Caminhada

Conheça os fatores físicos que levam à perda de rendimento na prova

A "quebra" é um termo comum entre os praticantes da corrida, mas afinal o que ele significa e por que ocorre? A quebra é uma perda de rendimento que pode ocorrer por razões físicas e psicológicas em qualquer momento de uma competição ou treinamento. O Webrun preparou um especial dividido em duas partes para enumerar as causas desse momento frustrante. Confira a primeira parte:

Mal começou a prova e aquela sensação de dor nas articulações começa a acometer o corpo, a vontade de fazer xixi atrapalha a concentração e é frustrante ver os outros competidores fazendo a ultrapassagem. Alguns esportistas se identificam com essa situação e acabam colocando a culpa no treinamento.

Quebra pode ser ocasionada por alimentação inadequada. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena Quebra pode ser ocasionada por alimentação inadequada. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena

Saiba que esses são alguns sintomas que um grande deslize ocorreu na hora da prova, alimentação ou hidratação, mas não propriamente no treino. A quebra pode acontecer com qualquer um, mas raramente ocorrerá com quem treinou adequadamente.

Fora dos planos - “O principal fator de perda de desempenho é executar coisas que não foram treinadas. Aumentar a velocidade para diminuir o tempo pode ser uma boa ideia no início, mas quando o final do percurso se aproxima, o corpo começa a cobrar”, conta o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia. De acordo com ele, a competição é uma prova do que se treinou.

Outro fator que costuma atrapalhar a performance é a ingestão de alimentos, bebidas ou suplementos que o corpo não está habituado. “Para relaxar o músculo, muitos decidem fazer uma massagem profunda antes de um grande evento. Acontece que essa tensão colocada no músculo pode causar desconforto nos primeiros dias, comprometendo o resultado”, explica Paulo.

Energéticos não melhoram o resultado. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena Energéticos não melhoram o resultado. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena

Dentro da squeeze - Para aguentar o esforço produzido pelo corpo, a hidratação é fundamental, mas nem sempre ela é feita da forma adequada. “Não adianta querer tomar bastante água na linha de largada. A hidratação é algo que tem que ser feita diariamente, sempre acompanhada da ingestão de vitaminas e sais minerais presente na comida e isotônicos”, ressalta o fisiologista.

Além disso, correr com a barriga cheia de água pode causar desconforto, mas a falta de hidratação também pode ocasionar problemas. “Alguns corredores optam por não tomar água para evitar a sensação do líquido chacoalhando no estômago. Esse é só mais um motivo para a diminuição do rendimento”, completa o profissional.

De cama - A sequência de provas e treinamentos pode ocasionar a baixa da imunidade do organismo, facilitando a entrada de alguns vírus, principalmente o da gripe. Depois de ficar um tempo longe dos pares de tênis, a melhor escolha é voltar aos treinos antes de voltar às competições. “Esse caso ocorre da mesma forma no atleta de final de semana: o corpo perde toda a potência e precisa ser revigorado novamente”, diz Paulo.

Para os corredores teimosos que não abandonam a competição mesmo depois de uma lesão, a recomendação é a mesma. “Nesse caso, ou ele termina a prova com o problema agravado ou começa a sentir fortes dores na reta final e abandona o percurso”, conta o fisiologista.

Energéticos - Gel de carboidrato, isotônicos e energéticos são praticamente itens básicos no “coquetel” de preparação para provas de grande distância. Enquanto os dois primeiros realmente ajudam o organismo a se recuperar, o último somente ilude o atleta.

“Energéticos aceleram o ritmo cardíaco e a oxigenação no sangue, por isso dão a sensação de que o corpo consegue correr mais do que realmente aguenta”, afirma Paulo. Esse sintoma faz com que os músculos sejam estressados ao extremo, levando à quebra.

Conheça os fatores psicológicos que podem levar à quebra aqui


Conheça os fatores físicos que levam à perda de rendimento na prova

Atletismo · 10 out, 2013

A "quebra" é um termo comum entre os praticantes da corrida, mas afinal o que ele significa e por que ocorre? A quebra é uma perda de rendimento que pode ocorrer por razões físicas e psicológicas em qualquer momento de uma competição ou treinamento. O Webrun preparou um especial dividido em duas partes para enumerar as causas desse momento frustrante. Confira a primeira parte:

Mal começou a prova e aquela sensação de dor nas articulações começa a acometer o corpo, a vontade de fazer xixi atrapalha a concentração e é frustrante ver os outros competidores fazendo a ultrapassagem. Alguns esportistas se identificam com essa situação e acabam colocando a culpa no treinamento.

Quebra pode ser ocasionada por alimentação inadequada. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena Quebra pode ser ocasionada por alimentação inadequada. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena

Saiba que esses são alguns sintomas que um grande deslize ocorreu na hora da prova, alimentação ou hidratação, mas não propriamente no treino. A quebra pode acontecer com qualquer um, mas raramente ocorrerá com quem treinou adequadamente.

Fora dos planos - “O principal fator de perda de desempenho é executar coisas que não foram treinadas. Aumentar a velocidade para diminuir o tempo pode ser uma boa ideia no início, mas quando o final do percurso se aproxima, o corpo começa a cobrar”, conta o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia. De acordo com ele, a competição é uma prova do que se treinou.

Outro fator que costuma atrapalhar a performance é a ingestão de alimentos, bebidas ou suplementos que o corpo não está habituado. “Para relaxar o músculo, muitos decidem fazer uma massagem profunda antes de um grande evento. Acontece que essa tensão colocada no músculo pode causar desconforto nos primeiros dias, comprometendo o resultado”, explica Paulo.

Energéticos não melhoram o resultado. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena Energéticos não melhoram o resultado. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena

Dentro da squeeze - Para aguentar o esforço produzido pelo corpo, a hidratação é fundamental, mas nem sempre ela é feita da forma adequada. “Não adianta querer tomar bastante água na linha de largada. A hidratação é algo que tem que ser feita diariamente, sempre acompanhada da ingestão de vitaminas e sais minerais presente na comida e isotônicos”, ressalta o fisiologista.

Além disso, correr com a barriga cheia de água pode causar desconforto, mas a falta de hidratação também pode ocasionar problemas. “Alguns corredores optam por não tomar água para evitar a sensação do líquido chacoalhando no estômago. Esse é só mais um motivo para a diminuição do rendimento”, completa o profissional.

