
Montanholi: Aclives e declives são marcas registradas (foto: Alexandre Koda / www.webrun.com.br)
São Paulo – (Não fugi da raia…) – O relógio marcava 5 horas da manhã quando acordei hoje para treinar, mas o pior display não era do relógio e sim do termômetro que mostrava a marca de 12°C. Como temperatura baixa não é desculpa para não treinar, assim como calor, sol e chuva não o são, às 6 horas estava na pista de atletismo para um treino, que apesar de ser tiros não foi estafante, já que foram somente três sequências de 1000 metros com pausa de três minutos entre elas.
O treino rendeu bem já que a planilha pedia o ritmo de 4min12s e consegui ir no vácuo do Wanderlei, do Nilton e do Arnaldo que estão na ponta do casco e de forma mais rápida do que o proposto e, o melhor de forma progressiva já que o cronômetro registrou as parciais de 4min0s, 3min57s e 3min51s.
Mas calmaria desta semana – já que amanhã são 10 quilômetros confortáveis e sexta de será off – tem nome: Circuito Montanholi, que sem dúvida é mais difícil meia-maratona brasileira e na qual vou correr pela segunda vez. Para vocês terem uma idéia em minha única participação nesta prova fechei com 2h09min, tempo alto para quem gira a distância na casa de 1h30min.
Se me perguntarem qual minha expectativa para a prova eu diria que concluir já é o objetivo e que correr sub 2 horas é a meta!
Este texto foi escrito por: Harry Thomas Jr.