Triathlon · 30 ago, 2012
Superar os 1,9 quilômetro de natação, 90 de bike e 21 de corrida requer muito suor e dedicação. Confira uma galeria de fotos que retrata o que os cerca de 800 triatletas passaram no último dia 25 durante a edição 2012 do Ironman 70.3 Brasil, em Penha (SC).
Fotos: Alexandre Koda/www.webrun.com.br
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Triathlon · 29 ago, 2012
Atualizada em 30/08 às 11h50.
Nadar 1,9 quilômetro, pedalar 90, correr os 21 de uma meia maratona e cruzar a linha de chegada. Essa foi a rotina de quase 600 atletas durante o Ironman 70.3 Brasil no último sábado (25/08) em Penha (SC). E cada um tinha uma reação diferente ao passar sob o pórtico montado em frente ao parque Beto Carrero World: lágrimas de emoção, gritos, sorrisos e muita comemoração.
Roberto Vieira Neto cruzou a linha de chegada junto com suas duas filhas e afirma que durante todo o percurso pensou no momento final. Nos últimos dez minutos a emoção veio ainda mais forte. Certamente seria muito mais difícil completar se elas não estivessem à minha espera, conta o triatleta de Aracaju (SE) que disputou o evento pela primeira vez.
Quem também chegou com o filho foi Cristiano Kruk, que disputou a prova pelo segundo ano consecutivo. Acho importante dar o exemplo da prática esportiva para ele e para as crianças de forma geral, relata o curitibano que sofreu no percurso. O vento deixou tudo mais difícil, mas a organização estava boa e gostei bastante. O pequeno Nicolas, de seis anos, dá sua opinião. Gostei de chegar com meu pai.
Também estreante na disputa de Penha, o casal de cariocas Fernando Martins e Camila Negri chegou junto com muita comemoração. Foi uma prova muito bem organizada e estou feliz da vida por ter chego ao final, relata Camila. Foi difícil por conta do vento, mas cruzar a linha de chegada é muito bom. Os dois completaram juntos, de mãos dadas. Fiz de tudo para não chegar atrás dela, se não ia ficar feio, brinca Fernando.
Sofrimento - O treino para uma prova de longa distância como o Ironman 70.3 requer muito tempo de treinamento e dedicação ao esporte e, muitas vezes, isso significa abdicar de vida social e outras regalias. Jéssica Oliveira é uma das competidoras que sentiu isso nos últimos oito meses. Foi muita luta e sofrimento até chegar aqui, pois tinha a meta de baixar meu tempo antigo em cinco minutos, comenta ainda com a voz embargada. Senti muito o calor e o vento forte, doeu bastante, mas valeu a pena no final, completa a cearense de Fortaleza que melhorou sua marca em mais de dez minutos.
Os triatletas tem um tempo limite para completar cada uma das três modalidades e não existe tolerância, ou seja, quem chegar um segundo depois está automaticamente desclassificado. Isso quase aconteceu com Denise Charpenel, que saiu para correr no limite máximo do cronômetro. Senti muita dificuldade na bike, pois nunca havia pedalado 90 quilômetros e saí em último para correr, relata a carioca. Já na corrida, que é mais a minha praia, consegui recuperar e fui passando outras pessoas. Em sua estreia ela marcou 7h35min16 e já pensa nas próximas edições. Certamente virei mais bem preparada até conseguir fazer o Ironman inteiro (3,8/ 180/ 42 quilômetros).
Esse ano a organização disponibilizou 800 inscrições para amadores e elite e foram distribuídas 50 vagas entre os não profissionais para o campeonato mundial da modalidade, em Las Vegas, no próximo mês.
Triathlon · 27 ago, 2012
Carlos Galvão, diretor da Latin Sports, empresa que organiza o Ironman 70.3 Brasil em Penha (SC), este ano trocou o posto de dirigente pelo de competidor durante a disputa do último sábado (25/08). Triatleta desde 1997, ele já correu diversos Ironman, mas foi a primeira experiência num evento organizado pela sua empresa.
Correndo com o numeral número 100, ele finalizou a natação com o tempo de 29min41, saiu para pedalar já com um forte vento e finalizou o trecho com 2h27min32, levando 1min50 na transição para a corrida. O trecho a pé ele fez em 1h41min34 para finalizar os 1,9/ 90/ 21 quilômetros da competição com o tempo total de 4h44min36.