De cama - A sequência de provas e treinamentos pode ocasionar a baixa da imunidade do organismo, facilitando a entrada de alguns vírus, principalmente o da gripe. Depois de ficar um tempo longe dos pares de tênis, a melhor escolha é voltar aos treinos antes de voltar às competições. “Esse caso ocorre da mesma forma no atleta de final de semana: o corpo perde toda a potência e precisa ser revigorado novamente”, diz Paulo.

Para os corredores teimosos que não abandonam a competição mesmo depois de uma lesão, a recomendação é a mesma. “Nesse caso, ou ele termina a prova com o problema agravado ou começa a sentir fortes dores na reta final e abandona o percurso”, conta o fisiologista.

Energéticos - Gel de carboidrato, isotônicos e energéticos são praticamente itens básicos no “coquetel” de preparação para provas de grande distância. Enquanto os dois primeiros realmente ajudam o organismo a se recuperar, o último somente ilude o atleta.

“Energéticos aceleram o ritmo cardíaco e a oxigenação no sangue, por isso dão a sensação de que o corpo consegue correr mais do que realmente aguenta”, afirma Paulo. Esse sintoma faz com que os músculos sejam estressados ao extremo, levando à quebra.

Conheça os fatores psicológicos que podem levar à quebra aqui

Pulseira ajuda usuário a manter bem-estar diariamente

Conseguir controlar as horas de sono, o que comemos diariamente e deixar o sedentarismo para trás são coisas simples de se realizar, mas difíceis de concretizar, por consequência do estresse do dia-a-dia. Para conseguir administrar tudo isso, muitas pessoas utilizam as multifunções das novas tecnologias, que nem sempre ajudam como o esperado.

Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone

Preocupada com a qualidade de vida das pessoas, a empresa norte-americana Jawbone criou a UP, uma pulseira conectada com iPhone, iPad ou iPod que, além de alertar o usuário de algumas atividades que devem ser feitas ao longo do dia, dá dicas sobre como melhorar seu desempenho. O acessório registra como a pessoa dorme, se move e se alimenta.

Conforme o usuário cai no sono, o acessório registra o tempo que ele demorou para cair no sono, quanto tempo esteve sobre sono leve e pesado, e se dormiu o tempo o suficiente. Na hora da alimentação, é possível registrar todos os alimentos que foram consumidos, o horário e quanto o organismo realmente precisa.

É possível também registrar o momento em que a pessoa inicia uma atividade física e o instante em que ela para. Quando o usuário fica parado por muito tempo, a pulseira também alerta que está na hora de realizar algum exercício.

Aparência - Com design moderno, o objetivo da empresa era conseguir criar um aparelho que fosse confortável o suficiente para que o usuário dormisse tranquilamente e resistente para aguentar um jogo de basquete. Além disso, a UP é a prova d’água e suporta altas temperaturas.

O aparelho inovador já está à venda no site da empresa jawbone.com/up por 130 dólares (cerca de R$ 300). A página da Jawbone está em português.
Confira o vide sobre o aparelho:



Pulseira ajuda usuário a manter bem-estar diariamente

Atletismo · 07 out, 2013

Conseguir controlar as horas de sono, o que comemos diariamente e deixar o sedentarismo para trás são coisas simples de se realizar, mas difíceis de concretizar, por consequência do estresse do dia-a-dia. Para conseguir administrar tudo isso, muitas pessoas utilizam as multifunções das novas tecnologias, que nem sempre ajudam como o esperado.

Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone

Preocupada com a qualidade de vida das pessoas, a empresa norte-americana Jawbone criou a UP, uma pulseira conectada com iPhone, iPad ou iPod que, além de alertar o usuário de algumas atividades que devem ser feitas ao longo do dia, dá dicas sobre como melhorar seu desempenho. O acessório registra como a pessoa dorme, se move e se alimenta.

Conforme o usuário cai no sono, o acessório registra o tempo que ele demorou para cair no sono, quanto tempo esteve sobre sono leve e pesado, e se dormiu o tempo o suficiente. Na hora da alimentação, é possível registrar todos os alimentos que foram consumidos, o horário e quanto o organismo realmente precisa.

É possível também registrar o momento em que a pessoa inicia uma atividade física e o instante em que ela para. Quando o usuário fica parado por muito tempo, a pulseira também alerta que está na hora de realizar algum exercício.

Aparência - Com design moderno, o objetivo da empresa era conseguir criar um aparelho que fosse confortável o suficiente para que o usuário dormisse tranquilamente e resistente para aguentar um jogo de basquete. Além disso, a UP é a prova d’água e suporta altas temperaturas.

O aparelho inovador já está à venda no site da empresa jawbone.com/up por 130 dólares (cerca de R$ 300). A página da Jawbone está em português.
Confira o vide sobre o aparelho:


Camiseta muda de cor conforme desempenho do atleta

Atletismo · 02 out, 2013

Lançamento já está à venda no site da empresa. Foto: Divulgação/ Radiate Athletic Lançamento já está à venda no site da empresa. Foto: Divulgação/ Radiate Athletic

Praticar exercícios e sentir os músculos do corpo queimando é um dos principais indícios de que o treinamento está funcionando. Porém, não existe como saber exatamente as áreas ainda que precisam ser trabalhadas.

Pensando nisso, a marca norte-americana Radiate Athletics criou uma camiseta que muda de cor conforme o desempenho do esportista, baseado no aumento da temperatura corporal. A tecnologia, desenvolvida pela NASA, funciona a partir de elétrons que refletem luz na presença de calor.

Assim, é possível visualizar todos os músculos que já foram trabalhados e o que ainda precisam ser. Além disso, o tecido, que parece com seda, permite a transpiração, diminui o mau cheiro e é antibacteriano.

As camisetas já estão à venda no site da empresa www.radiateathletics.com. Os preços variam entre 39.99 dólares (R$ 96) e 64.99 dólares (R$156).

Confira a novidade no vídeo:


Parque do Ibirapuera funcionará 24 horas aos finais de semana

O parque oferece espaço para a prática de diversos esportes. Foto: arquivo Pessoal/ Edaurdo Andreassi O parque oferece espaço para a prática de diversos esportes. Foto: arquivo Pessoal/ Edaurdo Andreassi

O Parque do Ibirapuera, o mais tradicional da cidade de São Paulo e considerado o melhor parque da América Latina segundo usuários do TripAdvisor, funcionará 24 horas aos finais de semana. A decisão é oficial e a Virada Esportiva , que aconteceu nos dias 21 e 22 de setembro de 2013, serviu de experiência de como funcionaria o Parque se aberto ininterruptamente, como foi durante o evento.

