Caminhada · 14 set, 2005
Quando decidimos incorporar a atividade física em nossas vidas, o fazemos motivadas essencialmente pela necessidade de nos fortalecermos. Queremos melhorar nossas referências quanto as nossas iniciativas, nossa imagem pessoal e conseqüentemente transmitirmos ao nosso convívio com as pessoas mais satisfação e energia positiva.
A corrida, ou mesmo a caminhada feita regularmente três vezes na semana revigora, fortalece a musculatura das pernas, ativa os nossos batimentos cardíacos, abre nossos poros e nos liberta. Nossas pernas são responsáveis pela nossa sustentação. São elas que nos mantêm, nos carregam.
Ao treinar com determinação percebermos os benefícios da corrida. Você não pode desistir, a mulher precisa ter seu momento no dia para cuidar de seu corpo, perder peso quando recomendado e efetivamente realizar algo em prol dela e da sua saúde.
Perseguir alguns objetivos no seu treinamento é muito importante. Em médio prazo aconselha-se realizar uma primeira prova de 3 a 5km, ou uma caminhada forte quase trotando. Ter um freqüêncimetro, que meça com exatidão seus batimentos cardíacos para dar os parâmetros do mínimo, médio e máximo de batimentos que acusam seu aproveitamento quando esta treinando (até no intervalo do exercício), é um recurso que faz você ter a noção mais exata das reações de seu corpo ao treinamento. Assim você pode saber se está assimilando esta nova rotina, além de ir conhecendo seus potenciais, suas dificuldades para poder desenvolver uma dinâmica de treinos mais eficiente e personalizada.
Quando corremos nosso olhar se amplia, nossa postura precisa ser constantemente trabalhada, visualizamos nossa corrida sempre 20 metros na frente e isto nos impulsiona, amplia nossa passada o que nós faz conquistar mais espaço.
Mais espaço para as batidas do coração, mais oxigênio para o nosso cérebro e músculos das pernas, e uma condição física que nos remeterá ao auto-reconhecimento, a uma performance especifica, além de conquistas inimagináveis.
Bons Treinos!
Atletismo · 13 set, 2005
Atletas e esportistas devem fazer exames médicos periodicamente. O indicado é que se faça pelo menos uma vez por ano um exame ergométrico e exames de sangue. Após essa sabatina, o individuo, se não apresentar nenhuma doença pré-existente, pode praticar atividades físicas sem preocupação. Mas se o exame não for feito com médicos idôneos o risco de morte súbita continua.
O maratonista de 54 anos, Cassiano Oliveira, seguiu a risca todas as indicações médicas. Ele pratica o esporte há sete anos e faz check-up médico periodicamente. O último ele fez no mês de julho e como todos os anos ele estava apto a correr.
Mas no último dia 28 de agosto ele sofreu um infarto durante a Corrida Corpore Duque de Caxias, em São Paulo. Durante essa prova eu senti muita dor no peito. Assim eu tive que fazer a prova intercalando corrida e caminhada. Quando eu cruzei a linha de chegada a médica olhou para o meu rosto e falou que eu estava infartando, revela Oliveira.
O mais curioso é que dias antes da prova ele sentiu um incomodo no peito e não desconfiou que poderia ser um infarto. Antes da corrida eu senti uma dorzinha e pensei que era uma gastrite, tomei apenas um chá. Não suspeitei de nada porque o meu check-up não tinha dado nada. O doutor me falou que eu estava bom. Eu confiei no médico, conta.
Porém o teste ergométrico que ele se submeteu não foi feito de forma adequada. Segundo Oliveira, o teste foi feito numa carga muito baixa. O teste que eu fiz foi tão fraco que eu nem suei a camiseta. Normalmente eu suo bastante porque os médicos têm que testar como o nosso corpo reage no limite. Tenho a impressão que a enfermeira fez um teste para uma pessoa sedentária da minha idade, revela. Antes eu tinha avisado que era maratonista, acrescenta.
Além disso, o teste foi aplicado por uma enfermeira enquanto deveria ser feito por um médico. Toda pessoa deve exigir a presença de um médico durante um teste ergométrico, afirma o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb.
Além disso, qualquer sintoma que você sinta durante a corrida, por exemplo, o melhor é parar, alerta o doutor. Isto porque a dor é o sintoma de que algo grave pode estar acontecendo. Mesmo se o atleta fez um check-up anteriormente aconselha-se parar.
Sintomas como tonturas, palpitações ou pulso irregular, dores no peito ou no estômago, falta de ar anormal ou algo de estranho durante a prova ou no treinamento, é sinal de que deve-se parar imediatamente e solicitar atenção médica, acrescenta.