Terceiro colocado em sua categoria e 39º na geral, ele comenta que não foi fácil encarar a prova apenas com os olhos de competidor. Sem dúvida tive um olhar técnico, tentando achar pontos ruins e confiei muito na equipe maravilhosa que temos na Latin para que tudo desse certo. Durante o percurso ele tentava a todo o momento se focar na competição. Já que me comprometi a fazer, tive que prestar muita atenção e me concentrar nas particularidades de cada esporte.
Galvão teve ainda a oportunidade de testar na prática toda a estrutura do 70.3 Brasil. Eu suspeitava que a prova era bem organizada e agora pude tirar a prova dos nove. Os staffs e ficais estavam bem distribuídos. Além de triatleta e dirigente, ele também é árbitro internacional e em edições anteriores andava pelo trajeto punindo os competidores que tentam se aproveitar do vácuo no ciclismo. Esse ano o pessoal se comportou bem no pedal, relata.
Ao fazer uma análise técnica, ele admite que houve problemas pontuais, mas confessa que num evento de oito horas de duração é impossível não ter ocorrências. Tivemos alguns acidentes, mas foram fatalidades. Todos estão de parabéns, atletas e staffs.
Muito aplaudido na chegada, ele recebeu os cumprimentos da torcida, dos staffs e de funcionários da Latin Sports presentes. Galvão ainda arriscou uns passos de dança sob o som da versão remix da música Feel So Close.
Assista ao vídeo da chegada de Carlos Galvão
Triathlon · 26 ago, 2012
Atualizada em 28/08 às 12h30
Num dia ensolarado e com muito vento, o neozelandês Terenzo Bozzone e a chilena Valentina Prieto desbancaram os brasileiros e venceram a edição 2012 do Ironman Brasil 70.3, disputado nas proximidades do Parque Beto Carrero World, em Penha (SC) no último sábado (25/08). Os melhores brasileiros foram Fábio Carvalho e Suzana Festner, ambos na segunda colocação.
Direto de Penha (SC) - Mar agitado e com correnteza. Assim começou a edição 2012 do Ironman Brasil 70.3 na Praia da Armação para o primeiro trecho, de 1,9 quilômetro de natação. Assim que a largada foi autorizada, às 9h30, os quase 800 competidores tentavam vencer as fortes ondas e muitos eram ricocheteados de volta à beira mar.
Vencido o primeiro obstáculo, todos tinham até 1h30 para contornar as boias e chegar até a área de transição. O primeiro a sair da água foi Igor Amorelli, após aproximadamente 23 minutos, com Luiz Francisco Ferreira (Chicão), Guilherme Manocchio e Fábio Carvalho logo atrás.
O trecho de bike teve 90 quilômetros com um trajeto feito quase que integralmente pela Rodovia Transbeto, que liga o parque a outras estradas importantes da região e a briga pela liderança ficou quase que totalmente entre Igor e Fábio. Companheiros de treino, eles alternavam a ponta e em diversos momentos conversavam e gesticulavam como forma de se motivarem.
Nos 21 quilômetros de corrida Igor e Fábio continuaram um duelo pessoal, mas o neozelandês Terenzo mostrou toda sua força ao encostar nos brasileiros e ultrapassá-los. Mesmo com um forte vento contra, o recordista e campeão mundial de 70.3 em 2008 abriu vantagem a quatro quilômetros do fim e não foi mais alcançado até cruzar a linha de chegada com o tempo de 3h52min53.
Foi minha primeira vez nesse evento e também no Brasil. Gostei bastante da prova e os meninos (Fábio e Igor) estão de parabéns, porque fizeram uma prova fantástica, relata o campeão. Gostei bastante da natação, principalmente com as ondas fortes. Eu surfava quando pequeno e achei aquilo sensacional. Eu me surpreendi com o forte vento, porque a meteorologia previa apenas uma pequena brisa, completa. Agora ele pretende se recuperar para disputar com todas as forças o mundial da distância, em Las Vegas (EUA), no dia nove de setembro.
A segunda colocação só foi decidida nos metros finais, com um sprint de Fábio Carvalho para fechar em 3h53min59, apenas dois segundos à frente do terceiro colocado, Igor Amoreli (3h54min01). Eu não sofri muito com o evento, mas como fiz bastante força durante toda a prova, tive muitas câimbras no final, o que me atrapalhou um pouco, relata o atleta que estava se dedicando às competições olímpicas e aos poucos está voltando para as longas.