A Prefeitura de São Paulo conclui um plano de segurança para mantê-lo aberto das 5h de sábado até a meia-noite de domingo, aumentando o efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e contratando mais seguranças, além de reforçar a iluminação.
Segundo o secretário dos Esportes, nem todas as áreas do parque - 1,4 milhões de metros quadrados - podem ficar abertas nas madrugadas. "Por questões ambientais, algumas partes não serão acessíveis", relata, Celso Jatene.

Há alguns anos carros e motos eram permitidos no Parque. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi Há alguns anos carros e motos eram permitidos no Parque. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

Os visitantes poderão circular por uma área de meio milhão de metros quadrados que inclui toda a extensão da grande marquise, onde ficam os museus e o planetário. O restante do parque não ficará aberto porque os animais que vivem na área precisam de tranquilidade para descansar.

Os visitantes terão um horário a mais para fazer caminhadas, corridas, ou mesmo para andar de patins, bike ou skate.

O acesso será pelo portão dois, que fica na Avenida Pedro Álvares Cabral e somente pedestres poderão entrar. Será proibida a entrada de automóveis e esses deverão desocupar os estacionamentos até as 22h.

A área da Marquise será um dos locais abertos no novo horário. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi A área da Marquise será um dos locais abertos no novo horário. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

Nos dias comuns, a área verde fica aberta das 5 horas à meia-noite, mas algumas partes fecham antes, às 22 horas. Atualmente, cerca de 300 mil pessoas freqüentam o Parque do Ibirapuera aos sábados e domingos.


Curiosidades - Em 1951, o então governador Lucas Nogueira Garcez institui uma comissão mista – composta por representantes dos poderes públicos e da iniciativa privada – para que o Parque do Ibirapuera se tornasse o marco das comemorações do IV Centenário da cidade.

A comissão foi criada e o arquiteto Oscar Niemeyer passou a cuidar do projeto arquitetônico do lugar, enquanto Roberto Burle Marx se responsabilizou pelo projeto paisagístico. O Ibirapuera como conhecemos hoje, foi entregue a São Paulo em 21 de agosto de 1954. Atualmente, ele é o parque mais freqüentado da capital paulista e com o maior número de atrações.

O lago do parque é um ótimo local para descanso. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi O lago do parque é um ótimo local para descanso. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

No início de suas atividades existiam roletas para controlar o número de visitantes e a entrada era paga. Ao menos essa era a intenção inicial, mas não perdurou.

Até os anos 80 era permitida a entrada de veículos e motocicletas nas ruas do parque. Aos poucos, a entrada de carros foi proibida e apenas os motociclistas podiam transitar nos arredores, desde que se dirigissem para o “zero”, um espaço destinado a eles, para se reunir e acelerar suas motos.

Desde então, o parque do Ibirapuera veio crescendo em atividades diversas e destinou o espaço exclusivamente para os pedestres.

O melhor Parque da América Latina - O Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, foi eleito o melhor parque da América Latina pelos usuários do TripAdvisor, um dos maiores sites de viagens do mundo.

No Ibirapuera, os amantes da natureza podem aproveitar o passeio para observar as cerca de 120 espécies de aves que o lugar abriga, fazer uma caminhada apreciando as flores e árvores do local, ou apenas descansar embaixo de uma sombra. Outra dica é conhecer o Viveiro Manequinho Lopes, onde há diversidade de plantas e uma estufa de orquídeas.

Apreciar o por do sol no gramado do Parque é um ótimo programa aos fins de semana Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi Apreciar o por do sol no gramado do Parque é um ótimo programa aos fins de semana Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

O parque também possui playgrounds reservados para crianças e a programação cultural também não fica de fora, já que o lugar abriga museus, pavilhão, exposições e o Auditório Ibirapuera, onde o público pode assistir a apresentações gratuitas.
Os visitantes também não podem deixar de conhecer o Planetário do local.

O Parque foi fundado em 1954 e, no início da colonização da Vila de São Paulo, o espaço foi ocupado por uma aldeia indígena.

'Autorama' fechará de meia-noite às 5h - O "autorama" do Parque do Ibirapuera vai fechar durante a madrugada. Alvo de reclamações, a área terá os portões fechados diariamente entre 0h e 5h - mesmo horário em que atualmente não é possível entrar no parque -, afirma o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Ricardo Teixeira.
Campanha de Doação de Mudas - Desde agosto de 2013, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente vem promovendo uma campanha permanente de doação de mudas. São distribuídas para a população espécies de plantas arbustivas, herbáceas, medicinais, trepadeiras e aromáticas.

Junto com as mudas, as pessoas recebem um folheto explicativo contendo as principais informações do exemplar escolhido, como nome técnico, modo de plantio e altura. Para retirar uma muda, basta comparecer à Marquise aos sábados e domingos, no período das 10h às 16h.

Entretenimentos - São oferecidas inúmeras atividades no Parque do Ibirapuera. Desde esportes, cursos, yoga, parquinhos para as crianças, oficinas de artes e músicas, locação de bikes e outros.

A segurança do Parque fica a cargo da GCM. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi A segurança do Parque fica a cargo da GCM. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

Para locar uma bike, é necessário se cadastrar, levando comprovante de endereço, RG e CPF. Atualmente o valor é de R$ 5,00 a cada hora.

Skate e patins na Marquise - O uso do skate e patins deve ser feito nas áreas centrais da marquise, enquanto as áreas periféricas são destinadas aos pedestres. Existe sinalização com adesivos na Marquise indicando o uso.

Já o uso das bicicletas e skates longboard deve ser feito em outros locais do Parque, como a ciclovia e a ladeira da Preguiça (de segunda à sexta-feira das 6h à 24h e aos sábados, domingos e feriados das 6h às 12h e das 18h às 24h.)

Serviço

  • Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral (Portão10) - Vila Mariana
  • Área: 1.584.000 m²
  • Funcionamento: diariamente das 5h às 0h
  • Fone: (11) 5574-5045


    Entrada para pedestres:

  • - Avenida IV Centenário, portões: 05, 06 e 07A;
  • - Avenida Pedro Álvares Cabral, portões: 02, 03, 04, 09 e 10.
  • - Avenida República do Líbano, portões: 07, 08 e 09A.