Caminhada · 13 set, 2005
No dia nove de outubro acontece pela primeira vez em São Paulo a prova Rock´n Run. Como o próprio nome diz, a nova competição será uma mistura de corrida e show de rock. Nesta os inscritos poderão fazer uma prova de 6km ou uma caminhada de 3km e depois desfrutar do show do Barão Vermelho.
A largada será às 9 horas na pista expressa da Marginal Pinheiros, em frente ao Credicard Hall. Segundo os organizadores, o percurso é 100% plano ideal para iniciantes. Para esta prova são esperados cerca de cinco mil pessoas.
As inscrições para o Rock´n Run terminam no dia 30 de setembro. Estas custam R$ 75 e podem ser feitas no site oficial da prova: www.rockrun.com.br. Cada inscrição, além de vantagens e benefícios como tendas de alimentação e hidratação, dá direito ao kit-atleta, credencial de estacionamento, camisa oficial do evento (com tecnologia Thermodry Amni, exclusiva da Track&Field), pulseira de acesso ao show e chip de monitoramento.
Atletismo · 13 set, 2005
A marca esportiva Asics lançou no Brasil o Pocast. O programa traz dicas esportivas e músicas para serem baixadas gratuitamente em aparelhos de mp3, como o iPod.
"Como queremos sempre estar perto de nossos consumidores e já utilizamos tecnologia de ponta em nossos produtos, vimos no podcast a chance de nos aproximar ainda mais, enriquecendo o corredor de informações úteis para seus treinos", comenta Tiago Pinto, gerente de comunicação da Asics.
Para baixar as dicas do Podcast o interessado deve acessar o site www.asics.com.br. Não é necessário cadastro para pegar o programa. Lá o esportista encontrará diariamente dicas de atletas, profissionais da área de saúde e de pessoas envolvidas com o esporte.
Atletismo · 13 set, 2005
Um absurdo essa outra morte de um jovem atleta treinando em Juiz de Fora. Pelas informações da imprensa o triathleta Thiago Machado entre os melhores do país teve sintomas de tonturas e palpitações dias antes, não valorizados. Infelizmente semana passada uma parada cardíaca não recuperada foi seguida de Morte Súbita irreversível durante treinamento. Tudo faz crer que era um problema cardíaco não suspeitado ou desvalorizado, possivelmente congênito (a principal suspeita na maioria dos casos abaixo dos 35 anos). Algumas considerações são necessárias:
1- Avaliações cardiológicas em todos os atletas competitivos, insisto, são obrigatórias. Escolha um cardiologista com experiência em esporte ou médico do esporte.
2- Exigir por ser de direito, que os exames de teste ergométrico e ecocardiograma sejam realizados por cardiologista habilitado no exame. Em algumas clínicas quem faz o exame é uma atendente ou "técnica" o que é totalmente irregular. A Sociedade Brasileira de Cardiologia emite certificado de habilitação médica em ecocardiograma e teste ergométrico.
3- É de estranhar que alguém (a família segundo os jornais) tenha impedido que fosse feita a necropsia (é obrigatória por lei, afinal ao menos deveríamos saber a causa de sua morte. E se fosse uma doença hereditária, alguém mais da família pode tê-la, o que no caso não é de se descartar essa possibilidade). A hipótese de infarto em jovem de 28 anos é a última causa a se pensar e nesse caso pelo menos dois fatores de risco não controlados, teriam de estar presentes, o que levantaria uma grande alerta para a família.
4- Os responsáveis pela preparação físico-técnica devem alertar seus atletas caso tenham algum sintoma por mais leve que seja e ocorrido durante o treinamento ou exercícios físicos, que pare seu treino e procure esclarecimento médico.
5- As federações e outros organizadores devem exigir a feitura de exames médicos prévios e quando for prova popular, que seja distribuído questionário com algumas perguntas de avaliação médica pré-participação aos inscritos, além de esclarecer dos riscos possíveis, do desconhecimento do estado médico de cada um. Um alerta a todos os esportistas ou atletas: qualquer sintoma como tonturas, palpitações ou pulso irregular, dores no peito ou no estômago, falta de ar anormal ou algo de estranho durante a prova ou no treinamento, é sinal de que deve-se parar imediatamente e solicitar atenção médica.
Caminhada · 12 set, 2005
O dia amanheceu ensolarado e a movimentação foi grande na rua da Paz com os atletas chegando na sede da Amcham e retirando seus chips para participar da 4ª Corrida pela Paz. Após os últimos ajustes, os corredores se dirigiam à rua e se posicionavam para esperar a largada da prova, que aconteceu às 9h.
Mas antes disso, às 8h30, um alongamento foi comandado pelo professor Zeca na própria rua onde seria dada a largada. Com todos aquecidos, chegou a hora da largada dos PNEs que partiram para completar os 8km às 8h55.