Igor também se mostrou contente com o resultado e elogia o companheiro de treino. Eu e o Fábio somos muitos amigos. Saímos para correr juntos, mas ele se distanciou e no final quase consegui chegar. Mas ele está de parabéns pelo resultado e merece muito.
Mulheres - No feminino, Carla Moreno foi a primeira a sair da água com mais de quatro minutos de diferença para Mariana Borges, segunda a completar o 1,9 quilômetro de natação. Carla continuou forte nos 90 quilômetros de pedal, mas foi alcançada pelas outras meninas e entregou a bike na quarta colocação, atrás de Suzana Festner, Mariana Borges e Valentina Carvalho.
Durante o trecho de corrida o vento começou a ganhar força, o que obrigou as triatletas a diminuírem um pouco o ritmo. Mariana abriu os 21 quilômetros na frente, mas acabou não sustentando a posição e viu a chilena Valentina Pietro ultrapassá-la para chegar em primeiro com o tempo de 4h37min20. Susana foi a segunda com 4h39min50, seguida por Carla com 4h43min49 e Mariana com 4h59min55.
Foi minha primeira vez no Ironman 70.3 do Brasil e gostei muito, conta Valentina, que mora e treina em Santiago. A competição foi dura, principalmente com o vento forte na bike e na corrida. Mesmo assim consegui pegar a Mariana e a Suzana para ficar com a vitória, relata a chilena que esse ano já havia sido vice-campeã no 70.3 de Pucón, no Chile, em março.
Susana, campeã ano passado, esse ano não conseguiu defender o título por não ter conseguido fazer uma boa preparação. O começo do ano não foi muito bom, então vim tranquila e acabei fazendo uma boa prova. Eu sabia que a chilena tinha uma corrida forte, tentei correr junto, mas não consegui, relata. Sobre o vento, para ela os problemas apareceram no fim da corrida. Acabei correndo meio torta para tentar cortar o vento, completa.
Já Carla Moreno fala que todos dever vir preparados para encarar as adversidades. Os atletas têm que estar prontos para isso. Venho treinando há seis semanas e fiquei bastante feliz com o resultado final. Depois de Penha ela volta a se dedicar à distância olímpica no Circuito do Troféu Brasil de Triathlon e também estará no 70.3 de Miami (EUA) no dia 28 de outubro.
Triathlon · 24 ago, 2012
Cesar Grosso, o Cesinha, é figura carimbada no mundo da aventura e referência quando se fala em escalada esportiva. Com diversos títulos na bagagem, ele resolveu temporariamente trocar as paredes pelo asfalto durante a edição 2012 do Ironman Brasil 70.3, após ser desafiado por um grupo de amigos.
Sempre fiz esportes de resistência como maratonas e ultramaratonas, principalmente após uma lesão no dedo que me obrigou a diminuir o ritmo na escalada, conta Cesinha. Por conta disso uns amigos me pilharam para fazer um triathlon e resolvi encarar o 70.3, completa.
Ele diz ainda que os treinos de escalada lhe rendem uma boa condição física, então ele apenas teve que treinar a parte técnica para encarar os 1,9 quilômetro de natação, 90 de ciclismo e 21 de corrida. Treinei de duas a três horas por dia nas últimas dez semanas nas ruas de São Paulo e na USP a parte de corrida. Já a bike costumo ir na ciclovia e a parte aquática na piscina do prédio.
Para não ser pego de surpresa com o percurso ele se informou bastante sobre a característica da prova, além de ter assistido a vídeos explicando técnicas e dicas de cada modalidade. Cheguei quarta-feira à tarde em Penha e aproveitei para fazer um treino de corrida. Já na quinta (23/08) pedalei um pouco e nadei para me aclimatar, relata o paulista.
Sempre competitivo nas provas de escalada, ele diz que vem para o Ironman 70.3 com o objetivo de curtir o evento, mas não esconde que se colocou uma meta. Pretendo finalizar em até cinco horas. Sei que é um objetivo ousado, mas se eu encaixar uma boa prova sem exagerar muito na bike, com uma boa hidratação e alimentação talvez consiga cumprir.
A largada da prova acontece neste sábado (25/08) na Praia da Armação, em Penha, a partir das 9h30.