    Entrada para veículos:

  • - Av. Pedro Álvares Cabral – Portões: 03 (cartão zona azul) e 10 (somente veículos credenciados).
  • - Av. República do Líbano – Portão 07 (cartão zona azul).

    Horário dos portões:

  • - Portões: 02, 03, 05 e 10, das 05h às 24h.
  • - Portões: 04, 06 e 09, das 05h às 22h.
  • - Portões: 07, 08 e 09A, das 06h00 às 20h.
  • - Portão: 07A, das 07h às 17h.

    Ciclofaixa:
    Aberta aos domingos e feriados, das 7h às 16h.

    Ônibus:

  • 175T-10 – Metrô Santana – Metrô Jabaquara
  • 477U-10 – Heliópolis – Shop. Iguatemi (Cir.)
  • 509M-10 – Jd. Miriam – Term. Princ. Isabel
  • 5154-10 – Term. Sto. Amaro – Est. da Luz
  • 5164-21 – Cidade Leonor – Pq. Ibirapuera
  • 5175-10 – Balneário São Fco. – Pça. da Sé
  • 5178-10 – Jd. Miriam – Lgo. São Francisco
  • 5185-10 – Term. Guarapiranga – Pq. D. Pedro II
  • 5194-10 – Jd. São Jorge até Apurá – Lgo. São Francisco
  • 5300-10 – Term. Sto Amaro – Term. Pq. D. Pedro II

    Fotógrafo atuando na área de Jornalismo, com foco em viagens de turismo, automobilismo, gastronomia, fotojornalismo e outros, com diversas publicação no Brasil e Europa. Possui o site www.andreassifotos.com.br onde divulga um pouco do seu trabalho.


  • Parque do Ibirapuera funcionará 24 horas aos finais de semana

    Caminhada · 01 out, 2013

    O parque oferece espaço para a prática de diversos esportes. Foto: arquivo Pessoal/ Edaurdo Andreassi O parque oferece espaço para a prática de diversos esportes. Foto: arquivo Pessoal/ Edaurdo Andreassi

    O Parque do Ibirapuera, o mais tradicional da cidade de São Paulo e considerado o melhor parque da América Latina segundo usuários do TripAdvisor, funcionará 24 horas aos finais de semana. A decisão é oficial e a Virada Esportiva , que aconteceu nos dias 21 e 22 de setembro de 2013, serviu de experiência de como funcionaria o Parque se aberto ininterruptamente, como foi durante o evento.

    A Prefeitura de São Paulo conclui um plano de segurança para mantê-lo aberto das 5h de sábado até a meia-noite de domingo, aumentando o efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e contratando mais seguranças, além de reforçar a iluminação.
    Segundo o secretário dos Esportes, nem todas as áreas do parque - 1,4 milhões de metros quadrados - podem ficar abertas nas madrugadas. "Por questões ambientais, algumas partes não serão acessíveis", relata, Celso Jatene.

    Há alguns anos carros e motos eram permitidos no Parque. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi Há alguns anos carros e motos eram permitidos no Parque. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

    Os visitantes poderão circular por uma área de meio milhão de metros quadrados que inclui toda a extensão da grande marquise, onde ficam os museus e o planetário. O restante do parque não ficará aberto porque os animais que vivem na área precisam de tranquilidade para descansar.

    Os visitantes terão um horário a mais para fazer caminhadas, corridas, ou mesmo para andar de patins, bike ou skate.

    O acesso será pelo portão dois, que fica na Avenida Pedro Álvares Cabral e somente pedestres poderão entrar. Será proibida a entrada de automóveis e esses deverão desocupar os estacionamentos até as 22h.

    A área da Marquise será um dos locais abertos no novo horário. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi A área da Marquise será um dos locais abertos no novo horário. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

    Nos dias comuns, a área verde fica aberta das 5 horas à meia-noite, mas algumas partes fecham antes, às 22 horas. Atualmente, cerca de 300 mil pessoas freqüentam o Parque do Ibirapuera aos sábados e domingos.


    Curiosidades - Em 1951, o então governador Lucas Nogueira Garcez institui uma comissão mista – composta por representantes dos poderes públicos e da iniciativa privada – para que o Parque do Ibirapuera se tornasse o marco das comemorações do IV Centenário da cidade.

    A comissão foi criada e o arquiteto Oscar Niemeyer passou a cuidar do projeto arquitetônico do lugar, enquanto Roberto Burle Marx se responsabilizou pelo projeto paisagístico. O Ibirapuera como conhecemos hoje, foi entregue a São Paulo em 21 de agosto de 1954. Atualmente, ele é o parque mais freqüentado da capital paulista e com o maior número de atrações.

    O lago do parque é um ótimo local para descanso. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi O lago do parque é um ótimo local para descanso. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

    No início de suas atividades existiam roletas para controlar o número de visitantes e a entrada era paga. Ao menos essa era a intenção inicial, mas não perdurou.

    Até os anos 80 era permitida a entrada de veículos e motocicletas nas ruas do parque. Aos poucos, a entrada de carros foi proibida e apenas os motociclistas podiam transitar nos arredores, desde que se dirigissem para o “zero”, um espaço destinado a eles, para se reunir e acelerar suas motos.

    Desde então, o parque do Ibirapuera veio crescendo em atividades diversas e destinou o espaço exclusivamente para os pedestres.

    O melhor Parque da América Latina - O Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, foi eleito o melhor parque da América Latina pelos usuários do TripAdvisor, um dos maiores sites de viagens do mundo.

    No Ibirapuera, os amantes da natureza podem aproveitar o passeio para observar as cerca de 120 espécies de aves que o lugar abriga, fazer uma caminhada apreciando as flores e árvores do local, ou apenas descansar embaixo de uma sombra. Outra dica é conhecer o Viveiro Manequinho Lopes, onde há diversidade de plantas e uma estufa de orquídeas.

    Apreciar o por do sol no gramado do Parque é um ótimo programa aos fins de semana Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi Apreciar o por do sol no gramado do Parque é um ótimo programa aos fins de semana Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

    O parque também possui playgrounds reservados para crianças e a programação cultural também não fica de fora, já que o lugar abriga museus, pavilhão, exposições e o Auditório Ibirapuera, onde o público pode assistir a apresentações gratuitas.
    Os visitantes também não podem deixar de conhecer o Planetário do local.

