram sem precisar se preocupar em carregar também um celular.
O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco Foto: DivulgaçãoO modelo também inclui funcionalidades de smartwatch, incluindo notificações inteligentes e controle de música diretamente do dispositivo. Com frequência cardíaca no pulso basta colocar o relógio e correr. Ele possui uma série de recursos internos incluindo tecnologia Elevate e conectividade inteligente, afirma a gerente de marketing da Garmin do Brasil, Ilham Harati Dias.
Possui design fino e elegante e um visor de alta resolução. Além dos recursos de corrida, o Forerunner 35 possui vários perfis de esportes incluindo caminhada, ciclismo e atividades cardio para ajudar usuários a atingir suas metas de fitness dentro e fora do asfalto. A bateria tem duração de até nove dias no modo relógio/monitor de atividades e até 13 horas no modo de treino.
Com alertas vibratórios para comandos de áudio de corrida, recordes pessoais de monitoramento de atividades e progresso de ritmo virtual, ele ajuda os corredores a se manterem motivados e facilmente monitorar o seu progresso. Alertas vibratórios também podem ser configurados para chamadas recebidas, mensagens de texto, e-mails e eventos de calendário.
Durante todo o dia, o Forerunner 35 sincroniza automaticamente com o aplicativo Garmin Connect Mobile salvando as estatísticas dos usuários para sua conta gratuita na comunidade fitness GarminConnect. Os corredores podem também utilizar o Garmin Connect para compartilhar os seus treinos com amigos e familiares em tempo real com o Rastreamento ao Vivo2, participar de desafios fitness online, analisar progresso de treino, definir e monitorar metas, compartilhar atividades com outros usuáriosGarmin connect etc.
O Forerunner 35 é fácil de usar e monitora dados essenciais como distância, ritmo e recordes pessoais Foto: DivulgaçãoO Forerunner 35 tem previsão de chegada ao Brasil a partir de outubro de 2016 com o preço sugerido de venda de R$ 1.699,00.
O modelo pode ser encontrado em quatro cores: preto, verde limão, azul claro e branco.
Atletismo · 31 ago, 2016
O fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter separou alguns exercícios para que sua fascite plantar não seja motivo de problemas durante treinos e corrida.
Confira as dicas
É importante alongar a panturrilha quando estiver com fascite plantar, por estas duas estruturas fazerem parte da mesma cadeia muscular, explica o fisioterapeuta.
Não faça somente como na figura acima que tem como foco os músculos gastrocnemios medial e lateral (músculo que fica na região posterior da perna abaixo dos joelhos), mas também o músculo sóleo, que faz parte da panturrilha e tem uma característica mais de músculo postural, explica.
É importante manter este músculo livre de tensões, pois quando ele fica tenso roda a tíbia e altera a posição do joelho, podendo até mesmo causar dores patelares.
Massagear a sola do pé toda com uma bolinha de tênis é uma opção muito interessante. Não só no tratamento, como na prevenção ou adaptação a calçados com drop mais baixo, diz.
A garrafa de água congelada ajuda também, principalmente nos quadros agudos, nos quais o pé apresenta sensibilidade ao toque e até mesmo inchaço. Neste caso cinco minutos são suficientes, explica o fisioterapeuta.
O médico frisa que para a avaliação da fascite plantar deve-se sempre ficar atento ao histórico para entender o porquê da evolução, assim é possível observar aspectos posturais mais antigos, ou mesmo de mudanças recentes de cotidiano e atividade física.
Isto é feito para relacionar os sintomas e traçar melhor o tratamento. Se isto não acontecer podemos ter um quadro de dores que reaparecem sempre e que existe alguma mudança no treino do corredor ou mesmo na rotina diária, finaliza.
Corrida de Montanha · 30 ago, 2016
Um dos momentos mais charmosos do XTERRA Ilhabela foi a corrida kids, que aconteceu no sábado (27). A praia de Perequê parou para a prova mais fofa do circuito. Crianças de três a treze anos deram um show de espírito esportivo, disputando dos 50 metros a 1km.
Foto: Christina Volpe/Webrun
Foto: Christina Volpe/WebrunA mamãe Bianca Malva é uma que vibrava pela pequena Lorena, de apenas cinco anos. Ela é um exemplo de superação. Nasceu com o pé direito torto congênito e tudo que ela se deixa envolver com esportes nós apoiamos. Meu medo é que ela desistisse, mas ela foi até o fim. É meu maior orgulho, diz.
Foto: Christina Volpe/Webrun
Bianca e a pequena Lorena Foto: Christina Volpe/WebrunO pequeno Leandro, de 4 anos era só sorrisos após receber a medalha e dizia: ganhei mamãe!. Cintia Regina, mãe do mini-corredor não gosta muito de treinar, mas o incentivo para ele se mexer não falta. Acho que devemos sempre colocá-los no mundo do esporte. Sempre incentivarei tudo que for bom na vida do Leandro, conta.
Leandro e amãe Cintia Foto: Christina Volpe/WebrunJá no triathlon, o dentista Cesar Donato não se continha de felicidade ao cruzar a linha de chegada com seus filhos. Essa prova foi muito dura, meu primeiro triathlon em Ilhabela. Tive câimbras mas valeu a pena, adoro a adrenalina que tenho nesse tipo de competição. A família toda participa, minha esposa correu o trail run e as crianças o kids, o XTERRA é ótimo para isso. Envolver toda a família.