Triathlon · 23 ago, 2012
Teve início hoje (23/08) a entrega dos kits de participação para os atletas do Ironman 70.3, que competem neste sábado (25/08) na cidade de Penha, no litoral de Santa Catarina.
Os atletas devem retirar seus kits até esta sexta-feira (24/08), das 9h às 19h, na Expo Iron, que foi montada em frente ao castelo do Parque Beto Carrero World, na cidade catarinense.
Também na sexta-feira deve ser feito o bike check-in na área de transição, das 14h às 19h, na arena do evento na Praia da Armação. O Congresso Técnico acontece no Teatro Acqua do Parque, às 19h30.
Na manhã de sábado, logo cedo, das 7h30 às 9h10, começa a pintura dos atletas e a abertura da área de transição. A partir das 9h30, horário da largada, os triatletas enfrentarão 1,9 quilômetros de natação, 90 de ciclismo e mais 21,1 quilômetros de corrida.
A etapa brasileira do Ironman 70.3 vale 50 vagas no Mundial de 2013, que acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Muitos nomes entram pela briga na prova masculina do Ironman 70.3, que acontece este sábado (25/08), em Penha (SC). Guto Antunes classificou como o startlist mais forte de todos os tempos, com a presença do argentino Ezequiel Morales, vencedor do Ironman Brasil em maio, e o neozelandês Terenzo Bozzone. Já entre as mulheres, a prova conta com bons nomes e promete uma boa disputa pelas primeiras posições, segundo a triatleta Ana Lídia Borba.
Depois do desfalque de Vanessa Gianinni, que compete o Mundial Militar de Triathlon na Suíça, Ana Lídia terá ainda a companhia das brasileiras Carla Moreno e Susana Festner, atual campeã da prova.
Expectativas - Eu sempre acho que preciso melhorar tudo!, conta a triatleta que foi campeã Mundial de Ironman 70.3 em 2006.
Eu espero ter um dia de sorte ao contrário do que aconteceu no Ironman Brasil, quando furei dois pneus para terminar entre as cinco primeiras, conta a triatleta que, desde a prova em Florianópolis, foca seus treinos no trabalho de força na bike. Ela passou um mês treinando em Boulder, nos Estados Unidos, fazendo subidas e tiros com marchas duras.
Diminui consideravelmente o volume de corrida e priorizei treinos de intensidade, para tentar ganhar um pouco de velocidade. A prova de Penha será um bom teste para o que vem sendo feito. Depois da prova na cidade catarinense, a atleta promete pegar firma na corrida para o resto da temporada.
Percurso travado - Ana Lídia considera a corrida do Ironman 70.3 em Penha mais rápida do que a maratona do Ironman em Florianópolis. Já o ciclismo do Meio Ironman é feito em várias voltas, o que acaba transformando a prova em um circuito de vira-e-arranca, relativamente duro para atletas que, como eu, têm mais ritmo que potência absoluta, explica.
Além do ritmo, o percurso travado do ciclismo provoca um agrupamento maior dos atletas, que formam pelotões enormes que alteram completamente a dinâmica da prova.
Se o clima contribuir, não deve chover na manhã de sábado. O sol é mais que bem vindo, até porque são muitos retornos [no ciclismo] e muitos atletas na prova, receita perfeita para tombos coletivos, analisa Ana.
Acompanhe a cobertura completa do Ironman Brasil 70.3 no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/Webrun.
Quer saber mais sobre a Ana Lídia? Assista ao perfil da atleta.
Triathlon · 23 ago, 2012
Muitos nomes entram pela briga na prova masculina do Ironman 70.3, que acontece este sábado (25/08), em Penha (SC). Guto Antunes classificou como o startlist mais forte de todos os tempos, com a presença do argentino Ezequiel Morales, vencedor do Ironman Brasil em maio, e o neozelandês Terenzo Bozzone. Já entre as mulheres, a prova conta com bons nomes e promete uma boa disputa pelas primeiras posições, segundo a triatleta Ana Lídia Borba.
Depois do desfalque de Vanessa Gianinni, que compete o Mundial Militar de Triathlon na Suíça, Ana Lídia terá ainda a companhia das brasileiras Carla Moreno e Susana Festner, atual campeã da prova.
Expectativas - Eu sempre acho que preciso melhorar tudo!, conta a triatleta que foi campeã Mundial de Ironman 70.3 em 2006.