    O Parque foi fundado em 1954 e, no início da colonização da Vila de São Paulo, o espaço foi ocupado por uma aldeia indígena.

    'Autorama' fechará de meia-noite às 5h - O "autorama" do Parque do Ibirapuera vai fechar durante a madrugada. Alvo de reclamações, a área terá os portões fechados diariamente entre 0h e 5h - mesmo horário em que atualmente não é possível entrar no parque -, afirma o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Ricardo Teixeira.
    Campanha de Doação de Mudas - Desde agosto de 2013, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente vem promovendo uma campanha permanente de doação de mudas. São distribuídas para a população espécies de plantas arbustivas, herbáceas, medicinais, trepadeiras e aromáticas.

    Junto com as mudas, as pessoas recebem um folheto explicativo contendo as principais informações do exemplar escolhido, como nome técnico, modo de plantio e altura. Para retirar uma muda, basta comparecer à Marquise aos sábados e domingos, no período das 10h às 16h.

    Entretenimentos - São oferecidas inúmeras atividades no Parque do Ibirapuera. Desde esportes, cursos, yoga, parquinhos para as crianças, oficinas de artes e músicas, locação de bikes e outros.

    A segurança do Parque fica a cargo da GCM. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi A segurança do Parque fica a cargo da GCM. Foto: arquivo Pessoal/ Eduardo Andreassi

    Para locar uma bike, é necessário se cadastrar, levando comprovante de endereço, RG e CPF. Atualmente o valor é de R$ 5,00 a cada hora.

    Skate e patins na Marquise - O uso do skate e patins deve ser feito nas áreas centrais da marquise, enquanto as áreas periféricas são destinadas aos pedestres. Existe sinalização com adesivos na Marquise indicando o uso.

    Já o uso das bicicletas e skates longboard deve ser feito em outros locais do Parque, como a ciclovia e a ladeira da Preguiça (de segunda à sexta-feira das 6h à 24h e aos sábados, domingos e feriados das 6h às 12h e das 18h às 24h.)

    Serviço

  • Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral (Portão10) - Vila Mariana
  • Área: 1.584.000 m²
  • Funcionamento: diariamente das 5h às 0h
  • Fone: (11) 5574-5045


    Entrada para pedestres:

  • - Avenida IV Centenário, portões: 05, 06 e 07A;
  • - Avenida Pedro Álvares Cabral, portões: 02, 03, 04, 09 e 10.
  • - Avenida República do Líbano, portões: 07, 08 e 09A.

    Entrada para veículos:

  • - Av. Pedro Álvares Cabral – Portões: 03 (cartão zona azul) e 10 (somente veículos credenciados).
  • - Av. República do Líbano – Portão 07 (cartão zona azul).

    Horário dos portões:

  • - Portões: 02, 03, 05 e 10, das 05h às 24h.
  • - Portões: 04, 06 e 09, das 05h às 22h.
  • - Portões: 07, 08 e 09A, das 06h00 às 20h.
  • - Portão: 07A, das 07h às 17h.

    Ciclofaixa:
    Aberta aos domingos e feriados, das 7h às 16h.

    Ônibus:

  • 175T-10 – Metrô Santana – Metrô Jabaquara
  • 477U-10 – Heliópolis – Shop. Iguatemi (Cir.)
  • 509M-10 – Jd. Miriam – Term. Princ. Isabel
  • 5154-10 – Term. Sto. Amaro – Est. da Luz
  • 5164-21 – Cidade Leonor – Pq. Ibirapuera
  • 5175-10 – Balneário São Fco. – Pça. da Sé
  • 5178-10 – Jd. Miriam – Lgo. São Francisco
  • 5185-10 – Term. Guarapiranga – Pq. D. Pedro II
  • 5194-10 – Jd. São Jorge até Apurá – Lgo. São Francisco
  • 5300-10 – Term. Sto Amaro – Term. Pq. D. Pedro II

    Fotógrafo atuando na área de Jornalismo, com foco em viagens de turismo, automobilismo, gastronomia, fotojornalismo e outros, com diversas publicação no Brasil e Europa. Possui o site www.andreassifotos.com.br onde divulga um pouco do seu trabalho.

  • Corrida com exigência de índice técnico, sim ou não?

    A pedido de um patrocinador, a Latin Sports, agência que organiza eventos esportivos de qualidade pelo país, realizará uma corrida de 15 quilômetros em dezembro com limitação de mil inscritos e exigência de índice técnico para inscrição. Foi uma forma pensada por este patrocinador para atingir um público específico, algo muito comum hoje em dia quando se quer vender qualquer tipo de produto, desde uma sandália de dedo a um helicóptero. Segmentação do público alvo!

    Uma das mais tradicionais maratonas no mundo, Boston, nos EUA, exige tempos classificatórios em maratonas anteriores, o que a torna uma prova mais competitiva e objeto de desejo de grande parte dos maratonistas. O mesmo acontece com a Maratona de Fukuoka no Japão, onde há o duríssimo índice masculino de 2h42 para poder entrar na prova.

    A Maratona de Boston é uma das provas que exige índice. Foto: Peter Farlow/ Wikimedia Commons A Maratona de Boston é uma das provas que exige índice. Foto: Peter Farlow/ Wikimedia Commons

    Prós e Contras - Coloquei em discussão o tema "corrida com necessidade de índices técnicos " em uma rede social e foram várias as opiniões de treinadores e corredores iniciantes ou experientes. A maioria concorda com a exigência de um índice mínimo, sobretudo para participação em provas com distâncias de meia maratona para cima, pois acreditam que haja muita gente se inscrevendo nessas provas sem ter lastro de treinamento suficiente e sem estarem minimamente preparadas, colocando suas saúdes em risco.

    Algumas pessoas também se manifestaram contra, alegando que a ideia foge completamente do espírito da corrida de rua, popular e democrática. Afirmam que tal atitude tiraria o encanto e o fascínio de algumas provas, ou desestimularia os corredores mais lentos e que a corrida de rua é um dos poucos espaços onde encontramos pessoas de todas as raças, crenças e mais variados níveis técnicos participando de um mesmo evento.