Cesar e os filhos cruzando a linha de chegada do short triathlon Foto: Christina Volpe/Webrun
Foto: Christina Volpe/Webrun
Foto: Christina Volpe/Webrun
Foto: Christina Volpe/WebrunMarcelo Dias, dono da academia Sports Outdoor chegou vibrando do short triathlon. Já fiz essa prova várias vezes e hoje foi excepcional, cheio de superação. O mais marcante para mim é isso, vencer meus próprios limites.
Marcelo participou de mais uma edição do short triathlon na busca de superar seus desafios Foto: Christina Volpe/Webrun
O MTB também esteve presente no evento Foto: Christina Volpe/WebrunCorrida de Montanha · 27 ago, 2016
Como repórter, já vim a quatro ou cinco edições do XTerra em Ilhabela para a cobertura do triathlon, endurance, MTB e muitos outros. Também já conheço bem a cidade e a prova veio como um novo desafio. A ilha costuma receber duas edições do evento e na última vez participei da Trail Night Run, com praticamente o mesmo percurso, mas com o bônus de ser a noite.
Chamo de bônus porque senti mais dificuldade nesta prova do que a noite. Corri com bastante medo, por causa de uma lesão no joelho que ainda estou tentando diagnosticar.
Com largada às 9h da manhã, o sol já esquentava os corredores mesmo parados antes de correr, imagine só durante o percurso. Enquanto esperávamos a hora de sair, os guerreiros dos 21 quilômetros já tinha praticamente 50 minutos de prova. Haja fôlego!
Chris correu pela segunda vez o short trail run do XTerra Foto: Arquivo pessoalLargamos e para quem esperava uma prova tranquila, não teve moleza! Trechos de pura subida que tinham que ser feitos caminhado, já que a frente havia um percurso muito íngreme. Como já conhecia o lugar estava ansiosa para a trilha.
Como é bom correr no meio do mato não é mesmo? A possibilidades de levar tombos é gigante, admito, mas me sinto criança novamente pulando galhos, fohas e muitas vezes caindo de bunda. Esta é minha parte favorita.
Logo depois partimos para o que pode-se chamar de final da prova, um trecho de asfalto pelas ruas de Ilhabela. Finalizando com uma linda vista da orla e toda torcida de familiares no trecho da Praia do Perequê.
Na minha opinião esta é uma boa oportunidade para debutar no trail run. Com um pouco de preparo físico e psicológico para encarar as subidas, o short trail run é certeza de diversão e conexão com a natureza.
Que tal escolher a próxima etapa para novos desafios? Viva esse momento único!
Atletismo · 25 ago, 2016
Mizuno
Mizuno DL Comfort
Proporciona encaixe e sustentação para o arco do pé, através da construção mizuno 90º dynamotion. Com Drylite, ela proporcionam rápida evaporação do suor evitando um super aquecimento do pé durante a corrida. Com costura flat e encaixe anatômico.
Preço: R$49,99.
Mizuno BT Crew
Meia de Breath Thermo, com formato anatômico e suporte no arco para maior conforto aos pés e costuras flat antiabrasivas.
Preço: R$54,99.
Asics
Meia de Cano longo de compressão graduada, com controle de umidade, respirabilidade e linha dos dedos sem costura, unissex.
Composição: 66% Poliamida, 34% Elastano
Preço: R$ 79,90
Asics Tech singletab
Meia cano curto, mesh na parte superior, calcanhar duplo e ponta verdadeiros 3pack e unissex.
Composição: 79% Poliamida, 18% Poliéster, 3% Elastano.
Preço: R$ 29,90
Nike
Corrida Elite Alta Compressão
O Meião de Corrida Nike Elite Compression proporciona suporte e cobre toda a panturrilha com uma tecnologia avançada de compressão. Tecido que absorve o suor e painéis em mesh proporcionam mais ventilação e conforto.
Preço: R$ 149,90
Meia Nike Running Lightweight Compressão
A Meia de Corrida Nike Elite Lightweight No-Show Tab é projetada com tecido Dri-FIT ventilado e compressão no arco para conforto respirável e suporte firme. Possui construção do tecido se movimenta suavemente em contato com a pele e alça no calcanhar para fácil colocação e retirada.
Preço: R$ 49,90
Adidas
Meia Fina Corrida
Fique confortável durante os treinos com esta meia feminina de corrida, desenvolvida com climacool® para ventilação aprimorada. Ela possui design anatômico específico para os pés direito e esquerdo, suporte ao arco e ao tornozelo e ajuste por compressão.
Preço: 99,99
Meia TC Liner Running
Estas meias de corrida são confeccionadas em climacool para manter seus pés frescos e secos. O design de ventilação em mesh permite melhor fluxo de ar circulante através da meia. Do frio ao aquecimento, dedos acolchoados e calcanhar estendido fornecem conforto máximo.
Combina tecidos leves com a malha furadinha (mesh), formando canais de ventilação que afastam o calor e a umidade do seu corpo, possui dedos acolchoados para conforto máximo e proteção e lã antibolhas nos dedos.
70% poliéster/28% nylon/2% elastano.
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Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026