Eu espero ter um dia de sorte ao contrário do que aconteceu no Ironman Brasil, quando furei dois pneus para terminar entre as cinco primeiras, conta a triatleta que, desde a prova em Florianópolis, foca seus treinos no trabalho de força na bike. Ela passou um mês treinando em Boulder, nos Estados Unidos, fazendo subidas e tiros com marchas duras.
Diminui consideravelmente o volume de corrida e priorizei treinos de intensidade, para tentar ganhar um pouco de velocidade. A prova de Penha será um bom teste para o que vem sendo feito. Depois da prova na cidade catarinense, a atleta promete pegar firma na corrida para o resto da temporada.
Percurso travado - Ana Lídia considera a corrida do Ironman 70.3 em Penha mais rápida do que a maratona do Ironman em Florianópolis. Já o ciclismo do Meio Ironman é feito em várias voltas, o que acaba transformando a prova em um circuito de vira-e-arranca, relativamente duro para atletas que, como eu, têm mais ritmo que potência absoluta, explica.
Além do ritmo, o percurso travado do ciclismo provoca um agrupamento maior dos atletas, que formam pelotões enormes que alteram completamente a dinâmica da prova.
Se o clima contribuir, não deve chover na manhã de sábado. O sol é mais que bem vindo, até porque são muitos retornos [no ciclismo] e muitos atletas na prova, receita perfeita para tombos coletivos, analisa Ana.
Acompanhe a cobertura completa do Ironman Brasil 70.3 no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/Webrun.
Quer saber mais sobre a Ana Lídia? Assista ao perfil da atleta.
A campineira Vanessa Gianinni, melhor colocada nacional do Ironman Brasil neste ano e bicampeã do Ironman Brasil 70.3, não participará da disputa deste sábado (25/08), em Penha (SC). A ausência, que a impede de brigar pelo tricampeonato, é justificada por outra competição o Mundial Militar de Triathlon, em Lausanne, na Suiça.
A competição, que vai de 22 a 26 de agosto e coincide com a etapa da Diamond League de Atletismo na mesma cidade, nesta quinta-feira (23/08) terá a participação também de Reinaldo Colucci, que competiu nas Olimpíadas de Londres e foi campeão nos Jogos Pan-Americanos.
Sem Vanessa, as principais brasileiras com chance de vitória devem ser Carla Moreno e Ana Lídia Borba além, é claro, da atual campeã, Susana Festner.
Acompanhe a cobertura completa no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/ Webrun.
Triathlon · 23 ago, 2012
A campineira Vanessa Gianinni, melhor colocada nacional do Ironman Brasil neste ano e bicampeã do Ironman Brasil 70.3, não participará da disputa deste sábado (25/08), em Penha (SC). A ausência, que a impede de brigar pelo tricampeonato, é justificada por outra competição o Mundial Militar de Triathlon, em Lausanne, na Suiça.
A competição, que vai de 22 a 26 de agosto e coincide com a etapa da Diamond League de Atletismo na mesma cidade, nesta quinta-feira (23/08) terá a participação também de Reinaldo Colucci, que competiu nas Olimpíadas de Londres e foi campeão nos Jogos Pan-Americanos.
Sem Vanessa, as principais brasileiras com chance de vitória devem ser Carla Moreno e Ana Lídia Borba além, é claro, da atual campeã, Susana Festner.
Acompanhe a cobertura completa no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/ Webrun.
A cidade de Penha, no litoral de Santa Catarina, já começa a se movimentar para o Ironman 70.3 que acontece neste final de semana. Os atletas vão chegando à cidade para os últimos preparos antes da largada no sábado (25/08), às 9h30, na Praia da Armação.
Com metade das distâncias de um Ironman, sendo 1,9 quilômetros de natação, 90 de ciclismo e 21,1 de corrida, a disputa deste ano promete ser acirrada entre os atletas que compõem o startlist mais forte de todos os tempos, na opinião do triatleta e blogueiro do Webrun, Guto Antunes.
Disputa de alto nível - O principal adversário que vem para tirar o sono dos brasileiros e também, por que não, dos argentinos é o neozelandês Terenzo Bozzone, primeiro lugar, com recorde de 3h40min40, no Mundial de Ironman 70.3 em 2008.