    Acredito que cada parte tenha sua parcela de razão, mas que hoje havendo mais de 310 corridas de rua somente considerando o estado de São Paulo e quase mil pelo país, não haverá o menor problema caso alguém tenha o desejo de participar, mas não possa por não ter o índice. Diferente de 15 ou 20 anos atrás, quando não havia várias opções por final de semana, em todos os tipos de terrenos, percursos e cidades, além das milhares no exterior. Temos mais de 60 provas de meia maratona, cerca de dez maratonas, centenas de provas de dez e cinco quilômetros em rua, montanha, trilhas e etc. Temos também várias provas somente femininas ou para determinada categoria de profissionais, mas isso não é preconceito ou segregação. Apenas uma opção de quem organiza ou investe no evento, de definir seu público alvo.

    Outro ponto a favor da ideia é o fato das pessoas terem que treinar de forma mais séria, visando obter a classificação em alguma outra prova, podendo assim participar numa próxima edição. Lembro-me de uma época que estava treinando para uma meia maratona importante e, para conseguir largar em um pelotão mais a frente, tive que obter anteriormente um tempo determinado em prova de dez quilômetros. Treinei de forma mais organizada e séria, cuidei da dieta corretamente, entrei em ótima forma e consegui fazer este índice, que até hoje foi a segunda melhor marca na distância que obtive na vida.

    Mas e você? Qual a sua opinião sobre a necessidade de índice técnico para participar de uma ou outra prova?


    Corrida com exigência de índice técnico, sim ou não?

    Caminhada · 30 set, 2013

    A pedido de um patrocinador, a Latin Sports, agência que organiza eventos esportivos de qualidade pelo país, realizará uma corrida de 15 quilômetros em dezembro com limitação de mil inscritos e exigência de índice técnico para inscrição. Foi uma forma pensada por este patrocinador para atingir um público específico, algo muito comum hoje em dia quando se quer vender qualquer tipo de produto, desde uma sandália de dedo a um helicóptero. Segmentação do público alvo!

    Uma das mais tradicionais maratonas no mundo, Boston, nos EUA, exige tempos classificatórios em maratonas anteriores, o que a torna uma prova mais competitiva e objeto de desejo de grande parte dos maratonistas. O mesmo acontece com a Maratona de Fukuoka no Japão, onde há o duríssimo índice masculino de 2h42 para poder entrar na prova.

    A Maratona de Boston é uma das provas que exige índice. Foto: Peter Farlow/ Wikimedia Commons A Maratona de Boston é uma das provas que exige índice. Foto: Peter Farlow/ Wikimedia Commons

    Prós e Contras - Coloquei em discussão o tema "corrida com necessidade de índices técnicos " em uma rede social e foram várias as opiniões de treinadores e corredores iniciantes ou experientes. A maioria concorda com a exigência de um índice mínimo, sobretudo para participação em provas com distâncias de meia maratona para cima, pois acreditam que haja muita gente se inscrevendo nessas provas sem ter lastro de treinamento suficiente e sem estarem minimamente preparadas, colocando suas saúdes em risco.

    Algumas pessoas também se manifestaram contra, alegando que a ideia foge completamente do espírito da corrida de rua, popular e democrática. Afirmam que tal atitude tiraria o encanto e o fascínio de algumas provas, ou desestimularia os corredores mais lentos e que a corrida de rua é um dos poucos espaços onde encontramos pessoas de todas as raças, crenças e mais variados níveis técnicos participando de um mesmo evento.

    Acredito que cada parte tenha sua parcela de razão, mas que hoje havendo mais de 310 corridas de rua somente considerando o estado de São Paulo e quase mil pelo país, não haverá o menor problema caso alguém tenha o desejo de participar, mas não possa por não ter o índice. Diferente de 15 ou 20 anos atrás, quando não havia várias opções por final de semana, em todos os tipos de terrenos, percursos e cidades, além das milhares no exterior. Temos mais de 60 provas de meia maratona, cerca de dez maratonas, centenas de provas de dez e cinco quilômetros em rua, montanha, trilhas e etc. Temos também várias provas somente femininas ou para determinada categoria de profissionais, mas isso não é preconceito ou segregação. Apenas uma opção de quem organiza ou investe no evento, de definir seu público alvo.

    Outro ponto a favor da ideia é o fato das pessoas terem que treinar de forma mais séria, visando obter a classificação em alguma outra prova, podendo assim participar numa próxima edição. Lembro-me de uma época que estava treinando para uma meia maratona importante e, para conseguir largar em um pelotão mais a frente, tive que obter anteriormente um tempo determinado em prova de dez quilômetros. Treinei de forma mais organizada e séria, cuidei da dieta corretamente, entrei em ótima forma e consegui fazer este índice, que até hoje foi a segunda melhor marca na distância que obtive na vida.

    Mas e você? Qual a sua opinião sobre a necessidade de índice técnico para participar de uma ou outra prova?

    Homeopatia: saiba como o tratamento auxilia o organismo de esportistas

    Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng

    Depois de começar a praticar atividades físicas é comum que o esportista comece a ter reincidências de lesões e sensações de dor. Neste momento o atleta deve decidir entre iniciar fisioterapia ou tratamento com uma bateria de remédios. Porém, existe mais uma alternativa que, junto da medicina tradicional, pode salvar o treinamento e a saúde: a homeopatia.

    A homeopatia é considerada um tipo de medicina alternativa que utiliza métodos científicos para tratar e prevenir doenças agudas e crônicas. Apesar de muitos cientistas desacreditarem na eficácia do tratamento, existe um número crescente de homeopatas, que manipulam plantas e minerais diluídos em água ou álcool para gerar medicamentos que ajudam o organismo a se recuperar.

    O benefício da homeopatia é a garantia de um organismo saudável, até mesmo quando o indivíduo não está com uma patologia, além de um tratamento personalizado. “Quando testado por ressonância nuclear magnética ou por cromatografia, cada medicamento é diferente e único, assim como cada potência desse medicamento. Portanto, embora cada medicamento homeopático tenha aparência e sabor idênticos, cada qual tem seu próprio padrão e propriedades”, conta o homeopata especialista no tratamento de esportistas, André Castanhede.

    De acordo com o homeopata, a medicina alternativa ressalta o poder de capacidade de mutação de microorganismo, portanto tem a função de aumentar a imunidade corporal. “Além de reduzir o risco de resistência bacteriana, o baixo custo dos medicamentos homeopáticos beneficia o acesso ao medicamento. É diferente da alopatia, em que o medicamento é específico somente para tratar de um sintoma, como o analgésico contra a dor e um antibiótico contra infecção”, completa.

    Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng

    Contra lesões - Segundo André, a homeopatia é uma prática que tomou maiores proporções nos países europeus e que é utilizada por um grande número de atletas estrangeiros. “No Brasil existem 15 mil médicos, é o 16º maior grupo entre as 61 especialidades médicas, mas mesmo assim praticamente nem se fala do contexto homeopático dentro do esporte”, lamenta.

    Caso o tratamento fosse requisitado pelos atletas, ele teria como objetivo melhorar o ânimo e desempenho, além de diminuir o número de queixas físicas e de ordem mental. “Somada a um médico do esporte, a homeopatia facilita a volta do esportista após uma lesão”, ressalta o especialista.

    Castanhede também afirma que a medicina alternativa pode ajudar em casos simples de dores. “A dose homeopática reduz o número de câimbras, pois diminui a concentração do ácido lático”, revela.

    Tratamento - Segundo André, não existe restrições para se utilizar o medicamento e ele deve ser adotado desde quando o indivíduo ainda é um bebê.


    Homeopatia: saiba como o tratamento auxilia o organismo de esportistas

    Atletismo · 30 set, 2013

    Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng

    Depois de começar a praticar atividades físicas é comum que o esportista comece a ter reincidências de lesões e sensações de dor. Neste momento o atleta deve decidir entre iniciar fisioterapia ou tratamento com uma bateria de remédios. Porém, existe mais uma alternativa que, junto da medicina tradicional, pode salvar o treinamento e a saúde: a homeopatia.

    A homeopatia é considerada um tipo de medicina alternativa que utiliza métodos científicos para tratar e prevenir doenças agudas e crônicas. Apesar de muitos cientistas desacreditarem na eficácia do tratamento, existe um número crescente de homeopatas, que manipulam plantas e minerais diluídos em água ou álcool para gerar medicamentos que ajudam o organismo a se recuperar.

    O benefício da homeopatia é a garantia de um organismo saudável, até mesmo quando o indivíduo não está com uma patologia, além de um tratamento personalizado. “Quando testado por ressonância nuclear magnética ou por cromatografia, cada medicamento é diferente e único, assim como cada potência desse medicamento. Portanto, embora cada medicamento homeopático tenha aparência e sabor idênticos, cada qual tem seu próprio padrão e propriedades”, conta o homeopata especialista no tratamento de esportistas, André Castanhede.

    De acordo com o homeopata, a medicina alternativa ressalta o poder de capacidade de mutação de microorganismo, portanto tem a função de aumentar a imunidade corporal. “Além de reduzir o risco de resistência bacteriana, o baixo custo dos medicamentos homeopáticos beneficia o acesso ao medicamento. É diferente da alopatia, em que o medicamento é específico somente para tratar de um sintoma, como o analgésico contra a dor e um antibiótico contra infecção”, completa.

    Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng

    Contra lesões - Segundo André, a homeopatia é uma prática que tomou maiores proporções nos países europeus e que é utilizada por um grande número de atletas estrangeiros. “No Brasil existem 15 mil médicos, é o 16º maior grupo entre as 61 especialidades médicas, mas mesmo assim praticamente nem se fala do contexto homeopático dentro do esporte”, lamenta.

    Caso o tratamento fosse requisitado pelos atletas, ele teria como objetivo melhorar o ânimo e desempenho, além de diminuir o número de queixas físicas e de ordem mental. “Somada a um médico do esporte, a homeopatia facilita a volta do esportista após uma lesão”, ressalta o especialista.

    Castanhede também afirma que a medicina alternativa pode ajudar em casos simples de dores. “A dose homeopática reduz o número de câimbras, pois diminui a concentração do ácido lático”, revela.

    Tratamento - Segundo André, não existe restrições para se utilizar o medicamento e ele deve ser adotado desde quando o indivíduo ainda é um bebê.

    Empresa sueca cria filtro que remove 99,4% das bactérias da água

    Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube

    Atualmente a grande preocupação dos designers de produtos é criar um filtro tão potente que diminua os índices de doenças causadas por água contaminada. A ingestão de bactérias e outros microorganismos presentes no líquido não tratado é a causa de 80% dos casos de problemas de saúde nos países de terceiro mundo.

    Pensando nisso, a empresa sueca OKO (palavra que significa Eco) disponibiliza no mercado uma garrafinha com filtros desenvolvidos pela NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço). A OKO H2O utiliza dois níveis de filtragem da água: o primeiro é responsável por retirar odor e cloro presente na água, enquanto o segundo tira totalmente as impurezas.

    De acordo com a empresa, o sistema conta com um aparelho com poros de apenas dois mícrons de diâmetro, um espaço tão pequeno que é invisível ao olho nu, que retém substâncias nocivas. Em testes, os resultados indicaram a remoção de mais de 99,94% bactérias encontradas na água.

    A squeeze tecnológica já está disponível no site da empresa www.okoh2o.com/products.php por 22,95 dólares (aproximadamente R$ 55) e o filtro de nível dois custa 11,95 dólares (cerca de R$ 29). Existe ainda um terceiro filtro produzido pela NASA, mas ele não está disponível para os consumidores.

    Para comprovar a eficiência do aparelho, um vídeo foi publicado no Youtube onde um homem passa o refrigerante Coca-Cola pelo filtro e a bebida apareça transparente. Apesar de o líquido ficar transparente, a água não perde o sabor doce. Confira:



    Empresa sueca cria filtro que remove 99,4% das bactérias da água

    Atletismo · 26 set, 2013

    Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube

    Atualmente a grande preocupação dos designers de produtos é criar um filtro tão potente que diminua os índices de doenças causadas por água contaminada. A ingestão de bactérias e outros microorganismos presentes no líquido não tratado é a causa de 80% dos casos de problemas de saúde nos países de terceiro mundo.

    Pensando nisso, a empresa sueca OKO (palavra que significa Eco) disponibiliza no mercado uma garrafinha com filtros desenvolvidos pela NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço). A OKO H2O utiliza dois níveis de filtragem da água: o primeiro é responsável por retirar odor e cloro presente na água, enquanto o segundo tira totalmente as impurezas.

