Ana Lídia treina no exterior e busca pódio no Ironman 70.3 em Penha

Redação Webrun | Triathlon · 23 ago, 2012

Ana Lídia priorizou os treinos de intensidade na bike (foto: Tom Papp/ www.webrun.com.br)
Ana Lídia priorizou os treinos de intensidade na bike (foto: Tom Papp/ www.webrun.com.br)

Muitos nomes entram pela briga na prova masculina do Ironman 70.3, que acontece este sábado (25/08), em Penha (SC). Guto Antunes classificou como o “startlist mais forte de todos os tempos”, com a presença do argentino Ezequiel Morales, vencedor do Ironman Brasil em maio, e o neozelandês Terenzo Bozzone. Já entre as mulheres, a prova conta com bons nomes e “promete uma boa disputa pelas primeiras posições”, segundo a triatleta Ana Lídia Borba.

Depois do desfalque de Vanessa Gianinni, que compete o Mundial Militar de Triathlon na Suíça, Ana Lídia terá ainda a companhia das brasileiras Carla Moreno e Susana Festner, atual campeã da prova.

Expectativas – “Eu sempre acho que preciso melhorar tudo!”, conta a triatleta que foi campeã Mundial de Ironman 70.3 em 2006.

“Eu espero ter um dia de sorte ao contrário do que aconteceu no Ironman Brasil, quando furei dois pneus para terminar entre as cinco primeiras”, conta a triatleta que, desde a prova em Florianópolis, foca seus treinos no trabalho de força na bike. Ela passou um mês treinando em Boulder, nos Estados Unidos, fazendo subidas e tiros com marchas duras.

“Diminui consideravelmente o volume de corrida e priorizei treinos de intensidade, para tentar ganhar um pouco de velocidade. A prova de Penha será um bom teste para o que vem sendo feito”. Depois da prova na cidade catarinense, a atleta promete pegar firma na corrida para o resto da temporada.

Percurso travado – Ana Lídia considera a corrida do Ironman 70.3 em Penha mais rápida do que a maratona do Ironman em Florianópolis. Já o ciclismo do Meio Ironman é feito em várias voltas, o que “acaba transformando a prova em um circuito de vira-e-arranca, relativamente duro para atletas que, como eu, têm mais ritmo que potência absoluta”, explica.

Além do ritmo, o percurso travado do ciclismo provoca um agrupamento maior dos atletas, que formam “pelotões enormes que alteram completamente a dinâmica da prova”.

Se o clima contribuir, não deve chover na manhã de sábado. “O sol é mais que bem vindo, até porque são muitos retornos [no ciclismo] e muitos atletas na prova, receita perfeita para tombos coletivos”, analisa Ana.

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Quer saber mais sobre a Ana Lídia? Assista ao perfil da atleta.

Este texto foi escrito por: Fabiana Coletta

Redação Webrun

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