Ele é um atleta excepcional, mas também não tem experiência na prova de Penha, comenta Guto. Todos os brasileiros de elite que estão largando nessa prova conhecem o percurso e sabem os pontos que têm que tomar cuidado, destaca o triatleta, para quem esse é o ponto forte para tentar bater o favorito.
Outra consideração que Guto faz para o Meio Ironman, prova que está acostumado a competir nos deus 12 anos como triatleta profissional, é a temporada dos adversários. Nomes como Ezequiel Morales, Santiago Ascenço e Fabio Carvalho vêm de diversas provas longas e pesadas no ano.
Acredito já num cansaço maior por parte deles nessa prova, explica Guto, que teve uma recuperação mais longa desde o Ironman Brasil, sua estreia na competição em Florianópolis.
As dificuldades em Penha - O Ironman 70.3 acontece na Praia da Armação em meio ao parque temático Beto Carrero World, onde será montada a arena e a área de transição da prova. As águas no sul do País são geladas e sem muita correnteza, dois pontos que deixam a natação relativamente tranquila, porém forte. Você tem que estar preparado para nadar com roupa de borracha, alerta Guto.
Durante o ciclismo é que tudo pode acontecer no triathlon. Em Penha costuma ventar muito por volta do meio dia, hora em que os atletas estarão na terminando o pedal, o que pode prejudicar um pouco para saírem para a corrida.
Quem não se preservar no pedal e não tomar cuidado no final vai pagar o preço na corrida, conta o triatleta, que costuma crescer mais na prova nos últimos dez quilômetros da meia maratona.
A experiência do Ironman - Mesmo depois de tantos anos como atleta profissional, Guto Antunes acredita que ainda tem muito que aprender. A estreia no Ironman Brasil foi importante para aumentar a sua bagagem de conhecimento não só sobre triathlon como também sobre si mesmo.
Em provas de triathlon olímpico ou Meio Ironman eu estou sempre pensando, o tempo todo. Nessa prova do Ironman eu aprendi que, de vez em quando, você precisa desconectar corpo e mente para tentar buscar um motivo maior para conseguir fazer mais força do que você aguenta, explica o triatleta, que leva a experiência para seus treinos e próximas competições.
É uma lição de vida. O corpo pede para parar e você continua. O Ironman é uma prova que você aprende a se conhecer e chegar acima do que aguenta para conseguir o resultado que você quer, analisa.
Acompanhe a cobertura completa do Ironman Brasil 70.3 no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/Webrun.
Triathlon · 22 ago, 2012
A cidade de Penha, no litoral de Santa Catarina, já começa a se movimentar para o Ironman 70.3 que acontece neste final de semana. Os atletas vão chegando à cidade para os últimos preparos antes da largada no sábado (25/08), às 9h30, na Praia da Armação.
Com metade das distâncias de um Ironman, sendo 1,9 quilômetros de natação, 90 de ciclismo e 21,1 de corrida, a disputa deste ano promete ser acirrada entre os atletas que compõem o startlist mais forte de todos os tempos, na opinião do triatleta e blogueiro do Webrun, Guto Antunes.
Disputa de alto nível - O principal adversário que vem para tirar o sono dos brasileiros e também, por que não, dos argentinos é o neozelandês Terenzo Bozzone, primeiro lugar, com recorde de 3h40min40, no Mundial de Ironman 70.3 em 2008.
Ele é um atleta excepcional, mas também não tem experiência na prova de Penha, comenta Guto. Todos os brasileiros de elite que estão largando nessa prova conhecem o percurso e sabem os pontos que têm que tomar cuidado, destaca o triatleta, para quem esse é o ponto forte para tentar bater o favorito.
Outra consideração que Guto faz para o Meio Ironman, prova que está acostumado a competir nos deus 12 anos como triatleta profissional, é a temporada dos adversários. Nomes como Ezequiel Morales, Santiago Ascenço e Fabio Carvalho vêm de diversas provas longas e pesadas no ano.
Acredito já num cansaço maior por parte deles nessa prova, explica Guto, que teve uma recuperação mais longa desde o Ironman Brasil, sua estreia na competição em Florianópolis.
As dificuldades em Penha - O Ironman 70.3 acontece na Praia da Armação em meio ao parque temático Beto Carrero World, onde será montada a arena e a área de transição da prova. As águas no sul do País são geladas e sem muita correnteza, dois pontos que deixam a natação relativamente tranquila, porém forte. Você tem que estar preparado para nadar com roupa de borracha, alerta Guto.