Quatro minutos depois, um toque de corneta registrou o início do minuto de silêncio em lembrança das vítimas do atentado que acontece há exatos quatro anos nas torres do World Trade Center, em Nova York. Ao fim do minuto, a largada foi dada para as distâncias de 8km e 3km (para caminhantes) e os balões brancos que todos os atletas tinham em mãos foram soltos e enfeitaram a linda manhã que se fez nesse domingo.
E já no começo da prova, Orlando Dias de Lima tomou a dianteira e disputou a primeira posição com Marildo José Barduco até o quilômetro 4, quando Orlando conseguiu se distanciar e garantir a primeira colocação ao final da prova. A prova foi boa, trabalhei a noite toda e vim direto. Estava com dor nas costelas, pois me machuquei, mas vim aqui e pensei vou começar forte e se eu quebrar eu paro. Comecei bem, perto do 5º km abri uns 100m e fui embora.
Entre as mulheres, Shirleide Oliveira de Souza mais uma vez conseguiu a primeira colocação e, além disso, quebrou o recorde feminino da prova: Nem sabia que tinha batido o recorde, mas foi muito bom. O percurso era inteiro plano e fui bem, apesar de preferir umas subidas.
Com dois percursos totalmente planos e rápidos, os atletas conseguiram fazer ótimos tempos e completavam rapidamente a prova, misturando na linha de chegada pessoas que chegavam correndo e estafadas ao final dos 8km e outras que vinham caminhando junto com amigos, familiares e crianças nos 3km. Mas não importava de que grupo os atletas faziam parte, pois todos estavam lá celebrando a paz. Mais um sucesso nessa quarta edição da Corrida Pela Paz que hoje já é uma realidade. A prova foi perfeita e ano que vem vamos para mais uma, afirmou Luciano Menezes, diretor-executivo da Amcham.
Caminhada · 06 set, 2005
Amanhã acontece em São Paulo o IV Troféu Independência do Brasil. A prova de 10km que tem largada na frente do Parque da Independência começa às 8h30. E a briga pelo pódio será acirrada.
Os atletas quenianos Biwott Philip Kiplagat, James Kipkemboi Rotich, Anne Cheptanui Bererwe disputarão o primeiro lugar com os brasileiros Emerson Iser Bem, Paulo Vitor Lunkes, Luis Fernando de Almeida Paula, Paulo Roberto de Almeida Paula, Letícia Aparecida da Silva e Maria Fátima Gomes.
A prova é a 5ª etapa de 2005 do Circuito Banco Real de Corridas de Rua e conta com cerca de 4600 participantes.
Caminhada · 06 set, 2005
O dia 11 de Setembro marca 4 anos dos atentados ao World Trade Center, em Nova York, e a Amcham (Câmara Americana de Comércio), em parceria com a Corpore (Corredores Paulistas Reunidos), irá realizar no domingo, dia 11 de setembro, a IV Corrida pela Paz.
Com largada programada para acontecer as 9 horas da manhã, em frente a sede da Amcham os participantes percorrerão 8 quilômetros, sendo eles, pela rua da Paz; Avenida Nações Unidas (sentido Brooklin); via de passagem em frente ao WTC (World Trade Center); rua Arizona; avenida Luiz Carlos Berrini; avenida Roberto Marinho, contornando de volta pela mesma avenida na altura da rua Nova York; Avenida Nações Unidas (sentido Interlagos); e chegada a rua da Paz (mesmo local de partida). O evento contará também com uma caminhada de 3 quilômetros.
Amcham (Câmara Americana de Comércio):
Rua da Paz, nº 1.431
Chácara Santo Antônio
São Paulo - Capital
Caminhada · 06 set, 2005
A Tribuna FM de Santos que está organizando a edição inaugural da corrida exclusiva para mulheres, os 8Km AT Revista Guarujá, vai distribuir em pêmios o total de R$ 20 mil divididos entre as 10 melhores da elite, além de um bônus de R$ 300,00 para as primeiras colocadas de cada categoria de idade. A vencedora da elite irá embolsar o prêmio de R$ 3,2 mil.
O evento acontecerá no dia 16 de outubro, na Praia da Enseada, e são aguardados 1.500 corredoras, além de outras 500 caminhantes, que percorrerão 6 km. As inscrições estão abertas e mais informações podem ser obtidas no site www.atrevista.com.br/8km.
Atletismo · 01 set, 2005
Músculos, Ingestão Protéica e Envelhecimento - O envelhecimento natural é associado com o declínio da massa muscular e a conseqüente perda de força e potência muscular, há também queda da capacidade aeróbia, de habilidades físicas funcionais e mudanças no sistema endócrino. Há ainda redução de ingestão e síntese protéicas (responsável pela formação de músculos).