    De acordo com a empresa, o sistema conta com um aparelho com poros de apenas dois mícrons de diâmetro, um espaço tão pequeno que é invisível ao olho nu, que retém substâncias nocivas. Em testes, os resultados indicaram a remoção de mais de 99,94% bactérias encontradas na água.

    A squeeze tecnológica já está disponível no site da empresa www.okoh2o.com/products.php por 22,95 dólares (aproximadamente R$ 55) e o filtro de nível dois custa 11,95 dólares (cerca de R$ 29). Existe ainda um terceiro filtro produzido pela NASA, mas ele não está disponível para os consumidores.

    Para comprovar a eficiência do aparelho, um vídeo foi publicado no Youtube onde um homem passa o refrigerante Coca-Cola pelo filtro e a bebida apareça transparente. Apesar de o líquido ficar transparente, a água não perde o sabor doce. Confira:


    Asics apresenta novo Gel- Cumulus 15

    Caminhada · 26 set, 2013

    A marca Asics apresenta o novo Gel-Cumulus 15, para pisadas neutras e supinadas. O modelo está disponível em quatro cores diferentes para o público masculino e três para o feminino.

    Modelo com amortecimento em gel garante redução no impacto. Foto: Divulgação/ Asics Modelo com amortecimento em gel garante redução no impacto. Foto: Divulgação/ Asics

    O diferencial é o amortecimento em gel e palmilha. Segundo o fabricante, estas qualidades oferecem maior conforto aos corredores que não sentirão tanto o impacto por conta desta tecnologia.

    Outra observação da marca é a temperatura do pé, que não será alta, assim garantindo ambiente fresco e seco.

    A Asics adaptou o modelo para guiar o movimento natural do pé e, esta tecnologia, é ideal para uma boa pisada e um bom rendimento, desde o contato do tornozelo até a propulsão, segundo informações fornecidas pela marca.

    Para cada tipo de calcanhar há um ajuste diferente. O novo lançamento possui espuma interna, com densidade maior e permite o conforto.

    Preço médio: R$ 399,00

    Peso médio: 323 gramas

    Onde encontrar: nas melhores lojas do segmento.

    Para obter mais informações, acesse o site www.asics.com.br.

    Suunto lança relógio GPS com cara feminina e inova nos aplicativos

    Caminhada · 24 set, 2013

    O Ambit2 S fornece ritmo, distância percorrida e monitoramento da frequência cardíaca - Foto: Divulgação/ Suunto O Ambit2 S fornece ritmo, distância percorrida e monitoramento da frequência cardíaca - Foto: Divulgação/ Suunto

    A Suunto resolveu dar um toque de delicadeza em um de seus principais relógios GPS. Totalmente branco e com os botões cromados, a versão feminina do Ambit2 S dá mais cor na hora de pedalar, correr ou nadar. Com uma pulseira de silicone elástica, o relógio se ajusta com facilidade e conforto.

    O Ambit2 S fornece ritmo, distância percorrida e monitoramento da frequência cardíaca. Além da nova cor do relógio, a marca finlandesa também preparou outros dois lançamentos para deixarem uma prova ou treino ainda mais divertidos. Na loja de aplicativos da marca é possível baixar dois programas que foram desenvolvidos de acordo com a solicitação de algumas mulheres.

    Um desses aplicativos é o Workout & Refuel App que fornece a quantidade exata de nutrientes que precisa ser reposta após o exercício físico. Isso ajuda na nutrição correta do corpo.

    O segundo programa tem uma proposta mais divertida e motivacional. O Workout Celebration App indica quantas taças de champanhe podem ser consumidas de acordo com o tempo em atividade. Se você realmente se aplicou, o aplicativo pode até “liberar” uma garrafa para a celebração.

    Aparelho criado por brasileiro transforma respiração em energia para iPhone

    Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

    Atualmente é raro encontrar esportistas que abdicam dos fones de ouvido enquanto praticam exercícios. Apesar de não serem recomendados por alguns profissionais da área de educação física, uma playlist com músicas bem selecionadas pode aumentar o rendimento e diminuir o tempo em corridas, além de trazer ainda mais diversão para o esportista.

    Porém, dependendo do tempo e local em que o exercício será praticado, a carga da bateria não será o suficiente para perdurar por todo o treino, competição ou prática. Pensando nessa dificuldade, o designer brasileiro João Paulo Lammoglia desenvolveu o Aire, um dispositivo que gera energia para o iPhone por meio da respiração.

    O aparelho é uma máscara que funciona por meio do uso de uma pequena turbina, que converte a respiração em energia elétrica. Portanto, ele pode ser utilizado enquanto o usuário dorme, por exemplo, mas será recarregado muito mais rápido se usado por praticantes de esporte.

    Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

    O objetivo do projeto é preservar o meio ambiente e incentivar as pessoas a praticar esportes regularmente, já que quanto melhor a respiração, mais rápida a bateria do Iphone ficará completa. O dispositivo ganhou, em 2011, o prêmio da Red Dot Design Award por melhor Conceito de Design do ano.

    Saiba mais no site do designer www.joaolammoglia.com.


    Aparelho criado por brasileiro transforma respiração em energia para iPhone

    Atletismo · 23 set, 2013

    Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

    Atualmente é raro encontrar esportistas que abdicam dos fones de ouvido enquanto praticam exercícios. Apesar de não serem recomendados por alguns profissionais da área de educação física, uma playlist com músicas bem selecionadas pode aumentar o rendimento e diminuir o tempo em corridas, além de trazer ainda mais diversão para o esportista.

    Porém, dependendo do tempo e local em que o exercício será praticado, a carga da bateria não será o suficiente para perdurar por todo o treino, competição ou prática. Pensando nessa dificuldade, o designer brasileiro João Paulo Lammoglia desenvolveu o Aire, um dispositivo que gera energia para o iPhone por meio da respiração.

    O aparelho é uma máscara que funciona por meio do uso de uma pequena turbina, que converte a respiração em energia elétrica. Portanto, ele pode ser utilizado enquanto o usuário dorme, por exemplo, mas será recarregado muito mais rápido se usado por praticantes de esporte.

    Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

    O objetivo do projeto é preservar o meio ambiente e incentivar as pessoas a praticar esportes regularmente, já que quanto melhor a respiração, mais rápida a bateria do Iphone ficará completa. O dispositivo ganhou, em 2011, o prêmio da Red Dot Design Award por melhor Conceito de Design do ano.

    Saiba mais no site do designer www.joaolammoglia.com.