Durante o ciclismo é que tudo pode acontecer no triathlon. Em Penha costuma ventar muito por volta do meio dia, hora em que os atletas estarão na terminando o pedal, o que pode prejudicar um pouco para saírem para a corrida.
Quem não se preservar no pedal e não tomar cuidado no final vai pagar o preço na corrida, conta o triatleta, que costuma crescer mais na prova nos últimos dez quilômetros da meia maratona.
A experiência do Ironman - Mesmo depois de tantos anos como atleta profissional, Guto Antunes acredita que ainda tem muito que aprender. A estreia no Ironman Brasil foi importante para aumentar a sua bagagem de conhecimento não só sobre triathlon como também sobre si mesmo.
Em provas de triathlon olímpico ou Meio Ironman eu estou sempre pensando, o tempo todo. Nessa prova do Ironman eu aprendi que, de vez em quando, você precisa desconectar corpo e mente para tentar buscar um motivo maior para conseguir fazer mais força do que você aguenta, explica o triatleta, que leva a experiência para seus treinos e próximas competições.
É uma lição de vida. O corpo pede para parar e você continua. O Ironman é uma prova que você aprende a se conhecer e chegar acima do que aguenta para conseguir o resultado que você quer, analisa.
Acompanhe a cobertura completa do Ironman Brasil 70.3 no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/Webrun.
Depois de quase três meses de descanso do Ironman Brasil, os triatletas voltam a competir o mesmo desafio, desta vez um pouco mais leve. O Ironman 70.3 acontece já neste fim de semana, no dia 25 de agosto, em Penha, no litoral de Santa Catarina.
O Ironman 70.3 é também conhecido por Meio Ironman, já que percorre a metade das distâncias da prova mais longa. No sábado (25/08), os atletas enfrentam 1,9 quilômetro de natação, 90 quilômetros de ciclismo e mais 21,1 quilômetros de corrida.
A largada será dada às 9h30 na arena do evento, que será montada no Beto Carrero World, maior parque multitemático da América Latina. A prova garante vagas para o Campeonato Mundial de Ironman 70.3, que será realizado em 2013, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Nomes do triathlon nacional e internacional já confirmaram presença na disputa. Santiago Ascenço, vice-campeão em Florianópolis este ano, Igor Amorelli e Guto Antunes são alguns dos representantes brasileiros em Penha. O argentino Ezequiel Morales, vencedor do Ironman Brasil em 2012 ,também busca o pódio na cidade catarinense.
Entre as mulheres, Vanessa Gianinni, melhor brasileira do Ironman este ano, também garante uma disputa de alto nível técnico, ao lado de Carla Moreno e Ana Lídia Borba.
Acompanhe a cobertura completa no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/ Webrun
Triathlon · 20 ago, 2012
Depois de quase três meses de descanso do Ironman Brasil, os triatletas voltam a competir o mesmo desafio, desta vez um pouco mais leve. O Ironman 70.3 acontece já neste fim de semana, no dia 25 de agosto, em Penha, no litoral de Santa Catarina.
O Ironman 70.3 é também conhecido por Meio Ironman, já que percorre a metade das distâncias da prova mais longa. No sábado (25/08), os atletas enfrentam 1,9 quilômetro de natação, 90 quilômetros de ciclismo e mais 21,1 quilômetros de corrida.
A largada será dada às 9h30 na arena do evento, que será montada no Beto Carrero World, maior parque multitemático da América Latina. A prova garante vagas para o Campeonato Mundial de Ironman 70.3, que será realizado em 2013, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Nomes do triathlon nacional e internacional já confirmaram presença na disputa. Santiago Ascenço, vice-campeão em Florianópolis este ano, Igor Amorelli e Guto Antunes são alguns dos representantes brasileiros em Penha. O argentino Ezequiel Morales, vencedor do Ironman Brasil em 2012 ,também busca o pódio na cidade catarinense.
Entre as mulheres, Vanessa Gianinni, melhor brasileira do Ironman este ano, também garante uma disputa de alto nível técnico, ao lado de Carla Moreno e Ana Lídia Borba.
Acompanhe a cobertura completa no Webrun e se for competir, lembre-se de checar o pacote de fotos da competição. Os 200 primeiros que comprarem ganham um armband exclusivo Ironman/ Webrun
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026