Com a idade aumenta a necessidade de ingestão de proteína por um provável declínio da habilidade do músculo do idoso usar e manter os aminoácidos (AAs) provenientes da dieta, apesar de haver uma mínima alteração na extração de energia dos alimentos com o envelhecimento.
As mudanças na composição corporal do idoso têm importantes implicações epidemiológicas em larga escala. Isso porque, a perda de peso tem nesse grupo um efeito prejudicial na saúde e na condição física equivalente ao ganho de peso!
A desnutrição é um dos fatores que contribuem para essas perdas podendo ser reduzida pelo aumento da ingestão protéica, calórica ou ambos já que eles têm um estado nutricional inadequado. Entretanto, tentativas de ganho de massa muscular e de força com suplementos convencionais ou dietas hiperprotéicas foram sem sucesso.
A redução da atividade física com o envelhecimento também afeta a massa muscular. A manutenção desse fator mais o aumento da ingestão de proteínas pode exercer relativa influência, mas não necessariamente cessar tais perdas em idosos.
A Sarcopenia - A Sarcopenia pode ser definida como sendo um problema multifatorial caracterizado pela perda de massa muscular com o envelhecimento. Há assim um aumento da fadiga que pode ocasionar dependência funcional e morbidade. Ela é o denominador comum do processo de envelhecimento responsável pelo declínio do desempenho físico com redução da capacidade de ativação das fibras musculares e decréscimo da tensão de algumas fibras específicas.
A Sarcopenia aumenta ainda a susceptibilidade a quedas que podem resultar em lesões e perda da independência. Não há um consenso se ela deveria ser vista apenas como um processo normal do envelhecimento ou então como uma doença apenas quando induz a disfunções. Mas é um fato que ela está também relacionada com processos como queda da taxa metabólica basal, mudanças nas necessidades nutricionais (homeostase de glicose e metabolismo lipídico), função imune, osteoporose e qualidade de vida.
Sabe-se já que os músculos não são afetados da mesma maneira pelo processo, pois depende do grupo muscular. O decréscimo na massa muscular é maior nos membros inferiores e nas fibras brancas (as de contração rápida). Mas ainda é inconclusivo se é maior em mulheres ou em homens. Por sua vez, algo a se preocupar é que a mensuração subestima as perdas por superestimar a massa muscular. Ou seja, a perda pode ser ainda maior do que o considerado atualmente.
Suplementação e Treinamento - O treinamento de força induz em idosos aumentos na testosterona livre assim como induz a um aumento na retenção e ganho de massa muscular. Há também um decréscimo de cortisol no repouso. Porém, essas mudanças tendem a acontecer somente na primeira fase do treinamento não sendo conclusivo em fases mais avançadas.
Um Suplemento Nutricional ou uma Intervenção Nutricional poderiam ser utilizados no tratamento da Sarcopenia estimulando o anabolismo muscular mais eficientemente que o alimento ou que um suplemento protéico convencional, pois foi demonstrado que os AAs estimulam a síntese muscular em idosos. Porém é ainda desconhecido se todos ou se qualquer AA é realmente necessário para se alcançar este efeito.
Um cuidado a ser tomado é para evitar que o idoso, que é suplementado, não reduza a ingestão habitual de alimentos mantendo o total calórico consumido para que a suplementação não seja um substituto alimentar e sim um suplemento.
Há evidências recentes que a presença de carboidrato (CHO) em suplementos para idosos não seria benéfico porque prejudicaria a resposta anabólica se comparado aos AAs isolados. A presença de CHO nos suplementos utilizados em pesquisas anteriores pode explicar a ineficácia das intervenções nutricionais.
A essa incapacidade do sistema endócrino dos idosos se comparado ao dos jovens indicaria uma plasticidade perdida ou alterada com o envelhecimento do organismo.
Os AAs essenciais demonstraram-se responsáveis primários na estimulação do anabolismo protéico em idosos enquanto os demais não provaram nenhum estímulo adicional significante. Assim, supõe-se que o suplemento eficaz deveria conter AAs essenciais e NÃO conter CHO aumentando-se assim a eficiência no tratamento da Sarcopenia.
Para terminar temos que a ingestão de proteína rapidamente após o exercício é muito importante, pois o tempo pós-exercício para esta ingestão parece ser importante na taxa de hipertrofia muscular. Sendo assim, a biodisponibilidade de AAs no plasma parece ser o maior regulador da síntese e da oxidação de proteína nos idosos.
Em idosos uma proteína de rápida digestão-absorção induz a uma maior retenção protéica pós-refeição se comparada a uma de lenta digestão-absorção. Como conclusão teríamos que em idosos a whey protein acabaria sendo melhor aproveitada do que a suplementação por caseína podendo assim ser mais benéfica inibindo a perda protéica.
Treinamento · 02 jul, 2026
Maratona · 01 jul, 2026